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Talomo,naseção anterior, tratamosdoasodafatoraçãode

S k (σ)

para parâmetro

a

geral,

estando ada fator relaionado om uma lasse de órbitas (lasse

D

,

N

ou

C

), apresentamos nesta seçãodoisoutrosresultados genériosarespeitodosamalgamamentos edosordenamentos

orbitais.

Mostramos anteriormente que para

a = 6

todas as seis órbitas de período

5

possuíam um

ordenamento

2D

dado por:

O D 5 =

z y x y z

z z y x y

,

(2.30)

onde

x

,

y

,e

z

sãoraízesdospolinmios

X, Y, Z

denidosnoamalgamamento naEq.(1.29). Este mesmoordenamento ontinuaválidoparavaloresarbitrários doparâmetro

a

,sendoagorafatores

do amalgamamento dadospor

A 5 (x) =

6

Y

i=1

P 5 (a, b, x; σ i ) = X 5 (x) Y 5 2 (x) Z 5 2 (x),

(2.31)

onde

X 5 ≡ X 5 (x, a) = x 6 − 2 x 5 − (3 a − 4) x 4 + 4 ax 3 + 3 a 2 − 12 a − 4 x 2

− 2 a 2 − 4 a − 4

x − a 3 + 8 a 2 − 12 a − 8,

(2.32)

Y 5 ≡ Y 5 (x, a) = x 6 − 2 x 5 − (3 a − 2) x 4 + 2 (2 a + 1) x 3 + 3 a 2 − 4 a − 3

x 2

− 2 a (a + 1) x − a 3 + 2 a 2 + 3 a + 1,

(2.33)

Z 5 ≡ Z 5 (x, a) = x 6 + 2 x 5 − (3 a − 2) x 4 − 2 (2 a − 1) x 3 + (3 a − 1) (a − 1) x 2

+2 a (a − 1) x − a 3 + 2 a 2 − a − 1.

(2.34)

Para

a = 6

estespolinmiosoinidem omosdasEqs.(1.30)-(1.32), omoerade seesperar.

Os disriminantes em relação a

x

dos polinmios

X 5 , Y 5 , Z 5

estão relaionados entre si, de maneira queo disriminante de

Y 5

e

Z 5

é o mesmo, sendodado por:

5,1 = 64(16a 2 − 28a − 19)(16a 5 − 108a 4 + 105a 3 + 27a 2 − 97a − 47),

(2.35)

enquanto que para

X 5

temos, omo antes,

5,2 = 2 125,1

. As três soluções reais de

5,1 = 0

são os pontos de bifuração de dobra onde as seisórbitas de período

6

nasem aos pares, dois

destespontos

(a = − 0.522542 . . . , a = 2.27254 . . . )

raízesdo fatorquadrátio,e otereiro ponto

(a = 5.5517014 . . . )

raiz do fatorquíntio.

Umamaneira fáil erápida de fazermosa veriação doordenamento (2.30) aima é

enon-trandotransformaçõesalgébrias

T (x)

quetransformemumpolinmiodoonjunto

{ X 5 , Y 5 , Z 5 }

emoutroexistentenessemesmoonjunto,istoé,porexemplo,umatransformação

T (x)

apliada

a adaumadasraízesde

X 5 = 0

nosresulta adaumadasraízesde

Y 5 = 0

,tais transformações sãohamadas de transformaçõesde Tshirnhaus.

As transformações que levam

Z 5

em

X 5

e

Y 5

são dadas respetivamente pela primeira e segundaiteradadopar

(x, y)

=

(x, x)

(pontosobrea diagonal),enquantoqueastransformações que levam

X 5

em

Y 5

e

Z 5

são dadas respetivamente pela primeira e segunda iterada do par

(x, y)

=

(x, (a − x 2 )/2)

(ponto sobre a parábola de simetria). Note que a primeira iterada de

(x, (a − x 2 )/2)

resulta em

((a − x 2 )/2, x)

(que é a segunda parábola de simetria). O resumo

ompleto dastransformaçõesde Tshirnhaus é dado na tabela 2.5.

Assimomomostradonaseçãoanteriorparaoperíodo

5

paraoperíodo

6

tambémépossivel

onsiderarmos osamalgamamentos paraparâmetro

a

geral,sendo queparaalasse

N

temos:

A N 6 (x) =

5

Y

i=1

P 6 (a, x; σ i ) = X(x) Y (x) 2

(2.36)

X 6 = x 10 + 2 x 9 + ( − 5 a + 2) x 8 − 8 (a − 1) x 7 + 2 5 a 2 − 8 a + 6

x 6 + 4 3 a 2 − 10 a + 2 x 5

− 2 (a − 2) 5 a 2 − 8 a + 2

x 4 − 8 a (a − 1) (a − 6) x 3 + 5 a 4 − 32 a 3 + 52 a 2 − 64 a − 16

x 2 +2 a 4 − 12 a 3 + 36 a 2 − 16 a − 16

x − 32 + 24 a 2 − 16 a − a 5 + 10 a 4 − 28 a 3 Y 6 = x 10 − (5 a + 1) x 8 + 4 x 7 + 10 a 2 + 1

x 6 − 4 (3 a + 1) x 5 − 10 a 3 − 6 a 2 − a − 1

x 4

Tabela2.5: Transformações

T

de Tshirnhaus quetransformamo polinmio

p 1

em

p 2

.

p 1 p 2 T

Z 5 Y 5 T 1 = a − x 2 − x X 5 T 2 = a − (a − x 2 − x) 2 − x

Y 5 T 3 = a − T 2 2 − T 1 Z 5 T 4 = a − T 3 2 − T 2 X 5 Y 5 t 1 = a − x 2 − ((a − x 2 )/2)

Z 5 t 2 = a − [a − x 2 − ((a − x 2 )/2)] 2 − x Y 5 t 3 = a − t 2 2 − t 1

Y 5 t 4 = a − t 2 3 − t 2 X 5 t 5 = a − t 2 4 − t 3

Tabela 2.6: Transformações

T

de Tshirnhaus que transformam o polinmio

p 1

em

p 2

, para o

aso dasequaçõesque denemasórbitas nalasse

N

.

p 1 p 2 T

X 6 Y 6 t 1 = a − x 2 − ((a − x 2 )/2) Y 6 t 2 = a − [a − x 2 − ((a − x 2 )/2)] 2 − x X 6 t 3 = a − t 2 2 − t 1

Y 6 t 4 = a − t 2 3 − t 2

Y 6 t 5 = a − t 2 4 − t 3

+4 3 a 2 + 2 a + 1

x 3 + 5 a 4 − 8 a 3 − 5 a 2 − 2 a − 1

x 2 − 4 a 2 + a + 1 ax

+a + 1 + 3 a 3 + a 2 − a 5 + 3 a 4 .

(2.37)

Astransformações deTshirnhaus querelaionam estes polinmiossãodadas natabela 2.6.

A partirdo onjunto de polinmiosque dene o amalgamamento

A N 6

podemos então

deter-minaroordenamentoalgébriogeral,

O 6 N

,paraqualquervalordeparâmetro

a

paraórbitaslasse

N

,sendoeste dado por

O N 6 =

x i y i y j x j y j y i y i x i y i y j x j y j

,

(2.38)

onde

{ x i , x j }

e

{ y i , y j }

representam raízesdiferentesde

X 6

e

Y 6

respetivamente.

Ummesmoordenamento geral pode serfeito para asórbitasde lasse

D

,neste asoo

amal-gamamento geral é dado por:

A D 6 (x) =

2

Y

i=1

P 6 (a, x; σ i ) = Z 6 (x) 2 U 6 (x) 2 ,

Z 6 = x 2 − a − 1,

U 6 = x 4 + 2 x 3 − (2 a − 1) x 2 − 2 xa + a 2 − 1 − a.

Atabela 2.7mostraastransformaçõesque onetamasraízesdestespolinmios.

Oordenamento algébrio geralpara estalasseé entãodado por:

O D 6 =

u i z i u j u j z j u i

u i u i z i u j u j z j

,

Tabela2.7: TransformaçõesdeTshirnhaus (

T (x)

) quetransformamopolinmio

p 1

em

p 2

,para

o asodasequaçõesquedenem asórbitasde período 6na lasse

D

p 1 p 2 T

U 6 Z 6 2 T 1 = a − x 2 − x U 6 T 2 = a − (a − x 2 − x) 2 − x U 6 T 3 = a − T 2 2 − T 1 Z 6 2 T 4 = a − T 3 2 − T 2

U 6 T 5 = a − T 4 2 − T 3

onde a notaçãoé análoga aoaso anterior.

Umfatomarantequepodemosnotardastabelasdetransformaçõesparaalasse

N

e

D

para

o aso do período

6

, é que em ada aso somente é possivel onsiderar uma tranformação por lasse, isto é ospolinmios referentesaos amalgamamentos das órbitas de lasse

N

são obtidos

somentepelaiteraçãodo pontosobre aparábola

(x, y)

=

(x, (a − x 2 )/2)

, paraospolinmios

referentesaosalmalgamamentos dasórbitasdelasse

D

somentepodemosgerar umpolinmio

a partirde outropelaiteraçãodo ponto sobre adiagonal

(x, y)

=

(x, x)

.

Veriamosaquiumontrasteinteressanteentreasórbitasdelasse

D

deperíodoímpareas

órbitasde lasse

D

deperíodo par. Noprimeiro asoexistemduas maneirasdiferentesdeobter

os polinmios: pelas transformações oriundas das iterações de um ponto na diagonal, e pelas

transformações oriundas de pontos sobrea parábola. Já no aso de órbitaslasse

D

de período

par, a obtenção dos polinmios não pode ser feita onsiderando as iterações do ponto sobre a

parábola.

Mostramosnatabela2.8osresultados paraosamalgamamentosatéoperíodo

11

que

obtive-mos,nestatabelaindiamosograualgébriodospolinmiosonstituintesdeada amalgamação

omo índie. Os polinmios, porserem muitoextensos, sãodadosnoapêndie C.

Tabela 2.8: Resumo dos amalgamamentos. Os subíndies em

X

,

Y

,

Z

,

U

,

V

e

W

indiam o grau

em

x

do polinmio.

k N D

1

-

Z 2

2 X 2

-3

-

Y 2 Z 2 2

4 X 4 Y 2 2 Z 2 2 5

-

X 6 Y 6 2 Z 6 2 6 X 10 Y 10 2 Z 2 2 U 4 2 7

-

X 14 Y 14 2 Z 14 2 U 14 2 8 X 24 Y 24 2 Z 12 2 U 12 2 V 12 2 9

-

X 28 Y 28 2 Z 28 2 U 28 2 V 28 2 10 X 54 Y 54 2 Z 54 2 U 12 2 V 24 2 W 24 2 11

-

X 62 Y 62 2 Z 62 2 U 62 2 V 62 2 W 62 2

A tabela2.9 mostraum resumodosordenamentos algébrios onseguidos via os

amalgama-mentosgeraisapresentados natabela 2.8.

Oresumodosordenamentosorbitais algébrios, apresentados natabela2.9, ilustraa relação

Tabela 2.9: Ordenamentos orbitais e lasses auto-simétrias para períodos

3 ≤ k ≤ 11

. Índies

diferentes deumamesma variável denotamdiferentes raízesde ummesmopolinmio

k N D

1

x x

2

x y y x

3

z y z z z y

4

x i y i x j y i y i x i y i x j

z i z j z j z i z i z i z j z j

5

z y x y z z z y x y

6

x i y i y j x j y j y i y i x i y i y j x j y j

u i z i u j u j z i u i u i u i z i u j u j z i

7

z y u x u y z z z y u x u y

8

x i y i z i y j x j y j z i y i y i x i y i z i y j x j y j z i

u i v i v j u j u j v j v i u i u i u i v i v j u j u j v j v i

9

z y u v x v u y z z z y u v x v u y

10

x i y i z i z j y j x j y j z j z i y i y i x i y i z i z j y j x j y j z j z i

v i w i u i w j v j v j w j u i w i v i v i v i w i u i w j v j v j w j u i w i

11

z y u v w x w v u y z z z y u v w x w v u y

mesma lasse, omo por exemplo as órbitas na lasse

D

para períodos ímpares, todos estes

ordenamentos tem araterístias similares ás enontradas para o período

5

a saber: (1) os

pontos nadiagonal sãoraízesde umuniopolinmio

Z(x)

e (2)os demaispontosda órbita são

onstituídosde umaúniaraizporpolinmio,oquenãoaonteeomosperíodospares ondeas

órbitas, de lasse

D

ou de lasse

N

são onstituídas de mais de uma raiz por polinmio, o que podemosverna tabela2.9pelapresença de índiesdiferentes.

Mandelbrot sem Pontos Crítios

Neste apítulo, após rever oneitos básios assoiados ao famoso onjunto de Mandelbrot,

mostramos que tal onjuntoorresponde a uma situação limite de um aso bem mais geral

desoberto por nós. Tal aso geral é de muita importânia em físia e mostra que, por

exemplo, osdiagramas de fase,além das fasesusuais obtidas lassiando-seassoluções no

plano real, podem onter innitas fases adiionais totalmente novas, advindas de soluções

estáveis no plano omplexo. Enquanto o ponto have da dinâmia no domínio omplexo

nos últimos 25 anos tem sido oestudo dos pontosrítios, mostramos quea situação mais

geralapresentaosfenmenosonheidosemuitomais, naausêniatotalde pontosrítios.

Alguns dosresultadosprinipais deste apítuloforampubliados naRef. [75 ℄.

3.1 Dinâmia no plano omplexo: O onjunto de Mandelbrot

Um aspeto de grande impato gerado pelo estudo moderno da dinâmia não-linear foi a

perepção da presença quase queuniversal de araterístias que estão direta ou indiretamente

relaionadas om o oneito de dimensão fratal que arateriza a estrutura de onjuntos de

pontosnoespaçode fasedossistemasfísios. Por exemplo,o onjunto dasondiçõesiniiaisque

dão origem a trajetórias que onvergem assintótiamente para um mesmo atrator onstituem

umonjuntobemdeterminado, onheidopelonomede baia deatração doatratoremquestão.

Como umfatoquesedimentou-se na déadade 1980, foia observação empíria que, ommuita

freqüênia,asfronteiras detaisbaiasdeatraçãopodemserobjetosextremamenteompliados,

araterizados por dimensões ujosvaloressão números nãointeiros, quederam origem ao

on-eito dedimensãofratal. Como ébemsabido,talfatotemmuitoimpatoemtodosfenmemos

naturais que envolvem modelos matemátios não-lineares na suadesrição teória. A literatura

produzidanosúltimos25anossobreesteassunto éextremamentevolumosaemtodososampos

da iênia[57 ℄.

Grande partedo onheimento adquirido sobre fratalidade,dimensões, entropias, dinâmia

simbólia,et,provém, grossomodo,doestudodadinâmiadaversãoparaoplanoomplexodo

mapa quadrátioou, nodialeto matemátio, dafamília quadrátia seguinte

z t+1 = Q c (z) ≡ c − z 2 t ,

(3.1)

onde

c = a + ib

éo parâmetro omplexo e

z t = x t + i ξ t

éa variável omplexa.

Como é fáil veriar, a dinâmia disreta em uma variável omplexa é equivalente a uma

lasse restrita de mapas bidimensionais envolvendo duas variáveis reaise duas funçõesque

pre-isam obedeer asondições de Cauhy-Riemann. Mas estasondições não sãorequeridas para

sistemasdinâmios bidimensionaisgenériosusualmente usadosomomodelosdefenmenos

na-turais[58 ℄. Noaso domapa 3.1,o sistemabidimensional equivalenteé dado por,

x t+1 = a − x 2 t + ξ 2 t ,

-0.5 a 1.5 -1.0

1.0

b 1 2 4

4

4

3

3

5

5 5

5

6

6 6

6 6

6

-0.5 a 1.5

-1.0 1.0

b

Figura3.1: OonjuntodeMandelbrot. Coresdiferentesdenotamregiõesdoespaçodeparâmetros

onde órbitas de períodos diferentes são estáveis. Indiamos om números algumas das regiões

maiores, orrespondentesa períodosmaisbaixos

ξ t+1 = b − 2x t ξ t .

(3.2)

O subonjunto do espaço de parâmetros

c

do mapa3.1, ou equivalentemente para o mapa 3.2, paraosquaisnãohádivergêniaapósumnúmero innito deiteraçõesdo ponto rítio

z = 0

do

mapa, éhamadodeonjuntodeMandelbrot

M

. Dene-sematemátiamentetalonjunto omo

M = { c | lim n →∞ Q n c (0) 9 ∞}

onde

z = 0

éo ponto rítio domapade

Q c (z)

e

Q n c (z)

denotaa

n

-ésima omposição domapaom elepróprio[76 , 77℄. Mostramos oonjunto de Mandelbrotna

gura3.1.

Devidoaoseuformato,oonjuntodeMandelbrotémuitasvezeshamadodeatus,sendoseu

orpoprinipal, queompreende a região de estabilidadede movimentos deperíodo

1

,limitado

pelasuperfíiealgébria dada por:

256 b 4 + 32 − 3 + 16 a 2

b 2 + 256 a 4 − 3 − 32 a − 96 a 2 = 0.

(3.3)

Embora, omo já menionado, esta dinâmia omplexa ser própria de uma lasse partiular de

sistemas multimensionais, é possível ver suadinâmia emexperimentos de laboratório, omo o

feitoporIsaevaetal.[80 ℄,queonstruiramumsistemaeletrnio baseadoemumaredeniçãodo

mapa 3.2,redenição estaque seonstitui namudança de variáveis dada por

X = x + βy; Y = x − βy,

(3.4a)

A = a + βb; B = a − βb,

(3.4b)

onde

β

é uma onstante arbitrária diferente de zero. Esta simples mudança de variáveis

trans-forma omapa daEq. (3.2) em

X t+1 = A − X t 2 + ǫ(X t − Y t ) 2

(3.5)

Y t+1 = B − Y t 2 + ǫ(X t − Y t ) 2 ,

(3.6)

onde

ǫ = 1 + β 2

2 .

(3.7)

O mapa da Eq. (3.6), pode ser interpretado omo dois mapas quadrátios distintos aoplados,

sendo

ǫ

oparâmetrodeaoplamento. Notequeapesardeserpossívelumainteressante represen-taçãobidimensional da famíliaquadrátia Eq.(3.2), osparâmetros

A, B, ǫ

da representaçãonão podemseresolhidossimultaneamentedemodo arbitrário,devido àsrelaçõesqueos

interone-tam.

O que faremos neste apítulo é analisar a dinâmia omplexa para um aso mais rio, e

om uma sobreposição maiorom a dinâmia real. Até aqui, a imensa literatura sobre o mapa

quadrátio estuda sua dinâmia sob dois pontos de vista extremos. Os ientistas que usam o

mapa para expliar fenmenos naturais ostumam onsiderar situações envolvendo variáveis e

parâmetros nodomínio real. Já os trabalhosde unho matemátio sãobaseados, quase

invaria-velmente, apenas no domíniode variáveis e parâmetros omplexos. Neste apítulo estudaremos

uma situaçãointermediária queserve de ponte entre osdoisasos extremos menionados.

Con-sideraremos os parâmetros de ontrole omo sendo reais, porém permitiremos que o espaço de

faseseja omplexo.

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