Top PDF TRANSFERÊNCIA DE TRABALHADOR LOCAL DE TRABALHO

TRANSFERÊNCIA DE LOCAL DE TRABALHO RESOLUÇÃO

TRANSFERÊNCIA DE LOCAL DE TRABALHO RESOLUÇÃO

Por outro lado, o local de trabalho assume ou constitui um dos elementos mais relevantes do contrato de trabalho, seja para a entidade empregadora, seja para o trabalhador. Aquela é a credora da prestação laboral, sendo-lhe lícito, no âmbito do seu direito da iniciativa económica e de livre gestão empresarial, escolher e definir livremente o local onde irá (a empregadora) exercer a sua atividade económica e, dentro dos seus poderes diretivos decorrentes da imprescindível exigência da organização empresarial, podendo determinar ao trabalhador o local onde este deverá prestar a sua atividade, mas, neste caso, sem prejuízo das limitações ou requisitos legal ou convencionalmente
Show more

22 Read more

O prejuízo sério do trabalhador na alteração do local de trabalho pelo empregador | Julgar

O prejuízo sério do trabalhador na alteração do local de trabalho pelo empregador | Julgar

Contudo, este caso chegou ao Supremo Tribunal de Justiça, analisado no Acórdão do STJ de 13.04.2011 31 , que adotou uma posição diferente do Tribunal da Relação. Considerou este Supremo Tribunal que se deve fazer um balanceamento entre a seriedade do prejuízo potencial para o trabalhador e as motivações do empregador que determinaram a transferência da empresa. Justificou o Tribunal que se é verdade que a Autora teria de passar a fazer mais quilómetros de deslocações e gastar mais tempo por causa do trânsito, não teria problema com o transporte, pois continuaria a utilizar a viatura fornecida pela Ré, pois esta continuaria a pagar todos os custos, incluindo as portagens. Quanto à preocupação com a filha menor caso não chegasse a tempo de a ir buscar ao infantário, a Ré sempre se disponibilizou a ser flexível quanto ao horário de trabalho, além de que demonstrou existirem vários infantários disponíveis na zona do novo local de trabalho. Mais acrescenta o Tribunal que a Autora se mostrou “… desde o início do processo, sem qualquer flexibilidade e absolutamente irredutível à mudança.” O Tribunal concluiu, portanto, que não existia no caso concreto prejuízo sério para resolver o contrato de trabalho, “O quadro descrito, vindo de analisar nos seus contornos mais relevantes – correspondendo embora a uma alteração das comodidades imediatas de A., com os consequentes transtornos e desconforto – não se constituiu, em juízo de adequação causal, na situação particularmente grave, (com repercussão negativa de natureza pessoal, social, familiar e económica), postulada pelo conceito de prejuízo sério.”
Show more

25 Read more

O direito à transferência do trabalhador por motivos de saúde

O direito à transferência do trabalhador por motivos de saúde

Trata-se de um direito que goza de um alcance similar ao que é reconhecido no sistema espanhol às vítimas de violência de género e ter- rorismo, obrigando o empregador a informar trabalhador acerca das vagas existentes à data do pedido, bem como das que possam a vir a existir no futuro. Também aqui a modificação do local de trabalho terá uma dura- ção inicial de seis meses, dentro dos quais a entidade patronal fica obri- gada a reservar o posto de trabalho inicial anteriormente ocupado pelo trabalhador. Findo esse período, este poderá optar entre o regresso ao posto inicial ou permanecer no novo local, caso em que a dita obrigação de reserva cessará. Ainda assim, este regime parece apresentar algumas deficiências no seu desenho legal, ao não concretizar o modo como o sujeito tutelado deverá comprovar essa necessidade de ser transferido, e sem precisar se, ao aludir a uma “localidade em que tal tratamento seja mais acessível”, essa conveniência se refere apenas a um impedimento físico ou também pessoal daquele 43 . Acresce que o Estatuto não esclarece em que deve consistir o tratamento, físico ou psicológico, relacionado com a incapacidade, ou seja, por que entidade deverá ser prescrito, ou se o regime apenas se reputará aplicável caso o tratamento vise à “reabilita- ção” do trabalhador no sentido em que lhe permita recuperar as funções por si exercidas na empresa, ou se aquele termo deverá ser entendido em sentido amplo. Daí que, para alguns, tais imprecisões acabam por conver- ter esta solução numa mera declaração de intenções por parte do legisla-
Show more

18 Read more

TRANSFERÊNCIA TEMPORÁRIA ABANDONO DE TRABALHO

TRANSFERÊNCIA TEMPORÁRIA ABANDONO DE TRABALHO

Ao excluir, como princípio, a modificação unilateral do condicionalismo geográfico em que tem lugar a realização do trabalho, estabelecendo uma correlativa garantia do trabalhador no artigo 154.º, n.º 1, do Código do Trabalho, que dispõe que “[o] trabalhador deve, em princípio, realizar a sua prestação no local de trabalho contratualmente definido, sem prejuízo do disposto nos artigos 315.º a 317.º”, o legislador denota que, na ponderação que faz do confronto entre o interesse do empregador na mobilidade e o do trabalhador na estabilidade, dá primacialmente relevo à natural importância que para este último assume a localização do trabalho e expressa, desde logo, os desvios consentidos ao assinalado princípio.
Show more

35 Read more

LOCAL DE TRABALHO TRANSFERÊNCIA PREJUÍZO SÉRIO

LOCAL DE TRABALHO TRANSFERÊNCIA PREJUÍZO SÉRIO

20. Também tinham ocorrido outros acidentes graves nessa carreira, v.g. a morte de um funcionário da Ré que morrera afogado ao pretender embarcar. 21. As mesmas 2.ª, 3.ª e 4.ª Autoras seriam obrigados a percorrer vários milhares de quilómetros a mais em cada ano e gastariam mais tempo com as deslocações, tempo esse que a Ré remuneraria do seguinte modo: Nos termos da acta lavrada pela Ré e pela Comissão de Trabalhadores em execução do protocolo, a Ré pagaria o excesso de tempo gasto na ida e no regresso do trabalho na medida em que tal excesso ultrapassasse uma hora diária, mas dentro dos limites pecuniários, mencionados na resposta ao quesito 33.º (10 a 20 contos).
Show more

14 Read more

FATORES QUE AFETAM A TRANSFERÊNCIA DA APRENDIZAGEM PARA O LOCAL DE TRABALHO.

FATORES QUE AFETAM A TRANSFERÊNCIA DA APRENDIZAGEM PARA O LOCAL DE TRABALHO.

meiro, relativamente aos instrumentos para recolhimento de dados, a linguagem utilizada no questionário LTSI, nomeada- mente a utilização de certos termos (por exemplo, “feedback”), bem como o recurso a frases na forma negativa, pode ter criado algumas diiculdades de compreensão aos participantes. De- vem ser ainda considerados o número elevado de itens (89) e a sensação de repetição de itens, que exigem dos participantes concentração e empenho. Segundo, a amostra dos 98 partici- pantes foi obtida por conveniência, dado o interesse em abor- dar duas ações de treinamento de naturezas distintas, o que diiculta a generalização de conclusões. Além disso, seria de considerar o aumento de entrevistados com vista à obtenção de saturação de respostas. Terceiro, num eventual desenvolvimen- to deste estudo, poderia ser veriicada a existência de variações dos fatores de transferência em função da idade, nível de esco- laridade e tempo de trabalho na empresa dos participantes e comparados os resultados com os do estudo de validação do LTSI para a população portuguesa (Velada et al, 2009). Final- mente, a análise de indicadores de desempenho individuais (para os motoristas), antes e depois do treinamento, poderia contribuir para a avaliação da transferência da aprendizagem para o local de trabalho.
Show more

14 Read more

Violação dos direitos do trabalhador e suicídio no local de trabalho: acidente ou fato provocado?

Violação dos direitos do trabalhador e suicídio no local de trabalho: acidente ou fato provocado?

Este estudo é voltado ao exame da natureza do suicídio no local de trabalho. O trabalho, a que dedicamos grande parte de nossas vidas, tem um papel fundamental na formação da personalidade e na construção da identidade da pessoa. Contudo, ao mesmo tempo em que pode conduzir o indivíduo à realização pessoal e profissional, pode ser também a origem de riscos para doenças psíquicas, se exercido e organizado em detrimento da dignidade do trabalhador. A Constituição Federal preceitua o direito fundamental à dignidade da pessoa humana como um dos princípios fundamentais da República Federativa do Brasil que deve ser respeitado nas relações de trabalho, principalmente, no tocante à garantia de um meio ambiente de trabalho sadio e que garanta a integridade física e mental do trabalhador. Este estudo analisa ainda o meio ambiente do trabalho e sua agressividade, trazendo os conceitos de assédio moral e organizacional. São destacadas as consequências que podem derivar do meio ambiente agressivo, tais como estresse, ansiedade e depressão, que, em caso de alta gravidade, pode implicar o cometimento de suicídio. Da mesma forma, o entendimento jurisprudencial brasileiro quanto às relações de suicídio e trabalho, como também as tendências doutrinárias e jurisprudenciais de França, Espanha e Portugal, é utilizado para se compreender a natureza do suicídio cometido no local de trabalho. Apresentam-se casos de suicídios ocorridos no local de trabalho e examina-se sua relação com o trabalho. Com base nesses elementos de análise, conclui-se pela necessidade de uma motivação de caráter laboral que leve à caracterização do suicídio no local de trabalho como acidente de trabalho. Palavras-chave: Suicídio no local de trabalho. Assédio moral organizacional. Acidente de
Show more

47 Read more

Transferência de conhecimento da formação para o local de trabalho: um estudo de caso misto exploratório

Transferência de conhecimento da formação para o local de trabalho: um estudo de caso misto exploratório

colaboradores acreditam que a formação lhes proporciona a possibilidade de melhorarem o seu desempenho. Em termos de fatores de escalas específicas os que obtiveram pior resultado foram: resultados pessoais negativos ( =2.15; SD=.78) e resultados pessoais positivos ( =2.08; SD=.85) mostrando que os colaboradores não esperam obter consequências positivas nem consequências negativas quando aplicam ou não aplicam o que aprenderam na formação, provocando uma diminuição na transferência de conhecimento. Ainda dentro das escalas específicas os fatores que tiveram um impacto positivo na transferência de conhecimento foram a transferabilidade ( 3.65; SD=.98), oportunidade de uso ( 3.65; SD=.98) e design de transferência ( 3.58; SD=.86) mostrando que os colaboradores percecionam que a formação e o contexto de trabalho lhes permitem transferir conhecimentos. Para além destes o fator capacidade pessoal para transferir ( 3.65; SD=.63) e a motivação para transferir ( 3.62; SD=.79) indicando que os colaboradores sentem-se capazes e motivados para transferir conhecimentos da formação para o local de trabalho. O fator sanções da supervisão a nível comportamental ( =1.65; SD=.74) e cognitivo ( =2.44; SD=.70) demonstra que os colaboradores acreditam que as suas chefias não criam obstáculos ou desaprovam a aplicação de conhecimentos adquiridos na formação.
Show more

31 Read more

TRANSFERÊNCIA DE APRENDIZAGEM PARA O LOCAL DE TRABALHO UM ESTUDO REALIZADO COM JARDINEIROS DE COMPANHIAS HOTELEIRAS

TRANSFERÊNCIA DE APRENDIZAGEM PARA O LOCAL DE TRABALHO UM ESTUDO REALIZADO COM JARDINEIROS DE COMPANHIAS HOTELEIRAS

Os resultados fornecem evidência empírica em relação aos modelos teóricos (Baldwin & Ford, 1988; Holton, 1996, 2005), os quais sugerem que a Transferência da Formação é influenciada pelos factores concepção da formação (Smith, Jentsch, Salas & Brannick, 2001; Holton et al., 2000; Velada, 2007, entre outros), pelas características dos formandos (e.g., Colquitt, LePine, & Noe, 2000, entre outros) e por factores contextuais do trabalho (e.g., Holton et al, 2000; Tracey, Tannenbaum, & Kavanagh, 1995, entre outros). É, também, reforçado o papel da Auto-eficácia (Ford et al., 1997; Holladay & Quinones, 2003, entre outros) e da Motivação para Transferir (Yamnill & McLean, 2001; Holton et al, 2000, entre outros) na explicação da Transferência da Formação. Os resultados suportam o trabalho de Baldwin e Ford (1988) de que, para que a formação seja transferida para o local de trabalho, é necessário que o conteúdo formativo seja retido ao longo do tempo. Este estudo demonstrou a importância da percepção do desenvolvimento de competências como resultado da formação para que os formandos sintam vontade de aplicar no local de trabalho aquilo que aprenderam na formação e, demonstra empiricamente, a relevância de um desenho de transferência, facilitador da compreensão, de modo a, aplicar a formação, no trabalho. Este estudo partiu do pressuposto de que, para que os formandos transfiram a formação é fundamental a presença de variáveis de natureza individual, do ambiente e, da concepção da formação. Existem, no entanto, medidas de monta prática, que podem ser levadas a cabo tanto pelas empresas de Hotelaria, Turismo e Lazer que foram alvo deste estudo como pelo Centro de Formação Profissional que participou com a formação. Assim, as unidades Hoteleiras, de Turismo e Lazer devem indagar se, os funcionários que vão ser alvo de formação têm vontade e capacidade de aplicar o conteúdo
Show more

11 Read more

SUSPENSÃO PREVENTIVA DO TRABALHADOR PRÁTICA DE ACTOS DE ASSÉDIO SEXUAL NO LOCAL E TEMPO DE TRABALHO

SUSPENSÃO PREVENTIVA DO TRABALHADOR PRÁTICA DE ACTOS DE ASSÉDIO SEXUAL NO LOCAL E TEMPO DE TRABALHO

A significar que tal Presidente acolheu integralmente aquela proposta da DRH, incluindo o segmento nela contido de suspensão do trabalhador, decidindo integralmente no sentido da proposta e sujeitando a sua decisão a ulterior ratificação do Conselho de Administração Executivo da apelada. Finalmente, de fls. 81 consta a informação, cuja autenticidade não se logra fundamento para ser colocada em causa Apesar de não constar dos autos a acta dessa reunião do CDE da apelante, daí não resulta que a ratificação não possa ser dada como provada com base na mera informação constante de fls. 81 e cuja autenticidade jamais foi colocada em causa nestes autos, nem
Show more

12 Read more

por ou bilhetes;. segregação física do trabalhador no ambiente de trabalho, ou seja, casos em que o mesmo é colocado em local isolado, com

por ou bilhetes;. segregação física do trabalhador no ambiente de trabalho, ou seja, casos em que o mesmo é colocado em local isolado, com

ASSÉDIO MORAL. CONFIGURAÇÃO. O que é assédio moral no trabalho? É a exposição dos trabalhadores a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias, onde predominam condutas negativas, relações desumanas e anti-éticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigidas a um subordinado, desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a Organização. A organização e condições de trabalho, assim como as relações entre os trabalhadores, condicionam em grande parte a qualidade de vida. O que acontece dentro das empresas é fundamental para a democracia e os direitos humanos. Portanto, lutar contra o assédio moral no trabalho é contribuir com o exercício concreto e pessoal de todas as liberdades fundamentais. Uma forte estratégia do agressor na prática do assédio moral é escolher a vítima e isolá-la do grupo. Neste caso concreto, foi exatamente o que ocorreu com o autor, sendo confinado em uma sala, sem ser-lhe atribuída qualquer tarefa, por longo período, existindo grande repercussão em sua saúde, tendo em vista os danos psíquicos por que passou. Os elementos contidos nos autos conduzem, inexoravelmente, à conclusão de que se encontra caracterizado o fenômeno denominado assédio moral.
Show more

7 Read more

CONTRATO DE TRABALHO PELO TRABALHADOR

CONTRATO DE TRABALHO PELO TRABALHADOR

que atualmente esse mesmo esforço se centra na demonstração da ocorrência de danos de valor manifestamente superiores aos que resultam da aplicação do critério legal, mesmo pelo seu máximo. No mesmo sentido, PAULA QUINTAS, HÉLDER QUINTAS, “Código do Trabalho Anotado”, p. 1299, referindo que ficou assim corrigida a solução altamente injusta anteriormente consagrada, que previa a fixação da indemnização por todos os danos patrimoniais e não patrimoniais entre 15 e 45 dias de retribuição base e diuturnidades por cada ano de antiguidade. Também criticando o anterior regime, NASCIMENTO, “Da Cessação do contrato de trabalho”, pp. 259 e ss. e VIEIRA GOMES, “Direito do Trabalho”, p. 1061, dando o exemplo que contrapõe uma empregada de limpeza de uma fábrica que resolve o contrato de trabalho por ter sido vítima de assédio sexual pelo seu empregador e uma diretora geral que resolve o contrato pelo mesmo motivo, concluindo que tal levaria a uma desigualdade de tratamento, pois em ambos os casos a indemnização calculada em 45 dias de retribuição base e diuturnidades levaria a uma elevada diferença uma vez que provavelmente a retribuição base de ambas seria distinta, concluindo que a norma é infeliz e que a dignidade das pessoas não se mede pelo seu salário.
Show more

91 Read more

Saúde do trabalhador no arranjo produtivo local de confecções do Agreste de Pernambuco: o desgaste da força de trabalho como expressão da precarização do trabalho

Saúde do trabalhador no arranjo produtivo local de confecções do Agreste de Pernambuco: o desgaste da força de trabalho como expressão da precarização do trabalho

A dissertação discute a relação entre trabalho e saúde na perspectiva de analisar o desgaste da força de trabalho como expressão da precarização. A pesquisa foi realizada no Arranjo Produtivo Local de Confecções do Agreste pernambucano, especialmente nos municípios de Toritama e Santa Cruz do Capibaribe. O APL de confecções de Pernambuco é constituído por micro e pequenas indústrias, lavanderias, facções, fabricos e feiras locais que atuam desde o processo de produção à comercialização de mercadorias. O cenário na região é de intensa precarização do trabalho, marcado pela ausência ou insuficiência de serviços e equipamentos de proteção social, sobretudo os voltados à saúde do trabalhador, que avaliamos relacionar-se com a desresponsabilização do Estado frente às expressões da questão social e no atendimento das necessidades da classe trabalhadora da cadeia têxtil, além da inexistência de organização político/sindical combativa de defesa dos interesses dos trabalhadores. Nesse contexto, o trabalho formalizado vem sendo substituído pelos mais diversificados modos de informalidade, sendo marcante o discurso do empreendedorismo. Estas modalidades de trabalho vêm ampliando as formas geradoras do valor, onde se utilizam novos e velhos mecanismos de intensificação, de exploração do trabalho e expropriação dos trabalhadores. As consequências desse processo têm implicações nas condições de saúde, causando diversas doenças ocupacionais nos trabalhadores ali alocados, que são expostos a um intenso desgaste físico e mental. Constatamos que, nessa dinâmica produtiva, o trabalhador é submetido constantemente a desgastes – sob as mais variadas condições ergonômicas, ambientais e psíquicas – o ruído excessivo, a posição inadequada, iluminação insuficiente, intensificação
Show more

159 Read more

Transferência de Tecnologia: Desafios e meios de proteção do Empresário e do Trabalhador

Transferência de Tecnologia: Desafios e meios de proteção do Empresário e do Trabalhador

2 Delimitação do Tema: Transferência de Tecnologia: Desafios e meios de proteção do Empresário e do Trabalhador. 3 Problema Atualmente, vivenciamos no mundo corporativo e nas sociedades um cenário de difícil complexidade. A economia mundial, a partir do processo de globalização, passa por grandes transformações. Fenômenos econômicos e sociais são responsáveis pela reestruturação do ambiente de negócios que, impulsionados pela tecnologia da informação e pelas comunicações, é uma realidade da qual não se pode escapar.
Show more

6 Read more

A reestruturação do trabalho e a formação do trabalhador

A reestruturação do trabalho e a formação do trabalhador

havia mencionado, porém, aqui gostaria de demonstrar de uma forma mais específica. Em relação a subcontratação, esta se refere ao recurso gerencial pelo qual uma empresa contrata uma outra unidade empresarial para a execução de atividades auxiliares à produção (higiene, limpeza, vigilância, zeladoria, transporte, saúde, alimentação, xerox, entre outras) ou para a realização de tarefas relativas à atividade-fim, interna ou externamente aos limites espaciais da empresa contratante. Todavia, é comum a inexistência de contrato de trabalho formalizado neste tipo de empresa, retirando do trabalhador toda a proteção legal e previdenciária. E na concepção ampla de emprego precário assalariado encontra-se toda a relação de trabalho por tempo determinado, pois, não contém uma das notas que caracterizam a relação de emprego típico, o qual seja, o período indefinido ou indeterminado. Já o trabalho em tempo parcial pode ocorrer como trabalho normal, de escolha do trabalhador, exercido num período diário ou semanal menor do que a jornada comum consensual ou legalmente estabelecida, recaindo sobre ele os mesmos direitos aplicados ao contrato de trabalho com jornada normal, porém, os salários e demais direitos são proporcionais à jornada trabalhada, acabando com o direito constitucional que prevê férias de pelo menos 30 dias por ano trabalhado.
Show more

73 Read more

O sentido do trabalho para o adolescente trabalhador.

O sentido do trabalho para o adolescente trabalhador.

Resumo Este artigo tem como objetivo analisar o sig- nificado do trabalho para adolescentes que frequen- tam uma organização não governamental (ONG), cujo objetivo é oferecer formação técnica profissionali- zante e buscar inserção na forma de estágios remune- rados para adolescentes carentes. Para apreender o sentido do trabalho, entrevistaram-se trinta adoles- centes ligados a essa ONG que estavam trabalhando. Uma análise de conteúdo automatizada, utilizando o software Alceste®, foi aplicada na análise das entre- vistas. A análise dos dados indica três categorias de discurso, com aspectos positivos e negativos do tra- balho: carreira profissional, na qual o trabalho apa- rece como uma via para ascensão social; trabalho, lazer e família, na qual o trabalho aparece como meio de prover a si e a família; projeto pessoal, na qual o trabalho aparece associado à responsabilidade e par- ticipação social.
Show more

11 Read more

TRABALHO PRECÁRIO E FORMAÇÃO DO TRABALHADOR:

TRABALHO PRECÁRIO E FORMAÇÃO DO TRABALHADOR:

contribuição à atividade produtiva não é valorizada ele experimenta o sentimento de ser mais ou menos inútil. Podemos falar então de uma precariedade do trabalho. Mas o assalariado é igualmente precário quando seu emprego é incerto e quando ele não pode prever seu futuro profissional. É o caso dos assalariados com contratos de curta duração, mas também daquele que possui o risco permanente de ser demitido. Essa situação se caracteriza ao mesmo tempo por uma forte vulnerabilidade econômica e por uma restrição, ao menos potencial, dos direitos sociais por que estes últimos são fundados, em grande parte, sobre a estabilidade do emprego. O assalariado ocupa, de fato, uma posição inferior na hierarquia do status social definido pelo Estado providência. Podemos falar, neste caso, de uma precariedade do emprego. Estas duas dimensões da precariedade devem ser estudadas simultaneamente. Elas remetem às evoluções estruturais da organização do trabalho, mas também às transformações importantes do mercado de emprego (PAUGAM, 2000, p. 356; tradução livre).
Show more

28 Read more

TRABALHADOR DESCARTÁVEL: A “DESCORPORIFICAÇÃO” DO TRABALHO

TRABALHADOR DESCARTÁVEL: A “DESCORPORIFICAÇÃO” DO TRABALHO

Um breve estudo das formas de integração eco- nômica é um ponto pelo qual deve passar qualquer exame que pretenda verificar as condições atuais de trabalho. Karl Polanyi afirma que a organização do trabalho alterou-se com a organização do sistema de mercado e o desenvolvimento deste sistema alterou também a organização da sociedade (SANTOS, 2014). Há quatro princípios de integração econômica (POLANYI, 1980, p. 60): a) o de mercado, onde ocorre o encontro entre a oferta e a procura de bens e ser- viços tendo como fim a troca, sendo ajustadas por meio do preço, que utilizada a moeda como forma geral de equivalência; b) o de redistribuição, na qual a produção é direcionada a uma autoridade central, incumbida de armazená-la e posteriormente distribuí- -la; c) o de reciprocidade, em que uma pessoa oferece qualquer coisa a outra pessoa e esta retribui qualquer coisa à primeira e esta oferenda de “dádivas” tem um importante efeito social, pois tem por fundamento que os objetos não são dissociados de quem os ofe- rece, representando essencialmente um comporta-
Show more

12 Read more

ACIDENTES DE TRABALHO TRABALHADOR INDEPENDENTE

ACIDENTES DE TRABALHO TRABALHADOR INDEPENDENTE

8.3. Esta garantia está estritamente sujeita ao parecer da equipa médica do Serviço de Assistência. 9. R EGRESSO ANTECIPADO DA P ESSOA S EGURA 9.1. Se, no decurso de uma viagem por motivos profissionais, falecer, de forma súbita e imprevisível, em Portugal o cônjuge, ou pessoa com quem coabite em termos de permanência, um seu ascendente ou descendente até ao 1º grau, adoptados, irmãos, sogros ou cunhados da Pessoa Segura, e no caso do meio utilizado para a sua viagem ou bilhete adquirido não lhe permitir a antecipação do regresso, o Serviço de Assistência suporta as despesas com o transporte de regresso, desde o local de estadia até ao domicílio ou até ao local de inumação em Portugal.
Show more

24 Read more

medicina do trabalho à saúde do trabalhador

medicina do trabalho à saúde do trabalhador

Toda esta nova legislação tem como pilares co- muns o reconhecimento do exercício de direitos fundamentais dos trabalhadores, entre eles, o direito à informação (sobre a natureza dos ris[r]

9 Read more

Show all 10000 documents...