Top PDF Uso da ração inerte na larvicultura do camarão de água doce macrobrachium rosenbergii (de man)

Uso da ração inerte na larvicultura do camarão de água doce macrobrachium rosenbergii (de man)

Uso da ração inerte na larvicultura do camarão de água doce macrobrachium rosenbergii (de man)

Como parte pre[-írriinar ao cu]tívo ].afva]. foi testa. da a estabj.li.dado da ração) para a qual a ração feita fo! pede.l Fada e pesadas duas amostras lguai.s, A e B9 a amostra A foi. -co- ].ocada nulJila placa Petrl e levada para a estufa a 50oC por 2Ü h.g ras. A amostra B foi co].ocada num beber de 2 1i.Eras com água a ].&O/oo de sa].unidades 28oC c aeraç5o média duFQn'uc UHa hora) o- pas este tempo foi co].Geada por dccantaç5o colocada numa pl-aca

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Substituição de Artemia sp. pelo rotífero Brachionus plicatilis na larvicultura do camarão-d'água-doce (Macrobrachium rosenbergii De Man, 1879).

Substituição de Artemia sp. pelo rotífero Brachionus plicatilis na larvicultura do camarão-d'água-doce (Macrobrachium rosenbergii De Man, 1879).

A administração de uma alimentação adequada é fundamental para a larvicultura, pois afeta diretamen- te a sobrevivência e o tempo de desenvolvimento larval (New et al. 2000; Cestarolli et al., 1997). É importante que mais de um alimento de mesma natureza seja utilizado para que o nível de aminoácidos, vitaminas e demais nutrientes requeridos seja o mais completo possível (Valenti, 1991; Barros & Valenti, 2003). Portanto, uma dieta alimentar é considerada ótima quando tem seus teroes de proteínas, de lipídios e de carboidratos balanceados (Whyte et al., 1989, 1994). As técnicas existentes para o desenvolvimento larval são predominantemente dependentes de alimen- tos vivos, que requerem cuidados especiais e monitoramento freqüente, tornando-se muito dispendiosas. Várias fontes de alimento animal (vivo ou congelado) têm sido experimentadas. Entretanto, a mais comum hoje é o náuplio de Artemia sp., graças à praticidade de seu uso e seu alto valor nutritivo (Sorgeloos et al., 1983).
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Desempenho larval do camarão-d'água-doce (Macrobrachium rosenbergii De Man, 1879) submetido a diferentes regimes alimentares.

Desempenho larval do camarão-d'água-doce (Macrobrachium rosenbergii De Man, 1879) submetido a diferentes regimes alimentares.

unidades experimentais (blocos), nos quais foram testados quatro regimes alimentares na larvicultura em circuito aberto, com quatro repetições por tratamento. Os regimes alimentares substituindo progressivamente náuplio de Artemia sp. (nas) pelo rotífero Brachionus plicatilis (rots) foram os seguintes tratamentos: 100% Brachionus plicatilis (30 rots/mL) (T1); 100% Artemia (5 nas/ mL) (T2), 60% Artemia (3 nas/mL) + 40% Brachionus plicatilis (12 rots/ mL) (T3) e 40% Artemia (2 nas/mL) + 60% Brachionus plicatilis (18 rots/ mL) (T4), sendo adicionada a estes tratamentos ração úmida. Os resultados da mudança dos subestádios larvais demonstraram que não houve diferença significativa entre os tratamentos T2, T3 e T4. No tratamento T1 (100% Brachionus plicatilis) houve mortalidade total no 14 o dia do experimento. O efeito da ocorrência das primeiras metamorfoses para pós-larvas, ocorreu ao 27 o dia
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Influência da suplementação de biomassa fermentada de casca de mandioca (Manihot esculenta) na qualidade da carne de camarão de água doce Macrobrachium rosenbergii (de man, 1879)

Influência da suplementação de biomassa fermentada de casca de mandioca (Manihot esculenta) na qualidade da carne de camarão de água doce Macrobrachium rosenbergii (de man, 1879)

Nos últimos anos, a criação de camarões de água doce vem se destacando devido aos diversos benefícios nutricionais da carne, sendo a alimentação ofertada ao animal um fator importante para a qualidade da carne. Em busca de melhor qualidade e redução de custos na produção, é notável o aumento da busca por ingredientes alternativos adicionados à ração dos camarões, entre eles estão a biomassa fermentada de resíduos agroindustriais. O objetivo geral deste trabalho foi estudar o efeito da suplementação de biomassa fermentada proveniente de casca da mandioca vermelha (Manihot esculenta) na composição corporal e qualidade da carne do camarão de água doce Macrobrachium rosenbergii. Os animais foram suplementados com 0%, 3%, 5% e 10% de biomassa fermentada na ração por 50 dias e posteriormente realizadas análises da carcaça fresca: composição química, atividade de água, acidez titulável, pH, proteína carbonilada e perfil de ácidos graxos. Também foram realizadas análises de pH, TBARS (Substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico), bases voláteis e perfil de ácidos graxos em animais armazenados congelados, no tempo inicial, 3, 6 e 9 meses de armazenamento. Sobre a composição química houve diferença significativa para lipídeos, com aumento da concentração de lipídeos nos tratamentos 5 e 10% (p<0,05) e aumento da concentração de ácidos graxos em animais suplementados com 3% e 5% de biomassa (p<0,05). Para as análises de carcaça armazenada, houve aumento de TBARS e bases voláteis ao longo dos meses de armazenamento, porém, ainda dentro dos limites recomendados pela legislação (p<0,05). Para o perfil de ácidos graxos no armazenamento, houve diferença significativa com aumento da concentração nos 3 meses de armazenamento, início da diminuição desta concentração aos 6 meses e redução acentuada da concentração aos 9 meses de armazenamento. Os resultados encontrados indicam que a biomassa fermentada pode ser adicionada à ração, sem prejuízos à carne, tendo como vantagem o aumento de ácidos graxos, principalmente os poliinsaturados que promovem diversos benefícios a saúde humana.
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PRESENÇA DA ESPÉCIE EXÓTICA Macrobrachium rosenbergii CAUSA RISCOS AO CAMARÃO Macrobrachium amazonicum NATIVO DA AMAZÔNIA

PRESENÇA DA ESPÉCIE EXÓTICA Macrobrachium rosenbergii CAUSA RISCOS AO CAMARÃO Macrobrachium amazonicum NATIVO DA AMAZÔNIA

O crustáceo é uma categoria importante dos produtos aquáticos, não unicamente pelo seu grande valor nutritivo, mas como também por fazer parte de iguarias finas. A produção de espécies nativas de água doce tem sido reconhecida como modelo de produzir crustáceos com baixo impacto ambiental, porque apresenta várias vantagens, maior resistência às doenças, maturação e larvicultura, independência da água salgada e sistema de produção compatível com pequenas propriedades. Objetivou-se analisar os recursos bibliográficos referente aos camarões Macrobrachium rosenbergii (DE MAN, 1879) e Macrobrachium amazonicum (HELLER, 1862), na perspectiva de suas sobrevivências no meio natural, as demandas comerciais e os problemas causados pela introdução da espécie exótica M. rosenbergii na Amazônia. Apesar da abundância de espécies nativas com excelente potencial pesqueiro e boa aceitação comercial como M. amazonicum, espécies exóticas a exemplo de M. rosenbergii têm sido introduzidas para fins comerciais de cultivos aquícolas, provocando riscos ecológicos, sanitários, ambientais e de mercado às espécies nativas. Embora sejam poucas as informações que definam os impactos aos camarões nativos, as diversas doenças e o potencial reprodutivo, são um dos componentes de maior importância a causar prejuízos para as espécies nativas.
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Eficiência da eletroejaculação de morfotipos machos do camarão-de-água-doce Macrobrachium rosenbergii.

Eficiência da eletroejaculação de morfotipos machos do camarão-de-água-doce Macrobrachium rosenbergii.

CHOW et al. (1985) foram bem sucedidos na obtenção de larvas de M. rosenbergii, a partir de fêmeas inseminadas com espermatóforos armazena- dos em vapor de nitrogênio líquido durante 30 dias. GOLDBERG (1998), por intermédio da mesma téc- nica de estocagem, com a mesma espécie, obteve viabilidade espermática média de 64,8% após 60 dias. A maior parte dos testes de eletroejaculação proporcionou a expulsão do espermatóforo de apenas um dos poros genitais. Entretanto, embora não exis- tam estudos específicos quanto à quantidade mínima de espermatozóides necessários para a inseminação de fêmeas de M. rosenbergii, SANDIFER e SMITH (1979) e SANDIFER e LYNN (1980) obtiveram sucesso na inseminação de fêmeas com apenas o uso de fragmentos do ejaculado.
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Cultivo em Massa do Copépodo Bentônico Tisbe biminiensis  (Harpacticoida) e Sua Utilização na Larvicultura do Camarão  Macrobrachium rosenbergii (Palaemonidae).

Cultivo em Massa do Copépodo Bentônico Tisbe biminiensis (Harpacticoida) e Sua Utilização na Larvicultura do Camarão Macrobrachium rosenbergii (Palaemonidae).

Diariamente, por volta das 14:30 h, após a interrupção da aeração, os tanques foram sifonados, utilizando-se uma mangueira que aspirava o fundo e as paredes destes, visando a retirada de dejetos e restos alimentares. Em seguida tiveram sua água totalmente renovada por meio de circulação, evitando dessa forma a concentração de nitrito e amônia mantendo assim, a qualidade da água de cultivo. O processo de circulação se deu através da entrada de água, por meio de mangueiras conectadas a terminais de água salobra, simultânea à saída. A passagem das larvas era interrompida pelo uso de dois drenos cilíndricos de PVC telados, um para os cultivos alimentados com copépodos e o outro para os alimentados exclusivamente com Artemia, visando evitar possíveis contaminações, no cultivo controle, por microorganismos que poderiam estar presentes nos cultivos de copépodos.
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Alterações na qualidade do camarão de água doce Macrobrachium rosenbergii durante estocagem em gelo.

Alterações na qualidade do camarão de água doce Macrobrachium rosenbergii durante estocagem em gelo.

O cultivo de camarão de água doce é um dos seto- res da aquicultura que mais cresce, em termos gerais. Segundo a FAO [12], entre 1990 e 2000 a produção de Macrobrachium rosenbergii passou de 21.000 para 118.500 toneladas, quase 500%. No Brasil, ao contrário, a pro- dução praticamente estabilizou-se na última década, mantendo-se ao redor de 500t anuais [12]. Embora os conhecimentos sobre a biologia, larvicultura e manejo de cultivo do M. rosenbergii estejam bem desenvolvi- dos, os estudos sobre a sua conservação pós-colheita são escassos e não oferecem informações suficientes. A vida-útil do M. rosenbergii armazenado sob refri- geração tem sido apontada como de 4 a 8 dias [2, 28], após os quais ocorre o fenômeno denominado de “mushiness” [23]. Caracteriza-se por pronunciada per- da da integridade muscular, principalmente no primeiro
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Efeitos da salinidade, luminosidade e alimentação na larvicultura do camarão-da-amazônia, Macrobrachium amazonicum

Efeitos da salinidade, luminosidade e alimentação na larvicultura do camarão-da-amazônia, Macrobrachium amazonicum

A estratégia alimentar mais utilizada na larvicultura de camarão de água doce consiste no fornecimento de náuplios de Artemia durante todo o ciclo larval e, a partir de determinado estágio, complementação com dieta inerte. Os náuplios de Artemia apresentam conveniente manejo, tamanho adequado e alta concentração de aminoácidos livres e nutrientes essenciais às larvas predadoras (Lavens et al., 2000). No entanto, alguns problemas com cistos de Artemia podem ocorrer, tais como variação na composição nutricional, introdução de patógenos no sistema de cultivo e altos custos com aquisição dos cistos e com mão de obra na preparação dos cistos e náuplios (Kovalenko et al., 2002). Assim, a complementação nutricional ou substituição total com dietas inertes ou outro alimento vivo é vista como alternativa importante (Lavens et al., 2000; Kovalenko et al., 2002; Barros e Valenti, 2003).Além disso, alguns autores acreditam que os náuplios de Artemia não suprem as necessidades nutricionais das larvas de M. rosenbergii nos últimos estágios (Daniels et al., 1992; Valenti et al., 1998 e Barros e Valenti, 2003).
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Efeito do fornecimento de ração complementada com semente de linhaça sobre os macronutrientes e colesterol em tecidos de camarões da Malásia (Macrobrachium rosenbergii).

Efeito do fornecimento de ração complementada com semente de linhaça sobre os macronutrientes e colesterol em tecidos de camarões da Malásia (Macrobrachium rosenbergii).

O experimento foi realizado em Itaipuaçu, município de Maricá, no Estado do Rio de Janeiro. Foram utilizadas 800 pós- larvas de camarãoágua doce (Macrobrachium rosenbergii) oriundos da Fazenda Santa Helena, Silva Jardim (RJ). As pós-larvas foram divididas em dois grupos: 1) grupo controle: alimentado com ração à base de caseína; e 2) grupo teste- alimentado com ração à base de caseína adicionada de linhaça. Ambos foram estocados em tanques de cimento tampados com telas transparentes para evitar entrada de predadores. Cada tanque recebeu oxigenação constante, por meio de bomba elé- trica (marca Sarlo Better mod. S300 – 110 v com capacidade de 280 L/h) e pingadeiras que auxiliaram na oxigenação e renovação da água. A limpeza dos tanques foi realizada duas vezes por semana, com renovação de 80% do volume da água.
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Efeito da intensificação na larvicultura do camarão-da-malásia Macrobrachium rosenbergii

Efeito da intensificação na larvicultura do camarão-da-malásia Macrobrachium rosenbergii

As fêmeas de camarões de água doce do gênero Macrobrachium, durante o período reprodutivo, geralmente, sofre uma muda pré-cópula e o macho deposita o espermatóforo na região abdominal. A fêmea, então, exterioriza os óvulos, que são fecundados ao passar pela massa de espermatozóides. Os ovos podem ser observados aderidos aos pleópodos do abdômen no dia seguinte a muda (Guest, 1979). A larva eclodida, chamada zoea, apresenta hábito planctônico e, em geral, depende de água salobra para completar seu desenvolvimento. Assim, como todos os artrópodes, o desenvolvimento e o crescimento de larvas de decápodes acontecem por meio de um processo descontínuo. Mudanças na morfologia e tamanho tornam-se visíveis entre os estágios sucessivos, sendo estes controlados por eventos de muda. Nesses eventos, o exoesqueleto rígido anterior deve ser eliminado como uma exúvia, passando por um período intermediário, denominado pós-muda, no qual ocorre aumento de tamanho e mudanças morfológicas e fisiológicas exclusivas de cada estágio (Anger, 2001).
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Efeito da radiação ultravioleta b sobre os processos de proliferação e apoptose em células embrionárias do camarão de água-doce Macrobrachium olfersii

Efeito da radiação ultravioleta b sobre os processos de proliferação e apoptose em células embrionárias do camarão de água-doce Macrobrachium olfersii

Nos embriões irradiados em laboratório, a menor frequência de alterações na pigmentação dos cromatóforos pode estar relacionada à dose de RUVB recebida pelos embriões, bem como aos tempos de análise após a irradiação. Analisando os resultados obtidos nos embriões do ambiente, pode-se deduzir que a alta porcentagem dessas alterações, a qual foi maior em E9, tenha sido reflexo de uma exposição maior à RUVB. GOUVEIA et al., (2004), utilizando uma dose de RUVB 10 vezes menor do que a utilizada no presente trabalho, relataram que a RUVB não induziu alterações na pigmentação dos cromatóforos do camarão Palaemonetes argentinus e do caranguejo Chasmagnathus granulata, imediatamente após a exposição em laboratório. Já NAZARI et al. (2010), utilizando a mesma dose do presente trabalho, mostraram alterações na pigmentação dos cromatóforos de M. olfersii, mesmo decorridos 4 dias da exposição à RUVB. Assim, considerando as comparações acima estabelecidas, sugere-se que as alterações nos cromatóforos dos embriões apresentem caráter dose e tempo dependentes.
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Efeito da composição iônica da água no desenvolvimento de larvas de Macrobrachium rosenbergii (De Man, 1879) no estágio II

Efeito da composição iônica da água no desenvolvimento de larvas de Macrobrachium rosenbergii (De Man, 1879) no estágio II

LING (1969) foi o primeiro pesquisador a relatar a utilização de água do mar artificial no cultivo de larvas de M. rosenbergii, porém, somente na década de setenta foram obtidos resultados promissores (SMITH et al., 1976). Recentemente, alguns trabalhos apresentaram resultados favoráveis em termos de produtividade, dentre os quais citamos NAIR & HAMEED (1992), VALENTI (1993b) e SILVA (1995). Tentativas de produzir comercialmente pós-larvas de M. rosenbergii em água do mar sintética foram iniciadas na Índia (SEBASTIAN, 1990) e no Brasil (VALENTI, 1993a). No entanto, mais estudos são necessários para formular uma água do mar artificial bem definida, possibilitando sua reprodução e aplicação prática.
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Aspectos reprodutivos do camarão de água doce Macrobrachium potiuna (Müller) (Crustacea, Decapoda, Palaemonidae) na Serra do Piloto, Mangaratiba, Rio de Janeiro, Brasil.

Aspectos reprodutivos do camarão de água doce Macrobrachium potiuna (Müller) (Crustacea, Decapoda, Palaemonidae) na Serra do Piloto, Mangaratiba, Rio de Janeiro, Brasil.

Palaemonidade) in in in in in Ser Ser Ser Ser Serrrrrraaaaa do do do do do Piloto Piloto Piloto Piloto, Mangar Piloto Mangar Mangar Mangar Mangaratiba atiba, Rio atiba atiba atiba Rio Rio Rio de Rio de de de de JJJJJaneir aneiro aneir aneir aneir oo oo, Br Br Br Brazil. Br azil. azil. azil. azil. Samples of Macrobrachium potiuna (Müller, 1880) were collected monthly from July/2001 to June/2002. At the laboratory, shrimps were separated by sex and measured. The ovigerous females were separated and theirs eggs measured and counted. A total of 1162 shrimps were collected, 50% was females, 47% was males and 3% juveniles. The reproductive period occurred during the spring-summer. The ovigerous female showed total length from 25.9 to 40.3 mm. The mean fecundity was 24,0 ± 9,0 eggs. The first sexual maturation occurred at 25.9 mm total length. The eggs showed means dimensions from 1.56 and 2.08 mm, respectively, for the short and the long axis during the initial stage of development and from 1.70 and 1.89 mm, respectively, for the short and long axis during the final stage of development.
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Avaliação da estrutura genética do camarão de água doce em extinção, pitu (Macrobrachium carcinus), no Nordeste como ferramenta para apoiar programas de repovoamento

Avaliação da estrutura genética do camarão de água doce em extinção, pitu (Macrobrachium carcinus), no Nordeste como ferramenta para apoiar programas de repovoamento

A espécie apresenta ampla distribuição geográfica no Brasil, sendo encontrada desde o Pará ao Rio Grande do Sul, em rios que desembocam no Oceano Atlântico (Fievet, 1998; Magalhães, et al., 2003). Também ocorrem nos Estados Unidos (Flórida), México, América Central e Antilhas. É considerado um dos maiores camarões de água doce do Brasil, apresentando hábitos noturnos, vivendo em locas e com alimentação predominantemente detritívora. Possui a função de elo para as teias alimentares aquáticas, devido a sua participação ativa em diferentes níveis tróficos (Porto, 1988). O sabor agradável e o tamanho fazem dele uma iguaria, atingindo preços elevados no mercado.
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Efeito da substituição do milho por raspa de mandioca em rações do camarão da Malasia &quot;Macrobrachium rosenbergii&quot; De Man , 1879

Efeito da substituição do milho por raspa de mandioca em rações do camarão da Malasia &quot;Macrobrachium rosenbergii&quot; De Man , 1879

Efeito da substituição do milho por raspa de mandioca em rações do camarão. O adubo químico foi diluído em água antes de sua[r]

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INOVAÇÃO NO REAPROVEITAMENTO DOS RESÍDUOS DE PRODUÇÃO DO Macrobrachium rosenbergii

INOVAÇÃO NO REAPROVEITAMENTO DOS RESÍDUOS DE PRODUÇÃO DO Macrobrachium rosenbergii

La presente investigación tuvo como objetivo evaluar el aprovechamiento de los residuos ocasionados por el procesamiento de Macrobrachium rosenbergii en la formulación de pesto como incremento nutricio- nal y aceptación de consumo. En el presente trabajo se analizaron los resultados obtenidos en el análi- sis de la composición centesimal y la evaluación sensorial del producto. Los análisis de composición centesimal fueron conducidos ante la evaluación de humedad, cenizas, lípidos, proteínas totales, car- bohidratos y valor calórico. En el análisis sensorial se detectó diferencia (p<0,05) para el parámetro sabor, que sobresaliendo al formulado con sésamo
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Cultivo do camarão marinho em água doce em diferentes densidades de estocagem.

Cultivo do camarão marinho em água doce em diferentes densidades de estocagem.

Durante o processo de aclimatação das pós-larvas à água doce, utilizou-se alimentação à base de biomassa de artêmia e ração comercial com 45% de proteína bruta, ofertada diariamente, de forma alternada, em intervalos de duas horas, das 8 às 18h. Diariamente, as variáveis químicas e físicas da água (pH, oxigênio, salinidade e temperatura) foram monitoradas. Quando o pH atingia níveis inferiores a 7, correções com cal hidratada na proporção de 0,022 g L -1 eram realizadas,

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Alimentação de Macrobrachium rosenbergii (De Man, 1879)(crustacea, palaemonidae) durante a fase larval: efeitos da densidade de náuplios de Artemia, do tamanho das partículas de ração, do tipo de alimento e do fotoperíodo

Alimentação de Macrobrachium rosenbergii (De Man, 1879)(crustacea, palaemonidae) durante a fase larval: efeitos da densidade de náuplios de Artemia, do tamanho das partículas de ração, do tipo de alimento e do fotoperíodo

A FAA das rações foi baixa até o estágio VI. A partir do estágio VII, a ração úmida é aceita por mais de 50% das larvas e a FAA não difere da obtida para náuplios de Artemia. Esses resultados podem ser explicados por mudanças na capacidade de percepção do alimento e/ou nas características morfo-fisiológicas das larvas no decorrer do desenvolvimento. No início (estágios II – VI), a mecanorrecepção parece ser o principal mecanismo utilizado para a detecção do alimento (Barros e Valenti 1997). A motilidade dos náuplios favorece a sua permanência na coluna d’água, aumentando a chance de encontro e, conseqüentemente, a taxa de ingestão larval. Além disso, larvas nos estágios iniciais (I – III) apresentam mandíbulas características de larvas carnívoras (Jones et al. 1997). Com o desenvolvimento, a dentição mandibular aumenta, porém os dentes tornam-se progressivamente mais arredondados, indicando o início da mudança de hábito alimentar para omnívoro (Jones et al. 1997). O desenvolvimento do trato digestório e o aumento da atividade enzimática que ocorre a partir do estágio VI (Kamarudin et al. 1994 ; Kumlu e Jones 1995) também pode explicar a maior aceitação do alimento inerte, uma vez que o processo de digestão torna-se completamente funcional. De acordo com Agard (1999), o início da alimentação ativa ocorre a partir do estágio V , (de acordo com a descrição de Gomez Diaz e Kasahara, 1987, correspondente ao estágio VI descrito por Uno e Kwon, 1969), quando se esgota a reserva vitelína e o trato digestório está completamente formado. O aumento da atividade específica da amilase a partir dos estágios VII – VIII (Kamarudin et al. 1994) indica a
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