Top PDF Tratamentos pré-germinativos em sementes de acácia.

Tratamentos pré-germinativos em sementes de acácia.

Tratamentos pré-germinativos em sementes de acácia.

semeadura. A imersão das sementes em água fervente, seguido de esfriamento natural por 24 horas ou com as recomendações de Brasil (1992), Al Kinany (1981) obteve sucesso na superação da dureza tegumentar de sementes de Acacia longifolia. Al Kinany (1981) recomenda imergir as sementes de qualquer espécie de acácia em água fervendo até que a mesma se torne fria, sugerindo, dessa forma, não existir variações de ordem ambiental ou genética (Bewley & Black, 1994; Carvalho & Nakagawa, 2000) entre as espécies, as quais podem responder de forma diferenciada.
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Germinação de sementes de palmeira-ráfia: efeito de tratamentos pré-germinativos.

Germinação de sementes de palmeira-ráfia: efeito de tratamentos pré-germinativos.

O aumento nos valores porcentuais de germinação por ação das giberelinas também já foi relatado em vários trabalhos com diferentes espécies de frutíferas (DUARTE, 1982). Segundo Metivier (1986), giberelinas e citocininas estão envolvidas na quebra da dormência de sementes de diferentes espécies, causando diminuição na velocidade média de germinação, sendo esse fato muito importante, pois o tempo médio de germinação é considerado como a primeira etapa para a redução no tempo de formação da muda. Os tratamentos pré- germinativos de sementes da palmeira-ráfia, utilizando- se os reguladores de crescimento GA 3 e BAP, não influenciaram a porcentagem de germinação e o índice de velocidade de emergência das sementes da espécie.
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TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Hibiscus sabdariffa L. (Malvales - Malvaceae)

TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Hibiscus sabdariffa L. (Malvales - Malvaceae)

Objetivou-se com este trabalho, avaliar a eficiência de tratamentos pré-germinativos na superação da dormência de sementes de Hibiscus sabdariffa L. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado com quatro repetições de 50 sementes. Os tratamentos consistiram em: T1 - testemunha (sem tratamento pré-germinativo); T2 - pré-esfriamento das sementes sob temperatura de 10 ºC por 4 dias; T3 - escarificação térmica com imersão das sementes em água destilada a temperatura de 70 ºC por 10 min; e T4 - escarificação química com imersão das sementes em ácido sulfúrico a 98% por 5 min. As sementes foram avaliadas quanto ao teor de água, a germinação e ao vigor, primeira contagem de germinação, emergência de plântulas, índice de velocidade de emergência, comprimento e massa fresca de plântulas. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste Tukey a 5% de probabilidade. Diante dos resultados obtidos conclui-se que a escarificação química com ácido sulfúrico durante 5 minutos reduz a dormência e promove incrementos na germinação e no vigor das sementes de H. sabdariffa.
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TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Didymopanax morototoni (Aubl.) Dcne. et Planch

TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Didymopanax morototoni (Aubl.) Dcne. et Planch

A principal dificuldade com essa espécie está na produção de mudas, pois suas sementes possuem um tegumento bastante resistente ao atrito, e talvez imperme áveis a água e/ou ao oxigênio. Em algumas espécies, na fase de maturação, as sementes são revestidas com suberina ou substancias lipídios, depositadas nas superfícies das sementes, tornando-as impermeáveis (Labouriau, 1983). Há vários tratamentos pré- -germinativos que poderão ser usados para vencer esta barreira natural, como escarifica ção química e mecânica, utilizados com sucesso para Mimosa bimucromata (Ferreira, 1976), Leucaena leucocephala (Àquila e Fett-neto, 1988), em Guazuma ulmifolia (Barroso et al., 1993), Acacia caven (Franco e Feltrin, 1994), adição de ácido giberélico em Trema micrantha (Davide et al., 1993), imersão em água quente Schizolobium parayba (Bianchetti e Ramos, 1981) entre outros. O conhecimento desse mecanismo é imprescindível para o estabelecimento de qualquer cultivo de esp écies nativas.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de mamona (Ricinus communis L.).

Tratamentos pré-germinativos em sementes de mamona (Ricinus communis L.).

RESUMO – As sementes de mamona têm germinação lenta e irregular, resultando, muitas vezes, em estande desuniforme no campo, o que pode ser atribuído à provável diiculdade de absorção de água pelas sementes. O trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de tratamentos pré-germinativos no desempenho de sementes de mamona. Foram utilizados cinco lotes de sementes de mamona, cultivar AL-Guarany, que foram submetidos aos seguintes tratamentos: testemunha (sementes intactas), escariicação com lixa, remoção da carúncula, remoção do tegumento, imersão em água por 12 e 24 horas, remoção da carúncula + imersão em água por 12 e 24 horas, escariicação com lixa + imersão em água por 12 e 24 horas, germinação a 10ºC/7 dias e a 25ºC/5 dias, germinação a 10ºC/7 dias e a 30ºC/5 dias e envelhecimento acelerado a 41ºC/48h e 100% UR. Após cada tratamento, com exceção dos tratamentos de germinação a 10ºC, as sementes foram submetidas ao teste de germinação, a 25ºC, avaliando-se a porcentagem de plântulas normais aos sete e 14 dias após a semeadura. Em geral, todos os tratamentos pré-germinativos contribuíram para aumentar a porcentagem de germinação das sementes de mamona em relação à testemunha. Os tratamentos mais eicientes para acelerar a germinação das sementes foram a escariicação com lixa e a remoção da carúncula ou de todo o tegumento. No entanto, considerando a praticidade de aplicação, a escariicação com lixa pode ser recomendada para acelerar e aumentar a germinação das sementes de mamona.
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Germinação e vigor de sementes de melancia com diferentes ploidias submetidas a tratamentos pré-germinativos.

Germinação e vigor de sementes de melancia com diferentes ploidias submetidas a tratamentos pré-germinativos.

RESUMO - Sementes triplóides e tetraplóides de melancia apresentam problemas de germinação, havendo a necessidade do emprego de tratamentos visando minimizar este problema. Técnicas para melhorar a germinação são importantes para aumentar o potencial de desempenho das sementes e, por conseguinte, a uniformidade das plantas em condições de campo. O presente trabalho teve como objetivo verificar o efeito de tratamentos pré-germinativos em sementes diplóides, triplóides e tetraplóides de melancia. As sementes foram submetidas à maceração; escarificação mecânica + ácido giberélico (GA 3 ); escarificação; ácido giberélico (GA 3 ). Após a aplicação dos tratamentos, as sementes foram colocadas para germinar em rolos de papel germitest embebido com água destilada na proporção de 2,5 vezes seu peso e mantidas em germinador à temperatura de 25°C. Foram realizadas avaliações de porcentagem de germinação e crescimento de plântulas aos 5 e 12 dias. A avaliação da emergência de plântulas foi realizada no interior de uma casa-de-vegetação coberta com sombrite 50%, em bandejas plásticas com solo. Foram realizadas contagens diárias do número de plântulas emergidas até a estabilização da emergência das mesmas, considerando-se emergidas aquelas que apresentavam os cotilédones expostos. Foram determinadas as porcentagens de emergência e o índice de velocidade de emergência de plântulas. Apesar dos tratamentos pré- germinativos empregados nos três tipos de sementes não serem eficientes no aumento da germinação e emergência de plântulas de melancia, observou-se que o GA 3 e a escarificação, empregados separadamente e em associação, promoveram maior crescimento de plântulas oriundas de sementes diplóides e tetraplóides e que a maceração também contribuiu para maior crescimento de plântulas tetraplóides.
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Desempenho de sementes de sapoti (Achras sapota L.) submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos.

Desempenho de sementes de sapoti (Achras sapota L.) submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos.

RESUMO - O sapotizeiro (Achras sapota L.) é cultivado principalmente para a produção de frutos, encontrando-se entre os mais apreciados pela população das áreas onde cresce. Sua propagação pode dar-se através de enxertia ou diretamente por sementes, dando origem aos chamados pés-francos. Considerando o fato de que muitas das espécies florestais e frutíferas apresentam o fenômeno de dormência, e diante da necessidade de se intensificar estudos que melhor expliquem tal processo, o objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência de diferentes tratamentos pré-germinativos em sementes de sapoti, visando a acelerar e uniformizar a germinação de suas sementes. O ensaio foi conduzido em casa de vegetação do Departamento de Fitotecnia, CCA/UFPB, Areia-PB, sendo utilizados os seguintes tratamentos: imersão em água a 60°C por 1, 2 e 3 minutos; corte lateral (ao embrião) com e sem embebição em água por 24 horas; corte distal (ao embrião) com e sem embebição em água por 24 horas; corte lateral+distal (ao embrião) com e sem embebição em água por 24 horas e a testemunha (ausência de tratamento). Efetuados os tratamentos, foi realizada a semeadura em bandejas contendo areia lavada e autoclavada, utilizando-se de quatro repetições de 25 sementes. As características avaliadas foram: percentagem e índice de velocidade de emergência, comprimento de raiz e de hipocótilo e peso de matéria seca de planta. O delineamento experimental foi o Inteiramente Casualizado, e os contrastes entre as médias foram realizados através do teste de Duncan, ao nível de 5% de probabilidade. As sementes de sapoti exibiram maior emergência (81%) e índice de velocidade de emergência (0,58) quando submetidas ao corte lateral, sem embebição. O corte das sementes seguido de embebição por 24 horas não foi eficiente para acelerar a emergência e o índice de velocidade de emergência de plântulas de sapoti. A imersão em água a 60°C, independentemente do tempo utilizado, não deve ser recomendada como tratamento pré-germinativo para sementes de sapoti.
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Substratos alternativos e tratamentos pré-germinativos na germinação in vitro de sementes de Pinus taeda L..

Substratos alternativos e tratamentos pré-germinativos na germinação in vitro de sementes de Pinus taeda L..

Diversos trabalhos têm sido realizados com o cultivo in vitro de espécies do gênero Pinus, como: P. patula (McKELLAR et al., 1994), P. elliottii (BURNS et al., 1991), P. heldreichii (STOJIEIÉ et al., 1999) e P. taeda (LI e HUANG, 1996; PULLMAN et al., 2003). Tais pesquisas são, em seu maior número, ligadas à embriogênese somática, processo mais difícil e trabalhoso, tanto pelos explantes necessários (os quais geralmente necessitam de coleta em estágio imaturo) quanto pela execução laboratorial. Em contrapartida, a germinação in vitro das sementes oferece maior facilidade nos trabalhos, possibilidade de multiplicação por organogênese direta, juvenilidade e maior variabilidade num mesmo lote, possibilitando melhoramento e seleção. Desta forma, os objetivos deste trabalho foram desenvolver protocolos para a obtenção de plantas germinadas in vitro de P. taeda, avaliar o uso de substratos alternativos e analisar o efeito de tratamentos pré-germinativos na otimização da germinação.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de araçá-boi (Eugenia stipitata).

Tratamentos pré-germinativos em sementes de araçá-boi (Eugenia stipitata).

RESUMO - O araçá-boi (Eugenia stipitata) é uma fruteira nativa com grande potencial agroindustrial. Suas sementes são intolerantes ao dessecamento e apresentam dormência, o que diiculta sua propagação. O objetivo do trabalho foi analisar as características de germinação das sementes de araçá-boi submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: retirada parcial do tegumento, lixiviação e fracionamento. A germinação das sementes intactas e com retirada parcial do tegumento foi realizada em dois ambientes: casa de vegetação e viveiro telado com sombrite de 50%. Para a lixiviação, as sementes foram colocadas em balde e submetidas à lixiviação, em água corrente, por até 90 dias, com intervalos de 10 dias. O fracionamento das sementes foi realizado de acordo com a posição da zona meristemática de protrusão da raiz e parte aérea (fracionamento transversal e longitudinal). A retirada parcial do tegumento das sementes de araçá-boi diminui o tempo médio de germinação de 91 para 48 dias, com 100% de emergência. As sementes de araçá-boi mantidas submersas em água corrente por até 50 dias mantêm a viabilidade e o vigor. As frações de sementes que apresentam a protuberância meristemática formam plântulas normais, com as mesmas características de germinação das sementes intactas, porém os diferentes tipos de fracionamento não aceleraram nem uniformizaram a germinação das sementes.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de Schizolobium parahyba (Vell.) Blake

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Schizolobium parahyba (Vell.) Blake

O índice de velocidade de emergência (IVE) variou de 1,5 a 3,5 como observa-se na Figura 3, onde os maiores índices foram obtidos de plântulas oriundas de sementes submetidas aos tratamentos pré-germinativos de escarificação mecânica com lixa mais embebição em água por 12 e 24 horas, T3 e T4 respectivamente, não diferindo estatisticamente dos tratamentos escarificação com lixa sem embebição em água e imersão em água quente à temperatura de 70ºC por 5 minutos, T2 e T8 respectivamente. A germinação rápida e uniforme das sementes, seguida por pronta emergência das plântulas são características altamente desejáveis na formação de mudas de guapuruvu (MARTINS et al., 2012).
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de Faveira-orelha-de-macaco (Enterolobium schomburgkii Benth).

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Faveira-orelha-de-macaco (Enterolobium schomburgkii Benth).

Germinação de sementes de Faveira-orelha-de-macaco(Enterolobium schomburgkii) após diferentes tratamentos pré-germinativos. Os melhores tratamentos para superar a dormência das sementes[r]

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Tratamentos pré-germinativos em sementes de duas espécies do gênero Poincianella.

Tratamentos pré-germinativos em sementes de duas espécies do gênero Poincianella.

RESUMO - Objetivou-se nesse trabalho avaliar o efeito de diferentes tratamentos pré- germinativos em sementes de Poincianella bracteosa e Poincianella pyramidalis. Foram testados os seguintes tratamentos: embebição em água por 24 horas; embebição em água a 80 ºC até atingir a temperatura ambiente; escarificação com lixa; escarificação com lixa seguida da embebição em água por 24 horas; escarificação química com ácido sulfúrico concentrado por 30 segundos, 1; 5 e 10 minutos e a testemunha. A avaliação do efeito dos tratamentos foi feita pelas variáveis: germinação, primeira contagem e índice de velocidade de germinação, comprimento da raiz principal e da parte aérea e a determinação da massa seca da raiz e da parte aérea das plântulas. Concluiu-se que as sementes de P. bracteosa e P. pyramidalis não apresentam dormência tegumentar.
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Tratamentos pré-germinativos e temperaturas para a germinação de sementes de Apeiba tibourbou Aubl..

Tratamentos pré-germinativos e temperaturas para a germinação de sementes de Apeiba tibourbou Aubl..

A imersão das sementes de A. tibourbou em ácido sulfúrico por 1, 5, 10, 15 e 20 minutos (T 6 , T 7 , T 8 , T 9 e T 10 , respectivamente) provocou a morte de todas as sementes. Possivelmente isto ocorreu devido a algum dano isiológico na estrutura interna das sementes, com comprometimento do embrião. Estes dados discordam dos obtidos por Pacheco e Matos (2009) para a mesma espécie em estudo, uma vez que os autores indicaram a imersão em ácido sulfúrico por 1 minuto. Conforme airma Dias (2005) mesmo para uma mesma espécie, o período e a intensidade da dormência podem variar em função do genótipo, do ambiente onde a semente foi produzida e de outros fatores, o que pode justiicar a diferença de resultados entre estes trabalhos. Smith et al. (2003) mencionam que o grau de dormência entre e dentro de lotes de sementes da mesma espécie varia de acordo com procedência, ano de colheita e de árvores individuais.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de Samanea tubulosa Bentham - (Leguminoseae- Mimosoideae).

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Samanea tubulosa Bentham - (Leguminoseae- Mimosoideae).

Avaliando o desempenho das plântulas através do comprimento total, verificou-se que os maiores valores foram obtidos (entre 16 e 18 cm) após a imersão das sementes em ácido sulfúrico por 5, 10 e 15 min (T 3 , T 4 e T 5 , respectivamente), novamente mostrando a eficiência desses tratamentos na superação da dormência. Resultados similares foram observados por Alves et al. (2009) em Caesalpinia ferrea, quando as sementes foram imersas por 19 min, pois, de acordo com esses autores, o pressuposto básico para a superação da dormência não basta somente desencadear o processo germinativo, mas também o desempenho rápido e uniforme das plântulas. No entanto, Souza et al. (2008) destacaram que o uso de materiais abrasivos é eficiente para romper o tegumento espesso das sementes, mas podem-se obter bons resultados utilizando tratamentos de escarificação mecânica (lixa) e água quente.
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Germinação e vigor de sementes de Sapindus saponaria L. submetidas a tratamentos pré-germinativos, temperaturas e substratos.

Germinação e vigor de sementes de Sapindus saponaria L. submetidas a tratamentos pré-germinativos, temperaturas e substratos.

Para temperaturas e substratos foi verificada interação significativa (P< 0,01) para todas as variáveis analisadas (Tabelas 1 e 2). A temperatura de 30ºC para o substrato areia foi responsável pela maior porcentagem de germinação das sementes, enquanto no substrato vermiculita as melhores condições de germinação foram evidenciadas na temperatura constante de 30ºC e alternada 20-30ºC (Tabela 1), porém, o substrato pó-de- coco influenciou negativamente o potencial germinativo independente da temperatura avaliada, provavelmente devido à dificuldade de retenção da água. Dados contraditórios foram verificados em sementes de Myracrodruon urundeuva Fr. All (PACHECO et al., 2006), pois o mesmo proporcionou resultados satisfatórios elevando a porcentagem de germinação; contudo, as sementes dessas duas espécies são de tamanho inferior às de S. saponaria, o que possivelmente justifica o bom desempenho do pó-de-coco como substrato de germinação para as mesmas, uma vez que requerem menor volume de água disponível.
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TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES FLORESTAIS DA AMAZÔNIA: VI - MUIRAJUBA Apuleia leiocarpa (VOG.) MACBRIDE VAR. molaris SPR. ex BENTH. (LEGUMINOSAE).

TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES FLORESTAIS DA AMAZÔNIA: VI - MUIRAJUBA Apuleia leiocarpa (VOG.) MACBRIDE VAR. molaris SPR. ex BENTH. (LEGUMINOSAE).

com 12 tratamentos pré-germinativos: testemunha (sem tratamento); imersão em ácido sullürico concentrado (96%) por diferentes períodos (5, 10, 15, 20 e 30 minutos), imersão em água quen[r]

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Tratamentos pré-germinativos em sementes de espécies florestais da amazônia. III .Faveira-arara-tucupi (Parkia decussata Ducke) - LEGUMINOSAE.

Tratamentos pré-germinativos em sementes de espécies florestais da amazônia. III .Faveira-arara-tucupi (Parkia decussata Ducke) - LEGUMINOSAE.

Comparando-se os resultados de germinação na Figura 1, observa-se que,embora os tratamentos com ácido sulfúrico por 20 minutos e escarificação mostraram respectivamen- te 93¾ e 92¾ ao[r]

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Tratamentos Pré- Germinativos de Sementes de Espécies Florestais Amazônicas. II - Visgueiro (Parkia pendula Benth. Leguminosae - Mimosoideae).

Tratamentos Pré- Germinativos de Sementes de Espécies Florestais Amazônicas. II - Visgueiro (Parkia pendula Benth. Leguminosae - Mimosoideae).

Os tratam entos com ácido sul^ ur^ co zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA ( H^ so ^ ) pon. 20 a 50 m inutos e desponte daí, sem entes, no lado oposto ao da em issão[r]

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Tratamentos pré-germinativos e procedência de sementes do tucumã-do-amazonas para a produção de mudas.

Tratamentos pré-germinativos e procedência de sementes do tucumã-do-amazonas para a produção de mudas.

Os frutos despolpados foram colocados para secar à sombra num galpão com umidade relativa média do ar de 55 ± 10% e temperatura média de 25 ± 3°C (determinados por termoigrógrafo), para o desprendimento da semente do endocarpo e, semanalmente, foi determinada a perda da massa úmida dos pirênios até o período total de 35 dias e elaborada uma curva de secagem (GENTIL; FER- REIRA, 2005; FERREIRA; GENTIL, 2006). Antes e após a secagem, foi determinado o teor de água das sementes com duas subamostras de cinco unidades, pelo método da estufa a 105 °C por 24 h (BRASIL, 2009). Os pirênios foram quebrados para a extração das sementes com auxílio de uma prensa de bancada do tipo morsa, sendo que aquelas daniicadas foram eliminadas.
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