Top PDF Variabilidade diária da precipitação em regiões de floresta e pastagem na Amazônia.

Variabilidade diária da precipitação em regiões de floresta e pastagem na Amazônia.

Variabilidade diária da precipitação em regiões de floresta e pastagem na Amazônia.

RESUMO — As estações automáticas do Projeto ABRACOS instaladas na Amazônia Ocidental forneceram os dados horários de precipitação em áreas de pastagem e floresta, durante o trimestre mai[r]

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Efluxo de CO2 do solo em floresta de transição Amazônia Cerrado e em área de pastagem.

Efluxo de CO2 do solo em floresta de transição Amazônia Cerrado e em área de pastagem.

NE da cidade de Sinop, norte de Mato Grosso, onde está instalada uma torre micrometeorológica (11°24´43,4”S: 55°19´25,7”O). Esta é uma região de transição entre a Floresta Amazônica e o Cerrado, com sazonalidade característica. O clima da região é do tipo Aw, segundo a classificação de Köppen (Vianello & Alves, 1991), com pequena variação entre estações, sendo de junho-setembro a estação seca, de outubro- novembro e de abril-maio, um período de transição, entre seca- úmida e úmida-seca, respectivamente, e uma estação úmida de dezembro-março. A precipitação média anual é de 2.200 mm, com médias de temperaturas em torno de 25ºC.
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Análise estrutural da floresta tropical úmida do município de Alta Floresta, Mato Grosso, Brasil.

Análise estrutural da floresta tropical úmida do município de Alta Floresta, Mato Grosso, Brasil.

Os estudos com relação à similaridade entre as regiões Amazônicas foram realizados por Gentry & Emmons (1987), que compararam 13 regiões em 6 países da Amazônia, utilizando variáveis ambientais, como a taxa de precipitação e tipos de solos de cada local, demonstrando a correlação existente entre as diferentes composições da floresta de sub- bosque. Terborgh & Andresen (1998) obtiveram um padrão em escala regional da composição florística, analisando a similaridade entre 29 locais em 7 países da Amazônia, entre a distância física e a média do número de indivíduos de cada família.
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Estimativa da radiação de onda longa atmosférica em áreas de floresta e de pastagem no sudoeste da Amazônia.

Estimativa da radiação de onda longa atmosférica em áreas de floresta e de pastagem no sudoeste da Amazônia.

pastagem e 15,31 hPa na loresta (Figura 3). Nos meses mais secos, o déicit de pressão de vapor se manteve menor na região de loresta, o que indica haver uma maior disponibilidade de água para ser evapotranspirada na loresta, visto que as árvores possuem raízes mais profundas, atingindo o lençol freático nas camadas inferiores do solo (Silva Dias et al., 2005). Von Randow et al. (2004) relatam que mesmo após um longo período de seca, a loresta pode manter uma grande retirada de água do solo. Por outro lado, as gramíneas sofrem mais com grandes períodos sem precipitação, uma vez que seu sistema radicular é mais curto.
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Calibração do "simplified simple biosphere model - SSiB" para áreas de pastagem e floresta na Amazônia com dados do LBA.

Calibração do "simplified simple biosphere model - SSiB" para áreas de pastagem e floresta na Amazônia com dados do LBA.

A Reserva Biológica do Jaru, sítio de floresta pertencente ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA, está situada aproximadamente a 80 km ao norte de Ji-Paraná e a 120 m acima do nível do mar. Uma torre meteorológica de alumínio, de 60 m de altura, foi instalada e instrumentada em 1999. As árvores mais altas próximas da torre são das espécies Cedrella odorata, Inga sp, Dioclea cf bicolor Rht., Strychnos amazonicus Krukoff, Protium polybotruim e Leonia glycicarpa Ruiz. Informações mais detalhadas desse sítio podem ser encontradas em Gash et al. (1996). Uma estação meteorológica automática foi montada no topo da torre, para medidas de precipitação pluvial, temperatura do ar, umidade relativa do ar, velocidade e direção do vento, radiação solar incidente e de radiação de ondas longas emitida pela atmosfera e pela superfície, com médias coletadas a cada meia hora. Instrumentos semelhantes àqueles descritos para o sítio de pastagem foram utilizados na área de floresta para medir as variáveis meteorológicas e os fluxos de superfície (calor latente e calor sensível). Os dois sítios experimentais considerados neste estudo fazem parte do conjunto de sítios de coleta de dados de superfície do Projeto LBA (ver mapa em http:// lba.cptec.inpe.br/lba/).
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Observações e estimativas de propriedades térmicas do solo sob floresta e pastagem no leste da Amazônia.

Observações e estimativas de propriedades térmicas do solo sob floresta e pastagem no leste da Amazônia.

A quantidade de cobertura vegetal exerce inluência nas magnitudes médias mensais das temperaturas do solo, com a atenuação dos desvios-padrão (DP) das temperaturas dos solos (Tabela 1). Para comparação podem ser citadas as temperaturas médias em 5 cm de profundidade na sequencia de diminuição da cobertura vegetal, a saber: 25,3 ºC (loresta), 28,9 ºC (área agrícola) e 30,2 ºC (pastagem). Deste modo, os sítios com cobertura vegetal de grande porte como Caxiuanã apresentaram valores médios de temperatura menores do que o sítio de Soure, que ostenta uma vegetação de gramíneas . Outro fator de controle das temperaturas é a variabilidade sazonal da precipitação, devido ao movimento latitudinal Norte-Sul da ZCIT.
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Obtenção do saldo de radiação em áreas de pastagem e floresta na amazônia (estação seca) através do sensor MODIS.

Obtenção do saldo de radiação em áreas de pastagem e floresta na amazônia (estação seca) através do sensor MODIS.

Dados de sensoriamento remoto obtidos por satélites de órbitas polares e geoestacionárias oferecem alta cobertura espacial e temporal da terra, atmosfera e oceanos. Bisht e Bras (2010) mostram que numerosos estudos têm estimado o Rn ou suas componentes usando dados de satélite. Entretanto, um relatório técnico recente do IPCC (Intergovernamental Panel for Climate Change) (IPCC, 2008) estudando os impactos das mudanças climáticas nos recursos hídricos mostrou a necessidade de informações que são cruciais para melhorar o entendimento e a modelagem das mudanças climáticas relacionadas ao ciclo hidrológico. Assim, o sensor MODIS (MODerate-resolution Imaging Spectroradiometer), a bordo dos satélites de órbita polar Aqua e Terra da NASA (National Aeronautics and Space Administration), provê cobertura global com aproximadamente quatro passagens por dia, oferecendo produtos relacionados à atmosfera, solo e oceano. Essas características tornam o MODIS de fundamental importância para estudos ambientais, principalmente, sobre regiões do globo em que não dispõem de informações suicientes para os referidos estudos.
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Lagartos (Squamata: Lacertilia) em áreas de floresta e de pastagem em Espigão do Oeste, Rondônia, sudoeste da Amazônia, Brasil.

Lagartos (Squamata: Lacertilia) em áreas de floresta e de pastagem em Espigão do Oeste, Rondônia, sudoeste da Amazônia, Brasil.

Resumo: O presente estudo apresenta dados sobre riqueza e freqüência de captura de lagartos em áreas de floresta e pastagem em uma localidade em Rondônia (sudoeste da Amazônia) utilizando três métodos de amostragem: armadilhas de interceptação e queda, procura noturna limitada por tempo (encontro de espécimes dormindo sobre a vegetação) e encontros ocasionais. Foram encontradas 29 espécies distribuídas em nove famílias. A maioria das espécies (28) foi encontrada em floresta, enquanto que na pastagem foram encontradas oito. A maioria das espécies foi registrada pelas armadilhas de interceptação e queda (22), seguido pelos encontros ocasionais (16) e procura noturna (9). A curva do coletor apresentando dados de todos os métodos mostra que a partir do oitavo mês de amostragem não houve mais nenhum acréscimo de nova espécie nessa comunidade, evidenciando que a mesma foi bem amostrada. O fato de algumas espécies terem sido coletadas exclusivamente em apenas um dos métodos, demonstra a importância de se usar dois ou mais métodos de amostragem em estudos sobre comunidades. Essa redução de espécies se deve a retirada da cobertura vegetal e, possivelmente, às suas conseqüências: aumento das taxa de predação e de competição, dificuldades para a termo-regulação, perda de locais para abrigos e reprodução, diminuição dos recursos alimentares e perda de serapilheira.
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Análise de tendência para dados pluviométricos no município de Toritama-PE

Análise de tendência para dados pluviométricos no município de Toritama-PE

Uma forma de averiguar essas mudanças é através da análise de tendências em séries temporais de diversos fatores climáticos e hidrológicos, incluindo a precipitação. Esse tipo de procedimento consiste em obter dados históricos da variável em investigação e aplicar os métodos desejados. Esses métodos podem ser os mais diversos: modelos de suavização exponencial, modelos auto regressivos, regressão linear e tecnologias de inteligência computacional (redes neurais, lógica nebulosa, etc.) (Ferreira, 2012).

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A DINÂMICA CLIMÁTICA E A VARIABILIDADE DA PRECIPITAÇÃO NO ESTADO DE SÃO PAULO: O ÍNDICE DE PRECIPITAÇÃO E O ÍNDICE DE PRECIPITAÇÃO CONCENTRADA

A DINÂMICA CLIMÁTICA E A VARIABILIDADE DA PRECIPITAÇÃO NO ESTADO DE SÃO PAULO: O ÍNDICE DE PRECIPITAÇÃO E O ÍNDICE DE PRECIPITAÇÃO CONCENTRADA

O desenvolvimento urbano propicia a impermeabilização do solo através de telhados, ruas, calçadas e assim, a parcela da água que infiltrava passa a escoar pelos condutos, aumentando o escoamento superficial. O volume que escoava lentamente pela superfície do solo e ficava retido pelas plantas, com a urbanização, passa a escoar no canal, exigindo maior capacidade de escoamento das seções (TUCCI, 1995). As demais áreas do estado apresentaram valores médios de concentração diária da precipitação entre 0,58 e 0,57, pois estão sob a influência da continentalidade, das massas de ar polares, orografia e por ser uma área de transição de sistemas convectivos e frentes frias, especialmente na primavera e no verão (NERY et al. 2004).
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Preparação e Condução de Auditorias da Qualidade e Segurança da Prestação de Cuidados de Saúde – Normas de Orientação Clínica

Preparação e Condução de Auditorias da Qualidade e Segurança da Prestação de Cuidados de Saúde – Normas de Orientação Clínica

Para poderem desempenhar as suas funções de acordo com os valores e código de ética em vigor na Direção-Geral da Saúde e no Departamento da Qualidade na Saúde, com os pri[r]

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AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ESTRUTURAL DE COBERTURAS EM ESTRUTURA DE AÇO NA FORMA DE ARCO CIRCULAR E PARABÓLICO

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ESTRUTURAL DE COBERTURAS EM ESTRUTURA DE AÇO NA FORMA DE ARCO CIRCULAR E PARABÓLICO

Após realizar as análises estruturais pelo software SAP 2000, e feitas as devidas verificações para cada caso de arco, pôde-se concluir que os esforços nas barras das trel[r]

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A PERCEPÇÃO DOS GESTORES SOBRE A GESTÃO DE RESÍDUOS DA SUINOCULTURA: um estudo de caso em granjas na região da Zona da Mata mineira

A PERCEPÇÃO DOS GESTORES SOBRE A GESTÃO DE RESÍDUOS DA SUINOCULTURA: um estudo de caso em granjas na região da Zona da Mata mineira

A região da Mata, que já foi o maior polo produtor do Estado, atualmente apresenta declínio no ranking das regiões que mais se desenvolvem na suinocultura brasileira (GASTARDELO; MELZ, 2014), em razão das vantagens econômicas para a suinocultura do Triângulo Mineiro e do Alto Paranaíba, onde se encontram os maiores plantéis. Esse privilégio é devido à logística da produção dos insumos milho e soja, que constituem cerca de 80% dos custos de produção, fenômeno verificado após o domínio das técnicas produtivas do Cerrado nas últimas décadas do século XX, o que vem propiciando a migração dos polos produtores de suínos para as regiões centrais do país. Observa-se, assim, a evidência das perdas de competitividade das organizações situadas nos municípios da região da Zona da Mata mineira.
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Rev. bras. meteorol.  vol.32 número3

Rev. bras. meteorol. vol.32 número3

O albedo foi significativamente diferente entre a Floresta e a pastagem, e entre a Floresta e a área urbana, mas não diferiu significativamente entre a pastagem e a área urbana (Tabela 2). O albedo na área de Floresta foi 16% menor quando comparado com os demais ambientes. O albedo da superfície relacionou inversamente com o NDVI (Fig. 4a). Os maiores valores do albedo na pastagem e na área urbana estão relacionados ao tom/coloração da vegetação, estrutura vertical, bem como à presença de área construída em cada local (Santamouris, 2014). Áreas de Floresta costumam ter vegetação mais escura e mais alta e possui pequenos clareiras que proporcionam a entra- da da radiação solar que fica aprisionada no interior do dossel devido à sucessivas reflexões. Esses fatores influ- enciam na menor refletividade de radiação solar pelo dossel da Floresta que nas áreas de pastagem e urbana. Essas por sua vez, apresentam solo exposto e baixa den- sidade vegetativa, detém menor quantidade de radiação solar (Santos et al., 2014; Querino et al., 2016). As di- ferenças encontradas no albedo dos diferentes locais for- necem um indicativo quantitativo da redução na absorção na radiação solar pela superfície antropizada (Silva et al., 2005; Santos et al., 2014).
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Associação entre El Niño Oscilação Sul e a produtividade do milho no Estado do Rio Grande do Sul.

Associação entre El Niño Oscilação Sul e a produtividade do milho no Estado do Rio Grande do Sul.

O Rio Grande do Sul, situado no extremo meridional do Brasil, pertence à chamada Região Sudeste da Amé- rica do Sul (Sul do Brasil, Nordeste da Argentina, Uru- guai e Sul do Paraguai), que apresenta forte sinal do fenômeno El Niño Oscilação Sul (ENOS), especialmente em relação à precipitação pluvial (Ropelewski & Halpert, 1987; Rao & Hada, 1990; Studzinski & Diaz, 1994; Diaz et al., 1998; Grimm et al., 1998; Montecinos et al., 2000). O ENOS é um fenômeno de interação oceano-atmosfera, que ocorre no Oceano Pacífico tro- pical, e é considerado como a principal causa da varia- bilidade climática em diversas regiões do Globo. Apre- senta duas fases extremas: uma fase quente denomina- da El Niño e uma fase fria denominada La Niña (Berlato & Fontana, 2003).
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Precipitação interna e interceptação da chuva em floresta de terra firme submetida à extração seletiva de madeira na Amazônia Central.

Precipitação interna e interceptação da chuva em floresta de terra firme submetida à extração seletiva de madeira na Amazônia Central.

Precipitação que atinge o solo. Na primeira parte do estudo, nas seis parcelas (três controles e três extraídas seletivamente), foram utilizados pluviômetros semelhantes aos empregados para as medidas do total de chuva. Em cada parcela-controle foram instalados sete pluviômetros, sendo um fixo e os demais mudados de locais mensalmente. Nas parcelas que sofreram extração seletiva, devido aos danos provocados, principalmente na cobertura florestal, o número de pluviômetros foi maior: em cada parcela foram instalados 13 pluviômetros, sendo um fixo (no centro de clareira) e 12 trocados mensalmente de local. Os pluviômetros foram trocados de posição porque a recolocação ao acaso de coletores para medir a precipitação interna é considerada mais apropriada do que o uso de coletores fixos (Lloyd & Marques Filho, 1988). Essa técnica possibilita atingir maior número de posições e, com isso, uma melhor estimativa da precipitação interna. Os pluviômetros foram instalados apenas na área central das parcelas. Na parcela controle o número total de possibilidades de posições para a instalação dos pluviômetros foi igual a 49 e na parcela extraída seletivamente o total foi igual a 128. Tanto a parcela controle quanto a manejada foram divididas a cada 25 m por picadas (P1,
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PROPOSTA PARA O MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROPOSTA PARA O MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Este trabalho tem como objetivo analisar a Política de Apoio Estudantil da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), objeto desta pesquisa, através da averigua[r]

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Fungos anamorfos (hyphomycetes) da Floresta Nacional de Caxiuanã, Pará, Brasil: novos registros para o Neotrópico.

Fungos anamorfos (hyphomycetes) da Floresta Nacional de Caxiuanã, Pará, Brasil: novos registros para o Neotrópico.

O presente trabalho tem como objetivo relatar os hifo- micetos presentes em folhas de palmeiras que representam novos registros para o Neotrópico, ampliando a distribuição geográfi ca dessas espécies. Esse estudo faz parte do inven- tário de hifomicetos sobre palmeiras na Floresta Nacional de Caxiuanã (PA), que está sendo realizado no sítio do Pro- grama de Pesquisa em Biodiversidade (PPBIO-Amazônia Oriental 2009).

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Benedita Maria Gomes Esteves Doutora em Sociedade, Desenvolvimento e Agricultura pela UFRRJ (1998) Professora Adjunta do Departamento de História da UFAC Pesquisadora do Centro de Documentação e Informação Histórica (CDIH) e do Setor de Mudanças Globais e

Benedita Maria Gomes Esteves Doutora em Sociedade, Desenvolvimento e Agricultura pela UFRRJ (1998) Professora Adjunta do Departamento de História da UFAC Pesquisadora do Centro de Documentação e Informação Histórica (CDIH) e do Setor de Mudanças Globais e

La investigación privilegió el estudio de las trayectorias de familias que extraen látex, en un área de la Amazonía Sur-Occidental – Acre (Brasil) y Pando (Bolivia). Los datos obtenidos, en cuatro años de estudio, revelan los desdoblamientos de la delimitación de los espacios agrarios en Acre, a partir de la creación de los asentamientos extractivistas. Entre ellos, el proceso de diferenciación social, política y económica. Me refiero a diferentes posiciones que ocupan los trabajadores del látex: los que viven en las Reservas Extractivistas, en la floresta Pandina (viviendo subterráneamente) y los que están en las periferias de las ciudades. Tal proceso es percibido en un contexto de fortalecimiento y fragmentación de la comunidad que vive de la extracción del látex, en el cual líderes y técnicos involucrados no percibieron o aceptaron las “divisiones”, adicionando otra delimitación física al territorio nacional, en el momento de la demarcación de las áreas de preservación.
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Estoques de carbono e nitrogênio em solo sob florestas nativas e pastagens no bioma Pantanal.

Estoques de carbono e nitrogênio em solo sob florestas nativas e pastagens no bioma Pantanal.

Constatou-se,  ainda,  que  a  conversão  da  floresta  nativa em pastagem cultivada promoveu significativas  perdas nos estoques de C associados às três frações húmicas, notadamente nas profundidades de 0–10 e 0–20 cm. Ao se considerar a profundidade de 0–20 cm, as perdas mais expressivas ocorreram, proporcionalmente, na seguinte ordem: C-FAH, 54 e 47%, na PC27 e PC26, respectivamente; C-FAF, 33 e 42%; e C-HU 20 e 37%. As maiores perdas nas frações C-FAH e C-FAF corroboram a maior movimentação dessas frações no perfil do solo observadas por Leite  et al. (2003) e indicam o menor aporte de material orgânico de boa qualidade nas pastagens, e também a possível menor atividade biológica na síntese de substâncias húmicas mais condensadas. Por sua vez, a exposição da pastagem nativa ao pastejo contínuo, também na profundidade de 0–20 cm, promoveu perdas nos estoques de C associados às frações C-FAH (59%) e C-HU (52%), assim como o observado nas pastagens cultivadas. Porém, em relação à fração C-FAF, foi constatado ganho de 21%.
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