Top PDF Um Modelo Econômico para a Responsabilidade Civil na Defesa do Consumidor

Um Modelo Econômico para a Responsabilidade Civil na Defesa do Consumidor

Um Modelo Econômico para a Responsabilidade Civil na Defesa do Consumidor

A responsabilidade objetiva dispensa a prova do comportamento culposo ou doloso do agente como pressuposto da obrigação de indenizar. Basta o ato contrário ao direito ou ca[r]

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A responsabilidade civil do médico pelo fato do serviço no Código de Defesa do Consumidor com base na informação DOUTORADO EM DIREITO São Paulo 2008

A responsabilidade civil do médico pelo fato do serviço no Código de Defesa do Consumidor com base na informação DOUTORADO EM DIREITO São Paulo 2008

Com isso, temos, dentre outras: 1) não é mais necessário o vínculo contratual entre fornecedor e consumidor, podendo este reclamar, por exemplo, contra o fabricante do produto defeituoso ou viciado (aquele que utiliza também pode reclamar); 2) os prazos para reclamar de vícios são mais extensos, a teor do artigo 26 do CDC; 3) a interpelação comprovada do consumidor ao fornecedor obsta o prazo para reclamar, ou seja, impede que caduque o direito do consumidor; 4) todos os vícios são alcançados pela proteção legal, não apenas aqueles que apresentem determinado grau de gravidade; 5) os vícios de quantidade são também alcançados pela proteção legal; 6) a existência do vício independe de apuração de culpa do fornecedor; 7) são alcançados, ainda, pela proteção legal, os vícios na prestação de serviços, o que não ocorria no sistema da teoria dos vícios redibitórios; 8) não é mais necessário que o vício seja oculto, já que se garante, também, a durabilidade do produto ou do serviço; 9) a cláusula de limitação e/ou de exoneração de responsabilidade do fornecedor é expressamente vedada. 36
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A responsabilidade civil do estado e a aplicação do Código de Defesa do Consumidor na prestação de serviços públicos

A responsabilidade civil do estado e a aplicação do Código de Defesa do Consumidor na prestação de serviços públicos

Do dispositivo constitucional, podemos trazer a baila as seguintes observações, em síntese: o ato lesivo deve ser praticado por agente de pessoa jurídica de direito público interno (art. 41 CC/02), incluindo empresas públicas, sociedades de economia mista, fundações governamentais e personalidades jurídicas de direito privado delegatárias de serviço público; que haja dano causado a usuários dos serviços públicos ou a terceiros envolvidos na ação ou omissão danosa; o dano seja causado por agente das aludidas pessoas jurídicas, sejam agentes políticos, administrativos, ou particulares em colaboração com a Administração; o dano do agente tem que ser causado no exercício de suas funções, sendo que alguns autores admitem a responsabilidade estatal, mesmo que o agente exacerbe suas atribuições, mas que tenha nexo com a atividade estatal prestada, caso o agente cause dano fora da atividade estatal, sua responsabilidade será exclusiva.
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A RESPONSABILIDADE CIVIL NO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDORGARCIA, Elaini Luvisari

A RESPONSABILIDADE CIVIL NO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDORGARCIA, Elaini Luvisari

O instituto da responsabilidade civil é de suma importância qualquer que seja o ramo do direito por ele tratado, e especialmente no ramo do Direito do Consumidor há todo um tratamento jurídico diferenciado para o referido instituto, que junto com outras medidas protetivas conferem ao consumidor, no caso de violação de seu direito, uma indenização e reparação integral dos danos experimentados numa relação de consumo, muito mais extensiva que a proteção conferida pelo Código Civil, pois desconsiderada a comprovação de culpa do agente, a fim de que o mesmo tenha que ressarcir pelos prejuízos causados, daí a regra geral apresentada do código civil de responsabilidade civil subjetiva:
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O CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR NO CONTEXTO DO ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO E A TEORIA DO DIÁLOGO DAS FONTES

O CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR NO CONTEXTO DO ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO E A TEORIA DO DIÁLOGO DAS FONTES

STJ - RECURSO ESPECIAL REsp 1009591 RS 2007/0278724-8 (STJ). CONSUMIDOR E CIVIL. ART. 7º DO CDC. APLICAÇÃO DA LEI MAIS FAVORÁVEL. DIÁLOGO DE FONTES. RELATIVIZAÇÃO DO PRINCÍPIO DA ESPECIALIDADE. RESPONSABILIDADE CIVIL. TABAGISMO. RELAÇÃO DE CONSUMO. AÇÃO INDENIZATÓRIA. PRESCRIÇÃO. PRAZO. - O mandamento constitucional de proteção do consumidor deve ser cumprido por todo o sistema jurídico, em diálogo de fontes, e não somente por intermédio do CDC. - Assim, e nos termos do art. 7º do CDC, sempre que uma lei garantir algum direito para o consumidor, ela poderá se somar ao microssistema do CDC, incorporando-se na tutela especial e tendo a mesma preferência no trato da relação de consumo. - Diante disso, conclui-se pela inaplicabilidade do prazo prescricional do art. 27 do CDC à hipótese dos autos, devendo incidir a prescrição vintenária do art. 177 do CC/16, por ser mais favorável ao consumidor. - Recente decisão da 2ª Seção, porém, pacificou o entendimento quanto à incidência na espécie do prazo prescricional de 05 anos previsto no art. 27 do CDC, que deve prevalecer, com a ressalva do entendimento pessoal da Relatora. Recursos especiais providos 3 .
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Direito do consumidor brasileiro: influência das normas pertinentes ao direito do consumidor sobre a  relação imobiliária de compra e venda de imóvel

Direito do consumidor brasileiro: influência das normas pertinentes ao direito do consumidor sobre a relação imobiliária de compra e venda de imóvel

da relação jurídica bancária e financeira de consumo, travando, em certa medida, apesar de não ser essa realidade, principalmente após a crise desencadeada em 2007 nos EUA, a galopante e imprevisível marcha do mundo financeiro. A proteção do consumidor financeiro e bancário apresenta-se, por outro lado, como uma realidade cada vez mais incomodativa para as instituições financeiras, uma vez que mais se exige delas na sua atuação e nas relações com o público, devendo as mesmas pautar-se por uma conduta transparente, rigorosa, honesta, leal e de respeito. O direito à reclamação surge hoje como um instrumento de controlo das atividades daquelas instituições, sendo a existência do livro de reclamações como uma emanação desse direito. O dever de informação obriga as instituições financeiras a serem transparentes e a não camuflarem, naquilo que lhes não é possível camuflar, qualquer tipo de informação que seja pertinente e importante ao consumidor numa eventual contratação de fornecimento de produtos ou prestação de serviços financeiros e bancários. O dever de comunicação impede estas instituições de não redigirem os seus contratos, pré-contratos ou solicitações publicitárias ao público em geral de forma ambígua, inexata ou mesmo falsa. As sanções disciplinares aplicáveis às instituições infratoras são hoje factos indiscutíveis, bem como a responsabilidade civil e penal. No entanto, um novo instrumento de defesa e de proteção se impõe atualmente, com a finalidade de esclarecer, de informar e de educar o consumidor nas suas relações com o mundo financeiro e bancário. É a chamada educação financeira. O consumidor informado e conhecedor dos temas e conceitos financeiros fundamentais pode enfrentar a gestão dos seus dinheiros e orçamento familiar de uma forma mais sensata, prudente, racional e estável
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LIMITES DO NEXO DE CAUSALIDADE EXISTENTES ENTRE A RESPONSABILIZAÇÃO DOS HOSPITAIS PELO INSUCESSO DE CIRURGIAS E AS CONDIÇÕES GERAIS DE SAÚDE

LIMITES DO NEXO DE CAUSALIDADE EXISTENTES ENTRE A RESPONSABILIZAÇÃO DOS HOSPITAIS PELO INSUCESSO DE CIRURGIAS E AS CONDIÇÕES GERAIS DE SAÚDE

O projeto intitulado, “Limites do nexo de causalidade existentes entre a responsabilização dos hospitais pelo insucesso de cirurgias e as condições gerais de saúde” trata da discussão acerca dos limites do nexo de causalidade existentes entre a responsabilidades das instituições hospitalares e as péssimas condições gerais de saúde oferecidas pelo governo brasileiro. Apesar de não ser um tema novo, os direitos dos hospitais no tocante a relação hospital-paciente e hospital-recursos tornam-se o centro das atenções como elemento definidor não só de uma nova era da sociedade, mas também de uma revisão antropológica da relação direitos fundamentais – limites do nexo de causalidade. O presente estudo objetiva investigar os limites do nexo de causalidade existentes entre a responsabilização do hospital e a escassez de recursos oferecidos pelo governo, nos casos de insucessos de procedimentos cirúrgicos. Dentre os objetivos específicos, a pesquisa visa trazer os conceito e histórico da responsabilidade civil; demonstrar os fundamentos no Código Civil e no Código de Defesa do Consumidor; diferenciar a responsabilidade civil subjetiva da objetiva; esclarecer qual a natureza jurídica da relação hospital/paciente; apontar quais as obrigações do hospital; esclarecer qual a responsabilidade civil do hospital frente ao insucesso de procedimentos cirúrgicos; identificar a aplicação do Código de Defesa do Consumidor e do Código Civil nas instituições hospitalares, bem como as condições gerais das instituições públicas hospitalares; e, por fim, apontar quais os limites do nexo causal em procedimentos cirúrgicos mal sucedidos. O estudo bem sendo realizado mediante a abordagem qualitativa que se caracteriza pela pesquisa primária documental, com o intuito de ampliar os conhecimentos, fundamentando-se no estudo de referenciais teóricos, tendo empregado onde as contradições se transcendem dando origem a novas contradições que requerem soluções. No ponto de vista dos objetivos metodológicos deste estudo, o tipo de pesquisa que é exploratória com vista a proporcionar maior familiaridade com um problema em razão de escolhermos para procedimentos técnicos de investigação o levantamento bibliográfico, elaborada a partir de consultas acerca do entendimento de constitucionalistas e juristas e empreendedores sobre a aplicabilidade dos limites do nexo de causalidade nas instituições hospitalares frente ao insucesso em procedimentos cirúrgicos, bem como utilização de artigos acadêmicos em sítios da internet
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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP Ednara Pontes de Avelar

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP Ednara Pontes de Avelar

O presente trabalho objetiva pesquisar a responsabilidade civil médica decorrente das técnicas de reprodução humana assistida. Para o enfrentamento da questão, faz inicialmente um breve estudo dos aspectos médicos desses procedimentos. Em seguida, analisa as principais implicações jurídicas deles decorrentes, tais como: o destino dos embriões excedentários; o contrato de gestação por outrem; o anonimato do doador e o direito à identidade genética. A partir daí, desenvolve o tema central do trabalho, passando pelo exame da incidência do Código de Defesa do Consumidor nas relações médico- paciente; da natureza da obrigação assumida pelo médico nesses contratos de prestação de serviço: se de meio ou de resultado; da importância do consentimento informado na procriação assistida. Perscruta ainda os aspectos gerais do erro médico, da culpa médica e do dano médico, para em sucessão tratar dos aspectos específicos do dever de ressarcimento por parte dos médicos, das clínicas de reprodução humana assistida e dos bancos de depósito de material fertilizante. Por fim, aprecia casos hipotéticos que foram apresentados a operadores do direito para a obtenção de pareceres.
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NOVAS TENDÊNCIAS DA RESPONSABILIDADE CIVIL EM VISTA À SOCIEDADE DE RISCO E AOS APLICATIVOS DE MOBILIDADE URBANA (Páginas 26 a 33) Caio César do Nascimento Barbosa

NOVAS TENDÊNCIAS DA RESPONSABILIDADE CIVIL EM VISTA À SOCIEDADE DE RISCO E AOS APLICATIVOS DE MOBILIDADE URBANA (Páginas 26 a 33) Caio César do Nascimento Barbosa

Ora, sendo assim, a presença dos aplicativos de mobilidade urbana no mercado de consumo se traduzem como riscos, mas aceitáveis para a sociedade em razão de seus benefícios serem maiores que seus possíveis malefícios, sendo uma melhoria ao estilo de vida diário do cidadão. Busca-se abordar a responsabilidade civil de tais aplicativos sob a perspectiva da “responsabilidade civil do transportador”. Segundo Nelson Rosenvald, o transporte de pessoas caracteriza o motorista e a empresa como fornecedores de serviço, provocando a incidência do Código de Defesa do Consumidor, a ser aplicado de forma harmônica com o Código Civil, existindo de tal modo o diálogo de fontes entre as duas disposições legais. O usuário, em sua qualidade de consumidor, deverá no caso concreto ter para si aplicada a lei mais benéfica, ao passo que deve ser afastada a que mais lhe prejudique.
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O CONGELAMENTO DA ATIVIDADE JUDICANTE NO DIREITO DO CONSUMIDOR Um estudo a partir dos contratos bancários MESTRADO EM DIREITO

O CONGELAMENTO DA ATIVIDADE JUDICANTE NO DIREITO DO CONSUMIDOR Um estudo a partir dos contratos bancários MESTRADO EM DIREITO

DIREITO DO CONSUMIDOR. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO. ADIMPLENTE COM O PAGAMENTO DO CARTÃO DE CRÉDITO. TEORIA DO RISCO DO NEGÓCIO OU DA ATIVIDADE. RESPONSABILIDADE OBJETIVA. FALHA NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO. INSCRIÇÃO INDEVIDA NOS CADASTROS DE CONSUMO. VIOLAÇÃO DOS DIREITOS DA PERSONALIDADE. DANO MORAL CONFIGURADO. [...] A controvérsia deve ser solucionada sob o prisma do sistema jurídico autônomo instituído pelo Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990), que por sua vez regulamenta o direito fundamental de proteção do consumidor (art. 5º, XXXII, da Constituição Federal). [...]. A teoria do risco do negócio ou atividade é a base da responsabilidade objetiva do Código de Defesa do Consumidor, a qual harmoniza-se com o sistema de produção e consumo em massa, protegendo a parte mais frágil da relação jurídica, razão pela qual não se perquire a existência ou não de culpa da consumidora. Nos termos do art. 14, §3º, do Código de Defesa do Consumidor, o ônus da prova, em caso de causa excludente de ilicitude, é do fornecedor/recorrente, o qual não demonstrou haver qualquer causa excludente da responsabilização, as quais romperiam com o nexo de causalidade entre sua conduta e o dano experimentado pela consumidora. [...]. A doutrina e a jurisprudência estão apoiadas na assertiva de que o prejuízo imaterial é uma decorrência natural (lógica) da própria violação do direito da personalidade ou da prática do ato ilícito. O quantum a ser fixado deverá observar as seguintes finalidades: preventiva, punitiva e compensatória, além do grau de culpa do agente, do potencial econômico e características pessoais das partes, a repercussão do fato no meio social e a natureza do direito violado, obedecidos os critérios da equidade, proporcionalidade e razoabilidade. [Grifos nossos].
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PAUTAS  E LIMITES À RESOLUÇÃO  Wilson Alexandre Dés Essarts Barufaldi

PAUTAS E LIMITES À RESOLUÇÃO Wilson Alexandre Dés Essarts Barufaldi

acolhido pelo STJ – parece deixar de ser uma opção e passa a ser uma condição para a concepção e interpretação que contemple a totalidade da relação contratual no contexto social e econômico do século XXI. Quanto ao tema, ver: MARQUES, Cláudia Lima. Superação das antinomias pelo diálogo das fontes: o modelo brasileiro de coexistência entre o código de defesa do consumidor e o código civil de 2002. In: JUNQUEIRA DE AZEVEDO, Antonio; TÔRRES, Heleno Taveira; CARBONE, Paolo (Coord.). Princípios do novo Código Civil Brasileiro e outros temas: homenagem a Tullio Ascarelli. 2. ed. São Paulo: Quartier Latin, 2010. p. 129-168.
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APONTAMENTOS E REFLEXÕES  Patricia Cabral Bittencourt

APONTAMENTOS E REFLEXÕES Patricia Cabral Bittencourt

MORAIS. EMPRESA CONCESSIONÁRIA DE FORNECIMENTO DE ENERGIA. DESPACHO SANEADOR. RELAÇÃO DE CONSUMO. ART. 2º DO CDC. ILEGITIMIDADE ATIVA "AD CAUSAM". (...) 3. No tocante ao segundo aspecto – inexistência de relação de consumo e consequente incompetência da Vara Especializada em Direito do Consumidor – razão assiste ao recorrente. Ressalto, inicialmente, que se colhe dos autos que a empresa-recorrida , pessoa jurídica com fins lucrativos , caracteriza-se como consumidora intermediária, porquanto se utiliza do serviço de fornecimento de energia elétrica prestado pela recorrente, com intuito único de viabilizar sua própria atividade produtiva. Todavia, cumpre consignar a existência de certo abrandamento na interpretação finalista, na medida em que se admite, excepcionalmente, desde que demonstrada, in concreto, a vulnerabilidade técnica, jurídica ou econômica, a aplicação das normas do CDC. Quer dizer, não se deixa de perquirir acerca do uso, profissional ou não, do bem ou serviço; apenas, como exceção e à vista da hipossuficiência concreta de determinado adquirente ou utente, não obstante seja um profissional, passa-se a considerá-lo consumidor Ora, in casu, a questão da hipossuficiência da empresa recorrida em momento algum foi considerada pelas instância ordinárias, não sendo lídimo cogitar-se a respeito nesta seara recursal, sob pena de indevida supressão de instância (Precedentes: REsp. 541.867/BA, DJ 10.11.2004). 4. Por tais fundamentos, CONHEÇO PARCIALMENTE DO RECURSO ESPECIAL, E, NESTA PARTE, DOU-LHE PROVIMENTO, para, afastando a relação de consumo, determinar a incompetência absoluta do Juízo de Direito da 11ª Vara Especializada da Defesa do Consumidor para processar e julgar o feito. Reconheço, outrossim, a nulidade dos atos processuais praticados e determino a distribuição do processo a um dos Juízos Cíveis da Comarca de Vitória/ES. (REsp 661.145/ES, Rel. Ministro JORGE SCARTEZZINI, QUARTA TURMA, julgado em 22/02/2005, DJ 28/03/2005, p. 286)
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ANELORIA COSTA GADELHA DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO NA ESCOLA ESTADUAL A: UM ESTUDO DE CASO SOBRE A GESTÃO PEDAGÓGICA

ANELORIA COSTA GADELHA DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO NA ESCOLA ESTADUAL A: UM ESTUDO DE CASO SOBRE A GESTÃO PEDAGÓGICA

Segundo Cavaliere (2010, p. 249-250), para os integralistas, que traziam a ideia de “criação de uma nova concepção política e filosófica do mundo, para a qual a escola teria papel fundamental”, a concepção conservadora da educação integral, ainda que voltada para a formação integral, “tinha o sentido básico de ação doutrinária”. De acordo com Coelho (2009), no modelo anarquista, a concepção libertária de educação integral estaria voltada para a formação emancipadora e questionadora, numa concepção de sociedade igualitária, direcionada para todas as classes sociais, através de atividades mescladas, “sem hierarquizações que demonstrassem o predomínio de umas sobre as outras” (COELHO, 2009, p. 88), caracterizando-se por uma crítica aos burgueses que já possuíam instrução integral. Mas foi a concepção liberal da educação integral que a alicerçou no sistema brasileiro até a atualidade, manifestada por meio das reformas da educação. Esta concepção vinculou a ideia de igualdade de oportunidades ao desenvolvimento das habilidades do indivíduo, e foi colocada em prática pela primeira vez na década de 1950 no Centro Educacional Carneiro Ribeiro, na Bahia. Além disso, nesta concepção, influenciada pelo movimento escolanovista 9 , a educação escolar passa a ser compreendida como direito de todos e responsabilidade do Estado, laica e gratuita para todas as classes de forma igualitária. Nesse sentido, no Manifesto do Pioneiros da Educação Nova, de 1932, já se encontrava estabelecido, dentre os princípios da educação, que
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Tutela preventiva dos consumidores dos sites de compras coletivas

Tutela preventiva dos consumidores dos sites de compras coletivas

prejuízos decorrentes de fraudes que seu sistema de segurança não consiga impedir. Veja-se que a responsável direta pelo ilícito - no caso a empresa Net Ofer - somente chegou até a autora graças ao serviço disponibilizado pela demandada, a qual tinha tal loja em seus cadastros. Em outras palavras, o responsável pela conduta criminosa atingiu a autora graças ao serviço de ofertas organizado e disponibilizado pela demandada aos consumidores cadastrados, lucrando, assim, valores significativos, e até por isso deve responder quando o sistema mostra-se falho, responsabilidade esta que pode ser afastada quando demonstrada absoluta falta de cautela por parte do usuário, o que não foi o caso. Assim, devem ser rechaçadas as alegações de ilegitimidade passiva, culpa exclusiva de terceiro e caso fortuito ou força maior. 2. Danos morais configurados. Inexecução contratual que ultrapassa o limite do razoável no caso concreto, submetido o autor a considerável frustração, tendo que se valer da via judicial para assegurar direito manifesto. Caráter punitivo e pedagógico da medida. Quantum adequado (R$ 1.000,00). SENTENÇA MANTIDA. RECURSO IMPROVIDO. (TJ/RS - Recurso Cível Nº 71003778719, Primeira Turma Recursal Cível, Turmas Recursais, Relator: Carlos Eduardo Richinitti, Julgado em 21/11/2012)
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A legitimidade ativa na tutela coletiva de direitos

A legitimidade ativa na tutela coletiva de direitos

Por outro lado, percebe-se uma ampliação dos direitos e garantias consagrados na ordem constitucional, bem como a ampliação das estratégias e instituições para a efetivação desses direitos. Como exemplo disso, no Brasil, a partir da Constituição de 1988, houve uma extensão do rol dos legitimados para a propositura de ações diretas de inconstitucionalidade, maior viabilização e fomento da defesa judicial de direitos difusos, coletivos e individuais homogêneos e promoção da autonomia institucional do Ministério Público, consagrado como instituição fundamental na consecução de um estado verdadeiramente democrático .
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A  civil das instituições de ensino privadas nos casos de bullying entre alunos

A civil das instituições de ensino privadas nos casos de bullying entre alunos

ABSTRACT: This article aims to analyze the civil responsibility of private educational institu- tions for the damages caused to students / victims of bullying in the school environment, with related legal subregion. The study is descriptive-analytical, developed through readings and con- sultations with books, doctrinal understandings, articles, legislation and jurisprudence. The work seeks to clarify that, despite accepting subjective responsibility, embodied by the theory of guilt as a general rule in responsibility civil law, Brazilian law also adopted strict liability by including in Article 927 of the Civil Code the obligation to repair based on the risk activity developed by the perpetrator of the damage. Thus, only the existence of the causal link and the damage are necessary to verify the responsibility of the school with regard to the bullying student who was in their custody. Finally, this study verifies that there are jurisprudential decisions objectively responsible to educational institutions for failing to provide educational services without secu- rity, considering the physical and moral damages caused to the students by the act of bullying.
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UM SISTEMA DE QUALIDADE PARA A GESTÃO COMPARTILHADA DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DA UFJF COM A EBSERH – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

UM SISTEMA DE QUALIDADE PARA A GESTÃO COMPARTILHADA DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DA UFJF COM A EBSERH – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Na primeira, a solução depende de definições quanto a uma reorganização do Estado, que vêm sendo objeto de projetos e anteprojetos de lei, e de discussões sobre constitucionalidade, e perante as quais não há possibilidade de ingerência direta desta Corte de Contas. Já as propostas da segunda dimensão, independentes das definições quanto ao modelo institucional, são relativas à necessidade de adotar medidas visando à reestruturação e a garantia de melhores condições para os HU, as quais devem ser inseridas na esfera de prioridades políticas plurianuais do governo federal. Por último, falhas possíveis de serem sanadas na conjuntura atual devem ser tratadas de imediato. (TCU, 2009, p.152)
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REFORÇO ESCOLAR - UM INSTRUMENTO PARA A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

REFORÇO ESCOLAR - UM INSTRUMENTO PARA A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

Articulado ao Planejamento Estratégico ou Programa de Educação do Estado proposto pela SEEDUC, o Projeto Reforço Escolar, desde sua criação e implementação, em 2012, nas es[r]

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O limite subjetivo da coisa julgada nas ações civis públicas

O limite subjetivo da coisa julgada nas ações civis públicas

O presente trabalho consiste na discussão acerca da eficácia subjetiva que deve ter a coisa julgada nas ações civis públicas. Preliminarmente, é feita uma avaliação acerca da origem histórica das demandas coletivas, com destaque para a evolução do tratamento processual conferido às ações coletivas no Brasil. Em seguida, são abordados aspectos gerais relacionados especificamente às ações civis públicas, tais como conceito, objeto e princípios diretivos. Prossegue-se fazendo uma análise do instituto da coisa julgada no processo civil tradicional e de suas peculiaridades no processo civil coletivo. Posteriormente, é realizada uma comparação entre o regramento dado à eficácia subjetiva da coisa julgada pelos diversos diplomas legais que tratam sobre ações coletivas no País, como a Lei da Ação Popular, a Lei da Ação Civil Pública e o Código de Defesa do Consumidor. Em sequência, são apreciados os posicionamentos doutrinários e jurisprudenciais relativos à extensão subjetiva da coisa julgada nas ações civis públicas, à luz da aparente antinomia normativa sobre a matéria. Por fim, são mencionados anteprojetos e projetos de lei que visam à uniformização legal do tema.
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A lógica do pacto: do ABC paulista para Brasília — Outubro Revista

A lógica do pacto: do ABC paulista para Brasília — Outubro Revista

Na realidade, a proposta de Vicentinho e cia., apesar de situar-se na lógica capitalista, é contraditória à dinâmica histórica desse sistema que, há bastante tempo, aumenta a sua produtividade através da obtenção da mais- valia relativa que tem como principal conseqüência, o desemprego. Porém, ao que tudo indica o que eles pleiteavam era justiça na política industrial, como podemos observar em um de seus materiais dessa época: “A implanta- ção de uma política industrial socialmente justa no país deve propiciar a superação de entraves como a retração do mercado interno e indefinições do cenário econômico, e fazer prevalecer o objetivo de criação de postos de trabalho, crescimento dos salários e plena soberania nacional”. 20
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