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PROGRAMA DE DISCIPLINA

ASSINATURAS DOS RESPONSÁVEIS

Profa. Dra. Camila Fernanda Bassetto Sampaio Chefe em exercício do Depto. de Educação

que esse dispõe. Haverá aulas igualmente síncronas, em conformidade com o horário estabelecido, e assíncronas, resultantes da gravação das aulas síncronas e disponibilizadas na plataforma adotada para acesso a qualquer tempo dos alunos matriculados. Haverá também atividades possibilitadas pela plataforma Google Sala de Aula.

1 UNIDADE UNIVERSITÁRIA: FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS

CURSO: Ciências Sociais MODALIDADE: Licenciatura

DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: Depto. de Educação IDENTIFICAÇÃO: E duc aç ão da s r el aç õe s ét ni c o - r ac i ai s

CÓDIGO DISCIPLINA OU ESTÁGIO SERIAÇÃO IDEAL

DDA3045 Disciplina 9º semestre

OBRIGAT/OPT/EST. PRÉ/CO/REQUISITOS ANUAL/SEM

OBRIGATÓRIA NÃO HÁ SEMESTRAL

CRÉDITO CARGA HORÁRIA TOTAL

DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA

04 60 TEÓRICA PRÁTICA TEO/PRAT OUTRAS

4 NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA

AULAS TEÓRICAS AULAS PRÁTICAS AULAS TEO/PRÁTICAS OUTRAS 50

ADENDO

 Considerando a excepcionalidade emergencial causada pela pandemia do Coronavírus (SARS-Cov-2020) e a necessidade de realização das atividades remotas, a disciplina

“Educação das relações étnico-raciais” será desenvolvida com as seguintes alterações:

Metodologia- As aulas ocorrerão de forma síncronas e assíncronas por meio das ferramentas google meet, google classroom onde serão disponibilizados textos, vídeos, apresentações em slides, chats e fóruns para dúvidas e debates.

Avaliação Ocorrerá de forma processual considerando a frequência e participação nas aulas, leitura dos textos obrigatórios e entrega de atividades e relatórios no Ambiente Virtual de Aprendizagem.

Recuperação- Será desenvolvida por meio da revisão das aulas no ambiente virtual de aprendizagem, realização de atividades e aplicação de prova.

OBJETIVOS: (ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de:)

 Compreender os conceitos de etnia, raça, identidade, diversidade, diferença.

 Analisar as relações étnico-raciais na sociedade brasileira.

 Analisar o racismo científico e suas conseqüências no imaginário social e no processo pedagógico;

 Compreender as implicações do racismo, preconceito e discriminação nas políticas, concepções e práticas pedagógicas.

 Conhecer as leis 10.639/03 e 11.645 e suas diretrizes curriculares nacionais;

 Conhecer as iniciativas de políticas públicas voltadas para a inclusão social e igualdade racial.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (Título e descriminação das Unidades)

 As relações étnico-culturais na sociedade brasileira: os imigrantes, os indígena e os afro-brasileiros;

 Especificidade do racismo no Brasil: o mito da democracia racial

 O racismo e a sala de aula;

 A Lei Federal 10.639 de janeiro de 2003 e a alteração da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDB 9394/96

 O parecer CNE/CP 003/2004 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana

2

 A implementação da lei 11.645/08 nas práticas escolares

 Ações afirmativas, Políticas públicas e as relações étnico-culturais.

METODOLOGIA DO ENSINO diferença. Campinas: Armazém do Ipê (Autores Associados), 2006.

ANDREWS, George Reid. Democracia racial brasileira 1900-1990: um contraponto americano.

Estudos Avanços, vol.11, nº 30, 1997, p.95-115

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós modernidade. Trad. Tomaz Tadeu da Silva. 10 ed.

Rio de Janeiro: DP&A, 2005.

MUNANGA, Kabengele. Superando o racismo na escola.SECAD/MEC, Brasília, 2005

MUNANGA, Kabengele. “Uma abordagem conceitual das noções de Raça, Racismo, Identidade e Etnia”. In: Programa de Educação sobre o Negro na Sociedade Brasileira.Niterói: EDUFF, 2000 (Cadernos PENESB; 5).

SILVÉRIO, Valter Roberto. A (re)configuração do nacional e a questão da diversidade. In:

ABRAMOWICZ, Anete e SILVÉRIO, Valter Roberto (Orgs.) Afirmando diferenças: montando o quebra-cabeça da diversidade na escola. Campinas: Papirus, 2005, p.87-108.

Bibliografia Complementar

BRASIL, Diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana. Brasília: junho,2005.

CAVALLEIRO, Eliane. Do silêncio do lar, ao silêncio da escola. Racismo, preconceito e discriminação na educação infantil. São Paulo: Ed. Contexto, 2000.

GONÇALVES, Luiz Alberto Oliveira e GONÇALVES e SILVA, Petronilha Beatriz. Movimento negro e Educação. In: Revista Brasileira de Educação. Campinas: Anped,Set/out/nov, n.15, 2000, p. 134-158.

GOMES, Nilma Lino. Alguns termos e conceitos presentes no debate sobre relações raciais no Brasil: uma breve discussão. In: Educação anti-racista: caminhos abertos pela Lei Federal nº 10.639/03. Brasília: MEC/BID/UNESCO, 2005, p.39-62

ZAMBONI, Ernesta; BERGAMASCHI, Maria Aparecida. Povos indígenas e ensino de história: memória, movimento e educação. Disponível em:

http://alb.com.br/arquivomorto/edicoes_anteriores/anais17/txtcompletos/sem12/COLE_3908.pdf

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM A avaliação será processual considerando-se:

A participação nas discussões dos textos e trabalhos produzidos individual e coletivamente pelos alunos, no decorrer do processo de aprendizagem;

O envolvimento nas atividades de Seminários e Projetos organizados coletivamente

Atividades de Recuperação: realização de trabalhos de pesquisas e resenhas críticas.

3 EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades do programa de ensino)

Diversidade cultural. Relações étnico-culturais na sociedade brasileira. Racismo no imaginário social e no processo pedagógico. Educação e Relações raciais. Ações afirmativas e Políticas públicas.

APROVAÇÃO:

DEPARTAMENTO CONSELHO DE CURSO CONGREGAÇÃO

16/07/2020

ASSINATURAS DOS RESPONSÁVEIS

Profa. Dra. Camila Fernanda Bassetto Sampaio Chefe em exercício do Depto. de Educação

1 UNIDADE UNIVERSITÁRIA: FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS

CURSO: Ciências Sociais MODALIDADE: Licenciatura

DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: Educação

IDENTIFICAÇÃO: Organização e Desenvolvimento da Educação Básica

CÓDIGO DISCIPLINA OU ESTÁGIO SERIAÇÃO IDEAL

DDA 3050 Disciplina 3º Ano / 1º Semestre

NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA

AULAS TEÓRICAS AULAS PRÁTICAS AULAS TEO/PRÁTICAS OUTRAS 25

OBJETIVOS: (ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de:) Analisar a educação brasileira buscando compreender:

Antecedentes históricos;

Desenvolvimento;

e sua organização atual.

Compreender a estrutura dos sistemas de ensino e da unidade escolar, considerando a legislação e as normas vigentes;

Discutir questões políticas, econômicas e sociais relevantes no contexto educacional.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (Título e descriminação das Unidades) 1. Educação no Brasil colônia e império 8. Financiamento da Educação 9. Currículo

10. Regimento e Projeto Pedagógico METODOLOGIA DO ENSINO

A disciplina será dividida em dez módulos temáticos contendo textos (artigos científicos ou capítulos de livros) de leitura obrigatória para os alunos. Cada módulo da disciplina também contará com um conjunto de questões norteadoras, elaboradas pelo professor, que tem por

2 objetivo levar o aluno a interpretar o contexto histórico, a conjuntura social e econômica e o reflexo do período na educação. Semanalmente o professor promoverá uma discussão com os alunos, por meio de recursos remotos, de um tema específico com base nas questões

norteadoras previamente definidas. Cada aluno deverá elaborar e entregar um texto que demonstre sua interpretação das questões norteadoras, este texto será utilizado como avaliação da disciplina.

EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades do programa de ensino) Educação no Brasil colônia e império

Educação na 1ª república Educação desenvolvimentista Educação no Estado de São Paulo Lei de Diretrizes e Bases da Educação Políticas Educacionais

Avaliação da Educação Financiamento da Educação Currículo

Regimento e Projeto Pedagógico

APROVAÇÃO:

DEPARTAMENTO CONSELHO DE CURSO CONGREGAÇÃO

16.07.2020

ASSINATURAS DOS RESPONSÁVEIS

Profa. Dra. Camila Fernanda Bassetto Sampaio Chefe em exercício do Depto. de Educação

1 UNIDADE UNIVERSITÁRIA: FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS

CURSO: Ci ênc i as S oc i ai s MODALIDADE: Li c enc i at ur a

DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: Depto. de Educação

IDENTIFICAÇÃO: Estágio Supervisionado em Organização e Desenvolvimento da Educação Básica

CÓDIGO DISCIPLINA OU ESTÁGIO SERIAÇÃO IDEAL

DDA 3051 Estágio 3º Ano / 1º Semestre

NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA

AULAS TEÓRICAS AULAS PRÁTICAS AULAS TEO/PRÁTICAS OUTRAS 25

OBJETIVOS: (ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de:) E st ági o I I :

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (Título e descriminação das Unidades)

1. Gestão Escolar: planejamento, organização e gestão das unidades escolares 2. Regimento escolar

3. Projeto Político Pedagógico METODOLOGIA DO ENSINO As atividades de estágio incluirão:

Análise de legislação pertinente a Educação Básica,

Análise de um “Regimento Escolar” e de um “Projeto Pedagógico”,

Elaboração de um relatório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Lück, Heloísa. Dimensões da gestão escolar e suas competências. Editora Positivo, Curitiba 2009 Disponível online: <

http://www.fundacaolemann.org.br/uploads/estudos/gestao_escolar/dimensoes_livro.pdf SÃO PAULO. Legislação Educacional: Unificação de Dispositivos Legais e Normativos

2 Relativos ao Ensino Fundamental e Médio, 2008

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

A produção acadêmica do aluno no estágio será avaliada por meio de elaboração de um relatório analítico e de estudos teóricos sobre a legislação e documentos escolares.

Atividades de recuperação: Trabalho escrito e/ou reformulação do relatório de estágio.

EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades do programa de ensino) Organizações formais

Políticas Educacionais Unidade escolar Gestão escolar Conselho escolar Regimento escolar Projeto pedagógico.

APROVAÇÃO:

DEPARTAMENTO CONSELHO DE CURSO CONGREGAÇÃO

16.07.2020

ASSINATURAS DOS RESPONSÁVEIS

Profa. Dra. Camila Fernanda Bassetto Sampaio Chefe em exercício do Depto. de Educação

1 UNIDADE UNIVERSITÁRIA: Faculdade de Ciências e Letras

CURSO: Ciências Sociais MODALIDADE: Licenciatura

DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: Depto. de Educação IDENTIFICAÇÃO: Trabalho Docente e Didática

CÓDIGO DISCIPLINA OU ESTÁGIO SERIAÇÃO IDEAL

DDA3052 Disciplina 4º Ano / 2º Semestre

OBRIGAT/OPT/EST. PRÉ/CO/REQUISITOS ANUAL/SEM

NÚMERO MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA

AULAS TEÓRICAS AULAS PRÁTICAS AULAS TEO/PRÁTICAS OUTRAS 25

OBJETIVOS: (ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de:)

P os si bi l i t ar o c onhec i m ent o da pr of i ssã o de pr of es sor c om o um a pr of i ss ão

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO (Título e descriminação das Unidades) I A P RO LE T A RIZ A ÇÃ O DA P ROF I S Ã O DOCE NT E :

1. Profissão professor: análise sobre o que faz de alguém um professor e as concepções que descaracterizam o trabalho docente.

2. Profissionalização e condições de trabalho do professor: o processo de proletarização do professor.

3. O professor, o mal-estar docente e a Síndrome de Burnout.

4. O que é ser um “bom professor”? A profissão professor como síntese de múltiplas determinações.

I I - T RA B A LHO DO CE N T E E A S CO NCE P ÇÕE S DE P RO F E S SO RE S : M odel os bá si c os n a f or m aç ão do pr of ess or

1. Perspectivas atuais e formação do professor: professor tradicional; professor técnico;

professor reflexivo; e professor como intelectual crítico.

2. A manifestação das concepções de professores na educação brasileira.

3. As concepções crítico reprodutivistas e as pedagogias contra-hegemônicas.

4. As concepções de professores e as teorias pedagógicas: a escola nova; o

construtivismo; a psicologia histórico-cultural; o neolescolanovismo e a pedagogia oficial.

I I I O P RO F E S SO R DE CI Ê NC I A S SO CI AI S : LI M IT E S E P E RS P E CTI V A S CRÍ T I CA S

1. A formação de professores e a relação entre teoria e prática na ação docente.

2. O professor de ciências sociais e os conteúdos escolares para ensinar: para além da História, Geografia e filosofia?

3. Materiais didáticos, procedimentos didáticos, planos de ensino, planos de aula e elaboração dos relatórios de estágio da Disciplina de Co-Requisito.

4. A reflexão como instrumento de ação: o professor como intelectual crítico e militante.

2 O B S E RV A ÇÃ O : Cr onogr am a s uj ei t o a al t er aç õe s, c om di sc u s sã o pr év i a, de ac or do c om as d em anda s da r eal i dade.

METODOLOGIA DO ENSINO - Aulas expositivas dialogadas - Leitura e estudo de textos

- Análise crítica de vídeos, filmes e vivências no cotidiano escolar.

- Debates temáticos

- Análise de materiais didáticos

- Seminários, Pesquisas e Trabalhos temáticos dissertativos.

- Palestras

- Discussões com coletivos de professores e sindicatos - Leituras dirigidas e atividades individuais/grupos.

---//---

ADENDO: o desenvolvimento da Disciplina Trabalho Docente e Didática, na excepcionalidade emergencial causada pela pandemia do Coronavírus (SARS-Cov-2) 2020”, apresenta as técnicas, ferramentas e instrumentos disponibilizados pela Unidade da Faculdade de Ciências e Letras para a realização das atividades didático pedagógicas remotas no que se refere à metodologia de ensino:

Aulas expositivas assíncronas, transmitidas por meio de gravações em videoaulas via plataforma Google Meet, para apresentação de cronograma, conteúdos, orientações de leitura e atividades didáticas dirigidas, lançando mão de ferramentas/softwares

auxiliares como Prezi, Power-Point, Google Docs, Vídeos, entre outros instrumentos e técnicas possíveis.

Aulas síncronas dialogadas para discussão dos conteúdos teóricos e das dúvidas em relação às atividades dirigidas de estudo (aulas assíncronas), as quais também serão gravadas e disponibilizadas para os alunos que não puderam comparecer neste horário.

Trabalhos individuais e/ou em grupos, a depender das demandas colocadas pela realidade dos estudantes.

Leitura, interpretação, produção e discussão de textos.

A disponibilização dos conteúdos, atividades e procedimentos poderão utilizar as ferramentas técnicas oferecidas pelo GSuite, com a finalidade de disponilizar todos os materiais e atividades da Disciplina.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BARBOSA, M. L. de O.; RIVERO, P.; QUINTANEIRO, T. Conhecimento e imaginação:

sociologia para o ensino médio. Belo Horizonte: Autêntica, 2012.

CONTRERAS , José. A autonomia de professores . São Paulo: Cortez, 2002.

FACCI, M.G.F. Valorização ou esvaziamento do trabalho do professor? Um estudo crítico comparativo da teoria do professor reflexivo, do construtivismo e da psicologia vigotskiana . São Paulo: Autores Associados, 2004.

FERREIRA, N.S.C. Formação humana, práxis e gestão do conhecimento. In: FERREIRA, N.S.C; BITTENCOURT, A.B.(Orgs.) Formação Humana e gestão da educação: a arte de pensar ameaçada. São Paulo: Cortez, 2008, p.51-82.

GARCIA, T. O. G. A escola como espaço de acolhimento e participação dos educandos. In:

CORREA, B.C.; GARCIA, O.T. (Org.). Políticas Educacionais e organização do trabalho na escola. 1 ed. São Paulo: Xamã, 2008, v. 1, p. 161-188.

GIROUX, H. Os professores como intelectuais: rumo a uma pedagogia crítica da aprendizagem.

Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

LIBÂNEO, J. C. Democratização da escola pública: a pedagogia crítico-social dos conteúdos. 21 ed. São Paulo: Edições Loyola, 2006.

3 LIBÂNEO, J. C. Organização e Gestão da Escola: teoria e prática. Goiânia: Alternativa, 2001.

LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez, 1997.

SAVIANI, D. Escola e democracia. 34 ed. Campinas/SP: Autores Associados, 2001.

SAVIANI, D. História das idéias pedagógicas no Brasil. Campinas/SP: Autores Associados, 2007a.

SAVIANI, D. Pedagogia histórico-critica primeira aproximações. 9 ed. Campinas/SP: Autores Associados, 2005.

VASQUEZ , A. Filosofia da práxis. Rio de Janeiro: Expressão Popular, 2011.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Resolução CNE/CP Nº 1, de 18 de Fevereiro de 2002.

CHAUÍ, M. Convite a filosofia. São Paulo: Ática editora, 2003.

DUARTE, N. Conhecimento tácito e conhecimento escolar na formação do professor (por que Donald Schön não entendeu Luria). Educação e Sociedade Campinas, vol. 24, n. 83 p. 601 625, agosto, 2003a.

FREIRE, P. Conscientização: teoria e prática da libertação uma introdução ao pensamento de Paulo Freire. 3 ed. São Paulo: Editora Moraes, 1980.

FREIRE, P. Professora sim tia não: cartas a quem ousa ensinar. 13 ed. São Paulo: Editora Olho d’água, 1993.

GADOTTI, M. Concepção dialética da educação: um estudo introdutório. 15 ed. São Paulo:

Cortez, 2006.

GATTI, B.A.; BARRETO, E.S. (coord). Professores do Brasil: impasses e desafios Brasília:

UNESCO, 2009.

GIESTA, N. C. Cotidiano escolar e formação reflexiva do professor: moda ou valorização do saber docente. Araraquara: JM, 2001,223p.

MAZZEU, F. J. C. Uma proposta metodológica para formação continuada de professores na perspectiva históricosocial. Cad. CEDES, campinas/SP, v. 19, n.44,1998.

MOREIRA, A. F.; SILVA, T. T. (Org.). Currículo, cultura e sociedade. São Paulo: Cortez Ed, 1995.

PERRENOUD, P. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed Editora, 2000.

PESSANHA, E. C. Ascensão e queda do professor. 2 ed. São Paulo: Cortez, 1997.

PIRES, Marília Freitas Campos. O materialismo histórico dialético e a Educação. Interface- Comunicação Saúde Educação. Botucatu: UNESP

SCHÖN, D. A. Formar professores como profissionais reflexivos. In NOVOA, A. (Org.) Os professores e a sua formação. 3 Ed. Lisboa: Dom Quixote Publicações/Instituto de Inovação educacional, 1997.

ZAGURY, T. O Professor refém: para pais e professores entenderem por que fracassa a educação no Brasil. Rio de janeiro: Record, 2006.

4 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

A formalização da produção acadêmica do aluno será avaliada por meio de: produção de trabalhos escritos, realização de seminários, verificação de leituras programadas, discussões, prova escrita, realização de atividades práticas para crítica ao cotidiano escolar, dentre outros instrumentos que poderão ser propostos ao longo da disciplina, considerando as demandas concretas: por exemplo, poderão ser requisitados trabalhos ou estudos dirigidos.

Proposta de equação para formalização do processo avaliativo:

- Destaque para a participação nas aulas (discussão de textos e filmes, trabalhos em grupo, exercícios em sala previsão de 5 atividades escritas a serem indicadas no cronograma). Ao final do semestre, as atividades serão convertidas em uma nota no intervalo de [0-10].

- Essas atividades tem o objetivo de se constituírem como formativas, tanto para o professore avaliar seus objetivos quanto para que o aluno tenha um retorno do processo de ensino e aprendizagem.

- Prova escrita (P) - peso 2 (prova escrita individual, com nota no intervalo de [0-10]).

- Atividades em sala peso 1 Média Final (MF)= (2.P + 1.Pa / 3)

Atividade de Recuperação: trabalhos dissertativos e prova escrita.

O Exame final obrigatório (Artigo 81 do Regime Geral) será oferecido ao estudante que não tenha alcançado a nota 5 (cinco) ao final da avaliação realizada no decorrer do semestre/ano e que tenha atingido 70% de presença (Art.78 do Regimento Geral). Uma vez aplicado o Exame Final, a nota final do aluno (EF) será obtida pelo cálculo da média aritmética simples entre a nota do semestre/ano (MF) e a nota do exame final (E), que deverá ser igual ou maior que 5 (cinco) para aprovação, conforme determinado pela Resolução Unesp-75, de 23-9-2016.

O B S E RV A ÇÃ O : os c r i t ér i os av al i ativ os e s t ão suj ei t os à al t er aç õ e s, c om di sc u s sã o pr év i a, de ac or do c om as d em and as d a r eal i dade.

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ADENDO: o desenvolvimento da Disciplina Trabalho Docente e Didática, na excepcionalidade emergencial causada pela pandemia do Coronavírus (SARS-Cov-2) 2020”, apresenta as técnicas, ferramentas e instrumentos disponibilizados pela Unidade da Faculdade de Ciências e Letras para a realização das atividades didático pedagógicas remotas no que se refere aos critérios de avaliação e recuperação:

A avaliação da Disciplina tem caráter formativo e visa atuar sobre o desempenho dos estudantes diante das seguintes atividades:

Resumos, atividades dirigidas e reflexões das aulas que visam sistematizar o processo de ensino e aprendizagem do conteúdo indicado no Cronograma.

A participação e a presença regular serão aferidas por meio da realização das atividades, mediante sua postagem em instrumentos ou recursos virtuais específicos a serem indicados.

Participação e interação com o professor e demais estudantes nas aulas síncronas.

A avaliação levará em conta a participação dos estudantes nas discussões síncronas (participação/acesso às discussões dos textos e explicações das atividades) e realização das atividades assíncronas (acesso às orientações de estudo, leitura dos textos e realização das atividades), a serem entregues via postagem em instrumentos ou recursos virtuais específicos, como anunciado na metodologia de ensino. Não basta apenas enviar as atividades se o aluno não participar/acessar as discussões ao longo da disciplina, já que suas realizações dependem do acesso às discussões.

As atividades deverão ser entregues nas datas estipuladas. Caso a tarefas seja entregue em atraso, enviadas em até 7 dias após a data de entrega, valerão apenas 50% da nota.

A atribuição de nota será proporcional ao desempenho médio da turma e, em todas as atividades avaliativas, os estudantes terão oportunidade de refazer a tarefa caso não tenham atingido seu objetivo. Assim, ao longo da disciplina o aluno terá oportunidade de recuperar seu desempenho e aprendizagem, através da retomada de conteúdos em aula síncronas e atividades assíncronas.

A atribuição da nota levará em conta o seguinte critério objetivo para a média final: 5 atividades em aula, sendo o valor de 2 pontos para cada uma das 5 atividades (A1 =

5 010) + 1 avaliação final no valor de 10 pontos (A2 = 010) MÉDIA: MF = A1 + A2 / 2

Atividade de Recuperação: trabalhos dissertativos e prova escrita.

O Exame final obrigatório (Artigo 81 do Regime Geral) será oferecido ao estudante que não tenha alcançado a nota 5 (cinco) ao final da avaliação realizada no decorrer do semestre/ano e que tenha atingido 70% de presença (Art.78 do Regimento Geral). Uma vez aplicado o Exame Final, a nota final do aluno (EF) será obtida pelo cálculo da média aritmética simples entre a nota do semestre/ano (MF) e a nota do exame final (E), que deverá ser igual ou maior que 5 (cinco) para aprovação, conforme determinado pela Resolução Unesp-75, de 23-9-2016.

O BS E RV AÇ ÃO : o s cri t éri o s aval i at i vo s est ão su j ei t o s à al t eraçõ es, co m d i scu ssão p révi a, d e aco rd o co m as d eman d as d a real i d ad e.

EMENTA (Tópicos que caracterizam as unidades do programa de ensino)

S oc i edade . P ol í t i c as pú bl i c as par a E duc aç ão. E sc ol a. Li c enc i at ur a em Ci ênc i as S oc i ai s. P r of i ssão d oc ent e. E sc o l a P úbl i c a B r asi l ei r a. Cot i di ano E sc ol ar . S al a de aul a. T r abal ho doc ent e no Ci c l o I I do E nsi no F undam ent al e no E nsi no M édi o. E nsi n o de S oc i o l ogi a. E nsi no de Hi st ór i a. E nsi no d e G eogr af i a. Av ali aç ão da apr e ndi z agem .

APROVAÇÃO:

DEPARTAMENTO CONSELHO DE CURSO CONGREGAÇÃO

16/07/2020

ASSINATURAS DOS RESPONSÁVEIS

Profa. Dra. Camila Fernanda Bassetto Sampaio Chefe em exercício do Depto. de Educação

1 UNIDADE UNIVERSITÁRIA: Faculdade de Ciências e Letras

CURSO: Ciências Sociais MODALIDADE: Licenciatura

DEPARTAMENTO RESPONSÁVEL: Dep. de Educação

IDENTIFICAÇÃO: Estágio Supervisionado em Trabalho Docente e Didática

CÓDIGO DISCIPLINA OU ESTÁGIO SERIAÇÃO IDEAL

DDA3053 Estágio 4º Ano / 2º Semestre

OBRIGAT/OPT/EST. CO-REQUISITOS ANUAL/SEM

ESTÁGIO Trabalho Docente e Didática SEMESTRAL

CRÉDITO CARGA HORÁRIA TOTAL

DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA

DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA

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