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CONTEÚDOS XXI  CONSULTORIA DE GESTÃO, L. DA

ARTIGO 7.º 1 — A gerência da sociedade será exercida:

a) Por todos os sócios, desde já nomeados gerentes;

b) Pelo não sócio, José Ventura da Costa, casado, residente na Rua do Dr. João Couto, 17, 5.º, esquerdo, em Lisboa.

2 — A sociedade obriga-se:

a) Com a assinatura do gerente José Ventura da Costa;

b) Com as assinaturas conjuntas de dois outros gerentes.

3 — É expressamente vedado aos gerentes vincular a sociedade em actos ou contratos estranhos aos negócios sociais, nomeadamente, em letras de favor, fianças, abonações e outros actos semelhantes.

ARTIGO 8.º

Sem prejuízo de disposição legal em contrário, a sociedade pode amortizar, pelo valor nominal, qualquer quota nos seguintes casos:

a) Por acordo com o sócio titular;

b) No caso de cessão a estranhos, sem consentimento da sociedade;

c) Por penhora ou arresto;

d) No caso de venda ou adjudicação judiciais;

e) Quando por divórcio, separação de pessoas e bens ou separação de bens, a quota não fique a pertencer ao seu titular;

f) Por morte do sócio.

ARTIGO 9.º

Os lucros líquidos apurados anualmente, depois de deduzido o mon-tante para o fundo de reservas legais, terão o destino que a assembleia geral deliberar, por maioria de, pelo menos, setenta e cinco por cen-to dos vocen-tos representativos da cen-totalidade do capital social.

ARTIGO 10.º

As assembleias gerais serão convocadas por carta registada, dirigida a todos os sócios, com a antecedência mínima de quinze dias, sem pre-juízo de poderem ser tomadas deliberações sem formalidades prévias, desde que todos estejam presentes e manifestem a vontade de que a assembleia reúna e delibere sobre determinado assunto ou assuntos.

Está conforme o original.

17 de Setembro de 2004. — A Segunda-Ajudante, Maria da Graça

Bicho Martins. 2007286076

C À QUARTA — RESTAURAÇÃO DE MÓVEIS, L.

DA

Conservatória do Registo Comercial de Lisboa, 4.ª Secção. Matrícula n.º 13 255/040426; identificação de pessoa colectiva n.º 506944042; inscrição n.º 01; número e data da apresentação:

02/040426.

Certifico que foi constituída a sociedade em epígrafe, que se rege pelo seguinte contrato e foi constituído por:

1.º Catarina de Almeida Machado Rodrigues;

2.º Catarina Pimentel Cardigos de Almeida Lima;

3.º Cristina Lagoa da Silva;

4.º Carla Cristina da Fonseca Lourenço.

ARTIGO 1.º

1 — A sociedade adopta a firma C à Quarta — Restauração de Móveis, L.da

2 — A sociedade tem a sua sede na Avenida de 5 de Outubro, 136, freguesia de Nossa Senhora de Fátima, concelho de Lisboa.

3 — Por simples deliberação da gerência, pode a sede ser desloca-da, dentro do mesmo concelho ou para concelho limítrofe, podendo ainda criar e encerrar sucursais, filiais, agências ou outras formas lo-cais de representação, no território nacional ou no estrangeiro.

ARTIGO 2.º

O objecto da, sociedade consiste em restauração de móveis e arti-gos para o lar.

ARTIGO 3.º

1 — O capital social é de cinco mil euros, encontra-se integral-mente realizado em dinheiro e corresponde à soma de quatro quotas iguais do valor nominal de mil duzentos e cinquenta euros, cada, titu-ladas urna por cada sócia.

2 — Depende de deliberação dos sócios a celebração de contratos de suprimentos.

ARTIGO 4.º

1 — A gerência da sociedade compete aos gerentes, sócios ou não sócios, a nomear em assembleia geral, com ou sem remuneração, conforme aí for deliberado.

2 — Para vincular a sociedade é necessária a intervenção de quatro gerentes.

3 — A remuneração da gerência poderá consistir, total ou, parcial-mente, em participação nos lucros da sociedade.

4 — Ficam desde já nomeadas gerentes, as sócias.

ARTIGO 5.º

A sociedade poderá participar no capital social de outras socieda-des, mesmo com objecto diferente do seu e em sociedades reguladas por leis especiais ou em agrupamentos complementares de empresas.

ARTIGO 6.º

A cessão de quotas a não sócios depende do consentimento da sociedade que terá sempre o direito de preferência, o qual, de seguida, se defere aos sócios não cedentes.

ARTIGO 7.º

1 — A sociedade poderá amortizar qualquer quota nos seguintes casos:

a) Por acordo com o respectivo titular;

b) Quando a quota for objecto de penhora, arresto ou adjudicação em juízo, falência ou cessão gratuita não autorizada;

c) Quando o sócio praticar actos que violem o pacto social ou as obrigações sociais;

d) No caso de morte de sócio a quem não sucedam herdeiros legi-timários;

e) Quando, em partilha, a quota for adjudicada a quem não seja sócio;

f) Por interdição ou inabilitação de qualquer sócio;

g) Por exoneração ou exclusão de um sócio;

h) Quando a quota tiver sido cedida a terceiros sem o prévio con-sentimento da sociedade, tomado por maioria, em assembleia geral.

2 — Os sócios podem deliberar que a quota amortizada figure no balanço e que, posteriormente, sejam criadas uma ou várias quotas, destinadas a serem alienadas a um ou a alguns dos sócios ou terceiros.

3 — Salvo acordo em contrário ou disposição legal imperativa, a contrapartida da amortização será o valor que resultar do último ba-lanço aprovado.

4 — Se por falecimento de uni sócio a respectiva quota não for amortizada no prazo de noventa dias, a contar da data do falecimento,

os herdeiros deverão designar, de entre eles, um representante

co-mum. ARTIGO 8.º

Aos lucros líquidos anualmente apurados, depois de deduzida a per-centagem para reserva legal, será dado o destino que vier a ser delibe-rado em assembleia geral.

Está conforme o original.

16 de Setembro de 2004. — A Segunda-Ajudante, Maria da Graça

Bicho Martins. 2007286068

CRESCE E TROVÃO — COMÉRCIO DE VESTUÁRIO, L.

DA

Conservatória do Registo Comercial de Lisboa, 4.ª Secção. Matrícula n.º 13 254/040426; identificação de pessoa colectiva n.º 506806413; inscrição n.º 1; número e data da apresentação: 01/

040426.

Certifico que foi constituída a sociedade em epígrafe, que se rege pelo seguinte contrato e foi constituído por:

1.º Carlos Eduardo de Azevedo Santos Trovão;

2.º Markus Kemper.

ARTIGO 1.º

1 — A sociedade adopta a firma Cesce e Trovão — Comércio de Vestuário, L.da

2 — A sociedade tem a sua sede na Avenida de Roma, 22, fregue-sia de São João de Deus, concelho de Lisboa.

3 — Por simples deliberação da gerência, pode a sede ser desloca-da, dentro do mesmo concelho ou para concelho limítrofe, podendo a mesma criar ou encerrar sucursais, filiais, agências ou outras formas locais de representação, no território nacional ou no estrangeiro.

ARTIGO 2.º

O objecto da sociedade consiste na exportação, importação, repre-sentação e comércio de vestuário, calçado, acessórios e

marroquina-ria. ARTIGO 3.º

1 — O capital social é de cinco mil euros, encontra-se integral-mente realizado em dinheiro e corresponde à soma de duas quotas iguais do valor nominal de dois mil e quinhentos euros cada uma e uma de cada sócio.

2 — Aos sócios poderão ser exigidas prestações suplementares de capital até ao montante global igual ao capital social.

3 — Depende de deliberação dos sócios a celebração de contratos de suprimentos.

ARTIGO 4.º

1 — A gerência da sociedade compete aos gerentes, a nomear em assembleia geral, com ou sem remuneração conforme aí for delibera-do.2 — Para vincular a sociedade é suficiente a intervenção em ge-rente.

3 — A remuneração da gerência poderá consistir, total ou parcial-mente, em participação nos lucros da sociedade.

4 — Ficam desde já nomeados gerentes, o sócio Carlos Eduardo de Azevedo Santos Trovão e o não sócio Markus Kemper, já identificado.

ARTIGO 5.º

A sociedade poderá participar no capital social de outras socieda-des, mesmo com objecto diferente do seu e em sociedades reguladas por leis especiais ou em agrupamentos complementares de empresas.

ARTIGO 6.º

A cessão de quotas a não sócios depende do consentimento da sociedade que terá sempre o direito de preferência, o qual, de seguida, se defere aos sócios não cedentes.

ARTIGO 7.º

1 — A sociedade poderá amortizar qualquer quota nos seguintes casos:

a) Por acordo com o respectivo titular;

b) Quando a quota for objecto de penhora, arresto ou adjudicação em juízo, falência ou cessão gratuita não autorizada;

c) Quando o sócio praticar actos que violem o pacto social ou as obrigações sociais;

d) No caso de morte de sócio a quem não sucedam herdeiros legi-timários;

e) Quando, em partilha, a quota for adjudicada a quem não seja sócio;

f) Por interdição ou inabilitação de qualquer sócio;

g) Por exoneração ou exclusão de um sócio;

h) Quando a quota tiver sido cedida a terceiros sem o prévio con-sentimento da sociedade, tomado por maioria, em assembleia geral.

2 — Os sócios podem deliberar que a quota amortizada figure no balanço e que, posteriormente, sejam criadas uma ou várias quotas, destinadas a serem alienadas a um ou a alguns dos sócios ou terceiros.

3 — Salvo acordo em contrário ou disposição legal imperativa, a contrapartida da amortização será o valor que resultar do último ba-lanço aprovado.

4 — Se por falecimento de um sócio a respectiva quota não for amortizada no prazo de 90 dias, a contar da data do falecimento, os herdeiros deverão designar, de entre eles, um representante comum.

ARTIGO 8.º

Aos lucros líquidos anualmente apurados, depois de deduzida a per-centagem para reserva legal, será dado o destino que vier a ser delibe-rado em assembleia geral.

Está conforme o original.

16 de Setembro de 2004. — A Segunda-Ajudante, Maria da Graça

Bicho Martins. 2007286050

CLÍNICA DR. LUÍS ARTUR SILVA, L.

DA

Conservatória do Registo Comercial de Lisboa, 4.ª Secção. Matrícula n.º 13 252/040423; identificação de pessoa colectiva n.º 506909662; inscrição n.º 01; número e data da apresentação:

03/040423.

Certifico que foi constituída a sociedade em epígrafe, que se rege pelo seguinte contrato e foi constituído por:

Luís Artur Costa Cabral da Silva, e mulher Catherine Marie Séris da Silva.

ARTIGO 1.º

1 — A sociedade adopta à firma Clínica Dr. Luís Artur Silva, L.da 2 — A sociedade tem a sua sede na Rua da Arrábida, 10, rés-do--chão, esquerdo, freguesia de Santa Isabel, concelho de Lisboa.

3 — Por simples deliberação da gerência, pode a sede ser desloca-da, dentro do mesmo concelho ou para concelho limítrofe e serem criadas e encerradas sucursais, filiais, agências ou outras formas locais de representação, no território nacional ou no estrangeiro.

ARTIGO 2.º

O objecto da sociedade consiste em actividade de medicina geral e familiar.

ARTIGO 3.º

1 — O capital social é de cinco mil euros, encontra-se integral-mente realizado em dinheiro e corresponde à soma de duas quotas:

uma do valor nominal de quatro mil e quinhentos euros titulada pelo sócio Luís Artur Costa Cabral da Silva e outra do valor nominal de quinhentos euros titulada pela sócia Catherine Marie Séris da Silva.

2 — Aos sócios poderão ser exigidas prestações suplementares de capital até ao montante global de cinco mil euros.

3 — Depende de deliberação dos sócios a celebração de contratos de suprimentos.

ARTIGO 4.º

1 — A gerência da sociedade, com ou sem remuneração, conforme for deliberado em assembleia geral, compete a sócios ou a não sócios.

2 — Para a sociedade ficar obrigada em todos os seus actos e con-tratos, é suficiente a intervenção de um gerente.

3 — A remuneração da gerência poderá consistir, total ou parcial-mente, em participação nos lucros da sociedade.

4 — Fica desde já nomeado gerente o sócio Luís Artur Costa Ca-bral da Silva.

ARTIGO 5.º

A sociedade poderá participar no capital social de outras socieda-des, mesmo com objecto diferente do seu e em sociedades reguladas por leis especiais ou em agrupamentos complementares de empresas.

ARTIGO 6.º

A cessão de quotas a não sócios depende do consentimento da sociedade que terá sempre o direito de preferência, o qual, de seguida, se defere aos sócios não cedentes.

ARTIGO 7.º

A sociedade poderá amortizar a quota de qualquer sócio, quando esta for sujeita a arrolamento, arresto, penhora, quando for incluída em massa falida, ou quando, fora dos casos previstos na lei, for cedida será consentimento da sociedade.

ARTIGO 8.º

Aos lucros líquidos anualmente apurados, depois de deduzida a per-centagem para reserva legal, será dado o destino que vier a ser delibe-rado em assembleia geral.

Está conforme o original.

16 de Setembro de 2004. — A Segunda-Ajudante, Maria da Graça

Bicho Martins. 2007286033

MESA FRANCESA — COMÉRCIO DE VINHOS, L.

DA

Conservatória do Registo Comercial de Lisboa, 4.ª Secção. Matrícula n.º 13 251/040423; identificação de pessoa colectiva n.º 506885623; inscrição n.º 01; número e data da apresentação:

02/040423.

Certifico que foi constituída a sociedade em epígrafe, que se rege pelo seguinte contrato e foi constituído por:

1.º Brice Paul Marcel Fauchier;

2.º Cândido Duarte Freitas Granjo;

3.º Christophe Jean Tirefort.

ARTIGO 1.º

1 — A sociedade adopta a firma Mesa Francesa — Comércio de Vinhos, L.da

2 — A sociedade tem a sua sede na Rua da Metade, 14, 2.º, direito, freguesia de São José, concelho de Lisboa.

3 — Por simples deliberação da gerência, pode a sede ser desloca-da, dentro do mesmo concelho ou para concelho limítrofe, podendo ainda criar e encerrar sucursais, filiais, agências ou outras formas lo-cais de representação, no território nacional ou no estrangeiro.

ARTIGO 2.º

O objecto da sociedade consiste em comércio, representação, im-portação e exim-portação de vinhos e produtos alimentares.

ARTIGO 3.º

1 — O capital social é de dez mil euros, encontra-se integralmente realizado em dinheiro e corresponde à soma de três quotas: uma do valor nominal de quatro mil euros titulada pelo sócio Brice Paul Marcel Fauchier e duas do valor nominal de três mil euros, cada, tituladas uma por cada um dos sócios Cândido Duarte Freitas Granjo e Chris-tophe Jean Tirefort.

2 — Aos sócios poderão ser exigidas prestações suplementares de capital até ao montante global de dez mil euros.

3 — Depende de deliberação dos sócios a celebração de contratos de suprimentos.

ARTIGO 4.º

1 — A gerência da sociedade compete aos gerentes, sócios ou não sócios, a nomear em assembleia geral, com ou sem remuneração, conforme aí for deliberado.

2 — Para vincular a sociedade é necessária a intervenção de dois gerentes.

3 — A remuneração da gerência poderá consistir, total ou parcial-mente, em participação nos lucros da sociedade.

4 — Ficam desde já nomeados gerentes os sócios e a não sócia Lúcia Paula da Silva Fernandes Granjo, casada, residente na Rua do Homem Cristo, 54, 5.º, direito, São João do Estoril, Cascais.

ARTIGO 5.º

A sociedade poderá participar no capital social de outras socieda-des mesmo com objecto diferente do seu e em sociedasocieda-des reguladas por leis especiais ou em agrupamentos complementares de empresas.

ARTIGO 6.º

A cessão de quotas a não sócios depende do consentimento da sociedade que terá sempre o direito de preferência, o qual, de seguida, se defere aos sócios não cedentes.

ARTIGO 7.º

1 — A sociedade poderá amortizar qualquer quota nos seguintes casos:

a) Por acordo com o respectivo titular;

b) Quando a quota for objecto de penhora, arresto ou adjudicação em juízo, falência ou cessão gratuita não autorizada;

c) Quando o sócio praticar actos que violem o pacto social ou as obrigações sociais;

d) No caso de morte de sócio a quem não sucedam herdeiros legi-timários;

e) Quando, em partilha, a quota for adjudicada a quem não seja sócio;

f) Por interdição ou inabilitação de qualquer sócio;

g) Por exoneração ou exclusão de um sócio;

h) Quando a quota tiver sido cedida a terceiros sem o prévio consentimento da sociedade, tomado por maioria, em assembleia geral.

2 — Os sócios podem deliberar que a quota amortizada figure no balanço e que, posteriormente, sejam criadas uma ou várias quotas, destinadas a serem alienadas a um ou a alguns dos sócios ou terceiros.

3 — Salvo acordo em contrário ou disposição legal imperativa, a contrapartida da amortização será o valor que resultar do último ba-lanço aprovado.

4 — Se por falecimento de um sócio a respectiva quota não for amortizada no prazo de 90 dias, a contar da data do falecimento, os herdeiros deverão designar, de entre eles, um representante comum.

ARTIGO 8.º

Aos lucros líquidos anualmente apurados, depois de deduzida a per-centagem para reserva legal, será dado o destino que vier a ser delibe-rado em assembleia geral.

Está conforme o original.

16 de Setembro de 2004. — A Segunda-Ajudante, Maria da Graça

Bicho Martins. 2007286025

QUER CUIDAR — PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE SAÚDE, L.

DA

Conservatória do Registo Comercial de Lisboa, 4.ª Secção. Matrícula n.º 13 250/040423; identificação de pessoa colectiva n.º 506881164; inscrição n.º 01; número e data da apresentação:

01/040423.

Certifico que foi constituída a sociedade epígrafe, que se rege pelo seguinte contrato e foi constituído por:

1.º Irene da Conceição Martins Vieira e marido, Nuno Filipe Gou-lão Martins;

2.º Paula Cristina Grancho Marques de Paiva Goulão Martins e marido, Marco António Goulão Martins.

ARTIGO 1.º

1 — A sociedade adopta a firma Quer Cuidar — Prestação de Cui-dados de Saúde, L.da

2 — A sociedade tem a sua sede no Bairro da Calçada dos Mestres, Rua 3, 1, em Lisboa, freguesia de Campolide.

3 — Por simples deliberação da gerência, pode a sede ser desloca-da, dentro do mesmo concelho ou para concelho limítrofe, podendo a mesma criar ou encerrar sucursais, filiais, agências ou outras formas locais de representação, no território nacional ou no estrangeiro.

ARTIGO 2.º

O objecto da sociedade consiste na prestação de cuidados continu-ados em medicina, enfermagem, saúde mental, higiene e nutrição;

meios complementares de diagnóstico; comercialização de material médico hospitalar; formação e consultadoria nas referidas áreas. Ex-ploração de lares de terceira idade, centros clínicos, centros de reabi-litação, clínicas de internamento e centros de dia, comunidades tera-pêuticas, apoio domiciliário. Actividades de tempos livres, escolas de artes decorativas, ginásios, escolas de música, creches, infantários, colégios de ensino básico, centros de explicação.

ARTIGO 3.º

1 — O capital social é de cinco mil euros, encontra-se integral-mente realizado em dinheiro e corresponde à soma de quatro quotas

iguais do valor nominal de mil duzentos e cinquenta euros cada uma e uma de cada sócio.

2 — Aos sócios poderão ser exigidas prestações suplementares de capital até ao montante global de cinco mil euros.

3 — Depende de deliberação dos sócios a celebração de contratos de suprimentos.

ARTIGO 4.º

1 — A gerência da sociedade compete aos gerentes, a nomear em assembleia geral, com ou sem remuneração conforme aí for deliberado.

2 — Para vincular a sociedade é necessária a intervenção de dois gerentes.

3 — A remuneração da gerência poderá consistir, total ou parcial-mente, em participação nos lucros da sociedade.

4 — Ficam desde já nomeados gerentes os sócios Nuno Filipe Gou-lão Martins e Marco António GouGou-lão Martins.

ARTIGO 5.º

A sociedade poderá participar no capital social de outras socieda-des, mesmo com objecto diferente do seu e em sociedades reguladas por leis especiais ou em agrupamentos complementares de empresas.

ARTIGO 6.º

A cessão de quotas a não sócios depende do consentimento da sociedade que terá sempre o direito de preferência, o qual, de seguida, se defere aos sócios não cedentes.

ARTIGO 7.º

1 — A sociedade poderá amortizar qualquer quota nos seguintes casos:

a) Por acordo com o respectivo titular;

b) Quando a quota for objecto de penhora, arresto ou adjudicação em juízo, falência ou cessão gratuita não autorizada;

c) Quando o sócio praticar actos que violem o pacto social ou as obrigações sociais;

d) No caso de morte de sócio a quem não sucedam herdeiros legi-timários;

e) Quando, em partilha; a quota for adjudicada a quem não seja sócio;

f) Por interdição ou inabilitação de qualquer sócio;

g) Por exoneração ou exclusão de um sócio;

h) Quando a quota tiver sido cedida a terceiros sem o prévio consentimento da sociedade, tomado por maioria, em assembleia geral.

2 — Os sócios podem deliberar que a quota amortizada figure no balanço e que, posteriormente, sejam criadas uma ou várias quotas, destinadas a serem alienadas a um ou a alguns dos sócios ou terceiros.

3 — Salvo acordo em contrário ou disposição legal imperativa, a contrapartida da amortização será o valor que resultar do último ba-lanço aprovado.

4 — Se por falecimento de um sócio a respectiva quota não for amortizada no prazo de noventa dias, a contar da data do falecimen-to, os herdeiros deverão designar, de entre eles, um representante comum.

ARTIGO 8.º

Aos lucros líquidos anualmente apurados, depois de deduzida a per-centagem para reserva leal, será dado o destino que vier a ser delibe-rado em assembleia geral.

Está conforme o original.

16 de Setembro de 2004. — A Segunda-Ajudante, Maria da Graça

Bicho Martins. 2007286017

MIU — COMUNICAÇÃO SOCIAL, L.

DA

Conservatória do Registo Comercial de Lisboa, 4.ª Secção. Matrícula n.º 13 277/040430; identificação de pessoa colectiva n.º 506870340; inscrição n.º 01; número e data da apresentação:

41/040430.

Certifico que foi constituída a sociedade em epígrafe, que se rege peio seguinte contrato e foi constituído por:

1.º Álvaro de Mendonça Machado de Araújo, número de identifi-cação fiscal 127295151, divorciado, natural de São Sebastião da Pe-reira, Lisboa, residente na Rua de Fernão Soares, 4-A, Lisboa;

2.º Maria João Vieira Pinto, número de identificação fiscal 208379703, divorciada, natural de Fridão, Amarante, residente na mesma morada.

CAPÍTULO I