Top PDF Viabilidade e superação da dormência em sementes de Araçá-boi (Eugenia stipitata ssp. sororia).

Viabilidade e superação da dormência em sementes de Araçá-boi (Eugenia stipitata ssp. sororia).

Viabilidade e superação da dormência em sementes de Araçá-boi (Eugenia stipitata ssp. sororia).

O tratamento descascamento total da semente apresentou os melhores resultados de percentagem final de emergência (96%), índice de velocidade de emergência (0,445) e tempo médio de [r]

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DORMÊNCIA DE SEMENTES DE Paspalum notatum Flügge var. notatum, ECÓTIPO ANDRÉ DA ROCHA, SOB DISTINTAS CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO

DORMÊNCIA DE SEMENTES DE Paspalum notatum Flügge var. notatum, ECÓTIPO ANDRÉ DA ROCHA, SOB DISTINTAS CONDIÇÕES DE ARMAZENAMENTO

As sementes não apresentaram diferença na viabilidade em relação às formas de armazenamento e tratamentos para superação da dormência (P<0,05). O tratamento com KNO 3 foi mais efici[r]

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Tratamentos pré-germinativos em sementes de araçá-boi (Eugenia stipitata).

Tratamentos pré-germinativos em sementes de araçá-boi (Eugenia stipitata).

RESUMO - O araçá-boi (Eugenia stipitata) é uma fruteira nativa com grande potencial agroindustrial. Suas sementes são intolerantes ao dessecamento e apresentam dormência, o que diiculta sua propagação. O objetivo do trabalho foi analisar as características de germinação das sementes de araçá-boi submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: retirada parcial do tegumento, lixiviação e fracionamento. A germinação das sementes intactas e com retirada parcial do tegumento foi realizada em dois ambientes: casa de vegetação e viveiro telado com sombrite de 50%. Para a lixiviação, as sementes foram colocadas em balde e submetidas à lixiviação, em água corrente, por até 90 dias, com intervalos de 10 dias. O fracionamento das sementes foi realizado de acordo com a posição da zona meristemática de protrusão da raiz e parte aérea (fracionamento transversal e longitudinal). A retirada parcial do tegumento das sementes de araçá-boi diminui o tempo médio de germinação de 91 para 48 dias, com 100% de emergência. As sementes de araçá-boi mantidas submersas em água corrente por até 50 dias mantêm a viabilidade e o vigor. As frações de sementes que apresentam a protuberância meristemática formam plântulas normais, com as mesmas características de germinação das sementes intactas, porém os diferentes tipos de fracionamento não aceleraram nem uniformizaram a germinação das sementes.
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Superação da dormência em sementes de crista de galo.

Superação da dormência em sementes de crista de galo.

Os tratamentos de exposição das sementes a 80ºC em estufa por 5 minutos, imersão em água a 80ºC até resfriamento e escarificação química com ácido sulfúrico por 5 minutos, provavelmente causaram danos ao embrião, indicando que elas não suportam o aquecimento à temperatura de 80ºC e o tempo que permaneceram no ácido sulfúrico foi excessivo, pois PEREZ (2004) relatou que, quando as sementes são expostas a altas temperaturas ou imersão em ácido sulfúrico por períodos prolongados, pode causar danos ao embrião, o que resulta em perda do vigor e viabilidade
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Superação da dormência de sementes de carrapicho-beiço-de-boi.

Superação da dormência de sementes de carrapicho-beiço-de-boi.

Tratamentos que resultam em lesões do tegumento das sementes, tais como a escarificação manual (arranhões) e a debulha mecânica (trincas e quebras), promovem a superação da dormência das sementes de D. tortuosum por permitirem a embebição das sementes e o início do processo de ge r mi na çã o. Re su l t ad os si m i l ar es f or am o b s e r v a d o s e m s e me n t e s d e C e n t r o s e m a pubescens (Almeida et al., 1979), Styzolobium at te rr im um (M ae da & La go ,1 98 6) e Lo tu s co rn ic ul at us (C as tr o & Ca rv al ho , 19 92 ). No entanto, alguns cuidados devem ser tomados na i n t e n si d a d e e f o r ma d e a p l i c aç ã o d es s es tratamentos (Almeida et al., 1979; Maeda & Lago, 19 86 ; Ca st ro & Ca rv al ho , 19 92 ) pa ra qu e as le sõ es nã o ca us em a re du çã o do vi go r da s sementes e a elevação das taxas de infecção por fungos e bactérias, de anormalidades de plântulas e de mortalidade de sementes.
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Superação de dormência em sementes de Centrosema plumieri Benth.

Superação de dormência em sementes de Centrosema plumieri Benth.

Em algumas espécies, as sementes não germinam mesmo quando as condições ambientais são favoráveis. A impermeabilidade do tegumento está associada a diversas espécies botânicas, sendo mais frequentes naquelas da família Fabaceae (Carvalho e Nakagawa, 2000). Este tipo de dormência ocorre em Centrosema plumieri, reduzindo signiicativamente a germinação de suas sementes. Dentre os métodos mais utilizados para superar a dormência tegumentar pode-se citar a escariicação mecânica com lixa, imersão em água a diversas temperaturas, imersão em ácido sulfúrico, calor seco e frio.
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Superação de dormência em sementes de Gleditschia amorphoides Taub..

Superação de dormência em sementes de Gleditschia amorphoides Taub..

Para que ocorra a germinação dessas sementes dormentes, procura-se romper ou enfraquecer o tegumento, processo conhecido por escarificação. Em condições de laboratório, vários são os métodos utilizados para a superação desse tipo de dormência, como a embebição em água, a escarificação mecânica e química, comumente utilizando ácido sulfúrico (BRASIL, 2009). Segundo EIRA et al. (1993), os tratamentos utilizados na superação da dormência podem ter vantagens e desvantagens, de modo que cada um deve ser testado. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar metodologias para a superação da dormência de sementes de Gleditschia amorphoides Taub.
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Superação de dormência em sementes de três espécies de Ipomoea.

Superação de dormência em sementes de três espécies de Ipomoea.

As variações observadas nas frequências de germinação, em função dos tratamentos de superação da dormência das sementes das espécies de Ipomoea (Figura 4), confirmam a existência de sinais que se sobrepõem ao estímulo natural da germinação (LABOURIAU, 1983). Nesses casos, manifestam-se padrões em que grande parte das sementes germina de forma concentrada em curto espaço de tempo, sugerindo que a germinação responde a um estímulo ou mecanismo (FERREIRA & BORGHETTI, 2004). Nas sementes da testemunha, a germinação se distribui ao longo do tempo, ou seja, o sincronismo é inferior ao observado quando as sementes foram
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Superação da dormência em sementes de atemóia e fruta-do-conde.

Superação da dormência em sementes de atemóia e fruta-do-conde.

RESUMO - As anonáceas cultivadas comercialmente têm sido propagadas através de enxertia, sendo o porta-enxerto obtido por sementes. Entretan- to, as sementes dessas plantas apresentam substâncias inibidoras de germinação que, juntamente com um tegumento resistente e impermeável, dificultam a germinação. Este trabalho teve como objetivo avaliar a germinação de sementes de fruta-do-conde (Annona squamosa L.) e dos cultivares de atemóia ‘PR-1’, ‘PR-3’ e ‘Gefner’ (Annona cherimola Mill. X Annona squamosa L.), que foram escarificadas com lixa e submetidas aos seguintes tratamentos por 24 horas: ácido giberélico (GA 3 ) a 50 ppm; GA 3 a 100 ppm; água a 5ºC; água a 30ºC. A testemunha não recebeu nenhum tipo de tratamento. As sementes das cultivares de atemóia tratadas a 50 e 100 ppm de GA 3 não apresentaram diferença entre si, proporcionando 55 a 67 % de germinação para ‘Gefner’ e ‘PR-3’, significativamente superiores aos demais tratamentos, que tiveram de 1 a 21 %. Para ‘PR-1’ esta diferença também foi verificada, com germinação de 35 a 36 % para os tratamentos com GA 3 e 1,25 a 2,5 % para os demais. O tratamento de 50 ppm de GA 3 foi significativamente superior aos demais tratamentos para a fruta-do-conde, com 75 % de germinação, enquanto que em 100 ppm de GA 3 apresentou 44 % e os demais tiveram de 2,5 a 3,7 %. O índice de velocidade de germinação foi significativamente maior para sementes tratadas com GA 3 a 50 e 100 ppm.
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Superação da dormência em sementes de Bromelia balansae (Bromeliaceae).

Superação da dormência em sementes de Bromelia balansae (Bromeliaceae).

em temperatura alternada apresentaram a menor germinação (8%). Nos demais tratamentos a germinação foi maior, entretanto os valores foram baixos tanto para esta como para a velocidade de ger- minação. Nesse período de observação a percentagem de sementes deterioradas foi elevada chegando a 60% no final do experimento. Estes resultados indicam algum processo de dormência dessas sementes, pois o teste de tetrazólio rea- lizado de acordo com Añez et al. (2007), comprovou que as sementes estavam vivas. Reforça esta hipótese o trabalho de Nakano-Oliveira et al. (2004) que, ao analisarem sementes de B. balansae que passaram pelo trato digestivo do quati (Nasua nasua), observaram uma taxa de germinação significativamente maior que aquela observada em se- mentes retiradas diretamente do fruto e aquelas que passaram pelo trato diges- tivo do cachorro-do-mato (Cerdocyon thous) apresentaram maior velocidade de germinação.
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Superação da dormência em sementes de Caesalpinia pyramidalis Tul.

Superação da dormência em sementes de Caesalpinia pyramidalis Tul.

Apesar de as espécies nativas no Brasil apresentarem alto potencial de utilização, quer seja pelo seu valor ornamental, madeireiro e alimentício, quer seja pelo seu valor de preservação, pouca atenção vinha sendo dada a elas (CARVALHO et al., 1980). Tal fato se devia, provavelmente, à falta de interesse dos viveiristas por essas espécies e às dificuldades na obtenção de suas sementes, uma vez que não existia comércio para elas (NASSIF e PEREZ, 1997). A espécie arbórea Caesalpinia pyramidalis Tul., pertencente à família Leguminosae, subfamília Caesalpinoideae, popularmente conhecida como catingueira, é uma das que se encontram nessa condição e até hoje foi pouco estudada.
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Superação da dormência em sementes de Bauhinia divaricata L..

Superação da dormência em sementes de Bauhinia divaricata L..

Após submetidas aos tratamentos, as sementes foram semeadas em bandejas plásticas perfuradas no fundo, contendo areia lavada, previamente peneirada e esterilizada em autoclave, umedecida com quantidade de água equivalente a 60% da capacidade de retenção, cuja manutenção da umidade foi por meio de irrigações diárias. Avaliou-se as seguintes características: emergência - foram utilizadas 100 sementes por tratamento, divididas em quatro sub-amostras de 25. As contagens do número de sementes germinadas iniciaram-se aos sete e estenderam-se até os 48 dias após a semeadura, utilizando-se como critério as plântulas normais que apresentavam as estruturas essenciais perfeitas (Brasil 1992) e os resultados expressos em percentagem; primeira contagem de emergência - correspondente a percentagem acumulada de plântulas normais até o 12º dia após o início do teste; índice de velocidade de emergência (IVE) - foram realizadas contagens diárias, durante 48 dias, das plântulas normais e, o índice calculado conforme a fórmula proposta por Maguire (1962); tempo médio e frequência relativa de emergência - avaliado de acordo com Labouriau & Valadares (1976); comprimento de plântulas - no final do teste de germinação, as plântulas normais de cada repetição foram medidos com o auxílio de uma régua graduada em centímetros, sendo os resultados expressos em centímetros por plântula; massa seca das plântulas - após a contagem final no teste de germinação, as plântulas foram secas em estufa regulada a 80ºC por 24 horas e, decorrido esse período, pesadas em balança analítica com precisão de 0,001g, conforme recomendações de Nakagawa (1999).
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Superação de dormência em sementes de Zeyheria montana Mart..

Superação de dormência em sementes de Zeyheria montana Mart..

Zeyheria montana Mart. (Bignoniaceae) é uma espécie medicinal conhecida como bolsa de pastor que se encontra com risco de extinção, sendo fundamental o desenvolvimento de metodologias para sua propagação e preservação. Neste estudo, avaliou-se a porcentagem de germinação e o índice de velocidade de germinação de sementes de bolsa de pastor submetidas à diferentes métodos de superação de dormência: lavagem por diferentes períodos, retirada total e parcial da expansão alada, combinação de lavagem com retirada parcial da expansão alada e imersão em ácido clorídrico e sulfúrico, em diferentes concentrações. Como testemunha, utilizaram- se sementes intactas. O experimento foi conduzido em câmara de germinação do tipo BOD, temperatura de 25°C, fotoperíodo de 12 horas e 100% de UR. Sementes submetidas à lavagem em água corrente por 6 horas, com a retirada parcial da expansão alada, tiveram vigor e porcentagens de germinação superiores aos outros tratamentos. Os resultados demonstram que a causa de dormência em sementes dessa espécie é complexa, sendo causada por interferência no alongamento embrionário e possível presença de inibidores.
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Tratamentos para superação de dormência em sementes de cornichão anual.

Tratamentos para superação de dormência em sementes de cornichão anual.

RESUMO - Sementes viáveis de muitas espécies de plantas, freqüentemente não absorvem água e, portanto, não germinam, mesmo que as condições ambientais sejam favoráveis, sendo comumente chamadas impermeáveis ou duras. Portanto, existe a necessidade de se utilizar métodos pré- germinativos que permitam superar a dormência, possibilitando a expressão da máxima germinação do lote. O objetivo do experimento foi identificar os métodos mais eficientes para a superação da dormência tegumentar de sementes de cornichão anual (Lotus subbflorus L.), que sejam rápidos, seguros e de fácil padronização. O experimento foi conduzido no Laboratório Didático de Sementes da Faculdade de Agronomia “Eliseu Maciel”, na Universidade Federal de Pelotas. Foram utilizados dois lotes de sementes provenientes da região de Herval do Sul, RS. Os tratamentos realizados foram: teste de germinação (testemunha), pré-esfriamento por 4, 7 e 10 dias (7 ºC), pré-aquecimento por 1, 4, e 7 dias (50 ºC) e escarificação por lixa mecânica por 30, 60 e 90 segundos, a 1750 rpm. Com base nos resultados obtidos, concluiu-se que a escarificação por lixa mecânica por 30, 60 e 90 segundos, a 1750 rpm apresentam as melhores respostas na superação da dormência expressas pela relação plântulas normais com plântulas anormais e sementes mortas.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de Samanea tubulosa Bentham - (Leguminoseae- Mimosoideae).

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Samanea tubulosa Bentham - (Leguminoseae- Mimosoideae).

Avaliando o desempenho das plântulas através do comprimento total, verificou-se que os maiores valores foram obtidos (entre 16 e 18 cm) após a imersão das sementes em ácido sulfúrico por 5, 10 e 15 min (T 3 , T 4 e T 5 , respectivamente), novamente mostrando a eficiência desses tratamentos na superação da dormência. Resultados similares foram observados por Alves et al. (2009) em Caesalpinia ferrea, quando as sementes foram imersas por 19 min, pois, de acordo com esses autores, o pressuposto básico para a superação da dormência não basta somente desencadear o processo germinativo, mas também o desempenho rápido e uniforme das plântulas. No entanto, Souza et al. (2008) destacaram que o uso de materiais abrasivos é eficiente para romper o tegumento espesso das sementes, mas podem-se obter bons resultados utilizando tratamentos de escarificação mecânica (lixa) e água quente.
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MÉTODOS DE SUPERAÇÃO DE DORMÊNCIA DA SEMENTE DE NOGUEIRA-PECÃ Carya illinoinensis (Wangenh.) K. Koch1.

MÉTODOS DE SUPERAÇÃO DE DORMÊNCIA DA SEMENTE DE NOGUEIRA-PECÃ Carya illinoinensis (Wangenh.) K. Koch1.

Nos tratamentos T1, T5 e T9, as sementes foram mantidas em temperatura ambiente, dentro de sacos de papel, no escuro, e armazenadas no Laboratório de Fitopatologia até os respectivos períodos de semeadura, sem aplicação de qualquer método auxiliar de superação de dormência. Esses métodos, sementes em temperatura ambiente, são comumente utilizados pelos viveiristas e foram empregados como tratamentos testemunhas neste trabalho. Nos tratamentos T2, T6 e T10, as sementes foram mantidas em temperatura ambiente, armazenadas conforme descrito anteriormente até os períodos determinados, porém, no momento da semeadura, foram submetidas à escarificação da parte apical, com a utilização de uma lixa para madeira nº 80. Nos tratamentos T3, T7 e T11, as sementes foram submetidas ao processo de estratificação, para tal elas foram acomodadas em camadas alternadas de areia, com 5 cm de espessura, dispostas em caixas de madeira providas de orifícios na parte inferior para drenagem do excesso de água. As caixas foram mantidas em câmara fria na temperatura de 4 ºC ± 0,5 ºC pelo tempo necessário para cada tratamento. Nos tratamentos T4, T8 e T12, todas as sementes foram primeiramente escarificadas na parte apical e, posteriormente, estratificadas conforme descrito anteriormente.
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Caracterização ecofisiológica de sementes de espécies lenhosas da Caatinga

Caracterização ecofisiológica de sementes de espécies lenhosas da Caatinga

A dormência é uma propriedade inerente às sementes que definem as condições ambientais em que estas são capazes de germinar e sua presença é uma característica adaptativa comum em espécies que habitam regiões semiáridas. Além disso, a capacidade de estabelecimento das plântulas nesses ambientes tem sido relacionada ao tamanho, vigor e características químicas de suas sementes. O presente estudo pretende verificar padrões de dormência e velocidade de germinação (IVG) em espécies arbóreas da Caatinga, explorando como o tamanho da semente influenciaria os processos de germinação, tamanho das plântulas e a alocação de biomassa. Além disso, almeja-se investigar características químicas das reservas, verificando uma possível relação entre seu conteúdo nutricional e o processo de germinação das sementes. Para tanto, foram coletadas sementes de dez espécies arbóreas da Caatinga para a realização dos testes de superação da dormência, germinação e caracterização bioquímica. No geral, os resultados mostram que os tratamentos de escarificação mecânica e química, além do choque térmico influenciaram positivamente a porcentagem e velocidade de germinação em 50% das espécies, sugerindo que estas apresentam algum nível de dormência física em suas sementes. A caracterização bioquímica mostrou a existência de grande quantidade de carboidratos nas sementes de todas as espécies, baixa proporção de proteína, e baixa quantidade de lipídios neutros. Com o uso de regressões lineares, foi demonstrada a existência de relação significativa entre o tamanho da semente e a razão raiz/parte aérea, onde sementes as maiores investiram uma maior quantidade de recursos para o crescimento da parte aérea. A relação entre o IVG e o teor de açúcares não redutores também se mostrou significativa, de forma que estes compostos tem relação com a manutenção da qualidade fisiológica das sementes. Estes resultados corroboram algumas relações discutidas na literatura para espécies cultivadas, mas que podem ser aplicadas às espécies nativas da Caatinga.
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Superação de dormência de sementes como estratégia para restauração florestal de pastagem tropical.

Superação de dormência de sementes como estratégia para restauração florestal de pastagem tropical.

A influência do tratamento de superação de dormência  na  probabilidade  de  emergência  de  indivíduos,  tanto  no experimento de campo, como no experimento em  casa de vegetação, foi avaliada por meio da análise de  regressão  logística,  conduzida  para  as  seis  espécies  separadamente.  O  modelo  incluiu  a  resposta  binária  (emergência  ou  não  de  cada  semente  individual)  como  variável  resposta  e  o  tratamento  de  superação  de  dormência  como  variável  explicativa.  O  valor  de  “razão de chances” (odds ratio) indica quantas vezes  a probabilidade de emergência de plantas de sementes,  no tratamento CS (com superação), é maior do que a  probabilidade de emergência de plantas de sementes no  tratamento (SS) considerado como referência (Jaccard,  2001). Assim, valores de “razão de chances” maiores  do que 1 representam efeito positivo do tratamento CS  em comparação ao tratamento SS.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA E RECURSOS NATURAIS HERMINA GONÇALVES ALMEIDA LOIOLA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA E RECURSOS NATURAIS HERMINA GONÇALVES ALMEIDA LOIOLA

A persistência de sementes é influenciada por vários fatores, entre esses: dormência, traços específicos da semente como tamanho, massa, forma e espessura do revestimento externo. Esta pesquisa teve como objetivo compreender como as diferenças de tamanho, massa e teor de umidade em sementes com dormência física, afetam a persistência das mesmas no solo. Para isso, verificamos as características biométricas, as condições ideais de temperatura e luminosidade e realizamos um experimento de persistência com sementes de duas espécies co- ocorrentes Libidibia ferrea (Mart. ex Tul.) L. P. Queiroz var. férrea (Jucá) e Piptadenia stipulacea (Benth.) Ducke (Jurema-branca) na caatinga. No experimento de persistência, armazenamos sementes em laboratório (controle) e no solo por 14 meses. Após o oitavo, décimo, décimo segundo e décimo quarto mês, testes de germinação e tetrazólio foram realizados. Identificamos que as sementes de L. ferrea são maiores e mais pesadas que as de P. stipulacea, porém, apresentam teor de água menor; ambas as espécies possuem requisitos de germinação muito semelhantes; no campo, 85,4% das sementes de L. ferrea se deterioraram, enquanto P. stipulacea manteve a persistência. Desta forma, há diferenças de persistência entre sementes com dormência física e características biométricas contrastantes. Nossos resultados podem ajudar a entender a estruturação de comunidades vegetais na Caatinga e ajudar no planejamento de programas de recuperação de áreas em processo de deserticação.
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Superação de dormência das sementese controle químico de plantas de Momordicacharantia L

Superação de dormência das sementese controle químico de plantas de Momordicacharantia L

Os valores de IVG apresentaram comportamento semelhante á porcentagem de germinação, na maioria dos tratamentos testados (Tabela 3). Segundo Souza Filho et al., (1998), o nitrato de potássio afeta positivamente a germinação das sementes de Senna obtusifolia (L.) Irwin e Barneby, Sisymbriumofficinale L. e Hyptismutabilis (Rich.) Briq, ressaltando na eficiência desse métodocomo agente escarificador. A capacidade do nitrato de potássio para superar a dormência parece estar associada às suas atuações como oxidante e aceptor de elétrons (ELLIS et al., 1983). Neste caso, a substância oxidante ao estimular a via pentose
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