6 Auditoria Ambiental
9 Programas de Gestão Ambiental .1 Programa de Gestão de Efluentes .1 Programa de Gestão de Efluentes
9.2 Programa de Gestão de Resíduos
9.2.3 Acções propostas e cronograma de implementação
A Tabela seguinte resume as acções de controlo e mitigação ambiental e o cronograma para a sua implementação.
Tabela 46 – Acções de Controlo e Mitigação Ambiental, descrição e cronograma de implementação do Programa de Gestão de Resíduos
ACÇÃO DE CONTROLO E
MITIGAÇÃO DESCRIÇÃO CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO
Efectuar inventário de resíduos
Efectuar o inventário de resíduos perigosos e não perigosos. o Deverá ser actualizado mensalmente. Efectuar a sua classificação de acordo com Decreto nº 13/2006.
ACÇÃO DE CONTROLO E
MITIGAÇÃO DESCRIÇÃO CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO
Definir volumes, origem e indicar armazenamento e destino final apropriado para cada tipo de resíduo, tendo em consideração as especificidades da região em causa no que concerne existência ou não de infra-estruturas r de eliminação e tratamento de resíduos.
Reduzir a produção de resíduos
Identificar e implementar alternativas de redução da produção de
resíduos. o Na implementação do Programa Manter uma boa organização do espaço nas áreas de trabalho,
incluindo as áreas de armazenamento de material. o Fases operação O local deve ser mantido limpo, asseado e arrumado.
Implementar rotinas diárias de limpeza. o Fases de e operação Assegurar que as quantidades de material de construção no local
são tão exactas quanto possível, para evitar excedentes que possam resultar em desperdícios de construção, em particular o material de vedação.
o Quando ocorram obras de construçaõ
Identificar resíduos que possam ser re-utilizar ou re-processados. o Fases de operação
Correcto acondicionamento de resíduos não-perigosos
Providenciar contentores de tamanho apropriado (100 ou 200L, de acordo com a quantidade de resíduos esperada) para a colocação dos resíduos nas diferentes zonas de trabalho. O acondicionamento deve ser realizado o mais perto possível do local de produção. Estes devem assegurar condições de higiene e estanquidade adequados.
o Na implementação do Programa
Fornecer diferentes contentores para cada tipo de resíduos. Os contentores devem estar devidamente identificados de acordo com a sua categorização e classificação, permitindo identificar claramente o seu conteúdo.
o Na implementação do Programa
O acondicionamento dos resíduos deve ser efectuado
convenientemente, não devendo estes ultrapassar as bordas dos contentores.
o Durante a fase de operação
Todos os resíduos produzidos devem ser separados de acordo com o seu tipo. A separação dos resíduos será primeiramente feita pelos trabalhadores.
o Diariamente
Os contentores devem ser diariamente despejados e os resíduos produzidos direccionados para a área de armazenamento temporário, sendo posteriormente conduzido para destino final.
o Diariamente
Correcto acondicionamento de
resíduos perigosos
Providenciar contentores para o acondicionamento de resíduos perigosos. Estes têm de ser hermeticamente selados (de modo a que o seu conteúdo não possa sair do seu interior sem que intencionalmente para tal se proceda) e ter dimensão apropriada. Os recipientes deverão ser em material apropriado de modo a não serem danificados pelo seu conteúdo e não se formarem substâncias prejudiciais ou perigosas. Estes devem assegurar condições de higiene e estanquidade adequados.
o Na implementação do Programa
Todos os resíduos produzidos deverão ser segregados de acordo como seu tipo (definido na lista de características do Anexo III do Decreto nº13/2006) e no correspondente recipiente.
o Diariamente
Manter os contentores fechados. o Diariamente Os resíduos perigosos não podem ser misturados com os outros
ACÇÃO DE CONTROLO E
MITIGAÇÃO DESCRIÇÃO CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO
A limpeza e remoção de resíduos dos tanques de
armazenamento e separadores de óleo, deve ser executada por um operador autorizado, garantindo a condução dos resíduos perigosos recolhidos a destino final adequado
Sempre que aplicável
Correcto armazenamento temporário de resíduos
Os resíduos não perigosos devem ser temporariamente armazenados, antes do destino final, numa única área a designar. Esta área deve estar delimitada e sinalizada (“Área de Armazenamento de Resíduos”). A área deve ter cobertura e chão impermeável (betão).
o Durante a fase de operação
Os resíduos inertes podem ser armazenados a céu aberto sem necessidade de impermeabilização do pavimento, numa área designada e delimitada.
o Durante a fase de operação
Os resíduos perigosos devem ser temporariamente armazenados numa única área a designar. Esta área deve estar delimitada e sinalizada (“Área de Armazenamento de Resíduos Perigosos”) e deve ter acesso restrito. Nesta área não poderão ser
armazenados outros tipos de resíduos. A sua localização deve estar indicada. A área deve ter cobertura e pavimento impermeável (betão) e incluir contenções secundárias.
o Durante a fase de operação
Manter uma boa organização do espaço e limpeza das áreas de
armazenamento dos resíduos. o Durante a fase de operação Manter registo da quantidade de resíduos produzidos. o Durante a fase de operação
Correcto destino final de resíduos não perigosos
O destino final e transporte dos resíduos são da responsabilidade
da entidade produtora. o Durante a fase de operação Os resíduos não perigosos, sem possibilidade de valorização,
deverão ter como destino final um aterro sanitário o Durante a fase de operação Os resíduos recicláveis deverão ser encaminhados para
valorização. o Durante a fase de operação Não é permitido enterrar ou despejar qualquer resíduo (incluindo
restos de vegetação) conforme estabelecido no Artigo 3 do Decreto 13/2006.
o Durante a fase de operação
Não é permitido queimar resíduos o Durante a fase de operação
O transporte de resíduos não perigosos deve ser efectuado em
veículo apropriado e em boas condições de operação. o Durante a fase de operação As operações de transferência de contentores de resíduos devem
ser feitas de forma segura: sem comprometer a sua segregação, não danificar os contentores, não ocorrerem vazamentos ou derramamentos e não originarem poeiras.
o Durante a fase de operação
Os resíduos não perigosos devem ser removidos semanalmente
da instalação o Durante a fase de operação
Correcto destino final de Resíduos Perigosos
O transporte de resíduos perigosos no exterior das instalações da entidade produtora apenas poderá ser efectuado por uma entidade licenciada pelo MITADER e deve obedecer às regras e procedimentos básicos estipulados no Decreto n.º 83/2014.
o Durante a fase de operação
No acto da recolha dos resíduos perigosos, deverá ser preenchido um manifesto, em quadruplicado, mencionando as quantidades, qualidade e destino dos resíduos recolhidos (de acordo com Anexo VII do Decreto nº13/2006), dos quais uma cópia deverá ser mantida pela entidade geradora de resíduos,
ACÇÃO DE CONTROLO E
MITIGAÇÃO DESCRIÇÃO CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO
outra cópia pela entidade transportadora de resíduos, a terceira cópia a ser mantida pelo destinatário do produto e a quarta enviada ao MITADER.
A deposição final dos resíduos perigosos deverá ser efectuada em infra-estrutura licenciada ou autorizada pelo MITADER para a armazenagem, tratamento ou disposição final de resíduos perigosos.
o Durante a fase de operação
Qualquer detentor de resíduos perigosos, que não realize a título pessoal as operações de eliminação, confiará obrigatoriamente, a sua realização a um serviço de recolha privado que efectue as operações, desde que devidamente licenciado pelo MITADER para o exercício das actividades.
o Durante a fase de operação
Correcto manuseamento de resíduos perigosos
No manuseamento, separação, armazenamento e transporte interno de resíduos perigosos deve ser utilizado equipamento de segurança apropriado.
o Na implementação do Programa
Fornecer equipamento de segurança para os trabalhadores responsáveis pelo manuseamento de resíduos perigosos(fatos de trabalho, luvas, botas e máscaras faciais).
o Na implementação do Programa
Treinamento dos trabalhadores responsáveis pelo manuseamento de resíduos perigosos para a correcta
segregação, manuseamento e transporte de resíduos perigosos. Sensibilização para o uso do equipamento de protecção individual.
o Na implementação do Programa
Formação dos trabalhadores
Sensibilização de todos os trabalhadores para a necessidade de reduzir ao máximo a produção de resíduos, devendo ser limitada, sempre que possível, a utilização de produtos descartáveis (como pratos ou copos de papel ou plásticos, produtos com material de embalagem em excesso), devendo antes ser promovida a utilização de produtos reutilizáveis.
o Na contratação de trabalhadores e sempre que justificável
Capacitação de todos os trabalhadores para a correcta classificação, segregação e manuseamento de resíduos, incluindo resíduos recicláveis e reutilizáveis e resíduos perigosos.
o Na contratação de trabalhadores e sempre que justificável Sensibilizar os trabalhadores para o uso do equipamento de
protecção individual necessário para o manuseamento de resíduos perigosos.
o Na contratação de trabalhadores e sempre que justificável