2. Caso de estudo nº1 – Fracção de Habitação Multifamiliar
2.4. Localização em Bragança
2.4.5. Alterações efectuadas para verificar o regulamento
Seguidamente, é efectuada a aná necessidades de aquecimento
Figura
Como se pode analisar a partir
por isso uma alteração em cada uma das perdas fará com que a fracção verifique o regulamento. Contudo, como se verá mais à frente por vezes pode ser difícil alterar todas as perdas do mesmo modo e
Alterações na:
Envolvente Exterior
Tabela 28 Envolvente exteriores (Bragança)
Descrição U original
Paredes Duplas 0.57
Pilar e Talão 1.12
Envolvente interior
Tabela 29 Envolvente interior (Bragança)
Descrição U original
Pavimento 0.70 Incremento da espessura
que essas alterações também terão influência nas outras necessidades tal como ver
.5.Alterações efectuadas para verificar o regulamento
Seguidamente, é efectuada a análise às perdas térmicas pela envolvente d necessidades de aquecimento.
Figura 9 - Perdas térmicas pela envolvente
Como se pode analisar a partir da figura, o peso está mais ou menos equilibrado, por isso uma alteração em cada uma das perdas fará com que a fracção verifique o como se verá mais à frente por vezes pode ser difícil alterar todas do mesmo modo e, por isso, poderão existir algumas assimetrias.
Envolvente Exterior
Envolvente exteriores (Bragança)
Alterações
Incremento da espessura do isolamento de 3 cm para 6 c
Incremento da espessura do isolamento de 2 cm para 3 c
Envolvente interior
Envolvente interior (Bragança)
Alterações
Incremento da espessura do isolamento de 4 cm para 6 cm
que essas alterações também terão influência nas outras necessidades tal como ver-se-á
pela envolvente das
o peso está mais ou menos equilibrado, por isso uma alteração em cada uma das perdas fará com que a fracção verifique o como se verá mais à frente por vezes pode ser difícil alterar todas
existir algumas assimetrias.
U novo
isolamento de 3 cm para 6 cm 0.41
do isolamento de 2 cm para 3 cm 0.88
U novo
Vãos envidraçados
Tabela 30 Vãos envidraçados (Bragança)
Descrição U original Alterações U novo
VP-SE 4.5 Janela de correr, vidro duplo incolor de 6 mm e 4 mm, lâmina de
ar com 6 mm de espessura, estores exteriores e cortinas interiores 3.1
A alteração foi implementada com a ajuda do ITE 50.
A alteração do coeficiente de transmissão térmica dos envidraçados também implicou a alteração dos factores solares dos envidraçados, como está descrito nas alterações.
Renovação de Ar
Tabela 31 Renovação de Ar (Ventilação Natural) - Bragança
Descrição Rph Alterações Rph
VP-SE e VJ-1 NE 0.94 Dispositivo de admissão de fachada 0.85
De seguida serão apresentados os resultados finais de cada uma das necessidades calculadas
Tabela 32 Resultados depois das alterações (Bragança)
Descrição Total Unidades
Nic 137.1 [kWh/m2.ano] Ni 138.4 Nvc 2.3 Nv 18 Na 44.2 Nac 11.6 Ntc8 2.0 2.4 [kgep/m2.ano] Nt 7.4
Nota: cálculos detalhados em anexo caso 1 (em CD).
Pela análise da tabela 32 observa-se que o valor de Ni é superior ao de Nic. Logo, pode concluir-se que a fracção verifica o regulamento na estação de aquecimento.
De seguida será apresentada uma figura onde se poderá perceber que parâmetros foram alterados para que a fracção verificasse o regulamento relativamente à estação de aquecimento.
Figura
Pela análise da figura consegue
foram os parâmetros que tiveram maiores alterações, isto por serem parâmetros de grande influência no resultado final e também por serem mais fáceis de implementa fracção.
A alteração dos vãos envidraçados e/ou renovação de ar são parâmetros que requereriam custos enormes (neste trabalho
necessário certificação.
De seguida, é apresentada a figura com a influência das alterações implementadas relativamente às necessidades de aquecimento, arrefecimento e AQS.
Pela análise da figura
implementadas para que a fracção autónoma ve aquecimento. Como já referido anteriormente
necessidades de aquecimento em relação às outras necessidades
A influência das alterações nas outras necessidades é quase imperceptível ou até mesmo nenhuma, como no caso das necessidades de AQS.
Figura 10 - Influência das perdas térmicas pela envolvente
análise da figura consegue-se perceber que a envolvente exterior e interior foram os parâmetros que tiveram maiores alterações, isto por serem parâmetros de grande influência no resultado final e também por serem mais fáceis de implementa
A alteração dos vãos envidraçados e/ou renovação de ar são parâmetros que enormes (neste trabalho, este factor não é estudado), isto porque é
é apresentada a figura com a influência das alterações relativamente às necessidades de aquecimento, arrefecimento e AQS. Pela análise da figura seguinte compreende-se a influência das alterações
para que a fracção autónoma verificasse o RCCTE na estação de aquecimento. Como já referido anteriormente, nota-se a preponderância que tê necessidades de aquecimento em relação às outras necessidades.
A influência das alterações nas outras necessidades é quase imperceptível ou até como no caso das necessidades de AQS.
vente
perceber que a envolvente exterior e interior foram os parâmetros que tiveram maiores alterações, isto por serem parâmetros de grande influência no resultado final e também por serem mais fáceis de implementar na
A alteração dos vãos envidraçados e/ou renovação de ar são parâmetros que este factor não é estudado), isto porque é
é apresentada a figura com a influência das alterações relativamente às necessidades de aquecimento, arrefecimento e AQS.
se a influência das alterações rificasse o RCCTE na estação de se a preponderância que têm as
2.4.5.Classe Energética
Os equipamentos seleccionados para o sistema de aquecimento foram dois: uma bomba de calor e uma caldeira a combustível gas
características diversas e neste ponto estudar caso.
Sistema de Aquecimento Bomba de Calor
Quanto à classe energética da fracção autónoma depois da verificação do regulamento obteve-se a seguinte classificação:
Tabela 33 Análise da classe energética de Bragança após verificação do RCCTE
Descrição
Sistema de AQS η0 a1
Bragança 78.9% 6.5 Nota: cálculos detalhados em anexo
Neste caso se continua
alterar a envolvente ou os equipamentos de forma a conseguir a classe energética A+ Ao analisar a tabela 33,
energética, verifica-se que sistema de AQS. Será portanto pretendido.
As soluções adoptadas para que a classe energética fosse A+ são descritas na tabela a baixo:
Figura 11 - Energia Útil
Os equipamentos seleccionados para o sistema de aquecimento foram dois: uma bomba de calor e uma caldeira a combustível gasoso. Os dois equipamentos têm características diversas e neste ponto estudar-se-á qual será o mais apropriado para o
Sistema de Aquecimento Bomba de Calor
Quanto à classe energética da fracção autónoma depois da verificação do a seguinte classificação:
Análise da classe energética de Bragança após verificação do RCCTE
Sistema Aquecimento Eficiência (COP) Sistema Arrefecimento Eficiência (COP) Ntc/Nt 4 3 27.38%
cálculos detalhados em anexo caso 1 (em CD)
se continua a não conseguir o objectivo pretendido,
alterar a envolvente ou os equipamentos de forma a conseguir a classe energética A+ tabela 33, dos três equipamentos que influenciam a classe se que o único que possui alguma margem de melhoramento é o sistema de AQS. Será portanto este, o primeiro ponto de partida para se conseguir o
As soluções adoptadas para que a classe energética fosse A+ são descritas na Os equipamentos seleccionados para o sistema de aquecimento foram dois: uma oso. Os dois equipamentos têm á qual será o mais apropriado para o
Quanto à classe energética da fracção autónoma depois da verificação do
Ntc/Nt Classe Energética
27.38% A
a não conseguir o objectivo pretendido, logo ter-se-á de alterar a envolvente ou os equipamentos de forma a conseguir a classe energética A+
influenciam a classe o único que possui alguma margem de melhoramento é o para se conseguir o
Tabela 34 Classe Energética A+ (Bragança) Descrição Sistema de AQS η0 a1 Bragança 78.4% 4.7 Nota: cálculos detalhados em anexo
Na tabela seguinte é comparado o colector solar do caso base (eficiência média) com o colector solar (eficiência elevada)
Tabela 35 Alterações no parâmetro Nac
Descrição η0 a1
De seguida é apresentado uma figura onde se
às necessidades de energia primária entre as várias situações em estudo.
Nesta figura é perceptível a influência de todas as alterações nesta zona climática. Se nenhuma alteração fosse
o edifício com a classe energética A útil. 1.6 1.8 2.0 2.2 Caso Base
Classe Energética A+ (Bragança)
Sistema Aquecimento Eficiência (COP) Sistema Arrefecimento Eficiência (COP) Ntc/Nt 4 3 23.59%
cálculos detalhados em anexo caso 1 (em CD)
Na tabela seguinte é comparado o colector solar do caso base (eficiência média) com o colector solar (eficiência elevada).
Alterações no parâmetro Nac
Classe Energética
Base Melhorado
78.9% 78.4%
6.5 4.7
De seguida é apresentado uma figura onde se visualiza a diferença relativamente às necessidades de energia primária entre as várias situações em estudo.
Figura 12 Energia Primária [kgep/m2.ano]
Nesta figura é perceptível a influência de todas as alterações e nenhuma alteração fosse implementada, isto é, o edifício com a classe energética A, estava-se a desperdiçar cerca de
Caso Base Verificação do RCCTE Classe Energética A+
Energia Primária
redução de 10% Ntc/Nt Classe Energética 23.59% A+Na tabela seguinte é comparado o colector solar do caso base (eficiência média)
Melhorado
78.4% 4.7
a diferença relativamente
Nesta figura é perceptível a influência de todas as alterações implementadas , isto é, se se mantivesse se a desperdiçar cerca de 10% de energia
Sistema de Aquecimento Caldeira a combustível gasoso
De seguida averigua-se nesta zona climática de Portugal a que classe energética corresponde este edifício.
Tabela 36 Análise da classe energética de Bragança
Descrição Sistema de AQS Sistema Aquecimento Eficiência (rendimento) Sistema Arrefecimento Eficiência (COP) Ntc/Nt Classe Energética η0 a1 Bragança 78.9% 6.5 87% 3 32.28% A
Nota: cálculos detalhados em anexo caso 1 (em CD)
Neste caso se continua a não conseguir o objectivo pretendido, logo ter-se-á de alterar a envolvente ou os equipamentos de forma a conseguir a classe energética A+
Ao analisar a tabela 36, dos três equipamentos que influenciam a classe energética, verifica-se que o único que possui alguma margem de melhoramento é o sistema de AQS. Será portanto este, o primeiro ponto de partida para se conseguir o pretendido.
As soluções adoptadas para que a classe energética fosse A+ são descritas na tabela a baixo:
Tabela 37 Classe Energética (Bragança)
Descrição Sistema de AQS Sistema Aquecimento Eficiência (rendimento) Sistema Arrefecimento Eficiência (COP) Ntc/Nt Classe Energética η0 a1 Bragança 78.4% 2.8 87% 3 28.52% A
Nota: cálculos detalhados em anexo caso 1 (em CD)
A utilização de uma caldeira para o sistema de aquecimento, em detrimento da utilização da bomba de calor, não apresenta viabilidade nesta zona climática pois a classificação energética é inferior à pretendida, que seria A+.