Top PDF Uso de plantas medicinais na região de Alto Paraíso de Goiás, GO, Brasil.

Uso de plantas medicinais na região de Alto Paraíso de Goiás, GO, Brasil.

Uso de plantas medicinais na região de Alto Paraíso de Goiás, GO, Brasil.

RESUMO – (Uso de plantas medicinais na região de Alto Paraíso de Goiás, GO, Brasil). Os conhecimentos tradicionais dos usos mais comuns dados aos vegetais podem ser resgatados pela etnobotânica e utilizados para a valorização das plantas do Cerrado no processo de desenvolvimento econômico. Este estudo foi conduzido no município de Alto Paraíso de Goiás, localizado na microrregião denominada Chapada dos Veadeiros, a uma distância de 230 km de Brasília. O levantamento etnobotânico teve como alvo comunidades do entorno do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros e da cidade de Alto Paraíso. Foram realizadas entrevistas em aberto com os moradores locais, tentando buscar informações em níveis sócio-culturais distintos, enfocando quais plantas são mais utilizadas e suas indicações no combate a enfermidades. Observou-se que as espécies vegetais do cerrado têm uma gama considerável de utilização humana para quase todos os estratos, ervas, arbustos e árvores. Quanto às espécies arbóreas, predomina a utilização da entrecasca e sementes. A comunidade utiliza a biodiversidade nativa uma vez que 69% das 103 espécies citadas pelos entrevistados como úteis pertenceram à flora nativa. No elenco das dez espécies medicinais mais utilizadas, foram coincidentes na indicação de todos os entrevistados: chapéu de couro (Echinodorus macrophyllus (Kunth) Micheli), arnica (Lychnophora ericoides Mart.), plantas nativas de porte herbáceo/arbustivo; as arbóreas nativas, jatobá (Hymenaea stigonocarpa Mart. ex Hayne), tingui (Magonia pubescens A. St.-Hil.) e o barbatimão (Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville) e duas ruderais, carrapicho (Acanthospermum australe (Loefl.) Kuntze) e mastruz (Chenopodium ambrosioides L.), de porte herbáceo/arbustivo. Outro ponto importante evidenciado foi que, apesar do grande potencial de exploração extrativista vegetal, estes recursos estão sendo utilizados de forma indiscriminada, sem um programa eficiente de manejo sustentado.
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Diversidade e uso de plantas medicinais por comunidades quilombolas Kalunga e Urbanas, no nordeste do estado de Goiás-GO, Brasil

Diversidade e uso de plantas medicinais por comunidades quilombolas Kalunga e Urbanas, no nordeste do estado de Goiás-GO, Brasil

Lippia alba (Mill.) N.E. Br. (erva-cidreira) Família Verbenaceae Subarbusto de morfologia variável, alcançando até um metro e meio de altura, raramente dois metros, nativa de quase todo território brasileiro. Seus ramos são finos, esbranquiçados, arqueados, longos e quebradiços. As folhas são inteiras, opostas, de bordos serreados e ápice agudo. Flores azul- arroxeadas, reunidas em inflorescências axilares capituliformes de eixo curto e tamanho variável. Os frutos são drupas globosas de cor róseo-arroxeada (Lorenzi & Matos, 2002). A literatura etnofarmacológica registra o uso do chá de cidreira em todo o Brasil, tanto por seu sabor agradável como pela ação calmante atribuída pela medicina tradicional brasileira. O chá preparado com suas folhas tem ação calmante e espasmólítica suaves, além destas ações, tem forte atividade sedativa e ansiolítica, e mucolítica, isto é, seu uso contribui para tornar mais fluida a secreção dos brônquios, facilitando a expectoração (Franchomme et al., 1995). Além de ser saboroso e aromático, o chá preparado com as folhas é eficaz no alívio de pequenas crises de cólicas uterinas e intestinais, bem como no tratamento do nervosismo e estados de intranqüilidade (Matos, 1996).
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Percepção sobre o uso de plantas medicinais e impactos no Cerrado na região da Cidade de Goiás (GO)

Percepção sobre o uso de plantas medicinais e impactos no Cerrado na região da Cidade de Goiás (GO)

Primeira capital do Estado, ela se originou da exploração do ouro no interior do país empreendida pelos bandeirantes que colonizam o Centro-Oeste (XVIII – XIX) (SILVA; SÁ; SÁ, 2015). A exploração do ouro levou a de ocupação de Goiás em meados de 1726, as margens do Rio Vermelho, o arraial de Sant’ Ana. Posteriormente, foi conhecida como Vila Boa de Goyas e mais tarde, Cidade de Goiás (SILVA, 2017). Devido aos seus aspectos históricos, em 2001 tornou-se Patrimônio Cultural da Humanidade, o que fez com que o turismo na região aumentasse, tornando-se um importante motor da economia na cidade (DELGADO, 2005; TEIXEIRA et al, 2012). Nessa região têm a sub-bacia hidrográfica do Rio Vermelho. Este está inserido na região hidrográfica do Tocantins Araguaia, na Bacia Hidrográfica do Rio Araguaia, na porção Centro-Oeste do Estado. Estão inseridas nela a microbacia do corrégo Bacalhau encontram se a sudeste da cidade de Goiás/GO, inserida na sub- bacia do Rio Vermelho (ROZA DOS SANTOS; VESPUCCI; BAYER, 2017).
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Uso e disponibilidade de recursos medicinais no município de Ouro Verde de Goiás, GO, Brasil

Uso e disponibilidade de recursos medicinais no município de Ouro Verde de Goiás, GO, Brasil

É nesse contexto que os quintais se destacam por compatibilizarem o acesso e a coleta, constituindo sistemas adaptados às necessidades locais. O quintal é compreendido como um sistema de produção comple- mentar a outras formas de uso da terra e se destaca pelo valor econômico que desempenha na residência, constituindo uma fonte disponível de recursos alimentícios e medicinais (Pasa et al. 2005). Deve-se enfatizar, também, a sua contribuição na conservação da estrutura física e da fertilidade do solo, pois utiliza insumos naturais, como dejetos de animais, restos vegetais, cinzas e terra transportada das matas, a fim de promover o fortalecimento do espaço que é ocupado por uma variedade de plantas (Lok & Mendez 1998). Apesar de diversos trabalhos etnobotânicos terem retratado o uso de plantas medicinais, tanto nativas como cultivadas, em diferentes regiões brasileiras, como na Amazônia (Amorozo & Gély 1988), na Floresta Atlântica (Medeiros et al. 2004; Gazzaneo et al. 2005; Silva & Andrade 2005) e em comunidades rurais e urbanas do interior do Brasil (Jacoby et al. 2002; Marodin & Baptista 2002; Arnous et al. 2005; Pasa et al. 2005), pouco foi investigado a este respeito em áreas florestais do bioma Cerrado.
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Uso e disponibilidade de recursos medicinais no município de Ouro Verde de Goiás, GO, Brasil.

Uso e disponibilidade de recursos medicinais no município de Ouro Verde de Goiás, GO, Brasil.

entrevistas estruturadas. As fontes disponíveis de recursos medicinais foram: quintais, áreas antrópicas, matas de galeria e remanescentes de florestas estacionais. Foram registradas 98 espécies distribuídas em 45 famílias destacando-se em número as exóticas cultivadas. Nos quintais, foram catalogadas 78 espécies cultivadas, sendo 39,7% para remédios, e demais associações com a alimentação (39,7%) e a ornamentação (20,5%). Vinte espécies são adquiridas pelo extrativismo na vegetação do entorno, sendo todas nativas do bioma Cerrado, com exceção de Senna occidentalis, que é invasora. Duas espécies de florestas estacionais (Forsteronia refracta e Celtis iguanaea) apresentaram a CUPc > 50%, evidenciando consensos de uso popular. Verificou-se que 41% dos informantes da zona rural recorrem ao extrativismo na vegetação nativa, procura que é consideravelmente maior em relação aos informantes da zona urbana (16,7%). A quantidade de espécies citadas foi significativamente maior entre os informantes que tinham quintal. O número de espécies citadas e a presença de quintal independem do grau de escolaridade, gênero, local de nascimento, idade e zona de procedência rural ou urbana do informante. Palavras-chave: etnobotânica, plantas medicinais, comunidades locais, quintal, espécies nativas
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As plantas medicinais no município de Ouro Verde de Goiás, GO, Brasil : uma abordagem etnobotânica

As plantas medicinais no município de Ouro Verde de Goiás, GO, Brasil : uma abordagem etnobotânica

A relação existente entre idade e modo de aquisição de plantas medicinais deve ser enfatizada. No grupo de faixa etária entre 54  87 anos, os informantes disseram obter as plantas medicinais, preferencialmente, no quintal próprio. Estes resultados evidenciam que pessoas idosas tendem a conservar as práticas da medicina popular tradicional, cujo conhecimento relativo ao uso de plantas é geralmente expresso no cultivo das espécies em quintais. Em contrapartida, no grupo dos jovens (20  36 anos) e adultos (37  53) foi constatado, respectivamente, que apenas 30.7% e 44.4% dos entrevistados têm o hábito de cultivar plantas medicinais nos quintais. Fica claro ao comparar esses dados com os da Tabela 7, que o uso de plantas medicinais independe do seu cultivo, pois as espécies podem ser adquiridas no quintal de vizinhos ou pelo extrativismo.
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A construção do mercado para o café em Alto Paraíso de Goiás.

A construção do mercado para o café em Alto Paraíso de Goiás.

O processo de construção do território, a partir de toda essa trajetória de luta e do trabalho realizado na região pela coletividade local ao longo dos anos, é importante para o desenvolvimento rural que se quer obter ao se considerar a abordagem de desenvolvimento territorial defendida por Veiga (2003). E, para que esse desenvolvimento seja realmente efetivado, é preciso, conforme o autor, que os projetos sejam elaborados a partir de uma visão não setorial do que seja rural, e conduzidos por meio de arranjos institucionais que promovam e estimulem as articulações intermunicipais de desenvolvimento. Dessa maneira, os municípios rurais que compõem a região nordeste de Goiás devem buscar realizar, juntos, o planejamento integrado de seu desenvolvimento, diagnosticando seus principais problemas rurais, planejando ações e captando, junto aos organismos interessados em sua evolução, os recursos necessários à sua execução. Isso para que não se corra o risco “de que propostas muito bem intencionadas sirvam para perpetuar e reforçar o viés setorial dos programas existentes, em vez de ajudarem a promover a referida transição” (VEIGA, 2003, p.49). Neste sentido, projetos como o que está sendo desenvolvido pela Embrapa para a condução da produção no campo, e que tem cunho setorial, não devem ser dissociados daqueles que tratam dos outros elos que compõem a cadeia, tais como o beneficiamento e a industrialização do produto, a comercialização, o armazenamento, a distribuição e outros.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

A pretensão de se analisar, a partir dos dados obtidos junto ao Instituto Avaliar, de documentos diversos da escola e da SRE, das entrevistas feitas junto aos gestores e aplicação de questionários aos professores do 1º ano do ensino médio, como é a utilização do PAAE nas seis escolas pesquisadas fez com que se apresentasse, após a explanação da metodologia de pesquisa, o seguinte percurso neste capítulo: conceituação de gestão do currículo na atualidade levantando, paralelamente, dados que contextualizam a situação das escolas pesquisadas e o uso do PAAE nesta contextualização a fim de que se perceba como é a gestão curricular das seis escolas e se o PAAE fortalece ou não o currículo; reflexão sobre qual é o real significado dado ao PAAE pelo gestor e professores; verificação, a partir do uso concreto do PAAE, de quais ações se aproximam, se distanciam ou acontecem em conformidade com as proposições do programa, buscando estabelecer elementos que talvez justifiquem estes tipos de usos; levantamento de fatores que interferem na implementação do programa relacionados ao contexto da prática. Neste aspecto ressaltou-se a importância do papel do gestor e do professor na efetivação das ações do programa como atores que têm atribuições distintas mas correlacionadas.
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IMPACTOS DA ATIVIDADE TURÍSTICA À ECONOMIA MUNICIPAL DE ALTO PARAÍSO DE GOIÁS, BRASIL.

IMPACTOS DA ATIVIDADE TURÍSTICA À ECONOMIA MUNICIPAL DE ALTO PARAÍSO DE GOIÁS, BRASIL.

A valorização imobiliária no município é alta se observado o mercado imobiliário (conforme se constatou em entrevistas realizadas em imobiliárias em Alto Paraíso de Goiás), o que reflete também em valores diferenciados para as áreas turísticas. Por exemplo, os maiores valores do m² no cadastro imobiliário municipal são para aqueles domicílios localizados no distrito de São Jorge . A mesma lógica acontece em municípios como Caldas Novas, onde um dos setores com maiores valores por m² encontra-se no bairro Turista I, localizado próximo ao centro da cidade. Apesar de essas diferenciações serem importantes para a composição dos instrumentos de regulação do solo urbano, ainda seria necessária uma revisão na forma de zoneamento municipal para a cobrança de impostos prediais e territoriais. Enquanto Alto Paraíso de Goiás diferencia suas alíquotas por imóveis edificados (residencial e não residencial) e não edificados, em municípios como Caldas Novas, por exemplo, as alíquotas são divididas por zonas no código tributário, com três alíquotas distintas para as áreas edificadas e três para as áreas não edificadas.
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CARLOS DA CUNHA SILVA PROPOSTA DE REORGANIZAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS NA SUPERINTENDÊNCIA DE PESSOAL DA SECRETARIA DE ESTADO DE

CARLOS DA CUNHA SILVA PROPOSTA DE REORGANIZAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS NA SUPERINTENDÊNCIA DE PESSOAL DA SECRETARIA DE ESTADO DE

A pesquisa teve como objetivo analisar como se dá o relacionamento institucional entre a Superintendência de Pessoal (SPS) – Órgão Central da Secretaria de Estado de Educ[r]

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Comunicação eficaz na transição de cuidados de saúde – Normas de Orientação Clínica

Comunicação eficaz na transição de cuidados de saúde – Normas de Orientação Clínica

C. As transições de cuidados no doente são momentos frequentes nas organizações de saúde, que podem até passar despercebidos. Mas são consideradas situações vulneráveis para o doente, pela sua natureza de alto risco, uma vez que são ocasiões de grande exigência, no que diz respeito à manutenção da comunicação eficaz entre os profissionais de saúde.

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Anatomia das Plantas de ESAU - Editora Blucher

Anatomia das Plantas de ESAU - Editora Blucher

Dentro do corpo da planta, os vários tecidos estão distribuídos em padrões característicos, de- pendendo da região, do táxon, ou de ambos. Basi- camente, os padrões são semelhantes pelo fato de que o tecido vascular está imerso no tecido funda- mental e o tecido de revestimento forma a cober- tura externa. As principais diferenças na estrutura da raiz, do caule e da folha residem na distribuição relativa dos tecidos vascular e fundamental (Fig. 1.3). Nos caules das eudicotiledôneas, por exem- plo, o tecido vascular forma um cilindro “oco”, com tecido fundamental circundado por este (a medu- la), e também localizado entre os tecidos vascu- lar e o de revestimento (o córtex) (Figs. 1.3B, C e 1.4A). Os tecidos vasculares primários podem se apresentar como um cilindro mais ou menos con- tínuo dentro do tecido fundamental, ou como um cilindro formado por cordões discretos, ou feixes vasculares, separados uns dos outros por tecido fundamental. Nos caules das monocotiledôneas, os feixes vasculares ocorrem em mais de um anel, ou se distribuem espalhados pelo tecido fundamental (Fig. 1.4B). No último caso, o tecido fundamental não pode ser distinguido como córtex e medula. Na folha, o tecido vascular forma um sistema anas- tomosado de veias, permeando o mesofilo em toda a sua extensão; este é o tecido fundamental da folha, especializado na fotossíntese (Fig. 1.3G).
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RAMON DOS REIS FREITAS PROTOCOLOS DE GESTÃO NO CONTEXTO ESCOLAR: O USO DE FERRAMENTAS PARA APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS

RAMON DOS REIS FREITAS PROTOCOLOS DE GESTÃO NO CONTEXTO ESCOLAR: O USO DE FERRAMENTAS PARA APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS

O desenvolvimento do produto foi orientado para auxiliar o processo de compreensão e, consequentemente, o uso dos resultados das avaliações externas pelos estados e municípios contratantes, complementando os demais materiais oferecidos pela instituição (revistas, site, oficinas de formação e relatórios). O objetivo é fornecer um diagnóstico da aprendizagem dos estudantes que precisa ser contextualizado com todos os fatores e condições de aprendizagem presentes na escola para posterior intervenção estratégica. Nesse contexto, insere-se a nova tecnologia, a qual tem o objetivo de subsidiar políticas públicas capazes de impactar a qualidade do ensino ofertado. A negociação entre CAEd e SEE-MG moldou a construção dos Protocolos, de acordo com a política de trabalho da secretaria e as concepções adotadas por ela, o que nos permitiu compreender a importância do processo para construção e customização da ferramenta.
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EVASÃO E PERMANÊNCIA NA EJA: POR UM TRABALHO DE QUALIDADE NA GESTÃO DE UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE

EVASÃO E PERMANÊNCIA NA EJA: POR UM TRABALHO DE QUALIDADE NA GESTÃO DE UMA ESCOLA DA REDE MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE

Essas publicações realizadas pela escola representam um caminho percorrido para aproximar o currículo da escola às necessidades dos educandos. O primeiro trabalho, por exemplo, intitulado “Águas, formando vidas”, tentou mapear as minas de água e esgoto a céu aberto encontrados na comunidade. Esse almanaque foi utilizado como instrumento de luta pelo saneamento básico no bairro em que a escola está localizada. O segundo projeto foi “Em busca de nossas origens”, que trabalhou com questões como racismo, história e cultura africanas. O terceiro estudou a trajetória dos movimentos sociais no Brasil e a última, e mais recente publicação, de 2012, intitulada “Ciranda Literária”, trouxe a literatura como tema central e teve como objetivo desenvolver o gosto pela leitura.
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JANAINA MOREIRA DE OLIVEIRA GOULART EMPREENDEDORISMO NA GESTÃO ESCOLAR NO MUNICÍPIO DE DUQUE DE CAXIASRJ

JANAINA MOREIRA DE OLIVEIRA GOULART EMPREENDEDORISMO NA GESTÃO ESCOLAR NO MUNICÍPIO DE DUQUE DE CAXIASRJ

A escola B está localizada no bairro do Jardim Gramacho, a poucos quilômetros do centro da cidade de Duque de Caxias. A localidade ficou conhecida nacionalmente por abrigar, durante décadas, um lixão, o qual foi oficialmente fechado em junho de 2012, tendo como objetivo, ser uma das ações precípuas para o fechamento de outros espaços como o que está em volta da Baía de Guanabara, cumprindo assim a meta da Lei Federal 12.305, de 2010 (BRASIL, 2010), no Estado. A localidade também é conhecida por abrigar diversas fábricas, indústrias e negócios ligados à reciclagem. Apesar de tudo, possui áreas residenciais, algumas, segundo depoimentos dos próprios moradores do bairro, de alto luxo em relação à maioria das residência do local. Alguns sub-bairros de Jardim Gramacho são marcados pela falta de saneamento básico, ruas asfaltadas e ausência efetiva da prestação de serviços básicos, tais como: luz, água e telefone.
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ALBA VALÉRIA BAENSI DA SILVA O PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DOS CONSELHOS ESCOLARES NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE MAGÉRJ: CAMINHOS PARA A

ALBA VALÉRIA BAENSI DA SILVA O PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DOS CONSELHOS ESCOLARES NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE MAGÉRJ: CAMINHOS PARA A

Determinados estudos demonstram, como por exemplo, o Aprova Brasil – realizado pela Unesco, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), a fim de identificar os fatores presentes em algumas escolas responsáveis por colocá-las no topo do ranking anual produzido pelo exame oficial do MEC, denominado Prova Brasil. Foram 33 escolas pesquisadas, todas com perfil típico daquelas que costumam fracassar quando submetidas a esse tipo de exame externo. As escolas se destacaram por obter nota acima da média nacional. Depois de analisadas, ressaltaram-se alguns fatores comuns e preponderantes em todas as unidades escolares, a saber: as práticas pedagógicas, a importância do professor, a gestão democrática, a participação da comunidade escolar e dos alunos e as parcerias externas. O compartilhamento de decisões entre poder público e sociedade civil aparece como algo que merece destaque (RAMOS E CONTI, 2013, p. 165).
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INFLUÊNCIA DO TEOR DE FERRO NA CONDUTIVIDADE HIDRÁULICA SATURADA DE UM REJEITO DE MINÉRIO DE FERRO

INFLUÊNCIA DO TEOR DE FERRO NA CONDUTIVIDADE HIDRÁULICA SATURADA DE UM REJEITO DE MINÉRIO DE FERRO

Em épocas mais recentes os registros existentes são os de barragens construídas na Rússia e demais Repúblicas da ex-União Soviética. Nos EUA seu uso data do fim do século XIX e década de trinta, principalmente durante o período de exploração do ouro na Califórnia (HSU, 1988). Inicialmente a seção típica de uma barragem era constituída por um talude de montante 1V:3H, um talude de jusante de 1V:2H e um núcleo impermeável de argila. Entretanto, a falta de controle construtivo levava à ruptura destas estruturas ainda na fase de construção, devido principalmente às diferenças nas propriedades mecânicas dos diferentes materiais. Analisando os problemas de ordem construtiva e as rupturas associadas a estas estruturas, HAZEN (1920) propôs algumas medidas de controle construtivo que deveriam ser consideradas nos projetos de aterros hidráulicos:
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SISTEMA DE GESTÃO DE CONTRATOS CONTINUADOS: UMA ANÁLISE DAS LIMITAÇÕES ENFRENTADAS NA GESTÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

SISTEMA DE GESTÃO DE CONTRATOS CONTINUADOS: UMA ANÁLISE DAS LIMITAÇÕES ENFRENTADAS NA GESTÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

A Unidade Orçamentária (UO) requisitante do objeto da licitação elabora o TR que especifica o objeto ou serviços a serem contratados, observando como serão realizadas as prestações destes serviços. O TR “é o documento prévio ao procedimento licitatório. Serve de base para elaboração do edital, a exemplo de projeto básico” (BRASIL, 2010). Para agregar informações ao TR é realizada uma pesquisa de mercado com no mínimo três empresas, que fornecerão dados sobre os preços dos serviços solicitados e as condições exigidas. Logo após, é feita a média desses três valores, que será lançada na requisição efetuada no Sistema Integrado de Gestão Acadêmica (SIGA). Em seguida, a UO requisitante encaminha à COSUP o TR seguido das três cotações de preços, em algumas situações, acompanhando o TR é necessária também a designação de quem será o gestor do contrato.
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Campanha Nacional de Alfabetização

Campanha Nacional de Alfabetização

Nas nossas leituras anteriores, percebemos que muitos trabalhadores hoje assentados e acampados são participantes de uma luta árdua para conseguir um pedaço de terra para viver e trabalhar com a sua família. Vimos também que a luta por uma vida melhor tem levado os trabalhadores a mudarem de lugares, estados municípios e até de um país para outro. Muitos trabalhadores migraram e migram no Brasil na busca de solução para seus problemas, e um desses problemas é luta pela terra. Assim, podemos constatar que a luta pela terra não é recente, ela continua um processo que vem de muito longe.
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O PROGRAMA REUNI NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

O PROGRAMA REUNI NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

Fica evidenciada que as dimensões das diretrizes visam propiciar uma concepção mais flexível de formação acadêmica na graduação que evite a especialização precoce dos alunos e que esteja preocupada em atender as diversidades regionais e as múltiplas áreas de conhecimento. Há a pretensão de se construir um novo processo formativo, caracterizado em regime de ciclos onde o primeiro ciclo (Bacharelados Interdisciplinares) objetiva uma formação geral do estudante e somente o segundo ciclo permite uma formação especial ou carreira específica. Ressalta-se aqui a existência da construção de itinerários formativos diversificados que facilitem a mobilidade estudantil e a flexibilidade curricular, assim como a oferta de formação e apoio pedagógico aos docentes da Educação Superior. Esses itinerários também facilitam a utilização de práticas pedagógicas inovadoras com o uso de tecnologias de apoio ao ensino e à aprendizagem, bem como, preocupação com a inclusão social, com mais oportunidades de acesso ao Ensino Superior e à permanência dos alunos na Instituição.
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