Top PDF Uso de vermicomposto favorece o crescimento de mudas de gravioleira (Annona muricata L. 'Morada') associadas a fungos micorrízicos arbusculares.

Uso de vermicomposto favorece o crescimento de mudas de gravioleira (Annona muricata L. 'Morada') associadas a fungos micorrízicos arbusculares.

Uso de vermicomposto favorece o crescimento de mudas de gravioleira (Annona muricata L. 'Morada') associadas a fungos micorrízicos arbusculares.

RESUMO – (Uso de vermicomposto favorece o crescimento de mudas de gravioleira (Annona muricata L. ‘Morada’) associadas a fungos micorrízicos arbusculares). A gravioleira, cujos frutos apresentam elevado potencial para exportação, é de fácil adaptação ao Semi-Árido nordestino, e a sua produção, economicamente importante, vem sendo estimulada. O uso de adubos orgânicos associados à inoculação com fungos micorrízicos arbusculares (FMA) pode ser útil na formação de mudas frutíferas, porém o efeito da adição de adubo na simbiose com gravioleira (Annona muricata L. ‘Morada’) não é conhecido. Foi investigado o efeito de FMA multiplicado em substrato com resíduo orgânico na formação de mudas de gravioleira mantidas em substratos com fertilizante. O delineamento foi inteiramente casualizado, em fatorial de 2×5: 2 substratos (solo sem ou com 10% de vermicomposto) e cinco tratamentos de inoculação (Acaulospora longula Spain & Schenck e Gigaspora albida Schenck & Smith produzidos em substratos com ou sem resíduo orgânico e controle não inoculado), com quatro repetições. Após 102 dias, avaliou-se: massa seca da parte aérea e radicular, altura, diâmetro do caule, taxa de crescimento, produção de esporos de FMA e de glomalina, atividade enzimática do solo, respiração microbiana, colonização micorrízica total, arbuscular e hifálica. Em geral, a inoculação com FMA estimulou o crescimento, mas no tratamento adubado as mudas em simbiose com G. albida não foram beneficiadas pela associação. O uso de vermicomposto estimulou a colonização micorrízica, a respiração microbiana, a atividade enzimática e a produção de glomalina no solo, porém reduziu a esporulação de A. longula. A utilização de FMA e vermicomposto pode constituir alternativa na produção de mudas de gravioleira, pois reduziu à metade o tempo de formação das mudas e pode reduzir em 75% a dose de adubo a ser aplicada. No entanto, a escolha de FMA compatíveis com o hospedeiro é indispensável para garantir respostas positivas. A aplicação conjunta de FMA e adubo orgânico também pode melhorar a qualidade do solo, contribuindo para a produção sustentável de mudas desta e de outras fruteiras.
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Uso de fungos micorrízicos arbusculares (FMA) na promoção do crescimento de mudas de pinheira (Annona squamosa L., Annonaceae).

Uso de fungos micorrízicos arbusculares (FMA) na promoção do crescimento de mudas de pinheira (Annona squamosa L., Annonaceae).

(Uso de fungos micorrízicos arbusculares (FMA) na promoção do crescimento de mudas de pinheira (Annona squamosa L. Annonaceae). Os fungos micorrízicos arbusculares (FMA) podem ser usados na formação de mudas frutíferas, porém o seu efeito na pinheira não é conhecido. Foi investigado o papel de dois isolados de FMA (Acaulos- pora longula e Gigaspora albida) na promoção do crescimento de mudas de pinheira. O delineamento experimental foi tipo inteiramente casualizado em seis tratamentos: 1) Controle não inoculado em solo; 2) Controle não inoculado em solo adubado; 3) Inoculado com A. longula em solo; 4) Inoculado com A. longula em solo adubado; 5) Inoculado com G. albida em solo; 6) Inoculado com G. albida em solo adubado, em quatro repetições, totalizando 24 unidades. Plântulas com duas folhas foram inoculadas na região das raízes com solo-inóculo fornecendo 200 esporos de G. albida ou de A. longula. Após 140 dias em casa de vegetação avaliou-se: altura, número de folhas, diâmetro do caule, área foliar, massa fresca e seca da parte aérea e radicular, colonização micorrízica e produção de esporos de FMA. Em solo não adubado, os benefícios da micorrização foram evidenciados nas mudas formando simbiose com G. albida. Em solo com vermicomposto, a micorrização não incrementou o crescimento da mudas. A micorrização com G. albida pode ser alternativa para produção de mudas de pinheira, dispensando a fertilização.
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Fungos micorrízicos arbusculares e vermicomposto na aclimatação de Alpinia purpurata (Viell.) Schum e Zingiber spectabile Griff. (Zingiberaceae).

Fungos micorrízicos arbusculares e vermicomposto na aclimatação de Alpinia purpurata (Viell.) Schum e Zingiber spectabile Griff. (Zingiberaceae).

RESUMO – (Fungos micorrízicos arbusculares e vermicomposto na aclimatação de Alpinia purpurata (Viell.) Schum e Zingiber spectabile Griff. (Zingiberaceae)). Visando selecionar fungos micorrízicos arbusculares (FMA) e substratos para produção de mudas micropropagadas de alpinia (Alpinia purpurata) e sorvetão (Zingiber spectabile), conhecidas espécies ornamentais tropicais, foram inoculadas mudas com 1.500 propágulos infectivos de Gigaspora albida, Glomus etunicatum e Acaulospora longula, em recipientes contendo: (a) solo; (b) solo e vermicomposto (3:1) e (c) solo, areia e vermicomposto (2:2:1). O delineamento foi inteiramente casualizado em fatorial de: quatro tratamentos de inoculação (três com FMA e controle não inoculado), três substratos, oito repetições, para cada vegetal. Após 70 (Z. spectabile) e 100 (A. purpurata) dias da inoculação, parâmetros de crescimento da planta foram avaliados tais como altura, número de folhas e perfilhos, massa seca da parte aérea e subterrânea, área foliar, e ainda a colonização micorrízica e a esporulação dos FMA. Não houve interações significativas entre os FMA e os substratos testados. Em A. purpurata os dois substratos com vermicomposto promoveram maior desenvolvimento; em Z. spectabile, apenas o substrato com maior proporção do fertilizante orgânico induziu crescimento diferenciado. A aplicação de adubo reduziu a colonização micorrízica nos dois hospedeiros e a esporulação de A. longula. Na fase de aclimatação, o uso de substratos orgânicos favorece a formação de mudas vigorosas de alpinia e sorvetão, mas pode ser prejudicial para a comunidade de FMA.
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Crescimento de mudas de maracujazeiro-doce inoculadas com fungos micorrízicos arbusculares e bactérias diazotróficas sob diferentes doses de fósforo.

Crescimento de mudas de maracujazeiro-doce inoculadas com fungos micorrízicos arbusculares e bactérias diazotróficas sob diferentes doses de fósforo.

A espécie Passilora alata Curtis, vulgar- mente conhecida como maracujá-doce, maracujá- de-refresco, maracujá-grande, maracujá-alado, maracujá-guaçu e maracujá-de-comer é a segunda espécie do gênero passilora de importância econô- mica no Brasil, particularmente no Estado de São Paulo (MANICA et al., 2005). Apresenta um grande potencial ao atender ás várias opções de mercado, tais como plantas ornamentais, farmacêutico e para o consumo como fruta fresca ou na forma processada. O maracujazeiro-doce é uma planta altamente produtiva, necessitando da aplicação de altas doses de fertilizantes (KAVATTI; PIZZA JR, 2002). O uso de fungos micorrízicos arbusculares (FMAs) pode ser uma alternativa para diminuir essas aplicações, uma vez que alguns trabalhos têm demonstrado a eiciência desses fungos em aumentar a absorção de nutrientes na cultura do maracujazeiro-doce (SIL- VA, 2008; ANJOS et al., 2005). De acordo com Da Silva et al. (2009), as plantas de maracujazeiro-doce apresentaram alta dependência micorrízica. Um dos principais benefícios dos FMAs às plantas hospe- deiras está associado ao incremento na absorção dos nutrientes, como fósforo, nitrogênio, potássio, cálcio e magnésio (LIMA, 2011; HOODGE et al., 2009; SMITH;READ, 2008).
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EFEITO DE FUNGOS MICORRÍZICOS ARBUSCULARES E DA ADUBAÇÃO NO CRESCIMENTO DE MUDAS DE Eugenia uniflora L., PRODUZIDAS EM DIFERENTES SUBSTRATOS.

EFEITO DE FUNGOS MICORRÍZICOS ARBUSCULARES E DA ADUBAÇÃO NO CRESCIMENTO DE MUDAS DE Eugenia uniflora L., PRODUZIDAS EM DIFERENTES SUBSTRATOS.

As principais funções do substrato são a sustentação e a nutrição da planta. O substrato pode ser de qualquer material ou mistura de materiais que contenham características físicas desejáveis para o desenvolvimento da muda, pois as propriedades químicas ideais podem ser alcançadas com a adubação (WENDLING; GATTO, 2002; GOMES; PAIVA, 2011). Quando se encontram em quantidades abaixo ou acima do adequado, podem causar sintomas de deiciência ou de toxidez, respectivamente. Para corrigir as deficiências, utiliza-se da adubação (TRATCH, 2009). Porém, a adubação pode inibir o crescimento de fungos micorrízicos arbusculares (FMAs), pois Ramos e Martins (2010) supõem que a alta absorção de fósforo pode diicultar a penetração das hifas nas raízes, resultando em baixa colonização. Os FMAs associam-se acerca de 80% das famílias de plantas conhecidas. Entre estas, as espécies lorestais e frutíferas brasileiras respondem bem à inoculação, sendo beneiciadas principalmente em relação à absorção de fósforo (BERBARA et al., 2006). As plantas micorrizadas são mais tolerantes ao estresse do transplantio e têm maior índice de sobrevivência no campo. A inoculação com inoculantes eicientes permite também reduzir o uso de fertilizantes e corretivos adicionados aos
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CRESCIMENTO DE MUDAS DE Leucaena leucocephala INOCULADA COM Bradyrhizobium E FUNGOS MICORRÍZICOS ARBUSCULARES EM NEOSSOLO LITÓLICO

CRESCIMENTO DE MUDAS DE Leucaena leucocephala INOCULADA COM Bradyrhizobium E FUNGOS MICORRÍZICOS ARBUSCULARES EM NEOSSOLO LITÓLICO

Originária da América Central, e atualmente difundida em diversos países, a leucena (Leucaena leucocephala (Lam.) de Wit.) é uma leguminosa arbórea de múltiplo uso, sendo utilizada principalmente como fonte de forragem, madeira, carvão vegetal e adubo verde (FORMENTINI, 2008). No tocante à fonte de alimentação para ruminantes, a espécie apresenta alto valor nutritivo com teores de minerais e aminoácidos comparáveis ao da alfafa (Medicago sativa), sendo também excelente fonte de Betacaroteno (FRANCO; SOUTO, 1986). Possui teores de proteína bruta em torno de 20% considerados satisfatórios para atenderem as exigências dos ruminantes em pastejo (REIS, 2001). Apresenta uma produção de 5 a 25 toneladas de matéria seca/ha/ano (FORMENTINI, 2008) e boa capacidade de rebrota após sucessivos cortes (DRUMOND; RIBASKI, 2010).
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CRESCIMENTO DE MUDAS DE Leucaena leucocephala INOCULADA COM Bradyrhizobium E FUNGOS MICORRÍZICOS ARBUSCULARES EM NEOSSOLO LITÓLICO

CRESCIMENTO DE MUDAS DE Leucaena leucocephala INOCULADA COM Bradyrhizobium E FUNGOS MICORRÍZICOS ARBUSCULARES EM NEOSSOLO LITÓLICO

Originária da América Central, e atualmente difundida em diversos países, a leucena (Leucaena leucocephala (Lam.) de Wit.) é uma leguminosa arbórea de múltiplo uso, sendo utilizada principalmente como fonte de forragem, madeira, carvão vegetal e adubo verde (Formentini, 2008). No tocante à fonte de alimentação para ruminantes, a espécie apresenta alto valor nutritivo com teores de minerais e aminoácidos comparáveis ao da alfafa (Medicago sativa), sendo também excelente fonte de Betacaroteno (Franco & Souto, 1986). Possui teores de proteína bruta em torno de 20% considerados satisfatórios para atenderem as exigências dos ruminantes em pastejo (Reis, 2001). Apresenta uma produção de 5 a 25 toneladas de matéria seca/ha/ano (Formentini, 2008) e boa capacidade de rebrota após sucessivos cortes (Drumond & Ribaski, 2010).
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Fungos micorrízicos arbusculares no crescimento e nutrição de mudas de jenipapeiro.

Fungos micorrízicos arbusculares no crescimento e nutrição de mudas de jenipapeiro.

O jenipapo (Genipa americana L.), da família Rubiaceae, é uma espécie secundária tardia, com características de clímax, de crescimento moderado que ocorre em todo país. Essa espécie pode ser usada na arborização urbana e é também uma boa opção para os pequenos agricultores, tanto pela madeira como pelos frutos que são comestíveis e muito apreciados na fabricação de suco, doce, vinho e licor. Existe ainda o uso das cascas, raízes, folhas e sementes, na medicina popular (COSTA et al., 2005). Contudo, apesar do grande potencial alimentício, econômico e social da cultura, ainda perduram vários entraves de natureza agronômica, dentre eles a falta de mudas selecionadas (PRUDENTE, 2002).
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Comunidades de fungos micorrízicos arbusculares nos manejos convencional e orgânico...

Comunidades de fungos micorrízicos arbusculares nos manejos convencional e orgânico...

A relação raiz/parte aérea varia com a espécie e a fase de crescimento da planta e com as condições ambientais (Klepper, 1991). A disponibilidade de nutrientes minerais, principalmente nitrogênio e fósforo, pode provocar alterações no crescimento e morfologia da raiz e na distribuição do sistema radicular no substrato. O crescimento da raiz aumenta nos locais com maior disponibilidade desses nutrientes comparado a sítios com menor disponibilidade, e leva ao decréscimo da relação da massa da matéria seca de raiz/ parte aérea (Marschner, 1995). A colonização micorrízica tem mostrado esse mesmo efeito sobre a relação raiz/parte aérea quando comparadas plantas micorrizadas com não micorrizadas (Marschner, 1995). No entanto, as plantas de limão 'Cravo' colonizadas por FMAs nativos dos dois sistemas de produção apresentaram maior relação de massa da matéria seca de raiz/parte aérea (Tabela 4). Talvez essa tendência descrita por Marschner tenha sido observada em plantas anuais. Logo depois da emergência das plantas anuais, a relação raiz/parte aérea é mais alta que nas fases posteriores de desenvolvimento, pois a parte aérea vai sendo favorecida. Em plantas perenes adultas essa relação é mais difícil de ser avaliada. Porém, em geral, fazendo comparações nos primeiros meses de idade, as plantas perenes possuem maior relação de massa da matéria seca do sistema radicular/parte aérea que as plantas anuais (Klepper, 1991). Esses e outros fatores, como hormônios (Spiegel-Roy & Goldschmidt, 1996), competição por compostos fotossintetizados (Graham & Eissenstat, 1994) e diferenças entre isolados de fungos micorrízicos (Fidelibus et al., 2001) influenciam a resposta da planta à simbiose e podem modificar a relação raiz/parte aérea. As plantas de limão 'Cravo' cultivadas no solo orgânico, mesmo afetadas no seu crescimento, mantiveram a relação raiz/parte aérea igual a das plantas no solo natural convencional (Tabelas 3 e 4). Sugere-se que os FMAs de ambos os sistemas de produção que estavam colonizando as plantas durante esse experimento são espécies promotoras do crescimento de raízes, como observado por Fidelibus et al. (2001), em limão 'Volkameriano'.
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Fungos micorrízicos arbusculares na formação de mudas de cafeeiro, em substratos orgânicos comerciais.

Fungos micorrízicos arbusculares na formação de mudas de cafeeiro, em substratos orgânicos comerciais.

Na maioria dos substratos utilizados, houve um padrão de crescimento bastante semelhante nas plantas, apesar da grande diferença que havia entre os substratos, não somente quanto ao nível de fertilidade (Tabela 1), mas, certamente, quanto às características físicas e biológicas. O efeito da micorrização não ocorreu da forma esperada, pois, geralmente, maior efeito micotrófico é observado nos substratos com baixo nível de fertilidade, o que não se constatou neste experimento. Ao contrário, no substrato convencional, solo + esterco, em que houve maior fertilidade, o fungo Gigaspora margarita foi eficiente na promoção do crescimento das plantas, não demonstrando, entretanto, o mesmo desempenho nos demais substratos, exceto no Vida Verde com adubação. Um dos fatores que pode ter influenciado na resposta do cafeeiro foi o nível de N no solo/ substrato que estava abaixo do adequado, apesar de ter sido adicionado ao longo do experimento. A relação C/N dos substratos estava alta (Tabela 1) e, portanto, o processo de imobilização dos nutrientes, principalmente do N, diminuiu sua disponibilidade para as plantas, o que refletiu no seu desenvolvimento. M AIORANO (2003), empregando os mesmos substratos
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Influência da densidade de fungos micorrízicos arbusculares na produção de mudas de maracujazeiro-amarelo.

Influência da densidade de fungos micorrízicos arbusculares na produção de mudas de maracujazeiro-amarelo.

A altura alcançada pelas mudas associadas a G. albida, G. margarita e G. etunicatum, aos 50 dias (Tabela 1), correspondeu à considerada ideal para o transplantio ao campo (20 a 30 cm), o que geralmen- te só é feito após 60 dias, no verão, e 80 dias, no inverno (Ruggiero et al., 1996). Parece ter ocorrido maior compatibilidade do hospedeiro testado por determinadas espécies de FMA, tal como sugerido por Schubert et al. (1988) e Declerck et al. (1995), e tendo em vista que a resposta à inoculação resultou em crescimento diferenciado das mudas (Tabelas 1 e 2). Este fenômeno foi constatado também por Silva & Siqueira (1991) quando avaliaram o comportamen- to de seis espécies de FMA em abacateiro, mamoeiro e mangueira e por Weber & Amorim (1994), em ma- moeiro. Diferentes respostas à inoculação de espé- cies de Glomus também foram observadas em culti- vares de bananeira (Declerck et al., 1995) e em mo- rangueiros (González-Chávez & Ferrera Cerrato, 1987). Apesar da ausência de especificidade na simbiose micorrízica arbuscular, a eficiência é controlada ge- neticamente, sendo afetada pela espécie da planta e do fungo e também pelas condições ambientais (Declerck et al., 1995). Nesse aspecto, pode ser men- cionado que o pH do solo utilizado neste experimen- to (5,3), considerado de acidez média (Oliveira & Coelho, 1995), embora não nocivo para os FMA, pode ter sido baixo para as necessidades de alguns dos fungos. Em maracujazeiros, Graça et al. (1991) não observaram diferenças na altura, em relação ao con- trole sem inóculo, em solo contendo 43 mg dm -3 de P
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Fungos micorrízicos arbusculares em estéril revegetado com Acacia mangium, após mineração de bauxita.

Fungos micorrízicos arbusculares em estéril revegetado com Acacia mangium, após mineração de bauxita.

A inoculação de fungos micorrízicos arbusculares (FMAs) nas mudas utilizadas para revegetação de solos degradados é importante, pois pode auxiliar e acelerar os processos de recuperação. Associações micorrízicas podem ajudar no estabelecimento das mudas no campo, contribuindo para a absorção de nutrientes e água, além de atuar na proteção contra os patógenos radiculares (NEWSHAM et al., 1995). No entanto, a inoculação com FMAs atua na sucessão vegetal ao favorecer o estabelecimento de espécies de plantas próprias de etapas sucessionais intermediárias e avançadas, acelerando a recuperação para uma cobertura vegetal clímax (GUERRERO et al., 1996).
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Fungos micorrízicos arbusculares, bactérias diazotróficas e adubação fosfatada em mudas de mamoeiro.

Fungos micorrízicos arbusculares, bactérias diazotróficas e adubação fosfatada em mudas de mamoeiro.

Embora no presente trabalho tenha ocorrido um aumento signiicativo no número das bactérias diazotróicas S. maltophilia e Azospirillum sp. nas raízes do mamoeiro em relação ao tratamento- controle, não ocorreu um aumento signiicativo no crescimento das mudas, independentemente da dose de P avaliada e da presença dos FMAs (Figura 2). Os benefícios da interação entre FMA e bactéria diazo- tróica no crescimento vegetal podem ser atribuídos ao aumento na absorção de P pelas micorrizas, pro- piciando melhores condições para o estabelecimento da associação com bactérias diazotróicas e para o funcionamento da nitrogenase (ARTURSSON et al., 2006). Dessa forma, é necessário enfatizar a im- portância de novos estudos que envolvam a ixação biológica de nitrogênio na cultura do mamoeiro, bus- cando a utilização de espécies promissoras quanto à promoção de crescimento vegetal, de acordo com os genótipos avaliados.
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Efeito de fungos micorrízicos arbusculares, da adubação fosfatada e da esterilização do solo no crescimento de mudas de maracujazeiro amarelo.

Efeito de fungos micorrízicos arbusculares, da adubação fosfatada e da esterilização do solo no crescimento de mudas de maracujazeiro amarelo.

e com FMA nativos. Esses autores aplicaram os fungos associados a compostos fenólicos, mas verificaram que estes não eram indispensáveis para estimular e acelerar a colonização radicular promovida por eles. As espécies de FMA não contribuíram igualmente para aumentar a absorção de nutrientes e o crescimento da planta (Abbott & Gazey, 1994). Silveira et al. (2002) não observaram alteração nos teores de P em porta-enxertos de abacateiro inoculados com seis espécies de FMA; entretanto, diferenças ocorreram na absorção de N, K, Ca, Mg e Fe, conforme o FMA inoculado. É possível que o tempo de duração do experimento (70 dias) não tenha sido suficiente para detectar a maior concentração de P na parte aérea dos maracujazeiros inoculados. Em citros, só foram observadas diferenças no acúmulo de nutrientes 180 dias após o transplantio (Cardoso & Lambais, 1993). Outra alternativa, para explicar a ausência de diferenças na concentração de P na parte aérea entre as mudas inoculadas e não inoculadas, seria que as doses de P aplicadas não foram suficientes para que o nutriente fosse absorvido e transportado em maior quantidade para a parte aérea do maracujazeiro.
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COMPORTAMENTO DE MUDAS DE LEGUMINOSAS ARBÓREAS INOCULADAS COM FUNGOS MICORRÍZICOS ARBUSCULARES

COMPORTAMENTO DE MUDAS DE LEGUMINOSAS ARBÓREAS INOCULADAS COM FUNGOS MICORRÍZICOS ARBUSCULARES

Por mais que nos parâmetros avaliados em ambas espécies a inoculação com FMAs não tiveram um grande aumento significativo no crescimento de mudas a literatura mostra os efeitos positivos da inoculação quanto ao ganho de crescimento em altura, diâmetro à altura do colo e peso seco da parte aérea e de raízes, comparando-se a estudos desenvolvidos com outras espécies (DIEDERICHS, 1982; POPE et al., 1988; BORGES & CHANEY, 1980), provavelmente alcançados pelo melhora na absorção de nutrientes (ABBOTT & ROBSON, 1984).
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A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES PARA O USO DAS TICs NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES PARA O USO DAS TICs NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Este trabalho tem como objetivo principal analisar se a formação para o uso das Tecnologias da Informação e Comunicação – TICs, oferecida pela Secretaria de Educação de Juiz de Fora, contempla as necessidades dos professores da rede municipal. Atualmente, as TICs estão presentes em quase todas as escolas, através dos laboratórios de informática. Esses equipamentos, adquiridos com recursos da prefeitura e através de convênio com o MEC/Proinfo, colocam as escolas em condições de oferecer inclusão digital aos seus alunos e professores. O trabalho descreve a implementação do curso Proinfo 40 e analisa este programa de formação continuada da forma como foi desenvolvido em 2011. O estudo apresenta, a partir da percepção dos professores que participaram da formação e das contribuições de autores da área, algumas considerações sobre as tendências de formação continuada, suas possibilidades e limites, para que possa propor intervenções para o seu aprimoramento. A pesquisa, de natureza qualitativa, foi realizada com professores da rede municipal por meio de questionários enviados por e-mail. Os resultados apontam para um baixo aproveitamento dos recursos tecnológicos, frustrando as expectativas de todos pela incorporação desses recursos nas escolas. Essa baixa utilização decorre, segundo investigação, da falta de uma formação consistente dos professores para o uso pedagógico das TICs. A partir desta constatação, foi elaborada proposta para uma formação mais ampla e abrangente de professores, que deve ser apresentada aos gestores da educação municipal. Tal proposta, ou plano de ação, leva em consideração a necessidade de alcançar um número significativamente maior de profissionais e, ao mesmo tempo, que essa formação se reverta em práticas pedagógicas eficazes.
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Crescimento de mudas de gravioleira (Anonna muricata L.) em substrato com superfosfato simples e vermicomposto.

Crescimento de mudas de gravioleira (Anonna muricata L.) em substrato com superfosfato simples e vermicomposto.

A altura da muda de gravioleira variou de 22,88 cm sem aplicação de vermicomposto até 44,35 cm com aplicação de 40% de vermicomposto (Figura 1). A matéria seca de folha ficou entre 4,42 g sem aplicação de vermicomposto e 12,66 g com aplicação de 40% de vermicomposto (Figura 2). Estes resultados evidenciam que a adição de vermicomposto ao substrato de formação das mudas proporcionou um maior crescimento das mesmas, com efeito significativo a partir da dose 20% de vermicomposto, para as duas variáveis. Rego (1992), estudando o efeito da adubação orgânica (esterco bovino curtido) nas doses de 0, 5, 15 e 20% do volume de substrato em mudas de gravioleira, durante quatro meses, verificou que para a altura da muda, diâmetro do colo e número de folhas a dose de 15% foi o mais eficiente. Na formação de mudas de laranjeira cultivar Pêra, Toledo et al. (1997), utilizando várias formulações de substrato, verificaram que a relação 30-40- 30% de solo-areia-vermicomposto, foi a que apresentou efeitos significativos para altura e diâmetro do colo.
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Desempenho de fungos micorrízicos arbusculares na produção de mudas de maracujazeiro-amarelo, em diferentes substratos.

Desempenho de fungos micorrízicos arbusculares na produção de mudas de maracujazeiro-amarelo, em diferentes substratos.

BENTO, M.M. Fontes de matéria orgânica na composição do substrato para produção de mudas micorrizadas de maracujazeiro. 1997. 59p. Dissertação (Mestrado em Microbiologia Agrícola) – Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”- USP, Piracicaba. CARDOSO, E.J.B.N.; ANTUNES, V.; SILVEIRA, A.P.D.; OLI- VEIRA, M.M.A. Eficiência de fungos micorrízicos vesículo- arbusculares em porta-enxertos de citros. Revista brasileira de Ciência do Solo, Campinas, v.10, p.25-30,1986.

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Inoculação de fungos micorrízicos arbusculares e adubação fosfatada em mudas de cajueiro-anão-precoce.

Inoculação de fungos micorrízicos arbusculares e adubação fosfatada em mudas de cajueiro-anão-precoce.

beram 50 mL de uma solução contendo 314 mg de KCl, sendo a mesma quantidade de K fornecida com a aduba- ção fosfatada. Cada planta recebeu mensalmente 50 mL da solução nutritiva Hoagland, sem fósforo (Sarruge, 1975). Após dois e quatro meses da semeadura, as plantas foram avaliadas pelo crescimento em altura e diâmetro do caule. Ao final do segundo período, as plantas foram colhidas, separando-se do solo as raízes e destas a par- te aérea. Das raízes foram separadas frações de apro- ximadamente 1 g, para avaliar a intensidade de coloni- zação dos FMA. Essas porções de raízes finas (em tor- no de 1 mm de diâmetro) foram conservadas em solu- ção alcoólica (50% de etanol) até iniciar o processo de descoramento. A coloração das raízes foi realizada con- forme método de Phillips & Hayman (1970) modifica- do. A modificação consistiu em descoramento das raízes com solução alcalina (KOH a 10%) em autoclave, a 121 o C durante 12 min; lavagem em água várias vezes;
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de mudas de pimentão, cultivado em substrato com pó de coco e inoculado com Fungos Micorrízicos Arbusculares.

de mudas de pimentão, cultivado em substrato com pó de coco e inoculado com Fungos Micorrízicos Arbusculares.

O pimentão (Capsicum annuum L.) é uma solanácea originada nas regiões tropicais do continente americano, possui alto valor nutritivo e está entre as hortaliças mais importantes economicamente cultivadas no Brasil. As cultivares mais plantadas são as variedades All Big, Ikeda, Magali e Agronômico 10. O cultivo de plantas utilizando substrato é uma técnica amplamente empregada na maioria dos países de horticultura avançada, por apresentar vantagens, entre elas a de exercer função de solo, fornecendo à planta sustentação, nutrientes, água e oxigênio. O resíduo da casca de coco (Cocus nucifera L.) em forma de pó vem sendo indicado como substrato agrícola por ser 100% natural, biodegradável, ser um material leve, de baixa densidade aparente, alta porosidade e retenção de umidade. O presente trabalho teve por objetivo testar a hipótese de que o pó de coco, com suas propriedades físico-químicas, pode ser um dos componentes na mistura do substrato recomendado na produção de mudas de pimentão nutricionalmente equilibradas e que a inoculação com fungos micorrízicos arbusculares (FMA) torna a planta mais eficiente na absorção de nutrientes, especialmente o fósforo. O experimento foi conduzido em casa- de- vegetação situada no Campus do Pici da Universidade Federal do Ceará, no período de julho a setembro de 2006. O delineamento experimental foi o de blocos casualizados, consistindo de dezoito tratamentos e quatro repetições, assim distribuídos: T1 t solo (90%) + pó de coco seco (10%) com FMA; T2t
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