3.2 Resultados e Discussão
3.2.3 Análise dos compostos fenólicos e pigmentos nos frutos
A partir do Quadro 12 e da representação gráfica da Fig. 27, podemos observar como se distribuíram os teores dos compostos analisados na baga do sabugueiro.
Quadro 12 Teores de fenóis totais, clorofilas, carotenóides e antocianinas identifica- dos na baga do sabugueiro.
Parcelas Ft1 Clf a2 Clf b2 CRT2 Ant3 Castelo 40,3 ± 1,5 1,7 ± 0,1 1,4 ± 0,1 213,0 ± 15,4 21,6 ± 4,2 Queimadela 46,5 ± 1,2 1,4 ± 0,2 1,7 ± 0,6 185,2 ± 23,2 26,4 ± 8,5 Dalvares 30,4 ± 1,9 2,1 ± 0,3 1,7 ± 0,4 270,9 ± 39,5 20,9 ± 0,4 Valdevez 42,3 ± 3,2 2,3 ± 0,4 1,8 ± 0,4 256,7 ± 50,2 16,9 ± 3,5 Granja Nova 33,1 ± 1,9 1,7 ± 0,1 1,3 ± 0,1 207,1 ± 25,5 30,6 ± 0,9 Cobais de Baixo 30,6 ± 1,6 1,7 ± 0,2 1,3 ± 0,2 206,3 ± 26,7 20,1 ± 0,8 Gouviães 40,0 ± 0,3 2,4 ± 0,2 1,7 ± 0,4 264,7 ± 35,8 28,1 ± 5,0 1Fenóis totais, expressos em mgAG/g Ps. 2Clorofila a, Clorofila b e Carotenóides expressos em mg/g Ps; 3Antocianinas, expressas em mg/g Ps.
À semelhança do observado nas folhas e flores, os carotenóides são a fracção mais relevante entre os pigmentos da baga do sabugueiro, cerca de 10
vezes mais do que as antocianinas. As clorofilas a e b tiveram uma expressão relativamente reduzida (1%), mas a relação b/a foi mais elevada que nas flores e nas folhas. Os fenóis totais apresentaram-se com idêntica expressão em quaisquer dos órgãos (folhas, flores ou frutos), enquanto que as antocianinas eram claramente relevantes na baga. Kaak et al. (1998) na Dinamarca, obtive- ram teores de antocianinas (cianidina-3 sambubiose) de 10,95 mg/g Pf, e Lee et al.(2007) mostraram que em 2005a baga de Sambucuscannadensis, no estado deNovaYork,continhaapenas4,30 mg/gPf deantocianinas,valoresligeiramen- te inferiores aos encontrados no mesmo ano em S. nigra na Dinamarca (3,43 mg/g Pf) e na Áustria (2,68 mg/g Pf). Ora, se transpusermos as percentagens de perda de água que tivemos no nosso caso – 4,54 a 6,96 mg/g Pf, com 17 a 27% (p/p) de humidade – para aqueles resultados expressos em peso fresco, as bagas de S. cannadensise S. nigra teriam 16,9 a 30,6 mg/g Ps de antocianinas.
Os mesmos autores encontraram, em 2004, no estado de Nova York, teores de fenóis totais de 4,42 mg/g Pf na baga de Sambucus cannadensis, e em 2005 5,36 mg/g; e referem para este último ano, na Áustria, teores de fenóis totais da ordem dos 5,10 mg/g Pf em bagas do S. nigra, e na Dinamarca, de
5,82 mg/g Pf. Ora, nas nossas condições experimentais, os fenóis totais que encontrámos nas bagas do S. nigra variaram entre 30,4 e 46,5 mg/g Ps, o que corresponde a valores de 5,23 a 11,36 mg/g Pf, assumindo uma perda de água entre 17 e 24% (p/p). Isso significa que no Vale do Varosa e Távora há condi- ções edafoclimáticas que favorecem a formação de mais fenóis totais do que noutras regiões em que a produção de baga é importante, e que por isso devem ser melhor estudadas. As diferenças não parecem dever-se ao material biológico, já que este é habitualmente propagado por via vegetativa, e não é expectável encontrar-se variações somáticas que possam originar tamanhas discrepâncias.
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Mestrado em Engenharia Florestal – UTAD
Figura 27 Representação gráfica dos teores em fenóis e pigmentos identificados na baga de
sabugueiro das parcelas em estudo, e sua uniformidade.
Olhando em particular para as amostragens por nós realizadas, podemos verificar que os teores mais elevados de fenóis totais na baga do sabugueiro surgiram em Queimadela, mas com uma pequena diferença em relação às demais parcelas, e o teor mais baixo surgiu em Dalvares. Ao tentar relacionar essas ocorrências com os factores doclimanasdiferentesparcelasverificou-se que Queimadela tinha registos de radiação mais elevados que nos outros locais, por se situar a altitude superior e ter boa exposição, ao contrário de Dalvares, onde houve menor radiação e a altitude é inferior.
Numa primeira apreciação, parece haver uma relação daqueles parâme- tros com os teores de fenóis totais, à semelhança do verificado para as folhas e frutos. Se repararmos nos parâmetros do solo verifica-se que a parcela de Queimadela era a que apresentava maior teor em azoto, bem como em cálcio total e assimilável; além disso, os graus de saturação em cálcio e zinco também eram superiores. Assim, observou-se uma relação positiva entre os teores de cálcio assimilável e fenóis nos frutos. Já a parcela de Dalvares apresentou carência em ferro e uma baixa relação potássio-magnésio, o que pode ter explicado em boa parte o baixo teor de fenóis na baga.
Quanto aos teores de Clorofila a nas 7 parcelas em estudo, verificou-se que os valores observados em Gouviães parecem não ter alguma relação dife- renciada com os factores do clima, ainda que ao nível do solo houvesse teores mais elevados de potássio, boro, manganês e zinco do que nas outras parce- las. Para a Clorofila b distinguiu-se a parcela de Valdevez, onde também os factores do clima e do solo apresentaram valores idênticos às outras parcelas.
Para os Carotenóides a parcela com produção mais elevada foi a de Granja Nova, onde os factores do clima não se mostraram distintos das demais parcelas em estudo. Ao nível do solo, serão de realçar os elevados teores em
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Mestrado em Engenharia Florestal – UTAD 50 E fe ito de p ar âm et ro s fisi o gr áf ic o s n a c o m p o siç ão fe n ó li ca d a f o lha , f lo r e b aga de sa b ugu ei ro (S a m bu cus nig ra L. ) | Â n ge la C er d ei
magnésio total e assimilável, que podem ter favorecido o bom desenvolvimento das plantas, e por com isso influenciado favoravelmente a produção de carotenóides.
Os teores mais elevados de antocianinas na baga do sabugueiro ocorre- ram na parcela de Granja Nova, e os mais baixos em Cobais de Baixo. Ao tentar relacionar essas ocorrências com os factores do clima das diferentes parcelas verificou-se que Granja Nova não apresentava valores distintos das demais, assim como Cobais de Baixo; e confrontando os parâmetros do solo verifica-se que a parcela de Granja Nova foi também a que apresentou teores em magnésio assimilável e de troca mais elevados. Já em Cobais de Baixo havia valores elevados do grau de saturação em magnésio, em bases, e em potássio, mas também em cobre e ferro.
Pela análise de multirregressão, a produção de antocianinas (Quadro 13) foi maioritariamente (89%) explicada pelos parâmetros ambientais que nos foi possível controlar, ainda que os genótipos, as práticas culturais, idade das plantas, forma de condução e produção, etc., tenham assumido uma expressão relevante. Os elementos e factores do clima parecem não ter tido qualquer efeito na respectiva síntese, pelo que os indicadores químicos de fertilidade do solo assumiram os 100% de efeito, embora condicionados pelo estado vegetati- vo das plantas no momento da colheita das amostras.
Quadro 13 Peso relativo das variáveis explicativas da expressão das antocianinas (na análise multirregressão), e percentagem de explicação dos factores do clima e do solo10
Pf (g) Ps (g) h (m) Ev pH (H2O) MO (%) Nt (g/kg) P
(mg/kg) (mg/kg) K (mg/kg) Ca (mg/kg) Mg (cmol/kg) Acd/Alt (cmol/kg) Cpxt Acd,Al(%) t GS(%) bases
B (mg/k g) Cu (mg/kg) Coef. corre 9,08 0,31 3,54 7,04 2,04 6,66 3,08 15,07 5,94 7,15 4,87 7,06 11,12 6,69 0,47 0,74 9,15 0,89 9,18 0,24 3,34 7,28 2,10 6,82 3,14 15,22 6,14 6,13 5,02 7,31 11,67 5,06 0,00 0,81 10,55 0,89 9,23 0,02 2,88 7,65 2,21 7,49 3,27 15,60 6,88 3,70 5,77 7,76 12,78 0,00 0,00 1,00 13,75 0,89 10,31 0,02 2,12 9,23 2,61 7,05 3,84 15,79 6,02 0,00 5,00 9,34 15,07 0,00 0,00 1,18 12,40 0,89 9,48 0,02 1,66 9,03 2,42 7,03 3,54 15,97 9,06 0,00 0,00 8,71 14,69 0,00 0,00 1,37 17,02 0,89 9,70 0,00 1,42 9,20 2,43 6,75 3,46 16,08 9,14 0,00 0,00 8,79 14,65 0,00 0,00 1,36 17,01 0,89 11,09 0,00 0,00 10,18 2,50 5,02 2,95 16,78 9,64 0,00 0,00 9,26 14,44 0,00 0,00 1,29 16,89 0,89 10,99 0,00 0,00 9,88 2,50 4,84 3,38 16,72 10,93 0,00 0,00 9,23 14,82 0,00 0,00 0,00 16,71 0,89 17,03 0,00 0,00 16,23 3,39 3,74 7,60 15,61 0,00 0,00 0,00 11,37 8,32 0,00 0,00 0,00 16,71 0,86 12,61 0,00 0,00 13,19 7,82 0,00 9,79 14,48 0,00 0,00 0,00 18,54 2,64 0,00 0,00 0,00 23,93 0,85 10,39 0,00 0,00 11,83 7,79 0,00 6,50 12,31 0,00 0,00 0,00 23,04 0,00 0,00 0,00 0,00 28,16 0,85 9,80 0,00 0,00 27,42 0,00 0,00 12,18 17,98 0,00 0,00 0,00 18,49 0,00 0,00 0,00 0,00 14,13 0,80 4,21 0,00 0,00 39,50 0,00 0,00 17,83 26,19 0,00 0,00 0,00 12,27 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,80 0,00 0,00 0,00 40,01 0,00 0,00 19,12 25,65 0,00 0,00 0,00 15,21 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,80 0,00 0,00 0,00 48,44 0,00 0,00 16,85 34,71 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,75 0,00 0,00 0,00 57,67 0,00 0,00 0,00 42,33 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,72 10
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Capítulo 4 Conclusões
A informação que recolhemos até ao momento em que ultimamos a apre- sentação deste trabalho permite-nos concluir que é escasso o conhecimento existente acerca dos parâmetros ambientais que condicionam a formação de substâncias fenólicas pelas plantas de sabugueiro (Sambucus nigra L.). Também, os atributos que lhe confere algum tipo de informação encontram-se vagamente fundamentados, apontando os respectivos autores quase sempre os mesmos textos, onde não existem ou são vagas as descrições metodológicas adoptadas para sustentar uma boa parte das afirmações produzidas. É conheci- mento empírico, que vem sendo transmitido de geração em geração (já anterior ao século XII), e que carece muitas vezes de demonstração experimental, havendo nas últimas décadas diversos trabalhos científicos realizados sobre a matéria, mas que suscitam a necessidade de muito maior investimento.
Para além das condicionantes ambientais, e por analogia com o verificado noutras plantas (Amorim, 1970), certamente que as características intrínsecas do material biológico, próprias desta espécie, da variedade e da cultivar, muito contribuirão para a sua plena expressão em cada ambiente pedoclimático. Todavia, o interesse em maximizar a expressão de determinados atributos que outros ramos do conhecimento têm valorizado no passado recente, e a discri- minação positiva que vem sendo feita dos produtos da região do Vale do Varosa e Távora perante idênticos materiais oriundos de outras regiões, suscitou-nos a curiosidade em identificar eventuais efeitos diferenciados de alguns factores pedoclimáticos locais na expressão dessas características.
Com este trabalho determinámos os teores de fenóis totais e os de baixo peso molecular, clorofilas a e b, carotenóides e antocianinas nas folhas, flores e frutos do sabugueiro da região, e procurámos relacioná-los com os valores em que ocorreram alguns elementos e factores pedoclimáticos envolventes das plantas-alvo das nossas observações, os quais são tradicionalmente apontados como determinantes das excelentes características que a planta apresenta naquela região. É como se tratasse de um “terroir” especial para o sabugueiro e os seus produtos, que ao longo de muitas gerações foi sedimentando como o território de excelência ou o coração das áreas de produção da cultura.
Os fenóis totais foram determinados como equivalentes de ácido gálico, por regressão linear das absorvâncias daqueles compostos em substratos de folhas, flores e frutos preparados em laboratório. Os teores mais elevados foram observados nas folhas em Cardais, nas flores em Granja Nova e nos frutos em Queimadela. As plantas de Granja Nova foram as que apresentaram valores mais elevados de ácido 5-o-cafeoilquínico, rutina e isoquercitina; já o campferol 3-o-rutinósido sobressaiu em Cimbres, o ácido cumaroilquínico e a clorofila b destacaram-se em Castelo, e a clorofila a e os carotenóides nas amostras de folhas recolhidas em Pinheiro. As flores do sabugueiro de Lalim foram as que apresentaram teores mais elevados de pigmentos. Nos frutos, a clorofila a foi superior em Gouviães, a clorofila b em Valdevez, os carotenóides
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em Dalvares, e as antocianinas em Granja Nova. Observou-se ainda que os compostos fenólicos e pigmentos das plantas em pomar com idades entre 5 e
10 anos foram mais elevados nas folhas e flores, assim como nos frutos das plantas com mais de 10 anos.
Procurando verificar como se relacionam os parâmetros pedoclimáticos com as variáveis em estudo, observou-se um elevado coeficiente de correlação
(65%) para os fenóis totais, em que os parâmetros do solo (grau de saturação embaseseomagnésiodetroca)tiveramumpesode 99%.Osteoresemfenóis de baixo peso molecular dependeram em 54% dos parâmetros edafoclimáticos, dos quais 83% se deveram aos factores do solo, onde sobressaiu o grau de saturação em potássio e a relação acidez-alumínio de troca. A produção de clorofilas e carotenóides dependeu também dos factores edafoclimáticos (73%),
63% dos quais imputáveis ao solo, e muito especialmente (20%) ao grau de saturação em bases. De modo análogo, aqueles factores ambientais influenci- aram (89%) a síntese de antocianinas, em que o efeito do fósforo do solo foi preponderante (100%), embora dependendo do estado vegetativo. Assim, os parâmetros do solo foram os que mais influenciaram a qualidade dos produtos do sabugueiro na região.
Por conseguinte, a baga de S. nigra no Vale do Varosa e Távora contém teores de antocianinas mais elevados do que nas regiões a cuja informação relevante tivemos acesso (Kaack et al., 1998): Dinamarca, Áustria e estado americano de Nova York. Também os fenóis totais são mais elevados do que referidos por Lee et al. (2007) para a Dinamarca e Áustria. É possível que o solo granítico, a disponibilidade e características da água e o tipo de amanhos e granjeios, entre outros factores, condicionando a absorção dos nutrientes básicos para o desenvolvimento da espécie e a produção de compostos fenólicos, sejam factores diferenciadores.
Contudo, não ignoramos que outros determinantes deverão necessaria- mente ser considerados, como sejam a forma de condução e as podas, a rega e as fertilizações, o estado sanitário das plantas, o revestimento dos pomares, etc. Estes e outros constituem uma certa multiplicidade de facetas que, se bem articuladas, poderão efectivamente aportar benefícios substanciais à explora- ção da espécie na região, quer em termos qualitativos quer quantitativos, e com eles, os inerentes incrementos socioeconómicos. São trabalhos que poderão inserir-se num conjunto mais vasto de estudos e avaliações, a incluir materiais oriundos de outros países ou regiões onde a cultura se revista de interesse económico-social, eventualmente compreendendo o confronto das respectivas características, com o objectivo mais geral da plena valorização desta cultura no mercado nacional e internacional aportando benefícios a nível de toda a fileira.
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Quadro 14 Teores de fenóis totais encontrados nas folhas de sabugueiro das parcelas
amostradas1. Amostras Pf Ps Rp Abs 765nm Fenóis totais (µg AG / mL) Fenóis totais (mg AG/ g Ps) Média Ps dp Média Pf dp 1 1,19 913,08 22,83 Castelo 35,00 9,94 2 1,33 1023,85 25,60 24,41 1,43 6,93 0,41 3 1,29 992,31 24,81 1 2,19 1687,69 42,19 Cardais 37,23 11,12 2 2,53 1949,23 48,73 46,00 3,40 13,73 1,01 3 2,45 1883,08 47,08 1 1,43 1103,08 27,58 Granja do Tedo 30,62 8,99 2 1,58 1217,69 30,44 30,38 2,78 8,92 0,82 3 1,72 1325,38 33,13 1 1,87 1437,69 35,94 S. Cosmado 32,74 9,95 2 1,77 1364,62 34,12 36,42 2,58 11,07 0,78 3 2,04 1568,46 39,21 1 0,57 441,54 11,04 Queimadela 51,72 13,46 2 0,50 383,85 9,60 10,40 0,73 2,71 0,19 3 0,55 422,31 10,56 1 1,35 1038,46 25,96
Lugar dos Cubos 29,70 8,37 2 1,13 866,15 21,65 26,95 5,85 7,59 1,65
3 1,73 1329,23 33,23 1 0,42 326,15 8,15 V. Abrunhais 17,87 8,60 2 0,55 424,62 10,62 10,10 1,75 4,86 0,84 3 0,60 461,54 11,54 1 2,22 1706,92 42,67 Lalim 27,82 6,18 2 2,33 1793,08 44,83 44,09 1,23 9,80 0,27 3 2,33 1790,77 44,77 1 1,87 1437,69 35,94 Dalvares 15,28 5,99 2 1,98 1521,54 38,04 37,21 1,11 14,59 0,44 3 1,96 1505,38 37,63 1 2,31 1779,23 44,48 Valdevez 31,70 9,41 2 2,29 1763,85 44,10 42,86 2,48 12,72 0,74 3 2,08 1600,00 40,00 1 1,93 1482,31 37,06 Granja Nova 26,91 8,28 2 2,21 1697,69 42,44 40,54 3,02 12,48 0,93 3 2,19 1685,38 42,13 1 0,87 668,46 16,71 Cobais de Baixo 36,19 10,04 2 0,82 633,85 15,85 17,28 1,79 4,80 0,50 3 1,00 771,54 19,29 1 2,08 1598,46 39,96 Cimbres 19,32 6,67 2 2,03 1563,08 39,08 40,62 1,96 14,03 0,68 3 2,23 1713,08 42,83 1 2,05 1579,23 39,48 Pinheiro 43,42 11,35 2 2,14 1644,62 41,12 40,54 0,92 10,60 0,24 3 2,13 1640,77 41,02 1 2,05 1579,23 39,48 Gouviães 36,19 10,45 2 2,14 1644,62 41,12 40,54 0,92 11,70 0,26 3 2,13 1640,77 41,02
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Quadro 15 Teores de pigmentos identificados nas folhas do sabugueiro2.
Parcelas ---Clorofila a --- (mg/g) ---Clorofila b--- (mg/g) ---Carotenóides--- (mg/g) Média Ps dp Média Pf dp Média Ps dp Média Pf dp Média Ps dp Média Pf dp Castelo 0,25 0,06 0,07 0,02 0,25 0,00 0,07 0,00 30,24 8,84 8,59 2,51 Cardais 0,23 0,05 0,07 0,02 0,21 0,04 0,06 0,01 25,12 4,53 7,50 1,35 Granja do Tedo 0,23 0,01 0,07 0,00 0,06 0,01 0,02 0,00 24,58 0,87 7,21 0,25 S. Cosmado 0,21 0,00 0,06 0,00 0,05 0,00 0,02 0,00 21,16 0,98 6,43 0,30 Queimadela 0,15 0,01 0,04 0,00 0,03 0,00 0,01 0,00 15,02 1,47 3,91 0,38
Lugar dos Cubos 0,21 0,00 0,06 0,00 0,05 0,00 0,01 0,00 22,63 0,43 6,38 0,12
V. Abrunhais 0,27 0,00 0,13 0,00 0,08 0,00 0,04 0,00 26,79 0,10 12,89 0,05 Lalim 0,28 0,00 0,06 0,00 0,09 0,00 0,02 0,00 28,70 0,21 6,38 0,05 Dalvares 0,24 0,00 0,10 0,00 0,08 0,00 0,03 0,00 29,11 0,17 11,42 0,07 Valdevez 0,22 0,01 0,06 0,00 0,07 0,00 0,02 0,00 27,32 0,92 8,11 0,27 Granja Nova 0,28 0,00 0,09 0,00 0,10 0,00 0,03 0,00 30,19 0,13 9,29 0,04 Cobais de Baixo 0,30 0,00 0,08 0,00 0,13 0,00 0,04 0,00 31,36 0,12 8,70 0,03 Cimbres 0,25 0,01 0,09 0,00 0,08 0,01 0,03 0,00 29,37 0,45 10,14 0,16 Pinheiro 0,31 0,00 0,08 0,00 0,19 0,00 0,05 0,00 31,51 0,04 8,24 0,01 Gouviães 0,27 0,02 0,08 0,01 0,10 0,01 0,03 0,00 29,97 0,87 8,65 0,25
Quadro 16 Teores de pigmentos identificados nas flores do sabugueiro3.
Parcelas ---Clorofila a--- (mg/g) ---Clorofila b--- (mg/g) ---Carotenóides--- (mg/g) Média Ps dp Média Pf dp Média Ps dp Média Pf dp Média Ps dp Média Pf dp Castelo 0,007 0,001 0,0010 0,0001 0,002 0,000 0,0003 0,0000 1,227 0,094 0,194 0,015 Cardais 0,006 0,001 0,0010 0,0002 0,000 0,002 0,0000 0,0003 1,055 0,223 0,168 0,035 Granja do Tedo 0,005 0,001 0,0008 0,0001 0,001 0,002 0,0002 0,0003 0,900 0,180 0,141 0,028 S. Cosmado 0,008 0,001 0,0013 0,0002 0,002 0,003 0,0004 0,0004 1,337 0,284 0,206 0,044 Queimadela 0,020 0,001 0,0028 0,0002 0,007 0,002 0,0010 0,0003 2,663 0,253 0,376 0,036
Lugar dos Cubos 0,011 0,001 0,0018 0,0002 0,004 0,002 0,0006 0,0004 1,514 0,243 0,236 0,038
V. Abrunhais 0,014 0,001 0,0018 0,0002 0,003 0,002 0,0004 0,0003 1,683 0,261 0,229 0,035 Lalim 0,026 0,000 0,0035 0,0000 0,011 0,000 0,0014 0,0000 3,324 0,057 0,450 0,008 Dalvares 0,013 0,001 0,0020 0,0001 0,003 0,003 0,0004 0,0004 2,051 0,289 0,307 0,043 Valdevez 0,009 0,001 0,0015 0,0001 0,002 0,001 0,0004 0,0002 1,459 0,165 0,234 0,026 Granja Nova 0,009 0,001 0,0015 0,0002 0,002 0,002 0,0004 0,0004 1,396 0,283 0,232 0,047 Cobais de Baixo 0,008 0,001 0,0013 0,0001 0,003 0,002 0,0004 0,0003 1,233 0,209 0,193 0,033 Cimbres 0,013 0,001 0,0020 0,0001 0,004 0,002 0,0006 0,0003 1,684 0,200 0,257 0,031 Pinheiro 0,009 0,001 0,0012 0,0002 0,004 0,002 0,0005 0,0003 1,361 0,292 0,171 0,037 Gouviães 0,017 0,001 0,0022 0,0002 0,005 0,003 0,0007 0,0003 2,324 0,281 0,310 0,038 2
Símbolos e abreviaturas no Índice de Abreviaturas 3
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Quadro 17 Teores de pigmentos identificados nos frutos do sabugueiro4.
Quadro 18 Teores de antocianinas identificadas nos frutos do sabugueiro5.
Parcelas Pf Ps Rp Abs 765nm Antocianinas (µg/g Ps) Média Ps dp Castelo 1 1,14 23,71 771,94 168,94 2 1,17 24,38 21,60 4,24 3 0,80 16,73 Queimadela 1 1,10 22,85 451,67 99,09 2 1,73 36,10 26,38 8,52 3 0,97 20,19 Dalvares 1 1,01 21,00 576,08 99,11 2 0,99 20,52 20,93 0,38 3 1,02 21,27 Valdevez 1 0,99 20,63 623,19 167,23 2 0,78 16,33 16,90 3,47 3 0,66 13,75 Granja Nova 1 1,45 30,21 341,13 77,48 2 1,52 31,67 30,63 0,91 3 1,44 30,00 Cobais de Baixo 1 0,99 20,69 358,57 72,17 2 0,92 19,17 20,13 0,83 3 0,99 20,52 Gouviães 1 1,53 31,85 183,81 44,21 2 1,44 29,96 28,06 5,02 3 1,07 22,38 4
Símbolos e abreviaturas no Índice de Abreviaturas 5
Símbolos e abreviaturas no Índice de Abreviaturas
Parcelas ---Clorofila a--- (mg/g) ---Clorofila b--- (mg/g) ---Carotenóide--- (mg/g)
Média
Ps dp Média Pf dp Média Ps dp Média Pf dp Média Ps dp Média Pf dp
Castelo 0,017 0,001 0,004 0,0002 0,014 0,001 0,003 0,0003 2,133 0,154 0,467 0,034 Queimadela 0,014 0,002 0,003 0,0003 0,017 0,006 0,004 0,0014 1,852 0,232 0,406 0,051 Dalvares 0,021 0,003 0,004 0,0005 0,017 0,004 0,003 0,0006 2,709 0,395 0,466 0,068 Valdevez 0,023 0,004 0,006 0,0010 0,018 0,004 0,005 0,0010 2,568 0,502 0,689 0,135 Granja Nova 0,017 0,001 0,004 0,0003 0,013 0,001 0,003 0,0003 2,071 0,254 0,470 0,058 Cobaisde Baixo 0,017 0,001 0,004 0,0003 0,013 0,002 0,003 0,0005 2,063 0,267 0,415 0,054 Gouviães 0,024 0,002 0,006 0,0005 0,017 0,004 0,004 0,0009 2,647 0,358 0,637 0,086
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