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A EFICIÊNCIA DA MUSCULAÇÃO NA MUDANÇA DA COMPOSIÇÃO CORPORAL THE EFFICIENCY OF BODYBUILDING IN CHANGING BODY COMPOSITION

DANYLO SILVA MATOS

Acadêmico do 6º período do Curso de Educação Física da Faculdade Presidente Antônio Carlos de Teófilo Otoni/MG, Brasil.

E-mail: [email protected]

ENOÍVIA DE FÁTIMA GUEDES MARTINS

Acadêmica do 6º período do Curso de Educação Física da Faculdade Presidente Antônio Carlos de Teófilo Otoni/MG, Brasil.

E-mail: [email protected]

FLAMARION RIBEIRO DE SOUZA

Licenciado e Bacharelado em Educação Física pela UFV. Docente do Curso de Educação Física da Faculdade Presidente Antônio Carlos deTeófilo Otoni/MG, Brasil.

E-mail: [email protected]

Resumo

O treinamento resistido (musculação) é um tipo de exercício que dá-se pelo uso da força e, alguns fatores influenciam em sua execução, que irá definir qual a metodologia mais adequada, a saber: volume, número de séries e número de exercício, intensidade, tempo de descanso e, frequência. Nesse sentido, observou-se que para que o participante tenha sucesso e alcance a meta desejada, é necessário acompanhamento do educador físico, que irá prescrecer os métodos de acordo com cada pessoa,

modificando de forma satisfatória a sua composição corporal. Assim, foram abordados tópicos como o treinamento resistido, composição corporal, musculação e emagrecimento, alimentação aliada ao exercício e, por fim, a importância do educador físico nesse processo. Para tanto, foi realizada uma busca na base de dados do Google acadêmico e SCIELO, buscando dados e pesquisas mais recentes acerca do tema.

Ao final, concluiu-se que o profissional de Educação Física é de suma importância nesse meio, uma vez que é responsável por passar o treino para esses indivíduos, bem como garantir saúde e bem estar.

Palavras- chaves: Musculação. Composição corporal. Educador físico.

Abstract

Resistance training (weight training) is a type of exercise that takes place through the use of force and some factors influence its execution, which will define the most appropriate methodology, namely: volume, number of sets and number of exercises, intensity, rest time and frequency. In this sense, it was observed that for the participant to be successful and reach the desired goal, it is necessary to monitor the physical educator, who will prescribe the methods according to each person, satisfactorily modifying their body composition. Thus, topics such as resistance training, body composition, weight training and weight loss, diet combined with exercise and, finally, the importance of the physical educator in this process were addressed. For this purpose, a search was carried out in the academic Google and SCIELO database, seeking the most recent data and research on the subject. In the end, it was concluded that the Physical Education professional is of paramount importance in this environment, since he is responsible for passing the training on to these individuals, as well as ensuring health and well-being.

Keywords: Bodybuilding. Body composition. Physical educator.

1 INTRODUÇÃO

Com o surgimento do mundo globalizado e consequentemente o capitalismo, as pessoas estão cada vez mais ocupadas, passam muito tempo sentadas e muitas vezes na frente das telas. Em que pese os benefícios das tecnologias e inovações, um fator muito preocupante assola toda humanidade: a

composição corporal quando em desequilíbrio, tendo em vista que a tendência das pessoas é se tornar cada vez mais sedentárias e ociosas. Com isso, o surgimento de doenças relacionadas ao sobrepeso, tais como obesidade é um fato.

Assim, busca-se nos dias atuais um equilíbrio e, por essa razão as academias encontram-se lotadas. Além disso, outros fatores como a busca do corpo perfeito e uma estética cada vez maior, o que também advém da influência das mídias sociais, faz com que a estética seja cada vez mais colocada em evidência.

Desta forma, o presente trabalho possui como escopo abordar a eficiência da musculação na composição corporal das pessoas, de maneira saudável e por meio do treinamento adequado que deverá sempre ser ministrado por um Educador Físico. Para tanto, esse profissional deverá manter-se sempre atualizado e, a fim de alcançar a meta desejada por cada aluno, deverá ser feito um trabalho multidisciplinar, ou seja, por meio de uma boa alimentação, exercícios adequados e também psicológicos.

2 REVISÃO DE BIBLIOGRÁFICA

2.1 Treinamento resistido (musculação)

Exercício resistido trata-se do treinamento através da força, realizado por meio da utilização de pesos livres, máquinas, peso corporal e demais equipamentos para melhorar força, potência e resistência muscular. Esses exercícios possuem inúmeros benefícios, tais como: o desenvolvimento de potência, força, resistência muscular, diminuição de gordura corporal, aumento de massa magra, favorecendo desta forma numa melhora da aptidão física e qualidade de vida (EEFE ? USP, 2021).

Conforme dispõe Fleck e Kraemer (2006), a musculação se constitui por sistemas e técnicas, que foram desenvolvidos por profissionais da área, isto é, atletas basistas, olímpicos, fisiculturistas e educadores físicos, com intuito de almejar a necessidade e parâmetros de um grupo específico, como aumento de força e alterações corporais.

Atualmente, o treinamento se dá por meio de métodos, seja por meio de repetições, números de séries, peso em que se pratica o exercício, variando a possibilidade de acordo com cada pessoa, por meios de técnicas tradicionais como set, pirâmide e HIT (BROOKS, 2000).

Nesse sentido, pode-se explanar alguns fatores que influenciam no exercício resistido, tais como o exercício à escolha, que irá definir qual musculatura a ser trabalhada, como membros susperiores e inferiores; volume, isto é, número de repetições, número de séries e número de exercícios; intensidade, que se dará por meio da velocidade de execução e peso utilizado; tempo de descanso, ou seja, reposo entre as séries, exercícios e sessões; e, frequência, que trata-se da quantidade de treinos que o indivíduo fará em uma semana (EEFE ? USP, 2021).

Através da figura abaixo, observa-se alguns dos exercícios resistidos mais importantes:

Figura 1 ? Principais exercícios de treinamento resistido (EEFE ? USP, 2021).

Por meio dos exercícios realizados, as alterações estão intimamente ligadas com a composição corporal, diminuindo a quantidade de gordura corporal e auxiliando no aumento de massa magra, o que evidencia a sua importância (FLECKER, 2006).

Vale ressaltar a importância do educador físico ou personal qualificado para passar os exercícios adequados de acordo com o metabolismo de cada indivíduo, respeitando os seus limites e composição corporal.

2.2 Composição corporal

A composição corporal trata-se da composição química em que é composta o corpo humano, dentre gordura e massa isenta de gordura (MIG) ou gordura, água, proteína e mineral, que são os modelos básicos para o estudo da composição corpora, sendo o primeiro o mais utilizado (NAHAS, 2010).

Algumas alternativas são utilizadas para verificar a composição corporal, sendo que o índice de massa corporal (IMC) é um dos mais acessíveis, utilizado inclusive pelo Ministério da Saúde, por meio de

programas como no Sistema de Vigilância Alimentar e Nutrição ? SISVAN (OMS, 2011). Para o cálculo do IMC, é adotada a seguinte fórmula:

Figura 2 ? Cálculo do IMC (OMS, 2011).

Desta forma, o diagnóstico dá-se da seguinte maneira, considerando-se adultos com mais de 20 anos e menos de 60 anos de idade:

Figura 3 ? Pontos de corte estabelecidos para adultos (OMS, 2011).

Observa-se que a análise da composição corporal serve para calcular o percentual de gordura de um indivíduo a partir de determinado método, a fim de verificar se esse indivíduo está abaixo do peso, com peso adequado, sobrepeso ou obesidade. Além da saúde, o equilíbrio da composição corporal serve para estabelecer uma satisfação da pessoa com sua imagem, uma vez que estará satisfeita com os indicadores , evidenciando uma correlação entre a composição corporal e a autoimagem, o que está intimamente ligado com o exercício físico (SAUR e PASSIAN, 2008).

Vale ressaltar que há diferenças entre os protocoços de IMC para atletas e para não atletas. Nesse sentido, o IMC não vale para todos, pois um atleta pode apresentar um maior peso devido a grande massa muscular e, segundo os cáulculos do IMC pode ser considerado acima do peso, além de correr riscos para lesão.

De acordo com Nunes apud Oliveira (2021) o metodo do IMC não é indicado nem para atletas, crianças ou idosos. Em relação aos atletas, eles possuem um peso maior por conta do ganho de massa muscular, necessitando de outros paarâmetros para o cálculo da composição corporal. Em relação às crianças, há outros gráficos, como os da caderneta infantil. No que tange aos idosos, o cálculo deve se adaptar, mas não simplesmente recomendar uma perda de peso, uma vez que a idade acarreta em perda de massa muscular.

Ademais, a composição corporal também se dá por meio da análise de composição via compasso de dobras. Inicialmente, dobras cutâneas é a medida da espessura de duas camadas de pele juntamente com a gordura adjacente, tais como as encontradas no tríceps, bíceps e axilar média. Logo, esse método é interessante para aferir a gordura corporal de um paciente, já que na maioria das vezes encontra-se subcutaneamente (SANNY, 2021).

Para fazer a medição é preciso fazer o passo a passo para sua execução. O primeiro passo é marcar o local da medida, que deve ser essenciamente pelo lado direito; depois deverá ser feito o pinçamento da dobra cutânea por meio do aidpômetro ou plicômetro; após isso, o adipômetro fará uma leitura das gorduras cutâneas encontradas. Ao final, será feito um cálculo do percentual de gordura encontrado pelo profissional, que se dá por meio da fórmula ?G (%) = 4,95 ? 4,50 X 100 DC?, sendo DC = densidade corporal (SANNY, 2021).

2.3 A musculação e o emagrecimento

A palavra ?musculação? surgiu no Brasil na década de 70, atraindo em princípio homens para as academias. Nos dias atuais, é a atividade mais praticada no mundo todo tanto por homens quanto por mulheres (SIMÃO, 2009). No ramo da Educação Física, a musculação possui grande relevância, pois está intimamente ligada com os objetivos de cada indivíduo, seja como competição, estética, aptidão física, qualidade de vida, preparação esportiva, dentre outros (PEREIRA, 2013).

A partir do conceito de treinamento resistido, percebe-se que a musculação é uma modalidade de exercícios resistidos, tendo em vista que realiza exercícios com pesos, por meio da força (BADILLO, 2001).

De acordo com Matsudo (1991) as pessoas que praticam musculação têm uma maior densidade mineral e ganho de força muscular, quando comparados a pessoas que praticam outro tipo de atividade física.

Ademais, a musculação promove gasto calórico e, a depender da intensidade, séries e frequências, ele pode ser ainda maior, o que implica diretamente na mudança da composição corporal, gerando

emagrecimento e ganho de massa magra.

Se o objetivo do aluno for o emagrecimento, Júnior (2010) cita que o treinamento deve ser feito de forma intensa e curta duração, o que contribui para a perda de peso e utilização de gordura como fonte de substrato.

Ainda de acordo com o autor, o pós imediato ao exercício intenso, faz com que o metabolismo permaneça acelerado durante um tempo, uma vez que a captação de oxigênio mantém-se em níveis maiores que o basal, em decorrência da conversão do ácido lático, produzido durante o exercício em glicose (JÚNIOR, 2010).

No mesmo sentido, revela Westcott e Baechie (2001):

Os estudos revelam que o treinamento de força planejado e executado, aumenta tanto a massa muscular quanto a taxa metabólica basal, que, por sua vez, acelera o padrão metabólico gerando um maior gasto de energia diário. Sendo a musculação muito mais eficaz na redução da gordura corporal.

São muitos autores e estudos que abordam a musculação e o emagrecimento, mas ainda há muito o que ser discutido e pesquisado. Um desses aspectos é a relação da atividade física e a alimentação.

2.4 Alimentação e musculação

Para que haja resultados eficientes na composição corporal de um indivíduo por meio da musculação, além da atividade em si, é preciso que seja feito um trabalho multidisciplinar, isto é, atividade física e alimentação, tendo em vista que a capacidade do rendimento físico é alterada positivamente quando ingeridos os nutrientes adequados que vão dos carboidratos e gorduras a proteínas (HIRSCHBRUCH, 2014).

Em relação aos carboitrados, Moreira (2003) dispõe que devem ser consumidos antes do exercício, de forma moderada, o que previne a fadiga durante a atividade e é fundamental para a reconstrução do tecido danificado, bem como restauração da energia. Ademais, a ingestão diária de carboidratos para adultos varia entre 45% e 65% da dieta.

No que tange às proteínas, são essenciais para o ganho de massa magra, pois serve para construção e manutenção dos tecidos, formação de enzimas, anticorpos, fornecimento de energia e regulação do metabolismo (MOREIRA, 2003).

Ressalta-se que a musculação com a ingestão adequada de proteínas contribui para a hipertrofia muscular . De acordo com Moreira (2003), por meio de pesquisas realizadas observou-se que a maioria dos

participantes consomem proteínas insuficientes após o treino. Nesse sentido, a ingestão adequada de proteínas diárias para um adulto varia de 10 a 35% do valor calórico total.

Desta feita, a mudança desejada na composição corporal, seja por fins de estética ou saúde, está intimamente ligada com uma boa alimentação, antes, durante e após o treino. Todavia, o consumo

incorreto de nutrientes além de prejudicar a performance, traz malefícios para saúde (HIRSCHBRUCH, 2014).

Por fim, ressalta-se o papel do Educador Físico que é o profissional que irá fornecer o treino adequado para cada pessoa, analisando suas peculiaridades e passando as informações necessárias no que tange a saúde como um todo, a fim de passar qualidade de vida para a sociedade em que está inserido.

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2.5 A relevância do educador físico

É sabido que para fins de qualidade de vida o exercício físico aliado a boa alimentação é o caminho.

Assim, nos últimos anos ambientes como academias crescem cada vez mais. Ferreira (1985) descreve que:

A necessária fundamentação filosófica, visando o desenvolvimento de uma consciência político-social sobre o fato esportivo, sobre o fenômeno lúdico e suas possibilidades de crescimento em nossa sociedade , pois é só compreendendo o esporte, a recreação, o lazer e a atividade física como fator de

desenvolvimento político-social e isso é de fundamental importância para a estruturação de um novo projeto político-social de uma nova sociedade (FERREIRA, 1985).

Tendo em vista que é o Educador Físico que atua em academias, como profissional deverá repensar no seu papel social, promovendo qualidade de vida para seus alunos por meio do exercício. Toscano (2001) assevera que:

As queixas, ansiedades e objetivos do aluno devem ser atentamente escutadas e cuidadosamente discutidas com o profissional de educação física, fazendo valer o componente pedagógico da sua

formação, tentando estabelecer um bom relacionamento, o que resultará em maior grau de aderência às prescrições. Muitas vezes, o desafio maior desse profissional está em ouvir respeitosamente todas as expectativas do programa de condicionamento físico idealizado pelo aluno e convencê-lo a fazer justamente o contrário (TOSCANO, 2001).

Assim, a prescrição do exercício físico depende é papel do educador físico, que é o profissional mais capacitado para intervir por meio de prescrição, orientação e sessões de musculação adequadas para cada indivíduo, visando acima de tudo saúde e qualidade de vida para seus alunos (MONTEIRO, 2006).

Além disso, a importância de um profissional para prática da musculação diminui o risco de sofrer lesões, pois quando feita sem supervisão pode gerar numa série de problemas, o que vale não só para a

musculação, mas para uma simples corrida ao ar livre; melhora o condicionamento físico, no que se refere ao ganho de massa magra, sendo que o profissional é capaz de desenvolver treinos adequados para cada participante; adequação da atividade ao resultado desejado, tendo em vista que o educador físico irá aliar as atividades às metas do aluno, além de agir de forma motivacional, evitando a monotonia, desmotivação e promovendo apoio psicológico; e, assim, o indivíduo irá conseguir obter resultados concretos, de forma significativa e eficaz, evoluindo de forma contínua, por meio de avaliações periódicas feitas pelo

profissional (FUNDESPORTE, 2019).

Para tanto, o educador físico deve ser criativo, comunicativo, solícito, prestativo, além de manter-se sempre atualizado. Pereira (1995) afirma que:

As academias são hoje em dia empresas com fins lucrativos, além, é claro, de terem a responsabilidade de ser um meio educativo, transformador de hábitos e comportamentos. Portanto, cabe ao professor adequar-se a essa realidade empresarial associada à educação. (PEREIRA, 1995).

No mesmo sentido, o profissional da Educação Física deve ainda enxergar cada aluno de forma singular, respeitando suas limitações. Costa (1999) relata que:

Para assumir as diferenças é necessário partir da diversificação de conteúdos e formas de adquirir aprendizagens. Respeitar o ritmo, as possibilidades de cada aluno/a em cada momento, não é tarefa fácil.

Devemos assumir as aulas estando dispostos a tratar com o imprevisível. Não devemos limitar as aulas às situações repressivas e homogeneizadoras. As experiências e as relações com as alunas/os nos

permitem sair fora do círculo vicioso e enfrentar os aspectos negativos (COSTA, 1999).

Somente respeitando todas as limitações dos alunos, qualidades a serem seguidas pelo educador físico, planos alimentares, treinos aliados à meta de cada indivíduo e tudo que foi passado por meio da presente pesquisa, ou seja, um trabalho extenso, multidisciplinar e metódico, é que o aluno terá resultados

satisfatórios, mudando sua saúde para melhor e sua composição corporal, tanto para fins de saúde quanto para fins de estética.

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Diante dos argumentos apresentados no desenvolvimento deste estudo, percebeu-se que o treinamento resistido é uma alternativa que vem sendo utilizada pelas pessoas seja com diversos objetivos, tais como estética, saúde, treinamento desportivo especificamente e outros, sendo que o treinamento realizado de forma adequada interfere diretamente na composição corporal. A musculação oferece diversos benefícios não só na estética, mas promovendo saúde, pois previne doenças como sobrepeso e obesidade.

Ademais, percebe-se que diversos são os autores e os estudos sobre o tema, mas ainda assim há muito o que se pesquisar e aprender, devendo o profissional da Educação Física, responsável por ministrar os treinos a seus alunos, manter-se sempre atualizado e respeitar a limitação de cada aluno.

Por fim, conclui-se que a musculação aliada a uma boa alimentação e passada por um profissional que irá preocupar-se com a meta de cada indivíduo, irá modificar a composição corporal de maneira satisfatória, promovendo saúde e qualidade de vida.

REFERÊNCIAS

BADILLO, J. J. G.; AYESTARÁN, E. G. Fundamentos do Treinamento de Força ? Aplicação ao Alto Rendimento Esportivo. Ed.2, Porto Alegre, Editora Artmed, 2001.

BROOKS, D. Manual do Personal Trainer: um guia para o condicionamento físico completo. Tradução Márcia dos Santos Dornelles. Editora Artmed, Porto Alegre, 2000.

COSTA, M. R. F. O lugar da diferença na formação em Educação Física: um estudo de caso institucional

no departamento de EF da Universidade Federal do Paraná - Brasil. 1999. Tese (Doutorado) ? Universidade de Barcelona.

EEFE-USP. Exercício resistido. 2021. Disponível em: <http://citrus.uspnet.usp.br/biomecan/pet/arquivos /Exercicio-Resistido.pdf>. Acesso em 22/10/21.

FERREIRA, M.G. Teoria da Educação Física: bases epistemológicas e propostas pedagógicas. In:

FERREIRA NETO A.; GOELINER, S. V & BRACHT, V. (Orgs.). As ciências do esporte no Brasil.

Campinas: Autores Associados, 1985.

FUNDESPORTE. Entenda a importância da orientação de um profissional na prática de exercícios físicos.

2019. Disponível em: < https://www.fundesporte.ms.gov.br/entenda-a-importancia-da-orientacao-de-um-profissional-na-pratica-de-exercicios-fisicos/>. Acesso em 22/10/21.

FLECK, S. J.; KRAEMER J. W. Fundamentos do treinamento de força muscular. Tradução Jerry Luiz Ribeiro; 3° ed.; editora Artmed; Porto Alegre;2006.

HIRSCHBURCH, M.D.; CARVALHO, J.R. Nutrição Esportiva: uma visão prática. Ed 2. Barueri: Manole, 2008.

JÚNIOR, L. C. Atividade física e controle de peso corporal. 2010. Disponível em: < http://www

.carnevallijunior.com.br/30/03/2010atividade-fisica-e-controle-do-peso-corporal/> . Acesso em: 22/10/21.

MATSUDO, S.M.M; MATSUDO, U.K.R. Osteoporose e atividade física. Revista Brasileira da Ciência e Movimento, v.5, n.3, p. 33-54, 1991.

MONTEIRO, L. Z. Perfil da Atuação do Profissional de Educação Física Junto aos Portadores de Diabetes Mellitus nas Academias de Ginástica de Fortaleza. Dissertação de mestrado em Educação em Saúde

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