Este estudo teve como motivação compreender melhor a degradação intestinal de animais sadios visando a execução de ensaios biomecânicos com amostras frescas em maior período post morten. Outro ponto importante foi determinar se as amostras podem ou não ser congeladas com este mesmo intuito. Visto isso, seguem algumas considerações sobre a aplicabilidade dos achados deste estudo para o desenvolvimento de novas pesquisas.
Os resultados dos ensaios mecânicos permitem afirmar que a durabilidade intestinal é maior do que o tempo de uso relatado na totalidade dos estudos consultados, considerando as características macroscópicas, histológicas e biomecânicas. Ainda que tenha havido uma queda significativa no valor de pressão máxima no tempo oito horas, o valor suportado foi muito superior àqueles relatados em condições fisiológicas ou até mesmo patológicas (SHIKATA et al., 1983; ALLEN et al., 1986; MACHARG et al., 1986). Desta forma, mesmo no momento de menor resistência (considerando a pressão máxima), as amostras seriam capazes de mimetizar o comportamento mecânico in vivo. Ainda, considerando trabalhos que avaliaram diferentes técnicas de sutura intestinal (AULETTA et al., 2011; GANDINI et al., 2013; NELSON et al., 2014), a falha da sutura ocorreu em valores de pressão inferiores ao suportado pelas amostras no tempo oito horas. Portanto, mesmo na pior condição de pressão máxima, esta não seria fator limitante para avaliação do tema estudado.
Entretanto, a execução de ensaios envolvendo suturas intestinais não depende apenas da capacidade mecânica da alça em suportar pressão de distensão. É também necessária integridade da parede para que se possa executar de forma correta as técnicas avaliadas e condições mínimas de preservação tecidual para garantir suporte mecânico. É possível afirmar, frente aos resultados obtidos, que este tipo de experimento deve ser feito dentro de um período inferior a oito horas post morten. Foi neste período que o exame macroscópico mostrou as primeiras alterações na camada mucosa, e o exame histológico evidenciou o início da degradação da camada submucosa. A integridade desta é indispensável para a força mecânica das suturas (BRACAMONTE et al., 2014).
Da mesma forma, os processos de congelamento e descongelamento também não representaram perda significativa do valor de pressão suportada, o que sob esse aspecto, valida o uso deste método para a utilização em testes biomecânicos. No entanto, é necessário avaliar até que ponto seus efeitos deletérios sobre o ponto de vista macroscópico e histológico pode ser prejudicial à qualidade da aplicação e ao desempenho de suturais intestinais.
Várias outras técnicas de conservação ainda não tiveram sua eficácia testada na manutenção das características estruturais e biomecânicas do intestino. Neste sentido, há uma série de protocolos de conservação a serem aplicados até que se chegue a uma técnica ideal.
Por fim, existe um longo caminho a ser percorrido para entender mais a fundo as características do intestino delgado bovino. De qualquer maneira, este estudo forneceu informações básicas importantes, e abre caminho para a realização de diversos outros, sejam eles sobre aspectos morfológicos e biomecânicos, ou até mesmo aplicados à rotina clínico-cirúrgica.
9 CONCLUSÃO
As primeiras alterações histológicas surgiram decorridas seis horas do óbito dos doadores. Ao tempo de oito horas se deu início às alterações estruturais. A partir de então o grau de degradação se intensificou fortemente a cada período estudado.
O início das lesões macroscópicas se deu de forma simultânea ao aparecimento das alterações estruturais ao nível histológico. A partir de 12 horas foi difícil apontar diferenças marcantes quanto ao aspecto macroscópico, enquanto o agravamento gradual das caraterísticas histológicas foi evidente.
A resistência biomecânica do jejuno bovino a fresco se mostrou muito superior àquelas descritas como fisiológicas ou patológicas.
O tempo de oito horas também foi caracterizado por importante perda de resistência mecânica, devida principalmente à desorganização da camada submucosa. Posteriormente, a resistência voltou a aumentar devido ao rearranjo tecidual.
O processo de congelamento e descongelamento gerou intensas alterações macroscópicas e histológicas, entretanto, não foi observada perda significativa da resistência biomecânica a partir do método utilizado.
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