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Após a análise dos depoimentos ficou evidente que os participantes do estudo reconhecem as consequências negativas do uso de agrotóxicos, tanto na flora e na fauna, quanto no solo e na água, como mostram os recortes a seguir.

Não, a parte é mais da flora, a fauna nem é tanto não dá para dizer nada da fauna, os bichos, mais o que a gente vê é a parte do verde (R1).

A natureza, acho, os rios, os açudes, isso tudo é prejudicado, prejudica! (R6). É prejudicado o meio ambiente com os produtos, acho eu. Todo mundo reclama que está prejudicando. [...] Mata tudo que é bicho, peixe, mata abelha, ave, tudo que é bicho morre também. Depende do uso do veneno, morre tudo (R8).

Isso eu não sei, não sei o que vai dar isso, porque cada vez mais e mais e mais veneno e cada vez mais forte, cada vez mais pragas invasoras. Eu não sei no que vai dar isso daí. Vai chegar um tempo que nada mais vai funcionar, tu aplica e aplica, e as pragas tão cada vez mais resistentes. Cada vez está mais poluído o meio ambiente, poluição vai ter sempre, cada vez mais, principalmente as águas, porque tu aplica no solo e só vai descer. E a agricultura tu vê no país, isso triplicou de anos, antigamente, aqui em roda, tu olhava e era só gado. Hoje tu não vê mais, é só soja. Isso é rios de veneno, de produto (R9).

Isso aí com certeza dá problema, eu acho que quanto mais produto usar, mais vai poluir, desde as águas, a terra, os animais, a gente mesmo. Com certeza isso ai vai aumentando cada vez mais, porque sem o produto não dá mais para plantar (R10). Se não usa, não colhe nada, e o meio ambiente se prejudica, se tu usa. [...] Prejudica porque ele vai para os rios, fica resíduo na terra, vai por tudo. E se tu não usa, tu não colhe. Tem que usar (R11).

Como e que eu vou te dizer [...] segundo dizem, não afeta tanto o meio ambiente mas, eu acho que tem uns certos tipos de produtos que afeta, não sei em que sentido, mas alguma coisa vai causar pro meio ambiente. Com o tempo vai dar um problema. Não sei te dizer que tipo de problema que pode ser. Não sei te dizer

(R12).

Diante dos depoimentos dos agricultores, é possível ratificar que os principais efeitos dos agrotóxicos sobre o ambiente já são bem conhecidos e abarcam a perda da biodiversidade, a eliminação de insetos polinizadores, o desenvolvimento de espécies resistentes, o surgimento de pragas secundárias e, a contaminação do solo e da água. Porém é necessário reconhecer que a complexidade dessas reações geram diversos graus de incerteza na classificação de periculosidade ambiental (PREZA; AUGUSTO, 2012).

Ribas e Matsumura (2009) reiteram que o aumento exponencial no volume de agrotóxicos utilizados tem ocasionado inúmeros transtornos e modificações para o ambiente,

tanto pela contaminação das comunidades de seres vivos que o compõe, quanto pela sua acumulação nos segmentos bióticos e abióticos do ecossistema - água, ar, solo, etc. Esses impactos ambientais e suas implicações provêm de um modelo de desenvolvimento, que subjuga o meio ambiente e está centrado na racionalidade econômica presente na modernida- de. A natureza é desnaturalizada, fracionada e mutilada e, a organização ecossistêmica do meio ambiente, da qual fizemos parte, social, cultural e politicamente é ignorada (MIRANDA; TAMBELLINI; MOREIRA, 2011).

A mesma é concebida (erroneamente) como um bem abundante e gratuito, inesgotável e renovável, cuja existência não depende diretamente do comportamento econômico. Assim, o meio ambiente é remetido a um campo de externalidade do sistema econômico, ignorando seus riscos e perigos. Com o fenômeno da globalização da economia, dissolveu-se o mundo da coexistência da diversidade; ignora-se a cultura e a natureza, englobando-as no código de valor de mercado, em favor da lucratividade (MIRANDA; TAMBELLINI; MOREIRA, 2011).

Giddens (1997), ao abordar esse tema, enfatiza que na era moderna, a “natureza”, equivocadamente, entrou em contraste com ambiente urbano, em uma analogia ao campo, ao rural. E há algum sentido nesse pensamento, pois “natural” significa aquilo que fica imperturbado, associado à sua separação com a atividade humana. De certa forma, isso pode ser explicado pela história humana desde a época da ascensão da agricultura e das grandes civilizações, com a destruição progressiva do ambiente. E, muito recentemente, a ecologia surgiu como uma resposta à percepção da destrutividade humana e o verdadeiro conceito de meio ambiente, em comparação ao de natureza, assinala uma transição profunda. O mesmo não parece ser mais um parâmetro independentemente da existência humana, mas sim um potencial de influência sobre essas vidas (GIDDENS, 1997).

Nessa vertente, a socialização da natureza denota muito mais que apenas o fato de o mundo físico estar cada vez mais marcado pela civilização. A ação humana, como já foi mencionado, há muito deixou sua marca. A própria invenção da agricultura, constituiu em limpar o ecossistema natural de forma a criar um espaço em que as pessoas possam plantar ou criar animais para sua alimentação (GIDDENS, 1997).

Assim, ao retomar as significações de riscos, de acordo com Giddens (2006), é possível fazer distinção entre dois tipos de risco. Um é o risco exterior, que chega de fora, das imposições da tradição ou na natureza, o outro é o risco provocado, resultante do impacto do nosso desenvolvimento econômico-tecnológico sobre o meio ambiente.

Para melhor esclarecer a distinção entre eles, faz-se um resgate que segue. Em todas culturas tradicionais e também na sociedade industrial no início do séc. XX, os seres humanos se preocupavam com os riscos originados pela natureza exterior: más colheitas, inundações, pragas, fomes. Contudo, muito recentemente, em termos históricos, a humanidade começa a se preocupar menos com que a natureza pode fazer e mais com aquilo que fizemos à natureza (destruição de florestas, derretimento de geleiras, destruição da camada de ozônio). É nesse limiar que o risco exterior perde a situação predominante, que passa a pertencer ao risco provocado pela civilização (GIDDENS, 2006).

E esse risco criado, não afeta apenas a natureza material ou aquilo que costumava ser a natureza. Mas incide também na natureza humana, em seus aspectos de vida, no social e as instituições que estão a sofrer transformações profundas em todo globo. Isso culmina em um confronto com futuros cada vez mais abertos do que no passado, com todas oportunidades e incertezas que esses comportam. À medida que o risco provocado pelo homem se expande, o risco torna-se mais "arriscado" (GIDDENS, 2006).

Para Beck (2013), o que ocorre na sociedade, contemporaneamente, é uma "simbólica e sintomática superação" dos riscos. Ou seja, nada de preventivo é pensado e realizado, não são suplantados em suas causas, em suas fontes; as ações acontecem dentro da "cosmética" do risco: lavagem e devolução das embalagens para as empresas fornecedoras, incidência de multas para fontes poluidoras.

Uma razão para isso pode ser explicada pelo fato de que a política ambiental é implementada ao final do processo produtivo, quando os danos já ocorreram, e não no início desse, quando poderiam ser evitados. Trata-se de uma reparação, a posteriori, dos impactos ambientais, de forma a garantir a continuidade do crescimento econômico e assegurar um determinado nível de emissão de poluentes (como os agrotóxicos), sem uma reestruturação da base produtiva e tecnológica (BECK, 2013). Nesse sentido, contanto que o lucro esteja garantido, o meio ambiente pode continuar sendo prejudicado.

Essa questão ecológica penetra nas esferas ocupacionais e se faz sentir em controvérsias substantivas em interface aos métodos, procedimentos, normas, planos e teorias. E, justamente pelo fato de existir “divergências ecológicas” nos grupos ocupacionais é que perdurou a estabilidade da sociedade industrial clássica (BECK, 1997). Se o agrotóxico, por meio do uso seguro e controlado, não prejudica o meio ambiente, porque não continuar usando na atividade rural? No entanto, sabe-se que isso não é verdadeiro, uma vez que essas comprovações disfarçam-se por trás do vultoso capital que geram e giram, assim mantém-se a estabilidade de mercado e o lucro do agronegócio.

De acordo com Augusto et al. (2012), esses frutos do industrialismo, estão por detrás das ciências da vida e da morte (agrotóxicos). E esses, denominados pela indústria química de “defensivos agrícolas”, pela lógica capitalista, são produtos do campo das ciências da vida, ainda que paradoxalmente “combater as pragas” signifique destruir a biodiversidade e meio ambiente, o que, na realidade recai sobre uma ciência da morte.

Nesse contexto, Carneiro et al. (2012), destacam que o emprego desses produtos químicos, em sistemas abertos (meio ambiente), impossibilita qualquer medida eficaz de controle. Não há como cercar essas fontes de exposição de risco e proteger a água, o solo, o ar e, os ecossistemas. Em decorrência desse modelo de desenvolvimento adotado, tem-se, como reflexos, a contaminação do solo, a poluição do ar, a poluição e a diminuição da quantidade de água potável, a escassez de recursos naturais, a perda da biodiversidade, entre outros, o que aponta para a insustentabilidade do mesmo, ameaçando a vida no planeta. Dessa forma, infelizmente, ainda que seja assinalada a inviabilidade da vida no planeta, pela continuidade do modelo hegemônico de produção, esse tende a se reproduzir e a exponenciar suas consequências (GALLO et al., 2012).

Porém, esses impactos ecológicos podem ser menosprezados e justificados e, independentemente de se acreditar-se ou não neles, eles têm suas consequências sociais, econômicas e políticas. Ao se considerar os riscos da atualidade, as causas das ameaças do próprio processo de modernização, forma-se sob a pressão dos perigos constantes, uma bomba social e política (BECK, 2013).

Inclui-se aí o fato de que, o impacto ambiental com seus múltiplos efeitos sobre a saúde e a convivência das pessoas, provenientes da sociedade industrializada, estão marcados por um déficit do pensamento social, sendo considerados somente no âmbito tecnológico, econômico e material (BECK, 2013). Esse dado pode ser corroborado neste estudo, na medida em que os participantes assinalam os riscos ambientais relacionados a uma visão naturalizada, ou seja, ao referirem-se aos riscos ambientais, remetem-se apenas a aspectos relativos a fauna e flora, sem mencionar outros aspectos de máxima relevância, como o social, por exemplo.

O perigo reside nisso, o que prejudica a saúde e destrói a natureza é frequentemente indiscernível à sensibilidade e aos olhos de cada um e, mesmo quando parece evidente, exigirá, pela configuração social, a comprovação científica para isso. Inúmeros desses "novos" riscos (contaminação nuclear, substâncias tóxicas nos alimentos, enfermidades civilizacionais) escapam inteiramente à capacidade perceptiva humana imediata (BECK, 2013).

Para Giddens (2006), é notório que uma das consequências do desenvolvimento industrial acabou por causar mudanças climáticas e alterações no habitat terrestre. Não é presumível saber que outras mudanças ainda ter-se-á de suportar ou que perigos trarão consigo, mas é possível compreender essas questões ao considerar que todas elas envolvem risco, o que põe em descoberto algumas características fundamentais do mundo em que se está vivendo. O autor reitera que os impactos ecológicos nunca tiveram muito espaço na esfera teórica incorporada na sociologia, pois não se chegou a prever que o desenvolvimento das "forças produtivas" teria um potencial destrutivo de grande proporção em relação ao meio ambiente. E hoje, os estudiosos ainda encontram dificuldade em tecer uma avaliação sistemática dessa relação (GIDDENS, 1991).

Juntamente com a ameaça e sua percepção (do mundo no sistema coordenado do auto-risco ecológico industrial), é possível brotar um interesse legítimo de preveni-la e eliminá-la, um importante horizonte de impedimento, prevenção e ajuda. Essa crise ecológica, longe de ratificar a insipidez da modernidade, possibilita uma transformação das coisas cotidianas, com o poder de produzir e cultivar uma nova consciência (BECK, 1997). Nesse sentido, tem-se como perspectiva que, pela degradação das bases ecológicas e naturais da vida, industrialmente forçada, seja desencadeada uma potência evolutiva social e política totalmente nova, impondo uma reconsideração da interface entre meio ambiente e sociedade. Isso indicaria o fim da contraposição entre ambos, ou seja, se perde essa concepção de meio ambiente como associal, submisso, a ser explorado (BECK, 2013).

Assim, as discussões sobre saúde ambiental, em especial na problemática dos agrotóxicos, são essenciais para um avanço na compreensão dos problemas de saúde das populações em sua relação com os processos de desenvolvimento econômico. Estabelecer novas conexões entre a saúde, a economia (o trabalho) e as ciências sociais poderá contribuir para a edificação de novas estratégias de pensar e fazer saúde (SOARES; PORTO, 2007).

Preza e Augusto (2012), enfatizam ser imperioso reconhecer a complexidade inerente ao uso dos agrotóxicos e abarcá-la nos seus múltiplos aspectos, por meio de abordagens que considerem as teias de relações entre o ambiente, o social, cultural e o econômico. Em uma visão mais ampla, é mister que a sociedade incorpore uma postura proativa tencionando a superação do discurso hegemônico da inevitabilidade do uso de agrotóxicos, de modo a incentivar o enfoque agroecológico, o qual leva em consideração a viabilidade econômica, a equidade social e a proteção ambiental.

Mediante isso, a perspectiva da agroecologia, enquanto um conhecimento em construção e reconstrução, no diálogo entre a ciência moderna e os saberes tradicionais, é

baseada não exclusivamente para a extensão da produtividade, mas atende a outra universalidade de inter-relações entre o território em suas dimensões ecológicas, culturais, políticas e éticas; constituindo-se em força motriz para a construção de um planeta mais solidário e verdadeiramente sustentável (RIGOTTO et al., 2012b). É isso que justifica o objetivo da pesquisa, que buscou conhecer as percepções dos trabalhadores, visando construir um diálogo com os mesmos, que abarque as relações de saúde do trabalhador e meio ambiente dentro de seu território.

Nessa conjuntura, a criticidade necessária está relacionada à consideração da ação do homem sobre o meio ambiente que, por sua vez, está interconectado na própria concepção que o homem tem de si e da natureza na qual intervêm e modifica, transformando-se mediante o trabalho (BOMFIM; PICCOLO, 2011). Por isso, a questão ecológica deve ser abarcada em conjunto com outras questões como a tecnologia, o desenvolvimento, as políticas de produção, o tipo de nutrição, os estilos de vida, as normas legais e as formas administrativas e organizacionais da sociedade (BECK, 1997).

E os dados do estudo assinalam que os agricultores fazem uma crítica ao atual modelo de produção agrícola, bem como os impactos ambientais causados pelo uso de pesticidas. Além disso, demostram um intuito de construir uma realidade diferente em seu trabalho, sem o uso dos mesmos, que respeite o meio ambiente e suas teias de relações. Em consonância com as falas a seguir:

Por isso se reduzissem os produtos e eles fossem mais eficientes seria melhor para todo mundo, vai ajudar a natureza, quem aplica, porque vão estar aplicando menos produto, o jeito que está, está complicado (R2).

É uma coisa que a gente percebe que não faz bem para o meio ambiente, porque as vezes faz bem para uma planta, mas prejudica a outra. Então, a gente sabe que não faria bem, o bom se fosse não poder utilizar agrotóxico, mas a gente se obriga (R5).

Assim, a fase latente das ameaças da sociedade moderna chega ao fim, os riscos invisíveis estão se tornando visíveis. A destruição da natureza já não se basta na esfera (in)verificável de efeitos físico-químicos, mas estão cada vez mais perceptíveis aos olhos, nariz e ouvidos. O desmatamento, a contaminação das águas, mortes de animais por intoxicação, escândalos e catástrofes causadas por material poluente, a presença de substâncias tóxicas nos alimentos e nos bens de consumo se fazem cada vez mais extensos. Nesse ínterim, a comercialização do risco se intensifica, como os gastos na proteção do meio ambiente e combate as enfermidades civilizacionais (BECK, 2013).

Outro dado importante, ressaltado por Giddens (1997), é que, atualmente, as ações cotidianas de um indivíduo, como o uso de pesticidas na atividade rural, tem o potencial de produzir implicações globais. Esses atos e decisões não somente afetam a sobrevivência de alguém que vive do outro lado do mundo, mas pode contribuir para um processo de deterioração ecológica que em si tem consequências para toda humanidade. É um mundo em que a oportunidade e o perigo se equilibram na mesma balança. E essa relação entre as decisões do dia-a-dia e os resultados globais e a influência das ordens sobre a vida individual estrutura essa balança.

Para Beck (2013), as ameaças à vida no planeta no desenvolvimento civilizatório tem o potencial de trazer à tona comunhões de experiência da vida orgânica, conectando as necessidades vitais do ser humano às das plantas e animais. Com o desequilíbrio ambiental, o ser humano percebe-se a si mesmo como "ser natural com pretensão moral", como coisa móvel e frágil em meio as outras coisas, como parcela natural de um todo ameaçado, pelo qual ele é responsável.

Na sociedade de risco, o reconhecimento da imprevisibilidade das ameaças provocadas pelo desenvolvimento técnico-industrial exige uma autorreflexão sobre os efeitos sistemáticos ambientais. No autoconceito da sociedade de risco, a sociedade torna-se reflexiva, ou seja, ela torna-se um tema e um problema para ela própria (BECK, 1997). Em resposta, a Educação Ambiental torna-se um instrumento fundamental para a questionar o modelo econômico e político escolhido, não podendo se fechar em si mesma, precisando estar direcionada às outras instâncias da sociedade (BOMFIM; PICCOLO, 2011).

Perante essa máxima, vai ser necessário uma mudança no âmago - primeiramente dos indivíduos- da sociedade, dos órgãos de poder, da maneira de pensar e fazer ciência, política e economia para lhes dar outros enfoques, que não reivindique o “direito de poluir” para se desenvolver; mas busque justiça social e não a vislumbre só para o futuro, todavia para o presente também. Assim, a “Questão Ambiental” é no fundo uma “Questão Sócio-ambiental”, algo que nem precisaria ser dito, caso o homem se redescobrisse pertencente ao meio ambiente (BOMFIM; PICCOLO, 2011).

Assim, a relação entre saúde e meio ambiente tenciona e amplia o conceito de saúde, pois assume questões socioambientais; condições de vida e trabalho; e cada vez mais importante, a discussão ambiental a partir da crise ecológica planetária, o que coloca em risco as condições da vida humana e não humana no planeta (RIGOTTO et al., 2012a). Além do mais, é notório que um meio ambiente equilibrado promove a saúde, essencial para o desenvolvimento econômico de um país. Essa é uma das razões para transformação do atual

sistema capitalista para uma economia (realmente) verde (GALLO et al., 2012). Nesse contexto, avança-se a discussão entre o uso dos pesticidas e os impactos à saúde do trabalhador rural.