Top PDF Uma nova espécie do gênero Monacis Roger, da Amazônia (HYMENOPTERA: FORMICIDAE).

Uma nova espécie do gênero Monacis Roger, da Amazônia (HYMENOPTERA: FORMICIDAE).

Uma nova espécie do gênero Monacis Roger, da Amazônia (HYMENOPTERA: FORMICIDAE).

do alitronco, do comprimento do pecíolo e do comprimento do gáster; Comprimento da cabe ça (CC) , em vista frontal - da margem anterior da borda do clípeo ao ponto posterior da.. borda [r]

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Uma nova espécie de Croton sect. Geiseleria (Euphorbiaceae) da Amazônia Oriental brasileira.

Uma nova espécie de Croton sect. Geiseleria (Euphorbiaceae) da Amazônia Oriental brasileira.

RESUMO – (Uma nova espécie de Croton sect. Geiseleria (Euphorbiaceae) da Amazônia Oriental brasileira). Uma nova espécie de Euphorbiaceae da Amazônia brasileira, Croton strobiliformis Secco, é descrita. Essa espécie é superficialmente semelhante a C. hirtus L’Heritier, mas pode ser distinguida pelos seguintes caracteres: ramos esparsamente pubescentes, glabrescentes, folhas com denso indumento de tricomas estrelado-porrectos em ambas as faces, levemente áspera na abaxial, com nervuras acentuadamente mais evidentes que na face adaxial, estípulas 2, aciculadas, inflorescência em racemo estrobiliforme, flores pistiladas várias, agrupadas na base da inflorescência, pétalas das flores estaminadas com denso indumento de tricomas vilosos internamente, estames com tricomas vilosos na base e frutos com indumento denso-velutino. A posição sistemática de C. strobiliformis em relação às seções de Croton é discutida.
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Uma nova espécie de Glaucidium (Aves, Strigidae) da Amazônia.

Uma nova espécie de Glaucidium (Aves, Strigidae) da Amazônia.

Faltava então docu- mentar a voz da população do Sudeste brasileiro, o que consegui em 10 e 11/08/84 (São Sebastião, São Paulo, macho ZUEC 1335 obtido fmalmente na madrugada do d[r]

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Uma nova espécie do gênero Cynometra L. (Caesalpiniaceae) para a Amazônia.

Uma nova espécie do gênero Cynometra L. (Caesalpiniaceae) para a Amazônia.

inconspicue inaequi 1 aterae, glabrae; ad apicem atenuatae, ad acuminatae (acumene 1-2 cm longo), modice emarginatae, mucronatae vel non, ad basin leviter asymmetricae, interne cuneata[r]

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Descrição de uma nova espécie de Rhodnius (Hemiptera, Reduviidae, Triatominae) da Amazônia

Descrição de uma nova espécie de Rhodnius (Hemiptera, Reduviidae, Triatominae) da Amazônia

Na tentativa de controlar a doença de Chagas na Amazônia é necessário um sistema de vigilância que permita a detecção rápida de casos agudos e de qualquer indício de domiciliação de triatomíneos endêmicos na região. O processo de colonização desses triatomíneos ainda é pouco conhecido e demanda estudos taxonômicos e comportamentais das diferentes espécies de triatomíneos a fim de investigar quais espécies teriam maior potencial de se estabelecer nos ambientes peridoméstico e doméstico. Esses estudos são relevantes para determinar os fatores de riscos para as diferentes espécies, prováveis mecanismos de adaptação e preferência por ecótopos e animais que possam servir como fonte de alimentação. Esse conhecimento é fundamental para que medidas de controle eficientes possam ser implementadas a fim de combater o processo de domiciliação de espécies na Amazônia (Noireau et al., 2000; Abad-Franch et al., 2009; Valente et al., 2009).
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Uma nova espécie do gênero Temnomastax (Temnomastacinae, Eumastacidae, Orthoptera) da Amazônia.

Uma nova espécie do gênero Temnomastax (Temnomastacinae, Eumastacidae, Orthoptera) da Amazônia.

RESUMO. O gênero Temnomastax apresenta atualmente sete espécies, sendo amplamente distribuídas pelo domínio Cerrado, na América do Sul. Neste trabalho, uma oitava espécie, Temnomastax spielmanni sp. nov., é descrita para a região Amazônica brasileira. A diagnose da nova espécie baseia-se em caracteres do complexo fálico e em características morfológicas externas. Temnomastax spielmanni sp. nov. apresenta semelhança com Temnomastax beni Rehn & Rehn, 1942, que ocorre em território boliviano, mas pode ser diferenciada por alguns caracteres externos. O complexo fálico de T. spielmanni sp. nov. apresenta caracteres ainda não descritos em Temnomastacinae; tal fato reforça a necessidade da revisão taxonômica dessa subfamília, o que poderá esclarecer as relações filogenéticas existentes.
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Gênero e espécie nova de Neocoelidiinae (Hemiptera: Auchenorrhyncha, Cicadellidae).

Gênero e espécie nova de Neocoelidiinae (Hemiptera: Auchenorrhyncha, Cicadellidae).

Com base no estudo dos Neocoelidiinae do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e da literatura, são aqui propostos um novo gênero e uma nova espécie. Para o estudo da genitália, seguiu-se a técnica de Oman (1949) com pequenas alterações e a terminologia de Hamilton (1981)

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Descrição de uma espécie nova de Cephalosphaera Enderlein, 1936 da Amazônia (Diptera, Pipunculidae).

Descrição de uma espécie nova de Cephalosphaera Enderlein, 1936 da Amazônia (Diptera, Pipunculidae).

O gênero Cephalosphaera Enderlein, 1936 é cosmopolita, caracterizado pelas cerdas ocelares ausentes; cabeça subglobosa; pós-crânio largo; margem posterior do olho normal; escuto e escutelo sem cerdas fortes; cerdas acrosticais ausentes; propleura com cerdas proepisternais dispostas em leque; cerdas dorsocentrais diferenciadas, diminutas; veia M2 presente; tergitos 6 e 7 ocultos sob o tergito 5, às vezes o tergito 6 é visível dorsalmente.

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Revisão do gênero Neotropical Myiotabanus Lutz (Diptera, Tabanidae) com descrição de uma espécie nova.

Revisão do gênero Neotropical Myiotabanus Lutz (Diptera, Tabanidae) com descrição de uma espécie nova.

O material utilizado pertence às seguintes instituições: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Manaus (INPA); Instituto Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro (IOC); Museu Paraense Emílio Goeldi, Belém (MPEG); Museu de Zoologia da Universida- de de São Paulo, São Paulo (MZSP) e “Ohio State University”, Columbus (OSU). Um espécime de M. sarcophagoides do “Museum of Comparative Zoology” (MCZ), Harvard, sob empréstimo à co- leção “Florida State Collection”, Gainesville não foi estudado

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CARACTERIZAÇÃO DE UMA NOVA ESPÉCIE DE Potyvirus INFECTANDO MANDIOQUINHA-SALSA

CARACTERIZAÇÃO DE UMA NOVA ESPÉCIE DE Potyvirus INFECTANDO MANDIOQUINHA-SALSA

A família Potyviridae é a mais importante família de vírus de planta reconhecida, causando doenças em diversas culturas. Possui seis gêneros, divididos de acordo com vetor de transmissão, gama de hospedeiros e organização genômica (Fauquet et al., 2005). São estes: Ipomovirus, tendo como espécie-tipo o Sweet potato mild mottle virus (SPMMV), apresentam um componente genômico e são transmitidos por mosca-branca; Macluravirus, a espécie-tipo é o Maclura mosaic virus (MacMV), é caracterizado por ser transmitido por afídeos e possuir apenas um componente genômico em partículas menores que 700 nm de comprimento; Rymovirus, cuja espécie-tipo é o Ryegrass mosaic virus (RGMV), caracteriza-se por apresentar um único componente genômico, todas as espécies estão restritas a infecção de plantas da família Poaceae e a sua transmissão é feita por ácaros do gênero Abacarus; Tritimovirus, cuja espécie-tipo é o Wheat streak mosaic viru (WSMV), também com um único componente genômico e todas as espécies restritas à família Poaceae, porém sua transmissão é feita por ácaros do gênero Aceria; Bymovirus, tem como espécie-tipo o Barley yellow mosaic virus (BaYMV), caracteriza-se por duas moléculas de RNA e a sua transmissão é feita por fungos a gramíneas (Fauquet et al., 2005; Adams et al., 2005a).
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Ascomicetos associados a plantas da reserva natural da Embrapa Cerrados, Distrito Federal

Ascomicetos associados a plantas da reserva natural da Embrapa Cerrados, Distrito Federal

O gênero Ophiociliomyces tem como espécie tipo O. bauhiniae Bat. & I.H. Lima e apresenta quatro registros atualmente. O gênero já foi incluído na família Pseudoperisporiaceae, classe Dothideomycetes (Hyde et al., 2013), mas posteriormente foi excluído da ordem Meliolales e alocado como gênero incertae sedis no filo Ascomycota (Hongsanan et al., 2015). As características do gênero são as seguintes: ascoma superficial em folhas, solitário, globoso, rompendo-se quando seco; hifas superficiais e hifopódios ausentes; perídio marrom-escuro, compreendendo células entrelaçadas, mais escuras na borda, com dois estratos, estrato externo de paredes grossas, células marrom-escuras e estrato interno de células hialinas a marrom-pálidas; ascos contendo oitos esporos, bitunicados, clavados a ovoides, ou subglobosos, apedicellados, com ápice arredondado, sem câmara ocular; ascósporos fasciculados, hialinos a acinzentados, fusiformes a clavados, 10–13 septos, sem constrição nos septos, retos a ligeiramente curvos, de paredes lisas (Hongsanan et al., 2015).
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Uma nova fase do capitalismo ou um novo modo de produção capitalista? — Outubro Revista

Uma nova fase do capitalismo ou um novo modo de produção capitalista? — Outubro Revista

Por tudo isso, Ruy Fausto sugeriu que a subsunção do trabalho ao capital na pós-grande indústria fosse pensada ainda como real, já que está também regida por um princípio objetivo de o[r]

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Nova espécie do gênero Galissus Dupont (Coleoptera, Cerambycidae) e chave para identificação das espécies.

Nova espécie do gênero Galissus Dupont (Coleoptera, Cerambycidae) e chave para identificação das espécies.

O gênero Galissus foi estabelecido por Dupont (1840) para conter G. cyanopterus Dupont, 1840, ba- seado numa fêmea e procedente da Guiana France- sa. Thomson (1864) mencionou, equivocadamente, G. cyanopterus para a Colômbia. Lacordaire (1869) apresentou caracteres para redefinir o gênero com base no único exemplar que examinou, uma fêmea, e corre- tamente deu-a como procedente da Guiana Francesa. Zajciw (1960) estendeu a distribuição de G. cya- nopterus para o Brasil, Pará, redefiniu o gênero e a espécie. Mencionou que esse exemplar paraense apre- sentava antenas com 12 segmentos, mas manteve a dúvida quando utilizou como caracteres complemen- tares à descrição:
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Uma nova espécie para o gênero Gossypium L..

Uma nova espécie para o gênero Gossypium L..

Também quanto à pubescência, caicoense é intermediária entre barbadense (com pubescência intensa) e hirsutum (com pubescência rala). Obser- vações efetuadas no local de colheita e em c[r]

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Aspectos taxonômicos e história natural da Herpetofauna na Zona da Mata de Minas Gerais, Brasil

Aspectos taxonômicos e história natural da Herpetofauna na Zona da Mata de Minas Gerais, Brasil

As medidas seguiram adaptações de Feio et al. (2006) e estão em milímetros (mm): CRC (comprimento rostro-cloacal); CC (comprimento da cabeça); LC (largura da cabeça); DO (diâmetro do olho); LPS (largura pálpebra superior); DON (distância olho-narina); DIN (distância internasal); DT (diâmetro do tímpano); DIO (distância interorbital); DTO (distância tímpano-olho); CCX (comprimento da coxa); CTB (comprimento da tíbia); CP (comprimento do pé); CMA (comprimento da mão: distância em linha reta entre o pulso e a ponta do dedo médio); CAT (comprimento do antebraço); CB (comprimento do braço). O canto de anúncio da nova espécie foi registrado usando um gravador Sony ICD-PX720, com microfone interno. As vocalizações foram analisadas usando o programa Raven 1.4 beta para Windows (Cornell Lab of Ornithology Research Program Bioacoustics Workstation), com uma frequência de amostragem de 44.100 Hz e 16-bit de resolução. O oscilograma de som e o espectrograma foram gerados usando os seguintes parâmetros: FFT = 256, sobreposição = 89.8% e janela tipo Hamming. Descrições e terminologias das propriedades acústicas segue Duellman & Trueb (1994).
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Uma nova espécie de Hylodes Fitzinger da Serra da Mantiqueira, Minas Gerais, Brasil (Anura: Hylodidae).

Uma nova espécie de Hylodes Fitzinger da Serra da Mantiqueira, Minas Gerais, Brasil (Anura: Hylodidae).

RESUMO. Descrevemos uma nova espécie de Hylodes da Serra Negra, Município de Santa Bárbara do Monte Verde, Minas Gerais, sudeste do Brasil. A nova espécie pertence ao grupo Hylodes lateristrigatus, apresentando as seguintes características distintivas: corpo pequeno, focinho truncado em vistas dorsal e lateral, escudos da superfície dorsal dos discos dos dedos pouco desenvolvidos, superfície dorsal do corpo e coxas marrom-oliváceo com manchas escuras no dorso e listras nas patas traseiras. A nova espécie se distingue das demais do grupo pelo número de notas e características físicas do canto de anúncio e por vocalizar tanto de dia quanto à noite. Este é o primeiro registro de vocalização noturna para o gênero. Apresentamos descrições da vocalização e informa- ções sobre a história natural da nova espécie. Discutimos a distribuição das espécies do gênero Hylodes, em relação às principais serras do leste do Brasil e seus sistemas de drenagem atuais.
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Triphora uniflora A. C. Ferreira, Baptista & Pansarin (Orchidaceae: Triphoreae): uma nova espécie e primeiro registro do gênero Triphora Nutt. para o estado de São Paulo, Brasil.

Triphora uniflora A. C. Ferreira, Baptista & Pansarin (Orchidaceae: Triphoreae): uma nova espécie e primeiro registro do gênero Triphora Nutt. para o estado de São Paulo, Brasil.

RESUMO – (Triphora unifl ora A.C. Ferreira, Baptista & Pansarin (Orchidaceae: Triphoreae): uma nova espécie e primeiro registro do gênero Triphora Nutt. para o estado de São Paulo, Brasil). Triphora unifl ora A. C. Ferreira, Baptista & Pansarin uma nova espécie de Orchidaceae, é descrita e ilustrada. Além disso, o gênero Triphora é referido pela primeira vez para o estado de São Paulo. As relações da nova espécie com outros táxons do gênero, bem como a necessidade de conservação do habitat natural dessa espécie de Triphora, são discutidas.
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Ocorrência do gênero Conostomum Sw. (Bartramiaceae) no Brasil.

Ocorrência do gênero Conostomum Sw. (Bartramiaceae) no Brasil.

Durante uma revisão de amostras depositadas no her- bário SP para o estudo de Bartramiaceae, foi encontrada uma espécie deste gênero, que é nova ocorrência para o país. Conostomum macrotheca Herz., Biblith. Bot. 87: 95. 1916. Tipo: Bolívia, “auf Tofb oden na den Cerros de Málaga, ca. 4000 m” Herzog 4419 (Holotipo JE).

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