CAPÍTULO 4 – CONCLUSÕES
4.4 APLICABILIDADE DO PROCESSO
Para aplicação do processo proposto na análise de estruturas, mais estudos são necessários. Pode-se dizer que na avaliação das deformações, utilizando o momento de inércia através da curvatura, é desejável que se comprove a deformação por meio de modelos físicos. A fim de avaliar a interferência das diversas variáveis no resultado real. Na análise da estrutura, pode-se dizer que o ideal é que a NLF seja corrigida a cada incremento de carga. Para isto pode- se pensar em introduzir dentro do processo p-delta, uma matriz que represente a variação do momento de inércia em função da NLF. Esta matriz deve ser corrigida a cada incremento de carga, em função da curvatura. A divisão de um lance de pilar ou tramo de viga em um maior número de barras. É fundamental para poder representar a variação da NLF ao longo do elemento. Com este estudo mais completo será possível avaliar com maior precisão as variações de deformações e solicitações em função das diferenças obtidas, sendo possível avaliar se o esforço computacional introduzido é necessário.
REFERÊNCIAS BIBLIGRÁFICAS
[1] - FRANCO, M. Problemas de estabilidade nos edifícios de concreto armado. Publicação Técnica do Instituto de Engenharia de São Paulo, Divisão de Estruturas, Coletânea de Trabalhos Sobre Estabilidade Global e Local das Estruturas de Edifícios. São Paulo, PT 2, out., 1997.
[2] - FRANCO, M. Instabilidade local e global dos edifícios altos de concreto armado. Trabalho apresentado no International Symposium 1995 da International Association for Shell and Spatial Structures, Milão, junho de 1995. Publicação Técnica do Instituto de Engenharia de São Paulo, Divisão de Estruturas, Coletânea de Trabalhos Sobre Estabilidade Global e Local das Estruturas de Edifícios. São Paulo, PT 2, out., 1997.
[3] - FRANCO, M.; VASCONCELOS, A.C. Avaliação prática dos efeitos de 2ª ordem em edifícios altos. Apresentado no Rio Coloquium on the CEB-FIP Model Code 90 em 1991. Publicação Técnica do Instituto de Engenharia de São Paulo, Divisão de Estruturas, Coletânea de Trabalhos Sobre Estabilidade Global e Local das Estruturas de Edifícios. São Paulo, PT 2, out., 1997.
[4] - KAEFER, L.F.; BITTENCOURT, T.N.; FRANÇA, R.L.S. Sobre os métodos de avaliação da não linearidade física e geométrica na análise global de edifícios de concreto. In: JORNADAS SUL-AMERICANAS DE ENGENHARIA ESTRUTURAL. Brasília, 27 a 31 de maio. 2002.
[5] – SANTOS, L.M. Sub-rotinas básicas do dimensionamento de concreto armado, São Paulo, Thot, 1994.
[6] – TEIXEIRA, M.R.; SOUZA,M.R. Análise não linear física e geométrica de um edifício de múltiplos andares em concreto armado utilizando-se a plataforma OpenSees, In: V Simpósio
[7] - VASCONCELOS, A.C. Origem dos parâmetros de estabilidade α e γz. Publicação Técnica do Instituto de Engenharia de São Paulo, Divisão de Estruturas, Coletânea de Trabalhos Sobre Estabilidade Global e Local das Estruturas de Edifícios. São Paulo, PT 2, out., 1997.
[8] - VASCONCELOS, A.C.; FRANÇA, R.L.S. Um método simplificado e muito preciso para avaliação dos momentos de 2ª ordem em edifícios altos usuais. Trabalho apresentado no FIP Symposium, Johannesburg, março de 1997. Publicação Técnica do Instituto de Engenharia de São Paulo, Divisão de Estruturas, Coletânea de Trabalhos Sobre Estabilidade Global e Local das Estruturas de Edifícios. São Paulo, PT 2, out., 1997.
[9] – KÖNIG, G. Ein beitrag zur berechnung aussteifender bauteile von skelettbau, Dissertação, Darmstadt 1966.
[10] – BECK, H. e KÖNIG, G. Halterkräfte in skelettbau, in beton-und stahlbetonbau, fev, 1967 (traduzido para o português por VASCONCELOS, A. C.).
[11] – BECK, H. e KÖNIG, G. Criteria for judging the stiffness of framed structures, In: Proceedings IABSE Symposium, London, 1967, p. 37-45.
[12] RELVAS, F.J. Desempenho de vigas de concreto armado reforçadas com fibra de carbono em fases distintas de carregamento. São Paulo. Dissertação (Mestrado Profissional). Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo S.A. (em andamento). 2006.
[13] Associação Brasileira de Normas Técnicas. Projeto de estruturas de concreto – Procedimento. NBR6118:2003. Revisada em 31 de março de 2004.
OBRAS CONSULTADAS
VASCONCELOS, A.C. (1985). Critérios para dispensa de consideração do efeito de 2ª ordem. In: REUNIÃO ANUAL DO IBRACON: Colóquio Sobre Estabilidade Global das Estruturas de Concreto Armado. 22 a 26 de jul. Anais.
VASCONCELOS, A.C. (1986). Como enrijecer edifícios muito flexíveis. In: LA INGINERIA ESTRUCTURAL EM LA DECADA DEL 80: Homenaje al Ingeniero Julio Ricaldoni. Montevidéo, Uruguai, 17 a 19 dic.
VASCONCELOS, A.C. (1987). Como especificar a segurança quando há efeitos de 2ª ordem a considerar. In: REUNIÃO ANUAL DO IBRACON: Seminário Sobre os Aspectos Conflitantes em Normas Brasileiras. São Paulo, 20 a 24 de jul. Anais.
VASCONCELOS, A.C. Comportamento “social” das estruturas. Coletânea de trabalhos técnicos, Dr. Eng. Augusto Carlos de Vasconcelos. Sistrut Software e Tecnologia S/C Ltda. Vol I.
VASCONCELOS, A.C. (1989). Estado limite último de flambagem, comparação dos resultados na aplicação de normas. In: I SIMPÓSIO EPUSP SOBRE ESTRUTURAS DE CONCRETO. São Paulo. 22 a 24 de ago. Anais.
VASCONCELOS, A.C. (1990). A sensibilidade dos pilares altos de pontes aos deslocamentos angulares, elásticos ou não, que possam ocorrer nas fundações. In: II SIMPÓSIO EPUSP SOBRE ESTRUTURAS DE CONCRETO. São Paulo. Anais.
BUCHAIM, R. (1990). Carga de instabilidade em pilares esbelto de concreto armado. . In: II SIMPÓSIO EPUSP SOBRE ESTRUTURAS DE CONCRETO. São Paulo. Anais.
REYOLANDO M.L.R. da F. BRASIL. (1990). Não linearidade geométrica na análise dinâmica de pórticos de concreto. In: II SIMPÓSIO EPUSP SOBRE ESTRUTURAS DE CONCRETO. São Paulo. Anais.
PAOLO, A.V.J.; SANTOS, L.M. (1990). Contribuição ao estudo dos pilares esbelto de concreto armado. In: II SIMPÓSIO EPUSP SOBRE ESTRUTURAS DE CONCRETO. São Paulo. Anais.
SANTOS, L.M.; FRANCO, M. (1993). Instabilidade e efeitos de segunda ordem nas estruturas de concreto. In: III SIMPÓSIO EPUSP SOBRE ESTRUTURAS DE CONCRETO. São Paulo. Anais.
KAEFER, L.F. (2000). Desenvolvimento de uma ferramenta gráfica para análise de pórticos de concreto armado. São Paulo. Dissertação (Mestrado). Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.
CARMO, R.M.S. (1995). Efeitos de segunda ordem em edifícios usuais de concreto armado. São Carlos. Dissertação (Mestrado). Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo.
PINTO, R.S. (1997). Não-linearidade física e geométrica no projeto de edifícios usuais de concreto armado. São Carlos. Dissertação (Mestrado). Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo.
PROENÇA, S.P.B. (2001). Análise não-linear de estruturas. São Carlos. Notas de aula. Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo.
FRANCO, M. (1996). Edifícios altos de concreto armado. São Paulo. Notas de aula, Vol. 1 e Vol.2. ). Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.
TIMOSHENCO, S. (1936). Theory of elastic stability. 1ª ed., New York, Mc GRAW-HILL.
GREGORY, M. (1967). Elastic instability analysis of buckling modes and loads of framed structures. London. E & F. N. SPON Ltd.
FENVES, S. J.; PERRONE, N.; ROBINSON, A. R.; SCHNOBRICH, W. C. (1973). Numerical and computer methods in structural mechanics. New York. ACADEMIC PRESS, INC.
TAVARES, A. S. (1981). Análise matricial de estruturas. Lisboa, LNEC.
FUSCO, P. B. (1986). Estruturas de concreto, solicitações normais. Rio de Janeiro. Guanabara Dois.
MEEK, J. L. (1971). Matrix structural analysis. Tokyo. McGRAW-HILL KOGAKUSHA, LTD.
GERE, J. M.; WEAVER, W. (1981). Análise de estruturas reticuladas. . Rio de Janeiro. Guanabara Dois.
VENÂNCIO FILHO, F. (1975). Análise matricial de estruturas. Rio de Janeiro. ALMEIDA NEVES - EDITORES, LTDA.
CUNHA, M. C. C. (2003). Métodos numéricos. Campinas. Editora da Unicamp.
ASSAN, A. E. (1996). Métodos energéticos e análise estrutural. Campinas. Editora da Unicamp.
MOREIRA, D. F. (1977). Análise matricial das estruturas. Rio de Janeiro. LIVROS TÉCNICOS E CIENTIFICOS EDITORA S.A.