Top PDF Ergasilus turucuyussp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) DAS BRÂNQUIAS DE Acestrorhynchus falcatus(BLOCH, 1794) E A. falcirostris(CUVIER, 1819) (CHARACIFORMES: CHARACIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Ergasilus turucuyussp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) DAS BRÂNQUIAS DE Acestrorhynchus falcatus(BLOCH, 1794) E A. falcirostris(CUVIER, 1819) (CHARACIFORMES: CHARACIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Ergasilus turucuyussp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) DAS BRÂNQUIAS DE Acestrorhynchus falcatus(BLOCH, 1794) E A. falcirostris(CUVIER, 1819) (CHARACIFORMES: CHARACIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Ramos caudais (Figs 1, 2 e 3) sub-retangulares, ambos equipados com uma seta longa e uma curta, duas setas reduzidas e com as margens posteriores ventrais laterais com uma fileira d[r]

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Ergasilus yumaricussp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) DAS BRÂNQUIAS DE Pygocentrus nattereri (KNER, 1860), Serrasalmus rhombeus (LINNAEUS, 1819) E Pristobrycon eigenmanni (NORMAN, 1929) (CHARACIFORMES : SERRASALMIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Ergasilus yumaricussp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) DAS BRÂNQUIAS DE Pygocentrus nattereri (KNER, 1860), Serrasalmus rhombeus (LINNAEUS, 1819) E Pristobrycon eigenmanni (NORMAN, 1929) (CHARACIFORMES : SERRASALMIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Peças bucais (Fig. 6): mandíbula longa, falciforme, com uma base robusta, larga na região proximal, na região mediana sua largura reduz à metade; na margem posterior, origina-se o pa[r]

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Ergasilus triangularis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) das BRÂNQUIAS de Laemolyta taeniata (KNER, 1859), (CHARACIFORMES: ANOSTOMIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Ergasilus triangularis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) das BRÂNQUIAS de Laemolyta taeniata (KNER, 1859), (CHARACIFORMES: ANOSTOMIDAE) DA AMAZÔNIA BRASILEIRA.

Os espécimens foram coletados dos filamentos branquiais de Laemolyta taeniata dos rios Jamari, Guaporé e Pacaás Novos do estado de Rondônia, Brasil.. A nova espécie tem um espinho fort[r]

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Ergasilus urupaensis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) das brânquias de Prochilodus nigricans AGASSIZ, 1829 (CHARACIFORMES: PROCHILODONTIDAE) da Amazônia Brasileira.

Ergasilus urupaensis sp. n. (COPEPODA: ERGASILIDAE) das brânquias de Prochilodus nigricans AGASSIZ, 1829 (CHARACIFORMES: PROCHILODONTIDAE) da Amazônia Brasileira.

Peças bucais (Fig. 6): mandíbula longa, com uma base robusta, estreita na parte proximal, sem ornamentações, alarga-se até cerca de um terço, na re- gião mediana a margem anterior for[r]

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Ergasilus coatiarus Sp. N. (Copepoda, Poecilostomatoida, Ergasilidae) parasita dos filamentos branquiais de Cichla monoculus spix, 1831 (Perciforme: Cichlidae) da Amazônia Brasileira.

Ergasilus coatiarus Sp. N. (Copepoda, Poecilostomatoida, Ergasilidae) parasita dos filamentos branquiais de Cichla monoculus spix, 1831 (Perciforme: Cichlidae) da Amazônia Brasileira.

Endopódito triarticulado, ambos com borda externa serrilhada; primeiro artículo com uma seta plumosa na margem interna; segundo artículo com duas setas plumosas na margem interna; ar[r]

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Determinantes do desmatamento na Amazônia brasileira

Determinantes do desmatamento na Amazônia brasileira

A partir do golpe militar de 1964, a Amazônia conquistou lugar definitivo nas estratégias de desenvolvimento nacional, um novo ciclo de crescimento, organizado sob um projeto geopolítico estatal para todo o território nacional. A priorização da Amazônia como fronteira a ser definitivamente apossada foi promovida devido a três aspectos: primeiro, como forma de solução para os conflitos sociais internos decorrentes da expulsão de pequenos agricultores do Nordeste e do Sudeste pela agricultura de larga escala; segundo, na possibilidade de desenvolver ali núcleos revolucionários; terceiro, para garantir a posse da Amazônia. Para este fim, o governo adotou a estratégia de implantação de grandes projetos amparados por investimentos em infraestrutura (GAZONI, 2011).
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CARTOGRAFIA DAS HIDROESTRATÉGIAS NA AMAZÔNIA BRASILEIRA

CARTOGRAFIA DAS HIDROESTRATÉGIAS NA AMAZÔNIA BRASILEIRA

Consoante aos itens elencados no mapa, a relação dos projetos hidroelétricos indica as hidroestratégias nos rios Madeira, Roosevelt, Aripuanã, Tapajós, Jamanxin, Iriri, São Manuel ou Teles Pires, Xingu, Branco, Cotigo, Machado, Jari, Araguaia e Tocantins, como expoentes da territorialização das usinas hidroelétricas na Amazônia brasileira. E, especificamente como conectores, indica-se as rodovias federais (BR) que fazem a conexão do território, criando uma dinâmica de fluxo mercantil, de relações sociais e de poder, que envolvem trabalhadores, empresas e o próprio governo brasileiro. As rodovias propiciam a chegada e a saída de trabalhadores chamados de “barrageiros” ou aqueles trabalhadores vistos como “trecheiros”, que se amontoam nas pequenas e médias cidades, em busca de trabalhos oriundos desses projetos hidroelétricos. No Mapa 2, observa-se esses conectores a partir da rodovia BR-230, nomeada de Transamazônica, do seu fim provisório em Lábrea (AM), que cruza a BR-319 - que conecta Manaus (AM) à Porto Velho (RO) - passando por Humaitá e Apuí, no Amazonas, indo por Itaituba, Altamira, descendo até Marabá, no Pará, como se desenhasse um “V” invertido e segue adiante. Em outro sentido, temos a BR-364 que cruza toda a extensão de Rondônia, saindo de Porto Velho até Cuiabá, no Mato Grosso. Desse ponto, em sentido norte, de Cuiabá (MT), a BR-163 segue até Itaituba (PA), ao porto de Miritituba, podendo conectar-se até Santarém. Esta projeção poderia ser uma representação não calculada, mas esse percurso prioriza a conexão das hidroelétricas numa linha de apropriação de territórios e recursos naturais ainda não estimados.
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GEOPOLÍTICA E RODOVIAS NA AMAZÔNIA BRASILEIRA

GEOPOLÍTICA E RODOVIAS NA AMAZÔNIA BRASILEIRA

Proteger o território com rodovias foi uma das tentativas do Estado Nacional para enfrentar as políticas dos países lindeiros que estavam construindo, simultaneamente, outra rodovia denominada de Carretera Marginal de La Selva, artéria longitudinal que se estenderia pela face do Pacífico na América do Sul, interligando Bolívia e a Colômbia, “significando a possibilidade de vir a capturar a Amazônia continental para a órbita do Caribe e do Pacifico, reduzindo a influência” (Becker, 2001, p. 137) brasileira na Amazônia. Na busca de evitar essa possibilidade, o governo militar estruturou uma rodovia que seria a resposta brasileira à Carretera Marginal de La Selva, a Perimetral Norte ou Luso-brasiliana (Moretzsohn, 1971; Benchimol, 1977). Nesse momento, diversos países lindeiros, ou Pan- amazônicos, estavam construindo rodovias em suas respectivas Amazônias integrando-a aos seus respectivos países. Apesar do conjunto de rodovias projetadas, tanto do Brasil como dos demais países da América do Sul ser interligado, cada um buscava efetivar sua respectiva integração territorial.
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Hepatite fulminante na Amazônia brasileira.

Hepatite fulminante na Amazônia brasileira.

1 7 . Hadler SC, Mo nzo n M, Po nzetto A, Anzo la R, Rivero D, Mando lfi A, B rac ho A, Franc is DP, Gerber MA, Thung S, Gerin J, Maynard JE, Po pper H, Purc ell RH. Delta virus infec tio n and severe hepatitis. An epidemic in the Yuc pa indians o f Venezuela. Annals o f Internal Medic ine 1 0 0 : 3 3 9 -3 4 4 , 1 9 8 3 .

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Description of Amazonian Theobroma L. collections, species identification, and characterization of interspecific hybrids

Description of Amazonian Theobroma L. collections, species identification, and characterization of interspecific hybrids

History - In February/1945, George O’Neill Addison and Rosendo Tavares established a “Cacao Breeding Program” at the “Instituto Agronômico do Norte, IAN” (nowadays “EMBRAPA Amazônia Oriental”) to obtain interspecific hybrids of Theobroma which could combine T. cacao yield with resistance to the “...major cacao diseases, such as witches’ broom, and black pod”. So, nine species of Theobroma were established: T. cacao (in two areas, one for rootstock formation to be grafted with varieties of interest, and another for seedlings of “Catongo”, an albino-seed mutant variety from the state of Bahia); T. mariae (later reclassified as Herrrania mariae); T. microcarpum; T. obovatum; T. subincanum; T. grandiflorum; T. spruceanum (now considered as T. sylvestre); T. speciosum; and T. bicolor (Addison & Tavares 1951; IAN 1946).
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Modernização agrícola na Amazônia brasileira

Modernização agrícola na Amazônia brasileira

Conforme Carvalho (2008), a partir da década de 90, o foco da ocupação na fronteira agrícola amazônica começa a se projetar para o exterior, em que a produção de carnes e grãos visa inserir-se no contexto do mercado mundial. Assim, intensifica-se o modelo produtivista na região, apesar das preocupações com os princípios do desenvolvimento sustentável. Essas transformações, tanto estruturais como conjunturais, trouxeram novas conformações ao ambiente rural, bem como mudaram as relações de trabalho, de vida e a paisagem. É nesse contexto que se busca analisar a modernização agrícola na Amazônia brasileira, especialmente, na expectativa de poder traçar o grau de modernização que a produção agropecuária vem apresentando na última década, uma vez que os estudos nesta área sempre abordam este fenômeno numa escala nacional.
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O desmatamento está se acelerando na Amazônia brasileira?.

O desmatamento está se acelerando na Amazônia brasileira?.

Estes estudos foram questionados por ministros e outras autoridades brasileiras (Amaral 2001; Goidanich 2001; Silveira 2001; Weber 2001), que argumentaram que uma premissa chave de ambos de que o passado poderia ser usado para prever o futuro da Amazônia seria criticamente insustentável. Isto é, eles sustentam que ocorreram mudanças fundamentais na legislação ambiental brasileira e na capacidade de implementação das mesmas, nas políticas de desenvolvimento, e nas atitudes públicas durante a última década. Os ministros argumentam que estas mudanças reduziriam muito os impactos de novas estradas e projetos de infraestrutura em relação aos efeitos notoriamente prejudiciais dos projetos desenvolvidos nos anos 70 e 80 (Fearnside 1987, 1990; Brown & Pearce 1994; Nepstad et al. 1997).
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Hist. cienc. saudeManguinhos  vol.10 número1

Hist. cienc. saudeManguinhos vol.10 número1

O artigo de Paulo Egler destaca a “extrema desigualdade” da “distribuição de recursos humanos qualificados” e de cursos de pós- graduação entre as diversas regiões do país, sendo a Amazônia a menos aquinhoada. Em 1997, apenas 153 (1,79%) dos 8.544 grupos de pesquisa cadastrados pelo CNPq em todo o país estavam sediados na região Norte, correspondendo a apenas 591 (1,72%) dos 34.205 pesquisadores engajados nesses grupos. Em toda a região Norte, havia, em 1996, apenas 34 cursos de pós-graduação stricto sensu (1,93% de um total nacional de 1.756), e estes estavam concentrados em dois estados: Pará e Amazonas. Essas minúsculas percentagens confirmam o termo ‘fronteira’ presente no título do volume e freqüentemente usado nos artigos, ensaios, entrevistas e depoimentos que o integram. Infelizmente, esses números também desmentem as afirmações grandiloqüentes sobre a importância da região para a ciência brasileira no passado, no presente e no futuro próximos. Mas o artigo de Egler não é negativista. Ele apresenta um conjunto sistemático de propostas capazes de trazer a realidade propriamente científica da região para o nível alegado da sua importância para a ciência nacional.
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Estudo da associação entre o sistema histo-sangüíneo ABO e a malária por Plasmodium falciparum na Amazônia brasileira

Estudo da associação entre o sistema histo-sangüíneo ABO e a malária por Plasmodium falciparum na Amazônia brasileira

O sistema sangüíneo ABO (sABO) é o mais importante sistema na compatibilidade de grupos sangüíneos. Muitas pesquisas têm mostrado associações deste sistema com várias doenças infecciosas, inclusive a malária. Este estudo avaliou a associação entre os genótipos do sistema histo-sangüíneo ABO e a malária não grave causada pelo Plasmodium falciparum. A genotipagem dos grupos sangüíneos do sistema ABO foi feita de acordo com o protocolo de PCR/ RFLP, em amostras de indivíduos maláricos e não maláricos de áreas da Amazônia brasileira. O genótipo homozigoto ABO*O01O01 foi prevalente tanto nos maláricos quanto nos doadores de sangue. O genótipo ABO*AB representou cerca de 3% da população infectada e 5% da não infectada. Não foram verificadas diferenças estatisticamente significantes na comparação das freqüências alélicas e genotípicas do sABO entre pacientes e grupo controle, mesmo quando foram analisados apenas indivíduos com infecções puras de P. falciparum. A freqüência do sABO na Amazônia brasileira pode estar relacionada com a baixa freqüência de malária grave pelo P. falciparum. Portanto, os genótipos encontrados no sistema ABO dos indivíduos
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A construção das identidades na Amazônia brasileira em Dois irmãos de Milton Hatoum e em A selva de Ferreira de Castro

A construção das identidades na Amazônia brasileira em Dois irmãos de Milton Hatoum e em A selva de Ferreira de Castro

Entre diferentes abordagens e perspectivas teóricas, Dois Irmãos e A Selva estimulam pesquisas importantes em vários espaços do debate acadêmico: seja a História, a Psicanálise e, mais precisamente um campo que nos interessa: a Cultura, sob a ótica dos atuais Estudos Culturais, cujas ferramentas nos permitem projetar o espaço amazônico para além de seu território geográfico. Elencamos para essa Introdução alguns trabalhos que nos colocam diante de uma Amazônia multifacetada e nos fornecem leituras e contribuições fecundas para esta pesquisa. Por exemplo, em Dois Irmãos de Milton Hatoum: um olhar que vem do norte, Karita Aparecida de Paula Borges (2010) defende uma interessante dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Estudos Literários da Universidade de Brasília (UNB), promovendo a ideia de que o contexto histórico da obra produz um efeito do real e, que, por meio do material ficcional, o escritor cria e transfigura uma realidade em que se insere; nesse caso, o espaço de Manaus, ora como ficção ora como realidade. O trabalho de inferir a noção de espaço geográfico problematiza as relações sociais no âmbito da narrativa hatouniana em um período de 1910 a 1960, espaços entre o fim do Ciclo da Borracha até a Ditadura Militar. Embora o cenário seja a Manaus dessas décadas, o trabalho não tem a pretensão de problematizar na perspectiva dos estudos contemporâneos de cultura, mas está inserido no momento da Literatura Brasileira contemporânea.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOLOGIA CELULAR E NEUROCIÊNCAS INVESTIGAÇÃO DE OCORRÊNCIA DE ALTERAÇÕES MOLECULARES NOS GENES KRAS, HRAS, NRAS E BRAF EM CARCINOMA PAPILÍFERO DA TIREOIDE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM BIOLOGIA CELULAR E NEUROCIÊNCAS INVESTIGAÇÃO DE OCORRÊNCIA DE ALTERAÇÕES MOLECULARES NOS GENES KRAS, HRAS, NRAS E BRAF EM CARCINOMA PAPILÍFERO DA TIREOIDE

NIKIFOROV, Y.E.; OHORI, N.P.; HODAK, S.P.; CARTY, S.E.; LEBEAU, S.O.; FERRIS, R.L.; YIP, L.; SEETHALA, R.R.; TUBLIN, M.E.; STANG, M.T.; COYNE, C.; JOHNSON, J.T.; STEWART, A. F.; NIKIFOROVA, M. N. Impact of mutational testing on the diagnosis and management of patients with cytologically indeterminate thyroid nodules: a prospective analysis of 1056 FNA samples. J Clin Endocrinol Metab 96:3390 –3397. 2011.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO BIOLOGIA DE AGENTES INFECCIOSOS E PARASITÁRIOS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO BIOLOGIA DE AGENTES INFECCIOSOS E PARASITÁRIOS

IDENTIFICAÇÃO MOLECULAR DE ESPÉCIES DO COMPLEXO ANOPHELES ALBITARSIS (DIPTERA, CULICIDAE,.. ANOPHELINAE) COLETADAS EM DOIS MUNICÍPIOS DA AMAZÔNIA BRASILEIRA, COM ANÁLISE DA.[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL CURSO DE MESTRADO EM SERVIÇO SOCIAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL CURSO DE MESTRADO EM SERVIÇO SOCIAL

Dessa forma, importa destacar alguns aspectos acerca da fundação de Belém, em 1616, quando os portugueses estabeleceram uma ligação alternativa com São Luís, na parte fluvial visando garantir o primeiro estabelecimento fortificado (Belém). A partir daí, iniciou-se a conquista portuguesa da Amazônia. Tal construção justificava-se, conforme argumento dos portugueses, devido à ameaça de aproximação de vários povos: ingleses, holandeses, franceses, irlandeses e à garantia de trafegabilidade de navios amigos em virtude das demandas portuárias, o que influenciou a criação de dois estabelecimentos ainda na primeira metade do século XVII, a saber: um em Atalaia para orientar a navegação por meio de tiros de canhão em direção ao que conhecemos hoje como Salinópolis e, um posto de vigilância, com pequena guarnição de soldados, na atual cidade de Vigia (MAUÉS, 2000).
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Ergasilus xenomelanirisi n. sp. parasito de Peixe-Rei: Xenomelaniris brasiliensis (Quoy & Gaimard) (Copepoda - Cyclopoida - Pisces - Mugiloidei).

Ergasilus xenomelanirisi n. sp. parasito de Peixe-Rei: Xenomelaniris brasiliensis (Quoy & Gaimard) (Copepoda - Cyclopoida - Pisces - Mugiloidei).

Endopodito com o artículo basal mais longo e totalmente desarmado; segundo artículo p4ovido de uma seta interna longa e um espinho curto na face oposta; artículo[r]

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A PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE NA SALVAGUARDA DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS  Juliana Soares Viga, Cristine Cavalcanti Gomes

A PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE NA SALVAGUARDA DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS Juliana Soares Viga, Cristine Cavalcanti Gomes

O cotidiano das comunidades localizadas no interior da Amazônia, rotineiramente, é objeto de pesquisas científicas que buscam compreender os mecanismos de organização interna, em seus diversos aspectos e a relação destes com outros ambientes. A compreensão e preservação das comunidades, principalmente as amazônicas, se insere em um movimento nacional, historicamente denominado socioambientalismo. Nesse contexto, Charles Wagley realizou uma minuciosa investigação acerca de uma comunidade, que intitulou Itá, do que resultou a obra Uma Comunidade Amazônica. O objetivo do presente artigo é fazer uma comparação entre aquela comunidade estudada por Charles Wagley e o movimento do socioambientalismo.
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