UNCISAL - Universidade Estadual de
Ciências da Saúde de Alagoas
A REITORA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE ALAGOAS – UNCISAL DESPACHOU EM DATA DE 27/04/2017 OS SEGUINTES PROCESSOS:
PROC: 41010-8705/2014 – INT: ETSAL – ASS: AQUISIÇÃO DE MATERIAL – DESP: Acolho o entendimento posto no PARECER-COJUR/UNCISAL N° 94/2017, pelas razões nele contidas.
PROC: 41010-5610/2017 – INT: COSEAD/UNCISAL – ASS: PAGAMENTO À EMPRESA VAP – DESP: Acolho o entendimento posto no DESPACHO-COJUR/ UNCISAL N° 169/2017, pelas razões nele contidas.
PROC: 41010-5630/2017 – INT: COSEAD/UNCISAL – ASS: PAGAMENTO À EMPRESA EMBRATER – DESP: Acolho o entendimento posto no DESPACHO-COJUR/UNCISAL N° 171/2017, pelas razões nele contidas.
PROC: 41010-5696/2017 – INT: COSEAD/UNCISAL – ASS: PAGAMENTO À EMPRESA VAP – DESP: Acolho o entendimento posto no DESPACHO-COJUR/ UNCISAL N° 168/2017, pelas razões nele contidas.
PROC: 41010-6571/2017 – INT: SULOG/UNCISAL – ASS: INFORMAÇÕES ACERCA DE PUBLICAÇÕES – DESP: Acolho o entendimento posto no DESPACHO-COJUR/UNCISAL N° 175/2017, pelas razões nele contidas. PROC: 41010-5827/2017 – INT: SEARQ/UNCISAL – ASS: PRORROGAÇÃO DE VIGÊNCIA DE CONTRATO DE OBRA – DESP: Acolho o entendimento posto no PARECER-COJUR/UNCISAL N° 93/2017, pelas razões nele contidas. PROC: 41010-7973/2016 – INT: PROENGE CONSTRUÇÕES LTDA – ASS: REAJUSTAMENTO DE PREÇOS – DESP: Acolho o entendimento posto no DESPACHO-COJUR/UNCISAL N° 185/2017, pelas razões nele contidas. UNCISAL, em Maceió (AL), 27 de abril de 2017.
Profa. Dra. Rozangela Maria de Almeida Fernandes Wyszomirska Reitora/Uncisal
HOMOLOGAÇÃO
Homologo em face do que consta e foi proposto no processo administrativo Nº 41010-1588/2016 pela Pregoeira Marcelle Mariza da Mota Souza da Agência de Modernização da Gestão de Processos – AMGESP, em conformidade com a Emenda Constitucional n. 37/2010 e em conformidade com o que preceitua a Lei 10.520 de 17.07.2002 e o Art. 7º inciso II do Decreto Estadual nº. 1.424 de 22.08.2003, bem como o cumprimento do Edital, e com a competência estabelecida no Ato Governamental de nomeação da Magnífica Reitora, através do Decreto Governamental publicado no Diário Oficial do Estado de Alagoas em 18 de outubro de 2013 e com fulcro na Lei Delegada n° 44 de 08 de abril de 2011, licitação modalidade Pregão Eletrônico nº AMGESP-11.049/2017, que trata de aquisição de alimentos destinado a Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas. EMPRESAS:
PORTAL COMÉRCIO DE ALIMENTOS LTDA-EPP CNPJ: 21.883.765/0001-97
MARIO BUARQUE ALMEIDA – ME CNPJ: 17.501..517/0001-67
VALOR TOTAL DA LICITAÇÃO: R$ 97.420,32 (noventa e sete mil quatrocentos e vinte reais e trinta e dois centavos).
Publique-se.
Maceió, 27 de abril de 2017.
Profa. Dra. Rozangela Maria de Almeida Fernandes Wyszomirska Reitora/Uncisal
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UNEAL Universidade Estadual de Alagoas
PORTARIA Nº. 146/2017 – REITORIA/UNEAL DE 27 DE ABRIL DE 2017
O Magnífico Reitor da Universidade Estadual de Alagoas - UNEAL, no uso de suas atribuições e prerrogativas legais, e tendo em vista o que estabelece a Lei Estadual n.º 6.785, de 21 de dezembro de 2006 e Decreto Estadual n.º 3.538, de 27 de dezembro de 2006, RESOLVE:
I – Designar o servidor CLEUTON ANTÔNIO NUNES, CPF Nº 061.149.574-07,
como Pregoeiro responsável pelo Pregão Eletrônico nº UNEAL 005/2017, referente à aquisição de Papel Moeda, para impressão de Diplomas, conforme especificações constantes do Anexo I do Edital, Processo Administrativo nº. 4104-356/2017; II – Designar o servidor MARCELO JOSÉ DE OLIVEIRA, CPF n.º 926.677.244-53, e a servidora WENDERLÂNIA LIMA LOPES, CPF: 657.023.523-00, para comporem a equipe de apoio do referido certame.
III – Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas todas as disposições em contrário.
Jairo José Campos da Costa Reitor/UNEAL
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AMGESP - Agência de Modernização
da Gestão de Processos
PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 4105-1105-2016 DESPACHO PRESIDÊNCIA
D-AMGESP-GP-562-2017 DECISÃO DE PAAI
Vistos e examinados os autos do processo em epígrafe, instaurado para apurar irregularidades atribuídas a Empresa B & G COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA, inscrita no CNPJ sob o nº 13.530,077/0001-02, por cancelamento da ARP nº 359/2015.
A Douta Procuradora em entendimento exarado no despacho de nº PGE-PLIC nº 157/2017 no processo nº 4105-1105/2016, reconsiderou seu entendimento exarado no despacho PGE-PLIC nº 111/2017 dos autos do processo nº 4105-1285/2016,por entender que os respectivos processos deveriam ser julgados conjuntamente, haja vista a punição da empresa no processo em epígrafe está atrelada a não entrega do produto apresentado em outro processo, ou seja, um depende necessariamente do outro.
Data máxima vênia, não é esse entendimento que prevalece dentre outros procuradores e também não é esse que prevalece no âmbito desta Administração Pública. No mais, o parecer jurídico em um processo de apuração de irregularidade, quando solicitado, visa auxiliar o administrador, não podendo o procurador interferir diretamente no mérito administrativo.
O processo nº 4105-1285/2016trata da solicitação de rescisão da ARP pela empresa demandada por fato que entende ser superveniente, cabendo a Administração Pública investigar se o que a empresa alega é verdade. Já o outro processo nº 4105-1105/2016 diz respeito a não entrega dos produtos solicitados pela SEFAZ. Os objetos de análise são distintos com consequências distintas, por isso tramitaram separadamente, respeitando o princípio da ampla defesa e do contraditório. Contudo, a fim de dá maior celeridade processual e proporcionalidade à penalidade,haja vista ambos os processos estarem em fase de julgamento, tendo inclusive seus respectivos relatórios, passo a decidir de forma una, por entender que há conexão entre eles e não porque um depende necessariamente do outro. JULGO, diante do quadro probatório dos autos, que a empresa demandada descumpriu a Ata de Registro de Preços nº 359/2015,uma vez que seu pedido de revisão de preços foi indeferido pela Administração Pública por ter se fundamentado em um fato que não condiz com a verdade. Não houve fato superveniente e nem previsíveis, porém de consequências incalculáveis, que onerasse o valor dos produtos registrados.Quando a empresa assinou a ARP, assumiu os riscos econômicos financeiros previsíveis do instrumento.
É importante destacar que o cancelamento da Ata de Registro de Preços não pode ocorrerpor livre arbítrio do fornecedor, sem qualquer tipo de limitação, apenas porque houve comprovação do aumento do preço do produto registrado. Se assim fosse a maioria dos preços registrados não se sustentariam durante 1 ano de vigência da ata de registro de preços, pois os bens são registrados com preços baixos, haja vista a busca da Administração Pública pelo menor preço para suas aquisições. É de conhecimento do fornecedor que ao participar de uma licitação de Registro de Preços, o máximo que ele pode pedir é uma revisão nos preços registrados, revisão esta prevista no art. 65 (alínea “d” do inciso II e §§ 5º e 6º) da Lei nº 8.666/93 e no art. 16 do Decreto Estadual nº 29.342, de 28.11.2013, e que objetiva a manutenção do equilíbrio econômico-financeiro na hipótese de sobrevirem fatos imprevisíveis ou previsíveis, porém de consequências incalculáveis, configurando álea econômica extraordinária e extracontratual.
Sendo assim, não houve motivos reais em suas alegações para a revisão da ARP, consequentemente não houve motivos reais para o seu cancelamento. A empresa demandada deveria ter dado uma proposta no processo licitatório que abrangesse todos os riscos previsíveis do negócio jurídico, a fim de não pedir o cancelamento da Ata com menos de 4 meses de vigência. Em outras palavras, só há legitimidade em revisar uma ata de registro de preços quando ocorrer um fato superveniente capaz de alterar substancialmente os preços registrados.
No mais, os fornecedores devem manter a proposta apresentada no processo de licitação e cumprir com suas obrigações até a Ata de registro de preçosser
rescindida.O que podemos observar nos autos do processo nº 4105-1105/2016 que isso não ocorreu, uma vez que a empresa não entregou os produtos solicitados pela SEFAZ em 13 de julho de 2016, ou seja, antes da ARP ser cancelada.
Apesar da Ata de Registro de Preços não obrigar a Administração Pública a adquirir aquele produto registrado. Quando ela opta pelo Sistema de Registro de Preços deseja redução do número de licitações durante o exercício financeiro; redução dos custos operacionais e de estoques; e agilidade e otimização nas contratações públicas. Portanto é inegável que todo cancelamento de ARP onera a Administração Pública e prejudica o andamento de seus trabalhos, pois a obriga de uma forma direta a realizar uma licitação rapidamente, muitas vezes sem planejamento, ou uma dispensa de licitação para a aquisição dos produtos ou serviços faltosos. No caso em tela, o cancelamento da ARP é mais grave porque se trata de material de higiene íntima - papel higiénico, não só para os servidores, mas para aquelas pessoas que procuram o serviço públicoe que estão sob sua tutela, como pacientes, detentos etc. Atinge, portanto, o interesse público primário e secundário. As sanções previstas na lei nº 8.666/93 segue um sistema gradual, da mais leve (advertência) a mais severa (declaração de inidoneidade). E é oportuno lembrar que as penalidades não são vinculadas a fatos determinados, cabe ao Administrador Público, com cunho discricionário, estabelecer a punição dentro de uma proporcionalidade com a conduta infratora.
O formato da sanção da lei 10520/2002é diferente das previstas na Lei 8666/93, neste caso é específica. Contudo, o Administrador Público também se deve valer da razoabilidade e da proporcionalidade para sua aplicação, a fim de não punir condutas leves com penas graves e condutas graves com penas leves, levando à injustiça, apesar da legalidade.
Vejamos um julgado do TRF da 4ª Região neste sentido:
AGRAVO DE INSTRUMENTO. LICITAÇÃO. ATRASO NA ENTREGA. RAZOABILIDADE. SUSPENSÃO DA PENALIDADE DE IMPEDIMENTO DE LICITAR E CONTRATAR. 1. Conforme precedente deste Tribunal Regional Federal, o deferimento da antecipação da tutela é cabível quando os requisitos legais autorizadores - verossimilhança do direito alegado e perigo na demora, consoante se depreende da leitura do artigo 273 , caput e inciso I , do CPC - estejam comprovados de plano. 2. Ainda que exista previsão legislativa para imposição da sanção, incumbe ao administrador valer-se dos critérios da razoabilidade e proporcionalidade, considerando-se a conduta reputada ilícita em si e atentando-se, ainda, ao postulado da boa-fé. 3. Agravo de instrumento provido. (TRF-4 - AGRAVO DE INSTRUMENTO AG 50102437520144040000 5010243-75.2014.404.0000 -Data de publicação: 18/08/2014)
Grifos nossos
O Tribunal de Contas da União parece considerar como correta a aplicação cumulativa das penalidades previstas nos dois diplomas, ao asseverar que “essas penalidades não excluem as multas previstas no edital e no contrato e demais cominações legais, em especial as estabelecidas na Lei 8.666, de 1993”.Vale lembrar também que existe um decreto estadual (nº 4.054/2008) de sanções administrativas que deve ser observado, pois a penalidade a ser aplicada deve ser adequada a infração cometida.
Ademais, a Corte de Contas também já assentou que para a correta aplicação da exegese do artigo 7º da Lei 10.520, de 2002, “deve a administração avaliar a reprovabilidade da conduta impugnada e aplicar a sanção de acordo com os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade.
A sanção imposta pelo descumprimento do contrato não tem só finalidade econômica, mas também pedagógica, para que o contratado reveja seu posicionamento, de forma a não incidir na mesma conduta futuramente. Contudo, não deve ser dura o suficiente para causar dano à própria atividade econômica da empresa, haja vista não ser esse o propósito da pena.
Pois bem, o relatório de julgamento, entendeu em ambos os processos, pela pena de advertência e multa. Contudo como a empresa responde a dois processos referente a mesma ARP e frustrou a execução de duas formas, uma rescindindo a ARP com menos de 4 meses por motivo não considerado superveniente e outra não entregando os produtos solicitados, entendo que as penas de Suspensãoda empresa de licitar e contratar com o Poder Público e multa se adequa melhor ao caso apresentado.
Art. 6º A suspensão e o impedimento são sanções administrativas quetemporariamente obstam a participação em licitação e a contratação com a AdministraçãoDireta, Autárquica e Fundacional, as Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista edemais entidades controladas direta ou indiretamente pelo Estado de Alagoas, sendoaplicadas, pelo ordenador de despesas do órgão ou entidade interessada ou outra autoridadecompetente, nos termos da lei, nos seguintes prazos e hipóteses: (...)
III - por até 12 (doze) meses, nos casos de Pregão, Presencial ou Eletrônico, quandoa licitante ou contratada ensejar o retardamento da execução do certame, não mantiver aproposta, falhar ou fraudar na execução do contrato, comportar-se de modo inidôneo, fizerdeclaração falsa ou cometer fraude fiscal;
Quanto ao valor da multa, não há como estabelecer com exatidão a equivalência entre o dano e o ressarcimento, mas entendo que aquele apurado no processo nº 4105-1285/2016 é um valor exorbitante e pode causar dano à própria atividade econômica da empresa.Além do que será aplicada uma penalidade de
suspensão de 12 meses levando em consideração também o valor da ARP, o que atinge também a economia da empresa. Assim, aplico a multa apurada no processo administrativo nº 4105-1105/2016.
Por todo o exposto,DECIDOpela aplicação das penalidades de SUSPENSÃO DE 12 MESES de participação em licitação e impedimento de contratar com a Administração Direta, Autárquica e Fundacional, as Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista e demais Entidades Controladas Direta ou Indiretamente pelo Estado de Alagoas e MULTA de R$ 1.559,70 (um mil quinhentos e cinquenta e nove reais e setenta centavos), conforme estabelecem os art. 2º, inciso II e III, art. 5º, inciso IV, e art. 6º, inciso III, do Decreto Estadual nº 4.054/2008.
DETERMINO, em decorrência:
a publicação no Diário Oficial do Estado desta decisão;
a notificação do demandado, nos termos do art. 5º, LIV e LV, da Constituição da República, dos arts. 26, 28, 66 e 68 da Lei Estadual 6.161/2000, bem como do art. 9º, I e §3º do Decreto Estadual 4.054/2008, para querendo,no prazo de 30 dias realizar o pagamento da multa imposta e interpor recurso ou pedido de reconsideração no prazo de 5 (cinco) dias úteis, podendo ter vistas do processo e solicitar cópias a suas expensas;
Vejamos ainda o que diz o art. 61 da Lei Estadual 6.161/2000:
Art. 61. Salvo disposição legal em contrário, o recurso não tem efeito suspensivo. Parágrafo único. Havendo justo receio de prejuízo de difícil ou incerta reparação decorrente da execução, a autoridade recorrida ou a imediatamente superior poderá, de ofício ou a pedido, dar efeito suspensivo ao recurso.
Salienta-se, por oportuno, que a não impetração do recurso dentro do prazo supracitado não frustrará a continuidade do presente processo. Contudo, conforme preleciona o parágrafo único do art. 61 da Lei Estadual 6.161/2000, o efeito desta decisão se dará apenas com a conclusão deste processo administrativo, ou seja, quando ocorrer a coisa julgada administrativa, pois pode causar prejuízos ao demandado de difícil reparação.
Maceió, 11 de abrilde 2017. Wagner Morais de Lima
Diretor-Presidente
PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 2100-614-2016
A Secretaria de Estado da Segurança Pública de Alagoas,
Com fundamento no art. 15, XIX da Lei Estadual nº. 6.582/05, devolvemos os presentes autos à origem para que proceda com a total instrução do feito, bem como delegamos à SSPAL a atribuição da realização do certame, com vistas a aquisição de torres autoportantes, desde que obedecidas às instruções editadas por esta AMGESP e demais diplomas legais.
Como forma de fazer cumprir o que determina o art. 12 do Decreto Estadual nº. 4.123/09 faz-se necessário a realização do certame com participação exclusiva das microempresas e empresas de pequeno porte, desde que não ultrapassado o limite disposto no art. 13 do mesmo decreto.
Saliento que, como condicionantes desta delegação, faz-se necessário, encaminhar uma cópia do contrato para controle e atualização do banco de preços desta Agência. Outrossim, ressalto que esta AMGESP estará ao dispor para prestar os auxílios necessários à Comissão de Licitação do órgão na realização dos certames pretendidos.
Gabinete da Presidência, em Maceió/AL, 27 de abril de 2017. Wagner Morais de Lima
Diretor-Presidente
PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 2100-1824/2016
A Secretaria de Estado da Segurança Pública de Alagoas,
Com fundamento no art. 15, XIX da Lei Estadual nº. 6.582/05, devolvemos os presentes autos à origem para que proceda com a total instrução do feito, bem como delegamos à SSPAL a atribuição da realização de aquisição material médico odontológico , desde que obedecidas às instruções editadas por esta AMGESP e demais diplomas legais.
Como forma de fazer cumprir o que determina o art. 12 do Decreto Estadual nº. 4.123/09 faz-se necessário a realização do certame com participação exclusiva das microempresas e empresas de pequeno porte, desde que não ultrapassado o limite disposto no art. 13 do mesmo decreto.
Saliento que, como condicionantes desta delegação, faz-se necessário, encaminhar uma cópia do contrato para controle e atualização do banco de preços desta Agência. Outrossim, ressalto que esta AMGESP estará ao dispor para prestar os auxílios necessários à Comissão de Licitação do órgão na realização dos certames pretendidos.
Gabinete da Presidência, em Maceió/AL, 27 de abril de 2017. Wagner Morais de Lima
Diretor-Presidente
No dia 27 de abril de 2017, o Diretor-Presidente da Agência de Modernização da Gestão de Processos – AMGESP despachou os seguintes processos:
Proc. Nº 2900-307/2016 – Aquisição de Material de Expediente – SEDETUR; Proc. Nº 30004-1233/2016 – Aquisição de Material Permanente – SEPREV; Proc. Nº 2900-362/2017 – Adesão à ARP nº 371/2016 de serviços de eventos – SEDETUR;
Proc. Nº 4105-536/2016 – RP de Material de Expediente – AMGESP; Proc. Nº 52534-040/2016 – Contratação de empresa para prestação de serviços terceirizados – JUCEAL;
Proc. Nº 4105-421/2017 – Adesão à ARP nº 121/2017 de gêneros alimentícios – SEADES;
Proc. Nº 140566-006/2017 – Aquisição de Kits Individuais – EMATER; Proc. Nº 1101-1077/2017 – Utilização de ARP nº 103/2017 de gêneros alimentícios – GCG;
Proc. Nº 1700-2287/2017 – Planilha de Acompanhamento de Consumo de Água – SEPLAG;
Proc. Nº 2000-11279/2016 – Adesão à ARP º 121/2016 de Medicamentos – SESAU;
Proc. Nº 2000-4367/2017 – Aquisição de Medicamentos – SESAU; Proc. Nº 2000-4368/2017 – Aquisição de Medicamentos – SESAU; Proc. Nº 1500-11455/2017 – Aquisição de Gêneros Alimentícios – SEFAZ; Proc. Nº 4105-700/2016 – Aquisição de Uniforme Samu PLS Nº 024/2016 – AMGESP;
Proc. Nº 4105-881/2015 – Aquisição de Medicamentos – AMGESP;
Proc. Nº 2900-053/2017 – Contratação de Empresa Especializada em Serviço de Serralharia – SEDETUR;
Proc. Nº 4101-11328/2015 – Aquisição de Alimentos – UNCISAL;
Proc. Nº 4105-068/2017 – Aquisição de Material de Proteção e Segurança PLS Nº 216/2016 – AMGESP;
Proc. Nº 1203-881/2017 – Aquisição de Material de Limpeza – CBMAL; Proc. Nº 4105-429/2017 – Inclusão de Veículo em Frota – AMGESP; Proc. Nº 3400-547/2017 – Locação de Veículos – SERIS;
Proc. Nº 1800-9765/2016 – Transferência de Responsabilidade de Imóvel – SEDUC;
Proc. Nº 2900-368/2017 – Adesão à ARP Nº 373/2016 de Serviços de Eventos – SEDETUR;
Proc. Nº 4105-324/2016 – Aquisição de Correlatos PLS Nº 134/2015 – AMGESP;
Proc. Nº 4101-12923/2015 – Aquisição de Medicamentos – UNCISAL;
Proc. Nº 30004-1232/2016 – Aquisição de Material Gráfico – SEPREV; Proc. Nº 1400-1870/2015 – Aquisição de Equipamentos de Avicultura – SEAPA; Proc. Nº 30004-811/2015 – Aquisição de Equipamentos de Informática – SEPREV;
Proc. Nº 20105-6119/2015 – Aquisição de Equipamentos de Informática – PCAL; Proc. Nº 140.566.747/2016 – Aquisição de Kit Individual – EMATER;
Proc. Nº 4105-135/2017 – Aquisição de Material de Escritório PLS Nº 221/2016 – AMGESP;
Proc. Nº 4105-708/2015 – Aquisição de Material de Escritório PLS Nº 130/2015 – AMGESP;
Proc. Nº 140.566.740/2016 – Aquisição de Eco Bags – EMATER; Proc. Nº 2000-4364/2017 – Aquisição de Medicamentos – SESAU; Proc. Nº 2000-24136/2016 – Aquisição de Alimentos – SESAU;
Proc. Nº 1203-709/2017 – Aquisição de Material de Expediente – CBMAL; Proc. Nº 1203-796/2017 – Aquisição de Material de Copa e Cozinha – CBMAL; Proc. Nº 1800-3465/2017 – Aquisição de Material de Limpeza – SEDUC; Proc. Nº 13020-421/2017 – Aquisição de Gêneros Alimentícios – SEADES; Proc. Nº 2000-23309/2016 – Aquisição de Material Descartável – SESAU; Proc. Nº 2000-2595/2017 – Aquisição de Material Médico Hospitalar – SESAU; Proc. Nº 4101-2819/2015 – Contratação de Empresa Para Prestação de Serviços de Forma Contínua de Gases Medicinais – UNCISAL;
Proc. Nº 1101-1445/2017 – Aquisição de Gêneros Alimentícios – GCG; Proc. Nº 3400-648/2017 – Aquisição de Gêneros Alimentícios – SERIS; Proc. Nº 4105-955/2016 – Aquisição de Suprimentos de Informática – AMGESP; Proc. Nº 1101-1444/2017 – Aquisição de Gêneros Alimentícios – GCG; Proc. Nº 4101-4895/2017 – Aquisição de Alimentos – UNCISAL;
Proc. Nº 30010-210/2015 – Contratação de Empresa Para Prestação de Serviços de Limpeza e Conservação – SECTI;
Proc. Nº 13020-006/2017 – Contratação de Empresa Especializada em Serviços de Apoio Técnico – SEADES;
Proc. Nº 4105-458/2017 – Aquisição de Material de Escritório PLS Nº 221/2016 – AMGESP;
Proc. Nº 4105-420/2017 – Aquisição de Medicamentos PLS Nº 139/2016 – AMGESP;
Maceió, em 27 de abril de 2017. Kellyane de Lima Ferreira
Assessora Técnica PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 4105-980/2016 TERMO DE HOMOLOGAÇÃO
Com fundamento no DESPACHO PGE-PLIC Nº. 1039/2017, às fls. 423, ratificado pelo DESPACHO PGE-PLIC-CD Nº 970/2017, às fls. 424, emitidos pela douta Procuradoria Geral do Estado de Alagoas, bem como, nos poderes que me foram conferidos pelo Decreto nº 33.860, de 18 de Junho de 2014, publicado no Diário Oficial do Estado em 20/06/2014, no qual alterou o art. 7º, § 3º, I do Decreto Estadual nº 1.424/2009, HOMOLOGO o procedimento licitatório realizado sob a modalidade Pregão Eletrônico n.º AMGESP 12.241/2016, objetivando o Registro de Preços para futura e eventual aquisição de MEDICAMENTOS (25) – PLS 250/2015, que teve como vencedora a empresa: KAMEDICA DISTRIBUIDORA
DE MEDICAMENTOS LTDA – EPP, CNPJ: 11.475.796/0001-55, para o item 01 com valor total de R$ 19.236,00 (dezenove mil duzentos e trinta e seis reais). Total de item adjudicado: R$ 19.236,00 (dezenove mil duzentos e trinta e seis reais).
PUBLIQUE-SE
EM SEGUIDA, remetam-se os autos à Superintendência de Licitações e Controle de Registro de Preços desta Agência para formalização das Atas de Registro de Preços.
Gabinete da Presidência, em Maceió, 26 de Abril de 2017. Wagner Morais de Lima
Diretor-Presidente PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 4105-980/2016 TERMO DE HOMOLOGAÇÃO
Com fundamento no DESPACHO PGE-PLIC Nº. 1038/2017, às fls. 177 a 179, ratificado pelo DESPACHO PGE-PLIC-CD Nº 993/2017, às fls. 180, emitidos pela douta Procuradoria Geral do Estado de Alagoas, bem como, nos poderes que me foram conferidos pelo Decreto nº 33.860, de 18 de Junho de 2014, publicado no Diário Oficial do Estado em 20/06/2014, no qual alterou o art. 7º, § 3º, I do Decreto Estadual nº 1.424/2009, HOMOLOGO o procedimento licitatório realizado sob a modalidade Pregão Eletrônico n.º AMGESP 10.025/2017, objetivando o Registro de Preços para futura e eventual aquisição de SOROS E SOLUÇÕES – PLS 127/2016,que teve como vencedora as empresas:ABM HOSPITALAR