Verônica Natália Machado Mendes; 2Joana Maria Machado Mendes; 3Raysa dos Santos Amorim; 4Idna
Glenda da Silva; 5Natália Lima dos Santos; 6Charlles Nonato da Cunha Santos; 7José Lopes Pereira Júnior.
1,2,3,4,5
Graduandas em Enfermagem Bacharelado pela Universidade Estadual do Maranhão-UEMA; 6
Graduado em Enfermagem Bacharelado pela Universidade Estadual do Maranhão-UEMA; Especialista em
Urgência e Emergência e Atendimento Pré-Hospitalar; 7Graduado em Farmácia pelo Centro Universitário
Santo Agostinho. Mestre em Ciências Biomédicas- UFPI.
Área temática: Promoção de Saúde Modalidade: Pôster
E-mail do autor: [email protected] Categoria: Estudantes
INTRODUÇÃO: A tuberculose é uma doença causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, também
conhecida como bacilo de Koch. Ela é transmitida pelo ar, por meio de gotículas provenientes de tosse ou espirro de uma pessoa infectada. Essas gotículas contaminadas podem sobreviver, dispersas no ar, durante horas, desde que não entrem em contato com a luz solar. Ao respirar o ar contaminado, o indivíduo sadio inala as microbactérias, que se instalam nos pulmões. OBJETIVO: Levantar a produção científica sobre como se dar o diagnóstico da Tuberculose (TB), descrever a convivência e qualidade de vida dos portadores da patologia, no contexto familiar, evidenciar os cuidados prestados pela enfermagem aos portadores da Tuberculose. MÉTODOS: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura realizada nos bancos de dados SCIELO e LILACS, utilizando os descritores: Tuberculose; Cuidados de Enfermagem; Diagnóstico de Tuberculose; foram levantadas 35 publicações nacionais, que foram publicadas no período entre 2013 e 2018, destas foram excluídas as que não atendiam aos objetivos e que estavam fora do limite temporal, assim 10 artigos foram selecionados e analisados. RESULTADOS: As evidências científicas frisam a importância do diagnóstico correto dos sintomas de Tuberculose, que muitas vezes são confundidos com os sintomas da gripe e outras doenças menos graves, sendo ignorados em alguns casos pelos pacientes, dificultando assim o início do tratamento da doença. Também enfatiza o trabalho desenvolvido pelos profissionais de enfermagem, no tratamento prestado ao paciente e a qualidade de vida dos mesmos em seu contexto familiar.
CONCLUSÃO: Portanto é evidente através dos estudos realizados, que a maioria dos indivíduos afetados
acaba procurando ajuda tardiamente, agravando o quadro e tornando o tratamento mais difícil. Outra razão pela qual a tuberculose continua a ser um problema de saúde pública mundial, é o aumento de cepas da bactéria resistentes aos medicamentos disponíveis para o tratamento da doença. A assistência à Tuberculose no Brasil, e em outros países subdesenvolvidos ainda é frágil, necessita-se de mais políticas públicas para melhorar essa atenção voltada para doença, embora exista empenho por parte dos profissionais de saúde.
P
ág.
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SÍNDROME DE BURNOUT: IMPLICAÇÕES À SAÚDE DO PROFISSIONAL DE
ENFERMAGEM
1
Abraão Lira Carvalho; 1Higor José Damasceno Guimarães; 1Luciana de França Sobral Moreira; 1Mara Célia
Santos Matos; 1Paula Késia do Nascimento Silva; 1Thálita Thais Araújo Marques; 2Samantha Alves
Fernandes.
1
Graduandos em Enfermagem Bacharelado pela Universidade Estadual do Maranhão - UEMA; 2Graduada
em Licenciatura Plena em Pedagogia pela Faculdade Piauiense – FAP e Enfermeira Especialista em Enfermagem do Trabalho pelo Centro Universitário UNINOVAFAPI.
Área temática: Promoção da Saúde Modalidade: Pôster
E-mail do autor: [email protected] Categoria: Estudantes
INTRODUÇÃO: A Síndrome de Burnout é uma patologia de caráter multidimensional que envolve
exaustão emocional, despersonalização e redução da realização profissional; caracterizada por uma resposta mal adaptada ao estresse crônico, desenvolvida nas experiências cotidianas desses profissionais. A enfermagem é uma das principais profissões mais vulneráveis ao desenvolvimento dessa síndrome, pela exposição diversa aos fatores como a organização do trabalho como o excesso de horas extras, a indefinição do papel do profissional acarretando outras funções, e a sobre doença, por está exposta aos mais diversos estressores. A enfermagem mostra-se como uma das profissões com grandes possibilidades de desencadear a síndrome de burnout, tendo em vista a organização do trabalho, a indefinição do papel profissional; a sobrecarga pelo contato direto com o paciente e seus familiares. OBJETIVO: caracterizar a produção cientifica brasileira sobre a Síndrome de Burnout (SB) e suas implicações à saúde do profissional de enfermagem; descrever as causas e implicações da Síndrome de Burnout no cotidiano do profissional de enfermagem; conhecer as estratégias que vêm sendo utilizadas no enfrentamento da SB e para promoção da qualidade de vida no trabalho da equipe de enfermagem. MÉTODOS: Trata-se de um estudo de revisão integrativa da literatura que procedeu-se a busca nas bases de dados Lilacs, Medline e BDENF no período de fevereiro de 2018, publicados no período entre os anos de 2013 a 2018. Foram utilizadas as palavras-chave: Enfermagem; Esgotamento profissional; Estratégias; Síndrome de Burnout. Desta busca, foram extraídos resumos e classificados de acordo com as categorias: revisão teórica e relato de pesquisa; que respondiam aos objetivos do estudo; foram identificados 10 artigos, sendo a maioria pertencente à categoria descritivo e quantitativo, descartando os que não se enquadraram na temática e objetivo do trabalho; após aplicados os filtros, restaram 2 no Lilacs, 3 na Medline e 5 trabalhos na BDENF. RESULTADOS: A análise das produções científicas evidenciaram que a SB está intimamente relacionada às condições de trabalho e facilitada por características individuais, tais como: resultado de sobrecarga em 92% dos artigos; recompensas insuficientes 86%; conflitos de valores 82%; exposição a estresse ocasionada pelo contato direto com o cliente e seus familiares 98%. Com relação as estratégias e intervenções no enfrentamento da Síndrome de Burnout, foram destacadas: o reconhecimento profissional e incentivos salariais, gerenciar cargas de trabalho e o ambiente, comunicação, prevenção, diagnóstico e tratamento precoce, controle e autonomia profissional. CONCLUSÃO: Em linhas gerais, a SB é um problema psicossocial, oriundo das mudanças nos processos de trabalho, que se configura como de alta exigência e pouco controle, acarreta profundas repercussões para o contexto no qual se insere o profissional de enfermagem. Assim, percebe-se a necessidade de um novo modelo de trabalho que valorize o profissional, além do desenvolvimento de recursos para o enfrentamento da SB.
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RELAÇÃO DA DEFICIÊNCIA DE VITAMINA D COM O IMPACTO NO DESENVOLVIMENTO