Top PDF Uma análise empírica de interações em redes sociais

Open Uma análise das interações discentes em fóruns de discussão online de ambientes virtuais de aprendizagem através da análise de redes sociais

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distintos da Análise de Redes Sociais. Silva e Brito (2013) realizou a extração de dados através das menções dos participantes no fórum. Estas interações foram tabuladas, analisadas e representadas em uma matriz relacional MxN, logo após, representadas através de grafos dirigidos. O referente estudo não usou o auxílio de ferramentas para extração dos dados no fórum de discussão, nem as métricas da ARS para a análise dos mesmos. A análise foi baseada nas interações representadas na matriz relacional e em análises quantitativas de desempenho. Silva e Brito (2013) esclarece que o trabalho está andamento e precisa ser estendido. Já Oliveira et al (2014) faz uso da ferramenta SNAPP para extrair os dados dos fóruns. Entretanto, esta ferramenta não é compatível com todas as versões do AVA Moodle, característica esta, que limita o uso da ferramenta. As métricas de ARS foram aplicadas e os índices foram analisados adequadamente, todavia os autores ressaltam que o estudo foi preliminar e necessita ser estendido para validar, de modo eficaz, os resultados encontrados.
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APRENDIZAGEM COLABORATIVA E INTERAÇÕES NAS REDES SOCIAIS: QUALIFICAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA

APRENDIZAGEM COLABORATIVA E INTERAÇÕES NAS REDES SOCIAIS: QUALIFICAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA

RESUMO: Este artigo apresenta resultados de uma pesquisa exploratória de cunho investigativo. Neste artigo objetiva-se apresentar resultados de uma atividade desenvolvida com o auxílio das tecnologias na disciplina de Seminário Integrado, compreendendo como a inserção das tecnologias favorece os processos de ensino e aprendizagem de forma colaborativa. Assim, com o auxílio de oito professores e quarenta alunos, utilizaram-se as redes sociais para a coleta de dados e questionários impressos para avaliar o trabalho desenvolvido na rede; os dados foram analisados de forma quali-quantitativa via uso de gráficos e grafos. Como conclusão, se destaca que as tecnologias proporcionam a qualificação dos processos de ensino e de aprendizagem de forma colaborativa, já que rede tornou-se, de forma crítica e colaborativa, um lugar de produção de conhecimento escolar, exigindo a reestruturação didática e a formação continuada dos professores. Portanto, a inserção das tecnologias deve desenhar, tecer e alinhavar a verticalidade e a horizontalidade da aprendizagem colaborativa, para que os professores e alunos percebam as interfaces dos conteúdos e as possíveis inter-relações de forma relacional e contextual. Palavras-chave: Aprendizagem colaborativa. Tecnologias. Interações.
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Juventudes e redes sociais: interações e orientações educacionais

Juventudes e redes sociais: interações e orientações educacionais

O advento das novas tecnologias tem alterado os modos de vida dos indivíduos na sociedade, em especial, dos usuários jovens de redes sociais. Questiona-se como se efetivam as interações juvenis com as redes sociais e quais orientações educacionais são mediadas por seus responsáveis, para o uso consciente dessa ferramenta. Realizou-se uma pesquisa qualitativa que envolveu 30 participantes - 15 jovens cearenses e 15 pais - com o objetivo de compreender a utilização das redes sociais pelos jovens e as mediações educacionais desenvolvidas pelos responsáveis para orientação ao uso crítico dessas ferramentas. A coleta de dados, realizada mediante questionários mistos, possibilitou constatar: tempo excessivo de utilização da internet pelos jovens, em maior proporção para acesso às redes sociais; Facebook, Whatsapp, Mensseger e Instagran, respectivamente, como aplicativos mais utilizados; relação de dependência com a internet e autoexposição; e ausência de orientação educacional veiculada pelos pais e pela escola aos jovens. As discussões desses resultados apontaram para relevância da formação de identidades juvenis desde a sociabilidade intermediada pelas tecnologias da informação e comunicação, o que gera a necessidade dos pais conhecerem e acompanharem as interações realizadas pelos seus filhos nas redes sociais para evitar situações de perigo e orientar o uso crítico e consciente com mediação educacional dialógica.
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INTERACT: Um modelo baseado em contextos para motivação de interações em redes sociais

INTERACT: Um modelo baseado em contextos para motivação de interações em redes sociais

A popularização do uso de redes sociais virtuais em camadas cada vez mais jovens da sociedade vem tornando-se parte do cotidiano. Neste sentido, surgem novas implementações de Rede Social, como a Rede Social Espontânea (RSE). Ao contrário das redes sociais tradicionais, em que as interações sociais geralmente são uma extensão de relacionamentos existentes no mundo real, uma RSE parte da premissa de que não existe necessidade de relacionamento prévio entre os participantes. Considerando que mesmo em grupos formados por participantes que se conhecem de longa data não é possível assegurar qualquer tipo de interação ativa virtual, em redes sociais espontâneas esse fato poderia tornar-se motivo para desestímulo a sua utilização. O presente trabalho tem como objetivo a construção de um modelo capaz de extrair informações de grupos utilizando redes sociais, permitindo determinar o perfil do grupo a partir das informações extraídas dos históricos contextuais dos seus usuários membros, e, com isso recomendar recursos capazes de influenciar a interação entre os membros. Nesse cenário se enquadra o INTERACT, um modelo que possui como principal contribuição científica utilizar os históricos contextuais dos usuários de uma Rede Social Espontânea ou qualquer outra rede social para incentivar interações entre seus participantes. A utilização desses históricos como recurso para potencializar interações foi identificado como um diferencial em relação aos trabalhos relacionados da área os quais, em sua maioria, empregam somente o contexto atual como forma de gerar ações pontuais e sem relacionamento com outros participantes. Para avaliação do modelo, um grupo de voluntários foi convidado a participar de um experimento onde o INTERACT interagiu com o grupo através de um personagem criado. A análise foi realizada quantitativamente e qualitativamente, através da coleta dos números gerados pelas interações entre os participantes, registro de atividades e questionários. Os resultados apontam aumento no volume de interações entre participantes nos momentos de atuação do protótipo. Os participantes ainda relataram a influência positiva das ações do personagem gerenciado pelo protótipo, reconhecido por parte do grupo como "membro" mais influente.
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Análise de redes sociais no estudo das interações em fóruns de discussão : o caso de uma disciplina de mestrado em regime de e-learning

Análise de redes sociais no estudo das interações em fóruns de discussão : o caso de uma disciplina de mestrado em regime de e-learning

Falar de fóruns de discussão é, basicamente, o mesmo que falar de grupos de pessoas que, num determinado contexto, neste caso em rede, interagem entre si, tendo um objetivo comum e um fim específico. E porque “a análise destas redes e das suas interações faz como que uma radiografia da organização ou do grupo, que pode ser ampliada com outro tipo de análises” (Lima & Meirinhos, 2010, p. 546), pretendemos, neste trabalho, utilizar a metodologia da análise de redes sociais, principalmente, porque queremos perceber as dinâmicas de interação criadas nos fóruns de uma comunidade virtual de aprendizagem, concretizadas através da plataforma Moodle da UL, mais concretamente, a dois fóruns de discussão de uma das disciplinas do Mestrado em Educação e Tecnologias Digitais, em regime de e-learning. Aliás, “os fóruns devem ser utilizados como estratégia de comunicação e diálogo, permitindo a produção do saber” (Harasim,1995, citado por Lobato, 2013).
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POLÊMICA NAS REDES SOCIAIS: INTERAÇÕES SOBRE O ATAQUE AO CANDIDATO JAIR BOLSONARO

POLÊMICA NAS REDES SOCIAIS: INTERAÇÕES SOBRE O ATAQUE AO CANDIDATO JAIR BOLSONARO

Resumo: O presente trabalho trata sobre a construção de polêmicas nos espaços públicos das redes sociais digitais. Em específico, focaliza a polêmica construída em interações no Twitter sobre a o ataque sofrido pelo então candidato à presidência do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, no município de Juiz de Fora, em Minas Gerais, no dia 06 de setembro de 2018. Interessa observar as estratégias linguísticas mobilizadas pelos usuários dessa rede social para inscreverem seus pontos de vista (suas teses e argumentos) e construírem a polêmica pública, bem como refletir sobre as funções que o desacordo pode cumprir nesse contexto histórico de exercício da democracia. Fundamenta-se no quadro teórico que contempla o Estudo da Polêmica, desenvolvido por Amossy (2011, 2012, 2017a, 2017b).
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O discurso da sustentabilidade nas redes sociais : uma análise das interações no facebook durante a Rio+20

O discurso da sustentabilidade nas redes sociais : uma análise das interações no facebook durante a Rio+20

Na pesquisa frontal (pesquisar a rede), os autores referem que a única forma de analisar processos comunicativos é estar dentro, e que a externalidade configura-se como uma ilusão. Aqui a questão da intervenção do pesquisador ocorre em uma dimensão qualitativa. Fazem parte desta concepção os estudos que buscam analisar e observar o que as pessoas fazem quando estão online, que tipo de site visitam, por quanto tempo permanecem em cada arquitetura informativa ou como usam ou julgam determinas ferramentas informativas. São exemplos deste tipo as pesquisas de mercado. Na pesquisa imersiva (pesquisar na rede), a rede não é percebida como uma estrutura externa e frontal, mas como um espaço de sociabilidade e de interação, com características e dinâmicas próprias. As pesquisas que se inserem nessa perspectiva são desenvolvidas nas redes, uma vez que documentam e nelas observam as atividades dos usuários e suas práticas sociais. Aqui, participa-se de suas interações e compartilha-se as arquiteturas informativas de suas sociabilidades. Como observado pelas autoras Suely Fragoso, Raquel Recuero e Adriana Amaral (2011, p. 17), nestes casos a Internet se torna o objeto de pesquisa (aquilo que se estuda), o local de pesquisa (ambiente onde a pesquisa é realizada) e o instrumento de pesquisa (a ferramenta para coleta de dados).
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As interações do público no telejornal com o uso das redes sociais

As interações do público no telejornal com o uso das redes sociais

Resumo: Esta pesquisa procura dar continuidade aos estudos de doutoramento na perspectiva da participação do telespectador colaborativo no telejornal. Neste estudo, a análise se centraliza no uso das Redes Sociais, na Internet, cujo conteúdo, em imagens e vídeos pode ser utilizado ou não na estrutura do texto jornalístico em TV. A relevância deste trabalho consiste em analisar as mudanças ocorridas na interação dos telejornais com o seu público, considerando as seguintes hipóteses: 1) a troca de papeis comunicativos, assumidos por destinadores e destinatários, se evidencia na construção do enunciado e determinam uma alteração nas rotinas produtivas dos telejornais com a criação de novos ambientes midiáticos tecnodigitais; 2) a participação do público é responsável por simular uma visibilidade, representada pela exibição do conteúdo colaborativo e manipulada pelos telejornais.
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Interação, memória e saúde nas redes de conexões móveis : análise das conexões sociais da Nike + FuelBand

Interação, memória e saúde nas redes de conexões móveis : análise das conexões sociais da Nike + FuelBand

A mobilidade altera as características dos conteúdos. Pois, não são modificadas apenas as relações, mas o modo de distribuir informações, deixando rastros nos espaços e diferentes lugares, criando efetivamente uma identidade, uma memória global e não-local. Indivíduos inseridos antes, em uma comunicação linear, hoje, percebem-se em um ambiente ubíquo na comunicação móvel. A comunicação interativa e coletiva das Redes Sociais na Internet (RSIs) configura-se como aspecto relevante na comunicação da saúde, já que nelas estão inseridas comunidades, grupos de discussão, conexões com aplicativos (informações e dados) e interações sociais que possibilitam as diferentes vias das dinâmicas conversacionais e de compartilhamento numa comunidade. Neste sentindo, o indivíduo engloba todo o processo de interação dentro de um grupo e cultura específica. Rheingold, in Casalegno (2006), discorre sobre o sentido de comunidade. Para o autor, trata-se de um “fenômeno que é redefinido pelos seres humanos através da história” (2006, p. 206). Os diversos períodos precedentes da História modificam as relações, alterando o sentido de pertencimento em uma comunidade. O que atualmente modifica uma comunidade são as redes sociais (Rheingold, 2006). O autor define, então, uma comunidade como “um grupo de pessoas que têm um interesse comum ou que dividem algum tipo de destino comum e que se comunicam com as outras regularmente. A memória entra na comunicação de forma regular com os outros” (Rheingold, 2006, p. 206). O autor salienta a importância de, em uma comunidade, a s pessoas “terem identidades persistentes, mesmo que essas identidades não sejam as mesmas que elas utilizam na sua vida face a face” (Rheingold, 2006, p. 206). Este pretexto é simplesmente pela efetivação do capital social, pelos laços de confiança e/ou desconfiança que a outra pessoa lhe desperta; para o autor, a manutenção do capital social não pode ser realizada se os indivíduos possuem identidades diferentes a cada nova interação. Desta forma, informações em diferentes vias tornam-se um centro virtual, determinante para o capital social. São, portanto, agregadores sociais que permitem interações em diferentes redes de comunicação assincrônica, e que, possibilitada pelas tecnologias e dispositivos móveis vão auxiliar nestes processos de geração de novas vias.
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Teoria de redes e análise de redes sociais

Teoria de redes e análise de redes sociais

A formação de redes entre empresas e stakeholders do setor de comunicação com os ambientes de interesse da atividade econômica se destaca como tema de interesse na área. Assim, o presente artigo se propõe a mapear e analisar as interações sociais na produção e distribuição cinematográfica no Brasil, apresentando as relações em rede como forma de gestão dos atores econômicos atuantes na indústria brasileira de cinema. Para tanto, foram coletadas informações disponibilizadas no Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual sobre os filmes brasileiros lançados entre 1995 a 2015. Como resultado, verificou-se que nesse período foram lançados 1.251 filmes, sendo identificadas 613 produtoras e 218 distribuidoras. Apenas 53 produtoras se envolveram em coproduções e em apenas 137 filmes houve codistribuição. Por meio da análise das medidas estruturais da rede foi possível verificar que o mercado cinematográfico brasileiro é concentrado e possui poucas relações de cooperação.
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ANÁLISE DE REDES SOCIAIS: estudo de caso da rede mineira de startups San Pedro Valley

ANÁLISE DE REDES SOCIAIS: estudo de caso da rede mineira de startups San Pedro Valley

A análise das estatísticas deixa evidente o quanto a percepção de importância dos atores é relevante para a rede. Por possuir um grau de centralização de entrada relativamente expressivo em relação às demais redes (25,68%), pode-se inferir que, no nível conceitual (das percepções), as organizações de referência oferecem coesão às empresas cadastradas no que tange ao desenvolvimento do projeto da San Pedro Valley. Ou seja, mesmo com os atributos estruturantes até aqui analisados oferecendo menos interações entre os membros do que sua potencialidade, há um núcleo de empresas reconhecidas como de vanguarda operando como exemplo a ser seguido. Isso serve de referência não apenas para o ecossistema, mas também para o mercado, como uma proposta de valor da comunidade - portanto, funcionando como uma vitrina. Neste aspecto, esta é a rede que apresentou a maior densidade, 0,6%, o que indica que é relativamente menos difusa do que as demais analisadas.
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A DIMENSÃO ESPACIAL DA EXISTÊNCIA E AS GEOGRAFICIDADES: SOBRE OS SENTIDOS E O FUNDAMENTO GEOGRÁFICO DA AÇÃO POLÍTICA

A DIMENSÃO ESPACIAL DA EXISTÊNCIA E AS GEOGRAFICIDADES: SOBRE OS SENTIDOS E O FUNDAMENTO GEOGRÁFICO DA AÇÃO POLÍTICA

Por isso a substituição da noção de meio por espaço geográfico (CLAVAL, 2002) foi uma das principais questões da abertura do pensamento geográfico, ao considerar a concepção sistêmica para a compreensão da teoria social crítica. Ao perceber o papel que cumpria as relações e as interações entre os lugares, as redes sociais e econômicas formadas, considerando que “As cidades são comutadores sociais, formas de organizações do espaço destinadas a facilitar ao máximo todas as formas de interação.” (CLAVAL, 2002, p.18), e a política, como um fenômeno central na organização e produção do espaço, o pensamento geográfico passa a admitir e a investigar em outras perspectivas teóricas e epistemológicas as correlações da política com a dimensão espacial da vida cotidiana, e a partir disso compreender seu fundamento e sentido geográfico. Ao considerar que a vida cotidiana possui uma dimensão espacial que lhe é peculiar, considera-se que todos os fenômenos e processos por ela acolhidos, dentre os quais encontra-se a política, também possuam tais características.
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Redes sociais e o marketing de inovações.

Redes sociais e o marketing de inovações.

torna-se cada vez mais importante dada a velocidade de surgimento de inovações. Para a área de marketing, novos desafios surgem, pois o avanço tecnológico pode criar diferentes perfis de usuários de produtos, implicando a necessidade de imple- mentação de novos mecanismos de sensibilização do consumidor. Considerando o marketing boca a boca num contexto de redes sociais, este artigo procura avaliar a difusão do uso de novas tecnologias. Por meio de uma modelagem estocástica, são simuladas computacionalmente populações com graus diferentes de conexões nas redes sociais, e é estimada a evolução da proporção de usuários de uma nova tecnologia. O uso da modelagem estocástica permite a análise de fenômenos com- plexos que dificilmente poderiam ser avaliados de forma empírica, por causa da problemática de criação de constructos, de levantamento de dados, de adequação de estimativas de parâmetros à realidade de novas tecnologias e de limitação das ferramentas estatísticas. Os resultados do modelo sugerem que o fortalecimento de vínculos entre indivíduos e a implementação de programas de marketing que explorem as interações nas redes sociais constituem importantes estratégias para o aumento da velocidade de difusão de tecnologias.
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Proposta de análise de desempenho de algoritmos para otimização de redes de filas M/G/c/K baseada em DOE.

Proposta de análise de desempenho de algoritmos para otimização de redes de filas M/G/c/K baseada em DOE.

Sobre as possíveis direções que esta pesquisa pode tomar, pode-se citar a aplicação do algoritmo a problemas reais na área de manufatura e montagem, que podem apresentar redes de tamanho da ordem de centenas de nós (SPINELLIS; PAPADOULOS; SMITH, 2000). Não foi feita uma análise da ordem de complexidade do algoritmo de alocação, pois se queria apenas assegurar que os resultados fossem acurados. Entretanto, pelos experimentos realizados, observou-se que os tempos de processamento não cresceram dramaticamente com o aumento do número de nós da rede. Assim, é possível que problemas reais bem grandes sejam resolvidos pelo algoritmo. De fato, problemas de alocação de servidores em redes de filas finitas sem áreas de espera foram resolvidos por método similar para mais de uma centena de nós (ANDRIANSYAH et al., 2010).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA PRISCILA SOARES LIMA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA PRISCILA SOARES LIMA

propagar o entendimento da utilização da concepção de projetos como uma ferramenta que pode auxiliar na aprendizagem significativa e na diversificação do ensino. Nesse sentido, torna-se fundamental proporcionar o estudo das etapas de um projeto, para que, nas suas reformulações, eles sejam adequados aos postulados da pedagogia de projetos e considerados como um projeto de aprendizagem. Além disso, é relevante que, nessas discussões, haja o debate sobre a questão do pertencimento dos projetos, vista atualmente como uma ação individual do professor. Vislumbra-se, de modo contrário, que esse pertencimento seja um sentimento da coletividade e não somente do idealizador do projeto na escola. Para consolidar, na prática, o trabalho da escola é fundamental realizar a revisão coletiva do PPP, portanto, essa é mais uma proposição do segundo eixo de análise: a reformulação desse documento, ampliando as concepções dos projetos pedagógicos e a intencionalide da escola em construir um trabalho a partir dos projetos.
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uma Análise de Redes Sociais :: Brapci ::

uma Análise de Redes Sociais :: Brapci ::

Os esforços desta pesquisa se voltaram para a resolução dos problemas da efetiva disseminação do conhecimento ou tão somente para contribuir para fluxo de informações entre entidades humanas e não humanas envolvidas no sistema de transplantes de órgãos no Brasil. Assim, representa o resultado de uma investigação da troca de informações através de uma rede social formada pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT) 2 , do Ministério da Saúde que contempla a Coordenação-Geral do Sistema Nacional de Transplantes (CGSNT), a Central Nacional de Transplantes (CNT) e as unidades denominadas Centrais de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDO) dispostas pelas unidades federativas do país. Por entender que a gestão eficiente das informações é uma questão estratégica (SARACEVIC, 1995) em qualquer organização, mas vital para o SNT, esta investigação buscou estudar o fluxo de informações envolvido no intercâmbio de dados, informação e conhecimento bem como sua contribuição para o aprimoramento da capacitação dos profissionais envolvidos, revestindo-se da ação social maior qual seja o da promoção do desenvolvimento do indivíduo, de sua rede de relacionamento e da comunidade a qual pertence. Por isso, o objetivo fim foi, como cita (BARRETO, 2007), “fazer a luz brilhar para cada ser humano através da informação como mediadora do conhecimento”, submergindo-se no que se propõe a Ciência da Informação (CI) e no âmbito do estudo das redes sociais.
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Análise de redes sociais científicas para ampliação de redes de colaboração

Análise de redes sociais científicas para ampliação de redes de colaboração

Algoritmos e técnica de mineração de dados são usados em grandes volumes de dados para extrair padrões e gerar conhecimento com o objetivo de resolver problemas do mundo real. O processo de descoberta do conhecimento a partir desses dados geralmente en- volve as seguintes tarefas: pré-processamento da informação, mineração de dados e pós- processamento. Inúmeros estudos baseados em redes de colaboração tem usado técnicas de recuperação da informação. Muitas outras técnicas como mineração de regras de asso- ciação, seleção de características por meio de análise visual, seleção de instância e detecção de anomalias são também muito úteis na recuperação de informação e no gerenciamento do conhecimento, assim como o estudo do comportamento humano usando informações de redes de colaboração (Haider et al., 2015). Quando consideramos não somente o volume dos dados a serem analisados, mas a velocidade com que esses dados devem ser proces- sados e também a variedade das fontes dos dados, estamos diante de um problema que pode ser abordado através de técnicas, como por exemplo Big Data (McAfee et al., 2012). Segundo Baeza-Yates and Ribeiro-Neto (2013), Recuperação da Informação (RI) é uma área abrangente da Ciência da Informação que se concentra principalmente em prover aos usuários o acesso fácil às informações de seu interesse, tratando da representação, armazenamento, organização e acesso a itens de informação, como documentos, páginas Web, catálogos online, registros estruturados e semiestruturados, objetos multimídia, etc. A representação e a organização dos itens de informação devem fornecer aos usuários facilidade de acesso às informações de seu interesse.
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Redes sociais na comunicação científica: Análise de Redes Sociais (ARS) nos anais do Enancib

Redes sociais na comunicação científica: Análise de Redes Sociais (ARS) nos anais do Enancib

Resumo: Levando em consideração as redes sociais atribuídas à comunicação científica, o Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação – Enancib apresenta redes sociais formadas por diversas relações constituídas intrainstitucionalmente, interinsitucionalmente, por coautorias, colaborações, e até mesmo por colégios invisíveis. Este artigo visa conhecer a produção científica em redes sociais, tendo como objetivo analisar a produção do conhecimento sobre redes sociais no GT4 dos anais do Enancib no período de 2010 a 2016. A pesquisa de cunho exploratório, com abordagem quanti-quali, buscou visualizar o conteúdo das relações das redes sociais do GT4, conhecendo também os aspectos matemáticos das matrizes estabelecidas a partir dos cruzamentos de dados numéricos na planilha do Excel implícita no aplicativo UCINET, versão 6.232, proposta pela Análise de Redes Sociais (ARS) das tabelas e grafos produzidos pelo aplicativo. Como achados de pesquisa, pode-se constar que o GT4 apresenta relações intra e interinstitucional; que a USP tem se destacado na produção das redes sociais; que a pesquisa sobre redes sociais no GT4 configurou-se uma rede social sócio técnica; e que existe um vasto campo de estudo sobre redes sociais a ser relacionado com os interesses no GT pesquisado.
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DOMINGOS RIBEIRO PEREIRA COUTO O IMPACTO DAS REDES SOCIAIS O DESE
VOLVIME
TO LOCAL A ERA DA GLOBALIZAÇÃO

DOMINGOS RIBEIRO PEREIRA COUTO O IMPACTO DAS REDES SOCIAIS O DESE VOLVIME TO LOCAL A ERA DA GLOBALIZAÇÃO

Projecto de sistema europeu de redes sociais Pag.. Redes Sociais em Portugal.[r]

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