Top PDF Viabilidade econômica do manejo de Hovenia dulcis Thunb. na região sudoeste do Paraná, Brasil

Viabilidade econômica do manejo de Hovenia dulcis Thunb. na região sudoeste do Paraná, Brasil

Viabilidade econômica do manejo de Hovenia dulcis Thunb. na região sudoeste do Paraná, Brasil

O Código Florestal Brasileiro possui entre seus objetivos a conservação das florestas e proteção da biodiversidade. Apesar do efeito positivo deste, a biodiversidade começou a ser ameaçada por outros fatores, não antrópicos, mas ambientais, como a invasão de espécies exóticas em ambientes naturais, o que ao longo do tempo acarretou em enormes prejuízos tanto econômicos quanto ambientais ao planeta. No Brasil, entre as inúmeras espécies invasoras florestais pode-se destacar Hovenia dulcis Thunb. (uva-do-japão) como sendo um problema quando ocorre em áreas naturais, pois o táxon produz alterações químicas no solo (alelopatia) e alterações na dinâmica da floresta. Apesar do potencial invasor da espécie e dos prejuízos causados quando esta se encontra dentro de uma Reserva Legal ou Área de Preservação Permanente, se for realizado o manejo, pode inverter-se o cenário, pois sua madeira é bastante valorizada na indústria moveleira. Assim, efetuar a extração da uva-do- japão da Reserva Legal na pequena propriedade, o que é amparado pelo Código Florestal Brasileiro, pode ser uma alternativa para que o produtor obtenha uma renda extra, além de estar retirando uma espécie exótica invasora e com isso proporcionando condições para o desenvolvimento das espécies nativas. Desta forma, o presente estudo teve como objetivo avaliar o impacto na extração da Hovenia dulcis em uma Reserva Legal no município de Dois Vizinhos – Paraná, realizar um levantamento nos custos envolvidos na extração da espécie, além de efetuar um levantamento e análise de mercado em madeira da Hovenia dulcis em três municípios comparando com Eucalyptus spp. e Pinnus spp., para com isso poder realizar a análise da viabilidade da extração da uva-do-japão. O estudo foi realizado em uma área da Reserva Legal da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, município de Dois Vizinhos. Foram selecionados 10 indivíduos da espécie Hovenia dulcis, com DAP > 20 cm, que estavam próximos à trilha de exploração. Posteriormente estes indivíduos foram abatidos e realizada avaliação do impacto oriundo da colheita. Nestes mesmos indivíduos foi realizada cubagem rigorosa. Além disso efetuou-se uma pesquisa de mercado no município de Dois Vizinhos – PR, Realeza – PR e São José do Cedro – SC. O estudo de mercado demonstrou que a uva-do-japão é pouco utilizada pelas indústrias de Dois Vizinhos, contudo o preço do m³ é semelhante ao pinus e eucalipto. A análise econômica apontou uma lucratividade de R$ 95,25 ∙ m -3 colhido. O impacto à vegetação remanescente foi inevitável, porém torna-se aceitável uma vez que a colheita é uma medida de controle de uma espécie exótica e invasora.
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Estudo de viabilidade econômica para abertura de uma indústria no ramo de facção na região sudoeste do Paraná

Estudo de viabilidade econômica para abertura de uma indústria no ramo de facção na região sudoeste do Paraná

O presente artigo aborda a utilização de planos de negócio como ferramenta para análise da viabilidade econômica para implantação da uma indústria de facção dentro da micro-região do sudoeste do Paraná. O Brasil, segundo Kearney, 2009, lidera o ranking de vestuário pelo segundo ano consecutivo por uma série de motivos. Entre eles está o grande total de vendas de roupas, ultrapassado apenas pela China. Para pessoas com poucos recursos e que desejam entrar nesse ramo de vestuário e nele encontrar sua independência financeira, uma das opções é a Facção, “nome dado às empresas que fazem serviços exclusivamente para confecções. Em outras palavras, ela é uma confecção que não possui marca própria, estilistas, desenhistas e lojas”, conforme o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e pequenas Empresas (SEBRAE, 2011).
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Análise da viabilidade econômica de um plantio de Pinus sp. para a produção de celulose em pequenas propriedades no sudoeste do Paraná

Análise da viabilidade econômica de um plantio de Pinus sp. para a produção de celulose em pequenas propriedades no sudoeste do Paraná

O sudoeste do Paraná é composto na sua maioria por pequenas propriedades rurais (até 30 ha), onde a principal atividade é a pecuária e o cultivo de plantas anuais, porém em algumas áreas é inviável o cultivo destas, devido à declividade acentuada e solos mal estruturados. Possivelmente o cultivo de pinus pode vir a ser uma boa opção de investimento aos agricultores de forma a aproveitar melhor a área e diversificar a produção. Mas geralmente não é isso que acontece, devido à falta de informação técnica e econômica ou por experiências mal sucedidas ocasionadas pelo manejo inadequado da espécie, muitos agricultores optam por não arriscar nesta atividade. Outro motivo bastante abordado é o retorno financeiro em longo prazo na atividade florestal. Portanto, o presente estudo é de grande importância, pois a partir da análise econômica de um plantio de pinus para a produção de celulose, com as devidas práticas e cuidados necessários, virá esclarecer principalmente para os pequenos produtores e demais proprietários de terras o quanto esta atividade pode ser viável, aumentando a renda, buscando ainda uma futura estabilidade financeira, proporcionando a melhoria na qualidade de vida das famílias, contribuindo também para a fixação do homem no campo e ainda dando uma nova visão perante o setor florestal. O objetivo desse trabalho é fazer a análise econômica de um plantio de pinus para a produção de celulose. Os dados pesquisados são referentes a valores atuais utilizados na região sudoeste do Paraná, assim como os custos para cada atividade a ser realizada, levantados através de contato com profissionais do ramo como técnicos, vendedores e consultores também, professores e colaboradores em geral. Portanto foi levantado todos os custos desta atividade, sendo que o montante final analisado de todos os itens da fase de implantação do investimento foi de R$ 3.298,00/ha já da fase de manutenção de R$ 789,00/ha. Foi considerado que o corte raso do povoamento, será realizado no final dos 12 anos após o plantio, consequentemente, gerando uma única receita ao investimento. A mesma foi proveniente da multiplicação do horizonte do projeto pela produtividade em m 3 e também pelo preço de venda da madeira em pé, ou seja 12 anos x 45 m 3 /ha/ano x R$ 54,00/m 3 , resultando em uma receita de R$ 29.160,00/ha. Os indicativos calculados foram, VPL no total de 7.551,28 R$/ha, uma TIR de 18,09 %. Razão B/C de 2,87 um CMP de 18,78 R$/m 3 e um VPE de 1.002,00 R$/ha/ano. Concluo que a atividade florestal é uma boa opção, apesar de ser um investimento de retorno a longo prazo.
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VIABILIDADE ECONÔMICA NA PRODUÇÃO DE CANOLA PARA REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS, PARANÁ

VIABILIDADE ECONÔMICA NA PRODUÇÃO DE CANOLA PARA REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS, PARANÁ

Este trabalho teve como objetivo analisar a viabilidade econômica na produção de canola (Brassica napus var. oleifera) para região dos Campos Gerais – PR. Para tanto foram entrevistados oito produtores, sendo usadas informações de quatro deles para análises econômicas. As variáveis analisadas foram: custo de produção, análises econômicas (taxa mínima de atratividade, valor presente líquido, taxa interna de retorno, payback, índice de lucratividade e índice de rentabilidade), análise de sensibilidade e custos de óleo vegetal. Comparou-se a canola com a cultura do trigo (Triticum aestivum) - por ser o principal cultivo no período de outono e inverno - e da soja (Glycine max) - por sua liquidez no mercado mundial. Concluiu-se que apesar da análise econômica indicar resultados superiores da produção da canola em comparação com a cultura do trigo e da produção de óleo vegetal ser mais atraente financeiramente que a soja, a cultura da canola ainda é inexpressiva na região dos Campos Gerais (PR). Os produtores entrevistados apontaram como limitantes à expansão da cultura o financiamento da lavoura limitado; a assistência técnica incipiente; adaptações de máquinas agrícolas; reduzido número de agrotóxicos liberados para a cultura no estado do Paraná; a canola ser hospedeira da doença da soja mofo branco (Sclerotinia sclerotiorun); o processo produtivo – da venda de sementes à comercialização - ser coordenado por empresas privadas; produtividade variável; transporte, beneficiamento e armazenamento com grãos menores que as demais culturas.
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Avaliação da toxicidade pré-clínica da Hovenia dulcis

Avaliação da toxicidade pré-clínica da Hovenia dulcis

 Ficam revogadas todas as monografias e métodos gerais das edições anteriores da Farmacopéia Brasileira (BRASIL, 2010c). No entanto, as monografias farmacopeicas não expressam os aspectos de segurança (toxicidade) de uso e não referenciam eficácia. A preocupação com a segurança e eficácia dos fitoterápicos teve início em 1967 com a portaria n o 22 que instituiu o Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina e da Farmácia (SNFMF) e estabeleceu normas para o emprego de preparações fitoterápicas (BRASIL, 1967). A portaria continha a definição de produto fitoterápico, exigia a apresentação por parte do fabricante de dados técnicos sobre a droga, a preparação fitoterápica, a fórmula, indicações terapêuticas, rótulo e bula e explicitava a necessidade de submissão à análise dos pedidos de licenciamento para fitoterápicos, mesmo constando na farmacopéia, embora mantivesse mecanismos facilitadores para estes. Através desta portaria, para a produção do fitoterápico, tornaram-se necessários ensaios farmacológicos pré-clínicos e clínicos (toxicidade aguda e crônica, farmacologia animal, experimentação clínica e testes de teratogenicidade). A portaria, ainda, estimulava a diminuição da combinação de drogas vegetais para novos licenciamentos, revalidações e modificações de fórmula (MARQUES, 2000).
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Riqueza, estrutura e composição de espécies arbóreas em floresta secundária invadida por hovenia dulcis thunb, caracterização do seu nicho de regeneração e efeitos alelopáticos

Riqueza, estrutura e composição de espécies arbóreas em floresta secundária invadida por hovenia dulcis thunb, caracterização do seu nicho de regeneração e efeitos alelopáticos

Figura 3. Plot da ordenação (Non-metric MDS) das especies nos diferentes estágios ontogenéticos de indivíduos de Hovenia dulcis. Circulos vazados = adultos; Triângulos = juvenis tardios; Círculos cheios = juvenis iniciais. Legenda das espécies: Alsp = Albizia sp.; Altr = Alchornea triplinervia; Aled = Allophylus edulis; Algu = Allophylus guaraniticus; Anru = Annona rugulosa; Aran = Araucaria angustifolia; Bafo = Bauhinia forficata; Bepu = Bernardia pulchella; Boca = Boehmeria caudata; Caca = Cabralea canjerana; Caxa = Campomanesia xanthocarpa; Casy = Casearia sylvestris; Cefi = Cedrela fissilis; Cein = Cestrum intermedium; Chvi = Chrysophyllum viride; Cisp = Citrus sp.; Cogl = Colubrina glandulosa; Coam = Cordia americana; Coec = Cordia ecalyculata; Cotr = Cordia trichotoma; Comi = Coussapoa microcarpa; Cuve = Cupania vernalis; Dafr = Dalbergia frutescens; Dafa = Daphnopsis fasciculata; Dasp = Dasyphyllum spinescens; Dise = Dicksonia sellowiana; Enpa = Endlicheria paniculata; Erja = Eriobotrya japonica; Erfa = Erythrina falcata; Erar = Erythroxylum argentinum; Esbi = Escallonia bifida; Eumu = Eugenia multicostata; Euro = Eugenia rostrifolia; Eued = Euterpe edulis; Fama = Faramea marginata; Fiad = Ficus adhatodifolia; Fiex = Ficus eximia; Guma = Guarea macrophylla; Gyco = Gymnanthes concolor; Heom = Hennecartia omphalandra; Hodu = Hovenia dulcis; Ilpa = Ilex paraguariensis; Ilsp = Ilex sp.; Inma = Inga marginata; Jami = Jacaranda micrantha; Late = Lamanonia ternata; Lere = Leandra regnellii; Loca = Lonchocarpus campestris; Ludi = Luehea divaricata; Mapa = Machaerium paraguariense; Mast = Machaerium stipitatum; Mati = Maclura tinctoria; Maov = Magnolia ovata; Maela = Matayba elaeagnoides; Mico = Mirsine coreacea; Milo = Mirsine lorentziana; Mosc = Mollinedia schottiana; Moni = Morus nigra; Mysp = Myrceugenia sp.; Myat = Myrrhinium atropurpureum; Myco = Myrsine coriaceae; Mylo = Myrsine lorentziana; Myni = Myrtaceae NI; Neme = Nectandra megapotamica; Neop = Nectandra oppositifolia; Ocpu = Ocotea puberula; Phsp = Phenax sp.; Piad = Piper aduncum; Pito = Piptocarpha tomentosa; Prmy = Prunus myrtifolia; Psgr = Pseudobombax grandiflorus; Psca = Psidium cattleyanum; Psgu = Psidium guajava; Psle = Psychotria leiocarpa; Rafe = Randia ferox; Robr = Roupala brasiliensis; Sagl = Sapium glandulosum; Scmo = Schefflera morototoni; Sops = Solanum pseudoquina; Sosa = Solanum sanctaecatharinae; Sobo = Sorocea bonplandii; Stbr = Strychnos brasiliensis; Syro = Syagrus romanzoffiana; Tapu = Tabebuia pulcherrima; Test = Tecoma stans; Teru = Tetrorchidium rubrivenium; Tise = Tibouchina sellowiana; Trmi = Trema micrantha; Trcl = Trichilia claussenii; Trpa = Trichilia pallens; Vere = Verbenoxylum reitzii; Zarh = Zanthoxylum rhoifolium.
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Desempenho de cultivares de batata sob o manejo orgânico na região sudoeste do Paraná

Desempenho de cultivares de batata sob o manejo orgânico na região sudoeste do Paraná

Vidal et al., (2017) entendem que os métodos empregados na agricultura orgânica podem ajudar na prevenção do aparecimento e a propagação de grande parte das pragas e doenças, como a escolha de cultivares resistentes, manejo correto do solo, adubação orgânica e manejo da irrigação. Os autores também destacam que “a agricultura orgânica se mostra promissora pelo fato do mercado consumidor a cada dia mais estar à procura de alimentos produzidos de forma a valorizar a diversidade biológica, livre de agressões ao meio ambiente e isento de resíduos nocivos à saúde”.
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Levantamento das práticas de manejo de equinos utilizados em rodeios gaúchos na região sudoeste do Paraná

Levantamento das práticas de manejo de equinos utilizados em rodeios gaúchos na região sudoeste do Paraná

Todos os animais de alto desempenho avaliados recebem alimentação concentrada na propriedade a fim de compensar os gastos de energia do animal nos rodeios, apenas alguns animais que são utilizados para lazer ou sem fins lucrativos ficam somente na pastagem (Figura 12), onde geralmente o proprietário não se dedica muito ao esporte ou não tem tempo e lugar para o manejo necessário e acaba deixando o animal solto até o rodeio ou até mesmo utilizando-o em outras funções. É importante respeitar a rotina e o oferecimento constante dos alimentos aos cavalos, pois o estresse pode gerar até mesmo problemas no trato digestório dos animais, como úlceras gástricas e cólicas (BROOM et al. 2010). Também é importante respeitar a necessidade de locomoção dos animais, pois ele pode estar recebendo uma alimentação que atenda todas as suas exigências e mesmo assim se estiver ocorrendo a privação do seu espaço natural e de seus movimentos ele não terá um bom desempenho.
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Interferência alelopática de extratos de Hovenia dulcis Thunb. na germinação e crescimento inicial de plântulas de Parapiptadenia rigida (Benth.) Brenan

Interferência alelopática de extratos de Hovenia dulcis Thunb. na germinação e crescimento inicial de plântulas de Parapiptadenia rigida (Benth.) Brenan

2.14.1 Maceração ..................................................................................................... 72 2.14.2 Extração em aparelho de Soxhlet (Percolação) ............................................. 73 2.15 Características da espécie Hovenia dulcis Thunb. (Rhamnaceae) ................... 74 2.16 Características da espécie Parapiptadenia rigida (Benth.) Brenan (Fabaceae) 78 3 MATERIAL E MÉTODOS ...................................................................................... 81 3.1 Local da coleta do material ................................................................................. 81 3.2 Obtenção do material morfológico ...................................................................... 82 3.3 Laboratórios, equipamentos e materiais usados na pesquisa ............................ 85 3.4 Bioensios ou biotestes de alelopatia ................................................................... 88 3.4.1 Preparo dos extratos brutos etanólicos ............................................................ 88 3.4.2 Métodos de extração ....................................................................................... 89 3.4.2.1 Método de extração por maceração ............................................................. 89 3.4.2.2 Método de extração por percolação a quente ............................................... 91 3.5 Bioensaio de germinação (G%) .......................................................................... 92 3.5.1 Variáveis analisadas ........................................................................................ 92 3.5.2 Metodologia ..................................................................................................... 92 3.5.3 Cálculo da germinação (G%) ........................................................................... 94 3.5.4 Cálculo do Índice de Velocidade de Germinação (IVG) ................................... 94 3.5.5 Cálculo das medidas do hipocótilo
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Atividade alelopática de folhas e pseudofrutos de Hovenia dulcis Thunb. (Rhamnaceae) sobre a germinação de Lactuca sativa L. (Asteraceae).

Atividade alelopática de folhas e pseudofrutos de Hovenia dulcis Thunb. (Rhamnaceae) sobre a germinação de Lactuca sativa L. (Asteraceae).

(Allelopathic activity of Hovenia dulcis Th unb. (Rhamnaceae) leaves and pseudofruits on the germination of Lactuca sativa L. (Asteraceae)). Th is paper aims to evaluate the allelopathic eff ect of dry leaves and pseudofruits of Hovenia dulcis Th unb. on lettuce seeds. Th erefore, aqueous extracts of leaves and pseudofruits were prepared in 1%, 2% and 4% (m/v) concentrations. Four replicates were done of 25 lettuce seeds distributed in Petri dishes lined with Germitest paper and humidifi ed with the extracts, maintained in germination chamber at 25 °C, constant photoperiod and light presence for fi ve days, the control being distilled water. Th e percentage, speed, germination rate index, root length and aerial-part length of the seedlings were calculated, as well as the seeds eff ect in the presence of diff erent pH solu- tions. It was observed that the seedlings were signifi cantly aff ected in the presence of aqueous extracts of dry leaves and pseudofruits at 2% and 4% concentrations. Th e eff ects were not linked to pH and osmotic potential, indicating, therefore, allelopathic interference of Hovenia dulcis extracts.
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Crescimento em diâmetro, altura e volume de Hovenia dulcis na região sul de Blumenau, SC

Crescimento em diâmetro, altura e volume de Hovenia dulcis na região sul de Blumenau, SC

Uva-do-japão (Hovenia dulcis Thunberg) é uma espécie difundida no Sul do Brasil, mas informações sobre o seu crescimento são raras. O objetivo deste trabalho foi avaliar, através da análise de tronco, o crescimento em diâmetro, altura e volume de Hovenia dulcisna região sul de Blumenau. Foram amostradas duas árvores e mensuradas as alturas totais, sendo retirados discos a 0,1 m, 0,7 m, 1,3 m e de um em um metro ao longo do comprimento da árvore, até o diâmetro mínimo de 5 cm. As informações de diâmetro, altura e volume em função da idade foram utilizadas para calcular os incrementos correntes e médios anuais. O crescimento em diâmetro, até os 20 anos de idade, manteve-se praticamente constante, sem definição de um ponto de máximo. O crescimento em altura apresentou taxas decrescentes, com máximo incremento corrente aos cinco anos e máximo incremento médio aos 11 anos. O crescimento em volume apresentou taxas crescentes, reflexo do crescimento constante do diâmetro. O fator de forma artificial seguiu uma tendência de decréscimo até o décimo terceiro ano e estabilização a partir desse momento.
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Viabilidade técnica e econômica de milho safrinha consorciado com Brachiaria sp no sudoeste do Paraná

Viabilidade técnica e econômica de milho safrinha consorciado com Brachiaria sp no sudoeste do Paraná

O correto posicionamento dos materiais genéticos visando a otimização da produtividade é importante para o sistema soja-milho safrinha. Para isso a harmonização dos ciclos de maturação, épocas de semeadura e as cultivares disponíveis no mercado devem satisfazer os quesitos necessários, de modo que o arranjo deste sistema se torne viável à próxima cultura a ser implantada. O trabalho buscou identificar qual a época de semeadura seria mais adequada para viabilizar a produção dentro do arranjo safra/safrinha de acordo com as características edafoclimáticas da região de Dois Vizinhos - PR, a fim de expressar o máximo potencial produtivo da cultura do milho e a viabilidade econômica do sistema. O trabalho foi conduzido na unidade experimental da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Dois Vizinhos, na safra 2016/2017. O delineamento experimental utilizado foi blocos casualizados, composto por nove épocas de semeadura do milho , resultado de diferentes materiais e épocas de semeadura de soja. Foram avaliados os componentes de rendimento para a cultura do milho e quantificada a produção de biomassa do capim Brachiaria sp., bem como determinado indicadores econômicos afim de avaliar qual época proporciona melhores retornos financeiros aos produtores simulando-se dois sistemas: (A) – agricultor que dispunha de todos os implementos agrícolas para o cultivo; e (B) – agricultor que contrata os serviços para o cultivo do sistema. Os dados foram avaliados pelo programa Statigraphics 4.1. Desta forma, conclui-se que a produtividade do milho safrinha, no caso do híbrido avaliado, é maior quando semeado na segunda quinzena de janeiro em detrimento ás demais. Os resultados de MS de Brachiaria sp., são variáveis, não permitindo estabelecer um padrão em função das épocas de semeadura do milho. A lucratividade do cultivo garante maior retorno nas duas primeiras épocas para o sistema A e para o sistema B. Sendo assim, recomenda-se para os produtores do sudoeste do Paraná, semeaduras na safra mais antecipadas e materiais de soja mais precoces, que permitem melhor viabilidade técnica e econômica a safrinha de milho.
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Perfil do manejo da cultura de milho no sudoeste do Paraná.

Perfil do manejo da cultura de milho no sudoeste do Paraná.

do-se outras plantas daninhas de menor intensidade, como Papuã (Brachiaria plantaginea), Corda-de-viola (Ipomoea aristolochiaefolia), Picão-preto (Bidens pilosa), Buva (Conyza bonariensis), Guanxuma (Sida rhombifolia). No levantamento realizado em 2008, as plan- tas de maior dificuldade de controle foram a Corda-de- viola (Ipomoea aristolochiaefolia), em 26,8%, o Milhã (Brachiaria fasciculata), em 15,5%, o Leiteiro (Peschiera fuchsiaefolia) e o Papuã (Brachiaria plantaginea), com 14,5% e, as demais, de menor intensidade. Segundo al- guns autores, como Ford & Pleasant (1994), em estudo realizado com seis genótipos de milho, a produtividade de grãos pode ser reduzida em até 70%. Uma opção indicada para os agricultores com problemas com plantas daninhas é a utilização de espaçamentos reduzidos entre fileiras. Essa prática, juntamente com a semeadura de pre- cisão, que amplia o grau de equidistância entre as plan- tas, associada à utilização de genótipos mais competiti- vos, pode reduzir a interferência de plantas daninhas e facilitar o seu manejo. Com isso, ocorre a redução da ne- cessidade de herbicidas, preservando o potencial de pro- dutividade de grãos. A adoção dessas práticas pode tor- nar o manejo de plantas daninhas na cultura do milho mais econômico, racional e ambientalmente correto (Balbinot Junior & Fleck, 2005).
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Caracterização anatômica da madeira e do carvão vegetal de Hovenia dulcis Thunberg

Caracterização anatômica da madeira e do carvão vegetal de Hovenia dulcis Thunberg

Atualmente, o Brasil é o maior produtor e consumidor de carvão vegetal do mundo, entretanto os trabalhos relacionados com carvão vegetal de Hovenia dulcis são escassos, sendo esta espécie uma alternativa de estudos tanto anatômicos quanto para fins energéticos. O presente trabalho teve como objetivo a caracterização anatômica da madeira e do carvão vegetal de Hovenia dulcis Thunberg. Para isso, foram utilizados os discos na altura do DAP com 2,5x2,5x5,0 de tamanho para análise anatômica da madeira e o restante do disco utilizado para carbonização e densidade. A análise anatômica foi realizada seguindo descrição das normas do IAWA (1989), no sentido tangencial, foram analisados os raios por milímetro linear, comprimento e largura dos raios em micrometro e comprimento e largura dos raios por número de células; no sentido transversal foram analisados os poros por milímetro quadrado e largura, em seguida, foi determinado a densidade básica e aparente da madeira. Foi realizada a carbonização em forno tipo mufla com aproximadamente 300g da madeira, após o processo de carbonização foram analisados a anatomia do carvão de Hovenia dulcis. Foram observados alterações decorrentes do processo de carbonização da anatomia da madeira para o carvão vegetal como uma maior tendência na frenquência dos vasos por mm² e assim consequentemente uma diminuição no diâmetro dos vasos.
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Viabilidade econômica do sistema agroflorestal grevílea x café na região norte do Paraná

Viabilidade econômica do sistema agroflorestal grevílea x café na região norte do Paraná

No Brasil, segundo Baggio (1983), o sistema então implantado já oferecia, naquela época (1983), uma nova opção para o desenvolvimento regional, pois a madeira das árvores que protegiam os cafezais, apesar de a princípio não ter uso cogitado, representava um capital para retorno ao final da rotação do cafeeiro ou em qualquer momento de crise econômica da propriedade. Continuando a análise, o autor constatou a utilização da madeira da grevílea em toros em algumas serrarias do norte do Paraná, proveniente de plantações mais antigas em fase de erradicação.
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Dendrocronologia de Hovenia dulcis, exótica e invasora nas florestas subtropicais brasileiras.

Dendrocronologia de Hovenia dulcis, exótica e invasora nas florestas subtropicais brasileiras.

Nos meses de intensa atividade cambial a disponibilidade hídrica pode influenciar o desempenho de crescimento anual, este resultado corrobora os estudos de Chagas (2009), que identifica correlação positiva entre o crescimento de Hovenia dulcis e a precipitação do verão. As relações do crescimento com temperatura indicam que quanto maior for à média de temperatura nos meses de outono do ano anterior, maior é o crescimento da árvore na próxima estação de crescimento. Estudos apontam que a média de temperatura em determinado período do ano é capaz de determinar a alocação de recursos (carboidratos) para formação da madeira ou armazenamento para o crescimento no próximo período de atividade cambial (Kozlowski & Pallardy 1997), o que é corroborado pelos resultados. Pesquisas com Cedrela fissilis, crescendo em florestas subtropicais no Paraná, Brasil, também apontam que o período de formação do anel de crescimento é vinculado ao aumento da temperatura em determinada época do ano (Dünisch 2005).
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Ecologia, silvicultura e usos da uva-do-japão (Hovenia dulcis Thunberg)

Ecologia, silvicultura e usos da uva-do-japão (Hovenia dulcis Thunberg)

existência. Tolerância ao frio: tolera bem as geadas, exceto as tardias, que ocorrem quando a planta começa a formar folhagem, geralmente a partir de agosto. Os frios fortes e prolongados retardam o ritmo de crescimento, em especial quando plantada em pendentes com exposição sul. Hábito de crescimento: em plantios apresenta crescimento monopodial e boa forma de fuste, com boa derrama natural, necessitando poda dos galhos como complementação. Capacidade de rebrota: esta espécie apresenta gemas dormentes subcorticais, rebrotando intensamente da touça, podendo ser manejada por talhadia, com rotações previstas de 10-15 anos, na Argentina (22). Métodos de regeneração: pode ser empregada em plantio puro a pleno sol, sendo que na Argentina é plantada habitualmente no espaçamento de 2 m x 2 m. No sul do Brasil os espaçamentos mais indicados são: 2 m x 2 m e 3 m x 2 m. Esta espécie é também recomendada para: 1) enriquecimento de capoeiras ou "leucenais" (povoamentos densos espontâneos de Leucaena leucocephala) (65) e 2) plantio misto, aos quais se adapta bem e onde não requer derrama artificial. Observa-se na Tabela 1, que em Dois Vizinhos-PR, houve superioridade do crescimento no plantio misto sobre o plantio puro, principalmente no tocante ao DAP (58). Sistemas agroflorestais: a) em sistemas silviagrícolas: arborização de culturas; b) em sistemas silvipastoris: arborização de pastos e c) cercas vivas. Nestes sistemas, estima-se rotação provável para serraria, de 15 a 20 anos (04).
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ESTUDO DA HOVENIA DULCIS NA DIABETES E NA CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS EM COELHOS

ESTUDO DA HOVENIA DULCIS NA DIABETES E NA CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS EM COELHOS

A Hovenia dulcis é conhecida popularmente no Brasil, principalmente, por uva-do-japão, caju-japonês, chico-magro e pau-doce. Seu nome em inglês é Japonese Raisin tree, no Japão é conhecida por kenponashi e na China por chih- chü, kenan, Zhi Bei Zi (CARVALHO, 1994). Esta espécie é utilizada na medicina tradicional chinesa e koreana no tratamento de doenças do fígado e como agente detoxificante para intoxicação alcoólica. Suas sementes, frutos, raízes, cascas e folhas têm sido usadas no tratamento de vários sintomas patológicos. Popularmente, suas partes vêm sendo utilizadas como diurético, antipirético e para doenças do fígado, asma, bronquite e diarréia. (CASTRO et al., 2002). Seus frutos e pedúnculos frutíferos são considerados anti-eméticos, antipiréticos, laxativos, diuréticos e calmantes estomáquicos (SUTTISRI et al., 1995; LI, 2005; Ren-Bo et al.,2007; Yoshikawa et al., 1997; Hsun-Lang et al., 2007). A casca da árvore é utilizada pra tratar doenças do reto, constipação, convulsão infantil, antispasmódico, febrífugo. (KOLLER et al., 1997; THOMAS et al., 2002).
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Hovenia dulcis Thunb. pseudofruits as functional foods: Phytochemicals and bioactive properties in different maturity stages

Hovenia dulcis Thunb. pseudofruits as functional foods: Phytochemicals and bioactive properties in different maturity stages

icine in Japan, China and Korea, but it is quite unknown and scar- cely used in Western countries (Hyun, Eom, Yu, & Roitsch, 2010; Rigatto, Pereira, Mattos, & Schaitza, 2001). It is cultivated in China, invasive in South American rainforests, being widely distributed in Brazil, and Tanzania, and has been introduced as a rare ornamental in different countries including the USA, Australia, New Zealand and Central Africa (Hung et al., 2010). According to Hyun et al. (2010), in East Asia, H. dulcis has long been used in traditional her- bal medicine, being traditionally employed in the treatment of liver diseases and detoxification after alcoholic poisoning; also, in ancient Chinese medicine, its fruits and peduncles have been used as a febrifuge and administered to treat parasitic infections, as antispasmodic, laxative and diuretic agent. Seeds have been used as a diuretic being also useful in alcohol intoxication.
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Viabilidade econômica do cultivo de abacaxi no arenito Caiuá, região noroeste do Estado do Paraná.

Viabilidade econômica do cultivo de abacaxi no arenito Caiuá, região noroeste do Estado do Paraná.

2 Departamento de Agricultura, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Ilha Solteira, São Paulo, Brasil. *Autor para correspo[r]

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