Top PDF Tratamentos pré-germinativos em sementes de espécies florestais da amazônia. III .Faveira-arara-tucupi (Parkia decussata Ducke) - LEGUMINOSAE.

Tratamentos pré-germinativos em sementes de espécies florestais da amazônia. III .Faveira-arara-tucupi (Parkia decussata Ducke) - LEGUMINOSAE.

Tratamentos pré-germinativos em sementes de espécies florestais da amazônia. III .Faveira-arara-tucupi (Parkia decussata Ducke) - LEGUMINOSAE.

Comparando-se os resultados de germinação na Figura 1, observa-se que,embora os tratamentos com ácido sulfúrico por 20 minutos e escarificação mostraram respectivamen- te 93¾ e 92¾ ao[r]

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Tratamentos Pré- Germinativos de Sementes de Espécies Florestais Amazônicas. II - Visgueiro (Parkia pendula Benth. Leguminosae - Mimosoideae).

Tratamentos Pré- Germinativos de Sementes de Espécies Florestais Amazônicas. II - Visgueiro (Parkia pendula Benth. Leguminosae - Mimosoideae).

Os tratam entos com ácido sul^ ur^ co zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA ( H^ so ^ ) pon. 20 a 50 m inutos e desponte daí, sem entes, no lado oposto ao da em issão[r]

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Tratamentos pré-germinativos em sementes de Schizolobium parahyba (Vell.) Blake

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Schizolobium parahyba (Vell.) Blake

Uma das espécies florestais de interesse para recuperação de áreas degradadas e que possui dormência em suas sementes é o guapuruvu (Schizolobium parahyba (Vell.) Blake), a qual é nativa pertencente à família Leguminosae-Caesalpinioideae, sendo utilizada para reflorestamento, indústria madeireira, celulose, brinquedos e acessórios de sapatarias (LORENZI, 2002). Com relação a propagação vegetativa da espécie, esta ocorre geralmente por meio de sementes, as quais apresentam impermeablilidade do tegumento à água, sendo necessário tratamento para quebra de dormência (MENDONÇA e PENHA, 2009).
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Superação da dormência em sementes de visgueiro-do-igapó (Parkia discolor).

Superação da dormência em sementes de visgueiro-do-igapó (Parkia discolor).

Para várias espécies da família das Leguminosas, especialmente aquelas que possuem sementes que apresentam dormência do tipo tegumentar (relacionada ao tegumento duro e impermeável), muitos trabalhos têm priorizado a investigação experimental de tratamentos pré-germinativos que possibilitem otimização da germinação das sementes (Souza et al., 2000). A maioria dos métodos propostos para superar a dormência dessas espécies baseia-se em técnicas que promovem danos ou rupturas na camada que reveste a semente para a absorção de água, pois, é com a embebição que se inicia o processo de germinação, onde a semente necessita alcançar um nível adequado de hidratação, permitindo a reativação dos processos metabólicos. Como existe grande variabilidade entre indivíduos e entre sementes de uma mesma árvore e, até mesmo, de um mesmo lote de semente, há necessidade de se estabelecer métodos adequados para se obter germinação uniforme em cada uma das situações (Souza e Silva, 1998).
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Germinação e vigor de sementes de Sapindus saponaria L. submetidas a tratamentos pré-germinativos, temperaturas e substratos.

Germinação e vigor de sementes de Sapindus saponaria L. submetidas a tratamentos pré-germinativos, temperaturas e substratos.

Após ter sido definido o melhor tratamento para superar a dormência das sementes testou-se a influência de temperaturas (25, 30, 35 e 20-30ºC) e substratos (areia, vermiculita e pó-de-coco) na germinação e no vigor de sementes de S. saponaria. A semeadura foi realizada a uma profundidade de 2cm em bandejas plásticas para cada substrato esterilizado em autoclave a 120ºC por duas horas e umedecidos com água destilada em quantidade equivalente a 60% da capacidade de campo. As bandejas foram mantidas em germinadores do tipo Biochemical Oxigen Demand (BOD) nas diferentes temperaturas, com fotoperíodo de 8 horas. As variáveis analisadas foram: germinação - as contagens foram realizadas aos 25 dias após semeadura, quando houve a estabilização da emergência das plântulas, cujo critério utilizado foi o de plântulas com os cotilédones acima do substrato e, os resultados foram expressos em porcentagem; primeira contagem - correspondeu ao número de plântulas emersas no 20 o dia após a semeadura,
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Coloração do fruto, tratamentos pré-germinativos e sua relação com a germinação e a qualidade de mudas de Aegiphila sellowiana Cham

Coloração do fruto, tratamentos pré-germinativos e sua relação com a germinação e a qualidade de mudas de Aegiphila sellowiana Cham

Para obtenção dos extratos utilizou-se metodologia de Coutinho Mashimoto (1971) e Jackson; Willerseem (1976), apud Borges et al. (1993). Os frutos e as sementes foram secos em estufa a 80°C por 24 horas e acondicionados em embalagens de vidro bem vedadas. Depois foram moídos separadamente em cadinho, para obtenção de macerado. Em 5g do macerado, transferido para balão de fundo chato, adicionaram-se 50 mL de etanol a 80% e aguardou-se em repouso por 5 minutos. Em seguida os balões foram levados para a fervura, em chapa aquecedora a 70°C durante 90 min. Filtrou-se o extrato obtido em papel de filtro e o filtrado foi colocado em rotaevaporador a vácuo, a 45°C para se eliminar o etanol e finalmente completou-se, com água destilada, para 10mL, o volume do extrato bruto aquoso obtido. Prepararam-se as soluções de extratos diluídos 1:10 e 1:100 e procedeu-se o bioensaio, umedecendo o papel germitest com os extratos. O papel germitest da testemunha foi umedecido com água destilada. Sementes de alface, variedade Americana Delícia, foram colocadas para germinar sobre o papel germitest em placas de Petri, que foram mantidas em BOD a 25°C e fotoperíodo de 24 horas. A germinação foi avaliada no quinto dia após a semeadura e os resultados foram expressos em porcentagem de germinação.
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Substratos alternativos e tratamentos pré-germinativos na germinação in vitro de sementes de Pinus taeda L..

Substratos alternativos e tratamentos pré-germinativos na germinação in vitro de sementes de Pinus taeda L..

No teste de germinação e desinfestação asséptica, a maior média de plântulas (3,33%) pode ser considerada muito baixa. A germinação pode ter sido afetada por fatores como toxidez causada por ágar, NaOCl, etanol ou baixa disponibilidade de água no meio. Caldas et al. (1998) mencionaram que o ágar está entre os agentes que podem apresentar toxicidade em algumas espécies vegetais, especialmente quando possui baixo grau de pureza. Já Nogueira et al. (2004) relataram a interferência no processo de embebição necessário à germinação das sementes de Byrsonima intermedia causado pela presença de sais, carboidratos e geleificantes, alterando o potencial osmótico dos meios de cultura. Determinadas concentrações de NaOCl também podem afetar a germinação, como observado por Zayat e Ranal (1997) em sementes de Erechtites valerianaefolia, as quais, após a assepsia com NaOCl, tiveram seu potencial germinativo reduzido em 24% e aumento de 2,95 dias em seu tempo de germinação.
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CARACTERÍSTICAS DA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE 64 ESPÉCIES DE LEGUMINOSAS FLORESTAIS NATIVAS DA AMAZÔNIA, EM CONDIÇÕES DE VIVEIRO.

CARACTERÍSTICAS DA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE 64 ESPÉCIES DE LEGUMINOSAS FLORESTAIS NATIVAS DA AMAZÔNIA, EM CONDIÇÕES DE VIVEIRO.

Nas 64 espécies abrangidas por este estudo, que representam cerca de 5% das 1221 espécies de leguminosas nativas da Amazônia, encontrou-se ampla variação de tamanho de sementes, porc[r]

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TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Didymopanax morototoni (Aubl.) Dcne. et Planch

TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Didymopanax morototoni (Aubl.) Dcne. et Planch

A principal dificuldade com essa espécie está na produção de mudas, pois suas sementes possuem um tegumento bastante resistente ao atrito, e talvez imperme áveis a água e/ou ao oxigênio. Em algumas espécies, na fase de maturação, as sementes são revestidas com suberina ou substancias lipídios, depositadas nas superfícies das sementes, tornando-as impermeáveis (Labouriau, 1983). Há vários tratamentos pré- -germinativos que poderão ser usados para vencer esta barreira natural, como escarifica ção química e mecânica, utilizados com sucesso para Mimosa bimucromata (Ferreira, 1976), Leucaena leucocephala (Àquila e Fett-neto, 1988), em Guazuma ulmifolia (Barroso et al., 1993), Acacia caven (Franco e Feltrin, 1994), adição de ácido giberélico em Trema micrantha (Davide et al., 1993), imersão em água quente Schizolobium parayba (Bianchetti e Ramos, 1981) entre outros. O conhecimento desse mecanismo é imprescindível para o estabelecimento de qualquer cultivo de esp écies nativas.
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Germinação e vigor de sementes de melancia com diferentes ploidias submetidas a tratamentos pré-germinativos.

Germinação e vigor de sementes de melancia com diferentes ploidias submetidas a tratamentos pré-germinativos.

RESUMO - Sementes triplóides e tetraplóides de melancia apresentam problemas de germinação, havendo a necessidade do emprego de tratamentos visando minimizar este problema. Técnicas para melhorar a germinação são importantes para aumentar o potencial de desempenho das sementes e, por conseguinte, a uniformidade das plantas em condições de campo. O presente trabalho teve como objetivo verificar o efeito de tratamentos pré-germinativos em sementes diplóides, triplóides e tetraplóides de melancia. As sementes foram submetidas à maceração; escarificação mecânica + ácido giberélico (GA 3 ); escarificação; ácido giberélico (GA 3 ). Após a aplicação dos tratamentos, as sementes foram colocadas para germinar em rolos de papel germitest embebido com água destilada na proporção de 2,5 vezes seu peso e mantidas em germinador à temperatura de 25°C. Foram realizadas avaliações de porcentagem de germinação e crescimento de plântulas aos 5 e 12 dias. A avaliação da emergência de plântulas foi realizada no interior de uma casa-de-vegetação coberta com sombrite 50%, em bandejas plásticas com solo. Foram realizadas contagens diárias do número de plântulas emergidas até a estabilização da emergência das mesmas, considerando-se emergidas aquelas que apresentavam os cotilédones expostos. Foram determinadas as porcentagens de emergência e o índice de velocidade de emergência de plântulas. Apesar dos tratamentos pré- germinativos empregados nos três tipos de sementes não serem eficientes no aumento da germinação e emergência de plântulas de melancia, observou-se que o GA 3 e a escarificação, empregados separadamente e em associação, promoveram maior crescimento de plântulas oriundas de sementes diplóides e tetraplóides e que a maceração também contribuiu para maior crescimento de plântulas tetraplóides.
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VALIDAÇÃO DE MÉTODOS PARA TESTE DE GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE ESPÉCIES FLORESTAIS COM MADEIRA EXPORTADA

VALIDAÇÃO DE MÉTODOS PARA TESTE DE GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE ESPÉCIES FLORESTAIS COM MADEIRA EXPORTADA

Os fatores ambientais, como temperatura e substrato, influenciam a germinação de sementes de uma espécie florestal e podem ser manipulados de forma a proporcionar maior porcentagem, velocidade e uniformidade de germinação (PACHECO et al., 2006). Entre esses fatores, a umidade é o mais importante, pois por meio da embebição de água, as sementes iniciam a germinação (AZEREDO et al., 2010). Durante esse processo, a absorção de água tem como principais funções promover o amolecimento do tegumento da semente, aumentar do embrião e os tecidos de reserva, favorecendo a ruptura do tegumento, a difusão gasosa e a emergência da raiz primária. A água é importante ainda para a diluição do protoplasma, permitindo a difusão de hormônios e, consequentemente, a ativação de sistemas enzimáticos. Com isso, desenvolvem-se a digestão, a translocação e a assimilação das reservas, que resultam no crescimento do embrião (RAMOS; VARELA e MELO, 2006).
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Desempenho de sementes de sapoti (Achras sapota L.) submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos.

Desempenho de sementes de sapoti (Achras sapota L.) submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos.

RESUMO - O sapotizeiro (Achras sapota L.) é cultivado principalmente para a produção de frutos, encontrando-se entre os mais apreciados pela população das áreas onde cresce. Sua propagação pode dar-se através de enxertia ou diretamente por sementes, dando origem aos chamados pés-francos. Considerando o fato de que muitas das espécies florestais e frutíferas apresentam o fenômeno de dormência, e diante da necessidade de se intensificar estudos que melhor expliquem tal processo, o objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência de diferentes tratamentos pré-germinativos em sementes de sapoti, visando a acelerar e uniformizar a germinação de suas sementes. O ensaio foi conduzido em casa de vegetação do Departamento de Fitotecnia, CCA/UFPB, Areia-PB, sendo utilizados os seguintes tratamentos: imersão em água a 60°C por 1, 2 e 3 minutos; corte lateral (ao embrião) com e sem embebição em água por 24 horas; corte distal (ao embrião) com e sem embebição em água por 24 horas; corte lateral+distal (ao embrião) com e sem embebição em água por 24 horas e a testemunha (ausência de tratamento). Efetuados os tratamentos, foi realizada a semeadura em bandejas contendo areia lavada e autoclavada, utilizando-se de quatro repetições de 25 sementes. As características avaliadas foram: percentagem e índice de velocidade de emergência, comprimento de raiz e de hipocótilo e peso de matéria seca de planta. O delineamento experimental foi o Inteiramente Casualizado, e os contrastes entre as médias foram realizados através do teste de Duncan, ao nível de 5% de probabilidade. As sementes de sapoti exibiram maior emergência (81%) e índice de velocidade de emergência (0,58) quando submetidas ao corte lateral, sem embebição. O corte das sementes seguido de embebição por 24 horas não foi eficiente para acelerar a emergência e o índice de velocidade de emergência de plântulas de sapoti. A imersão em água a 60°C, independentemente do tempo utilizado, não deve ser recomendada como tratamento pré-germinativo para sementes de sapoti.
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EMERGÊNCIA E ESTABELECIMENTO DE PLÂNTULAS DE Guazuma ulmifolia LAM. EM FUNÇÃO DE DIFERENTES TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS.

EMERGÊNCIA E ESTABELECIMENTO DE PLÂNTULAS DE Guazuma ulmifolia LAM. EM FUNÇÃO DE DIFERENTES TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS.

Após a germinação, o estágio de plântula também sofre influência dos fatores ambientais. A disponibilidade de nutrientes, oxigênio, água, luz e temperatura, e também variáveis edáficas (características físicas e químicas e umidade do solo), assim, como as condições fisiológicas das sementes (qualidade e vigor) (ESCUDERO et al., 2000) determinam o crescimento diferencial de plântulas. A forma como uma espécie responde a esses fatores define o sucesso no estabelecimento de suas plântulas, que as tornam capazes de se desenvolver e atingir os próximos estádios do ciclo de vida (MELO et al., 2004). Por exemplo, o estabelecimento de uma espécie pode estar relacionado com a capacidade de suas sementes germinarem rápida e uniformemente, a fim de vencer a concorrência com outras espécies presentes no local (BORGES e RENA, 1993). Segundo Yap e Wong (1983), métodos de superação de dormência com altas temperaturas promovem fissuras no tegumento das sementes, facilitando a absorção de água e gases, desencadeando o processo germinativo e, consequentemente, o estabelecimento das plântulas. Do mesmo modo, a escarificação mecânica tem sido considerada um dos métodos mais eficientes no caso da impermeabilidade do tegumento à água (ALVES et al., 2000; OLIVEIRA et al., 2008).
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Alterações fisiológicas e bioquímicas de sementes de Melanoxylon brauna envelhecidas natural e artificialmente

Alterações fisiológicas e bioquímicas de sementes de Melanoxylon brauna envelhecidas natural e artificialmente

Estas informações, além de relevantes para a pesquisa básica, são essenciais para melhor entendimento dos processos ecológicos de estabelecimento de plantas, sucessão e regeneração dentro das comunidades e constituem ferramenta básica na conservação nos bancos de germoplasma, seja para cultivos comerciais, ou para reflorestamento e preservação da espécie. Braúna preta (Melanoxylon brauna - Leguminosae-Caesalpinoideae) é árvore nativa muito conhecida pela qualidade e durabilidade de sua madeira. Sua ocorrência está descrita para a floresta atlântica, desde o sul da Bahia até São Paulo, Minas Gerais (LORENZI, 1992), Goiás, Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Maranhão e Piauí (IBAMA, 2008). Entretanto, devido à exploração excessiva e falta de replantios, a espécie está classificada como vulnerável, conforme a “lista oficial de flora ameaçada de extinção” (IBAMA, 2008).
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Anatomia do lenho de seis espécies de Ormosia (Leguminosae) da Amazônia

Anatomia do lenho de seis espécies de Ormosia (Leguminosae) da Amazônia

trastado, perfeitamente visível a olho nu, do tipo paratraqueal, em faixas concêntricas la:·- gas, predominantes, onduladas, irregulares, às vezes interrompidas; algum[r]

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Germinação de sementes de Platypodium elegans Vog. submetidas a diferentes tratamentos prégerminativos e substratos.

Germinação de sementes de Platypodium elegans Vog. submetidas a diferentes tratamentos prégerminativos e substratos.

Nas Figuras 2A e 2B se encontram as comparações entre as médias da primeira contagem e do índice de velocidade de germinação das sementes submetidas a diferentes subs- tratos e tratamentos pré-germinativos; apenas os tratamen- tos pré-germinativos afetaram significativamente essas carac- terísticas avaliadas, sendo que os maiores valores da primeira contagem e do índice de velocidade da germinação ocorre- ram nos tratamentos com cortes longitudinais no núcleo se- minífero, independentemente da embebição em água, com- provando que o tegumento da semente não apresenta impermeabilidade à água; em contrapartida, os menores re- sultados foram proporcionados pelo tratamento com ácido clorídrico durante três minutos e não diferiram estatistica- mente do controle. Possivelmente se deva a redução na ve- locidade da germinação ao tempo inadequado de imersão no ácido clorídrico (Figura 2B).
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Armazenamento e tratamento pré-germinativos em sementes de jacarandá (Jacaranda cuspidifolia Mart.).

Armazenamento e tratamento pré-germinativos em sementes de jacarandá (Jacaranda cuspidifolia Mart.).

O uso de reguladores de crescimento que estimulem a germinação de sementes de algumas espécies vegetais nativas é importante, e nesse contexto o emprego da giberelina tem sido fundamental, pois está relacionado com a síntese de enzimas hidrolíticas que degradam reservas como amido e proteínas, que são usadas no desenvolvimento do embrião e também no alongamento da radícula. O baixo índice de germinação e heterogeneidade das plântulas emergidas pode ser resultado do balanço entre promotores e inibidores de crescimento. Assim, pode ser empregado o ácido giberélico na promoção da germinação, pois este, dentre outros fatores, promove aumento do alongamento celular (TAIZ e ZEIGER, 1991; SALISBURY e ROSS, 1992). Pesquisas comprovam que o uso do ácido giberélico em sementes de diversas espécies arbóreas estimula a germinação, assim como vários outros grupos de giberelinas e citocininas têm apresentado resultados satisfatórios (CASTRO et al., 1999; JELLER e PEREZ, 1999; FERREIRA et al., 2001).
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Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Dimorphandra mollis Benth. - faveira (Leguminosae-Caesalpinioideae).

Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Dimorphandra mollis Benth. - faveira (Leguminosae-Caesalpinioideae).

RESUMO - (Morfologia de frutos, sementes, plântulas e plantas jovens de Dimorphandra mollis Benth. - faveira (Leguminosae Caesalpinioideae)). Foram estudados os aspectos morfológicos externos e internos do fruto e da semente, além de aspectos externos do processo germinativo e das fases de plântula e planta jovem de Dimorphandra mollis Benth. O trabalho foi realizado em laboratório e casa de vegetação, sendo observado que os frutos são indeiscentes, as sementes são albuminosas, a germinação é epígea fanerocotiledonar e, na fase de planta jovem, ocorre um espessamento das raízes primária e secundárias. Os resultados apresentados podem ser úteis em estudos taxonômicos, em trabalhos de laboratório e viveiro, bem como para estudos de regeneração natural.
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TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Hibiscus sabdariffa L. (Malvales - Malvaceae)

TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Hibiscus sabdariffa L. (Malvales - Malvaceae)

Emergência de plântulas: realizado sob condições ambientais de casa de vegetação e a semeadura foi a uma profundidade de dois centímetros em bandejas plásticas, contendo como substrato areia lavada e esterilizada, umedecida com quantidade de água equivalente a 60% da capacidade de retenção, cuja umidade foi mantida por meio de regas diárias (BRASIL, 2009). Foram utilizadas quatro repetições de 50 sementes por tratamento e os resultados expressos em porcentagem de plântulas normais emergidas, que apresentaram alça cotiledonar visível, até a estabilização do estande, aos quatorze dias.
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