Top PDF Tratamentos pré-germinativos em sementes de Faveira-orelha-de-macaco (Enterolobium schomburgkii Benth).

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Faveira-orelha-de-macaco (Enterolobium schomburgkii Benth).

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Faveira-orelha-de-macaco (Enterolobium schomburgkii Benth).

Germinação de sementes de Faveira-orelha-de-macaco(Enterolobium schomburgkii) após diferentes tratamentos pré-germinativos. Os melhores tratamentos para superar a dormência das sementes[r]

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Germinação de sementes de palmeira-ráfia: efeito de tratamentos pré-germinativos.

Germinação de sementes de palmeira-ráfia: efeito de tratamentos pré-germinativos.

Os resultados variaram de 45% a 54% nas porcentagens de emergência, não havendo diferença entre os tratamentos com os reguladores vegetais, embora tenha sido observado, por vários autores como Nagao e Sakai (1979), Nagao et al. (1980), Frazão e Pinheiro (1981) e Frazão et al. (1981), o incremento da germinação com a aplicação de giberelinas em sementes de palmeiras. Scalon et al. (2006a) relataram que não houve efeito da aplicação de giberelina em tratamento pré-germinativo de sementes de jacarandá. Segundo esses autores, as sementes provavelmente possuíam teores endógenos de giberelinas suficientes para a germinação, e a suplementação exógena pode ter causado efeito inibidor. Resultados semelhantes foram observados por Scalon et al. (2006b), estudando a germinação e crescimento inicial da muda de orelha-de-macaco (Enterolobium contortisiliqunn (Vell.) Morong).
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Tratamentos pré-germinativos e temperaturas para a germinação de sementes de Apeiba tibourbou Aubl..

Tratamentos pré-germinativos e temperaturas para a germinação de sementes de Apeiba tibourbou Aubl..

Apeiba tibourbou Aubl., conhecida popularmente como pau-de-jangada, pente-de-macaco, embira-branca ou jangadeira, é uma espécie arbórea pertencente à família Tiliaceae, que ocorre desde o Norte do Brasil até Minas Gerais e São Paulo. Sua madeira, devido à baixa densidade é empregada na fabricação de pequenas embarcações; suas folhas e frutos decorativos potencializam o uso dessa árvore no paisagismo, podendo também ser usada na recuperação de áreas degradadas, por ser uma planta pioneira e de rápido crescimento (Lorenzi, 2002). Além disso, a casca serve de matéria-prima para a confecção de cordas.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de espécies florestais da amazônia. III .Faveira-arara-tucupi (Parkia decussata Ducke) - LEGUMINOSAE.

Tratamentos pré-germinativos em sementes de espécies florestais da amazônia. III .Faveira-arara-tucupi (Parkia decussata Ducke) - LEGUMINOSAE.

Comparando-se os resultados de germinação na Figura 1, observa-se que,embora os tratamentos com ácido sulfúrico por 20 minutos e escarificação mostraram respectivamen- te 93¾ e 92¾ ao[r]

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A Produção de Sementes Registradas

A Produção de Sementes Registradas

– Então, esse feijão miudinho pertence a essa empresa. E como a nossa coo- perativa só compra pequenas quantidades, a empresa está achando que não compensa vender pra gente. Cada hora eles inventam uma desculpa diferente, e no final das contas, eles não dão pra cooperativa o docu- mento de autorização pro pessoal produzir sementes dessa variedade. – E o quê que a gente pode fazer nesse caso, Noelma?, perguntou Éberson. – Bom, Éberson, nesse caso não vai ser fácil, não. Até existem algumas medidas administrativas e jurídicas pra tentar forçar a empresa a dar a autorização pra gente. Mas isso ia levar um tempão e custar um bom dinheiro. E, pra piorar, eu nem acho que ia dar certo. Esse caso é compli- cado mesmo, essa Lei de Cultivares favorece as empresas! Eu, por exem- plo, acho que nem vale a pena tentar. É muito investimento pra pouca chance de retorno.
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Substratos alternativos e tratamentos pré-germinativos na germinação in vitro de sementes de Pinus taeda L..

Substratos alternativos e tratamentos pré-germinativos na germinação in vitro de sementes de Pinus taeda L..

No teste de germinação e desinfestação asséptica, a maior média de plântulas (3,33%) pode ser considerada muito baixa. A germinação pode ter sido afetada por fatores como toxidez causada por ágar, NaOCl, etanol ou baixa disponibilidade de água no meio. Caldas et al. (1998) mencionaram que o ágar está entre os agentes que podem apresentar toxicidade em algumas espécies vegetais, especialmente quando possui baixo grau de pureza. Já Nogueira et al. (2004) relataram a interferência no processo de embebição necessário à germinação das sementes de Byrsonima intermedia causado pela presença de sais, carboidratos e geleificantes, alterando o potencial osmótico dos meios de cultura. Determinadas concentrações de NaOCl também podem afetar a germinação, como observado por Zayat e Ranal (1997) em sementes de Erechtites valerianaefolia, as quais, após a assepsia com NaOCl, tiveram seu potencial germinativo reduzido em 24% e aumento de 2,95 dias em seu tempo de germinação.
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Germinação e vigor de sementes de Sapindus saponaria L. submetidas a tratamentos pré-germinativos, temperaturas e substratos.

Germinação e vigor de sementes de Sapindus saponaria L. submetidas a tratamentos pré-germinativos, temperaturas e substratos.

Para temperaturas e substratos foi verificada interação significativa (P< 0,01) para todas as variáveis analisadas (Tabelas 1 e 2). A temperatura de 30ºC para o substrato areia foi responsável pela maior porcentagem de germinação das sementes, enquanto no substrato vermiculita as melhores condições de germinação foram evidenciadas na temperatura constante de 30ºC e alternada 20-30ºC (Tabela 1), porém, o substrato pó-de- coco influenciou negativamente o potencial germinativo independente da temperatura avaliada, provavelmente devido à dificuldade de retenção da água. Dados contraditórios foram verificados em sementes de Myracrodruon urundeuva Fr. All (PACHECO et al., 2006), pois o mesmo proporcionou resultados satisfatórios elevando a porcentagem de germinação; contudo, as sementes dessas duas espécies são de tamanho inferior às de S. saponaria, o que possivelmente justifica o bom desempenho do pó-de-coco como substrato de germinação para as mesmas, uma vez que requerem menor volume de água disponível.
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Tratamentos Pré- Germinativos de Sementes de Espécies Florestais Amazônicas. II - Visgueiro (Parkia pendula Benth. Leguminosae - Mimosoideae).

Tratamentos Pré- Germinativos de Sementes de Espécies Florestais Amazônicas. II - Visgueiro (Parkia pendula Benth. Leguminosae - Mimosoideae).

Os tratam entos com ácido sul^ ur^ co zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA ( H^ so ^ ) pon. 20 a 50 m inutos e desponte daí, sem entes, no lado oposto ao da em issão[r]

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Superação da dormência em sementes de visgueiro-do-igapó (Parkia discolor).

Superação da dormência em sementes de visgueiro-do-igapó (Parkia discolor).

Wutke et al. (1995) observaram que, em sementes de mucuna-preta (Mucuna aterrima), a impermeabilidade do tegumento foi superada com o uso do calor seco (55ºC), sendo mais efetivo os períodos de exposição entre 16 e 24 horas. As temperaturas de 60ºC e 70ºC, aplicadas durante 15 horas, foram mais eficientes na superação da dormência de sementes de Stylosanthes macrocephala e S. capitata, respectivamente (Alencar et al., 2009). Por outro lado, nem sempre o tratamento pré-germinativo com calor oferece resultados favoráveis quanto à superação da dormência em sementes de leguminosas. Em sementes de Desmodium incanum, Garcia e Baseggio (1999) não obtiveram resultados favoráveis com utilização do calor seco e do calor úmido como tratamentos pré-germinativos. Sob condições de elevada umidade relativa (100%), as temperaturas de 50ºC e 60ºC, durante os períodos de 48 e 72 horas, mostraram-se inadequadas como tratamentos pré-germinativos em sementes de Adenanthera pavonina (Fanti e Perez, 1999). Em estudo com Anadenanthera colubrina, Garcia et al. (2004) observaram redução na germinação quando as sementes foram submetidas à temperatura de 40ºC durante 24, 48, 72 e 96 horas, com UR de 95%. Vieira et al. (1994) mencionam que as alterações degenerativas que ocorrem nas estruturas internas da semente, por ocasião da temperatura e período de condicionamento, promovem um descontrole no metabolismo e nas trocas de água e de solutos entre as células e o meio exterior, determinando a queda da viabilidade das sementes.
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Coloração do fruto, tratamentos pré-germinativos e sua relação com a germinação e a qualidade de mudas de Aegiphila sellowiana Cham

Coloração do fruto, tratamentos pré-germinativos e sua relação com a germinação e a qualidade de mudas de Aegiphila sellowiana Cham

Para obtenção dos extratos utilizou-se metodologia de Coutinho Mashimoto (1971) e Jackson; Willerseem (1976), apud Borges et al. (1993). Os frutos e as sementes foram secos em estufa a 80°C por 24 horas e acondicionados em embalagens de vidro bem vedadas. Depois foram moídos separadamente em cadinho, para obtenção de macerado. Em 5g do macerado, transferido para balão de fundo chato, adicionaram-se 50 mL de etanol a 80% e aguardou-se em repouso por 5 minutos. Em seguida os balões foram levados para a fervura, em chapa aquecedora a 70°C durante 90 min. Filtrou-se o extrato obtido em papel de filtro e o filtrado foi colocado em rotaevaporador a vácuo, a 45°C para se eliminar o etanol e finalmente completou-se, com água destilada, para 10mL, o volume do extrato bruto aquoso obtido. Prepararam-se as soluções de extratos diluídos 1:10 e 1:100 e procedeu-se o bioensaio, umedecendo o papel germitest com os extratos. O papel germitest da testemunha foi umedecido com água destilada. Sementes de alface, variedade Americana Delícia, foram colocadas para germinar sobre o papel germitest em placas de Petri, que foram mantidas em BOD a 25°C e fotoperíodo de 24 horas. A germinação foi avaliada no quinto dia após a semeadura e os resultados foram expressos em porcentagem de germinação.
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Estrutura e restauração de cerradão em Palmas - TO e germinação de sementes de Buchenavia tomentosa Eichler, Hymenaea stigonocarpa Mart. ex Hayne, Guazuma ulmifolia Lam. e Enterolobium gummiferum (Mart.) J.F. Macbr

Estrutura e restauração de cerradão em Palmas - TO e germinação de sementes de Buchenavia tomentosa Eichler, Hymenaea stigonocarpa Mart. ex Hayne, Guazuma ulmifolia Lam. e Enterolobium gummiferum (Mart.) J.F. Macbr

best models were the quadratic model and the square rook model. It was concluded that the species Dipteryx alata, Enterolobium gummiferum, Guazuma ulmifolia and Hymenaea stigonocarpa had a high survival percentage and of establishment in the region. In all the parameters analysed, the doses of NPK 5:25:15 influenced the growth of the plants of the sespecies. Increasing doses of NPK tended to contribute for the increment of the collor diameter and height of the plants on the field after the planting of pioneer and initial secondary species. But for the species “baru” Dipteryx alata) and “jatobá-do-cerrado” (Hymenaea stigonocarpa), the fertilization did not contributed for the plant growth in the first months. The native arboreous species of the Cerrado: “baru” (Dipteryx alata Vogel), hatobá-do-cerrado (Hymenaea stignocarpa Mart. ex Hayne), “mutamba” (Guazuma ulmifolia Lam.) and “orelha-de-macaco” (Enterolobium gummiferum (Mart.) J.F. Macbr.), which were analysed in this study, can be recommended for the forest reclamation of fragments with environmental conditions similar to the area researched, and the application of mineral fertilization in the planting period is recommended.
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Germinação e vigor de sementes de melancia com diferentes ploidias submetidas a tratamentos pré-germinativos.

Germinação e vigor de sementes de melancia com diferentes ploidias submetidas a tratamentos pré-germinativos.

A avaliação do crescimento de plântulas foi realizada de acordo com metodologia proposta por Nakagawa (1999). Foram distribuídas 20 sementes sobre uma linha traçada no terço superior, no sentido longitudinal do substrato pré- umedecido. As sementes foram posicionadas com a extremidade da radícula para a parte inferior do papel. Foram confeccionados rolos semelhantes ao teste de germinação (Brasil, 1992) em quatro subamostras de 20 sementes por tratamento. Os rolos foram agrupados e colocados em sacos plásticos, verticalmente no interior do germinador a 25°C por 12 dias. Determinou-se o comprimento da raiz primária e da parte aérea das plântulas normais aos 5 e 12 dias após a semeadura.
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TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Didymopanax morototoni (Aubl.) Dcne. et Planch

TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Didymopanax morototoni (Aubl.) Dcne. et Planch

Observou-se que as sementes coletadas em outros períodos apresentaram índices de germinação sempre inferiores a 10% ou nulos, dados não-apresentados (dezembro de 1995 e todo o ano de 1997). Coletores de sementes informaram que a semente está madura, quando muda da cor esverdeada para um tom acinzentado- rosado. Mas, para as sementes coletadas em 1998, nas quais houve germinação em níveis razoáveis, observou-se que os frutos tinham a cor castanho acinzentado ou marrom escuro, o que se atribui ser indicativo de maturação. Carvalho (1994) afirma que a cor das sementes maduras é arroxeada. Pela altura das árvores é impossível fazer uma coleta manual, então optou-se por cortar os cachos de sementes, já que, provavelmente, as mais maduras caem no solo. O grau de maturidade é uma variável a ser considerada, pois segundo Labouriau (1983), em certas espécies, há produção de dois ou mais tipos de sementes, diferindo pela forma, cor, tamanho ou pela combinação desses fatores. Exemplifica o autor com as sementes de castanha ao Norte da Califórnia, de tamanho e cor diferentes, que dilatam o seu período de germinação do outono (germinam as sementes grandes marrons) e na primavera (as pequenas pretas), como uma estratégia de sobrevivência.
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Desempenho de sementes de sapoti (Achras sapota L.) submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos.

Desempenho de sementes de sapoti (Achras sapota L.) submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos.

RESUMO - O sapotizeiro (Achras sapota L.) é cultivado principalmente para a produção de frutos, encontrando-se entre os mais apreciados pela população das áreas onde cresce. Sua propagação pode dar-se através de enxertia ou diretamente por sementes, dando origem aos chamados pés-francos. Considerando o fato de que muitas das espécies florestais e frutíferas apresentam o fenômeno de dormência, e diante da necessidade de se intensificar estudos que melhor expliquem tal processo, o objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência de diferentes tratamentos pré-germinativos em sementes de sapoti, visando a acelerar e uniformizar a germinação de suas sementes. O ensaio foi conduzido em casa de vegetação do Departamento de Fitotecnia, CCA/UFPB, Areia-PB, sendo utilizados os seguintes tratamentos: imersão em água a 60°C por 1, 2 e 3 minutos; corte lateral (ao embrião) com e sem embebição em água por 24 horas; corte distal (ao embrião) com e sem embebição em água por 24 horas; corte lateral+distal (ao embrião) com e sem embebição em água por 24 horas e a testemunha (ausência de tratamento). Efetuados os tratamentos, foi realizada a semeadura em bandejas contendo areia lavada e autoclavada, utilizando-se de quatro repetições de 25 sementes. As características avaliadas foram: percentagem e índice de velocidade de emergência, comprimento de raiz e de hipocótilo e peso de matéria seca de planta. O delineamento experimental foi o Inteiramente Casualizado, e os contrastes entre as médias foram realizados através do teste de Duncan, ao nível de 5% de probabilidade. As sementes de sapoti exibiram maior emergência (81%) e índice de velocidade de emergência (0,58) quando submetidas ao corte lateral, sem embebição. O corte das sementes seguido de embebição por 24 horas não foi eficiente para acelerar a emergência e o índice de velocidade de emergência de plântulas de sapoti. A imersão em água a 60°C, independentemente do tempo utilizado, não deve ser recomendada como tratamento pré-germinativo para sementes de sapoti.
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Armazenamento e tratamento pré-germinativos em sementes de jacarandá (Jacaranda cuspidifolia Mart.).

Armazenamento e tratamento pré-germinativos em sementes de jacarandá (Jacaranda cuspidifolia Mart.).

As sementes armazenadas sob refrigeração apresentaram porcentagens de emergência maiores do que as armazenadas na temperatura ambiente, em todos os períodos de armazenamento (Figura 1), apresentando valores médios de 54,7 e 41,4%, respectivamente. A refrigeração pode ter reduzido as reações metabólicas do embrião, conservando melhor o vigor das sementes. O armazenamento e a refrigeração são importantes no incremento da emergência das sementes de jacarandá, as quais não devem ser semeadas logo depois de extraídas do fruto, pois se observou que a porcentagem de emergência aumentou com o período de armazenamento e com a refrigeração (Figura 1a e Tabela 1).
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EMERGÊNCIA E ESTABELECIMENTO DE PLÂNTULAS DE Guazuma ulmifolia LAM. EM FUNÇÃO DE DIFERENTES TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS.

EMERGÊNCIA E ESTABELECIMENTO DE PLÂNTULAS DE Guazuma ulmifolia LAM. EM FUNÇÃO DE DIFERENTES TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS.

No experimento de emergência foram calculados a porcentagem de germinação (G%) e o índice de velocidade de germinação (IVG) (BORGHETTI e FERREIRA, 2004). A porcentagem de germinação foi determinada pela formula: %G = Gn/Nn *100, na qual Gn corresponde ao número total de plântulas germinadas, em cada unidade amostral, durante o período de avaliação e Nn, o número total de sementes colocadas para germinar (BORGHETTI e FERREIRA, 2004). O IVG, que mede a velocidade de germinação, foi determinado, pelo somatório do número de plântulas emergidas a cada dia, dividido pelo número de dias decorridos entre a montagem do experimento e a emergência da plântula, de acordo a fórmula descrita por Maguire (1962), em que: IVG: G1/N1 + G2/N2 + G3/N3 + G4/N4 + .... + Gn/Nn, onde, G1, G2, G3, ..., Gn é o número de sementes germinadas em cada contagem, na primeira, segunda, terceira, ... e na enésima contagens; e N1, N2, N3, ...., Nn são o número de dias, dia 1, dia 2, dia 3, ... e enésimo dia, após a montagem do experimento. Para a análise do estabelecimento das plântulas, foram utilizadas as médias dos valores de crescimento das diferentes variáveis analisadas (altura, diâmetro e número de folhas e de nós). Para isto, foram tomados os valores finais, subtraídos dos iniciais, de cada plântula, e retirada, posteriormente, a média de crescimento de cada repetição.
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TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES FLORESTAIS DA AMAZÔNIA: VI - MUIRAJUBA Apuleia leiocarpa (VOG.) MACBRIDE VAR. molaris SPR. ex BENTH. (LEGUMINOSAE).

TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES FLORESTAIS DA AMAZÔNIA: VI - MUIRAJUBA Apuleia leiocarpa (VOG.) MACBRIDE VAR. molaris SPR. ex BENTH. (LEGUMINOSAE).

com 12 tratamentos pré-germinativos: testemunha (sem tratamento); imersão em ácido sullürico concentrado (96%) por diferentes períodos (5, 10, 15, 20 e 30 minutos), imersão em água quen[r]

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Plano de Gestão de Resíduos Hospitalares em Centros de Saúde – Normas de Orientação Clínica

Plano de Gestão de Resíduos Hospitalares em Centros de Saúde – Normas de Orientação Clínica

 Os citotóxicos e genotóxicos e os resíduos contaminados com estas substâncias devem ser incinerados a temperaturas superiores a 1100ºC. Nestes casos não se torna necessário efectuar um pré-tratamento por desinfecção, uma vez que não se diminui a sua perigosidade e se expõe o operador da desinfecção a um risco desnecessário. Os citostáticos não devem ser diluídos e descarregados no esgoto. Os cuidados com o manuseamento de excreções e secreções corporais contaminadas por fármacos antineoplásicos devem ser mantidos até 48 horas após a última aplicação de quimioterapia (OSHA, 1996). Estando o doente em regime de ambulatório, estes cuidados devem fazer parte das orientações para os familiares ou para quem dá apoio ao doente. Esta situação é frequente em Lares para Idosos, devendo ter-se em atenção as fraldas usadas por idosos em situação de quimioterapia. O Despacho n.º 242/96, de 13 de Agosto, refere que os citostáticos devem ser incinerados a pelo menos 1100ºC;
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Aperfeiçoamento do uso de hipoclorito de sódio para acelerar a germinação de sementes e a emergência de plântulas de cafeeiro (Coffea arabica L.)

Aperfeiçoamento do uso de hipoclorito de sódio para acelerar a germinação de sementes e a emergência de plântulas de cafeeiro (Coffea arabica L.)

As sementes de cada tratamento foram submetidas aos testes a seguir. 1) Grau de umidade – foi determinado para elaboração da curva de absorção de umidade das sementes. O pergaminho foi removido, manualmente, antes da determinação, porque o acúmulo de água entre o mesmo e o endosperma pode mascarar a real umidade das sementes; após a remoção do pergaminho, as sementes foram secadas externamente sobre papel toalha, para remoção da umidade superficial. O grau de umidade foi determinado por meio do método da estufa a 105 + 3ºC, durante um período de 24 horas, utilizando-se três repetições (BRASIL, 1992). 2) Teste de germinação (TG) – foi realizado com 200 sementes, utilizando, como substrato, rolos de papel germitest, previamente umedecidos com água destilada na quantidade de 2,5 vezes sua massa inicial. Os rolos foram mantidos em germinador à temperatura de 30ºC, durante um período de 30 dias, de acordo com as Regras para Análise de Sementes (BRASIL, 1992). Os resultados foram expressos em percentagem de plântulas normais. 3) Primeira contagem de germinação (PCG) – consideraram-se como germinadas aquelas sementes que apresentavam protusão da raiz primária na primeira contagem do teste de germinação, realizada no 15º dia após a semeadura. 4) Índice de velocidade de germinação (IVG) – realizado juntamente com o teste de germinação, sendo as avaliações realizadas a cada quatro dias, a partir do dia em que as primeiras sementes emitiram radícula, até o dia da última contagem estabelecida pelas Regras para Análise de Sementes (BRASIL, 1992). Para o cálculo, utilizou-se a fórmula: IVG = G 1 /N 1 + G 2 /N 2 +...+ G n /N n em que: IVG = índice de velocidade de germinação;
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POLÍTICA DE FORMAÇÃO DE GESTORES DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE JUIZ DE FORA EM 2011 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

POLÍTICA DE FORMAÇÃO DE GESTORES DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE JUIZ DE FORA EM 2011 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

pensou-se em uma certificação, mas após amplo debate com a categoria, essa proposta foi descartada, pois houve uma resistência muito grande por parte de alguns diretores, influenciados por questões trabalhistas e sindicais. E uma resistência implacável por parte do Sindicato dos Professores. A categoria entendeu que a certificação limitaria uma ampla participação, pois aqueles que não se certificassem não poderiam se candidatar. [...] existe uma cultura do democrático e não democrático e qualquer ação da mesma é entendida como uma determinação e é rejeitada. Para a categoria o fato do sujeito não estar preparado para exercer aquele cargo não importa, o importante é garantir o direito de todos poderem participar do processo eleitoral. (B.B., entrevista cedida no dia 10/02/2012) A SE pensou em um novo modelo de formação de gestores para o município. Seria oferecido um curso antes da eleição e a instituição iria “considerar o resultado do desempenho dos candidatos como pré-requisito para participar da eleição” E.B. (entrevista cedida por e-mail no dia 26/11/2012). A secretária sugere, na sua fala, que a SE acredita na importância da certificação como uma iniciativa, dentre outras, para conseguir-se recrutar gestores mais capacitados e mais autônomos:
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