Top PDF Tratamentos pré-germinativos em sementes de Myracrodruon urundeuva Freire Allemão.

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Myracrodruon urundeuva Freire Allemão.

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Myracrodruon urundeuva Freire Allemão.

imersão em ácido sulfúrico por 2, 4, 6, 8, 10 e 12 min (T 5 , T 6 , T 7 , T 8 , T 9 e T 10 , respectivamente), escarificação mecânica com lixa d’água nº. 80, por 3, 6 e 9 min, seguida de embebição em água na temperatura ambiente por 24 h (T 11 , T 12 e T 13 , respectivamente) e escarificação mecânica com lixa d’água nº. 80, por 3, 6 e 9 min, seguida de embebição em solução de nitrato de potássio (KNO 3 ) na temperatura ambiente por 24 h (T 14 , T 15 e T 16 , respectivamente). Os efeitos foram avaliados por meio de testes de emergência e de vigor (percentual de emergência, primeira contagem e índice de velocidade de emergência, comprimento e massa seca das plântulas). O delineamento utilizado foi o inteiramente ao acaso, com quatro subamostras de 25 sementes, sendo as médias comparadas pelo teste de Scott-Knott. Os resultados dos tratamentos envolvendo a embebição em água e em KNO 3 não foram satisfatórios para superar a dormência de sementes de M. urundeuva. Constatou-se que houve diferença significativa entre os tratamentos em todas as variáveis avaliadas, e a dormência pôde ser superada eficientemente pela imersão em ácido sulfúrico por 12 min.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de mamona (Ricinus communis L.).

Tratamentos pré-germinativos em sementes de mamona (Ricinus communis L.).

RESUMO – As sementes de mamona têm germinação lenta e irregular, resultando, muitas vezes, em estande desuniforme no campo, o que pode ser atribuído à provável diiculdade de absorção de água pelas sementes. O trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de tratamentos pré-germinativos no desempenho de sementes de mamona. Foram utilizados cinco lotes de sementes de mamona, cultivar AL-Guarany, que foram submetidos aos seguintes tratamentos: testemunha (sementes intactas), escariicação com lixa, remoção da carúncula, remoção do tegumento, imersão em água por 12 e 24 horas, remoção da carúncula + imersão em água por 12 e 24 horas, escariicação com lixa + imersão em água por 12 e 24 horas, germinação a 10ºC/7 dias e a 25ºC/5 dias, germinação a 10ºC/7 dias e a 30ºC/5 dias e envelhecimento acelerado a 41ºC/48h e 100% UR. Após cada tratamento, com exceção dos tratamentos de germinação a 10ºC, as sementes foram submetidas ao teste de germinação, a 25ºC, avaliando-se a porcentagem de plântulas normais aos sete e 14 dias após a semeadura. Em geral, todos os tratamentos pré-germinativos contribuíram para aumentar a porcentagem de germinação das sementes de mamona em relação à testemunha. Os tratamentos mais eicientes para acelerar a germinação das sementes foram a escariicação com lixa e a remoção da carúncula ou de todo o tegumento. No entanto, considerando a praticidade de aplicação, a escariicação com lixa pode ser recomendada para acelerar e aumentar a germinação das sementes de mamona.
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Germinação de sementes de palmeira-ráfia: efeito de tratamentos pré-germinativos.

Germinação de sementes de palmeira-ráfia: efeito de tratamentos pré-germinativos.

RESUMO – A propagação da palmeira-ráfia (Rhapis excelsa), palmeira ornamental de grande valor comercial, é realizada através de sementes ou divisão de touceiras. Entretanto, a germinação das sementes não é uniforme, e o crescimento da planta é considerado lento. Neste trabalho, objetivou-se comparar a utilização de tratamentos pré-germinativos para acelerar e uniformizar a germinação de sementes de R. excelsa. Avaliou-se o efeito das escarificações mecânica (lixar um lado ou dois lados da semente), térmica (imersão em água a 100 ºC durante 1, 2 ou 4 min) e química (imersão em ácido sulfúrico 98%, durante 1, 2 ou 4 min), bem como a sua embebição em soluções contendo BAP (benzilaminopurina) nas concentrações de 0, 25, 50 ou 100 mg L -1
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de Schizolobium parahyba (Vell.) Blake

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Schizolobium parahyba (Vell.) Blake

O índice de velocidade de emergência (IVE) variou de 1,5 a 3,5 como observa-se na Figura 3, onde os maiores índices foram obtidos de plântulas oriundas de sementes submetidas aos tratamentos pré-germinativos de escarificação mecânica com lixa mais embebição em água por 12 e 24 horas, T3 e T4 respectivamente, não diferindo estatisticamente dos tratamentos escarificação com lixa sem embebição em água e imersão em água quente à temperatura de 70ºC por 5 minutos, T2 e T8 respectivamente. A germinação rápida e uniforme das sementes, seguida por pronta emergência das plântulas são características altamente desejáveis na formação de mudas de guapuruvu (MARTINS et al., 2012).
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Substratos alternativos e tratamentos pré-germinativos na germinação in vitro de sementes de Pinus taeda L..

Substratos alternativos e tratamentos pré-germinativos na germinação in vitro de sementes de Pinus taeda L..

Diversos trabalhos têm sido realizados com o cultivo in vitro de espécies do gênero Pinus, como: P. patula (McKELLAR et al., 1994), P. elliottii (BURNS et al., 1991), P. heldreichii (STOJIEIÉ et al., 1999) e P. taeda (LI e HUANG, 1996; PULLMAN et al., 2003). Tais pesquisas são, em seu maior número, ligadas à embriogênese somática, processo mais difícil e trabalhoso, tanto pelos explantes necessários (os quais geralmente necessitam de coleta em estágio imaturo) quanto pela execução laboratorial. Em contrapartida, a germinação in vitro das sementes oferece maior facilidade nos trabalhos, possibilidade de multiplicação por organogênese direta, juvenilidade e maior variabilidade num mesmo lote, possibilitando melhoramento e seleção. Desta forma, os objetivos deste trabalho foram desenvolver protocolos para a obtenção de plantas germinadas in vitro de P. taeda, avaliar o uso de substratos alternativos e analisar o efeito de tratamentos pré-germinativos na otimização da germinação.
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TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Didymopanax morototoni (Aubl.) Dcne. et Planch

TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Didymopanax morototoni (Aubl.) Dcne. et Planch

A principal dificuldade com essa espécie está na produção de mudas, pois suas sementes possuem um tegumento bastante resistente ao atrito, e talvez imperme áveis a água e/ou ao oxigênio. Em algumas espécies, na fase de maturação, as sementes são revestidas com suberina ou substancias lipídios, depositadas nas superfícies das sementes, tornando-as impermeáveis (Labouriau, 1983). Há vários tratamentos pré- -germinativos que poderão ser usados para vencer esta barreira natural, como escarifica ção química e mecânica, utilizados com sucesso para Mimosa bimucromata (Ferreira, 1976), Leucaena leucocephala (Àquila e Fett-neto, 1988), em Guazuma ulmifolia (Barroso et al., 1993), Acacia caven (Franco e Feltrin, 1994), adição de ácido giberélico em Trema micrantha (Davide et al., 1993), imersão em água quente Schizolobium parayba (Bianchetti e Ramos, 1981) entre outros. O conhecimento desse mecanismo é imprescindível para o estabelecimento de qualquer cultivo de esp écies nativas.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de Faveira-orelha-de-macaco (Enterolobium schomburgkii Benth).

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Faveira-orelha-de-macaco (Enterolobium schomburgkii Benth).

Germinação de sementes de Faveira-orelha-de-macaco(Enterolobium schomburgkii) após diferentes tratamentos pré-germinativos. Os melhores tratamentos para superar a dormência das sementes[r]

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TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Hibiscus sabdariffa L. (Malvales - Malvaceae)

TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Hibiscus sabdariffa L. (Malvales - Malvaceae)

Objetivou-se com este trabalho, avaliar a eficiência de tratamentos pré-germinativos na superação da dormência de sementes de Hibiscus sabdariffa L. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado com quatro repetições de 50 sementes. Os tratamentos consistiram em: T1 - testemunha (sem tratamento pré-germinativo); T2 - pré-esfriamento das sementes sob temperatura de 10 ºC por 4 dias; T3 - escarificação térmica com imersão das sementes em água destilada a temperatura de 70 ºC por 10 min; e T4 - escarificação química com imersão das sementes em ácido sulfúrico a 98% por 5 min. As sementes foram avaliadas quanto ao teor de água, a germinação e ao vigor, primeira contagem de germinação, emergência de plântulas, índice de velocidade de emergência, comprimento e massa fresca de plântulas. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste Tukey a 5% de probabilidade. Diante dos resultados obtidos conclui-se que a escarificação química com ácido sulfúrico durante 5 minutos reduz a dormência e promove incrementos na germinação e no vigor das sementes de H. sabdariffa.
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Desempenho de sementes de sapoti (Achras sapota L.) submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos.

Desempenho de sementes de sapoti (Achras sapota L.) submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos.

RESUMO - O sapotizeiro (Achras sapota L.) é cultivado principalmente para a produção de frutos, encontrando-se entre os mais apreciados pela população das áreas onde cresce. Sua propagação pode dar-se através de enxertia ou diretamente por sementes, dando origem aos chamados pés-francos. Considerando o fato de que muitas das espécies florestais e frutíferas apresentam o fenômeno de dormência, e diante da necessidade de se intensificar estudos que melhor expliquem tal processo, o objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência de diferentes tratamentos pré-germinativos em sementes de sapoti, visando a acelerar e uniformizar a germinação de suas sementes. O ensaio foi conduzido em casa de vegetação do Departamento de Fitotecnia, CCA/UFPB, Areia-PB, sendo utilizados os seguintes tratamentos: imersão em água a 60°C por 1, 2 e 3 minutos; corte lateral (ao embrião) com e sem embebição em água por 24 horas; corte distal (ao embrião) com e sem embebição em água por 24 horas; corte lateral+distal (ao embrião) com e sem embebição em água por 24 horas e a testemunha (ausência de tratamento). Efetuados os tratamentos, foi realizada a semeadura em bandejas contendo areia lavada e autoclavada, utilizando-se de quatro repetições de 25 sementes. As características avaliadas foram: percentagem e índice de velocidade de emergência, comprimento de raiz e de hipocótilo e peso de matéria seca de planta. O delineamento experimental foi o Inteiramente Casualizado, e os contrastes entre as médias foram realizados através do teste de Duncan, ao nível de 5% de probabilidade. As sementes de sapoti exibiram maior emergência (81%) e índice de velocidade de emergência (0,58) quando submetidas ao corte lateral, sem embebição. O corte das sementes seguido de embebição por 24 horas não foi eficiente para acelerar a emergência e o índice de velocidade de emergência de plântulas de sapoti. A imersão em água a 60°C, independentemente do tempo utilizado, não deve ser recomendada como tratamento pré-germinativo para sementes de sapoti.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de araçá-boi (Eugenia stipitata).

Tratamentos pré-germinativos em sementes de araçá-boi (Eugenia stipitata).

RESUMO - O araçá-boi (Eugenia stipitata) é uma fruteira nativa com grande potencial agroindustrial. Suas sementes são intolerantes ao dessecamento e apresentam dormência, o que diiculta sua propagação. O objetivo do trabalho foi analisar as características de germinação das sementes de araçá-boi submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: retirada parcial do tegumento, lixiviação e fracionamento. A germinação das sementes intactas e com retirada parcial do tegumento foi realizada em dois ambientes: casa de vegetação e viveiro telado com sombrite de 50%. Para a lixiviação, as sementes foram colocadas em balde e submetidas à lixiviação, em água corrente, por até 90 dias, com intervalos de 10 dias. O fracionamento das sementes foi realizado de acordo com a posição da zona meristemática de protrusão da raiz e parte aérea (fracionamento transversal e longitudinal). A retirada parcial do tegumento das sementes de araçá-boi diminui o tempo médio de germinação de 91 para 48 dias, com 100% de emergência. As sementes de araçá-boi mantidas submersas em água corrente por até 50 dias mantêm a viabilidade e o vigor. As frações de sementes que apresentam a protuberância meristemática formam plântulas normais, com as mesmas características de germinação das sementes intactas, porém os diferentes tipos de fracionamento não aceleraram nem uniformizaram a germinação das sementes.
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Germinação e vigor de sementes de melancia com diferentes ploidias submetidas a tratamentos pré-germinativos.

Germinação e vigor de sementes de melancia com diferentes ploidias submetidas a tratamentos pré-germinativos.

RESUMO - Sementes triplóides e tetraplóides de melancia apresentam problemas de germinação, havendo a necessidade do emprego de tratamentos visando minimizar este problema. Técnicas para melhorar a germinação são importantes para aumentar o potencial de desempenho das sementes e, por conseguinte, a uniformidade das plantas em condições de campo. O presente trabalho teve como objetivo verificar o efeito de tratamentos pré-germinativos em sementes diplóides, triplóides e tetraplóides de melancia. As sementes foram submetidas à maceração; escarificação mecânica + ácido giberélico (GA 3 ); escarificação; ácido giberélico (GA 3 ). Após a aplicação dos tratamentos, as sementes foram colocadas para germinar em rolos de papel germitest embebido com água destilada na proporção de 2,5 vezes seu peso e mantidas em germinador à temperatura de 25°C. Foram realizadas avaliações de porcentagem de germinação e crescimento de plântulas aos 5 e 12 dias. A avaliação da emergência de plântulas foi realizada no interior de uma casa-de-vegetação coberta com sombrite 50%, em bandejas plásticas com solo. Foram realizadas contagens diárias do número de plântulas emergidas até a estabilização da emergência das mesmas, considerando-se emergidas aquelas que apresentavam os cotilédones expostos. Foram determinadas as porcentagens de emergência e o índice de velocidade de emergência de plântulas. Apesar dos tratamentos pré- germinativos empregados nos três tipos de sementes não serem eficientes no aumento da germinação e emergência de plântulas de melancia, observou-se que o GA 3 e a escarificação, empregados separadamente e em associação, promoveram maior crescimento de plântulas oriundas de sementes diplóides e tetraplóides e que a maceração também contribuiu para maior crescimento de plântulas tetraplóides.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de duas espécies do gênero Poincianella.

Tratamentos pré-germinativos em sementes de duas espécies do gênero Poincianella.

RESUMO - Objetivou-se nesse trabalho avaliar o efeito de diferentes tratamentos pré- germinativos em sementes de Poincianella bracteosa e Poincianella pyramidalis. Foram testados os seguintes tratamentos: embebição em água por 24 horas; embebição em água a 80 ºC até atingir a temperatura ambiente; escarificação com lixa; escarificação com lixa seguida da embebição em água por 24 horas; escarificação química com ácido sulfúrico concentrado por 30 segundos, 1; 5 e 10 minutos e a testemunha. A avaliação do efeito dos tratamentos foi feita pelas variáveis: germinação, primeira contagem e índice de velocidade de germinação, comprimento da raiz principal e da parte aérea e a determinação da massa seca da raiz e da parte aérea das plântulas. Concluiu-se que as sementes de P. bracteosa e P. pyramidalis não apresentam dormência tegumentar.
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Tratamentos pré-germinativos e avaliação do potencial fisiológico de sementes de mamona

Tratamentos pré-germinativos e avaliação do potencial fisiológico de sementes de mamona

a qualidade fisiológica dos lotes de sementes de mamona, não sendo possível a identificação segura dos lotes de maior e menor vigor. Estes resultados estão de acordo com os obtidos por Fonseca et al. (2004), que concluíram que, devido à baixa permeabilidade do tegumento das sementes, o teste de condutividade elétrica não permitiu diferenciar a qualidade fisiológica dos lotes de mamona. Parrella et al. (2007) também chegaram à conclusão de que o teste de condutividade elétrica, assim como o de lixiviação de K+, não são os mais indicados para a separação de lotes de sementes de mamona em diferentes níveis de qualidade. Por outro lado, Souza et al. (2007) verificaram que a condutividade elétrica, avaliada após 6 horas de embebição, em amostras de 25 sementes imersas em 75 mL de água deionizada foi eficiente para detectar diferenças de qualidade entre lotes de sementes de mamona. Também Santos & Paula (2005) concluíram que o teste de condutividade elétrica mostra-se promissor para a diferenciação de lotes de sementes da euforbiácea Sebastiania commersoniana, podendo ser conduzido a 25ºC, com o uso de 75 sementes embebidas em 75mL de água por 24 horas. De acordo com Albuquerque et al. (2001), essa variação de resultados pode ser explicada uma vez que os testes podem ser afetados por características de composição química da cultivar, espessura do tegumento, tamanho das sementes, entre outros fatores.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de Samanea tubulosa Bentham - (Leguminoseae- Mimosoideae).

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Samanea tubulosa Bentham - (Leguminoseae- Mimosoideae).

Analisando a quantidade de massa seca armazenada nas plântulas (Figura 4), verificou-se mais uma vez que as maiores respostas foram obtidas quando se utilizou a superação da dormência das sementes pela escarificação ácida (T 3 , T 4 e T 5 ) e também através do desponte (T 2 ). Entretanto, ao considerar as outras variáveis (índice de velocidade de emergência, porcentagem de emergência e comprimento de plântulas), é possível inferir que o ácido sulfúrico atuou como agente escarificante, proporcionando, dessa forma, o maior enfraquecimento do tegumento e permitindo a emergência mais rápida. Fato semelhante foi observado por Bruno et al. (2001) ao estudarem o desempenho germinativo das sementes de Mimosa caesalpiniafolia Benth, sob duas classes de coloração, clara e escura, em que os maiores valores (0,0053 e 0,0057 g) de matéria seca foram obtidos nas sementes claras. Já o tratamento com água quente causou danos, uma vez que os referidos autores constataram os menores conteúdos de matéria seca, independentemente da coloração das sementes. Em Caesalpinia ferrea, Alves et al. (2009) também obtiveram os maiores acúmulos de massa seca das
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Tratamentos pré-germinativos e temperaturas para a germinação de sementes de Apeiba tibourbou Aubl..

Tratamentos pré-germinativos e temperaturas para a germinação de sementes de Apeiba tibourbou Aubl..

Para muitas espécies é bastante comum encontrar sementes que, embora permanecendo viáveis por longos períodos no banco de sementes do solo, a germinação é lenta e irregular, mesmo quando expostas a condições ambientais favoráveis (Murdoch e Ellis, 2000). Esse fenômeno é denominado dormência e consiste em estratégia natural de sobrevivência da semente no solo, após maturação e dispersão, para garantir a perpetuação da espécie (Piña-Rodrigues e Aguiar, 1993). Neste caso, o conhecimento de suas causas é de importância prática, visto que permite a aplicação de tratamentos apropriados para se obter melhor germinação (Melo et al., 1998).
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Tratamentos pré-germinativos e procedência de sementes do tucumã-do-amazonas para a produção de mudas.

Tratamentos pré-germinativos e procedência de sementes do tucumã-do-amazonas para a produção de mudas.

Os frutos despolpados foram colocados para secar à sombra num galpão com umidade relativa média do ar de 55 ± 10% e temperatura média de 25 ± 3°C (determinados por termoigrógrafo), para o desprendimento da semente do endocarpo e, semanalmente, foi determinada a perda da massa úmida dos pirênios até o período total de 35 dias e elaborada uma curva de secagem (GENTIL; FER- REIRA, 2005; FERREIRA; GENTIL, 2006). Antes e após a secagem, foi determinado o teor de água das sementes com duas subamostras de cinco unidades, pelo método da estufa a 105 °C por 24 h (BRASIL, 2009). Os pirênios foram quebrados para a extração das sementes com auxílio de uma prensa de bancada do tipo morsa, sendo que aquelas daniicadas foram eliminadas.
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Germinação e vigor de sementes de Sapindus saponaria L. submetidas a tratamentos pré-germinativos, temperaturas e substratos.

Germinação e vigor de sementes de Sapindus saponaria L. submetidas a tratamentos pré-germinativos, temperaturas e substratos.

Em relação ao índice de velocidade de emergência (Figura 1C) observou-se desempenho similar àquele da emergência (Figura 1A), com maior valor quando as sementes foram submetidas ao período máximo de imersão estudado, de forma que se demonstrou satisfatório em predizer o vigor das sementes quando submetidas a um maior tempo de imersão em ácido. Resultados semelhantes para este teste foram obtidos com o mesmo tempo de imersão (60 minutos) para as sementes de Acacia mangium Willd. (RODRIGUES et al., 2008), uma vez que houve antecipação do processo germinativo, culminando com a emergência das plântulas. O modelo linear foi o que melhor se ajustou aos resultados do teste de comprimento (Figura 1D) e
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de Arachis pintoi.

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Arachis pintoi.

por 48 e 72 horas, foi constatada, independente do lote, as menores porcentagens de sementes não germinadas (sementes inviáveis, embebidas e duras), embora estes valores não tenham diferido do valor apresentado pela testemunha (Tabela 2), sugerindo que este tratamento tendeu a ser favorável a superação da dormência, provavelmente, em função da desidratação promovida, como observado pelo menor teor de água das sementes submetidas a esse tratamento (Tabela 1). Além disso, foram verificados após a exposição por 48 e 72 horas, valores de porcentagem de germinação semelhantes ao da testemunha e após 72 horas, a maior porcentagem de plântulas anormais (Tabela 1), Assim, este tratamento, embora tenha sugerido redução na taxa de dormência, gerou prejuízos fisiológicos advindos do seu emprego, pois promoveu também deterioração. Constatações semelhantes foram feitas por Martin & Silva (2001), em estudo sobre dormência em Braquiária. Para os referidos autores, tratamentos capazes de reduzir a dormência podem paralelamente representar situações potencialmente promotoras da redução da qualidade fisiológica. Além disso, em relação ao vigor das sementes submetidas a exposição por 48 e 72 horas, pode-se constatar as menores porcentagens de plântulas normais na primeira contagem, bem como os menores índices de velocidade de emergência, independente do lote (Tabela 3) e, no lote 2 verificaram-se após a exposição por 72 horas, maior comprimento e massa de plântulas, do que no lote 1 (Tabela 4).
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de acácia.

Tratamentos pré-germinativos em sementes de acácia.

plásticas (gerbox), em substrato papel germitest umedecido com 2,5 vezes seu peso seco com água destilada. Através de avaliações diárias, avaliaram-se os parâmetros germinação (Brasil, 1992), sementes embebidas e plântulas normais ao final de 18 dias. Diariamente foram contados o número de sementes embebidas pelo aumento de volume das sementes, o número de sementes germinadas com emissão de raiz maior do que 5mm, até 14 dias. As plântulas normais de comprimento superior a 40mm foram retiradas e computadas.

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