Top PDF Tratamentos pré-germinativos de sementes da palmeira inajá.

Tratamentos pré-germinativos em sementes de araçá-boi (Eugenia stipitata).

Tratamentos pré-germinativos em sementes de araçá-boi (Eugenia stipitata).

RESUMO - O araçá-boi (Eugenia stipitata) é uma fruteira nativa com grande potencial agroindustrial. Suas sementes são intolerantes ao dessecamento e apresentam dormência, o que diiculta sua propagação. O objetivo do trabalho foi analisar as características de germinação das sementes de araçá-boi submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: retirada parcial do tegumento, lixiviação e fracionamento. A germinação das sementes intactas e com retirada parcial do tegumento foi realizada em dois ambientes: casa de vegetação e viveiro telado com sombrite de 50%. Para a lixiviação, as sementes foram colocadas em balde e submetidas à lixiviação, em água corrente, por até 90 dias, com intervalos de 10 dias. O fracionamento das sementes foi realizado de acordo com a posição da zona meristemática de protrusão da raiz e parte aérea (fracionamento transversal e longitudinal). A retirada parcial do tegumento das sementes de araçá-boi diminui o tempo médio de germinação de 91 para 48 dias, com 100% de emergência. As sementes de araçá-boi mantidas submersas em água corrente por até 50 dias mantêm a viabilidade e o vigor. As frações de sementes que apresentam a protuberância meristemática formam plântulas normais, com as mesmas características de germinação das sementes intactas, porém os diferentes tipos de fracionamento não aceleraram nem uniformizaram a germinação das sementes.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de espécies da Caatinga

Tratamentos pré-germinativos em sementes de espécies da Caatinga

Utilizaram-se as espécies: Angico (A. colubrina) (Vell.) Brenan, Jurema-branca (P. stipulacea) (Benth.) Ducke e Mulungu (E. velutina Willd.), cujas sementes foram obtidas por meio de doações oriundas da Embrapa Semiárido, do Núcleo de Ecologia e Monitoramento Ambiental (NEMA) e mesmo por coletas realizadas em indivíduos presentes no em torno da área experimental. As sementes foram submetidas aos seguintes tratamentos pré-germinativos: T1- testemunha sem aplicação de tratamento para quebra de dormência, T2-escarificação mecânica em extremidade oposta ao hilo com lixa de madeira, T3-escarificação mecânica em extremidade oposta ao hilo com lixa de madeira + imersão em água a temperatura ambiente por 24 horas e T4-tratamento térmico com imersão em água a 80ºC, por 2 minutos.
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Substratos alternativos e tratamentos pré-germinativos na germinação in vitro de sementes de Pinus taeda L..

Substratos alternativos e tratamentos pré-germinativos na germinação in vitro de sementes de Pinus taeda L..

Diversos trabalhos têm sido realizados com o cultivo in vitro de espécies do gênero Pinus, como: P. patula (McKELLAR et al., 1994), P. elliottii (BURNS et al., 1991), P. heldreichii (STOJIEIÉ et al., 1999) e P. taeda (LI e HUANG, 1996; PULLMAN et al., 2003). Tais pesquisas são, em seu maior número, ligadas à embriogênese somática, processo mais difícil e trabalhoso, tanto pelos explantes necessários (os quais geralmente necessitam de coleta em estágio imaturo) quanto pela execução laboratorial. Em contrapartida, a germinação in vitro das sementes oferece maior facilidade nos trabalhos, possibilidade de multiplicação por organogênese direta, juvenilidade e maior variabilidade num mesmo lote, possibilitando melhoramento e seleção. Desta forma, os objetivos deste trabalho foram desenvolver protocolos para a obtenção de plantas germinadas in vitro de P. taeda, avaliar o uso de substratos alternativos e analisar o efeito de tratamentos pré-germinativos na otimização da germinação.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de Faveira-orelha-de-macaco (Enterolobium schomburgkii Benth).

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Faveira-orelha-de-macaco (Enterolobium schomburgkii Benth).

Germinação de sementes de Faveira-orelha-de-macaco(Enterolobium schomburgkii) após diferentes tratamentos pré-germinativos. Os melhores tratamentos para superar a dormência das sementes[r]

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Tratamentos pré-germinativos em sementes de duas espécies do gênero Poincianella.

Tratamentos pré-germinativos em sementes de duas espécies do gênero Poincianella.

RESUMO - Objetivou-se nesse trabalho avaliar o efeito de diferentes tratamentos pré- germinativos em sementes de Poincianella bracteosa e Poincianella pyramidalis. Foram testados os seguintes tratamentos: embebição em água por 24 horas; embebição em água a 80 ºC até atingir a temperatura ambiente; escarificação com lixa; escarificação com lixa seguida da embebição em água por 24 horas; escarificação química com ácido sulfúrico concentrado por 30 segundos, 1; 5 e 10 minutos e a testemunha. A avaliação do efeito dos tratamentos foi feita pelas variáveis: germinação, primeira contagem e índice de velocidade de germinação, comprimento da raiz principal e da parte aérea e a determinação da massa seca da raiz e da parte aérea das plântulas. Concluiu-se que as sementes de P. bracteosa e P. pyramidalis não apresentam dormência tegumentar.
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TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Hibiscus sabdariffa L. (Malvales - Malvaceae)

TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Hibiscus sabdariffa L. (Malvales - Malvaceae)

Objetivou-se com este trabalho, avaliar a eficiência de tratamentos pré-germinativos na superação da dormência de sementes de Hibiscus sabdariffa L. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado com quatro repetições de 50 sementes. Os tratamentos consistiram em: T1 - testemunha (sem tratamento pré-germinativo); T2 - pré-esfriamento das sementes sob temperatura de 10 ºC por 4 dias; T3 - escarificação térmica com imersão das sementes em água destilada a temperatura de 70 ºC por 10 min; e T4 - escarificação química com imersão das sementes em ácido sulfúrico a 98% por 5 min. As sementes foram avaliadas quanto ao teor de água, a germinação e ao vigor, primeira contagem de germinação, emergência de plântulas, índice de velocidade de emergência, comprimento e massa fresca de plântulas. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste Tukey a 5% de probabilidade. Diante dos resultados obtidos conclui-se que a escarificação química com ácido sulfúrico durante 5 minutos reduz a dormência e promove incrementos na germinação e no vigor das sementes de H. sabdariffa.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de mamona (Ricinus communis L.).

Tratamentos pré-germinativos em sementes de mamona (Ricinus communis L.).

RESUMO – As sementes de mamona têm germinação lenta e irregular, resultando, muitas vezes, em estande desuniforme no campo, o que pode ser atribuído à provável diiculdade de absorção de água pelas sementes. O trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de tratamentos pré-germinativos no desempenho de sementes de mamona. Foram utilizados cinco lotes de sementes de mamona, cultivar AL-Guarany, que foram submetidos aos seguintes tratamentos: testemunha (sementes intactas), escariicação com lixa, remoção da carúncula, remoção do tegumento, imersão em água por 12 e 24 horas, remoção da carúncula + imersão em água por 12 e 24 horas, escariicação com lixa + imersão em água por 12 e 24 horas, germinação a 10ºC/7 dias e a 25ºC/5 dias, germinação a 10ºC/7 dias e a 30ºC/5 dias e envelhecimento acelerado a 41ºC/48h e 100% UR. Após cada tratamento, com exceção dos tratamentos de germinação a 10ºC, as sementes foram submetidas ao teste de germinação, a 25ºC, avaliando-se a porcentagem de plântulas normais aos sete e 14 dias após a semeadura. Em geral, todos os tratamentos pré-germinativos contribuíram para aumentar a porcentagem de germinação das sementes de mamona em relação à testemunha. Os tratamentos mais eicientes para acelerar a germinação das sementes foram a escariicação com lixa e a remoção da carúncula ou de todo o tegumento. No entanto, considerando a praticidade de aplicação, a escariicação com lixa pode ser recomendada para acelerar e aumentar a germinação das sementes de mamona.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de Luffa cylindrica Roemer

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Luffa cylindrica Roemer

Resumo - Luffa cylindrica é uma espécie trepadeira utilizada na medicina popular como purgativa e abortiva. Contudo, a exploração desta essência é, em geral, realizada de forma irracional, podendo levar a espécie à extinção. Este trabalho objetivou avaliar tratamentos pré-germinativos em sementes de bucha. Para tanto, realizou-se um ensaio no Laboratório de Análise de Sementes/CCA/UFC/Fortaleza-Ce, (fevereiro-março de 2005). O delineamento estatístico utilizado foi o inteiramente casualizado (DIC), com 4 repetições de 25 sementes cada. Os tratamentos foram: testemunha; sementes imersas em água por 24; 48 e 72 horas; em água a 60 e 80ºC por 10 minutos e deixadas até o completo resfriamento; sementes tratadas com ácido sulfúrico (H 2 SO 4 ) a 98% por 5 e 10 minutos; sementes escarificadas com lixa nº 80 na parte oposta ao hilo e sementes escarificadas com corte na parte oposta ao hilo. As sementes foram postas para germinar em papel germiteste umedecido com três vezes seu peso em água destilada, e, em seguida, alojadas em germinador tipo BOD com temperatura alternada de 20-30ºC e fotoperíodo de 16-8 horas escuro/luz, respectivamente. As variáveis analisadas foram: primeira contagem, percentual (%G), índice de veloci- dade (IVG) e tempo médio de germinação (TMG), massas da matéria fresca (MMF) e seca das plântulas (MMS). De posse dos resultados, pode-se inferir que as escarificações com lixa e corte na parte oposta ao hilo são os tratamen- tos que proporcionam maiores valores para todas as variáveis estudadas.
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Desempenho de sementes de sapoti (Achras sapota L.) submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos.

Desempenho de sementes de sapoti (Achras sapota L.) submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos.

torno de 12 dias para que atingissem o amadurecimento total (pericarpo amolecido ao tato), procedendo-se a extração das sementes. Em seguida, as mesmas foram postas para secar à sombra, sobre folhas de papel jornal durante cinco dias. Os tratamentos pré-germinativos foram os seguintes: T 1 , imersão em água a 60°C por 1 minuto; T 2 , imersão em água a 60°C por 2 minutos; T 3 , imersão em água a 60°C por 3 minutos; T 4 , corte lateral ao embrião, seguido de embebição em água por 24 horas; T 5 , corte lateral ao embrião, sem embebição; T 6 , corte distal ao embrião, seguido de embebição em água por 24 horas; T 7 , corte distal ao embrião, sem embebição; T 8 , corte lateral+distal ao embrião, seguido de embebição em água por 24 horas; T 9 , corte lateral+distal ao embrião, sem embebição; e T 10 , Testemunha (ausência de tratamento). O corte no tegumento foi efetuado utilizando-se de estilete, conforme ilustra a Figura 1.
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TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Didymopanax morototoni (Aubl.) Dcne. et Planch

TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Didymopanax morototoni (Aubl.) Dcne. et Planch

A principal dificuldade com essa espécie está na produção de mudas, pois suas sementes possuem um tegumento bastante resistente ao atrito, e talvez imperme áveis a água e/ou ao oxigênio. Em algumas espécies, na fase de maturação, as sementes são revestidas com suberina ou substancias lipídios, depositadas nas superfícies das sementes, tornando-as impermeáveis (Labouriau, 1983). Há vários tratamentos pré- -germinativos que poderão ser usados para vencer esta barreira natural, como escarifica ção química e mecânica, utilizados com sucesso para Mimosa bimucromata (Ferreira, 1976), Leucaena leucocephala (Àquila e Fett-neto, 1988), em Guazuma ulmifolia (Barroso et al., 1993), Acacia caven (Franco e Feltrin, 1994), adição de ácido giberélico em Trema micrantha (Davide et al., 1993), imersão em água quente Schizolobium parayba (Bianchetti e Ramos, 1981) entre outros. O conhecimento desse mecanismo é imprescindível para o estabelecimento de qualquer cultivo de esp écies nativas.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de Schizolobium parahyba (Vell.) Blake

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Schizolobium parahyba (Vell.) Blake

O índice de velocidade de emergência (IVE) variou de 1,5 a 3,5 como observa-se na Figura 3, onde os maiores índices foram obtidos de plântulas oriundas de sementes submetidas aos tratamentos pré-germinativos de escarificação mecânica com lixa mais embebição em água por 12 e 24 horas, T3 e T4 respectivamente, não diferindo estatisticamente dos tratamentos escarificação com lixa sem embebição em água e imersão em água quente à temperatura de 70ºC por 5 minutos, T2 e T8 respectivamente. A germinação rápida e uniforme das sementes, seguida por pronta emergência das plântulas são características altamente desejáveis na formação de mudas de guapuruvu (MARTINS et al., 2012).
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Germinação e vigor de sementes de melancia com diferentes ploidias submetidas a tratamentos pré-germinativos.

Germinação e vigor de sementes de melancia com diferentes ploidias submetidas a tratamentos pré-germinativos.

RESUMO - Sementes triplóides e tetraplóides de melancia apresentam problemas de germinação, havendo a necessidade do emprego de tratamentos visando minimizar este problema. Técnicas para melhorar a germinação são importantes para aumentar o potencial de desempenho das sementes e, por conseguinte, a uniformidade das plantas em condições de campo. O presente trabalho teve como objetivo verificar o efeito de tratamentos pré-germinativos em sementes diplóides, triplóides e tetraplóides de melancia. As sementes foram submetidas à maceração; escarificação mecânica + ácido giberélico (GA 3 ); escarificação; ácido giberélico (GA 3 ). Após a aplicação dos tratamentos, as sementes foram colocadas para germinar em rolos de papel germitest embebido com água destilada na proporção de 2,5 vezes seu peso e mantidas em germinador à temperatura de 25°C. Foram realizadas avaliações de porcentagem de germinação e crescimento de plântulas aos 5 e 12 dias. A avaliação da emergência de plântulas foi realizada no interior de uma casa-de-vegetação coberta com sombrite 50%, em bandejas plásticas com solo. Foram realizadas contagens diárias do número de plântulas emergidas até a estabilização da emergência das mesmas, considerando-se emergidas aquelas que apresentavam os cotilédones expostos. Foram determinadas as porcentagens de emergência e o índice de velocidade de emergência de plântulas. Apesar dos tratamentos pré- germinativos empregados nos três tipos de sementes não serem eficientes no aumento da germinação e emergência de plântulas de melancia, observou-se que o GA 3 e a escarificação, empregados separadamente e em associação, promoveram maior crescimento de plântulas oriundas de sementes diplóides e tetraplóides e que a maceração também contribuiu para maior crescimento de plântulas tetraplóides.
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Germinação de sementes de palmeira-ráfia: efeito de tratamentos pré-germinativos.

Germinação de sementes de palmeira-ráfia: efeito de tratamentos pré-germinativos.

O aumento nos valores porcentuais de germinação por ação das giberelinas também já foi relatado em vários trabalhos com diferentes espécies de frutíferas (DUARTE, 1982). Segundo Metivier (1986), giberelinas e citocininas estão envolvidas na quebra da dormência de sementes de diferentes espécies, causando diminuição na velocidade média de germinação, sendo esse fato muito importante, pois o tempo médio de germinação é considerado como a primeira etapa para a redução no tempo de formação da muda. Os tratamentos pré- germinativos de sementes da palmeira-ráfia, utilizando- se os reguladores de crescimento GA 3 e BAP, não influenciaram a porcentagem de germinação e o índice de velocidade de emergência das sementes da espécie.
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Tratamentos pré-germinativos e temperaturas para a germinação de sementes de Apeiba tibourbou Aubl..

Tratamentos pré-germinativos e temperaturas para a germinação de sementes de Apeiba tibourbou Aubl..

Para muitas espécies é bastante comum encontrar sementes que, embora permanecendo viáveis por longos períodos no banco de sementes do solo, a germinação é lenta e irregular, mesmo quando expostas a condições ambientais favoráveis (Murdoch e Ellis, 2000). Esse fenômeno é denominado dormência e consiste em estratégia natural de sobrevivência da semente no solo, após maturação e dispersão, para garantir a perpetuação da espécie (Piña-Rodrigues e Aguiar, 1993). Neste caso, o conhecimento de suas causas é de importância prática, visto que permite a aplicação de tratamentos apropriados para se obter melhor germinação (Melo et al., 1998).
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de Samanea tubulosa Bentham - (Leguminoseae- Mimosoideae).

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Samanea tubulosa Bentham - (Leguminoseae- Mimosoideae).

A dormência geralmente se mostra vantajosa para a sobrevivência das espécies em condições naturais, já que distribui a germinação ao longo do tempo ou permite que a germinação ocorra em condições favoráveis à sobrevivência das plântulas. No entanto, a dormência é, frequentemente, prejudicial às atividades de viveiro onde se deseja que as sementes germinem rapidamente, contribuindo para a produção de mudas uniformes (MEDEIROS FILHO et al., 2002). Portanto, o conhecimento das causas da dormência é de extrema importância para se obter o máximo de germinação. Entre as principais causas da dormência das sementes, destacam-se tegumento impermeável, embrião fisiologicamente imaturo ou rudimentar, substâncias inibidoras e embrião dormente. Dessa forma, depois de identificada a causa da dormência, diversos métodos podem ser empregados para superá-la, como a escarificação química e, ou, mecânica, o choque térmico, a água quente, entre outros (VIEIRA; FERNANDES, 1997).
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Tratamentos pré-germinativos e procedência de sementes do tucumã-do-amazonas para a produção de mudas.

Tratamentos pré-germinativos e procedência de sementes do tucumã-do-amazonas para a produção de mudas.

procedências Tarumã-Açu, Mercado e Maués foram de 23,6%, 21,8% e 21,0%, respectivamente, e os teores de água dos frutos decresceram com o tempo de secagem até atingirem 16,4%, 14,6% e 13,8%, respectivamente, aos 28 dias (Figura 2). A partir deste período, veriicou-se a estabilização da curva de secagem para as três procedências, pois aos 35 dias para os frutos das procedências Tarumã-Açu, Mercado e Maués, constataram-se reduções de, no máximo, 0, 0,1 e 0,2 pontos percentuais, respectiva- mente, em relação ao período anterior. Em compa- ração com estes resultados, as sementes de tucumã- do-amazonas utilizadas no trabalho realizado por Ferreira e Nazário (2010) estavam com maiores teores de água inicial (28,9%) e inal (17,6%), após 30 dias de secagem. Talvez estas diferenças possam ser atribuídas a diferenças no grau de maturação das sementes por ocasião da colheita, do tamanho do pireno/semente ou da espessura do endocarpo. Não obstante, o menor teor de água ao inal da secagem (Figura 1) pode ter favorecido maior descolamento das sementes dentro dos frutos, de forma que não houve perdas por quebramento durante o processo de extração.
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TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES FLORESTAIS DA AMAZÔNIA: VI - MUIRAJUBA Apuleia leiocarpa (VOG.) MACBRIDE VAR. molaris SPR. ex BENTH. (LEGUMINOSAE).

TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES FLORESTAIS DA AMAZÔNIA: VI - MUIRAJUBA Apuleia leiocarpa (VOG.) MACBRIDE VAR. molaris SPR. ex BENTH. (LEGUMINOSAE).

com 12 tratamentos pré-germinativos: testemunha (sem tratamento); imersão em ácido sullürico concentrado (96%) por diferentes períodos (5, 10, 15, 20 e 30 minutos), imersão em água quen[r]

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Tratamentos pré-germinativos em sementes de espécies florestais da amazônia. III .Faveira-arara-tucupi (Parkia decussata Ducke) - LEGUMINOSAE.

Tratamentos pré-germinativos em sementes de espécies florestais da amazônia. III .Faveira-arara-tucupi (Parkia decussata Ducke) - LEGUMINOSAE.

Comparando-se os resultados de germinação na Figura 1, observa-se que,embora os tratamentos com ácido sulfúrico por 20 minutos e escarificação mostraram respectivamen- te 93¾ e 92¾ ao[r]

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