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NUTRICIONAL EM CENTRO OBSTÉTRICO: ESTRATÉGIA DO CUIDADO EM MATERNIDADE PÚBLICA

TRABALHO 90 APLICAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENFERMAGEM PARA

PREVENÇÃO

DE

INFECÇÃO

EM

SÍTIO

CIRÚRGICO

EM

CIRURGIA

CARDIOVASCULAR

Eixo Temático II – Segurança do Paciente

Lorena Santos de Santana1 Cássio Lima de Oliveira2 Larissa Cavalcante Silva3 Simone Santos Souza4 Rita de Cássia de Carvalho Machado5 Introdução: Para o tratamento de distúrbios cardiovasculares pode ser necessário a realização de procedimentos cirúrgicos, tanto em situações agudas, crônicas ou congênitas. No âmbito biológico, o paciente está suscetível a dor, infecções, intervenções invasivas e risco de morte. O pós-operatório de cirurgia cardíaca é período muito delicado devido a sua susceptibilidade às complicações, como infecção do sítio cirúrgico (ISC). Nesse sentido, os processos de enfermagem (PE) têm importância fundamental para a recuperação e na prevenção das ISC. Objetivo: descrever a sistematização da assistência de enfermagem aplicada na prevenção de ISC em cirurgia cardiovascular. Metodologia: Trata-se de uma revisão bibliográfica no qual foi realizada uma pesquisa na base de dados da Biblioteca Virtual em Saúde, considerando os artigos publicados em português nos últimos 10 anos. Resultados: O diagnóstico de enfermagem mais utilizado pelos autores foi Risco de infecção relacionado a procedimento invasivo. Para isto, estabelece-se o seguinte plano assistencial: manter precaução padrão e adotar medidas para prevenir infecção na ferida operatória. As intervenções de enfermagem utilizadas foram: trocar os curativos apenas após 24 horas de pós-operatório, caso não haja sangramento; manter curativos secos e não os remover durante o banho, sempre com manipulação estéril; proteger feridas fechadas primariamente com curativo estéril por 72 horas. Conclusões: A assistência de enfermagem se caracteriza por cuidados, visando na qualidade do cuidado e segurança do paciente, exigindo dos profissionais conhecimentos específicos para promover o cuidado individualizado e competente evitando eventos infecciosos durante o processo de recuperação no pôs operatório. A equipe multidisciplinar devem adotar todas as medidas de prevenção para evitar os danos desnecessários relacionados à assistência à saúde desde o checklist de cirurgia segura até a recuperação completa do paciente.

Descritores: Segurança do Paciente, Qualidade da Assistência à Saúde, Educação em Saúde

REFERÊNCIAS:

BRASIL. ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Medidas de Prevenção de Infecção

Relacionada à Assistência à Saúde. 2013. Disponível

1 Graduanda de Enfermagem pelo Centro Universitário Estácio – Vice Presidente da Liga Acadêmica de qualidade

do Cuidado Segurança do Paciente - LIASP Salvador – Bahia. E-mail: [email protected]

2 Graduando de Enfermagem pelo Centro Universitário Estácio – Presidente da Liga Acadêmica de Qualidade do

Cuidado e Segurança do Paciente - LIASP Salvador – Bahia. E-mail: [email protected]

3 Graduanda de Enfermagem pelo Centro Universitário Estácio – Secretária da Liga Acadêmica de Qualidade do

Cuidado e Segurança do Paciente - LIASP Salvador – Bahia. E-mail: [email protected]

4 Enfermeira, Docente de Enfermagem e Coordenadora da Liga Acadêmica de Qualidade do Cuidado e Segurança

do Paciente do Centro Universitário Estácio da Bahia - E-mail: [email protected]

5 5Graduanda de Enfermagem pelo Centro Universitário Estácio – Diretora Cientifica da Liga Acadêmica de

163 em:<www20.anvisa.gov.br/segurancadopaciente/images/documentos/livros/Livro4MedidasPrevencaoIR ASaude.pdf>. Acesso em 01 de outubro de 2017,

BIREME/OPAS/OMS. Portal da BVS. Disponível em: < http://dx.doi.org/10.1590/S0104- 07072011000200015 > ; < http://dx.doi.org/ BR73.1; W0113, G866p. 3186 >. Acesso em: Outubro de 2017.

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TRABALHO 91 – RELATO DE EXPERIÊNCIA: VISITA AOS NÚCLEOS DE

SEGURANÇA DO PACIENTE NA CIDADE DE SALVADOR-BA

Eixo Temático II – Segurança do Paciente

Rita de Cássia de Carvalho Machado1 Cássio Lima de Oliveira2 Lorena Santos de Santana3 Simone Santos Souza4 Miriele Santos de Souza5 RESUMO

Introdução: A incidência de Eventos Adversos no Brasil é alta. A ocorrência desse tipo de incidente no país é de 7,6% dos quais 66% são considerados evitáveis. Diante disso o Programa Nacional de Segurança do Paciente, instituído pela portaria n° 529 de 2013, revela o comprometimento governamental em colaborar para a qualificação do cuidado em saúde em todo território nacional. Faz-se necessário, nos estabelecimentos de saúde, o Núcleo de Segurança do Paciente (NSP), com a atribuição de elaborar, implantar, divulgar e manter atualizado o Plano de Segurança do Paciente (PSP) atuando como articulador e incentivador das unidades promovendo ações de qualidade. Objetivo: descrever o funcionamento do núcleo de segurança do paciente de três hospitais no município de Salvador/BA. Metodologia: Trata-se de um relato de experiência, desenvolvida pela Liga Acadêmica de Qualidade e Segurança do Paciente (LIASP-ESTÁCIO), com intuito de conhecer as ações e vivência dos profissionais que compõe o NSP de 03 hospitais privados, através de visitas técnicas. Resultados: As instituições possuíam certificado de acreditação hospitalar, pela Organização Nacional de Acreditação, em média eram formadas por 04 profissionais de nível superior, as ações dos núcleos eram articuladas com diferentes áreas intrahospitalares, demostrando o interesse em promover a cultura de segurança do paciente a nível institucional. Mensalmente através de encontros com os líderes das unidades era apresentado o perfil de incidentes notificados, elaborando um plano de ação envolvendo treinamento “in loco” e melhoria nos processos visando à redução dos incidentes e incentivando a adesão das notificações. Conclusão: O paciente precisa estar seguro, independente do processo de cuidado a que ele está sendo submetido, o NSP tem importância crucial para manter a qualidade do serviço prestado a toda comunidade. É necessário o investimento e apoio de toda equipe multidisciplinar as ações visando à segurança do paciente.

Descritores: Segurança do Paciente, Qualidade da Assistência à saúde, Educação em Saúde.

REFERÊNCIAS:

1 Graduanda de Enfermagem pelo Centro Universitário Estácio – Diretora Cientifica da Liga Acadêmica de

Qualidade do Cuidado Segurança do Paciente - LIASP Salvador – Bahia. E-mail: [email protected]

2 Graduando de Enfermagem pelo Centro Universitário Estácio – Presidente da Liga Acadêmica de Qualidade do

Cuidado e Segurança do Paciente - LIASP Salvador – Bahia. E-mail: [email protected]

3 Graduanda de Enfermagem pelo Centro Universitário Estácio – Vice Presidente da Liga Acadêmica de Qualidade

do Cuidado Segurança do Paciente - LIASP Salvador – Bahia. E-mail: [email protected]

4 Enfermeira, Docente de Enfermagem e Coordenadora da Liga Acadêmica de Qualidade do Cuidado e Segurança

do Paciente do Centro Universitário Estácio da Bahia - E-mail: [email protected]

5 Graduanda de Enfermagem pelo Centro Universitário Estácio – Tesoureira da Liga Acadêmica de Qualidade do

165 MINISTÉRIO DA SAÚDE. Gabinete do Ministro. Portaria n° 2.095, de 24 de setembro de 2013. Aprova os Protocolos Básicos de Segurança do Paciente. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 2013. 2.

TRABALHO 92 – SEGURANÇA DO PACIENTE A IMPLEMENTAÇÃO DO CHECKLIST