Top PDF Utilização de butirato de sódio no desempenho de suínos

Utilização de butirato de sódio no desempenho de suínos

Utilização de butirato de sódio no desempenho de suínos

O presente experimento teve como objetivo avaliar o desempenho de suínos na fase de crescimento e terminação, submetidos à suplementação com Butirato de Sódio, um ácido orgânico revestido com extratos vegetais, que não sofre digestão gástrica e possui ação efetiva a partir do intestino delgado, através da manutenção da integridade do epitélio intestinal e ainda pode possuir ação bactericida. Foram utilizados 12 suínos, machos e fêmeas, mestiços das raças Landrace x Large white, divididos em dois tratamentos, sendo o tratamento um (T1) o controle e o tratamento dois (T2) com a suplementação do ácido orgânico (Butirato de Sódio). O delineamento foi inteiramente casualizado com três repetições por tratamento, tendo dois animais cada repetição. Os parâmetros avaliados foram ganho de peso (GP), consumo de ração (CR), conversão alimentar (CA), consistência das fezes (CF) e custo da ração por kg de suíno produzido (CP). Os dados de desempenho foram submetidos à análise de variância (ASSISTAT 7.5, 2008), sendo a diferença entre as médias verificadas pelo teste F. As médias entre os tratamentos não apresentaram diferença significativa (P>0,05) sendo os resultados obtidos de 1,01 e 1,05 para ganho de peso diário (GP), 2,49 e 2,52 para consumo diário de ração (CR), 2,45 e 2,40 para conversão alimentar (CA) para T1 e T2 respectivamente. A consistência das fezes (CF) foi observada e classificada como escore 2 ou predominantemente normal durante o período experimental não indicando ocorrência de diarréia. O custo de ração por kg de suíno produzido (CP) foi de R$ 1,71 para T1 e de R$ 1,80 para T2. A inclusão deste acidificante na dieta de suínos em crescimento e terminação não demonstrou eficiência na melhora de desempenho dos animais.
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Efeitos da utilização de butirato de sódio no desempenho de suínos na fase inicial

Efeitos da utilização de butirato de sódio no desempenho de suínos na fase inicial

Resumo: Ao passar dos anos intensificou-se a produção de suínos, e com isso a redução da idade de desmama, caracterizando-se pela fase mais crítica em relação ao manejo alimentar, interferindo na redução do consumo de alimento e consequentemente no ganho médio diário. O manejo realizado incorretamente pode provocar problemas intestinais, como por exemplo, a diarréia. Por décadas utilizou- se antibióticos para diminuir os efeitos nocivos da microflora intestinal, a fim de melhorar o desempenho dos animais, porém o seu uso frequente proporcionou o aparecimento de patógenos resistentes. Por essa razão foram criadas substâncias com potencial para substituírem os antibióticos, entre elas, os ácidos orgânicos. Desta forma, o objetivo do trabalho foi avaliar os efeitos do butirato de sódio nos parâmetros de desempenho produtivo e econômico de leitões na fase inicial. Foram utilizados 12 leitões, machos e fêmeas, mestiços das raças Landrace x Large white, divididos em dois tratamentos. T1 – Tratamento controle e T2 – Tratamento com butirato de sódio. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado com três repetições por tratamento, e dois animais por unidade experimental. Os parâmetros avaliados foram ganho de peso (GP), consumo de ração (CR), conversão alimentar (CA), consistência das fezes e o custo da ração por kg de leitão produzido. Os dados de desempenho foram submetidos à análise de variância (ASSISTAT 7.5, 2008), sendo a diferença entre as médias verificadas pelo teste F. Não houve diferença (P>0,05) entre os tratamentos no GP, CR, CA e na consistência das fezes, no entanto a adição de butirato de sódio apresentou os menores valores de custo da ração por kg de leitão produzido. Desta forma pode-se concluir que o uso de butirato de sódio influenciou positivamente o desempenho econômico de leitões.
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Efeitos do Butirato de sódio sobre o desempenho de suínos em terminação

Efeitos do Butirato de sódio sobre o desempenho de suínos em terminação

O trabalho teve por objetivo avaliar os efeitos do butirato de sódio sobre o desempenho produtivo e econômico de suínos em terminação. O experimento foi realizado na Unidade de Ensino e Pesquisa de Suinocultura do Campus Dois Vizinhos - UTFPR. Foram utilizados 12 animais, machos e fêmeas, mestiços das raças Landrace x Large White, com 110 dias de idade e peso inicial de 60 kg. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com dois tratamentos, sendo T1- Ração basal e T2- Ração basal + 0,3% de butirato de sódio, com 3 repetições e 2 animais por unidade experimental. Os parâmetros de desempenho avaliados foram ganho de peso (GP), consumo de ração (CR) e conversão alimentar (CA). Enquanto que o custo da ração por kg de suíno produzido foi calculado da seguinte forma: preço do kg da ração multiplicado pela conversão alimentar. Os dados de desempenho foram submetidos à análise de variância, sendo a diferença entre as médias verificadas pelo teste F. Não houve influência (P>0,05) dos tratamentos para nenhum dos parâmetros avaliados. Desta forma, conclui-se que a inclusão de butirato de sódio na alimentação de suínos em terminação, não melhorou o desempenho produtivo dos animais e também não foi viável economicamente.
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Efeitos do butirato de sódio encapsulado e fitogênico sobre o desempenho, características da carcaça e saúde de suínos em fase de crescimento e terminação

Efeitos do butirato de sódio encapsulado e fitogênico sobre o desempenho, características da carcaça e saúde de suínos em fase de crescimento e terminação

crescimento e terminação, sobre o desempenho, características da carcaça e status de saúde. Foram utilizados 300 suínos machos castrados e fêmeas distribuídos em seis tratamentos em um delineamento em blocos casualizados com dez repetições. Os tratamentos consistiram em um controle negativo (CN), controle positivo (CP) (tilosina), AD (butirato de sódio encapsulado), AX (fitogênico), CP+AD (tilosina+butirato de sódio encapsulado) e CP+AX (tilosina+fitogênico). Os dados de desempenho (peso vivo, consumo diário de ração, ganho de peso médio diário e conversão alimentar) e de carcaça (peso de carcaça, espessura de toucinho, profundidade do lombo e carne magra na carcaça) foram submetidos à ANOVA seguido por teste de Tukey, e os dados de condição de saúde (ocorrência de doenças, animais eutanasiados e mortos espontaneamente) foram analisados pelo teste de χ2. Os animais do grupo AD apresentaram maior ganho de peso diário (GPD) durante o período de avaliação e maior peso vivo aos 120, 140 e 164 dias de idade, além de maior peso de carcaça em comparação aos grupos CN e CP. O tratamento AX aumentou o GPD na fase crescimento II e o peso vivo aos 120 e 140 dias de idade em relação ao CN. O grupo CP+AX apresentou maior peso final em relação aos grupos CN e CP e maior peso de carcaça em relação ao CN. Não houve diferença entre os tratamentos para espessura de toucinho, porcentagem de carne magra na carcaça e ocorrência de doenças e óbitos. A inclusão de butirato de sódio encapsulado (tratamento AD) foi efetiva no aumento de GPD, peso final e peso de carcaça em comparação à suplementação com tilosina (tratamento CP), assim como a inclusão fitogênico (tratamento AX) melhorou a conversão alimentar em comparação ao grupo CP.
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Efeito da utilização de butirato de sódio na digestibilidade, actividade fermentativa e morfologia intestinal de leitões desmamados

Efeito da utilização de butirato de sódio na digestibilidade, actividade fermentativa e morfologia intestinal de leitões desmamados

A produção suína, nos últimos trinta anos, tem-se caracterizado por um crescente aumento de competitividade e pela procura de um maior benefício económico. Esta realidade tem conduzido à prática de um desmame cada vez mais precoce, leitões com 3 -4 semanas de idade ou mesmo mais novos são separados das porcas. Apesar do elevado progresso na formulação e na selecção de ingredientes para as rações dos leitões, na maior parte dos sistemas produtivos, o período que compreende as 5 – 8 semanas após o desmame continua a ser uma das fases mais críticas da produção suína. Um dos períodos mais problemáticos na vida dos suínos é o desmame devido à idade do animal bem como à drástica alteração da dieta alimentar (Odgaard, 2001). Juntamente com alterações ambientais e sociais, estes factores de stress conduzem a uma baixa ingestão de alimento com consequente redução do ganho médio diário, contribuindo para o desencadear de doenças intestinais (Barnett et al., 1989). Mesmo a fase de reagrupamento dos animais aquando da passagem das celas para as jaulas de pós-desmame, representa uma ameaça para o bem-estar dos leitões. Até há pouco tempo este problema era contornado com o uso generalizado de antibióticos que melhoravam de forma significativa as performances dos leitões através da diminuição dos efeitos nocivos da microflora intestinal (Visek, 1978). O seu uso recorrente conduziu ao aparecimento de resistências em patogénios intestinais nos suínos com a possibilidade de se generalizar ao Homem (Witte, 1998). Como consequência, a Comunidade Europeia no princípio de 2006 proibiu a utilização de antibióticos como aditivos alimentares em doses subterapêuticas (promotores de crescimento) tornando-se urgente encontrar alternativas seguras que modelem a microflora cecal e controlem a fermentação intestinal. Entre estas substâncias, encontram-se os ácidos orgânicos conhecidos por serem fortes inibidores do crescimento microbiano sendo portanto intencionalmente adicionados a muitos alimentos como conservantes (Knochel e Gould, 1995; Podolak et al., 1996). Tem sido relatado que a adição de ácidos orgânicos como o cítrico, fórmico, fumárico, láctico ou propiónico nas dietas de leitões, ajuda a superar problemas no período de pós-desmame (Falkowski and Aherne, 1984; Partanen and Mroz, 1999). Aliás, de entre as várias funções metabólicas, os ácidos gordos de cadeia curta são uma importante fonte de energia, sendo o ácido butírico (ácido gordo de cadeia curta intestinal) aquele que é mais prontamente oxidado para CO 2 (Falkowski ans Aherne, 1984;
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Utilização de dois teores de butirato no regime de desmame do leitão. Crescimento fisiológico, digestibilidade, fisiologia digestiva

Utilização de dois teores de butirato no regime de desmame do leitão. Crescimento fisiológico, digestibilidade, fisiologia digestiva

Os constantes aumentos de exigência económicos e competitivos na produção da carne de suíno que ocorreram ao longo dos últimos trinta anos levaram a encurtar a idade de desmame dos leitões para 3 semanas ou menos. Apesar das melhorias alcançadas na formulação nutricional para leitões e na selecção de ingredientes, o período do pós-desmame continua a ser uma fase critica na maioria dos sistemas de produção suína. O desmame, independentemente da idade do leitão, apresenta-se como o maior desafio alimentar que o suíno encontra ao longo da sua vida (Odgaard, 2001, citado por Manzanilla et al., 2005). Juntamente com as alterações fisiológicas, ambientais e sociais que ocorrem numa altura em que os sistemas digestivo e imunitário estão ainda imaturos (Nofrarías et al., 2007), este stress leva a menor consumo de alimento, menor ritmo de aumento de peso, e contribui para o aparecimento de doenças gastrointestinais (Barnett et al., 1989, citados por Piva et al., 2002). Até há pouco tempo este problema era contornado com o uso generalizado de antibióticos em doses subterapêuticas que melhoravam de forma significativa as performances dos leitões através da diminuição dos efeitos nocivos da microflora intestinal (Visek, 1978, citado por Piva et al., 2002). Porém, o seu uso recorrente conduziu ao aparecimento de resistências em microrganismos patogénicos intestinais nos suínos, que poderiam transmitir essa resistência a patogénicos humanos. Isto teve como consequência a total proibição dos antibióticos como promotores de crescimento na Comunidade Europeia desde Janeiro de 2006. Tornou-se assim urgente encontrar alternativas seguras. Entre estas substâncias, encontram-se os ácidos orgânicos, tais como o cítrico, fórmico, fumárico, láctico ou propiónico, que quando adicionados a dietas para leitões ajudam a superar problemas no período de pós-desmame (Falkowski e Aherne, 1984, citados por Piva et al., 2002; Partanen e Mroz, 1999). Da mesma forma o fornecimento de ácido butírico na forma de butirato de sódio demonstrou ter um efeito positivo na melhoria das performances dos leitões (Piva et al., 2002).
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SUPLEMENTAÇÃO DIETÉTICA DE BUTIRATO DE SÓDIO PARA PORCAS DE DIFERENTES ORDENS DE PARTO DURANTE A LACTAÇÃO

SUPLEMENTAÇÃO DIETÉTICA DE BUTIRATO DE SÓDIO PARA PORCAS DE DIFERENTES ORDENS DE PARTO DURANTE A LACTAÇÃO

Cada ácido orgânico possui atributos diferentes em relação às propriedades físicas e químicas, dependendo do pH, da concentração, da dissociação (pKa), capacidade tampão da ração, do tempo de retenção/exposição e do nível de inclusão (CORASSA, 2004). Apesar dessas diferenças, os efeitos comuns aos ácidos utilizados na nutrição de suínos são a dissociação intestinal dos ácidos orgânicos, liberando íons H + que protegem o trato gastrointestinal contra a invasão e a colonização por patógenos (MROZ, 2005; AHMED et al., 2014) e a difusão através das membranas celulares dos patógenos por formas não dissociadas, destruindo seu citoplasma (LIMA, 2016). Assim, pode-se afirmar que a utilização de ácidos orgânicos na dieta dos suínos inibe a microflora intestinal indesejável que compete com o animal pelos nutrientes e, consequentemente, reduz seus metabólitos tóxicos.
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Aditivos fitogênicos e butirato de sódio como potenciais promotores de crescimento...

Aditivos fitogênicos e butirato de sódio como potenciais promotores de crescimento...

Uma complicação a mais verificada nesta fase de pós-desmama é o desenvolvimento natural do sistema enzimático. Enquanto a atividade da lactase reduz, outras enzimas são secretadas em função da composição da dieta sólida. As diferentes enzimas necessitam de diferentes condições para desempenho ótimo (VIOLA; VIEIRA, 2003). O estômago é o primeiro sítio de digestão protéica, devendo apresentar pH baixo (de 2,0 a 3,5) para ativação da pepsina, iniciando a digestão da proteína e diminuindo assim a passagem de substrato a outras porções do intestino delgado. Ocorrem dois tipos de secreções no estômago dos suínos, uma alcalina proveniente da região do cárdia, secretada principalmente à noite e uma secreção ácida que contém enzimas proteolíticas nas regiões fúndica e pilórica, produzida em grande quantidade após a ingestão de alimentos (VIOLA; VIEIRA, 2003) . A presença do alimento no estômago aumenta o pH e, através de estímulos nervosos e hormonais, induz a secreção de ácido clorídrico (HCl), produzido pelas células parietais do estômago e responsável pelo abaixamento do pH estomacal, promovendo a digestão de peptídeos e estabelecendo uma barreira contra a entrada de microrganismos patogênicos, além de promover maior disponibilização de minerais. A ausência de alimento no intestino promove mudanças morfológicas adversas, sendo o consumo de ração fator primordial para a manutenção da estrutura e da função intestinal (McCRACKEN et al., 1999).
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Efeitos do butirato de sódio sobre o desempenho de leitões na fase inicial

Efeitos do butirato de sódio sobre o desempenho de leitões na fase inicial

De acordo com Machinski (2008) e Costa (2011), citam como vantagens destes ácidos, a sua fácil utilização na composição de rações animais, por serem inodoros, estarem na forma sólida, menos volátil e disponíveis em sais que podem ser de cálcio, potássio ou sódio. Possuem ainda efeito conservante sobre a mistura de produtos da ração (GHELER et al., 2009). Miguel et al. (2011) e Morais (2009) relatam que estes ácidos agem na redução do pH intestinal proporcionando controle na multiplicação de microrganismos patogênicos e ainda promovendo condições propícias a ação de enzimas digestivas, consequentemente ocorrem melhoras no aproveitamento dos nutrientes fornecidos via ração e na conversão alimentar.
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Efeitos do butirato de sódio no desempenho de leitões na fase pré-inicial

Efeitos do butirato de sódio no desempenho de leitões na fase pré-inicial

Os ácidos orgânicos, incluindo o ácido butírico, atuam diretamente sobre a microbiota intestinal, selecionando os microrganismos benéficos e excluindo as populações patogênicas. Estudos com frangos e suínos, mostraram que este ácido foi responsável pelo aumento da população de lactobacilos em todo o trato digestório, e diminuição da quantidade de Escherichia coli (JANSSENS; e NOLLET, 2002).

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AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE RESÍDUO DE ALUMINATO DE SÓDIO COMO COAGULANTE

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE RESÍDUO DE ALUMINATO DE SÓDIO COMO COAGULANTE

Dessa forma, pode ser inferido que a adição do resíduo de aluminato de sódio reduz a concentração de cloreto férrico a ser utilizado no tratamento do efluente. Vecchia e colaboradores (2012) investigaram a utilização de poliacrilamida aniônica, para atuar como um coagulante auxiliar, o que viabilizou a redução da concentração do sulfato de alumínio utilizado no tratamento de água. Os autores afirmaram que coagulantes auxiliares reduzem a quantidade de lodo gerado em estações de tratamento de água e de efluentes industriais, reduzindo-se custos e elevando a vida útil dos aterros.
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Efeitos dos moduladores epigenéticos butirato de sódio e hidralazina na expressão de genes relacionados à pluripotência em células de polpa dental humana hígida e inflamada

Efeitos dos moduladores epigenéticos butirato de sódio e hidralazina na expressão de genes relacionados à pluripotência em células de polpa dental humana hígida e inflamada

Mesmo que ainda não existam tecnologias para o desenvolvimento de órgãos completos in vitro, células-tronco com pluripotência induzida podem diferenciar-se em todas as células que existem em determinado órgão. Assim, seria interessante induzir células de um paciente a um estágio de indiferenciação, ou seja, a um estágio de pluripotência, assim como as células-tronco embrionárias, pois essas células poderiam ser utilizadas no tratamento de doenças ou na regeneração de tecidos do próprio paciente, sem serem imunorreativas. Um exemplo dessa medicina personalizada seria a utilização dessas células com pluripotência induzida para o desenvolvimento de uma “terceira dentição” que permitisse o restabelecimento das funções mastigatória e estéticas (Casagrande et alli, 2011). Considerando que as células dessa terceira dentição seriam do próprio paciente a possibilidade de rejeição seria baixa, não havendo a necessidade de esse paciente ser levado a um estado de imunossupressão. Outra modalidade terapêutica interessante seria a reabilitação de um paciente que, por exemplo, apresentasse um estágio avançado de cirrose hepática, com o fígado funcionalmente comprometido. Ao invés de submeter esse paciente a um transplante homólogo, ele poderia receber um enxerto que contivesse suas próprias células previamente submetidas a um processo de indiferenciação e posteriormente induzidas a diferenciar-se em células do tecido hepático.
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Butirato e cancro colo-retal

Butirato e cancro colo-retal

incidência do CCR foi proposta por Burkitt que estabeleceu a associação entre a ingestão de uma dieta rica em fibras e a baixa incidência de CCR (citado em [2, 3]). Esta observação foi confirmada por vários estudos epidemiológicos que mostram que existe uma relação inversa entre a ingestão de fibras e a incidência de CCR [4], sendo que a ingestão diaria de 30 g de fibras reduz em cerca de 50% o risco de desenvolver CCR (citado em [2, 5]). A inulina, uma fibra alimentar, e os produtos da sua fermentação diminuem o risco de CCR (citado em [6, 7]). Estes efeitos protetores foram associados à produção de butirato [8], que tem efeitos anticarcinogénicos devido à sua capacidade de induzir a apoptose [9], de inibir a
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Uso do butirato em câncer de cólon

Uso do butirato em câncer de cólon

cólon (Nkondjock et al. 2003). Na dieta, os produtos lácteos são as principais fontes de butirato exógeno (Carraro et al. 1993). O butirato é um ânion derivado do ácido orgânico, constituído por quatro átomos de carbono e apresenta-se como fonte de energia primária para os colonócitos, por ser prontamente absorvidos pela mucosa colônica (Cook & Sellin, 1998). Aproximadamente 95% do butirato produzido no cólon é absorvido pelo epitélio, porém pequena concentração é encontrada na circulação porta, indicando sua rápida oxidação pelos colonócitos (Pryde, 2002). O metabolismo do butirato inicia-se com a sua entrada nas células epiteliais, sendo este convertido a butiril-CoA dentro da mitocôndria, e desta forma oxidado pela β -oxidação dos ácidos graxos (Brody, 1994).
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Peso ótimo de abate de suínos. I. Desempenho dos animais

Peso ótimo de abate de suínos. I. Desempenho dos animais

Equações de regressão do consumo de ração diário médio e da conversão alimentar no peso vivo dos ani- mais e coeficientes de determinação (R 2 ). a) Regressão do consumo de ração diário[r]

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Utilização de glicerol na dieta de suínos em crescimento e terminação.

Utilização de glicerol na dieta de suínos em crescimento e terminação.

diretamente na margem de lucros do suinocultor (Trindade Neto et al., 1995). Assim, é dentro deste contexto que as pesquisas envolvendo a utilização de alimentos alternativos, com destaque para os subprodutos ou resíduos, resultantes do processamento industrial de produtos agrícolas e de práticas modernas de mecanização agrícola, vêm ganhando crescente atenção (Gomes, 2006). As pesquisas têm sido fundamentais para que se descubram novos usos para os produtos e subprodutos e para o conhecimento das limitações desses

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Utilização de glicerol na dieta de suínos em crescimento e terminação

Utilização de glicerol na dieta de suínos em crescimento e terminação

Lammers et al. (2007a) avaliando a inclusão de até 10 % de glicerol bruto proveniente da produção do biodiesel, na dieta de leitões na fase de creche, não observaram qualquer efeito no desempenho dos animais. Já Groesbeck et al. (2008), ao utilizar 3, 6 e 12% deste subproduto, associado ou não com óleo de soja, em dietas para a mesma categoria de suínos, obtiveram maiores consumos diários de ração e melhores conversões alimentares, sem, no entanto, interferir no ganho diário de peso. O glicerol bruto, devido ao sabor adocicado que possui, pode ter melhorado a palatabilidade da dieta e conseqüentemente o consumo de ração, atuando de maneira positiva no desempenho dos animais.
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Efeito da adição de butirato de sódio, propionato de cálcio ou monensina sódica no concentrado inicial sobre parâmetros ruminais e de desenvolvimento do rúmen de bezerros leiteiros.

Efeito da adição de butirato de sódio, propionato de cálcio ou monensina sódica no concentrado inicial sobre parâmetros ruminais e de desenvolvimento do rúmen de bezerros leiteiros.

de butirato de sódio via concentrado para bezerros, o que dificulta a análise de seu potencial como aditivo para animais em aleitamento. O baixo consumo pode ter comprometido os resultados esperados, de maiores concentrações molares de ácido butírico no rúmen, ácido graxo de maior importância no desenvolvimento de papilas ruminais (Lane & Jesse, 1997). As concentrações de ácido butírico foram inferiores ao esperado para animais com 10 semanas de idade, quando a concentração no fluido ruminal é superior a 10 mM (Beharka et al., 1998; Coverdale et al., 2004), assim como os observados para os outros ácidos graxos de cadeia curta. Como previsto, a adição de monensina resultou em menor produção de butirato no rúmen, assim como relatado por Quigley et al. (1992), que observaram menor produção de ácido butírico em bezerros sob suplementação com lasalocida no período após o desaleitamento. Segundo esses autores, a redução na produção de butirato e acetato com o uso de ionóforos reflete aumento na produção de propionato, entretanto esse efeito não foi observado neste trabalho.
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Utilização de PCR-RFLP no gene da grelina em reprodutores suínos

Utilização de PCR-RFLP no gene da grelina em reprodutores suínos

Atualmente, o Brasil é um dos maiores exportadores mundiais de carne suína, com um contingente superior a 40 milhões de cabeças sendo que mais de 50% da produção está concentrada na região Sul do Brasil. O consumo de carne suína no Brasil tem se demonstrado crescente, embora ainda seja baixo quando comparado ao consumo per capta de países europeus. Neste cenário, a suinocultura brasileira vem se intensificando principalmente no âmbito de tecnologias relacionadas às instalações, nutrição, aspectos sanitários, manejo de dejetos e à qualidade genética dos animais. Um dos grandes desafios desta atividade está diretamente relacionado com a utilização adequada destas tecnologias somadas à busca pela redução dos custos de produção. Considerando-se que a nutrição dos animais é um dos maiores contribuintes para estes custos de produção, faz-se necessário buscar, dentro dos programas de melhoramento genético, características relacionadas direta ou indiretamente com o consumo e com a conversão alimentar dos animais.
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AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE SUÍNOS SUBMETIDOS À ALIMENTAÇÃO COM RAÇÃO ÚMIDA

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE SUÍNOS SUBMETIDOS À ALIMENTAÇÃO COM RAÇÃO ÚMIDA

O resultado de peso à desmama, que teve como valor 9,04 e 6,94 kg para ração úmida e ração seca respectivamente, e de ganho de peso diário de 0,6 e 0,54 Kg para ração úmida seca respectivamente, que se encontram na Tabela 3, foram significativos (P < 0,05) de acordo com o tipo de ração fornecida, sendo a ração úmida superior à seca no desempenho dos suínos. Concordando com Teodoro (1998), que verificou um maior ganho de peso de suínos tratados com ração farelada extrusada úmida após este período, os ganhos observados pelo autor foram de 0,3; 0,18 e 0,4 kg por dia, sendo as fases respectivamente de 7 a 21, de 22 a 28 e de 29 a 42 dias de idade, porém, estes resultados contrariaram aos obtidos por Vieira; Carvalho (1996), os quais não observaram efeito da adição de água, entre 10 e 50 % na ração, em comparação com a ração seca, em um trabalho que foi desenvolvido com as rações fornecidas para os suínos dos 13 aos 30 kg de peso vivo.
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