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Autor Objetivo Dados Metodologia Principais Resultados Periódico Estrato*

Ångström (1929)

Mostrar algumas considerações sobre a transmissão atmosférica da radiação solar e sobre a

poeira no ar.

Dados de medições espectrobolométricas

e medições actinométricas.

Comparou seus resultados com a literatura, obtendo uma amostra das partículas sólida por meio de um pequeno

jato de ar sobre um slide de microscópio de vidro coma as partículas sendo

depositadas sobre o slide.

Meios de medições de energia em duas partes diferentes do espectro solar, onde não ocorre a absorção seletiva, obteve-se (i) um valor para o tamanho médio das partículas de poeira presentes na atmosfera e (2) uma ideia da quantidade total de

espalhando partículas no ar.

Geografiska Annaler

-

Ångström (1961)

Delinear um método simples de determinar a dependência do

comprimento de onda da extinção por aerossóis

atmosféricos.

De tabelas das literaturas em algumas estações de

medições de radiação com filtros

de vidro.

O método foi baseado em medidas de valores de radiação integral com auxílio

de pireliômetros e filtros de vidro.

As tentativas de determinar o expoente α do comprimento de onda das medidas do filtro são

justificadas somente nos casos em que as constantes do filtro permitem uma precisão de ~ ±

1,0% nas medidas da radiação transmitida, caso contrário, valores bastante errôneos podem ser obtidos e as variações virtuais podem aparecer.

Tellus -

Ångström (1964)

Chamar a atenção para o valor das informações obtidas a partir

do conhecimento dos parâmetros nomeados. Observações pireliométricas em Potsdam em 1932- 36, publicado por HOELPER (1939).

Discussão sobre os valores α- e β-, pois podem ser derivados de um extrato das

tabelas de Hoelper.

Os métodos usados (método de Herovanu e Ångström ou o de Schuepp e Valko) dão resultados

que, do ponto de vista meteorológico, parecem precisos o suficiente para ter um valor prático.

Tellus _

Holben et al. (1998)

Discutir a operação e a filosofia do sistema de monitoramento,

precisão dos medidores de medição, processamento e acesso ao banco de dados da

AERONET. Dados da AERONET coletados na Amazônia brasileira (estação seca) e em Mauna Loa, no Havaí.

Descrever o radiômetro espectral automático de varredura do céu e do Sol, a

transmissão de dados e o sistema de processamento.

Espera-se radiômetros automáticos de baixa manutenção, recepção e processamento de dados

em tempo real, uma base de dados facilmente acessível para a comunidade científica, uma cobertura espacial e sinergia entre e medições de satélites e que um banco de dados interativo aberto

promova pesquisa e colaboração entre os investigadores. Remote Sensing of Environment A1 Kaufman et al. (1998) Apresentar o SCAR-B e resumir alguns dos principais

resultados obtidos até o momento.

Dados das aeronaves E-2, C-131A e Bandeirante, dados da AERONET, dados coletados em solo no período do SCAR-B e dados dos satélites

GOES 8.

Uso de várias técnicas para derivar a absorção de aerossóis e a concentração de

black carbon a partir de análises laboratoriais de filtros, monitoramento

contínuo in situ de aeronaves e sensoriamento remoto de fotômetros. E os

dados do SCAR-B foram usados para verificar o sensoriamento remoto das propriedades de aerossóis dos satélites.

Os resultados do SCAR-B demonstraram concordância geral entre as medidas de fumaça in

situ e de sensoriamento remoto.

Journal of Geophysical Research A1 Eck et al. (1999) Investigar as variações espectrais da espessura óptica

de aerossóis, medido por fotometria terrestre. Dados de vários instrumentos distribuídos globalmente da rede AERONET.

Comparar as propriedades ópticas de fumaça entre alguns sites africanos e sul-

americanos e analisar as propriedades ópticas de aerossóis de poeira mineral e urbano/industrial com a curvatura em ln τ

versus ln λ.

Aerossóis de queima de biomassa e urbanos exibiram pronunciada curvatura em ln τ versus ln λ

em moderada a alta profundidade óptica, os aerossóis de poeira mineral apresentaram a moda

grossa e pouca curvatura em ln τ versus ln λ.

Journal of Geophysical

Research

Autor Objetivo Dados Metodologia Principais Resultados Periódico Estrato*

O'Neill et al. (2000)

Demonstrar que a distribuição lognormal é melhor para relatar

as estatísticas de AOD do que uma distribuição de normal.

Dados multi-ano e multi-site do fotômetro solar da

AERONET.

Comparar as distribuições lognormal e normal, fazendo testes de qualidade com histogramas e representações logarítmicas

e linear dos histogramas para AOD.

A distribuição de probabilidade lognormal foi sistematicamente melhor para relatar as estatísticas

de AOD do que uma distribuição de probabilidade normal. Geophysical Research Letter A1 Smirnov et al. (2000) Discutir a metodologia e a justificativa do algoritmo de triagem da nuvem desenvolvido para AERONET.

Dados experimentais do Brasil, Zâmbia,

Washington DC e Ártico Canadense.

Descrever o algoritmo de seleção de nuvem e apresentar alguns exemplos dos

dados antes e depois da triagem.

O algoritmo de triagem eliminou de ~ 20% a 50% dos dados iniciais, podendo ser aplicado a qualquer

site da rede AERONET na medida em que foi desenvolvido em um conjunto de sites de rede e

condições de aerossol. Remote Sensing of Environment A1 Dubovik et al. (2000)

Testar um novo conceito de um método consistente por Dubovik e King (2000) para

derivar não apenas a distribuição de tamanho, mas também o índice de refração e albedo de espalhamento único.

Dados recuperados de radiância do sol- céu medidos pela

AERONET.

A análise focou em inverter a combinação de dados tipicamente medida por radiômetros da AERONET para avaliar os

erros causados pelo ruído aleatório e as estimativas de erro linear foram testadas.

Os testes indicaram que uma diminuição da cobertura angular do espalhamento (75° ou menos) da radiância do céu resulta na perda de informações no índice de refração e para o espalhamento de partículas não-esféricas, a distribuição de tamanho

pode ser recuperada nos casos do ângulo de radiância do céu ser < 30-40°.

Journal of Geophysical Research A1 Dubovik e King (2000) Buscar a recuperação simultânea da distribuição de tamanho de partícula de aerossol e do índice de refração

complexo a partir de medições de espessura óptica espectral combinada com a distribuição

angular da radiância do céu.

Dados da

AERONET.

Implementaram a recuperação simultânea da distribuição de tamanho de partícula e do índice de refração complexo através do

ajuste simultâneo de radiações medidas em toda a faixa angular e espectral disponível por meio da modelagem direta

das características atmosféricas e do procedimento numérico que utiliza uma

transformação inversa matemática.

As restrições (derivadas de diferentes ordens) forneceram eficiências de recuperação quase equivalentes; foram delineadas duas alternativas para as diferenças entre métodos usando matriz e

inversão iterativa: (1) iterações lineares combinadas e (2) inversão da matriz usando decomposição de valor singular; e a distribuição de

tamanho e o índice de refração complexo podem ser derivados, com precisão razoável, a partir das

medidas realizadas pela rede.

Journal of Geophysical Research A1 O’Neill; Dubovik e Eck (2001)

Demonstrar que os valores monocromáticos de αf podem

ser extraídos diretamente das medidas dos derivados espectrais de primeira e segunda ordem do AOD.

Dados de fotômetros solar CIMEL da

AERONET.

Os valores monocromáticos de αf foram extraídos, por um algoritmo de extração, diretamente das medidas das derivadas espectrais de primeira e segunda ordem da

profundidade óptica de aerossol e depois foram feitas estimativas para αf e η. E por último foi feita validação por simulações.

As previsões são fisicamente coerentes com valores de αf, são sistematicamente maiores do que α durante os meses de inverno e são da mesma ordem

de grandeza durante o verão. Bons testes foram associados com nuvens finas e os valores de αf foram comparados com inversão de distribuição de

tamanho derivados de radiância do céu.

Applied Optics B1

Holben et al. (2001)

Apresentar o primeiro estudo de climatologia das propriedades ópticas de aerossóis recuperadas das

medidas da AERONET.

Dados da AERONET no período de 2 anos em locais no mundo.

Foram apresentadas as profundidades ópticas mensais de aerossóis medidos ou

interpolados para 500 nm, o parâmetro multispectral Ångström e água precipitável recuperados em nove locais

selecionados.

O AOD para Mauna Loa exibiu os menores valores com algumas perturbações de poeira desértica, os

lacais na África Ocidental tiveram os maiores valores devido à poeira mineral e a queima de biomassa é claramente identificada na mudança

sazonal para os locais com florestas e savanas.

Journal of Geophysical Research A1 Dubovik et al. (2002a)

Testar uma nova parametrização da forma da partícula na função de fase, distribuição de tamanho e

índice de refração.

Dados da AERONET em vários lugares com poeira mineral.

Implementou-se a mesma abordagem no código de inversão de Dubovik e King (2000), isso implica modelagem direta da

função de fase e extinção com base na Matriz T em vez de simulações de Mie

usadas anteriormente.

A aplicação obteve melhorias significativas na distribuição de tamanho, índice de refração e

função de fase recuperados.

Geophysical Research Letter

Autor Objetivo Dados Metodologia Principais Resultados Periódico Estrato*

Dubovik et al. (2002b)

Verificar e enriquecer as propriedades de aerossol derivadas

da detecção remota terrestre por intercomparações com informações

in situ disponíveis do aerossol.

Dados da

AERONET em

2 anos para alguns locais

no mundo.

Analisaram os resultados da AERONET com os modelos de aerossóis encontrados na literatura e

com dados de satélite.

Encontraram aerossóis de queima de biomassa, urbano-industrial, de poeira mineral e oceânico

(marinho). Journal of the Atmospheric Sciences A1 Smirnov et al. (2002)

Analisar as propriedades ópticas do aerossol atmosférico usando 2-5 anos de medidas pela AERONET em cinco locais insulares nos Oceanos Pacífico e Atlântico.

Dados da AERONET e medidas de transporte marítimo publicadas nos últimos 30 anos.

As medidas de atenuação solar e de dispersão do céu foram usadas para derivar a espessura óptica espectral e a distribuição do tamanho do

aerossol e depois são comparadas com um levantamento abrangente das medidas de transporte marítimo publicado nos últimos 30

anos.

τa (500 nm) inferior a 0,10 foram dominantes em todos os cinco sites, mas com frequências variáveis;

o aerossol sobre o Oceano Pacífico ainda se assemelha a maioria de aerossóis marítimos limpos isentos de influências continentais e os do Atlântico,

a espessura óptica é maior devido à presença frequente de poeira, fumaça e aerossóis urbano-

industrial. Journal of the Atmospheric Sciences A1 O'Neill et al. (2003)

VaLidar oticamente a extração da profundidade óptica da moda grossa e fina obtida a partir do algoritmo de curvatura espectral (algoritmo de inversão espectral).

Dados da

AERONET.

Inversões de Dubovik e King (2000) foram empregadas como um meio de vaLidar oticamente as estimativas do algoritmo de inversão espectral. Uma avaliação qualitativa das condições do céu foi fornecida por Yankee

Environmental Systems (YES).

Há consistência física da formulação óptica bimodal e as extrações de componentes; a variação da profundidade óptica da moda grossa é coerente com a evidência fotográfica de eventos de nuvens finas e que a variação da profundidade óptica da moda fina

é coerente com as evidências fotográficas de eventos de céu limpo e neblina; a técnica de inversão de curvatura espectral produziu valores de tf e tc que foram bem correlacionados se fracamente

enviesados em relação aos valores obtidos de inversões formais de extinção solar e dados de

radiância do céu. Remote Sensing of Environment A1 Knobelspiesse et al. (2004)

Fazer uma análise macroscópica de todo o conjunto de dados de dois

tipos de fotômetros solares portáteis. Dados do Fotômetro Solar Microtops II e o Microtops II Field of View (FOV) e Também da AERONET.

Compararam com os dados da AERONET e dos modelos de aerossol SeaWiFS. Utilizaram a

classificação semi-empírica K-means sem supervisão para separar os dados em populações

opticamente únicas.

Os clusters individuais são mais prováveis de serem log-normal (para AOT) ou normal (para exponentes de angstrom) e os expoentes de Ångström dos dados marítimos se comparam bem com os modelos de

aerossóis SeaWiFS e AERONET.

Remote Sensing of Environment

A1

Perrone et al. (2004)

Contribuir para a caracterização do aerossol sobre a bacia do Mediterrâneo, fornecendo resultados sobre a caracterização

do aerossol sobre o sudeste da Itália Dados da rede AERONET de março de 2003 a março de 2004 a nível 1.5 da Versão 2.

As medições de radiômetro solar/céu foram usadas para obter resultados preliminares que

caracterizam propriedades de aerossóis e evoluções sazonais por valores calculados diariamente de AOD, SSA, α, distribuições de

tamanho, índices de refração reais (n) e imaginários (k).

Os aerossóis urbano-industriais moderadamente absorventes dominam na primavera-verão em Lecce. Os aerossóis são marítimos no Outono- Inverno devido à distribuição média do tamanho do

volume com AOD (441 nm) <= 0,15 e α <= 1,0.

Atmospheric Reserach A2 Omar et al. (2005) Desenvolver um conjunto específico (cluster) de propriedades

ópticas médias dos aerossóis e categorizá-los. Dados da AERONET de 1993 até dezembro de 2002 (N 1.0).

Foi aplicado um esquema de seleção de nuvem em duas partes: um para verificar a simetria das

medidas almucântara e a outra para triagem estatística. Análise de cluster com base em características ópticas e físicas do aerossol.

Identificação de poeira mineral, queima de biomassa, poluição industrial urbana, aerossol rural,

poluído marinho e poluição suja. Testes de incerteza/sensibilidade mostraram que o algoritmo

de agrupamento reproduz mais de 94% da classificação com os dados reduzidos à metade.

Journal of Geophysical

Research

Autor Objetivo Dados Metodologia Principais Resultados Periódico Estrato*

Paixão et al. (2006)

Discutir os resultados com a caracterização de longo prazo das

propriedades ópticas do aerossol com enfoque no aerossol de

queimada.

Dados da

AERONET a

nível 1.5.

Análise das propriedades ópticas AOD, SSA, fator de assimetria, índices de refração complexo, coeficiente de Ångström e água

precipitável.

As propriedades ópticas do aerossol atmosférico na Bacia Amazônica são influenciadas majoritariamente pela quantidade de vapor d’água disponível na atmosfera, relacionada à estação do

ano, e pela emissão de grande quantidade de aerossol de queimada nos meses de agosto a

outubro. Annais CBMET 1980-2006 - Holben et al. (2006) Descrever brevemente os parâmetros de saída da Versão 2.0

e analisar os novos critérios aplicados aos parâmetros de entrada e triagem dos produtos de

inversão da Versão 2.0. Dez anos de dados da AERONET a níveis 1.0, 1.5 e 2.0.

Com base nos 10 anos de dados, verificaram a calibração e a simetria (20%), incluíram ângulo azimute de 180, analisaram o critério do ângulo de espalhamento, avaliaram a análise de bin mínima e verificaram o erro residual dinâmico.

Os critérios de seleção de entrada e pós-inversão da Versão 2.0 foram redefinidos, capacidade aprimorada e flexibilidade do algoritmo de inversão

para lidar com parâmetros de entrada variáveis e uma compreensão mais completa das medidas

instrumentais e requisitos algorítmicos.

Remote Sensing of the Atmosphere and Clouds _ Olmo et al. (2006)

Testar uma parametrização da forma de partícula na distribuição de tamanho, função de fase, albedo

de espalhamento único e parâmetros de assimetria a partir de irradiação direta e radiância do céu.

Dados brutos (nível 1.0) da

rede

AERONET.

Substituiu-se o Kernel com base na teoria Mie no modelo SKYRAD.PACK por uma derivada para partículas não esféricas aplicado sob

diferentes condições atmosféricas e foi comparado com os resultados do algoritmo de

esferoides utilizado na rede AERONET.

Nos episódios de poeira do Saara, a distribuição de tamanho é similar aos dois códigos (> 0,5 μm) e há diferenças em < 0,5 μm; episódios de poluição diferem nos dois códigos; em episódios de mineral

local, os códigos são similares; mostraram-se similar também para as outras propriedades.

Journal of Quantitative Spectroscopy & Radiative Transfer A2 Dubovik et al. (2006)

Descrever novos desenvolvimentos destinados principalmente a

modelar toda a matriz de espalhamento de esferoides.

Dados nível 2.0 da

AERONET.

Discutiram o uso das tabelas de pesquisa desenvolvidas na validação do modelo esferoide

versus medições laboratoriais de matrizes de

dispersão. As novas tabelas de pesquisa do núcleo de esferoides foram utilizadas para a recuperação de propriedades de aerossóis a partir de observações de poeira mineral.

A recuperação identificou o caráter esférico das gotas de água e demonstrou uma alta consistência

entre medições espectrais e angulares com modelagem e o modelo esferoide foi capaz de reproduzir todas as características principais do

espalhamento por partículas não esféricas.

Journal of Geophysical Research A1 Kaufman; Gobbi e Koren (2006)

Mostrar que a rejeição sistemática de condições ópticas atmosféricas variáveis podem gerar esse viés na média da AOT, ou seja, a varredura rigorosa de nuvens pode influenciar sistematicamente para condições

menos nubladas e mais secas, subestimando AOT.

Dados da

AERONET

nível 1.5.

Aplicaram o algoritmo (SVA) de Kaufman et al, (2005b) e compararam com o algoritmo da

AERONET; foi considerada uma varredura triplet utilizando a variabilidade espectral do

neutro para aerossol com α > 0,3; se o valor rastreado foi eleiminado, se for declarado como contaminado por nuvens; foram selecionadas as medições para o ângulo zenital solar> 78,5°.

Usando dados da AERONET, mostrou-se que algoritmos de triagem que usam a variabilidade espectral são capazes de discriminar melhor entre

nuvens e aerossóis, mas a climatologia menos tendenciosa pode ser obtida usando uma triagem de

nuvens relaxada e estimando estatisticamente a contaminação da nuvem, subtraindo-a posteriormente da climatologia, obtendo uma AOT

média de aerossol mais alta em alguns locais poluídos, mantendo os mesmos valores em outros.

Geophysical Research Letter

Autor Objetivo Dados Metodologia Principais Resultados Periódico Estrato*

Toledano et al. (2007)

Focar em AOD e α para se fazer uma climatologia local

(Huelva, Espanha).

Dados de AOD do nível 2.0 da

AERONET.

A partir da lei Beer-Bouguer-Lambert, o AOD é obtido a partir da profundidade óptica total

após a subtração da espessura óptica de Rayleigh e a espessura óptica de ozônio, então os dados espectrométricos de AOD permitem a

determinação de α (Ångström, 1964).

A distribuição de frequência de α estabeleceu um valor de α = 1,05. Os aerossóis marinhos apresentam um AOD (440 nm) <0,2. Um aerossol

muito limpo (AOD (440 nm) ~ 0,05) e aerossóis marinhos poluídos com valores de α em 0-2. Para

AOD acima de 0,35 a 440 nm e α superior a 1,4

tem-se aerossóis de queima de biomassa. Para AOD (870) > 0.11 e α <1.05 tem-se aerossóis do deserto. Finalmente, 1% dos dados com AOD (440 nm) >

0,35 apresentam valores de α intermediários, indicando o tipo de aerossol misturado.

Quarterly Journal of the Royal Meteorological Society A1 Gobbi et al. (2007)

Propor um método gráfico simples para converter

visualmente (α, δα) à contribuição do aerossol fino para o AOT e o tamanho dos

aerossóis finos.

Base de dados da AERONET.

Construíram o conceito de Kaufman (1993) para propor uma nova estrutura gráfica direta

que, com base em observações de AOT espectrais, permite: inferir tamanho do modo fino de aerossol (Rf) e contribuição fracionária

para o AOT total; e aumentos de AOT separados devido à umidificação por aerossol

(modo fino) e devido à adição de partículas grossas (contaminação por nuvens). Esse método baseia-se na análise combinada do

expoente de Angstrom e da sua curvatura espectral dα/dλ.

Os resultados mostram a dominância de aerossóis de modo fino na condução de AOT em locais poluídos. Em condições meteorológicas estáveis,

há um aumento no tamanho do aerossol fino à medida que a poluição se estagna e aumenta a espessura óptica. A coexistência de partículas grossas e finas é evidenciada nos locais poluídos a

favor do vento nas regiões áridas.

Atmospheric Chemistry and Physics A1 Sinyuk et al. (2007) Apresentar o SCAR-B e resumir alguns dos principais

resultados obtidos até o momento. Dados das aeronaves (E-2, C-131A e Bandeirante), AERONET e dos satélites GOES 8.

Uso de várias técnicas para derivar a absorção de aerossóis e a concentração de black carbon a partir de análises laboratoriais de filtros, monitoramento contínuo in situ de aeronaves e

sensoriamento remoto de fotômetros. E os dados do SCAR-B foram usados para verificar

o sensoriamento remoto das propriedades de aerossóis dos satélites.

Os resultados do SCAR-B demonstraram concordância geral entre as medidas de fumaça in

situ e de sensoriamento remoto.

Journal of Geophysical Research A1 Olmo et al. (2008)

Testar uma parametrização da forma de partícula na distribuição de tamanho,

função de fase, SSA e parâmetros de assimetria recuperados de medições de radiância do céu e direta, com

base no modelo Skyrad.pack usando a aproximação do plano

principal.

Dados do fotômetro solar