Top PDF Uma revisão geral sobre o clima da Amazônia.

Uma revisão geral sobre o clima da Amazônia.

Uma revisão geral sobre o clima da Amazônia.

provoca, a nível sazonal, uma redução no saldo dc radiação de ondas curtas (8%) e total (3%), um aumento na temperatura média do ar (0,9°C), um redução pequena na umidade específica [r]

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Resposta do clima amazônico ao desmatamento progressivo da Amazônia e do Cerrado

Resposta do clima amazônico ao desmatamento progressivo da Amazônia e do Cerrado

alterar os fluxos biofísicos em superfície de várias maneiras: a primeira seria modificar o albedo da superfície modificando assim o balanço de energia e a temperatura em superfície. Este, em troca, afetaria como a superfície se resfria, pela mudança no balanço entre perda de calor sensível e perda de calor latente. Finalmente, a altura e a densidade da vegetação afetam a rugosidade da superfície, que por sua vez influencia na turbulência próxima ao solo. Superfícies mais rugosas misturam o ar com maior eficiência, melhorando o processo de resfriamento. Mudanças no albedo, na rugosidade da superfície, e na razão entre perda de calor sensível e calor latente podem afetar, então, os fluxos entre a superfície e a atmosfera e, como resultado, alterar a circulação atmosférica e modificar o clima. Os ecossistemas terrestres também afetam o clima alterando a concentração atmosférica de CO 2 através da fotossíntese e da respiração. A simples remoção da Amazônia ou do Cerrado implica em uma menor quantidade de CO 2 sendo removido da atmosfera, o que poderia intensificar o efeito
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O regime internacional do clima e as implicações para o Brasil: o desafio do Acordo de Paris

O regime internacional do clima e as implicações para o Brasil: o desafio do Acordo de Paris

O contexto político brasileiro é de avanço da influência dos setores conservadores no processo de tomada de decisão. Assim, em 2012, foi aprovada a Reforma do Código Florestal que ensejou o aumento do desmatamento da Amazônia em 2013. Devido à recusa governamental em promover uma transição para uma economia de baixo carbono, o setor energético é o que mais cresce em termos de emissões. Se a tendência de diminuição do desmatamento na Amazônia continuar, mesmo que em menor ritmo do que anteriormente, há a possibilidade de o setor de energia se tornar o principal responsável pelas emissões brasileiras. A análise do plano plurianual 2016-2019 confirma essa hipótese. Quando comparados os investimentos no programa de mudanças climáticas e os investimentos na indústria de combustíveis fósseis, vê-se claramente o rumo que o Brasil está dando para a sua economia. O país em breve não terá mais o trunfo da redução do desmatamento para colocar na mesa das negociações internacionais e terá que encarar o desafio de uma transição para uma economia de baixo carbono. Todavia, parece mais provável que o país perca seu prestígio internacional do que mude o caminho conservador que agora está trilhando.
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Estud. av.  vol.30 número88

Estud. av. vol.30 número88

parte de um dossiê interdisciplinar sobre Dilemas ambientais e fron- teiras do conhecimento. A complexidade desse conjunto revela-se não só na variedade dos seus temas (clima, água, energia, consumo, terra, Amazônia), como na reflexão em torno de modos de pensar o contexto brasileiro que abraça cada um dos aspectos escolhidos.

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Alterações em parâmetros físicos e em concentrações de cátions e ânions em uma micro-bacia hidrográfica de Manaus devido a expansão urbana.

Alterações em parâmetros físicos e em concentrações de cátions e ânions em uma micro-bacia hidrográfica de Manaus devido a expansão urbana.

A micro-bacia hidrográfica do igarapé Bolívia em condições totalmente naturais, possui pH ácido, como outros igarapés de terra firme da Amazônia central pertencentes à bacia hidrográfica do rio Negro. Apresenta baixa turbidez e condutividade elétrica, e predominância de magnésio dentre os cátions, e sulfato entre os ânions. Tais características ocorrem devido à interação entre: dinâmica florestal da reserva Ducke, a biota aquática, a geologia e o clima local. Desta forma, é possível afirmar que micro-bacia hidrográfica do igarapé Bolívia possui dois ambientes bem definidos: de ambiente natural, no interior da reserva Adolfo Ducke, onde existem igarapés sem nenhuma influência antrópica direta; e ambiente alterado, o qual descaracteriza totalmente as condições naturais dessa micro-bacia hidrográfica, devido ser uma área urbanizada e que exerce forte pressão antrópica nesses igarapés, como despejo de efluente doméstico sem tratamento.
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Convecção úmida na Amazônia: implicações para modelagem numéric.

Convecção úmida na Amazônia: implicações para modelagem numéric.

Os movimentos ascendentes e descendentes no interior de torres convectivas individuais são da ordem de 1 km ou menos (Byers e Braham, 1948; LeMone e Zipser, 1980) e a subsidência, que os compensam, cobre distâncias muito maiores [de 10 km até muito mais de 100 km, dependendo do raio de deformação (Bretherton, 1993; Mapes, 1998)]. Esses movimentos correspondem a circulações cujas escalas, tão desiguais, os impedem de ser explicitamente resolvidos nos modelos numéricos de previsão de tempo e clima com as resoluções atuais. Para complicar ainda mais essa diiculdade em resolver movimentos convectivos está o fato de as nuvens convectivas poderem gerar circulações de meso-escala (resolvidas ou não nos modelos), e que atuam para organizar complexos convectivos (Molinari e Dudek, 1992). Segundo Cotton e Anthes (1989), o problema da parametrização da convecção consiste em relacionar a convecção e os transportes associados a ela, que não podem ser resolvidos, com as variáveis de maior escala, estas sim, previstas pelo modelo, o que, em determinadas circunstâncias, pode constituir um problema não condicionado. Nos Modelos de Circulação Geral da Atmosfera (MCGAs) ou Modelos Regionais de Previsão de Tempo, os efeitos da convecção atmosférica devem ser necessariamente levados em conta. Contudo, as parametrizações convectivas tipicamente usadas nesses modelos de grande escala têm experimentado diiculdades em simular os efeitos dos processos convectivos em todas as regiões tropicais e, particularmente, em representar o ciclo diurno (Lin et al. 2000; Yang e Slingo, 2001).
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MATERIAIS E MÉTODOS Área de Estudo

MATERIAIS E MÉTODOS Área de Estudo

Michalski & Norris (2011) ao estudarem um grupo de pacas numa floresta de clima tropical chu- voso no Sul da Amazônia brasileira encontraram um padrão de atividade predominante not[r]

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GESTÃO DA MUDANÇA, DA CULTURA E DO CLIMA ESCOLAR: ANÁLISE DAS AÇÕES DE UMA EQUIPE GESTORA EM PROL DA EFICÁCIA ESCOLAR

GESTÃO DA MUDANÇA, DA CULTURA E DO CLIMA ESCOLAR: ANÁLISE DAS AÇÕES DE UMA EQUIPE GESTORA EM PROL DA EFICÁCIA ESCOLAR

O capítulo 2 analisou os indicadores que apontam para o bom desempenho da escola, para a mudança da cultura e para a melhoria do clima organizacional. Para iniciar a análise, foi feita uma pesquisa de campo que levantou informações sobre os principais projetos e ações pedagógicas, parcerias firmadas e indicadores de fluxo e desempenho. Buscando analisar as causas da melhoria das relações intra e interpessoais e dos resultados do desempenho escolar, foi possível perceber que, de fato, existe influência da atuação da equipe gestora nas mudanças que aconteceram na escola, em relação à cultura, ao clima organizacional e aos resultados. A pesquisa foi realizada no período compreendido entre agosto de 2012 e agosto de 2013 e confirmou que as práticas de gestão adotadas são compatíveis com os fatores presentes nas escolas eficazes e merecem ser compartilhadas com os demais gestores no âmbito da Regional Noroeste Fluminense.
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GESTÃO EDUCACIONAL: UMA ANÁLISE QUALITATIVA DOS FATORES QUE GERAM O ÊXITO DA ESCOLA

GESTÃO EDUCACIONAL: UMA ANÁLISE QUALITATIVA DOS FATORES QUE GERAM O ÊXITO DA ESCOLA

Zelando pela gestão pedagógica, como exemplos das atividades desenvolvidas nas reuniões são citadas: os relatos de experiências pedagógicas de Matemática e de Língua Portuguesa realizado pelo(a)s professore(a)s; a demonstração do material didático da escola; sugestões de utilização de material concreto nas aulas de matemática; orientações aos professores para a elaboração de instrumentos de avaliação. Ocorre também a formação de grupos de estudos de material pedagógico institucional (Guia do Alfabetizador, Cadernos SEE/CEALE, Matrizes Curriculares, CBC e outros reconhecidos na área educacional); estudos das Matrizes Curriculares coordenado por professora de outra Escola Estadual; estudo dos materiais pedagógicos enviados pela Superintendência Regional de Ensino; estudo de artigos de revistas e vídeos. São proferidas palestras pela Diretora da Escola sobre a prática da sala de aula; solicitações quanto ao compromisso dos professores; com as datas e entregas de avaliações, diários de classe e outras; sugestões de Planos de Aulas utilizando a metodologia de Sequência Didática. Ocorrem ainda dinâmicas motivacionais (alguns oferecidos pela equipe da Superintendência Regional de Ensino de Campo Belo) sobre temas pedagógicos; troca de conhecimentos e experiências bem sucedidas entre os professores, com foco na aprendizagem dos alunos, sempre com ênfase no trabalho coletivo.
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O capitalismo rumo a uma regulação caótica — Outubro Revista

O capitalismo rumo a uma regulação caótica — Outubro Revista

A repartição atual das rendas está determinada pelo critério do lucro, no sentido de que a demanda salarial não é cabível, pois não corresponde mais a possibilidades de mercado rentáv[r]

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MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ZOOLOGIA MESTRADO EM ZOOLOGIA – ÁREA: BIODIVERSIDADE E CONSERVAÇÃO

MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ZOOLOGIA MESTRADO EM ZOOLOGIA – ÁREA: BIODIVERSIDADE E CONSERVAÇÃO

Estudos conduzidos no sudeste asiático, onde se localizam as maiores áreas da produção mundial de dendê, a maior parte da expansão do cultivo se deu através da conversão da floresta nativa (Wakker, 2004; Koh & Wilcove, 2008), demonstram que as áreas de plantio de palma possuem uma baixa riqueza de espécies quando comparadas a florestas nativas (Danielsen et al., 2009), podendo levar a modificações na estrutura das comunidades bióticas (Koh, 2008b; Fitzherbert et al., 2008; Danielsen et al., 2009; Savilaakso et al., 2014). Na Amazônia brasileira, estudos demonstraram que áreas de plantio de palma possuem menor riqueza de espécies quando comparadas a floresta nativa (Correa et al., 2015; Lees et al., 2015; Almeida et al., 2016), isso ocorre devido às plantações de palma possuírem estrutura menos complexa, quando comparados às florestas naturais (Fitzherbert et al., 2008), pois apresentam árvores com idade uniforme, pouca cobertura de dossel, sub-bosque esparso e microclima pouco estável (Foster et al., 2011).
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DA CLIMATOLOGIA GEOGRÁFICA À GEOGRAFIA DO CLIMA GÊNESE, PARADIGMAS E APLICAÇÕES DO CLIMA COMO FENÔMENO GEOGRÁFICO

DA CLIMATOLOGIA GEOGRÁFICA À GEOGRAFIA DO CLIMA GÊNESE, PARADIGMAS E APLICAÇÕES DO CLIMA COMO FENÔMENO GEOGRÁFICO

Pouco antes, na França, Pierre Pédélaborde (1957 e 1959), que também partia da aceitação dos pressupostos teóricos de Sorre, propôs o método sintético das massas de ar, interessado na elaboração de um conjunto de técnicas que permitisse a defi nição dos tipos de tempo encarados em sua totalidade, portanto, demonstrando menor interesse pela questão do ritmo. Entretanto, a leitura que Monteiro rea- lizou a partir da obra de Sorre, sobre os fundamentos genéticos e dinâmicos do clima, o levaria a uma concepção bastante diferente daquela preconizada por Pédélaborde, pois enquanto este se preocupava com a totalidade dos tipos de tempo, Monteiro se interessava mais pelo mecanismo de encadeamento sequencial desses tipos, ou seja, pelo ritmo.
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PRODUTIVIDADE E RENTABILIDADE DE BRÓCOLOS DE INFLORESCÊNCIA ÚNICA EM SISTEMA PLANTIO DIRETO

PRODUTIVIDADE E RENTABILIDADE DE BRÓCOLOS DE INFLORESCÊNCIA ÚNICA EM SISTEMA PLANTIO DIRETO

O presente trabalho teve como objetivo avaliar a produção de brócolos de inflorescência única no verão em sistema Plantio Direto com uso de diferentes plantas de cobertura. O experimento foi conduzido no delineamento de blocos casualizados, em arranjo de parcelas subdivididas com três repetições. Cada planta de cobertuta - milheto (Pennisetum glaucum), milho (Zea mays), consórcio de milho com mucuna-preta preta (Estilozobium aterrimum), sorgo-sudão (Sorghum bicolor X S. sudanense), além do plantio convencional (solo após pousio preparado com aração e gradagem), constituiu uma parcela, sendo nelas distribuídas as cultivares Avenger, Demoledor, Grandisimo, Green Storm Bonanza, Legacy e o material HECB01-06, constituindo as sub-parcelas. Não houve diferença entre o sistema Plantio Direto e convencional quanto à produção de brócolos, possivelmente pelo curto ciclo até o manejo das plantas de cobertura, 57 dias após semeadura, acarretando em menor permanência de seus resíduos sobre o solo. Houve diferença significativa entre cultivares para as variáveis avaliadas, não havendo, no entanto, interação significativa entre cultivares e plantas de cobertura. Com relação às cultivares avaliadas, Avenger foi a que obteve maior produtividade (13.216 kg.ha -1 ), peso médio de inflorescências (457,5g), diâmetro (15,3cm) e melhor qualidade das inflorescências. Quanto ao ciclo médio, o material HECB01-06 foi o mais precoce, com início de colheita aos 57 dias após o transplante. Houve acentuada variação entre as cultivares para distribuição semanal da produtividade total, com as cultivares mais precoces sendo menos produtivas. Portanto, é recomendável a adoção do sistema Plantio Direto, considerando-se os benefícios por ele proporcionados.
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Marx: Uma filosofia da subjetividade — Outubro Revista

Marx: Uma filosofia da subjetividade — Outubro Revista

No terreno da filosofia cia subjetividade, o método ontológico-genético de- senvolvido por Lukács permite fazer justiça à diversidade e heterogeneidade das atividades do sujeito, mostra[r]

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INTRODUÇÃO A ABORDAGEM DA CIÊNCIA DO COMPORTAMENTO

INTRODUÇÃO A ABORDAGEM DA CIÊNCIA DO COMPORTAMENTO

A Teoria das Decisões refere-se mais aos efeitos dos processos formais sobre a tomada de decisões, deixando de lado os processos interpessoais que não estão incluídos na organização formal. O importante hoje, é criar e inovar, e isto exige mirar o futuro e não os problemas que estão acontecendo, ou seja, criar condições inovadoras para um futuro melhor e não apenas corrigir o presente através da solução de seus problemas atuais.

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TGA Aula13 Unid7 Texto14 ParqueInfantil

TGA Aula13 Unid7 Texto14 ParqueInfantil

O texto mostra que um parque infantil pode ser desmembrado em partes e cada parte forma um subsistema, e por sua vez, quando interagindo entre eles, formam um sistema. Este sistema utiliza, em geral, elementos e ações externas e as modifica, transformando-os em saídas, que são os objetivos.

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Quanto ao seu NÍVEL , os sistemas classificam-se em ECOSSISTEMA, SISTEMA e SUBSISTEMA: - ECOSSISTEMA (ou Supersistema): trata sistema como uma concepção maior, como um todo, mais

Quanto ao seu NÍVEL , os sistemas classificam-se em ECOSSISTEMA, SISTEMA e SUBSISTEMA: - ECOSSISTEMA (ou Supersistema): trata sistema como uma concepção maior, como um todo, mais

A organização é um sistema social cujas partes são independentes, mas inter-relacionadas. "O sistema organizacional compartilha com os sistemas biológicos a propriedade de uma intensa interdependência de suas partes, de modo que a mudança em uma das partes provoca impacto sobre as outras". A organização não é um sistema mecânico no qual uma das partes pode ser mudada sem um efeito concomitante sobre as outras partes. Devido à diferenciação provocada pela divisão do trabalho, as partes precisam ser coordenadas através de meios de integração e controle.
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TGA Aula11 Unid6 TeoriaEstruturalista Texto11 JaNaoSeFazem

TGA Aula11 Unid6 TeoriaEstruturalista Texto11 JaNaoSeFazem

Quase sempre, as comunicações ocorriam no sentido vertical: preferivelmente de cima para baixo, ou seja, da chefia para os subordinados e transportando ordens e instruções. O planejamento era centralizado na cúpula da empresa, o que tomava considerável tempo dos dirigentes para projetar o futuro de acordo com o perfil do passado. E o controle se incumbia de avaliar o desempenho atual e passado da organização e de todos os seus participantes. Nos seus mínimos detalhes. Eis aí uma maravilhosa e racional construção da humanidade. A maior invenção do gênio criativo do ser humano. Esse era o modelo organizacional predominante no qual nossos pais e avós viveram durante a maior parte do século 20. E que, até certo ponto, nos envolveu também, em boa parte de nossas vidas profissionais. Um modelo voltado para a permanência, estabilidade, solidez, perpetuação, conservação e previsibilidade. E até nos acostumamos a ele, pois era o modelo universalmente utilizado pela quase totalidade das empresas. Vamos chamá-lo de modelo burocrático ou hierarquizado. Baseava-se na minuciosa divisão do trabalho organizacional, na especialização de funções e na integração das partes através da hierarquia controladora. Em suma, uma das grandes invenções sociais da humanidade após a Revolução Industrial. Costumamos admirar os produtos físicos e tangíveis como as maravilhosas invenções da tecnologia moderna, o computador, a nave espacial, o telefone celular, etc. mas nos esquecemos da invenção maior que os criou, projetou e construiu: as organizações sociais sejam elas fábricas e indústrias, empresas, universidades, bancos e financeiras, comércio em geral, serviços, etc.
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CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA KÁTIA REGINA MENEZES MENDES

CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA KÁTIA REGINA MENEZES MENDES

O primeiro objetivo deste capítulo é abordar os conceitos e fundamentos da avaliação de desempenho, tendo em vista que as avaliações fazem parte do cotidiano de qualquer organização. Esses mecanismos são necessários para averiguar a correção das ações organizacionais e identificar as necessidades de revisão e melhorias, sob a visão de alguns teóricos, como: Faro (2010); Ferreira (2013); Milani (1998); Pacheco (2007) e Reifschneider (2008). Também é apresentada aqui a metodologia seguida na elaboração da dissertação. Em seguida, parte-se para a análise dos questionários, aplicados aos gestores, CDs e CRs e, assim, analisar de forma crítica o atual modelo avaliativo da SEDUC/AM. A divisão do capítulo está explicitada a seguir.
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O espectro do Manifesto. A propósito dos 150 anos de uma teoria da ação revolucionária — Outubro Revista

O espectro do Manifesto. A propósito dos 150 anos de uma teoria da ação revolucionária — Outubro Revista

As relações, entretanto, não avançaram mais e ficaram congeladas, chegando Engels a levantar a hipótese de uma ruptura, até que a Liga dos Justos enviou a Bruxelas o relojoeiro Joseph Moll com a missão de estabe- lecer contato direto com Marx e, posteriormente, com Engels, que se encontrava em Paris, e convidá-los para integrar a Liga. Este último resu- mira desta forma a missão de Moll: “Disse-nos que estava convencido não só da justeza geral de nossa concepção, mas também da necessidade de libertar a Liga das velhas tradições e formas conspirativas. Que se quisés- semos ingressar, dar-nos-ia, num congresso da Liga, a oportunidade de desenvolver nosso comunismo crítico num Manifesto que, em seguida, seria publicado como Manifesto da Liga; e que poderíamos também con- tribuir para a substituição da arcaica organização da Liga por outra nova, mais adequada à época e aos objetivos visados.” 3
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