Top PDF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO BERNARDO BREDER

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO DIEGO MOREIRA GUIMARÃES

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO DIEGO MOREIRA GUIMARÃES

O pacote Aircrack-ng possui um grande número de programas para facilitar a descoberta de senhas WEP e WPA/WPA2, porém os mais utilizados são o Airmon, que permite[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO MARCELO AGUIAR RANGEL

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO MARCELO AGUIAR RANGEL

Esta ferramenta consiste em um software de geoprocessamento que tem por objetivo mapear os locais de ocorrência criminal e com isso gerar uma série de informações e estatísticas que auxiliam no planejamento da segurança pública. Porém este software é burocrático, ou seja, um agente de segurança pública necessita solicitar ao Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro autorização para obter senha de acesso ao software. Porém muitos poucos profissionais conseguem receber essa autorização. Logo as informações ficam concentradas nas mãos de uns poucos agentes de segurança ou analistas criminais. A proposta deste trabalho é o desenvolvimento de um software capaz de realizar o mapeamento criminal através de um aplicativo mais acessível e popular denominado Google Earth TM , viabilizando o acesso as informações sobre a localização de ocorrências criminas para todos os agentes de segurança pública e com isso, auxiliando estes agentes em suas tomadas de decisão em sua rotina de trabalho.
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UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DO NOROESTE FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO JULIANA GUIMARÃES DE ARAUJO

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DO NOROESTE FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO JULIANA GUIMARÃES DE ARAUJO

A ação de nomeação, levado a efeito de forma unilateral pelo Poder Público, é que introduz a relação jurídica estatutária. A sua prática pela Administração está sujeita as estabelecidas circunstâncias exclusivas definidas na Constituição e na legislação vigorante em cada país. No direito brasileiro, a ação de nomeação para ocupações comissionados é levado a efeito livremente, isto é, conforme a descrição e discernimento do servidor público competente para a ação de nomeação para um cargo. Ressalva se acha na disposição em relação aos responsáveis das agências regedoras, guarnecidos em funções comissionados. No campo federal, realizados completamente os pressupostos do art. 4º da Lei n. 9.986, de 18/07/2000, é imprescindível atender o método instituído no art. 5º do mesmo documento. No teor do art. 5º, as soberanias mencionadas devem ser designadas “pelo Presidente da República e por ele nomeados, posteriormente aprovação pelo Senado Federal, nos termos da alínea f do inciso III do art. 52 da Constituição Federal”. A posse dos responsáveis das agências regedoras depende deste modo, da atuação de várias organizações, visto que compete ao Presidente da República designar a soberania, ao Senado Federal aprovar o nome designado, ou não, e, finalmente, ao Presidente da República a nomeação. Exclusivamente após este procedimento é admissível investidura e o início da execução do encargo pelo dirigente responsável. Percebe- se que, apesar das funções de gerência tenham sido legalmente instruídas como funções comissionados de gerência, o que acarretaria livre nomeação pelo administrador capacitado nas condições do art. 37, II, da Constituição, certo é que o art. 5º da Lei Federal n. 9.986 intima a interferência do Poder Legislativo, pois seria preciso a aprovação antecedente do Senado antes da nomeação do dirigente da agência.
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UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DO NOROESTE FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO SUPERIOR CURSO DE LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO MIGUEL DE SOUZA SIQUEIRA

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DO NOROESTE FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO SUPERIOR CURSO DE LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO MIGUEL DE SOUZA SIQUEIRA

A modificação não acontece de forma rápida, nem possui receitas ou antídotos prontos, mas com o ensino híbrido na educação e utilização das tecnologias digitais [r]

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Universidade Federal Fluminense Instituto de Computação Coordenação de Pós-graduação em Computação ATA DA REUNIÃO DO COLEGIADO DA PÓS-GRADUAÇÃO

Universidade Federal Fluminense Instituto de Computação Coordenação de Pós-graduação em Computação ATA DA REUNIÃO DO COLEGIADO DA PÓS-GRADUAÇÃO

Candidatos aceitos com bolsa deverão apresentar o certificado de conclusão do curso de graduação até o dia 31/08/2015, perdendo o direito à garantia de bolsa a partir d[r]

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Universidade Federal Fluminense Instituto de Computação Coordenação de Pós-graduação em Computação ATA DA REUNIÃO DO COLEGIADO DA PÓS-GRADUAÇÃO

Universidade Federal Fluminense Instituto de Computação Coordenação de Pós-graduação em Computação ATA DA REUNIÃO DO COLEGIADO DA PÓS-GRADUAÇÃO

Pós-Graduação em Computação – Instituto de Computação – Universidade Federal Fluminense Rua Passo da Pátria 156, bloco E, 3º andar, sala 350, Niterói, RJ 24210-240, Brasil.. 1/5.[r]

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Animação. e outras aplicações da CG. Instituto de Computação. Profª Aura Conci. Universidade Federal Fluminense. Dep. Ciência da Computação

Animação. e outras aplicações da CG. Instituto de Computação. Profª Aura Conci. Universidade Federal Fluminense. Dep. Ciência da Computação

• Derivada da técnica de animação, consiste na utilização de um filme ou vídeo de um personagem real como base para a animação;. • Foi utilizada no filme Exterminador do Futuro II..[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO GABRIEL DA SILVA MENEZES JOÃO LUIS TAVEIRA RODRIGUES

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO GABRIEL DA SILVA MENEZES JOÃO LUIS TAVEIRA RODRIGUES

Analisando então a motivação, ou causa, da construção deste sistema, serão apresentados os principais conceitos envolvidos neste desenvolvimento, mas com uma visão, desta vez, um pouco fora da área de computação. O SGVM deve ser analisado de diversos ângulos diferentes. Primeiramente, como a solução para os problemas encontrados no dia a dia do trabalho do Eng. Luiz Vicente e sua equipe nas atividades de gerência do viveiro. Mas de uma maneira mais abrangente, o software é, também, parte de alguns conceitos recentes, abrangentes e muito ascendentes na sociedade: tecnologia social e sustentabilidade. Neste capítulo abordar-se-á, então, a aplicação de um âmbito muito pouco técnico, mas extremamente social. Afinal a eficiência, usabilidade e escalabilidade são importantes apenas se motivadas por questões que façam com que se precise delas. Caso contrário, as ferramentas construídas são inúteis e inevitavelmente encerrarão seu ciclo em um curto espaço de tempo.
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Universidade Federal Fluminense Instituto de Computação. Uso da Transformada de Hough na Vetorização de Moldes e Outras Aplicações

Universidade Federal Fluminense Instituto de Computação. Uso da Transformada de Hough na Vetorização de Moldes e Outras Aplicações

Progressivamente iremos aplicar a transformada de Hough em formas curvas mais complexas a fim de encontrar a forma geométrica mais compatível com o tipo de curva presente nos moldes.. [r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO JOSÉ EMILIANO BERTHOLDO JÚNIOR

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO JOSÉ EMILIANO BERTHOLDO JÚNIOR

O questionário da pesquisa foi desenvolvido de forma a contemplar cada um dos cinco domínios da transformação digital. Para que os cinco domínios fossem cobertos descrevendo[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE MATEMÁTICA CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO BERNARDO L. GONÇALVES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE MATEMÁTICA CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO BERNARDO L. GONÇALVES

Embora o termo container seja usado para representar este ambiente controlado de execução, um container não é um objeto do sistema, sendo, na verdade, um conjunto de configurações e parâ[r]

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Breder Language. Bernardo Breder 03/09/2010

Breder Language. Bernardo Breder 03/09/2010

public class ArrayList<E> implements IList<E> {…}. package xyz;[r]

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Universidade Federal de Alagoas Instituto de Computação. Programa de Extensão do Instituto de Computação

Universidade Federal de Alagoas Instituto de Computação. Programa de Extensão do Instituto de Computação

A área de Formação em Computação (Aprender a Conhecer) consiste essencialmente em iniciativas de transferência de conhecimento em mão-dupla, ou seja, do IC para o seu público-alvo e vice-versa. Por sua vez, a área de Práticas de Computação (Aprender a Fazer) compõe-se de atividades de aplicação de conhecimento, também em duas vias, e finalmente as ações de Empreendedorismo e Inovação (Aprender a Empreender) que representam todas as que visam a promoção da cultura do empreendedorismo inovador bem como a criação de produtos e serviços com base nos conhecimentos computacionais que podem ser gerados como subproduto das atividades de ensino e pesquisa do IC para o desenvolvimento regional, nacional e internacional.
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Instituto de Geociências da Universidade Federal Fluminense

Instituto de Geociências da Universidade Federal Fluminense

Destaca-se, durante os anos 1980, uma nova iniciativa, pioneira e desencadeada pelo então Departamento de Cartografia, com a introdução de disciplinas específicas para o ensino de Sensoramento Remoto e de Geoprocessamento, no âmbito da crescente área geoambiental. Uma década mais tarde foram iniciadas as atividades de extensão, de pesquisa e de pós-graduação na mesma área, também reunindo outras especialidades relacionadas ao tratamento digital de imagens e aplicação ao processamento de dados ambientais. Essa iniciativa ganhou força com a criação do curso de especialização em Geotecnologias Aplicadas à Análise Ambiental de Bacias Hidrográficas em 1999 e culminou com a mudança de nome do Departamento de Cartografia para Departamento de Análise Geoambiental em 2002 2 . Outro destaque no percurso do Instituto de Geociências da UFF foi, sem dúvida, a vinda para a UFF, em 1984, de professores e do respectivo Laboratório de Geologia Marinha (Lagemar), instalado em outubro de 1969 na UFRJ e desenvolvido por estudantes e professores de Geologia. Desde o início de suas atividades, o laboratório contou com o apoio das Nações Unidas (ONU) que incentivava a exploração dos oceanos, assim como as discussões sobre a Teoria Tectônica das Placas. O Lagemar iniciou suas atividades com a finalidade de realizar pesquisas em navios e no oceano profundo no litoral brasileiro e constitui-se como referência em sua área, uma vez que o grupo de pesquisadores envolvidos buscou construir a bagagem necessária para essa dianteira, a partir da especialização dos seus membros nos cursos de doutorado no Brasil e no exterior, em diversas áreas da geofísica marinha e da geologia. Com sua inserção na UFF, o Lagemar inaugurou um curso de especialização em Geologia e Geofísica que visava formar especialistas para atuarem no Programa de Levantamento da Plataforma Continental Brasileira (Leplac). Sete anos depois, em 1991, foram dados os primeiros passos para a constituição de um Programa de Pós-Graduação em Geologia e Geofísica Marinha com a abertura do mestrado e em 2000, o doutorado. Em 1999, foi
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UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE PSICOLOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE PSICOLOGIA

A partir da primeira metade de Ser e Tempo (Heidegger,1927), empreendemos uma crítica ao sujeito moderno e uma compreensão alternativa da folie-à-deux e do filme O Castelo de Vidro, to[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. Instituto de Matemática

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. Instituto de Matemática

Se F n˜ao ´e uma folhea¸c˜ao R-coberta com folhas hiperb´olicas n˜ ao existe um cilindro global no infinito.. Entretanto a uni˜ ao dos c´ırculos no infinito associados a uma transversal a [r]

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Instituto de Física Universidade Federal Fluminense

Instituto de Física Universidade Federal Fluminense

Este m´etodo simples, satisfaz a regra de soma de Friedel por constru¸c˜ao e ´e v´alido, no regime de temperatura baixa, para todo o intervalo de parˆametros relevantes e para todos os r[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE QUÍMICA

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE QUÍMICA

16 Figura 1: Gráfico de consumo vs produção de petróleo no Brasil ao longo dos anos. Adaptado de (EMPRESA DE PESQUISA ENERGÉTICA - EPE, 2019). Durante a primeira década de atuação da PETROBRAS, o país continuava amplamente dependente das importações de petróleo e, apesar de promissoras, as jazidas de petróleo descobertas em solo não eram capazes de aumentar expressivamente a produção de petrolífera no Brasil. Desta forma, a partir da segunda metade da década de 1960 foram iniciadas as explorações marítimas e as primeiras descobertas incentivaram a ampliação da prospecção de petróleo em águas profundas, ampliando de forma significativa a produção nacional de petróleo (CANELAS, 2007; FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE, 1990;
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UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE FÍSICA

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE FÍSICA

Alguns experimentos foram selecionados através de sites da internet 1 e foram organizados de acordo com desenvolvimento do conteúdo. As respectivas montagens e material encontram-se descritas, assim como sugestões de como professor pode guiar o trabalho junto aos alunos. As simulações 2 utilizadas foram encontradas no site da Universidade do Colorado e para ampliar a busca, o MEC também disponibiliza no seu portal de ensino algumas sugestões de experimentos e simulações. São simulações que permitem que os alunos “brinquem” com o conteúdo, propiciando assim que eles experimentem diferentes cenários, formulando hipóteses acerca do que visualizam estar ocorrendo.
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UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DO NOROESTE FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DO NOROESTE FLUMINENSE DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

Essa “casa” tem um nome. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense. Campus Itaperuna. Vou falar um pouquinho da história dela. O IF-Fluminense, criado pela lei 11.892 de 29 de dezembro de 2008, nasce da transformação do antigo CEFET de Campos dos Goytacazes, no Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Fluminense. No artigo 6º desta lei está previsto como uma de suas finalidades a formação e a qualificação do cidadão para atuar nos diversos setores da economia, com ênfase no desenvolvimento socioeconômico local, regional e nacional. O artigo 7º descreve como um dos objetivos dos IFs: ministrar educação profissional prioritariamente nas formas de cursos integrados de Ensino Médio. A educação integral prevista nesta lei conjectura uma conexão entre os conhecimentos ditos propedêuticos e os ditos técnicos profissionalizantes, sem que haja uma justaposição de conteúdos. O preceito é que esses conhecimentos sejam interdisciplinares e superem a dualidade entre os que sabem e os que fazem, tendo o trabalho como princípio educativo. O Campus Itaperuna, onde atuo como pedagoga, foi inaugurado nesse momento de expansão e transição, no ano de 2009. As discussões para a construção curricular desses cursos de ensino médio integrado foram intensas, pois eram carregadas da herança da escola técnica tradicional (CEFET), marcada por sua excelência em formação profissional, e a nova institucionalidade criada a partir da lei 11.892/2008.
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