Top PDF Variação espaço-temporal na atividade forrageira da Saúva (Atta laevigata).

Variação espaço-temporal na atividade forrageira da Saúva (Atta laevigata).

Variação espaço-temporal na atividade forrageira da Saúva (Atta laevigata).

No experimento onde mudas de Bellucia imperialis foram transplantadas em parcelas com ou sem cobertura de gramíneas, não foi observado um efeito da cobertura veg- etal sobre a incidê[r]

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Variação espaço-temporal da concentração de Escherichia coli em águas superficiais e a saúde pública

Variação espaço-temporal da concentração de Escherichia coli em águas superficiais e a saúde pública

A água dos pontos analisados na bacia com concentrações de E. coli acima do permitido para águas doces de classe 2 são impróprias para o abastecimento humano, após tratamento convencional; à proteção das comunidades aquáticas; à recreação de contato primário, tais como natação, esqui aquático e mergulho, à irrigação de hortaliças, plantas frutíferas e de parques, jardins, campos de esporte e lazer, com os quais o público possa vir a ter contato direto; e à aquicultura e à atividade de pesca. Todas estas práticas são executadas na bacia hidrográfica estudada, desta forma, medidas preventivas devem ser tomadas para evitar a contaminação das águas, prevenindo a ocorrência de agravos à saúde humana e animal.
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ECOLOGIA DE DOIS GRUPOS DE SAGÜIS- BRANCOS, MICO ARGENTATUS (LINNAEUS 1771) EM UM FRAGMENTO FLORESTAL NATURAL, SANTARÉM-PARÁ

ECOLOGIA DE DOIS GRUPOS DE SAGÜIS- BRANCOS, MICO ARGENTATUS (LINNAEUS 1771) EM UM FRAGMENTO FLORESTAL NATURAL, SANTARÉM-PARÁ

Este trabalho apresenta os resultados de um estudo de longo-prazo sobre ecologia e comportamento de dois grupos silvestres de Mico argentatus em um fragmento florestal natural, isolado por uma matriz de vegetação de savana, na região de Alter do Chão, Amazônia central. Os grupos, denominados Cm1 e Cm2 foram habituados e monitorados durante 12 meses em 2000 e quatro meses em 2001 (Cm1) e sete meses em 2000 e três meses em 2001 (Cm2). Análises de variação temporal envolveram três períodos sazonais distintos (Chuvosa-Início. Chuvosa-Final e Seca) em 2000, e a comparação longitudinal dos meses julho e setembro em 2000-2001. Análises das relações entre as variáveis ecológicas (abundância de principais recursos: frutos e insetos) e os padrões ecológicos e comportamentais entre os grupos foram estabelecidos. Os grupos apresentaram composições e tamanhos diferentes, que variaram entre 4-8 e 8-11 membros, em Cm1 e Cm2, respectivamente. Os dados quantitativos foram coletados utilizando-se a amostragem de varredura instantânea com amostras de um minuto de duração a cada intervalo de cinco minutos, durante todo o período de atividade diária do grupo. Os resultados mostraram que ambos os grupos gastam mais da metade do tempo em forrageio e alimentação. A dieta foi constituída de frutos, néctar, gomas e presa animal (invertebrados, principalmente ortópteros, formicídeos e coleópteros, além de lagartos e anfíbios). O tamanho total da área dos grupos Cm1 e Cm2 em 2000 foram respectivamente, 11,5 ha e 14,6 ha. As comparações sazonais mostraram uma similaridade entre grupos na alocação sistemática de mais tempo ao comportamento de forrageio e alimentação na medida em que os recursos não gomíferos se tornavam mais escassos. Já a análise longitudinal, além de apresentar uma redução de 30% na precipitação em 2001, mostrou uma mudança considerável na composição e distribuição espacial dos dois grupos. Assim, diferentes aspectos da comparação entre grupos pareceram refletir a influência destes diferentes fatores, com padrões opostos nos dois grupos. O aspecto geral mais importante parece ter sido o registro de padrões bem diferentes, além de similaridades importantes em grupos que ocupam quase o mesmo espaço, e a variabilidade das condições do hábitat entre as estações e entre os anos. As estratégias comportamentais identificadas pareceram ser reflexo, tanto da variabilidade e flexibilidade comportamental já conhecidas para os calitriquídeos, como de condições ecológicas impostas pela variabilidade na disponibilidade dos recursos num fragmento reduzido.
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VARIAÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL DE ATRIBUTOS DE QUALIDADE DO SOLO SOB MACAUBEIRAS NATIVAS NO CERRADO LÍDIA TARCHETTI DINIZ

VARIAÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL DE ATRIBUTOS DE QUALIDADE DO SOLO SOB MACAUBEIRAS NATIVAS NO CERRADO LÍDIA TARCHETTI DINIZ

No geral, quando se estuda a comunidade microbiana e sua atividade em solos de Cerrado, espera-se encontrar valores relativamente maiores quando comparados a solos com outros tipos de vegetação mais homogêneas e até mesmo em solos sob culturas, este comportamento é reflexo de uma situação particular para a microbiota do solo sob sistema nativo, que é estimulada pelo fornecimento contínuo de materiais orgânicos com diferentes graus de susceptibilidade à decomposição, originados da vegetação; pela ação da rizosfera e ausência de perturbações decorrentes de atividades antrópica. Além disso, a matéria orgânica incorporada ao sistema favorece as propriedades estruturais do solo, tais como agregação e aeração que refletem positivamente no crescimento da comunidade microbiana do solo (LISBOA, 2009). A presença de resíduos orgânicos sobre o solo, também, implica em menores flutuações de temperatura e umidade, contribuindo para o aumento da biomassa (LOURENTE et al., 2011).
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Influência dos fatores abióticos sobre a variação espaço-temporal de paralonchurus brasiliensis (Steindachner, 1875) (pisces, sciaenidae) componente da fauna acompanhante da pesca de camarões no litoral Norte de São Paulo

Influência dos fatores abióticos sobre a variação espaço-temporal de paralonchurus brasiliensis (Steindachner, 1875) (pisces, sciaenidae) componente da fauna acompanhante da pesca de camarões no litoral Norte de São Paulo

Katsuragawa et al. (1993) o pico de desova de várias espécies de peixes coincide com a intrusão da ACAS que ocorre frequentemente no verão. Katsuragawa et al. (2006) registraram que, com a penetração eventual da ACAS, na região de São Sebastião, ocorreu estratificação vertical da coluna de água, com conseqüente estabilidade hidrográfica. Além disso, os nutrientes provenientes da drenagem continental tornam esse local ainda mais enriquecido, o que cria condições ótimas para o desenvolvimento larval, ou seja, enriquecimento, concentração e retenção fundamentais para garantir o sucesso reprodutivo das espécies de peixes. A abundância temporal de alimentos apropriados (em termos de tamanho e valor nutricional) coincide com o início de atividade alimentar das larvas de peixes (GOVONI, 2005). Catalán et al. (2006) observaram que o ciclo de vida das espécies de peixes demersais no Golfo de Cadiz na Espanha, contribuiu para explicar as variações na abundância e nos histogramas de frequência de comprimento das espécies. Estes mesmos autores observaram que de modo combinado, os efeitos das migrações ontogenéticas ou reprodutivas e episódios de recrutamento, podem explicar a abundância sazonal e as mudanças nas classes de freqüências de comprimento. Braga et al. (1985) através do estudo do fator de condição e alimentação de P. brasiliensis ao largo de Ubatuba, indicaram que o período de maior atividade alimentar dos indivíduos jovens ocorreu durante o verão e outono. Ausência de larvas de P. brasiliensis e ocorrência durante o verão na costa sudoeste do Atlântico foram registradas por Muelbert et al. (2008).
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Variação temporal da volatilidade e precificação de derivativos

Variação temporal da volatilidade e precificação de derivativos

Este trabalho apresenta uma abordagem ao estudo de robustez estruturada do modelo de Black-Scholes que permite não só levar em conta as incertezas nas determinações dos parâmetros envolvidos (volatilidade σ e taxa livre de risco r) como também dar conta de hipóteses simplificadoras do modelo tais como assumir que σ é invariante no tempo (em detrimento da heterocedasticidade inerente ao processo). A originalidade desta abordagem está em formular a equação de Black-Scholes como uma equação diferencial ordinária abstrata e transpor para o contexto de operadores lineares em espaços normados de dimensão infinita técnicas de perturbações estruturadas para sistemas determinísticos de dimensão finita. Estas incertezas no modelo são formuladas como sendo uma perturbação aditiva variante no tempo aplicada aos coeficientes da equação de Black-Scholes, cada um separadamente ou todos de uma vez só, para se obter uma quantificação da robustez. Esta quantificação é feita através de uma medida de robustez estabelecendo um limitante superior para a “magnitude” (norma) da diferença entre a realização histórica da precifi- cação do derivativo e a precificação teórica fornecida pelo modelo desde que a norma da perturbação não ultrapasse esta medida. No final do trabalho, este resultado é aplicado no estabelecimento desta medida de robustez no caso da variação temporal da volatilidade de uma opção de compra europeia.
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Int. J. Cardiovasc. Sci.  vol.30 número1

Int. J. Cardiovasc. Sci. vol.30 número1

Methods: Forty male Wistar rats were distributed into control group (CTRL), resistance training (REST), 96-hour paradoxical sleep deprivation (PSD96) and resistance training followed by 96-hour paradoxical sleep deprivation (REST/PSD96). The animals underwent high- intensity resistance training for 8 weeks, 5x/week. Twenty-four hours after the last training session, the PSD96 and REST/PSD96 groups were submitted to paradoxical sleep deprivation, which was followed by the in vitro study of isolated papillary muscle contractile mechanics. Results: In comparison with the CTRL group, a lower papillary muscle length and increased cross sectional area were found in PSD96 and RETS/PSD96, which were associated with decreased temporal parameters of contraction force and relaxation. Decreased resting tension and slowing of relaxation time were found in the PSD96 group only. This effect was attenuated by previous resistance training.
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VARIAÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL DA COMUNIDADE ARBÓREA DE UM FRAGMENTO DE FLORESTA SEMIDECÍDUA E SUAS RELAÇÕES COM VARIÁVEIS AMBIENTAIS, ESTRUTURAIS E ECOLÓGICAS

VARIAÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL DA COMUNIDADE ARBÓREA DE UM FRAGMENTO DE FLORESTA SEMIDECÍDUA E SUAS RELAÇÕES COM VARIÁVEIS AMBIENTAIS, ESTRUTURAIS E ECOLÓGICAS

Os parâmetros de dinâmica encontrados na Mata da Lagoa mostraram-se espacialmente heterogêneos entre as classes de solos da floresta. Essa variação pode se dever tanto ao histórico de distúrbios quanto a heterogeneidade ambiental, já que além das parcelas dos Argissolos estarem mais próximas de onde houve o corte raso mais recente (Machado & Oliveira-Filho 2010), as duas classes de solos apresentam ainda diferenças de topografia e fertilidade. A topografia pode determinar a distribuição de água e insolação, resultando em alterações nos atributos necessários para a vegetação (Gallardo-Cruz et al. 2009). Além disso, a variação na concentração e disponibilidade de nutrientes pode existir em razão da lixiviação ao longo da encosta, causando o acúmulo desses sedimentos nas menores cotas, representadas em sua maioria pelas parcelas dos Nitossolos (Soethe et al. 2001).
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Variação temporal da riqueza de táxons, abundância e biomassa de artrópodes em ambiente de restinga do Rio Grande do Norte, Brasil

Variação temporal da riqueza de táxons, abundância e biomassa de artrópodes em ambiente de restinga do Rio Grande do Norte, Brasil

Os Artrópodes são organismos abundantes, possuem grande riqueza e diversidade, representando cerca de 82% de todas as espécies de animais conhecidas. Contribuem como fonte de biomassa, além de sua abundância ser um indicador de alterações ecológicas. O objetivo deste trabalho foi avaliar a biomassa e abundância encontrada no ambiente de restinga ao longo do ano, além de relacioná-los com os fatores climáticos (temperatura, precipitação e umidade relativa do ar) que podem influenciar na abundância e biomassa dos Artrópodes. O estudo foi realizado no Centro de Lançamento de Foguetes Barreira do Inferno, município de Parnamirim, Rio Grande do Norte, no período de Fevereiro de 2011 a Janeiro de 2012, com utilização de armadilhas de queda, janela estacionária e guarda-chuva entomológico. Entre as 26 ordens encontradas, as mais abundantes foram: Hymenoptera, Orthoptera, Araneae. Os táxons Hymenoptera, Blattodea e Orthoptera apresentaram maior volume de biomassa. Os fatores climáticos não influenciaram na queda de Artrópodes nas armadilhas, no entanto, a menor abundância durante o período chuvoso a ação das gotas de chuva, reduziu a atividade desses artrópodes na vegetação, reduzindo a sua captura nas armadilhas (armadilhas de queda e Janela estacionária) e método de coleta (Guarda chuva entomológico).
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Efeitos das relações DQO/'SO IND.4 POT.-2' e das variações progressivas da concentração...

Efeitos das relações DQO/'SO IND.4 POT.-2' e das variações progressivas da concentração...

A análise dos dados de remoção de sulfato a partir do 55 o dia de operação, no qual se deu a aplicação da 1 a dosagem de sulfato, mostra que a redução de sulfato manteve-se nula até o 65 o dia, mas que no 67 o dia (portanto, 12 dias após a aplicação de sulfato), atingiu 90%, enquanto comparativamente, a eficiência de remoção de DQO no mesmo período variou de 46,5% a 71,2% (mantendo-se, portanto, em ascensão). Isso parece indicar que o processo de redução de sulfato predominou sobre o processo de remoção de matéria orgânica (DQO), tendo ocorrido numa velocidade mais elevada, uma vez que possa ter ocorrido uma otimização da velocidade global de conversão de matéria orgânica devida à redução de sulfato, motivada pelo predomínio competitivo de microorganismos redutores de sulfato (MRS) sobre microorganismos metanogênicos (MM). Isto parece ter sido evidenciado pela variação de tempo (5 dias) necessária para atingir a eficiência máxima de redução de sulfato, após as operações de limpeza do leito imobilizado nos 79 o e 100 o dias de operação, tornando-se evidente também, que tais limpezas muito pouco afetaram o processo de redução de sulfato.
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UMA APROXIMAÇÃO ENTRE A IGUALDADE EM WITTGENSTEIN E A IDENTIDADE EM DESCOMBES

UMA APROXIMAÇÃO ENTRE A IGUALDADE EM WITTGENSTEIN E A IDENTIDADE EM DESCOMBES

Seu intuito é o de conduzir a reflexão para a possibilidade de se dizer: “Esta sensação não é a mesma que você teve ontem, mas é uma exatamente igual”. Teriam os conceitos de “igual” (gleich) ou “idêntico” o mesmo sentido em ambos os casos? Como se distingue uma sensação da outra? Pela “instância” da sensação, enquanto fenômeno particular de uma psyché, não repetível no tempo e no espaço, ou pelo “tipo” fenomenalmente classificável? Não seria identificada pelo seu portador, isto é, pelo fato de a sensação ser “minha” ou “sua”? Ora, trata-se, então, de saber qual função os pronomes pessoais e possessivos desempenham no uso das expressões de sensação; ou até que ponto a “gramática” da “linguagem privada” pode conferir-lhes um papel (FAUSTINO, 1995, p. 44).
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Variação espaço-temporal dos parâmetros para a modelagem estocástica da precipitação pluvial diária no Rio Grande do Sul.

Variação espaço-temporal dos parâmetros para a modelagem estocástica da precipitação pluvial diária no Rio Grande do Sul.

A validação da modelagem dos elementos da matriz de transição e dos parâmetros da função gama, em função do tempo e do espaço, foi feita por meio da análise de regressão através do modelo linear Y = a + b X, em que Y são os valores observados e X são os valores estimados da variável em estudo (P 10 , P 11 , α ou β ). Para isso, foram utilizadas cinco estações-controle,

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Qualidade da água e índice trófico em rio de ecossistema tropical sob impacto ambiental.

Qualidade da água e índice trófico em rio de ecossistema tropical sob impacto ambiental.

The objective of this investigation was to quantify the spatial‑temporal variability of 20 physical, chemical and microbiological water quality parameters (including the trophic state index – TSI) in the Lower Jari River, Amapá, Brazil, typical of floodplain ecosystems. Water samples were collected quarterly in a stretch of 80 km of the river, from September 2013 to June 2014. After analysis, these parameters were compared with values established by the CONAMA Resolution 357/2005 (Class 2). Multivariate analysis (correlation, Kruskal‑Wallis and cluster hierarchical) showed that the only parameter that varied spatially was the dissolved oxygen (DO) (p<0.05), due to the strong influence of the stretch reaeration. On the other hand, the other parameters — color, turbidity, electrical conductivity, biochemical oxygen demand (BOD), NH 3 , P, pH, SO 4 , Mg, Cl ‑ , thermotolerant coliforms (TC), Escherichia coli and chlorophyll‑a — showed
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Sabrina do Couto de Miranda

Sabrina do Couto de Miranda

Os ecossistemas savânicos abrigam grande parcela da população humana mundial e apresentam coexistência histórica com o fogo, assim o manejo inadequado das savanas pode influenciar os balanços de energia, água e carbono em escalas regional e global. Dentre as savanas mundiais, o Cerrado se destaca por ocupar significativa porção da América do Sul, possuir alta biodiversidade e experimentar intensa pressão antrópica de mudança de uso da terra. Diante da atual demanda por estudos que visem diminuir as incertezas sobre o papel da vegetação no ciclo global do carbono, este trabalho objetivou analisar a variação espacial e temporal da biomassa vegetal no Cerrado. Assim, esta tese foi dividida em duas etapas: levantamento bibliográfico e coletas de dados em campo. O levantamento bibliográfico mostrou que as formações savânicas e florestais do Cerrado abrigam importantes reservatórios de carbono na porção aérea da vegetação. Já as formações campestres estocam mais carbono na porção subterrânea com razão biomassa subterrânea: biomassa aérea de 3,3. A análise da relação entre precipitação e biomassa aérea da vegetação lenhosa em áreas de cerrado típico destacou a importância da sazonalidade nas localidades onde a seca é severa (cinco ou seis meses de seca). Assim, alterações nos regimes anuais de chuvas previstas pelos modelos climáticos podem influenciar os estoques de carbono nestas áreas. O levantamento na literatura revelou que os estudos sobre biomassa subterrânea foram realizados apenas em cerrado sentido restrito sobre Latossolos, e ressaltou a necessidade deste tipo de estudo em cerrado sobre outros tipos de solos. Com base nesta demanda amostrou-se raízes nos cerrados sobre Neossolos Quartzarênicos em Correntina e São Desidério, Bahia. Verificou
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Variação temporal do tamanho de amostra para experimentos em estufa plástica.

Variação temporal do tamanho de amostra para experimentos em estufa plástica.

Cada parcela representa a produção de cinco plantas e as variações se mostraram muito altas, caracterizadas pela magnitude do coeficiente de variação, chegando a 51,3% na primeira colheita para as variâncias ponderadas e 68,1% para variâncias máximas e 89,9% na quarta colheita para variância geral (Tabela 1). Isto evidencia a dificuldade de observação e conclusão sobre dados que utilizam plantas individuais como parcelas, cuja tendência é o aumento do coeficiente de variação com a redução do tamanho de parcela, segundo OLIVEIRA (1994). Mesmo sem a disponibilidade na literatura de tabelas de classificação dos coeficientes de variação, como as existentes para ensaios agrícolas de produção de grãos, encontrados em LÚCIO et al. (1999), GOMES (2000) e GOMES & GARCIA (2002), observou-se que todos os CV% obtidos nas colheitas apresentaram-se acima de 30%, e que, provavelmente, devam ser classificados ao menos como alto, caracterizando grande variabilidade dos dados. Essa variabilidade pode ser atribuída a diversos fatores, tais como variações na concentração de fertilizantes no solo ou falhas na homogeneização do mesmo, formando manchas de fertilidade, variações provocadas pelo manejo, por injúrias, pequenas diferenças de tratos culturais no decorrer do experimento e o efeito das sucessivas colheitas. Porém, na condição do experimento, a causa provável da alta variabilidade foi a dificuldade de padronizar o ponto de colheita.
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Competição, predação e variação temporal de microcrustáceos planctônicos no Lago...

Competição, predação e variação temporal de microcrustáceos planctônicos no Lago...

Sobre a predação de C. richardi por C. brasiliensis, confirmada no experimento 4, este resultado não havia sido obtido nos estudos anteriores sobre a predação no Lago Monte Alegre. O fato das larvas de estádio IV de Chaoboridae não terem sido alimentadas durante 48 h até o início dos experimentos pode ter facilitado a predação. O resultado sugere que, no lago, na ausência das presas preferências, C. richardi passa a ser um dos itens da dieta desses predadores. Este experimento teve o intuito de discutir melhor o efeito da predação sobre os cladóceros, de forma a auxiliar na interpretação dos resultados obtidos no estudo de variação temporal, bem como compreender quando este fator pode aumentar ou diminuir o efeito da competição, como será discutido adiante.
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Vigilância espaço-temporal com superfícies acumuladas

Vigilância espaço-temporal com superfícies acumuladas

O mapeamento de crimes e doenc¸as fornece informac¸˜oes sobre o padr˜ao espacial e temporal de ocorrˆencia dos eventos. ´E de interesse o monitoramento dos eventos para a detecc¸˜ao precoce de mudanc¸as no seu padr˜ao espacial. Esta dissertac¸˜ao apresenta um m´etodo de vigilˆancia espac¸o- temporal prospectiva de dados pontuais, verificando se h´a um cluster emergente. A cada novo evento, o escore local de Knox ´e calculado e suavizado de maneira a formar uma superf´ıcie estoc´astica. Essas superf´ıcies s˜ao ent˜ao acumuladas sequencialmente at´e que ultrapassem um limiar estabelecido, quando o alarme soa, identificando a regi˜ao do prov´avel cluster. As vantagens est˜ao em exigir pouca informac¸˜ao pr´evia do usu´ario e em fornecer uma maneira de identificar a localizac¸˜ao de poss´ıveis clusters, atrav´es da visualizac¸˜ao da superf´ıcie acumulada. A performance do m´etodo foi avaliada a partir de resultados de simulac¸˜oes em diferentes cen´arios. O m´etodo foi aplicado a um conjunto de dados de casos de meningite em Belo Horizonte.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO CÂMPUS DE TRÊS LAGOAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO EM GEOGRAFIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO CÂMPUS DE TRÊS LAGOAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MESTRADO EM GEOGRAFIA

Os adeptos do paradigma do capitalismo agrário (FERNANDES, 2008) 138 , acreditam que a pobreza rural seja produto do atraso do campo ou da sociedade camponesa. Entretanto, nada mais é a própria marca da modernidade e de sua racionalidade. As políticas públicas são utilizadas pelos camponeses como mecanismos de resistência, garantindo sua reprodução e melhorias nas suas condições de vida, mas não são utilizadas como viabilizadoras de transformação da unidade camponesa em pequenos agronegócios rurais, como sugerem os estudiosos da agricultura familiar e da integração ao mercado. O modo de vida camponês ainda persiste no tempo e no espaço, negando o projeto de desenvolvimento capitalista, mesmo mascarado com o discurso do desenvolvimento. As estratégias regradas pela territorialidade camponesa e realizadas na comunidade (território-zona) são de suma importância para a reprodução das famílias camponesas, garantindo, principalmente, segurança alimentar, geração e (re)distribuição de renda, permanência dos pais de família e relativa permanência dos jovens na comunidade. Enfim, consideramo-las como a garantia parcial 139 da
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