3.2 Parte interna
3.2.3 Elementos pós-textuais
3.2.3.5 Índice
Elemento opcional. É a lista de palavras ou frases ordenadas segundo determinado critério, que localiza e remete para as informações contidas no texto. Elaborado conforme a ABNT NBR 6034:2004 – Índice – Apresentação.
Quanto à ordenação, o índice pode ser classificado em:
alfabético, sistemático, cronológico, numérico e alfanumérico. Quanto ao enfoque, o índice pode ser geral e especial (organizado por autor, assunto etc.).
Inicia-se em folha/página distinta, com o título ÍNDICE e a respectiva classificação, na margem superior, sem indicativo numérico, em letras maiúsculas, negrito, fonte tamanho 12, espaço 1,5 entre linhas e centralizado.
A lista de palavras deve ser digitada em fonte tamanho 12, espaço 1,5 entre linhas e justificada (Figura 32).
ÍNDICE
Construtivismo, 15, 50, 71, 93, 105, 141, 209 Desequilíbrio, 87
4 REGRAS GERAIS
Os trabalhos acadêmicos devem ser elaborados conforme a ABNT NBR 14724:2011 – Trabalhos acadêmicos – Apresentação.
4.1 Formato
Deve obedecer às seguintes regras:
a) papel no tamanho A4 (210 mm x 297 mm);
b) o texto deve ser digitado em preto, podendo utilizar cores somente para as ilustrações;
c) fonte Arial ou Times New Roman, tamanho 12 para todo o trabalho, inclusive a capa. Exceções, que devem ser digitadas em tamanho menor e uniforme: citações com mais de três linhas, notas de rodapé, paginação, dados internacionais de catalogação-na-publicação (ficha catalográfica), legendas e fontes das ilustrações e das tabelas (recomenda-se tamanho 10);
d) o texto pode ser digitado no anverso e verso da folha, ou somente no anverso, com exceção da ficha catalográfica, que é impressa obrigatoriamente no verso da folha de rosto;
e) quando digitado no anverso e verso da folha, os elementos pré-textuais (com exceção da ficha catalográfica), os pós-textuais e as seções primárias dos elementos textuais devem iniciar no anverso da folha (página ímpar); e
f) a impressão, se necessária, pode ser em papel branco ou reciclado.
4.2 Margens
Devem obedecer às seguintes regras:
a) para o anverso (Figura 34):
- esquerda e superior de 3 cm;
- direita e inferior de 2 cm;
b) para o verso (Figura 33):
- direita e superior de 3 cm;
- esquerda e inferior de 2 cm;
c) a citação direta com mais de três linhas é destacada com recuo de 4 cm da margem esquerda (Figura 34);
d) na folha de rosto, a natureza do trabalho, a área de concentração, orientador e coorientador (se houver) devem estar alinhados a partir do meio da área do texto para a margem direita (recuo de 8 cm à esquerda) (Figura 35);
e) na folha de aprovação, a natureza do trabalho e a área de concentração devem estar alinhadas a partir do meio da área do texto para a margem direita (recuo de 8 cm à esquerda) (Figura 36); e
f) as notas de rodapé devem ser digitadas dentro das margens do texto, recomenda-se o recuo de 2 cm na primeira linha do parágrafo (Figura 37).
4.3 Espaçamento
Deve obedecer às seguintes regras:
a) todo o trabalho deve ser digitado com espaço de 1,5 entre linhas. Exceções, que devem ser em espaço simples entre linhas: citações diretas com mais de três linhas, notas de rodapé, referências, legendas das ilustrações e tabelas, ficha catalográfica e natureza do trabalho (na folha de rosto e folha de aprovação) (Figuras 34, 35, 36, 37 e 38);
b) os títulos das seções devem ser separados do texto que os sucede por um espaço de 1,5 em branco (Figura 34);
c) os títulos das subseções devem ser separados do texto que os precede e os sucede por um espaço de 1,5 em branco (Figura 34);
d) as citações diretas com mais de três linhas devem ser separadas do texto que as precede e as sucede por um espaço simples entre linhas em branco (Figura 34);
e) as notas de rodapé devem ser separadas do texto por um espaço simples entre linhas em branco e por um filete de 5 cm, a partir da margem esquerda (Figura 37);
f) as referências devem ser separadas entre si por um espaço simples em branco (Figura 38);
g) não existe espaço maior entre os parágrafos (Figura 34).
Figura 33 - Formato, margens e espaçamento no verso da folha
Avaliação de políticas públicas; pobreza; exclusão social, intersetorialidade, rede socioassistencial, interdisciplinaridade e terceirização. Também serão analisados os percursos Política de Assistência Social no Brasil e Ceará, a partir da Constituição Federal de 1988.
Um dos maiores desafios da educação é educar para a construir cidadania. Educar, além de transmitir conhecimento, deve ser construído através da reciprocidade entre os sujeitos e de uma formação crítica e cidadã. Esse desafio se apresenta na educação infantil, no ensino fundamental e no ensino médio, pois a construção da cidadania é tarefa contínua. Essa tarefa exige reflexão da teoria e sabedoria na prática. Exige também o reconhecimento do outro, a compreensão do diverso e a gestão da escola na democracia (MOSER, 2017).
Esse texto foi escrito para acompanhar você, prezado acadêmico, na busca por essas respostas. Não cabe aqui apresentar um único caminho, fórmula ou receita pronta. Nosso desafio é conhecer as teorias para construir nossa prática com excelência como profissionais da educação (MOSER, 2017).
Dada a grande complexidade e diversidade de aspectos presentes em programas sociais, tentamos priorizar algumas categorias importantes nesta espécie de problema para analisar os dados obtidos na nossa pesquisa.
O papel da escola é justamente esse: fazer compreensível o significado dos conceitos das normas e valores, se esforçar para torna-los visíveis, assimilar os valores no seu comportamento ao conscientizá-los na sua relação com os outros alunos afirmando sua autonomia, estabelecer limites ao exercícios da liberdade, contribuir para uma convivência democrática. Fazer que o aluno perceba que há coerência entre os estes valores e o que espera da vida, o tornará uma pessoa que se auto respeite, pelo fato de respeitar esses
4 cm 3 cm
87
4 QUADRO TEÓRICO DAS CATEGORIAS
O objetivo deste capítulo é fazer uma breve análise de algumas categorias que utilizamos na pesquisa. São elas: políticas públicas; avaliação de políticas públicas; pobreza; exclusão social, intersetorialidade, rede socioassistencial, interdisciplinaridade e terceirização. Também serão analisados os percursos Política de Assistência Social no Brasil e Ceará12, a partir da Constituição Federal de 1988.
4.1 Tentando entrelaçar categorias
Analisar os dados coletados exige agir de maneira sistemática, com um olhar criterioso sobre os temas mais recorrentes, ausentes e/ou contraditórios. O esmiuçar crítico das informações possibilita a integração e composição de um painel da realidade a partir de diferentes visões e perspectivas.
Propomos com o referencial escolhido alcançar uma discussão consistente para a compreensão dos mesmos.
Compreender significa explicar o sentido das significações atribuídas à realidade das coisas e do mundo. Seja qual for o método ou a maneira utilizada, é próprio do ser humano significar e através da interpretação, compreender a realidade que nos envolve. (GHEDIN, 2009, p. 7).
Até 1980 as políticas públicas, no Brasil, foram planejadas e executadas sob a égide da centralização.
12 No Brasil, a assistência social é regulamentada pela Política Nacional de Assistência Social – PNAS, aprovada em 2004.
2 cm 2 cm
Figura 34 - Formato, margens e espaçamento no anverso da folha
1 espaço simples em branco
margem esquerda e superior do texto
margem parágrafo
1 espaço simples em branco margem
Figura 35 - Margem e espaçamento da folha de rosto
LÍVIO MOREIRA DE GURJÃO
FORTALEZA 2018
A EXPLOTAÇÃO DE ESPÉCIES ORNAMENTAIS MARINHAS NO BRASIL, COM ÊNFASE NO ESTADO DO CEARÁ
Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Marinhas Tropicais, do Instituto de Ciências do Mar, da Universidade Federal do Ceará, como parte dos requisitos para obtenção do título de Doutor em Ciências Marinhas Tropicais. Área de concentração:
Utilização e manejo de ecossistemas marinhos e estuarinos.
Orientador: Tito Monteiro da Cruz Lotufo.
Metade da mancha gráfica (8 cm)
espaço simples entre linhas
1 espaço simples em branco
Figura 36 - Margem e espaçamento da folha de aprovação
Fonte: Elaborada pelos autores.
Metade da mancha gráfica (8 cm)
VINÍCIOS LOPES DA SILVA
UMA ABORDAGEM DO TEOREMA DE GAUSS-BONNET PARA SUPERFÍCIES COMPACTAS NO R 3 VIA MÉTODO DO REFERENCIAL MÓVEL
Trabalho de conclusão de curso apresentado ao Curso de Graduação em Matemática do Centro de Ciências da Universidade Federal do Ceará, como requisito parcial à obtenção do grau de Licenciado em Matemática.
Aprovada em 31/08/2020.
BANCA EXAMINADORA
Prof. Dr. Jonatan Floriano da Silva (Orientador) Universidade Federal do Ceará (UFC)
Prof. Dr. Marcos Ferreira de Melo Universidade Federal do Ceará (UFC)
Prof. Dr. Frederico Vale Girão Universidade Federal do Ceará (UFC)
espaço simples entre linhas
Figura 37 - Margens e espaçamento em notas de rodapé
No livro Nascimento da biopolitíca, Foucault (2008a) dedicou quatro aulas (31 de janeiro de 1979, 7 de fevereiro de 1979, 14 de fevereiro de 1979 e 21 de fevereiro de 1979), para explicar como o neoliberalismo de vertente alemã (ordoliberalismo), identificada com os problemas da república de Weimar1, a crise de 1929, o desenvolvimento do nazismo e a crítica ao mesmo, bem como a reconstrução da Alemanha no pós-guerra, tinham na “fobia ao Estado” a base para sua crítica, e consequentemente inspiração para produção de uma soberania política como uma segunda condição de possibilidade, encontrar uma nova maneira de legitimar esse Estado e essa soberania (COSTA, 2010).
Em relação ao neoliberalismo de vertente americana o neoliberalismo americano, passou a operar “[...] contra o intervencionismo federal, depois contra os programas de assistência e outros programas que foram implantados pelos administradores democratas principalmente Truman, Kennedy, Johnson, etc.”
(COSTA, 2010, p. 28). Essas duas formas de governamentalidade neoliberal se distinguem em alguns pontos e comungam em outros, ambas, se vêem diante da necessidade de responder a uma questão que se mostrava desafiadora, saber até que ponto uma política de mercado poderia servir de princípio, de forma e de modelo para um Estado cujos problemas atualmente são questionados tanto pela a direita como pela a esquerda.
Foucault, nos anos 1970, dá interessantes pistas para se pensar como se deu a transição do liberalismo para o neoliberalismo.
Tomando suas reflexões, início uma introdução ao estudo das articulações2 que ajudará a identificar conceitos que o filósofo elaborou – principalmente em seus estudos genealógicos – para descrever e problematizar as práticas sociais da Modernidade.
1. A República de Weimar foi instaurada na Alemanha logo após a Primeira Guerra mundial, tendo como sistema de governo o modelo democrático. O Presidente da República nomeava um chanceler que seria responsável pelo poder Executivo.
2. Tais articulações não devem ser pensadas como simples conexões mecânicas de causa e efeito, mas sim, como complexas e inextricáveis relações de causalidade imanente, nos termos propostos por Deleuze.
REFERÊNCIAS
ANDERSON, Perry. Balanço do neoliberalismo. In: SABER, Emir;
GENTILI, Pablo (org.). Pós-neoliberalismo: as políticas sociais e o Estado democrático. São Paulo: Paz e terra, 2005. p. 27-51.
ANDRADE, R. C. Empreendedorismo: um novo passo em educação.
In: ACUCIO, M. R. B. (org.). O empreendedorismo na escola. Porto alegre: ARTMED; Belo Horizonte: Rede Pitágoras, 2005. p. 11-20.
ARELARO L. R. G. Formulação e implementação das políticas públicas em educação e as parcerias público-privadas: impasse democrático ou mistificação da política? Educação & Sociedade, Campinas, v. 28, n. 1, p. 899-919, out. 2007.
BASQUES, Maria Fernanda Diamante; DINIZ, Clébio Campolina. A industrialização nordestina recente e suas perspectivas.
Fortaleza: Banco do Nordeste do Brasil, 2004.
COSTA, Marisa. Cartografando a gurizada da fronteira: novas subjetividades na escola. In: ALBUQUERQUE JÚNIOR, Durval;
VEIGA-NETO, Alfredo; SOUZA FILHO, Alípio (org.). Cartografias de Foucault. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. p. 269-294.
CURY, Carlos Roberto Jamil. A educação e a nova ordem
constitucional. Revista da Associação Nacional de Educação, São Paulo, n. 14, p. 15-11, 2009.
FOUCAULT, M. Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão.
Petrópolis: Vozes, 2006.
GOHN, Maria da Gloria. Movimentos sociais e educação. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1994. (Questões da nossa época, n. 5).
GORDON, C.; MILLER, P. (org.). The Foucault effect: studies in governmentality. Hemel Hempstead: Harvester Wheatsheaf, 1991.
Um espaço simples entre linhas em branco entre as referências
Figura 38 - Espaçamento nas referências
Fonte: Elaborada pelos autores.
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Espaço simples entre linhas