• Nenhum resultado encontrado

Os dados apontaram que os professores e os acadêmicos das 7ª e 8ª fases do Curso de Licenciatura em Pedagogia da UDESC utilizam as TDs sobretudo para planejar suas aulas e expor conteúdos à turma. Os estudantes das escolas em que os acadêmicos estagiaram pouco utilizaram as TDs, pois esse uso ficou restrito aos acadêmicos, assim como na universidade, em que o uso se restringe aos professores.

Na categoria “Formação”, mesmo o currículo trazendo a disciplina de “Mídia e Educação” cuja ementa traz como um dos objetivos da disciplina “refletir sobre os elementos da prática pedagógica e a inserção de tecnologias na escola”, poucos acadêmicos responderam que tiveram alguma orientação para utilizar as tecnologias digitais durante o curso.

Apenas uma disciplina no Curso de Licenciatura em Pedagogia prevê dar conta do trabalho com as TDs, enquanto que o ideal seria que elas pudessem perpassar por todos os conteúdos das disciplinas. Nota-se que os acadêmicos só percebem as TDs como algo isolado (questão 8), que só combina com alguns conteúdos e não percebem a transversalidade do uso desses recursos.

De acordo com Pimenta e Lima (2005/2006), os currículos de formação docente organizam-se num conjunto de disciplinas, isoladas entre si, sem explicitação de seus nexos com a realidade que lhes deu origem. Dessa forma, compreende-se que os acadêmicos têm dificuldade de relacionar essas disciplinas com as outras e trazer para a prática o que foi aprendido em sala de aula.

Durante o estágio de docência também foi percebido a pouca orientação para o uso das TDs (conforme o gráfico 13), visto que os acadêmicos que as usaram fizeram por conhecimento próprio.

É preciso que os professores orientadores de estágios procedam, no coletivo, junto a seus pares e alunos, essa apropriação da realidade, para analisá-la e questioná-la criticamente, à luz de teorias. Essa caminhada conceitual certamente será uma trilha para a proposição de novas experiências. (PIMENTA; LIMA, 2006, p. 14)

estagiários (questão 14) e grande parte fez uso (questão 15). Porém, esse modo de uso dos acadêmicos se pareceu muito com o dos seus professores de graduação, ambos utilizaram bastante o computador (questão 16). Os professores como disciplina e os acadêmicos como planejamento (entende-se que a finalidade é a disciplina da aula) e relatório, os dois grupos pouco utilizaram como metodologia.

Aqueles que utilizaram como metodologia, pouco mais da metade, dizem ter compartilhado o uso com as crianças (questão 18), porém, à medida que as respostas vão sendo analisadas percebe-se que, na verdade, algumas crianças foram até a sala de informática e utilizaram o computador, mas outras continuaram na sala de aula e participaram de uma aula com slides, vídeos, sons, mas todos manipulados pelos acadêmicos.

O que é visto na universidade é reproduzido na escola: continua-se utilizando as TDs como substituição de outras tecnologias, com pouca autonomia e criação das crianças, exatamente no que poderia contribuir o uso das TDs.

Por outro lado, a universidade também reflete a escola, porque ela é estudada na graduação e não consegue se separar dos modos da lógica da transmissão de conteúdo. “Abrir” a escola para as TDs faz com que este espaço assuma outras configurações, outros projetos, um currículo e uma articulação com o que acontece também fora da sala de aula por não ter TD dentro de sala.

Faz-se um discurso pronto e constroem-se desculpas com inúmeros motivos para a não utilização dessas tecnologias, porém, faltam problematizações por parte dos professores acerca dos usos e não usos das TDs. Porque eu não uso? Porque uso dessa maneira? De que maneira envolvo meus estudantes na utilização das TDs e faço com que sejam autores e criadores de conhecimentos? É importante que os futuros professores e até os professores da graduação, em suas práticas, compreendam que não fazem uso porque outras questões incentivam o não uso, apesar de existirem redes que motivem, investem e formam professores, existe um sistema educacional que nem sempre está preocupado em projetar esse uso.

Conforme Silva e Claro (2007), nesse cenário é importante ressaltar que os papéis tradicionais de professores e alunos passam por significativas mudanças, uma vez que o professor, ao invés de simplesmente transmitir os saberes, precisa aprender a disponibilizar múltiplas experimentações. Ou seja, necessita educar com base no diálogo, na construção colaborativa do conhecimento, na provocação para a autoria criativa do aprendiz. Não será fácil para o professor superar o agir transmissivo em nome do agir interativo. O docente sente-se inseguro ao ter que abandonar a posição de coautor junto ao estudante, atuando não mais como autor e condutor exclusivo dos conhecimentos.

Para Canário (2008), é importante mudar o modo de favorecer o aprender e a relação com o saber. Os estudantes devem estar envolvidos no processo de construção dos saberes, sendo orientados pelos professores. A experimentação ativa está no centro dos processos de aprendizagem.

As TDs possibilitam configurar o espaço de aprendizagem, no qual o conhecimento é construído conjuntamente, porque permitem interatividade. Não há como pensar em educação sem troca. O educador, neste tempo de cibercultura, é aquele profissional responsável por traçar e sugerir caminhos na construção do saber (LEVY, 1999 apud SILVA; CLARO 2007). Segundo as autoras,

O professor que quiser lançar mão da interatividade assim definida atuará não mais como guardião e transmissor de conhecimentos, mas como propiciador de múltiplas oportunidades de experimentações, de múltiplas expressões; como disponibilizar uma montagem de conexões em rede que permite múltiplas ocorrências; como provocador de situações de inquietação criadora; como arquiteto colaborativo de percursos em redes de conexões; como mobilizador da experiência do conhecimento. (SILVA; CLARO, 2007, p. 85).

Assim, estaremos pensando em um processo social no qual se constroem as TDs e o currículo em conjunto, pois, conforme Macedo (2006), parece requisito básico para que a entrada da tecnologia no currículo escolar transcenda uma mera instrumentalização do aluno para com ela lidar, ou seja, com a finalidade de utilizar as TDs como meios de buscar e construir conhecimento.

De acordo com Silva e Claro (2007), participar é, portanto, muito mais que responder “sim” ou “não”, é muito mais que escolher uma opção dada. Participar é interferir no processo de criação do conhecimento, é, segundo Canário (2008), pensar a escola a partir de uma comunidade de artesãos, ou seja, onde os saberes são reconstruídos e as práticas educativas ganham sentido, valorizando a experiência do aluno e tendo-o como produtor de saber.

Ao propor uma aula com o uso das TDs é importante pensar num trabalho conjunto com os estudantes, no qual eles possam lançar mão de suas experiências, estas também são construídas fora da escola, e colaborar para o crescimento de toda a turma. Experimentar e possibilitar outros modos de aprender em que talvez não seriam possíveis sem as TDs.

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A partir deste estudo, ao serem mapeados os usos das TDs pelos professores em formação no seu estágio de docência, compreendeu-se que tais usos se limitaram ao planejamento das aulas, exposição de conteúdos e manipulação das tecnologias pelo docente, ou seja, a continuidade da lógica da transmissão.

De uma forma geral, os acadêmicos de Pedagogia utilizam as tecnologias digitais no seu dia a dia e durante a graduação para estudos, apresentação de trabalho e planejamentos das aulas de estágio, mas não problematizam esse uso a fim de criar novas possibilidades de práticas pedagógicas.

Apesar de responderem que não tiveram orientação durante a graduação, os acadêmicos propuseram as aulas de estágio com a utilização das TDs. Entretanto, na maior parte das aulas, as TDs não foram usadas para a manipulação e criação por parte dos estudantes das escolas. Quando as crianças as utilizaram, alguns acadêmicos responderam que foi na sala de informática para pesquisa, o que pode ser positivo se tiver uma finalidade, se as crianças construírem essas pesquisas com a condução do professor e souberem porquê e para que estão pesquisando, que conhecimento pode ser construído a partir dessa experiência. Ao contrário, a pesquisa sem orientação leva a qualquer lugar.

Diante dos dados e suas análises, em que se percebe a pouca utilização das TDs como manipulação em uma prática que envolve experiências digitais, novas questões surgem e podem impulsionar a novas pesquisas: Como os estudantes pesquisam? Como os professores conduzem a pesquisa? Como possibilitar experimentações pelos estudantes com as TDs num caminho orientador de pesquisa?

No decorrer da pesquisa foi possível dialogar com os dados encontrados por meio do questionário e com os autores estudados. Problematizou-se o uso das TDs a partir do modo como são utilizadas nos estágios pelos professores em formação inicial. Percebeu-se que apesar dos discursos apontarem e indicarem que os professores de graduação devem orientar seus estudantes ao uso das TDs, o uso efetivo parece não acontecer conforme mostram os dados da pesquisa.

O estudo apresentado contribui para o projeto do qual faz parte, citado anteriormente, pois analisando a inserção de TDs na formação inicial docente é possível pensar como esse desuso influencia diretamente nas práticas pedagógicas que são exercidas na escola. Além disso, o presente estudo também indica que há a necessidade de se discutir a formação inicial docente referente ao uso de tecnologias, pois a partir do que esta pesquisa mostra, os discursos

formados apontam para o uso, mas a prática se projeta em direção contrária. É necessário que os professores da graduação problematizem essa questão para que melhorias sejam propostas no currículo praticado a fim de refletirem práticas pedagógicas mais conscientes do uso das TDs.

REFERÊNCIAS

APPLE, Michael. Repensando ideologia e currículo. In: MOREIRA, Antônio Flávio; SILVA, Tomas Tadeu. Currículo, cultura e sociedade. 10. ed. São Paulo: Cortez, 2008.

BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CP n. 1, de 18 de fevereiro de 2002. Brasília, 2002.

CANÁRIO, Rui. A escola tem futuro? Das promessas às incertezas. Porto Alegre: Artmed, 2006.

FAVERE, Juliana de. Produção da subjetividade escolarizada em tempos de biopolítica: problematizando a cidadania. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Regional de Blumenau, Blumenau, 2011.

GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1989. JUNGLOS, Jessiel Odilon; ARAUJO, Jessica; FAVERE, Juliana de. Estágio em Pedagogia: uma investigação dos modos de uso das tecnologias digitais. In: EDUCERE XII edição, 2015, Curitiba. Anais do Congresso Educere. PUCPR: 2015. p. 11889-11988.

LUNARDI-MENDES, Geovana Mendonça. Tecnologia é a resposta, mas qual era a

questão? Sobre políticas de inserção de tecnologias nas escolas e mudanças curriculares. In: MORGADO, José Carlos et al (Orgs.). Currículo, Internacionalização, Cosmopolitismo. v. 1. De facto Editores: Portugal, 2015.

_____; SILVA, Vera Gaspar da; SOSSAI, Fernando Cesar. Do Observatório de Cultura Escolar para o Observatório de Práticas Escolares: currículo e novas tecnologias em foco. In: SILVA, Fabiany de Cássia Taveres; PEREIRA, Marcus Vinícius Medeiros (Orgs.).

Observatório de Cultura Escolar: estudos e pesquisas sobre a escola, currículo e cultura

escolar. Editora UFMS. Campo Grande: Ed. UFMS, 2013.

MACEDO, Elizabeth Fernandes de. Novas tecnologias e currículo. In: MOREIRA, Antônio Flávio et al (Orgs.). Currículos: questões atuais. Campinas: Papirus, 1997. Coleção

Magistério, Formação e Trabalho Pedagógico. 12. ed. 2006.

MELO, Geovana Ferreira. Estágio na Formação Inicial de professores: aguçando o olhar, desenvolvendo a escuta sensível. In: SILVA, Lázara Cristina da; MIRANDA, Maria Irene (Orgs.). Estágio Supervisionado e a prática de ensino: desafios e possibilidades. Belo Horizonte: Junqueira e Marin; FAPEMIG, 2008.

MOREIRA, Antônio Flávio Barbosa. Currículo, utopia e pós-modernidade. In: _____.

Currículos: questões atuais. Campinas: Papirus, 1997. Coleção Magistério, Formação e

Trabalho Pedagógico. 12. ed. 2006.

OLIVEIRA, Cristiano Lessa de. Um apanhado teórico-conceitual sobre a pesquisa qualitativa: tipos, técnicas e características. Revista Travessias. v. 2. n. 3, 2008.

PIMENTA, Selma Garrido. LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência: diferentes concepções. Revista Poíesis. v. 3, n. 4. 2006. p. 5-24.

PRENSKY, Marc. Nativos Digitais, Imigrantes Digitais. NCB University Press. Trad. Roberta de Moraes Jesus de Souza. vol. 9, n. 5. out. 2001.

PRETTO, Nelson De Luca. Educação, comunicação e informação: uma das tantas histórias.

Revista Linhas. v. 10, n. 2. jul./dez. Florianópolis, 2009. p. 17–33.

SANTA CATARINA. Projeto Político Pedagógico do Curso de Licenciatura em Pedagogia. Florianópolis, SC: 2010. Disponível em:

<http://www.faed.udesc.br/arquivos/id_submenu/495/pedagogia_2012.pdf>. Acesso em: 28 jun. 2016.

SIBILIA, Paula. A escola no mundo hiperconectado: Redes em vez de muros? Revista

Matrizes, São Paulo. n. 2. jan./jun. 2012. p. 195-211.

_____. Redes ou paredes: a escola em tempos de dispersão. Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Contraponto, 2012.

SILVA, Marco; CLARO, Tatiana. A docência online e a pedagogia da transmissão. B. Téc. Senac: a R. Educ. Prof., Rio de Janeiro, v. 33, n. 2. mai/ago. 2007.

SOSSAI, Fernando Cesar; LUNARDI-MENDES, Geovana Mendonça; SEEMANN, Vânio Cesar. Estudio de profundización de tic en la formación docente inicial en países

APÊNDICE A – QUESTIONÁRIO REALIZADO COM OS ACADÊMICOS

Esse questionário faz parte da pesquisa do trabalho de conclusão de curso, que está sendo realizado pela acadêmica Isabela Santos da Silva do curso de Licenciatura em Pedagogia, sob orientação da professora Geovana Mendonça Lunardi Mendes e co-orientação da professora Juliana de Favere, cujo título é “O modo de uso das tecnologias digitais pelos professores em formação inicial”. O trabalho tem como objetivo compreender os usos das tecnologias digitais pelos professores em formação do curso de licenciatura de Pedagogia da UDESC, em seus estágios de docência.

A pesquisa será com os estudantes das duas últimas fases do curso de Pedagogia da FAED, 7ª e 8ª fase, que cursaram a disciplina de Estágio Curricular IV e V.

Solicitamos seriedade e honestidade nas respostas para que possam contribuir com um trabalho científico-acadêmico que analisará o uso das tecnologias digitais, e poderá trazer indicativos para discutir o planejamento do curso e a matriz curricular.

Desde já, agradeço a colaboração!

Nome: _________________________________________________________ Fase:

Disciplinas de estágio já cursadas: ( ) I ( ) II ( )III ( ) IV ( ) V

PERFIL DO ESTUDANTE

1. Qual o nível de habilidade e domínio você tem com as tecnologias digitais? ( ) muito bom

( ) bom

( ) intermediário ( ) pouco

( ) nenhum

2. Quais os equipamentos tecnológicos digitais você utiliza no seu dia a dia? ( ) computador/notebook

( ) celular ( ) tablet

( ) televisão ( ) data show

( ) câmera fotográfica ( ) filmadora

( ) outros. Indique: _________

3. Quais os usos que você faz dos equipamentos utilizados? (Assinale mais de uma questão se for necessário) ( ) seleção de materiais ( ) leitura de textos ( ) estudos ( ) jogos ( ) edição ( ) postagens de textos/imagens/vídeos... ( ) comunicação com amigos/colegas ( ) outros. Indique: _____

4. Indique os três programas/aplicativo que você mais utiliza: ( ) Prezi ( ) Office ( ) Movie maker ( ) Facebook ( ) Instagram ( ) Snap chat ( ) Twitter ( ) Whats App ( ) outro. Indique:

5. Qual(is) a(s) finalidade(s) do uso? (Assinale mais de uma alternativa, se for necessário) ( ) pessoal

( ) trabalhos das aulas de graduação ( ) trabalhos do estágio supervisionado ( ) trabalho

( ) outros. Indique: _____

6. Você aprendeu a utilizar as tecnologias digitais com quem? ( ) sozinho

( ) com colegas ( ) com professores ( ) com alunos

( ) outro modo. Indique: _______

FORMAÇÃO

7. Enquanto estudante, como você classifica a utilização das tecnologias digitais nas disciplinas cursadas da Licenciatura para fins educacionais? Avalie a utilização. ( ) ótima

( ) boa ( ) regular ( ) superficial ( ) não fez uso

8. Você teve alguma orientação ou foi estimulado durante o curso de possibilidades de uso das tecnologias digitais na escola?

( ) sim ( ) não

( ) parcialmente

9. Os professores (as) do seu curso utilizaram alguma tecnologia digital para fins pedagógicos nas aulas?

( ) todos(as) ( ) alguns(mas) ( ) poucos(as) ( ) não usaram

10. Se sim, de que forma? ( ) disciplina

( ) metodologia ( ) avaliação ( ) Outros. Indique:

11. Indique dois recursos digitais mais utilizados pelos professores nas aulas: ( ) data show

( ) computador

( ) aplicativo. Indique: ( ) outros. Indique: ( ) ambiente virtual

12. Para a apresentações de trabalhos você utiliza quais recursos? ( ) cartaz

( ) data show

( ) aplicativos. Quais? _________ ( ) outros

ESTÁGIO OBRIGATÓRIO

13. Você teve alguma orientação ou foi estimulado na disciplina de estágio obrigatório pelos (as) professores(as) de possibilidades de uso das tecnologias digitais na escola?

( ) sim ( ) não

( ) parcialmente

14. A escola em que fez o estágio de docência disponibilizou recursos tecnológicos digitais para você?

( ) sim ( ) não

15. Você usou recursos tecnológicos digitais em seu estágio obrigatório de docência? ( ) sim

( ) não

( ) computador ( ) máquina fotográfica ( ) celular ( ) rádio ( ) filmadora ( ) outros. Indique:

17.Qual(is) foi/foram o(s) uso(s) das tecnologias digitais em seu estágio: ( ) planejamento

( ) metodologia ( ) relatório

( ) outro. Indique: ______

18. Os estudantes da escola utilizaram as tecnologias digitais nas aulas? ( ) sim. Quais? ________

( ) não

19. Você percebeu envolvimento das crianças nas aulas com as tecnologias digitais? ( ) sim

( ) não

( ) parcialmente

20. Sentiu-se confortável ao propor uma aula com as tecnologias digitais? ( ) sim

( ) não

21. Indique o motivo da resposta 20:

22. Se não utilizou, por quê? ( ) não quis

( ) falta de material

( ) não tinha relação com o tema da docência ( ) não foi permitido

( ) outro motivo.

Agradecemos a seriedade das respostas! Elas contribuirão para o processo de formação docente

ANEXO A – TERMO DE CONSENTIMENTO DE PARTICIPAÇÃO NA PESQUISA

Estou desenvolvendo a pesquisa para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) intitulada de: “O modo de uso das tecnologias digitais pelos professores em formação”, sob orientação da professora Geovana Mendonça Lunardi Mendes e co-orientação da professora Juliana de Favere, vinculado a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). O trabalho tem como objetivo compreender os usos das tecnologias digitais pelos professores em formação do curso de licenciatura de Pedagogia da UDESC, em seus estágios de docência.

Esse documento procura dar a você informações e pedir sua participação nessa pesquisa. Para participar do estudo é preciso responder a um questionário. Fica assegurado o seu direito de pedir qualquer esclarecimento sobre a pesquisa, agora ou mais tarde, podendo inclusive se recusar de participar ou interromper sua participação em qualquer momento. Caso se sinta desconfortável com alguma questão, pode negar-se a responde-la.

Sua participação na pesquisa é livre e voluntária em todo o processo. Sempre que considerar oportuno você pode entrar em contato, através do e-mail

[email protected] e ou da orientadora do TCC através do e-mail

[email protected].

As informações prestadas a esse estudo serão tratadas com sigilo. Os nomes dos participantes não serão divulgados em nenhuma hipótese. O relatório final da pesquisa, bem como a socialização dos resultados em revistas científicas, periódicos, congressos ou simpósios apresentarão os dados em seu conjunto de modo que não será possível a identificação dos entrevistados (as).

Li e sou consciente da natureza da pesquisa descrita nesse Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Para tanto assino esse documento juntamente com a pesquisadora para a confirmação do compromisso assumido por ambas as partes, sendo que cada um/a deles/ as ficará com uma cópia.

Florianópolis, ___ de ________________de _____.

_________________________ ___________________________

Documentos relacionados