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A teoria e a prática da EJA na política Municipal

2 OS PERCURSOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA CIDADE

2.2 A teoria e a prática da EJA na política Municipal

Neste item nos propomos a refletir, analisar a política que se traduz nos projetos e programas apresentados anteriormente, de educação de jovens e adultos, no município de Esteio, pontuando questões que poderão vir a contribuir em estudos futuros sobre os projetos e programas de educação de jovens e adultos no município de Esteio.

A implantação de políticas educacionais, relacionadas com a educação de Jovens e Adultos podem se relacionar, ou não, com políticas de gestão que expressem o caráter solidário de uma administração publica comprometida com a transformação da sociedade a partir do nível local.

De qualquer modo, as propostas de educação de jovens e adultos carregam em sua concepção o gérmen da transformação social através da questão inclusiva que permite que públicos distintos, oriundos de setores sociais que se situam na base extrema da pirâmide da distribuição dos recursos socioeconômicos tenham acesso e possibilidade de reconstruir seus desejos e contam, para isso, com a contribuição da educação.

A educação escolar é uma dimensão fundante da cidadania, e tal princípio é indispensável para políticas que visam à participação de todos nos espaços sociais e políticos e, mesmo, para reinserção no mundo profissional. (CURY, 2002, p. 246).

Em todas as propostas sobre educação de jovens e adultos, do município de Esteio ou oriundas do Governo Federal, que analisamos neste estudo, a concepção fundamental está orientada para a afirmação de identidade dos sujeitos, através do

processo educativo que se pretende diferenciado e que conduza a formação de sujeitos críticos e com potencial de transformação.

Os processos de construção de políticas educacionais atendem a agendas políticas de governos que defendem propostas diferenciadas e possuem distintas concepções sobre a gestão dos sistemas e das redes escolares. A concepção sobre o papel transformador da educação nos processos de mudanças sociais depende de um comprometimento político indissociável de concepções ideológicas de mundo. Assim, cada um dos projetos estudados apresenta uma visão perspectiva de implementação, nem sempre alinhada com a sua concepção constituinte.

Quanto à gestão dos sistemas de ensino, não são poucas as dificuldades. Uma das mais significativas decorre das descontinuidades das políticas públicas na esfera educacional. Um aspecto que contribui para essa realidade é a elevada taxa de rotatividade dos dirigentes educacionais nos municípios, nos estados e, inclusive, no âmbito federal. Essa elevada alternância associada à falta de uma política de estado para a educação contribui para que alguns dirigentes, ao assumirem os cargos, promovam sua própria política educacional ou a do grupo político-partidário ao qual pertencem. (PROEJA Fundamental – documento base, p. 14)

O ProJovem Urbano trata de uma política que está, no município de Esteio, completamente desvinculada do sistema municipal de ensino: seu gerenciamento cabe a Coordenadoria Estadual de Educação, situada fora dos limites do município; a contratação dos educadores está a cargo de uma fundação alheia aos interesses locais; a gestão para a implementação da proposta do ProJovem Urbano está vinculada ao Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Este ente federado, motivado por questões ideológicas relacionadas ao campo das divergências político-partidárias, também não demonstra interesse em uma efetiva implantação da proposta.

Nas duas escolas estaduais onde as salas de aula estão reservadas para o desenvolvimento do ProJovem Urbano, desde o inicio deste ano letivo, criou-se uma situação desconfortável na medida em que foram fechadas turmas de ensino regular de nível médio e até agora, no final do primeiro semestre, ainda não iniciaram as turmas do

ProJovem. Em função da perspectiva de implementação da proposta do ProJovem surgem, entre os professores da rede municipal, preocupações justificadas com relação ao Projeto na medida em que questões relacionadas com o exercício da atividade profissional docente são questionadas.

Uma das principais questões levantadas pelos educadores diz respeito a sua condição de trabalhadores em educação, em outras palavras, os professores, diante da expectativa do ProJovem, e da falta de informações institucionais sobre o Projeto tem preocupações com relação ao seu trabalho, o medo do desemprego e a incerteza com sua condição profissional.13

Nesse percurso de estudos, observação empírica e de debate sobre a implementação do ProJovem, a questão da empregabilidade e da questão salarial dos professores da rede municipal foram levantadas de maneira intensa pelos educadores que, percebendo o aviltamento de seus salários14e ameaças concretas a sua situação de empregabilidade, levantam sua voz diante da perspectiva de implementação desta política, segundo eles, transitória e instável de escolarização de jovens e adultos.

De outro lado, percebe-se que os agentes locais envolvidos com a implantação do ProJovem realizam uma articulação política deficitária no sentido de agregar parceiros sólidos. O discurso está resumido à importância política da implementação da proposta e aos interesses políticos de instancias superiores de gestão política ao nível local. É interesse do mais alto Gabinete local e ponto, a proposta será implementada no município, costumam afirmar os pretensos gestores locais da política do ProJovem. Tal situação gera a implementação do projeto sobre a lógica da conveniência e do oportunismo político.

Não se reconhece aqui demérito com relação à proposta de implementação do ProJovem em nível local. O que se permite questionar, a partir do processo dialógico, é a verticalização sobre a instituição de vontades políticas que obscurecem o bom debate sobre a implementação de políticas sérias e responsáveis de educação.

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Diante da perspectiva de implementação do ProJovem, instala-se no município, uma concorrência para inscrever alunos, chegando-se a recrutar alunos para o ProJovem, nas salas de aula do Projeto Ceja.

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O salário do professor contratado pelo Projovem é superior ao salário oferecido pelo município aos professores concursados.

O que se questiona no caso da implementação do ProJovem no município de Esteio, tal como vem sendo colocado, é a concepção de educação como um lugar onde agentes políticos, leigos no trato de questões relacionadas com a educação e seus processos institucionais, tem permissão legal e orientação política que lhes permite operar sobre um território que desconhecem15, excluindo do debate sobre a implementação do Projovem, os profissionais de educação do município, alguns com significativa experiência neste Projeto.

O Projeto Aprender por Toda a Vida tem a generosidade em sua concepção. Trazer para os bancos de alfabetização, adultos desprovidos de letramento e que, por conseqüência, estão impedidos de degustarem os saberes e sabores que o letramento pode lhes oferecer, está na base de sua concepção pedagógica. No ano de 2008, conforme dados da Secretaria Municipal de Educação, o Projeto alfabetizou apenas um aluno em toda a rede municipal, o que é indicativo de forte limite operacional e levou o Projeto Aprender por toda a Vida a passar por um processo de reestudo. Desse processo de reestruturação depende a continuidade de sua execução16.

Na concepção do Projeto está à possibilidade de alcançar um significativo numero de moradores da comunidade de Esteio, no entanto, o que se percebe durante o período de observação da proposta de reorganização político pedagógica do Projeto aprender por toda a Vida é que os referenciais de análise estão ainda distantes da construção de uma proposta que sirva como uma referencia sólida de construção de um projeto perene em sua concepção e convicto de sua intencionalidade política.

Existem questões, completamente abertas com relação ao Projeto Aprender Por Toda a Vida, que vão desde sua potencialidade enquanto aplicação prática de alfabetização de Adultos, sob qual metodologia de ação intervenção a ser aplicada, passando inclusive por uma necessária definição metodológica sobre a proposta pedagógica de intervenção. Este momento pelo qual passa o Projeto Aprender por

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A implantação do ProJovem Urbano, em nível local, está relacionado com a Coordenadoria Municipal da Juventude que não possui estrutura mínima para o suporte desejado neste tipo de ação.

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No presente momento, a estrutura administrativa do Projeto, situa-se na Coordenação de Educação Básica, Educação de Jovens e Adultos, e conta com a participação de uma estagiária, estudante de geografia, sem experiência docente na educação de jovens e adultos que faz os movimentos de aproximação com a comunidade e o provável recrutamento dos alunos.

Toda a Vida pode ser um momento de ousadia, no qual se permita pensar um projeto político para além da perspectiva do letramento baseado em concepções tradicionais de ensino.

A proposta pode ir além, pode ressignificar o saber fazer dos adultos, fazendo deste conhecimento não letrado, fonte significativa de aprendizagem. O uso dos espaços públicos, não formais de ensino, é uma importante e inovadora característica que pode ser bem explorada no sentido de conferir particularidade e peculiaridade neste processo diferente e diferenciado de ensino aprendizagem.

Utilizar os espaços nos quais os comunitários realizam suas atividades de integração social como possibilidade pedagógica aproxima-se de maneira significativa de uma proposta de educação popular libertadora que orienta suas formas de intervenção para a ação, uma ação inserida num contexto no qual o saber popular predomina diante de um saber escolar que tende a se colocar na condição de aprendente de uma pedagogia alicerçada no cotidiano da vida. Vida que se forja diante das variadas formas de diversidade e que se afirma em relações diárias marcadas pela adversidade.

O Projeto Aprender por toda a Vida pode ser uma oportunidade de transformação na vida de sujeitos cidadãos que ao longo dos tempos conseguiram orientar os seus destinos afastados, pelos mais diversos motivos, de um acesso a escolarização formal. Sabe-se que as dificuldades surgidas ao longo de trajetórias distintas de vida impediram cidadãos constituintes da municipalidade de alcançarem intentos que poderiam oportunizar condições socioeconômicas mais favoráveis, dentro da lógica de uma sociedade onde a apropriação do conhecimento é ferramenta considerável na conformação do estrato social.

O Projeto Construindo a Educação de Adultos (CEJA) constitui-se como o projeto “oficial” da rede municipal de ensino de Esteio. Desde o ano de 1997, o Projeto vem sendo desenvolvido pelo sistema municipal e se constitui num significativo programa local de educação de jovens e adultos na região. Com uma média anual de 1200 matrículas, estima-se que o Projeto já atendeu, desde a sua implementação, mais de meia dezena de milhares de estudantes nos mais diversos pontos geográficos do município.

O Projeto, que trabalha em sua concepção metodológica com uma proposta pedagógica orientada para a emancipação da cidadania, procura oportunizar um processo de ensino aprendizagem baseado na concepção de uma educação libertadora, onde a orientação para a construção de um currículo crítico, forjado a partir do estudo da realidade local, encontra em autores como Paulo Freire, a base teórica de sua concepção. Trabalha o Projeto Ceja, a partir da concepção dos temas geradores e onde as falas significativas são o determinante para a concepção dos conteúdos programáticos a serem desenvolvidos pela Escola. Essa proposta de desenvolvimento de uma concepção educativa apresenta pontos de apoio que permitem aos educadores da rede municipal o estabelecimento de uma identificação comprometida com os preceitos de uma educação popular, onde o sujeito de processo de construção do conhecimento não é o individuo, mas sim o coletivo que envolve o ambiente escolar.

Ao longo de mais de dez anos, o Projeto apresentou e apresenta elementos que são comuns aos processos de educação de jovens e adultos em outras instituições públicas. Tais instituições, da mesma forma que o município, orientam suas ações no sentido de promover uma educação de adultos baseada nos princípios da educação popular. Os avanços e as conquistas relacionadas com a EJA não são de exclusividade local, assim como os seus “entraves” também estão inseridos em um contexto de análise que não pode ser visto de maneira isolada. Durante este período percebemos que o Projeto Ceja conquistou significativos avanços, seja no que diz respeito ao desenvolvimento cognitivo dos alunos, seja na qualificação profissional dos educadores e na assunção do compromisso com a proposta do projeto por parte da Instituição mantenedora, que se dispõe e aumentar investimentos gravados em rubrica própria para a EJA.

Não podemos turvar os nossos olhares e esquecer que o Projeto está próximo do seu limite e que medidas que permitam “correção de rota” deverão ser implementadas no sentido de fortalecer um projeto de educação de jovens e adultos que se aproxime de uma situação mais real e concreta. Isso quer dizer que no momento, o Projeto Ceja sofre uma critica que orienta para um novo redesenho da sua proposta de intervenção educacional.

Os debates que se realizam no âmbito da rede municipal estão a indicar que a reformulação da proposta do Projeto Ceja é uma questão premente, pois, diversas questões relacionadas com o Projeto e sua execução não foram resolvidas ao longo deste período e continuam sendo freqüentes na execução anual da proposta do CEJA. Questões centrais como o alto índice de evasão escolar e a afirmação de uma proposta que vincule de maneira mais orgânica a relação dos estudantes do Projeto CEJA com as questões do mundo do trabalho, são pontos que tendem a serem revistos dentro da perspectiva de forjar uma proposta teórico-metodológica da Educação de Jovens e Adultos condizente com a realidade sem desvincular dos preceitos da educação libertadora proposta por Freire.

A iniciativa de repensar a proposta do Projeto tende a ser uma tentativa de evitar que a racionalidade da gestão pública considere o investimento realizado em educação apenas como despesa de custeio, onerosa para o erário público e justifique o que ocorreu nos últimos anos, com o fechamento de escolas que realizavam o Projeto CEJA17. Hoje, existe uma disposição institucional de fortalecer a Educação de Jovens e Adultos no âmbito do município, no entanto essa construção coletiva de uma nova proposta para o EJA a nível local está por ser elaborada e cobra o envolvimento da comunidade escolar na sua concepção. Neste processo de reflexão coletiva em busca de alternativas para a EJA no município, a participação cidadã é de suma importância na afirmação do desejo comunitário e coletivo, de uma educação alicerçada em referencias positivas, compromissadas com a transformação social.

Dentro das perspectivas de reformatação do Projeto de Educação de Jovens e Adultos no município de Esteio, uma discussão sobre o PROEJA FIC tem assumido um lugar de destaque nas articulações político institucionais no município, através da articulação entre o município e os IFETs na perspectiva de construção de propostas pedagógicas que contemplem os interesses de uma nova maneira de pensar e encarar os desafios de construir um processo educacional diferenciado e que produza efeitos significativos na relação entre os educadores e as questões relacionadas com o mundo do trabalho.

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Os desafios com relação ao PROEJA no município de Esteio estão apenas iniciando e se constituem como promissores, pois, neste caso, existe a proposta concreta de implementação e desperta, desde sua articulação inicial, questões que remetem a reflexões sobre a organização dos espaços, dos tempos e de pessoal das instituições para que ao acolher os cursos PROEJA, considere o universo de atuação dessas unidades de ensino e também a realidade de vida dos estudantes, oriundos de camadas populares da sociedade e que, portanto, tem direitos plenos a uma educação de qualidade.

O Proeja, embora não seja como se diz nos jargões populares: “o remédio para todos os males” tem a possibilidade de inaugurar um novo momento nas relações educacionais entre as instituições de ensino técnico federal e o ensino propedêutico que as redes públicas municipais vem desenvolvendo em programas de educação de jovens e adultos. Trata-se da possibilidade de colocar as excelentes capacidades técnicas que se acumulam nas instituições ao lado do esforço significativo realizado por diversas Secretarias Municipais de Educação e suas escolas na tentativa de oferecer reais possibilidades de qualificação profissional aos estudantes jovens e adultos.

3 CONCLUSÕES E PROPOSIÇÕES

Como se evidenciou anteriormente, a elaboração e a implementação de projetos de políticas públicas relacionados à educação de Jovens e Adultos, quando realizadas por instituições governamentais, representadas por agentes públicos sem vínculos locais oportuniza relações de dominação e subordinação. Estas relações assimétricas fazem com que os projetos sejam pouco eficientes e reveladores da precariedade dos processos de formação educacional nas comunidades e das políticas educacionais voltadas para a formação para o mundo do trabalho.

Por outro lado, a construção de projetos e políticas públicas que tem como foco a educação de jovens e adultos, a partir da ação de educadores e agentes públicos com significativa inserção e comprometimento social contribui para consolidar gestões democráticas nas comunidades, fortalecendo vínculos comunitários e formas associativas de organização que oportunizam o desenvolvimento de significativos processos de aprendizagem e estimula a organização coletiva.

Quanto aos limites, a análise realizada evidenciou que eles ocorrem devido aos efeitos políticos da ausência de competências para decodificar os códigos oficiais (legislação, construção de projetos, leitura do panorama político, entre outros), em função dos interesses externos que, por meio da ação dos diversos públicos, no processo de tradução dos interesses, se constituem como interesses da comunidade.

Hoje, a educação de jovens e adultos está numa “encruzilhada” (se é que já não está a bastante tempo). O fato é, que estão ocorrendo, no município, uma série de ações que envolvem projetos de educação de diversas origens, especialmente os “verticais” do Governo Federal (Proeja e Projovem) e que estão emulando um debate interessante sobre a importância da reestruturação das propostas de EJA de modo que venham garantir o acesso a uma educação e que contemple os interesses efetivos das comunidades locais. Além disso, devido ao avanço das propostas de democratização do acesso ao ensino, não se admite mais a implementação de propostas de educação Jovens e Adultos sem que se proceda a um intenso processo de debate junto à comunidade.

O PROEJA poderá vir a ser um lugar de significativa relevância no município desde que atendam de maneira efetiva os interesses da comunidade, não se constitua em uma política institucional que sirva apenas de trampolim para quadros políticos e partidários que procuram projeção política.

Embora não tenha sido possível, neste momento, implementar a proposta do projeto na Cidade de Esteio, não se desconhece a importância de movimentos como os que estão sendo realizados no sentido de fortalecimento de políticas institucionais no sentido de valorização da educação dos jovens e adultos. Os caminhos de uma efetiva transformação social devem trilhar nos rumos da educação, construindo um sólido pavimento no qual os pressupostos básicos de uma educação popular, baseado nas idéias de Freire, onde o diálogo e a ação-reflexão tenham lugar de destaque, contribuindo para que as injustiças sociais sejam minoradas.

REFERÊNCIAS

BASTOS, Saionara. Prefeitura Municipal de Esteio. Entrevista concedida. Entrevistador: Paulo Sérgio da Silva. Esteio, 2009. 1 DVD.

BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. PARECER CNE nº 11/2000 – CEB. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos. Brasília: 2000. Relator: Carlos Roberto Jamil Cury.

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BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. Programa de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos – PROEJA, e dá outras providências. Documento Base Ensino Fundamental. 2007.

CEJA. Regimento do Projeto. Secretaria Municipal de Educação de Esteio. Esteio. RS. Mimeo. 2006.

CURY, Carlos Roberto Jamil. Direito à educação: direito à igualdade, direito à diferença. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, n.116, p.245-262, jul. 2002.

DI PIERRO, Maria Clara; JOIA, Orlando; RIBEIRO, Vera Masagão. Visões da educação de jovens e adultos no Brasil. Cadernos Cedes, Campinas, v.21, n.55, nov. 2001.

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