Top PDF Valor nutritivo da silagem de dez híbridos de milho.

Valor nutritivo da silagem de dez híbridos de milho.

Valor nutritivo da silagem de dez híbridos de milho.

Durante algum tempo tem sido estudado a composição e os conteúdos das ligninas em plantas melhoradas geneticamente. Por exemplo, os geneticamente modificados como o milho brown- midrib (bm) diferem dos milhos normais, por apresentarem baixos teores de lignina, menor teor de ácido p-cumárico esterificado e menor conteúdo de unidades siringil na lignina, fazendo com que apresentem maiores valores de digestibilidade da parede celular quando comparado com milhos normais (AKIN, 1988). Neste sentido, Méchin et al. (2005), trabalhando com diferentes linhagens de milho, registraram maiores valores em digestibilidade da parede celular para as linhagens bm3 associadas com o menor teor em lignina. Oba e Allen (1999, 2000), trabalhando com diferentes híbridos de milho, registraram maior digestibilidade da matéria seca (MS) e da parede celular (PC), para silagem de milho bm em relação à silagem de milho não bm. Da mesma forma, Ballard et al. (2001), trabalhando com três diferentes híbridos de milho (Mycogen, Cargill e Pioneer), encontraram melhores valores de digestibilidade e produção de leite para os animais alimentados com o híbrido bm3.
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Valor nutritivo da silagem de cana-de-açúcar tratada com uréia e acrescida de rolão-de-milho.

Valor nutritivo da silagem de cana-de-açúcar tratada com uréia e acrescida de rolão-de-milho.

Resumo – O objetivo deste trabalho foi determinar o valor nutritivo da silagem de cana-de-açúcar tratada com 0,5% de uréia e acrescida de 0, 40, 80 e 120 kg de rolão-de-milho/t de cana-de-açúcar picada e ensilada. O experimento foi desenvolvido no Instituto de Zootecnia, em Nova Odessa, SP, em delineamento de blocos completos ao acaso com quatro repetições. O teste de consumo e digestibilidade foi efetuado com ovelhas em gaiolas com coletor e separador de fezes e urina. O teste constou de três períodos de 10, 10 e 5 dias, que corresponderam, respectivamente, aos períodos de adaptação, controle do consumo e coleta. A adição de rolão-de-milho melhorou o padrão de fermentação das silagens. O consumo de matéria seca e fibra insolúvel em detergente neutro, os coeficientes de digestibilidade da matéria seca e fibra insolúvel em detergente neutro, bem como a ingestão de nutrientes digestíveis totais, aumentaram linearmente com a elevação dos níveis de rolão-de-milho adicionados. O valor nutritivo das silagens aumentou com a adição de rolão-de-milho.
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Valor nutritivo da silagem de milho sob o efeito da inoculação de bactérias ácido-láticas.

Valor nutritivo da silagem de milho sob o efeito da inoculação de bactérias ácido-láticas.

Recentemente, Jochmann et al. (1998) revisaram a literatura a respeito dos efeitos da inoculação microbiana sobre o valor nutritivo da silagem de milho e da alfafa. Entretanto, esses autores não puderam tirar conclusões seguras a respeito da inoculação do milho, em virtude do reduzido número de estudos encontrados na literatura. A contagem de bactérias epifíticas encontrada na forrageira tem sido comumente utilizada para explicar a grande varieda- de de resultados obtidos com a inoculação microbiana (Sanderson, 1993). Embora não tivesse sido avaliada no presente estudo, aparentemente, a população de bactérias láticas na planta do milho estaria suficiente, uma vez que quantidades adicionais dessas bactérias não causaram resposta.
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Valor nutritivo da silagem de maniçoba (Manihot pseudoglaziovii) com e sem fubá de milho como aditivo.

Valor nutritivo da silagem de maniçoba (Manihot pseudoglaziovii) com e sem fubá de milho como aditivo.

O estudo foi conduzido com o objetivo de estudar o valor nutritivo da Maniçoba sob a forma de silagem, com ou sem fubá de milho como aditivo. Os tratamentos utilizados foram: silagem de maniçoba (SM) com quatro níveis (0; 10; 20 e 30%) de adição de fubá de milho como aditivo, sendo cinco repetições por tratamento. O pH das silagens se manteve entre 4,1 e 4,3 tanto para silagens com e sem aditivo, indicando que ocorreu uma boa fermentação láctica independente da adição de fubá de milho. Para DIVMS ocorreram valores crescentes e significativos (P<0,05) à medida que houve aumento da adição de fubá de milho, sendo que a inclusão de 20 % de fubá foi responsável pelo maior valor deste parâmetro (65,1 %). As concentrações de ácido acético e butírico foram reduzidas na medida em que foram adicionados níveis crescentes de aditivo. As concentrações de ácido láctico foram consideradas satisfatórias em todos os tratamentos. Ocorreu decréscimo significativo (p< 0,05) nos teores de FDN e FDA com a inclusão do fubá de milho, sendo encontrado o menor valor para o tratamento com 20 % de aditivo. Conclui2se que a silagem de maniçoba é uma alternativa alimentar de bom valor nutricional, principalmente quando adicionado de fubá de milho como aditivo. O melhor nível de inclusão de fubá de milho na silagem da maniçoba é de 20%.
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Valor nutritivo de rações contendo silagem de milho e fenos de alfafa e de capim-coastcross

Valor nutritivo de rações contendo silagem de milho e fenos de alfafa e de capim-coastcross

custos de produção do litro de leite (R$0,15 kg), obtendo-se maior margem bruta para a ração contendo silagem de milho. BORTON et al. (1997) comentaram que, devido à diferença no lucro entre alimentos usados, se faz necessária uma análise criteriosa quanto ao alimento utilizado. Quando se utiliza forragem de menor valor nutritivo, para que o animal possa consumi-la e atender a suas exigências de mantença e produção, é necessário que se utilizem rações concentradas, que, na maioria da vezes, têm custos elevados. Ao contrário, quando se utilizam forragens de melhor valor nutritivo, atende-se grande parte das exigências dos animais. Em conseqüência, pode-se usar um concentrado de menor valor protéico e, ou, energético, o que resulta em maior lucro.
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Avaliação do comportamento agronômico da planta e valor nutritivo da silagem de diferentes híbridos de milho (Zea mays, L.).

Avaliação do comportamento agronômico da planta e valor nutritivo da silagem de diferentes híbridos de milho (Zea mays, L.).

A otimização de sistemas intensivos de produção pecuária depende da produção de silagem de baixo custo e de alto valor nutritivo, para que o giro de capital investido seja feito no menor tempo possível (Brondani et al., 2000). Assim, de modo geral, pesqui- sas de comparação entre híbridos são fundamentais para o avanço dos programas de melhoramento gené- tico e importantes na recomendação a técnicos e produtores sobre o híbrido destinado à produção de silagem com melhor relação produção:valor nutritivo. Os híbridos de milho Agroceres AG-5011, Braskalb XL-344 e Cargill C-806 encontram-se dis- poníveis no mercado, sendo considerados materiais de primeira linha das empresas de melhoramento, destinados a suprir as necessidades dos produtores em relação a materiais com melhores características para produção de silagem de alto valor nutritivo.
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Valor nutritivo e desempenho de leitões alimentados com rações contendo silagem de grãos úmidos de milho.

Valor nutritivo e desempenho de leitões alimentados com rações contendo silagem de grãos úmidos de milho.

O emprego do milho na forma de silagem de grãos úmidos em rações para suínos é uma alternativa para a produção de grãos na propriedade. Diversas vanta- gens em relação ao milho seco são apresentadas na literatura, dentre elas, antecipação da colheita, redu- ção nas perdas quantitativas e qualitativas na fase pós-colheita, sistema de armazenamento mais sim- ples e econômico, conservação do valor nutritivo por maior período de tempo, maior disponibilidade de nutrientes, menor incidência de diarréia em animais recém-desmamados e ausência de taxas e impostos, que incidem sobre o preço do milho seco que é adquirido no mercado formal.
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Conseqüências do atraso na época de semeadura e de ensilagem do milho no valor nutritivo da silagem.

Conseqüências do atraso na época de semeadura e de ensilagem do milho no valor nutritivo da silagem.

RESUMO Objetivou-se com este trabalho verificar o efeito da época de semeadura e de corte das plantas para ensilagem, sobre características químicas e na degrada- bilidade ruminal da silagem de cultivares de milho. Fo- ram avaliadas 9 cultivares de milho em duas épocas dis- tintas no ano agrícola 1999/2000, em área experimental da Universidade Federal de Lavras (UFLA). Em cada época foram testadas duas épocas de corte, e em uma delas a linha de leite apresentava-se na metade do grão, e na outra, a colheita foi realizada quando os grãos atin- giram a maturidade fisiológica. O delineamento experi- mental utilizado foi o de blocos ao acaso com 4 repeti- ções, sendo a parcela constituída de 4 linhas de 5 me- tros. À medida que as plantas das parcelas atingiam os estádios pré-estabelecidos de colheita, foram cortadas, picadas e ensiladas em silos de tubo de PVC. Cem dias após a ensilagem, os silos foram abertos e uma amostra da silagem foi retirada e seca em estufa a 55 o C até atin- gir peso constante. Posteriormente, as amostras foram
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Estratificação de ambientes, adaptabilidade e estabilidade de híbridos comerciais de milho para silagem no sul do Brasil.

Estratificação de ambientes, adaptabilidade e estabilidade de híbridos comerciais de milho para silagem no sul do Brasil.

Uma das maiores dificuldades da produção de leite no Sul do Brasil é a escassez de alimentos no período compreendido entre os meses de abril e setembro. Nessa época, as pastagens reduzem seu crescimento devido às baixas temperaturas. Nas áreas onde isso não ocorre, as pastagens são prejudicadas pela falta de chuvas. Durante esse período, a quantidade e a qualidade das pastagens diminuem acentuadamente, reduzindo ou inviabilizando a produção de leite em escala comercial. Por isso, a principal alternativa para a alimentação do rebanho nessa época é o emprego de silagem. Entre as opções de forrageiras para ensilagem, o milho se destaca por apresentar grande produtividade de matéria seca, bom valor nutritivo e boa digestibilidade (GOMES et al., 2002).
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Tempo de armazenamento e manejo do painel no valor nutritivo de silagens de milh...

Tempo de armazenamento e manejo do painel no valor nutritivo de silagens de milh...

No experimento I, objetivou-se avaliar os efeitos de aditivos microbianos e tempo de armazenamento na qualidade de silagens de milho. A cultura do milho foi ensilada sem aditivos (Controle) ou com inoculantes contendo bactérias láticas homofermentativas (Lactobacillus plantarum + Enterococcus faecium + Pediococcus acidilactici) + enzimas celulolíticas e hemiceluloliticas ou heterofermentativas (Lactobacillus buchneri) aplicados na dose 1 × 10 5 ufc/g. As silagens foram armazenadas em silos experimentais durante 3, 7, 15, 30, 60, 210, 390, 480 ou 570 dias. Foram avaliados: composição químico-bromatológica, produtos de fermentação, perfil microbiológico, perdas fermentativas, estabilidade aeróbia e degradabilidade ruminal in situ. Os inoculantes não afetaram a maior parte das variáveis estudadas. Entretanto, L. buchneri aumentou a concentração de ácido acético das silagens e diminuiu a deterioração aeróbia, confirmada pelo menor acúmulo térmico durante o ensaio de estabilidade aeróbia. O teor de carboidratos solúveis diminuiu ao longo do tempo de armazenamento, reflexo do metabolismo dos açúcares em produtos de fermentação. As concentrações da prolamina como esperado diminuíram e as concentrações de nitrogênio amoniacal e proteína solúvel aumentaram com os tempos de armazenagem prolongados, reflexo da ocorrência de proteólise na silagem de milho. O pH da silagem diminuiu rapidamente nos primeiros sete dias de armazenamentos mantendo-se estável para os demais tempos de estocagem, diferente do ocorrido para a concentração de ácido acético, que aumentou com o tempo de armazenamento. Verificou-se diminuição na contagem de bactérias láticas e leveduras ao longo do armazenamento. A produção de gás e a perda de matéria seca aumentaram com o tempo de armazenamento. O tempo de armazenamento aumentou todas
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Demanda energética na colheita, degradabilidade e digestibilidade da silagem de híbridos de milho

Demanda energética na colheita, degradabilidade e digestibilidade da silagem de híbridos de milho

O milho é a cultura mais utilizada para confecção de silagem nos sistemas de produção de ruminantes. Para tanto, são encontrados no mercado, cultivares que se diferem em características morfofisiológicas. A eficiência do processo não deve ser avaliada somente pelo valor nutritivo do produto final, mas também pelos custos por kg de massa seca colhida. O objetivo deste trabalho foi avaliar o consumo de energia na colheita de híbridos de milho para ensilagem em função da textura do híbrido (dentada e dura), quatro maturidades de colheita (1/2 leitoso, 1/4 leitoso, início de maturação fisiológica e maturação fisiológica) e três tamanhos de partículas - Tp (2, 7 e 11mm). Foi utilizado no experimento um trator da marca Massey Ferguson, modelo MF 610 de 86 cv. Para colheita e corte da forragem, utilizou-se colhedora de forragem, marca JF Máquinas, modelo JF92 Z10. Para obtenção dos dados de consumo de combustível (Cc) e tempo gasto para cada parcela utilizou-se um fluxômetro, instalado próximo ao filtro de combustível do trator. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado em esquema de parcelas subdivididas. Para os parâmetros avaliados, foi verificada interação tripla entre os fatores hibrido*estádio de colheita*Tp. A velocidade e deslocamento do trator foram diferentes para as maturidades somente para o híbrido de textura dura. O Cc por hora para o híbrido dentado aumentou em maturidades mais precoces de colheita e em menores Tp. O consumo por kg de massa seca produzida foi menor em maturidades mais tardias, textura dentada e dura respectivamente em função da maior produção de massa. A potência teórica foi maior em maturidades mais precoces (textura dentada e dura respectivamente) e para o fator rendimento, foram observados maiores rendimentos para o híbrido de textura dura nas mais avançadas. Pode-se concluir que o consumo de combustível foi menor em maturidades de colheita tardias e o híbrido de textura dura pode ser utilizado para silagem no que tange ao Cc e rendimento em maturidades mais tardias, sendo preferencialmente processados em maiores Tp.
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Produção e composição química de híbridos de sorgo e de milho para silagem.

Produção e composição química de híbridos de sorgo e de milho para silagem.

O sorgo (Sorghum bicolor (L.) Moench) apresenta-se como uma alternativa ao milho, por ser adaptada ao processo de ensilagem, em virtude de suas características fenotípicas, as quais determinam facilidade de semeadura, manejo, colheita e armazenamento, aliadas ao alto valor nutritivo e concentração de carboidratos solúveis, essenciais para uma adequada fermentação lática, bem como aos rendimentos significativos de massa seca por unidade de área (NEUMANN et al., 2002; CHIEZA et al., 2008). A cultura do sorgo visando à produção de silagem destaca-se principalmente em regiões que apresentam particularidades edafoclimáticas que
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Qualidade e valor nutritivo da silagem de três cultivares de milheto.

Qualidade e valor nutritivo da silagem de três cultivares de milheto.

Jaster et al. (1985), citados por Andrews & Dumar (1992), verificaram que novilhas consumindo silagem de sorgo e milheto apresentaram mais alta ingestão e digestibilidade da MS do que aquelas que consumiram silagens de forrageiras de clima temperado. Messman et al. (1992) avaliaram a produção de leite, digestibilidade e fermentação ruminal de vacas no terço médio da lactação recebendo como volumosos a silagem de milheto (50% da MS total) ou silagem de milho ou alfafa e verificaram que o consumo de MS, a produção de leite e a digestibilidade não foram influenciados pelos tratamentos. Pelos resultados encontrados, os autores concluíram que a silagem de milheto pode ser considerada como alternativa importante de volumoso para alimentação de ruminantes, mesmo de animais mais exigentes como vacas em lactação.
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Avaliação de silagens elaboradas com milho produzido sob dois níveis de adubação: I. produção e custo operacional

Avaliação de silagens elaboradas com milho produzido sob dois níveis de adubação: I. produção e custo operacional

Avaliação do comportamento agronômico da planta e valor nutritivo da silagem de diferentes híbridos de milho (Zea mays L.).. Revista Brasileira de Zootecnia, Viçosa, v.[r]

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Valor nutritivo da silagem de girassol inoculada com bactérias ácido-láticas.

Valor nutritivo da silagem de girassol inoculada com bactérias ácido-láticas.

A silagem de milho é considerada alimento volumoso padrão para animais ruminantes, com valor nutritivo referencial. Entretanto, sua produção e qualidade são incertas a cada ano, por serem influenciadas pela disponibilidade de água no solo (Nussio, 1991). Portanto, torna-se necessário obter uma cultura alternativa que produza bem sob condições de baixas precipitações e resulte em uma silagem de alta qualidade. Nessas condições, o girassol (Helianthus annuus L.) é apontado como alternativa. A planta do girassol, apesar de consumir grande quantidade de água durante seu ciclo, é uma das mais tolerantes à escassez hídrica, principalmente por apresentar sistema radicular profundo, que lhe permite
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Produção de silagem de sorgo com diferentes doses de uréia em dois períodos de armazenamento

Produção de silagem de sorgo com diferentes doses de uréia em dois períodos de armazenamento

O sorgo (Sorghum bicolor (L.) Moench) é considerado uma excelente cultura, dentre as espécies forrageiras indicadas para ensilar, pois, além de apresentar características de cultivo e de valor nutritivo semelhantes às do milho, pode ser utilizada em regiões com menor índice pluviométrico, como ocorre no Nordeste Brasileiro, e, em conjunto, há a possibilidade de colheita de rebrota, favorecendo-a quanto à produção de matéria seca por hectare. No entanto, as perdas que ocorrem, tanto durante o processo de ensilagem quanto por ocasião da abertura dos silos, relacionadas a fatores como respiração das plantas, fermentação, produção de efluentes e deterioração aeróbica, podem comprometer a utilização de volumosos de qualidade nos sistemas de produção de ruminantes. Além desses aspectos relacionados à qualidade da silagem, o valor nutritivo da silagem de sorgo deve ser considerado uma vez que esta cultura apresenta baixo teor de proteína bruta. Tais fatores podem comprometer a produtividade animal, acarretando decréscimo na renda dos produtores.
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Silagem de grão úmido de milho na alimentação de coelhos em crescimento.

Silagem de grão úmido de milho na alimentação de coelhos em crescimento.

Dois experimentos foram realizados para determinar o valor nutritivo da silagem de grãos úmidos de milho (SGUM) e avaliar os efeitos da substituição gradativa do milho seco das rações pela SGUM sobre o desempenho e características quantitativas de carcaça de coelhos, no período de 36 a 70 dias de idade. No ensaio de digestibilidade, foram utilizados 22 coelhos da raça Nova Zelândia Branco, com 50 dias de idade, alojados individualmente em gaiolas de metabolismo, em delineamento inteiramente ao acaso, com dois tratamentos e 11 repetições. Os valores da matéria seca digestível, proteína bruta digestível, energia bruta digestível, fibra em detergente neutro digestível, fibra em detergente ácido digestível e amido digestível da SGUM foram, respectivamente, 94,42%; 7,94%; 3973kcal kg -1 , 6,74%; 2,61% e 68,73%. No
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Avaliação nutricional do milho com maior teor de óleo, nas formas de grãos secos e silagens, para suínos nas fases de crescimento e terminação.

Avaliação nutricional do milho com maior teor de óleo, nas formas de grãos secos e silagens, para suínos nas fases de crescimento e terminação.

RESUMO - Dois experimentos foram conduzidos para determinação do valor nutritivo de rações contendo milho com maior teor de óleo, nas formas de grão seco (MSe), silagem de grãos úmidos (SGUM) e silagem de milho seco reidratado (SH) e avaliação do desempenho de suínos em crescimento e terminação alimentados com essas rações. No ensaio de digestibilidade foram utilizados 12 suínos mestiços, machos castrados, alojados em gaiolas e distribuídos em um delineamento experimental de parcelas subdivididas. Os valores de matéria seca (MSD), proteína (PD), amido (AMD), extrato etéreo (EED), matéria orgânica (MOD) e energia digestíveis (ED), bem como de energia metabolizável (EM), na matéria natural, para MSe, SGUM e SH, foram de 83,42; 7,54; 63,90; 4,40; 82,28%; 3.587 e 3.513 kcal/kg; de 60,80; 4,85; 45,01; 3,10; 59,50%; 2.647 e 2.509 kcal/kg; de 66,48; 6,16; 49,04; 3,41; 65,67%; 2.853 e 2.797 kcal/kg, respectivamente. No experimento de desempenho, foram utilizados 32 suínos mestiços, distribuídos em um delineamento inteiramente casualizado, com quatro repetições e dois animais por unidade experimental. Os tratamentos consistiram de uma ração à base de milho e farelo de soja e de outras três, com substituição total do milho seco comum por MSe, SGUM e SH, com base nos valores de energia digestível. Não foram observadas diferenças entre os tratamentos na fase de crescimento. Na fase de terminação, houve aumento no consumo diário de ração e maior ganho diário de peso para a SGUM, em comparação à ração testemunha. Ocorreu redução no custo da ração por quilograma de peso vivo ganho para a SGUM em ambas as fases de crescimento. O MSe, a SGUM e a SH podem substituir totalmente o milho seco comum em rações para suínos nas fases de crescimento e terminação, sem prejudicar o desempenho. As rações contendo SGUM proporcionaram menores custos, em ração, por quilograma de animal produzido.
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Valor nutritivo do colmo de híbridos de milho colhidos em três estádios de maturidade.

Valor nutritivo do colmo de híbridos de milho colhidos em três estádios de maturidade.

Até recentemente, considerava-se que as características de um bom híbrido de milho para silagem eram as de um bom híbrido de milho para grãos, com base na suposição de que o valor nutritivo de uma silagem é predominantemente influenciado pelo teor de grãos (Ma et al., 2006). Atualmente, no entanto, há o reconhecimento de que critérios de seleção desejáveis para produção de grãos, como hastes fortes e grãos duros de alta densidade e rápida taxa de secagem, podem ser indesejáveis para colheita, fermentação e digestibilidade da silagem (Barrière et al., 2005). Híbridos de milho para silagem devem maturar mais lentamente, com declínio gradual da umidade da planta, ter grãos macios, baixo teor de fibra em detergente neutro (FDN) e alta digestibilidade da FDN (Dwyer et al., 1998).
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Produtividade e valor nutricional da silagem de híbridos de milho em diferentes alturas de colheita.

Produtividade e valor nutricional da silagem de híbridos de milho em diferentes alturas de colheita.

RESUMO - Cinco híbridos de milho foram avaliados quanto à produtividade de matéria seca, ao valor nutritivo da silagem e à produtividade de leite. Os híbridos avaliados foram AS 32, AG 9090, CD 308, DKB 747 e P 30F87, colhidos em três alturas de corte: 15, 35 e 55 cm. O delineamento experimental foi em blocos casualizados com parcelas subdivididas e três repetições. Para confecção das silagens, utilizaram-se silos experimentais de PVC com 20 cm de diâmetro e 40 cm de altura. A produtividade de leite, por tonelada de silagem (eficiência alimentar) e por hectare, foi estimada pelo modelo Milk2006. A produtividade de forragem ensilável reduziu com o aumento da altura de colheita, com resultados de 14,6; 13,0 e 12,6 t/ha MS para as alturas de colheita de 15 cm, 35 cm e 55 cm, respectivamente. O híbrido de milho e a altura de colheita influenciaram a composição bromatológica das silagens, com exceção do teor de extrato etéreo (EE), que não foi influenciado pela altura de colheita. Ocorreu interação híbrido × altura de colheita para o teor de amido, a digestibilidade in vitro da MS e da fibra em detergente neutro (FDN) e o teor de nutrientes digestíveis totais (NDT). Houve efeito da altura de colheita sobre a eficiência alimentar, cujos valores médios foram de 1.226, 1.291 e 1.393 kg leite/t silagem nas alturas de colheita de 15, 35 e 55 cm, respectivamente. Observou-se também efeito do tipo de híbrido sobre a produtividade de leite e a eficiência alimentar, com melhores valores verificados para o híbrido DKB 747 colhido na altura de 55 cm. Ao elevar a altura de colheita, melhora-se o valor nutritivo da silagem sem prejudicar a produtividade de leite por hectare. O manejo da altura de corte não substitui a escolha de melhores híbridos para produção de silagem de alta qualidade e produtividade.
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