• Nenhum resultado encontrado

5º Dia – OURO PRETO / MARIANA / OURO PRETO

No documento CIRCUITOS E PROGRAMAS REGIONAIS NO BRASIL (páginas 66-68)

Após o pequeno almoço, saída para visita de dia inteiro à cidade de Mariana (15 km), com almoço incluído. Igrejas e

Museus estão fechados às segundas.

Destino:

PANTANAL

Onde:

MATO GROSSO

Região visitada:

PANTANAL NORTE MATOGROSSENCE

Circuito: RM001 – RIO MUTUM – 3 DIAS / 2 NOITES

1° dia – CUIABÁ > PANTANAL > POUSADA DO RIO MUTUM

Recepção no aeroporto de Cuiabá. Traslado de carro com destino à Pousada do Rio Mutum, num trajeto de aproximadamente 2 horas e 30 minutos, passando pela pequena cidade de Santo Antonio do Leverger e pelos Vilarejos de Porto de Fora e Mimoso, local onde nasceu o Marechal Cândido Rondon. No trajeto é possível avistar pássaros, pequenos animais, paisagens e construções típicas do povo pantaneiro.

O Marechal Candido Mariano da Silva Rondon foi o mais ilustre sertanista e indigenista brasileiro. De origem indígena nasceu no vilarejo de Mimoso em Mato Grosso, no ano de 1865 e morreu no Rio de Janeiro no ano de 1958.

Após sua formatura em Ciências Físicas e Naturais, pela Escola Superior de Guerra do Rio de Janeiro, foi então designado para a Comissão de Construção da linha telegráfica que ligaria os estados de Mato Grosso e Goiás. Rondon cumpriu essa missão abrindo caminhos, desbravando terras, implantando linhas e postos telegráficos, e principalmente estabelecendo relações cordiais com os índios. Rondon foi o responsável pela pacificação de várias etnias indígenas. Registramos como as principais:Nhambiquaras, Botocudos, Yokleng, Kaingáng, Umotina, Xavantes e Urubu.

Em 1913 chefiou a expedição conjunta USA/Amazônia, guiando o presidente Americano Theodore Roosevelt. Nesta expedição foi mapeado o então Rio da Dúvida hoje chamado Rio Roosevelt em homenagem ao seu visitante ilustre. No Brasil, Marechal Cândido Rondon tem recebido várias homenagens, tendo como principais o nome do Estado da Federação de Rondônia e a designação de "Patrono da Arma de Comunicações do Exército Brasileiro", por meio do Decreto nº 51.960, de 26 de abril de 1963.Internacionalmente Marechal Cândido Rondon foi o segundo ser humano a receber como homenagem um meridiano em seu nome (MERIDIANO 52) e teve a honra de ter seu nome escrito em letras de ouro maciço no livro da Sociedade de Geografia de Nova Iorque, como o explorador que penetrou mais profundamente em terras tropicais. Em 1957 foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz pelo Explorers Club de Nova Iorque. (Fonte Wikipédia)

No período da cheia (de dezembro a abril) o traslado poderá ser de 2 horas de carro mais 30 minutos de barco, sendo este último no trecho entre a Ponte do Rio Mutum e a Pousada. Chegada à pousada, recepção e drinque de boas-vindas. Após o check-in, palestra de introdução ao Pantanal e região, com apresentação de mapas cartográficos e imagens de satélite. E para os amantes da natureza, a possibilidade de logo após a palestra, caminhada para a observação das várias espécies de pássaros e outros animais que habitam o parque da pousada.

No início da noite é servido o saboroso caldo de piranha e em seguida o jantar com pratos típicos da região. Após o jantar, focagem noturna, realizada de jipe ou de barco, com duração aproximada de 2 horas, para exploração dos arredores da pousada em busca de animais de hábitos noturnos e contemplação do ambiente pantaneiro. Retorno à pousada para pernoite.

O Jantar está incluído.

Destino:

CULTURA

Onde:

MINAS GERAIS

Região visitada:

CIDADES HISTÓRICAS DE MINAS GERAIS

Circuito: MG004 – CIDADES HISTÓRICAS COM GRUTA DE MAQUINÉ – 7 DIAS / 6 NOITES

1º Dia – BELO HORIZONTE

Recepção no aeroporto e traslado para Hotel.

2º Dia – BELO HORIZONTE / GRUTA DE MAQUINÉ / DIAMANTINA

Após o pequeno almoço, partida pela manhã para visita à Gruta de Maquiné – 130km

A Gruta de Maquiné é um verdadeiro palácio de estalactites e estalagmites, impressionando pela sua magnitude. Cordisburgo, cidade vizinha, é também a cidade natal do grande escritor modernista Guimarães Rosa, autor de obras- primas da literatura regional brasileira.

Continuação para Diamantina - 160 km Pernoite em Diamantina.

3º Dia – DIAMANTINA

Após o pequeno almoço, saída para visita à cidade de Diamantina com almoço incluindo. (Igrejas e Museus fechados às segundas). Pernoite em Diamantina.

Diamantina

A capital do Ciclo do Diamante é uma cidade é essencialmente alegre, com seu casario colorido. Patrimônio cultural da humanidade, inicialmente o chamado Arraial do Tijuco, foi elevado à categoria de Vila em 13 de outubro de 1831, com o nome de Diamantina.

Principais Atrações:

Casa da Chica da Silva, Casa da Glória, sobrados ligados por passadiço, Igreja Nossa Senhora do Carmo.

4º Dia – DIAMANTINA / OURO PRETO

Após o pequeno almoço, traslado para a cidade Ouro Preto - 380 km Chegada e pernoite em Ouro Preto.

5º Dia – OURO PRETO / MARIANA / OURO PRETO

Após o pequeno almoço, saída para visita de dia inteiro à cidade de Mariana (15 km), com almoço incluído. Igrejas e

Museus estão fechados às segundas.

Av. N. Sra. de Copacabana, 330 / 603 - Copacabana - 22020-001 – Rio de Janeiro - Brasil

Tel: +55 21 4042-0076 - E-mail: [email protected]

www.convencional.com.br - Embratur: RJ-10-35.888.429/0001-41

64

N

A T U R E Z A E

C

U L T U R A

Av. N. Sra. de Copacabana, 330 / 603 - Copacabana - 22020-001 – Rio de Janeiro - Brasil Tel: +55 21 4042-0076 - E-mail: [email protected]

www.convencional.com.br - Embratur: RJ-10-35.888.429/0001-41

Destino:

PANTANAL

Onde:

MATO GROSSO

Região visitada:

PANTANAL NORTE MATOGROSSENCE

Circuito: RM001 – RIO MUTUM – 3 DIAS / 2 NOITES

1° dia – CUIABÁ > PANTANAL > POUSADA DO RIO MUTUM

Recepção no aeroporto de Cuiabá. Traslado de carro com destino à Pousada do Rio Mutum, num trajeto de aproximadamente 2 horas e 30 minutos, passando pela pequena cidade de Santo Antonio do Leverger e pelos Vilarejos de Porto de Fora e Mimoso, local onde nasceu o Marechal Cândido Rondon. No trajeto é possível avistar pássaros, pequenos animais, paisagens e construções típicas do povo pantaneiro.

O Marechal Candido Mariano da Silva Rondon foi o mais ilustre sertanista e indigenista brasileiro. De origem indígena nasceu no vilarejo de Mimoso em Mato Grosso, no ano de 1865 e morreu no Rio de Janeiro no ano de 1958.

Após sua formatura em Ciências Físicas e Naturais, pela Escola Superior de Guerra do Rio de Janeiro, foi então designado para a Comissão de Construção da linha telegráfica que ligaria os estados de Mato Grosso e Goiás. Rondon cumpriu essa missão abrindo caminhos, desbravando terras, implantando linhas e postos telegráficos, e principalmente estabelecendo relações cordiais com os índios. Rondon foi o responsável pela pacificação de várias etnias indígenas. Registramos como as principais:Nhambiquaras, Botocudos, Yokleng, Kaingáng, Umotina, Xavantes e Urubu.

Em 1913 chefiou a expedição conjunta USA/Amazônia, guiando o presidente Americano Theodore Roosevelt. Nesta expedição foi mapeado o então Rio da Dúvida hoje chamado Rio Roosevelt em homenagem ao seu visitante ilustre. No Brasil, Marechal Cândido Rondon tem recebido várias homenagens, tendo como principais o nome do Estado da Federação de Rondônia e a designação de "Patrono da Arma de Comunicações do Exército Brasileiro", por meio do Decreto nº 51.960, de 26 de abril de 1963.Internacionalmente Marechal Cândido Rondon foi o segundo ser humano a receber como homenagem um meridiano em seu nome (MERIDIANO 52) e teve a honra de ter seu nome escrito em letras de ouro maciço no livro da Sociedade de Geografia de Nova Iorque, como o explorador que penetrou mais profundamente em terras tropicais. Em 1957 foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz pelo Explorers Club de Nova Iorque. (Fonte Wikipédia)

No período da cheia (de dezembro a abril) o traslado poderá ser de 2 horas de carro mais 30 minutos de barco, sendo este último no trecho entre a Ponte do Rio Mutum e a Pousada. Chegada à pousada, recepção e drinque de boas-vindas. Após o check-in, palestra de introdução ao Pantanal e região, com apresentação de mapas cartográficos e imagens de satélite. E para os amantes da natureza, a possibilidade de logo após a palestra, caminhada para a observação das várias espécies de pássaros e outros animais que habitam o parque da pousada.

No início da noite é servido o saboroso caldo de piranha e em seguida o jantar com pratos típicos da região. Após o jantar, focagem noturna, realizada de jipe ou de barco, com duração aproximada de 2 horas, para exploração dos arredores da pousada em busca de animais de hábitos noturnos e contemplação do ambiente pantaneiro. Retorno à pousada para pernoite.

O Jantar está incluído.

Av. N. Sra. de Copacabana, 330 / 603 - Copacabana - 22020-001 – Rio de Janeiro - Brasil

Tel: +55 21 4042-0076 - E-mail: [email protected]

www.convencional.com.br - Embratur: RJ-10-35.888.429/0001-41

N

A T U R E Z A E

C

U L T U R A

Av. N. Sra. de Copacabana, 330 / 603 - Copacabana - 22020-001 – Rio de Janeiro - Brasil

Tel: +55 21 4042-0076 - E-mail: [email protected]

www.convencional.com.br - Embratur: RJ-10-35.888.429/0001-41

Mariana

A primeira capital de Minas Gerais foi fundada em 1711. Seus primeiros habitantes, os bandeirantes encontraram ouro em forma de pepitas. Em 1745 foi elevada à condição de cidade, para tornar-se sede do primeiro bispado de Minas, mudando também seu nome para Mariana, em homenagem à Rainha D. Maria Ana de Áustria, mulher de D. João V, Rei de Portugal (1706-1750).

Principais Atrações:

Catedral da Sé, Museu Arquidiocesano, Praça Minas Gerais: Casa de Câmara e Cadeia; as igrejas do Carmo e de São Francisco, e o Pelourinho.

Ouro Preto

Fundada no início do século XVIII, é a obra prima da arquitetura colonial brasileira. Declarada patrimônio da humanidade e tombada pela UNESCO, seu afastamento do litoral e a rápida decadência das minas, após 1760, a tornaram exemplo de cidade do Brasil colonial, conservando-se como um conjunto arquitetônico e artístico expressivo da época.

Principais Atrações:

Igreja de São Francisco de Assis: obra prima da arquitetura religiosa brasileira,

com projeto arquitetônico, esculturas em madeira policromada e pedra sabão de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. Igreja do Pilar: marco do apogeu das minas com obras de entalhe inteiramente pintadas a ouro.

Igreja do Carmo.

Museu da Escola de Minas: a mais completa visão mineralógica do Brasil e curiosidades geológicas de outros continentes. Palácio dos Governadores.

Museu do Oratório (www.oratorio.com.br)

Ouro Preto é ainda uma oportunidade para você experimentar a típica cozinha mineira: Feijão Tropeiro e Tutu com Couve à Mineira.

No documento CIRCUITOS E PROGRAMAS REGIONAIS NO BRASIL (páginas 66-68)