Top PDF Variação da estrutura carpelar em seis espécies de Cassiinae (Leguminosae: Caesalpinioideae).

Variação da estrutura carpelar em seis espécies de Cassiinae (Leguminosae: Caesalpinioideae).

Variação da estrutura carpelar em seis espécies de Cassiinae (Leguminosae: Caesalpinioideae).

RESUMO – (Variação da estrutura carpelar em seis espécies de Cassiinae (Leguminosae: Caesalpinioideae)). Estudos estruturais sobre carpelos são raros, embora de grande importância como subsídios para análises taxonômicas e filogenéticas. Este trabalho foi realizado com o objetivo de analisar morfoanatomicamente os carpelos de seis espécies da subtribo Cassiinae, grupo em que a literatura tem registrado significativa diversidade estrutural carpelar, analisando-os sob o ponto de vista evolutivo. Para tanto, os carpelos de flores em antese foram fixados e processados segundo as técnicas de inclusão em metacrilato. Apesar de diferenças específicas serem registradas, observou-se um padrão estrutural típico das Leguminosae, especialmente em características morfológicas gerais, como: gineceu unicarpelar, unilocular, pluriovulado e estipitado, com placentação sutural e óvulos anátropos, bitegumentados e crassinucelados. A presença de epiderme na região sutural, conectando as faces abaxial e adaxial é reconhecida como caráter ancestral. Este aspecto foi verificado nas seis espécies estudadas, indicando que o fechamento do carpelo é ontogenético e que produz estrutura variável com relação à manutenção da epiderme entre as faces carpelares.
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A cobertura de rochas é boa preditora da variação na riqueza de espécies e na estrutura da vegetação arbustivo-arbórea em áreas de Cerrado Rupestre?

A cobertura de rochas é boa preditora da variação na riqueza de espécies e na estrutura da vegetação arbustivo-arbórea em áreas de Cerrado Rupestre?

RESUMO: (A cobertura de rochas é boa preditora da variação na riqueza de espécies e na estrutura da vegetação arbustivo- arbórea em áreas de Cerrado Rupestre?). Afloramentos rochosos em ambientes rupestres são apontados como limitantes para o estabelecimento de plantas. Neste estudo, testamos se a cobertura de rochas está associada às variações na riqueza de espécies e na densidade, altura e diâmetro das plantas arbustivo-arbóreas em seis sítios de Cerrado Rupestre no Brasil Central. Em cada sítio nós amostramos a vegetação e estimamos visualmente a cobertura de rochas em 10 parcelas de 20×50 m, divididas em subparcelas de 10×10 m. Analisamos a associação entre a cobertura rochosa e os parâmetros da vegetação mediante correlação de Spearman. Número de indivíduos e altura média das plantas foram negativamente associados com a cobertura de rochas, mas essas associações foram fracas (rs ~ -0,1). Riqueza de espécies e diâmetro médio dos indivíduos não foram associados com a cobertura de rochas. Concluímos que a cobertura de rochas não é boa preditora de variações na riqueza de espécies e na estrutura da vegetação arbustivo-arbórea em áreas de Cerrado Rupestre no Brasil Central.
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Caracterização e descrição da estrutura anatômica do lenho de seis espécies arbóreas com potencial medicinal.

Caracterização e descrição da estrutura anatômica do lenho de seis espécies arbóreas com potencial medicinal.

diagonal oblíquo, solitários na maioria, forma da secção arredondada (Figura 15), placas de perfuração simples, diâmetro tangencial de 92,6 m, elementos vasculares com 0,3 mm de comprimento, com ausência de apêndices (Figura 19), tilos abundantes, depósitos nos vasos abundantes com cor marrom escura, pontoações interv asculares alternas arredondadas, com diâmetro tangencial de 8,3 m, pontoações radiov asculares semelhantes às intravasculares. Parênquima axial aliforme losangular confluente formando faixas e em linhas de parênquima marginal (Figura 15). Fibras com 1,1 mm de comprimento e paredes muito espessas. Raios bi e trisseriados (Figuras 16 e 17), com altura de 0,184 mm, homocelulares com todas as células procumbentes (Figura 18), estratificados (Figura 16). Cristais em células do parênquima axial. Sílica presente no parênquima radial. Camadas de crescimento individualizadas pela variação do lume das fibras.
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Anatomia do lenho de seis espécies de Ormosia (Leguminosae) da Amazônia

Anatomia do lenho de seis espécies de Ormosia (Leguminosae) da Amazônia

trastado, perfeitamente visível a olho nu, do tipo paratraqueal, em faixas concêntricas la:·- gas, predominantes, onduladas, irregulares, às vezes interrompidas; algum[r]

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Crescimento inicial de seis espécies florestais em diferentes espaçamentos.

Crescimento inicial de seis espécies florestais em diferentes espaçamentos.

espaçamentos, foram escolhidas seis espécies para avaliação deste estudo, são elas, Anadenanthera macrocarpa Benth. Brenan (angico vermelho), Schinus terebinthifolius Raddi (aroeira pimenteira), Schizolobium parahyba Blake (guapuruvu), Inga marginata (ingá), Cordia sp. (babosa branca) e Chorisia speciosa St. Hill (paineira). Destas, paineira e ingá são consideradas espécies não pioneiras e as outras quatro pioneiras (CARVALHO, 2003; LORENZI, 1992). Com base nesse levantamento, preliminar, verifi cou-se que a percentagem de falhas era de 1,5%. Para cada uma dessas espécies foram escolhidas dez plantas (10 repetições) em cada espaçamento (tratamento), levando em consideração a proporção de indivíduos encontrados em cada classe de altura. Após a escolha, essas plantas receberam uma marcação e mediu-se a altura da parte aérea, o diâmetro ao nível do solo (DNS) e a largura da copa (sentidos longitudinal e transversal à linha de plantio), utilizando- se, respectivamente, vara graduada, paquímetro e trena. É oportuno ressaltar que nas plantas de guapuruvu não foram realizadas medições de largura da copa, pois na época da avaliação (setembro de 2006), a maioria das plantas dessa espécie não apresentava copa.
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Grau de hidrometria do córtex de seis espécies arbóreas da caatinga.

Grau de hidrometria do córtex de seis espécies arbóreas da caatinga.

Considerando a inexistência de informações sobre o grau de hidrometria das plantas da caatinga visou-se, no presente trabalho, determinar o teor de água que é capa[r]

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Influência dos estrativos na resistências ao apodrecimento de seis espécies de madeira.

Influência dos estrativos na resistências ao apodrecimento de seis espécies de madeira.

Para comparar o efeito de cada solvente na extração de substâncias que conferem resistência natural ao apodrecimento pelo fungo Gloeophyllum trabeum, as madeiras das seis espécies foram submetidas a seis diferentes extrações (Quadro 3), além de serem testadas ao natural, constituindo, assim, sete tratamentos para cada espécie, com quatro repetições por tratamento. Para a realização das análises estatísticas, os resultados da perda de massa, obtidos em porcentagem, foram transformados em arco-seno [raiz quadrada (perda de massa/100)], uma vez que estes não seguiram um padrão de distribuição normal. Na análise e avaliação dos resultados foi empregado o teste de Tukey a 5% de probabilidade.
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PROJETO PROFESSOR DA FAMÍLIA: O ESTUDO DE SUA IMPLEMENTAÇÃO EM UMA ESCOLA DE SERRANOPOLIS DE MINAS (MG)

PROJETO PROFESSOR DA FAMÍLIA: O ESTUDO DE SUA IMPLEMENTAÇÃO EM UMA ESCOLA DE SERRANOPOLIS DE MINAS (MG)

A composição grupo de 53 alunos selecionados para compor a amostra foi feita com base na aprovação de estudantes que cursaram o 1º ano do ensino médio em 2013, o 2º ano em 2014 e, no ano de 2015, encontravam-se matriculados no 3º ano. O quantitativo total dos alunos está distribuído em duas turmas, sendo uma na zona urbana e uma no segundo endereço, localizada na Fazenda Curral das Pedras, na localidade de Gerais. Do total de 53 estudantes, foram entrevistados 6 (seis) deles, tendo sido selecionados discentes das duas turmas existentes na escola, levando-se em conta taxas de rendimento, a taxa de frequência às aulas e participação ou não do Projeto Banco Travessia. Foram escolhidos alunos com melhor desempenho e frequência e estudantes com menor média de aprovação e baixa frequência para compor o grupo da amostra. Cada grupo de alunos possuía alunos cadastrados ou não no Banco Travessia.
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A ATUAÇÃO DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA EM TRÊS ESCOLAS DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO AMAZONAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A ATUAÇÃO DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA EM TRÊS ESCOLAS DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO AMAZONAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Fala-se muito em formação, mas em meio a correria do dia a dia acaba não sendo possível desenvolver esse trabalho. Fica muito difícil o Pedagogo fazer milagre. O meu trabalho no atendimento dos HTPs deveria entrar essa parte de formação que precisa ser garantida, mas a gente sabe que existe uma falha por conta das muitas atribuições, eu reconheço que preciso melhorar isso, mas pra eu melhorar eu preciso de um apoio que eu possa entregar as tarefas, por exemplo, nós não temos ninguém no corredor pra auxiliar na disciplina dos alunos, o dia em que faltam cinco, seis professores é uma dificuldade muito grande, aí o que eu faço, pára tudo, se eu tiver programado uma formação ela vai por águas abaixo, a minha rotina não é permanente, ela é flexível de acordo com as demandas da escola e não existe um professor dizendo amanhã eu vou faltar, ele falta sem avisar, falta um, dois, três, quatro num dia só e isso acontece muito e aí essa rotina programada não existe. Aí qualquer formação de professor e qualquer atendimento acaba sendo comprometido.
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O PLANEJAMENTO DOCENTE EM DUAS ESCOLAS DA COORDENADORIA REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO 17 – ICÓ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PLANEJAMENTO DOCENTE EM DUAS ESCOLAS DA COORDENADORIA REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO 17 – ICÓ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O diagnóstico dos alunos é ferramenta necessária a ser disponibilizada aos professores no início do ano letivo, a fim de nortear seu planejamento. Embora o estado do Ceará [r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA SUÊNIA DOS SANTOS FRANCO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA SUÊNIA DOS SANTOS FRANCO

Partindo da premissa de que o gestor escolar assume importante papel nesse cenário de avaliações e que a gestão participativa surge como base para a garantia da melhoria da qualidade d[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Na busca por esse objetivo, iremos contextualizar o cenário legal e institucional que insere a política de formação continuada na agenda das políticas públicas edu[r]

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E STRUTURAS DED ADOS

E STRUTURAS DED ADOS

 A alocação dinâmica é muito utilizada em problemas de estrutura de dados como por exemplo, listas encadeadas, pilhas, filas, arvores binárias e grafos ...  O interessante é que est[r]

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A evolução da estrutura agrária do município de Barra do Choça - BA

A evolução da estrutura agrária do município de Barra do Choça - BA

Este trabalho discute as transformações promovidas na estrutura agrária do município de Barra do Choça/BA, a partir da implantação da monocultura cafeeira na região, observando a distribuição da terra e o seu principal uso, bem como a oferta de trabalho no período da safra e entressafra. Trata-se de um artigo de resultados, que evidencia a realidade do município, considerando as adaptações vivenciadas na conjuntura local, em função da nucleação do café. A princípio, buscou-se enfocar uma reflexão acerca do referencial teórico, respaldando-se nas questões relacionadas à questão agrária, dentro de uma perspectiva histórica, levando sempre em consideração o contexto que surgiram essas abordagens, bem como a sua trajetória na América Latina e no Brasil.
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Deposição e concentração de nutrientes da serapilheira de seis espécies nativas...

Deposição e concentração de nutrientes da serapilheira de seis espécies nativas...

Para este plantio de restauração ecológica a CESP utilizou o espaçamento de plantio de 3m entre linhas e 2 metros entre plantas, sendo que, nas linhas de plantio intercalaram-se espécies pioneiras e não-pioneiras. Dessa forma, 50% dos indivíduos plantados foram de espécies pioneiras e 50% de não-pioneiras. As espécies mais abundantes no plantio foram: Croton floribundus, Croton urucuarana, Guazuma ulmifolia, Cecropia pachystachy e Trema Micrantha. Não foi realizado correção de acidez do solo para implantação. No ato do plantio foi realizado a adubação química (10:28:06) em coveta lateral às mudas. Após 90 dias do plantio foi efetuada adubação química de cobertura (20:0:20) e o replantio de mudas que morreram. Para o controle da competição inicial com as gramíneas exóticas presentes na área, predominantemente Brachiaria sp., foi realizado a coroação das mudas e posteriormente a capina química na linha e na entrelinha até o 24º mês pós plantio. A escolha de uma área de restauração ecológica para realização desse trabalho se deu pelas seguintes razões: i) presença de todas as espécies desejadas para realização do estudo em quantidades de indivíduos suficientes para suprir o delineamento estatístico metodológico; ii) controle real das idades de todos os indivíduos selecionados; e iii) condições edafoclimática e de manejo semelhantes para todos os indivíduos experimentais.
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Efeitos alelopáticos de seis espécies arbóreas da família Fabaceae

Efeitos alelopáticos de seis espécies arbóreas da família Fabaceae

Comparando as partes da planta utilizadas e os solventes de extração dos aleloquímicos, percebe- se que os maiores efeitos inibitórios do E.E. foram observados pelos aleloquímicos liberados dos fru- tos, e do E.A., pelos liberados das folhas (Tabela 1). Tal fato pode indicar que diferentes aleloquímicos com efeitos inibidores estão presentes em folhas e frutos, e que os frutos possuem mais inibidores so- lúveis em etanol, enquanto que as folhas, mais inibidores solúveis em água. Considerando que a maior parte dos produtos secundários com ação alelopática é liberada na forma de soluto aquoso, Almeida (1990), estudos mais específicos com tais espécies utilizando extratos aquosos passam a ser mais desejáveis quando se quer resultados de signi- ficado ecológico, uma vez que a água é o solvente da natureza.
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Estrutura do pasto de capim-braquiária com variação de alturas.

Estrutura do pasto de capim-braquiária com variação de alturas.

A estrutura do pasto consiste na disposição espacial da biomassa aérea numa pastagem e pode ser caracterizada por variáveis como massa e densidade volumétrica de forragem, interceptação de luz pelo dossel e altura do pasto. Essa estrutura é relevante, porque condiciona as respostas de plantas e animais em regime de pastejo (Carvalho et al., 2001). A caracterização da estrutura do pasto é tarefa complexa, devido à sua variabilidade natural, causada pela desfolhação seletiva dos animais, e às condições de oferta de recursos tróficos no plano horizontal da pastagem, como fertilidade do solo e disponibilidade hídrica. Essa inerente variação espacial da vegetação na pastagem é denominada estrutura horizontal do pasto e tem sido pouco avaliada nos experimentos com animais em pastejo.
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VARIAÇÃO LEXICAL EM SEIS MUNICÍPIOS DA MESORREGIÃO SUDESTE PARAENSE

VARIAÇÃO LEXICAL EM SEIS MUNICÍPIOS DA MESORREGIÃO SUDESTE PARAENSE

A presente dissertação tem como objetivo central identificar, mapear e descrever a variação lexical do português falado na zona rural de seis municípios da mesorregião Sudeste Paraense: Curionópolis, Itupiranga, Santana do Araguaia, São Félix do Xingu, São João do Araguaia e Tucuruí. Esta mesorregião apresenta importância considerável no contexto sócio-político- econômico-cultural do Estado do Pará. A pesquisa é orientada pelos pressupostos da dialetologia, sob o método da geolinguística. Este trabalho faz parte do projeto GeoLinTerm, mas com pesquisa específica do eixo do projeto ALiPA. Fizemos o levantamento de alguns trabalhos realizados ao longo dos estudos geolinguísticos. A metodologia utilizada contou com a aplicação de um questionário semântico lexical, adaptado, contendo quatorze campos semânticos, que foi respondido pelos informantes selecionados. Os dados coletados nos seis municípios, objeto da pesquisa, contêm registros de fala de 22 informantes da zona rural da mesorregião Sudeste Paraense, dentro do perfil metodológico estabelecido pelo ALiPA. Após a coleta, fizemos o tratamento dos dados com a seleção, a transcrição, a elaboração de 30 cartas e a descrição dos resultados. Das 256 perguntas do questionário, selecionamos as 30 mais frequentes e com maior variação para serem desenvolvidas nas cartas. Em seguida às cartas, mostramos as ocorrências por localidade, sexo e faixa etária.
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AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ESTRUTURAL DE COBERTURAS EM ESTRUTURA DE AÇO NA FORMA DE ARCO CIRCULAR E PARABÓLICO

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ESTRUTURAL DE COBERTURAS EM ESTRUTURA DE AÇO NA FORMA DE ARCO CIRCULAR E PARABÓLICO

Após realizar as análises estruturais pelo software SAP 2000, e feitas as devidas verificações para cada caso de arco, pôde-se concluir que os esforços nas barras das trel[r]

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GENIVALDO BATISTA RODRIGUES PROJETO DE ESCOLAS EM TEMPO INTEGRAL: DESAFIOS DE IMPLEMENTAÇÃO EM UMA ESCOLA DA REDE ESTADUAL DO AMAZONAS

GENIVALDO BATISTA RODRIGUES PROJETO DE ESCOLAS EM TEMPO INTEGRAL: DESAFIOS DE IMPLEMENTAÇÃO EM UMA ESCOLA DA REDE ESTADUAL DO AMAZONAS

No mínimo uma estrutura física adequada, para funcionar como uma escola de tempo integral que ao meu ver nós precisaríamos de um laboratório das ciências pra trabalhar com física, química, com matemática, com biologia, nós precisaríamos ter acesso a uma internet com uma qualidade muito melhor que não dependesse do nosso bolso pra fazer isso, recursos audiovisuais pra que o professor pudesse realmente explorar todas as nuances das áreas do conhecimento. Eu acredito que não necessariamente a escola pra ser boa ela tem que ter todo esse equipamento, mas se nós nos propusemos a ser uma escola de tempo integral eu penso que nos horários de intervalo, por exemplo, os alunos teriam que ter pelo menos um local, uma sala de jogos, um local para descansar, os professores que passam o dia todo aqui, almoçam e ficam sentados, não podem descansar, à tarde estão muito cansados, por que teria que ter um local que eles poderem relaxar, ou se quisessem tomar um banho ou alguma coisa assim. (G1, entrevista realizada em 21 abr. 2017)
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