Top PDF Tratamentos Pré- Germinativos de Sementes de Espécies Florestais Amazônicas. II - Visgueiro (Parkia pendula Benth. Leguminosae - Mimosoideae).

Tratamentos Pré- Germinativos de Sementes de Espécies Florestais Amazônicas. II - Visgueiro (Parkia pendula Benth. Leguminosae - Mimosoideae).

Tratamentos Pré- Germinativos de Sementes de Espécies Florestais Amazônicas. II - Visgueiro (Parkia pendula Benth. Leguminosae - Mimosoideae).

Os tratam entos com ácido sul^ ur^ co zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA ( H^ so ^ ) pon. 20 a 50 m inutos e desponte daí, sem entes, no lado oposto ao da em issão[r]

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Superação da dormência em sementes de visgueiro-do-igapó (Parkia discolor).

Superação da dormência em sementes de visgueiro-do-igapó (Parkia discolor).

Os trabalhos de germinação com sementes das espécies do gênero Parkia destacam a impermeabilidade do tegumento como causa da dormência e apontam varias sugestões de tratamentos pré-germinativos (Moreira e Moreira, 1996; Cruz et al., 2001a; Ramos e Varela, 2003). Alguns ressaltam como métodos de superação da dormência a escarificação química, ou mecânica (com desponte e lixamento), a estratificação, o choque de temperatura e a queima do tegumento com pirógrafo (Souza e Silva, 1998; CATIE, 1999; Souza et al., 2000; Cruz et al., 2001b; Smiderle e Sousa, 2003). Todos esses tratamentos apresentam vantagens e desvantagens, de modo que, cada um deles deve ser estudado, levando-se em conta, também, a sua praticidade de execução. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da aplicação de diferentes tratamentos pré-germinativos de escarificação mecânica e de
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Germinação de sementes de Platypodium elegans Vog. submetidas a diferentes tratamentos prégerminativos e substratos.

Germinação de sementes de Platypodium elegans Vog. submetidas a diferentes tratamentos prégerminativos e substratos.

Muitas espécies florestais desenvolveram, ao longo do tem- po, estratégias naturais de sobrevivência. As sementes podem permanecer no solo durante longos períodos e apresentar ger- minação baixa e irregular, mesmo estando viáveis e expostas às condições ambientais favoráveis, como forma de garantir que a futura plântula conseguirá se estabelecer na comunidade (Mur- doch & Ellis, 2000; Carvalho & Nakagawa, 2000). Alguns autores, como Crepaldi et al. (1998), Araújo Neto & Aguiar (2000), Bruno et al. (2001), Pacheco (2002), Franco & Ferrei- ra (2002), Matos et al. (2003, 2004) e Santos et al. (2004), têm dado ênfase a trabalhos sobre tratamentos pré-germinativos a fim de otimizar a porcentagem, a velocidade e a uniformidade da germinação de sementes de espécies nativas.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de duas espécies do gênero Poincianella.

Tratamentos pré-germinativos em sementes de duas espécies do gênero Poincianella.

sementes, também destacaram-se como os tratamentos mais promissores ao acúmulo de massa seca das plântulas de jucá (Caesalpinia ferrea Mart. ex Tul. var. ferrea). Segundo o mesmo autor uma das dificuldades na realização do teste de germinação e produção de mudas de espécies florestais da família Fabaceae decorre do controle da entrada de água, desempenhado pelo tegumento, que é recoberto ou constituído, de substâncias que promovem uma barreira, o que constitui um empecilho à germinação. Portanto, a partir dos parâmetros avaliados observa-se que o tegumento das sementes de P. bracteosa e P. pyramidalis não se constitui em impedimento ao processo germinativo.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de Schizolobium parahyba (Vell.) Blake

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Schizolobium parahyba (Vell.) Blake

Devido a importância do reflorestamento cresce também a necessidade de melhorar o potencial de produção de espécies nativas de boa qualidade para suprir as demandas desse setor. Dessa forma é essencial que se desenvolvam pesquisas que aumentem a multiplicação de espécies florestais e amenizem os custos com a produção (MOREIRA et al., 2015). Porém há pouca pesquisa sobre a produção de mudas de S. parahyba com fins comerciais, por isso há necessidade de aumentar a pesquisa voltada ao manejo e germinação desta espécie, pois a qualidade das mudas é essencial para obter sucesso na implantação de uma floresta comercial (GARCIA e SOUZA, 2015).
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de espécies florestais da amazônia. III .Faveira-arara-tucupi (Parkia decussata Ducke) - LEGUMINOSAE.

Tratamentos pré-germinativos em sementes de espécies florestais da amazônia. III .Faveira-arara-tucupi (Parkia decussata Ducke) - LEGUMINOSAE.

Comparando-se os resultados de germinação na Figura 1, observa-se que,embora os tratamentos com ácido sulfúrico por 20 minutos e escarificação mostraram respectivamen- te 93¾ e 92¾ ao[r]

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Substratos alternativos e tratamentos pré-germinativos na germinação in vitro de sementes de Pinus taeda L..

Substratos alternativos e tratamentos pré-germinativos na germinação in vitro de sementes de Pinus taeda L..

As maiores unidades produtoras de madeira serrada do país se encontram nas Regiões Sul e Sudeste, e entre as espécies madeireiras que se destacam estão aquelas pertencentes ao gênero Pinus. Essas unidades utilizam madeira do gênero em questão como matéria-prima, porém, o baixo grau tecnológico e a mão de obra pouco qualificada tornam a atividade com baixa competitividade (ABIMCI, 2001). Além disso, Pinus taeda L. é de muita importância em programas de florestamento, reflorestamento e demais atividades ligadas ao setor madeireiro. Essa preferência pela espécie se deve, principalmente, ao fato de possuir crescimento rápido, atingindo grandes incrementos anuais em altura (SELLE et al., 1994). P. taeda costuma ser propagado por meio de sementes, já que estas são produzidas em grande escala. Sua madeira é usada para fabricação de barcos, postes e dormentes, na construção civil, serraria, laminação, produção de papel, entre outras. No Sul do Brasil, costuma ser cultivada nas regiões mais altas do planalto catarinense e na serra gaúcha (LORENZI et al., 2004), e, em algumas regiões, os plantios de Pinus permanecem como um dos poucos recursos financeiros viáveis para a população (BACKES e IRGANG, 2004). Segundo o Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (IPEF, 2002) existe, no setor florestal, a necessidade do desenvolvimento de técnicas ligadas à produção de clones melhorados para disponibilização no mercado. Atualmente, as sementes coletadas passam por rigoroso controle de qualidade, que se inicia na escolha das árvores que servirão como matrizes na coleta de sementes. Testes de geminação e de sanidade são necessários para garantir a qualidade deste tipo de propágulo (FERRARI, 2003).
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VALIDAÇÃO DE MÉTODOS PARA TESTE DE GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE ESPÉCIES FLORESTAIS COM MADEIRA EXPORTADA

VALIDAÇÃO DE MÉTODOS PARA TESTE DE GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE ESPÉCIES FLORESTAIS COM MADEIRA EXPORTADA

As amostras foram formadas segundo a procedência, ano, aspecto visual quanto aos atributos físicos. Após a formação das amostras, ampla revisão bibliográfica sobre o processo de germinação das sementes para cada espécie foi feita e com base nos tratamentos pré- germinativos, substrato, temperatura, luz, umidade, os pré-testes de germinação foram executados. Os pré-testes foram conduzidos para atender aspectos tecnológicos previstos nas Regras para Análise de Sementes (Brasil, 2009) e, portanto, a germinação foi determinada em função dos percentuais de plântulas normais, anormais danificadas, infeccionada e deformadas, além de sementes mortas, duras e dormentes.
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TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Didymopanax morototoni (Aubl.) Dcne. et Planch

TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Didymopanax morototoni (Aubl.) Dcne. et Planch

nenhum dos tratamentos. Esses resultados diferem com a indicação de Lorenzi (1998) de, no mínimo, 60 a 100 dias para a germinação. Algumas sementes de espécies florestais necessitam de até cinco meses para sair do repouso e entrar em atividade metab ólica, quando os tecidos embrionários alcançam a maturação embriológica. Mas, relatos de vários autores relacionados por Carvalho (1994) indicam que a semente de caixeta mantém a viabilidade por três meses em ambiente com temperatura e umidade vari ável; mas, quando armazenadas em câmara seca, permanecem viáveis por onze meses, com índices de 48% de germinação. Nos testes realizados neste estudo, não ocorreu a germinação nas testemunhas, apesar da permanência das sementes em observação por período de até quatro meses. Os resultados obtidos indicam que quanto ao processo germinativo, as sementes, provavelmente, sejam indiferentes à luz.
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Desempenho de sementes de sapoti (Achras sapota L.) submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos.

Desempenho de sementes de sapoti (Achras sapota L.) submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos.

RESUMO - O sapotizeiro (Achras sapota L.) é cultivado principalmente para a produção de frutos, encontrando-se entre os mais apreciados pela população das áreas onde cresce. Sua propagação pode dar-se através de enxertia ou diretamente por sementes, dando origem aos chamados pés-francos. Considerando o fato de que muitas das espécies florestais e frutíferas apresentam o fenômeno de dormência, e diante da necessidade de se intensificar estudos que melhor expliquem tal processo, o objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência de diferentes tratamentos pré-germinativos em sementes de sapoti, visando a acelerar e uniformizar a germinação de suas sementes. O ensaio foi conduzido em casa de vegetação do Departamento de Fitotecnia, CCA/UFPB, Areia-PB, sendo utilizados os seguintes tratamentos: imersão em água a 60°C por 1, 2 e 3 minutos; corte lateral (ao embrião) com e sem embebição em água por 24 horas; corte distal (ao embrião) com e sem embebição em água por 24 horas; corte lateral+distal (ao embrião) com e sem embebição em água por 24 horas e a testemunha (ausência de tratamento). Efetuados os tratamentos, foi realizada a semeadura em bandejas contendo areia lavada e autoclavada, utilizando-se de quatro repetições de 25 sementes. As características avaliadas foram: percentagem e índice de velocidade de emergência, comprimento de raiz e de hipocótilo e peso de matéria seca de planta. O delineamento experimental foi o Inteiramente Casualizado, e os contrastes entre as médias foram realizados através do teste de Duncan, ao nível de 5% de probabilidade. As sementes de sapoti exibiram maior emergência (81%) e índice de velocidade de emergência (0,58) quando submetidas ao corte lateral, sem embebição. O corte das sementes seguido de embebição por 24 horas não foi eficiente para acelerar a emergência e o índice de velocidade de emergência de plântulas de sapoti. A imersão em água a 60°C, independentemente do tempo utilizado, não deve ser recomendada como tratamento pré-germinativo para sementes de sapoti.
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A Produção de Sementes Registradas

A Produção de Sementes Registradas

– Bom, Noelma, ainda está faltando a última questão. Aquela história que o pessoal fica dizendo, que pra produzir semente registrada, tudo certinho, dentro da lei, a gente não pode fazer o manejo ecológico. Tem que usar o solo nu, não pode fazer consórcios, tem que botar adubo químico... essas coisas. Isso o pessoal aqui não quer fazer de jeito nenhum! Mas por outro lado a gente quer vender sementes. Como é que fica, então?

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Germinação e vigor de sementes de Sapindus saponaria L. submetidas a tratamentos pré-germinativos, temperaturas e substratos.

Germinação e vigor de sementes de Sapindus saponaria L. submetidas a tratamentos pré-germinativos, temperaturas e substratos.

Em relação ao índice de velocidade de emergência (Figura 1C) observou-se desempenho similar àquele da emergência (Figura 1A), com maior valor quando as sementes foram submetidas ao período máximo de imersão estudado, de forma que se demonstrou satisfatório em predizer o vigor das sementes quando submetidas a um maior tempo de imersão em ácido. Resultados semelhantes para este teste foram obtidos com o mesmo tempo de imersão (60 minutos) para as sementes de Acacia mangium Willd. (RODRIGUES et al., 2008), uma vez que houve antecipação do processo germinativo, culminando com a emergência das plântulas. O modelo linear foi o que melhor se ajustou aos resultados do teste de comprimento (Figura 1D) e
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REFERENCIAL SEMÂNTICO NO SUPORTE DA IDENTIFICAÇÃO BOTÂNICA DE ESPÉCIES AMAZÔNICAS MÁRCIO JOSÉ MOUTINHO DA PONTE

REFERENCIAL SEMÂNTICO NO SUPORTE DA IDENTIFICAÇÃO BOTÂNICA DE ESPÉCIES AMAZÔNICAS MÁRCIO JOSÉ MOUTINHO DA PONTE

Quanto à seleção de espécies, realizou-se levantamento da volumetria das madeiras comercializadas no estado do Pará entre 2007 – 2015 (SISFLORA/PA, 2016). Posteriormente, com o auxílio de especialista em identificação de madeiras amazônicas, associado com a disponibilidade in loco de material, vinte amostras de cada espécie selecionada, a citar Bagassa guianensis (tatajuba), Carapa guianensis (andiroba), Cedrelinga cateniformis (cedrorana), Dipteryx ferrea (cumaru), Goupia glabra (cupiúba), Handroanthus sp. (Ipê), Hymenolobium petraeum (angelim), Manilkara spp. (massaranduba), Peltogeny spp. (Pau- roxo), Vataieropsis sp. (fava) foram coletadas em diferentes serrarias de Rurópolis, Estado do Pará – Brasil. As amostras foram desdobradas em corpos de prova de 2,5 x 2,5 x 5 cm de espessura, largura e comprimento, respectivamente. Ressalta-se que as amostras foram, posteriormente, devidamente identificadas por especialistas em xiloteca.
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TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES FLORESTAIS DA AMAZÔNIA: VI - MUIRAJUBA Apuleia leiocarpa (VOG.) MACBRIDE VAR. molaris SPR. ex BENTH. (LEGUMINOSAE).

TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES FLORESTAIS DA AMAZÔNIA: VI - MUIRAJUBA Apuleia leiocarpa (VOG.) MACBRIDE VAR. molaris SPR. ex BENTH. (LEGUMINOSAE).

com 12 tratamentos pré-germinativos: testemunha (sem tratamento); imersão em ácido sullürico concentrado (96%) por diferentes períodos (5, 10, 15, 20 e 30 minutos), imersão em água quen[r]

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Comportamento de espécies florestais amazônicas quanto à luminosidade

Comportamento de espécies florestais amazônicas quanto à luminosidade

com maiores alturas e diâmetros em plena !lbertura, foram Goupia glabra, Cedrelinga catenaefor- mis, Bagassa guianensls, Carapa guianensis, Jacaranda paraensis, Dipter[r]

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Interpretação fenológica de espécies lenhosas de Campina na Reserva Biológica de Campina do INPA ao Norte de Manaus.

Interpretação fenológica de espécies lenhosas de Campina na Reserva Biológica de Campina do INPA ao Norte de Manaus.

Fenologia de espécies flores- tais em floresta tropical úmida de terra firme na Amazônia Central. Fenologia de essências florestais amazônicas[r]

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Coloração do fruto, tratamentos pré-germinativos e sua relação com a germinação e a qualidade de mudas de Aegiphila sellowiana Cham

Coloração do fruto, tratamentos pré-germinativos e sua relação com a germinação e a qualidade de mudas de Aegiphila sellowiana Cham

Os resultados do experimento de viveiro de 2012, utilizando frutos de A. sellowiana como sementes, possibilitaram no máximo 42,3% de emergência nos frutos vermelhos e escarificados, no substrato esterco curtido de bovino (Tabela 07), enquanto no experimento de 2013, usando as sementes, chegou a 54,0% nesse mesmo substrato. Porém quando se observa a emergência no experimento de 2013, considerando o tratamento em que ela foi mais efetiva, constata-se 76,6% de emergência (Tabela 18). Isso justifica a retirada do pericarpo para a formação de mudas nessa espécie a partir das sementes e não dos próprios frutos. Além disso, a partir dos resultados experimento 5/2013 (bioensaio), pode-se supor que a retirada da polpa dos frutos elimina parte dos inibidores do fruto, favorecendo uma melhor relação entre promotores e inibidores, favorecendo uma maior germinação nas sementes dessa espécie, quando as mudas são formadas a partir das sementes.
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Alterações fisiológicas e bioquímicas de sementes de Melanoxylon brauna envelhecidas natural e artificialmente

Alterações fisiológicas e bioquímicas de sementes de Melanoxylon brauna envelhecidas natural e artificialmente

Senaratna et al. (1986) afirmaram que a SOD é o mais notável exemplo de neutralizador de radicais livres, pois é efetiva ao menor sinal de dano. Entretanto, a atividade da SOD observada nos cotilédones de M. brauna, atuando isoladamente, é, possivelmente, pouco funcional na proteção da semente, pois não encontra sincronia nas atividades da CAT e POX, que teriam papel importante no processo de remoção dessas EROs uma vez que houve redução na atividade de ambas as enzimas no eixo embrionário e nos cotilédones durante o período (Figura 2c e 2e). Elas tiveram atividades estatisticamente mais pronunciadas no eixo embrionário em relação aos cotilédones nas sementes recém colhidas indicando haver, inicialmente, maior proteção nesses tecidos. As atividades da CAT e da POX no eixo embrionário e cotilédones apresentaram o mesmo comportamento quando envelhecidas natural ou artificialmente (Figuras 2d e 2f).
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GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE Vochysia divergens APÓS ARMAZENAMENTO EM TRÊS AMBIENTES

GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE Vochysia divergens APÓS ARMAZENAMENTO EM TRÊS AMBIENTES

A queda no teor de água em sementes é encontrada em diferentes espécies, que podem apresentar variações em seu comportamento. Andrade, Schorn e Nogueira (2005), trabalhando com sementes de Archontophoenix alexandrae Wendl. e Drude, encontraram valores iniciais de 46,5%, decaindo gradualmente até 16,68% após 151 horas de secagem em ambiente natural. Já as sementes de Tabebuia serratifolia (Vahl.) Nich. (SOUZA; BRUNO; ANDRADE, 2005) não apresentaram queda na umidade até 150 dias de armazenamento em laboratório ou em refrigerador, enquanto sementes de Caesalpinia peltophoroides Benth. apresentaram redução quando armazenada a 20°C e, aumento quando armazenada a 5°C. Também Oliveira, Alves e Gadum (2009), com sementes de Cordia glabrata (Mart. ) D.C. indicaram perda gradual de água nas sementes armazenadas em condições de laboratório por um período de 120 dias.
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