Os resultados foram obtidos a partir da percepção da comunidade acadêmica da Universidade de Brasília sobre o gerenciamento de resíduos eletrônicos. Com base nas discussões apresentadas no capítulo 4, foram cumpridos todos os objetivos específicos propostos. O quadro 5 demonstra o conjunto de resultados obtidos e as respectivas localizações com referência nos itens do trabalho.
Quadro 5 - Objetivos Específicos Propostos e Alcançados
Objetivos Resultados Localização
Verificar quais são práticas sustentáveis adotadas pela comunidade acadêmica;
A comunidade acadêmica tem adotado as seguintes práticas ambientais: consomem preferencialmente produtos sustentáveis; utilizam produtos ecológicos ou reutilizáveis; procuram no rótulo de produtos selos e certificações verdes; e descartam corretamente os resíduos eletrônicos.
Capítulo 4 e item 4.1.
Identificar os obstáculos relacionados ao gerenciamento adequado dos resíduos eletroeletrônicos;
A implementação da legislação é um desafio, isso se deve principalmente devido à falta de acompanhamento por parte do poder público.
Capítulo 4 e itens 4.2.1 até 4.2.5.
Investigar se a comunidade acadêmica concorda com as diretrizes estabelecidas pela legislação vigente em relação ao gerenciamento de resíduos eletroeletrônicos.
A partir da análise do critério Política e Legislação percebe-se que a comunidade acadêmica avalia positivamente as diretrizes estabelecidas pela legislação vigente.
Capítulo 4 e itens 4.2.1 até 4.2.5.
CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÃO
Este trabalho propôs avaliar a percepção da comunidade acadêmica da Universidade de Brasília (UNB) sobre o gerenciamento de resíduos de produtos eletroeletrônicos, utilizando a Metodologia multicritério de apoio à decisão construtivista (MCDA-C). Os resultados indicaram que a comunidade acadêmica tem adotado práticas sustentáveis. O percentual para cada ação praticada corresponde: 81,60% procuram descartar corretamente os resíduos eletrônicos; 57,50% consomem preferencialmente produtos sustentáveis; 43,70% utilizam produtos ecológicos ou reutilizáveis; e 20,70% procuram no rótulo de produtos selo e certificações verdes. Essas escolhas demonstram a consciência ambiental dos participantes da pesquisa e simbolizam a responsabilidade e o compromisso com as questões ambientais.
Quanto ao gerenciamento de resíduos eletrônicos é avaliado positivamente pela comunidade acadêmica da UNB. Após análise constatou-se que os critérios avaliados positivamente foram: “Fator Econômico”, “Política e Legislação” e “Vulnerabilidade e Ameaça”, que apresentaram respectivamente, 43, 68 e 100 pontos, o que indica desempenho no nível satisfatório, ou seja, dentro das expectativas. A avaliação positiva pode ter relação com o contexto do país, que atualmente dispõe de um extenso conjunto de atos normativos rigorosos que regulamentam a legislação ambiental. Os participantes desta pesquisa reconhecem essas políticas e legislações e demonstram concordância com suas diretrizes estabelecidas.
Apenas os critérios “Logística Reversa” e “Mobilização Social” foram avaliados negativamente apresentando, respectivamente, -14 e -26 pontos, o que indica desempenho entre o nível pouco satisfatório e indiferente. Portanto, estes critérios apresentam um impacto maior na opinião dos participantes e merecem maior atenção por parte das diferentes esferas da sociedade. Para um possível aperfeiçoamento no desempenho desses critérios são necessárias ações contínuas entre os diferentes grupos de interesses envolvidos no gerenciamento de resíduos eletroeletrônicos de modo a torná-lo significativo e efetivo.
Na avaliação global dos critérios o desempenho obtido ficou entre o nível satisfatório e indiferente. De modo geral, há um grau mínimo de satisfação percebido pela comunidade acadêmica. Entretanto, considerando a relevância e os riscos atrelados ao gerenciamento inadequado, esperam-se resultados mais positivos. O que se percebe é que a legislação é satisfatória, mas sua implementação é um desafio. Isso se deve principalmente devido às dificuldades em relação à negociação dos acordos setoriais para implementação de sistema de
46 logística reversa, bem como a falta de acompanhamento por parte do poder público e falta tecnologia disponível no Brasil.
No que diz respeito às limitações da pesquisa aponta-se o reduzido número de participantes da amostra. O questionário ficou disponível para preenchimento durante 5 (cinco) meses e 87 pessoas participaram da pesquisa. Considerando essa adversidade, sugere- se que os estudos futuros considerem opiniões de diferentes universidades para avaliar o nível de convergência ou divergência entre as instituições. Outra recomendação para estudos futuros refere-se à realização de outros grupos focais com decisores que atuem em diferentes órgãos ou entidades de gestão ambiental, no sentido de aprimorar e consolidar as ações relacionadas às políticas públicas.
REFERÊNCIAS
ALMEIDA, Marcelo; PENNA, Adriana Portugal; MONTEIRO, Milton Jonas; MONTEIRO, Simone Borges Simao; RODRIGUES, Martha M V O C. Análise da logística reversa de
resíduos de equipamentos eletroeletrônicos. XXXII Encontro Nacional de Engenharia de
Produção. Bento Gonçalves: ENEGEP/ABEPRO, 2012. Disponível em: <http://www.abepro.org.br/biblioteca/enegep2012_TN_STO_165_962_20121.pdf>. Acesso em: 10 set. 2019.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA ELÉTRICA E Eletrônica (Abinee). Revista
Abinee no 100 dezembro de 2019. Disponível em:
<http://www.abinee.org.br/informac/revista.htm>. Acesso em 15 jan. 2020.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE LIMPEZA PÚBLICA E RESÍDUOS ESPECIAIS (Brasil): Edição Especial 15 anos. Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil
2017. São Paulo: Abrelpe, 2018. 74 p. Disponível em:
<http://abrelpe.org.br/pdfs/panorama/panorama_abrelpe_2017.pdf>. Acesso em: 29 ago. 2019.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 10004: Resíduos
Sólidos - Classificação. Rio de Janeiro: ABNT, 2004.
BALDÉ, C.P.; FORTI V.; GRAY, V.; KUEHR, R.; STEGMANN, P.: The Global E-waste
Monitor 2017. In: United Nations University (UNU), International Telecommunication
Union (ITU) & International Solid Waste Association (ISWA). Bonn/Geneva/Vienna: 2017.
116 p. Disponível em: <https://www.itu.int/en/ITU-D/Climate-
Change/Documents/GEM%202017/Global-E-waste%20Monitor%202017%20.pdf>. Acesso em: 4 set. 2019.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Presidência da
República, [1988]. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm>. Acesso em: 13 out. 2019.
BRASIL. Decreto no 875, de 19 de julho de 1993. Promulga o texto da Convenção sobre o
Controle de Movimentos Transfronteiriços de Resíduos Perigosos e seu Depósito. Brasília:
Presidência da República, [1993]. Disponível em:
<https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/d0875.htm>. Acesso em: 22 ago. 2019.
BRASIL. Lei no 10.305, de 2 de agosto de 2010. Institui a Política Nacional de Resíduos
Sólidos; altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. Brasília:
Presidência da República, [2010]. Disponível em:
<https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm>. Acesso em: 22 ago. 2019.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente (MMA). Consulta Pública Eletrônicos. Disponível em: <http://consultaspublicas.mma.gov.br/>. Acesso em 14 jan. 2020.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente (MMA). Resíduos Sólidos. 2019. Disponível em: <https://www.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos>. Acesso em: 27 set. 2019.
48
BRIGDEN, K; LABUNSKA, I; SANTILLO, D; JOHNSTON, P. Chemical contamination
at e-waste recycling and disposal sites in Accra and Korforidua, Ghana. Amsterdam:
GREENPEACE, 2008 Disponível em: <https://www.greenpeace.org/archive- international/Global/international/planet-2/report/2008/9/chemical-contamination-at-e-
wa.pdf>. Acesso em: 20 set. 2019.
BRIGDEN, K.; LABUNSKA, I.; SANTILLO, D.; ALLSOPP, M. Recycling of Electronic
Wastes in China & India: Workplace & Environmental Contamination. Greenpeace
Research Laboratories, Department of Biological Sciences, University of Exeter, Exeter EX4
4PS. Reino Unido: GREENPEACE, 2005 Disponível em:
<https://www.greenpeace.org/archive-international/Global/international/planet- 2/report/2005/10/recycling-of-electronic-waste.pdf>. Acesso em: 20 set. 2019.
CONSUMERS INTERNATIONAL; MMA; MEC; IDEC. Manual de Educação para
Consumo Sustentável. Brasília: 2005. 160 p. Disponível em:
<https://idec.org.br/publicacao/manual-de-educacao-para-o-consumo-sustentavel-2a-ed- 2005>. Acesso em 5 de set. 2019.
COOPER, Donald R; SCHINDLER, Pamela S. Métodos de pesquisa em administração. 12ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2016. E-book. ISBN 978-85-8055-573-8.
COSTA, Cristiano Cunha; SANTOS, Maria Vanda dos. Percepção Ambiental de alunos da Modalidade de Educação de Jovens e Adultos em Assentamento Rural. Revista Monografias
Ambientais. [S.l.], p. 202-219, ago. 2015. ISSN 2236-1308. Disponível em:
<https://periodicos.ufsm.br/remoa/article/view/18063>. Acesso em: 17 maio 2020.
DEMAJOROVIC, Jacques; HUERTAS, Melby Karina Zuniga; BOUERES, Juliana Alves; SILVA, Adilson Gonçalves da.; SOTANO, Aloisio Sousa. Logística reversa: como as
empresas comunicam o descarte de baterias e celulares?. RAE-Revista de Administração de Empresas, [S.l.], v. 52, n. 2, p. 165-178, mar. 2012. ISSN 2178-938X.
Disponível em: <http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/rae/article/view/30572/29405>. Acesso em: 24 Set. 2019.
ENSSLIN, Leonardo; GIFFHORN, Edilson; ENSSLIN, Sandra Rolim; PETRI, Sérgio Murilo; VIANNA, William Barbosa. Avaliação do Desempenho de Empresas Terceirizadas
com o uso da Metodologia Multicritério em Apoio à Decisão - Construtivista. Pesquisa
Operacional, v. 30, n. 1, p. 125-152, 2010.
ENSSLIN, Leonardo; NETO, Gilberto Montibeller; NORONHA, Sandro Macdonald. Apoio
à Decisão – Metodologia para Estruturação de Problemas e Avaliação Multicritério de Alternativas. Florianópolis: Insular, 2001. ISBN 85-7474-093-4.
GIL, Carlos, Antonio. Como elaborar projetos de pesquisa. 6ª edição. São Paulo: Atlas, 2018. E-book. ISBN 978-85-97-01292-7.
GREENPEACE. Toxic Tech: The dangerouns chemicals in electronic products. 2005. 21
p. Disponível em:
<http://www.greenpeace.org/eastasia/Global/eastasia/publications/reports/toxics/2005/toxic- tech-chemicals-in-electronics.pdf>. Acesso em: 27 set. 2019.
INTERNATIONAL PROGRAMME ON CHEMICAL SAFETY. Arsenic and Arsenic
Compounds. Environmental Health Criteria no 224. UNEP/ILO/WHO, ISBN 92 4 157224 8: Genebra, 2001. Disponível em: <http://www.inchem.org/documents/ehc/ehc/ehc224.htm>. Acesso em: 23 set. 2019.
INTERNATIONAL PROGRAMME ON CHEMICAL SAFETY. Copper. Environmental Health Criteria no 200. UNEP/ILO/WHO, ISBN 92 4 157200 0. Genebra, 1998. Disponível em: <http://www.inchem.org/documents/ehc/ehc/ehc200.htm>. Acesso em: 23 set. 2019. INTERNATIONAL PROGRAMME ON CHEMICAL SAFETY. Selenium. Environmental Health Criteria no 58. UNEP/ILO/WHO, ISBN 92 4 154258 6. Genebra, 1987. Disponível em: <http://www.inchem.org/documents/ehc/ehc/ehc58.htm>. Acesso em: 23 set. 2019. INTERNATIONAL PROGRAMME ON CHEMICAL SAFETY. Zinc. Environmental Health Criteria no 221. UNEP/ILO/WHO, ISBN 92 4 157221 3. Genebra, 2001. Disponível em: <http://www.inchem.org/documents/ehc/ehc/ehc221.htm>. Acesso em: 23 set. 2019. LATOUCHE, Serge. Pequeno Tratado do Decrescimento Sereno. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
LEITE, Paulo Roberto. Logística Reversa: meio ambiente e competitividade. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. ISBN 978-85-7605-365-1.
LEONARD, Annie. A história das Coisas, Da natureza ao lixo, ou o que acontece com
tudo o que consumimos. Rio de Janeiro: Zahar, 2011. E-Book. ISBN 9788537807941.
Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788537807941/>. Acesso em 30 ago. 2019.
MANCINI, Sandro Donnini; FERRAZ, José Lázaro; BIZZO, Walter Antônio. Resíduos Sólidos. In: ROSA, André Henrique; FRACETO, Leonardo Fernandes; CARLOS, Viviane Moschini. Meio ambiente e sustentabilidade. Porto Alegre: Bookman, 2012. p. 346-374. E-
Book. ISBN 9788540701977. Disponível em:
<https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788540701977/>. Acesso em: 30 ago. 2019.
PLATIAU, Ana Flávia Barros, et al. Uma crise anunciada. In: Theodoro, Suzi. Huff. (org.).
Mediação de conflitos socioambientais. Rio de Janeiro: Garamond, 2005.
RODRIGUES, Mariana Lima; MALHEIROS, Tadeu Fabrício; FERNANDES, Valdir; DARÓS, Taiane Dagostin. A percepção ambiental como instrumento de apoio na gestão e
na formulação de políticas públicas ambientais. Saude soc. [online]. 2012. vol. 21, supl.3,
p.96-110. Disponível em: Disponível em:
<https://repositorio.usp.br/bitstream/handle/BDPI/39480/S010412902012000700009.pdf?seq uence=1>. Acesso em: 17 maio 2020.
50 SOLVING THE E-WASTE PROBLEM. Solving the E-Waste Problem (Step) White
Paper, One Global Definition of E-waste. Step Initiative: Alemanha, 2014. 13 p. Disponível
em: <http://www.step-
initiative.org/files/_documents/whitepapers/StEP_WP_One%20Global%20Definition%20of %20E-waste_20140603_amended.pdf>. Acesso em: 4 set. 2019.
SANTOS, G. E. de O. Cálculo amostral: calculadora on-line. Disponível em: <http:// http://www.publicacoesdeturismo.com.br/calculoamostral/>. Acesso em: 20 set. 2019.
THE WORLD BANK. What a Waste 2.0: A Global Snapshot of Solid Waste
Management to 2050. Washington: THE WORLD BANK, 2018. 295 p. Disponível em:
<http://documents.worldbank.org/curated/en/697271544470229584/pdf/132827-PUB- 9781464813290.pdf>. Acesso em: 30 ago. 2019.
UNB. Universidade de Brasília. Anuário Estatístico 2019. Disponível em: <http://dpo.unb.br/index.php?option=com_content&view=article&id=207:tabela-2-40-
evolucao-do-numero-de-alunos-regulares-registrados-nos-cursos-de-graduacao-por-unidade- academica-curso-e-habilitacao-unb-2014-a-2018-2-semestre&catid=198:anuario-estatistico- 2019&Itemid=916>. Acesso em: 31 jan. 2020.
UNB. Universidade de Brasília. Relatório de Gestão 2019. Brasília, 2019. Disponível em: <http://www.dpo.unb.br/images/phocadownload/documentosdegestao/relatoriogestao/2018/R elatrio_de_Gesto_UnB_2018.pdf>. Acesso em: 24 nov. 2019.
UNITED NATIONS ENVIRONMENT PROGRAMME (2019). Mountains of noxious e-
waste can be turned to humanity’s advantage. ONU, 2019. Disponível em:
<https://www.unenvironment.org/news-and-stories/story/mountains-noxious-e-waste-can-be- turned-humanitys-advantage>. Acesso em: 23 set. 2019.
UNITED NATIONS ENVIRONMENT PROGRAMME (2007). E-waste Volume I
Inventory Assessment Manual. UNEP/PNUMA: Japão, 2007. p. 127. Disponível em:
<http://wedocs.unep.org/bitstream/handle/20.500.11822/7857/EwasteManual_Vol1.pdf?seque nce=3&isAllowed=y>. Acesso em: 20 set. 2019.
VALLE, Rogerio, Souza; SOUZA, Ricardo Gabbay de. (org.), Logística reversa: processo a
processo. São Paulo: ATLAS, 2014. E-Book. ISBN 9788522486359. Disponível em:
<https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788522486359/>. Acesso em: 25 set. 2019.
WORLD ECONOMIC FORUM. A New Circular Vision for Electronics: Time for a
Global Reboot. Genebra: World Economic Forum, 2019. 24 p. Disponível em:
<http://www3.weforum.org/docs/WEF_A_New_Circular_Vision_for_Electronics.pdf>. Acesso em: 2 nov. 2019.
APÊNDICES
APÊNDICE A: Questionário eletrônico sobre a percepção da comunidade acadêmica da UNB sobre o gerenciamento de resíduos de equipamentos eletrônicos.
Percepção da comunidade acadêmica sobre o gerenciamento de resíduos de equipamentos eletrônicos
1. Bem-vindo ao meu questionário.
Gostaria de solicitar 5 minutos de seu tempo para responder ao questionário sobre o gerenciamento de resíduos de equipamentos eletrônicos, que faz parte da coleta de dados do meu Trabalho de Conclusão de Curso em Administração, na Universidade de Brasília (UNB). As informações coletadas nesta pesquisa serão usadas exclusivamente para fins acadêmicos, sendo garantido o sigilo e a confidencialidade dos participantes da pesquisa.
1 / 3 33%
2. As perguntas de 1 a 5 são relacionadas ao perfil do participante da pesquisa.
1. Qual é o seu gênero?
Feminino Masculino
2. Qual é o seu nível escolar?
Fundamental Médio Superior Pós-Graduação Mestrado Doutorado
3. Quanto tempo você possui de experiência na área ambiental?
Menos de 3 anos 4 a 8 anos
52
Mais de 8 anos
4. Considerando sua atuação na área ambiental, qual é nível hierárquico das atividades pelas quais você teve contato?
Estratégico Tático Operacional
5. Quais dessas atividades ambientais você realiza?
Consumo preferencialmente produtos sustentáveis. Utilizo produtos ecológicos ou reutilizáveis.
Procuro no rótulo de produtos selos e certificações verdes. Procuro descartar corretamente os resíduos eletrônicos.
2 / 3 67%
3. As perguntas de 6 a 10 são relacionadas ao gerenciamento de resíduos de equipamentos eletrônicos.
6. Em relação à "Logística Reversa", como você percebe o gerenciamento de resíduos eletrônicos quanto aos seguintes itens:
Insatisfatório Indiferente Pouco
satisfatório Satisfatório
Muito satisfatório Logística reversa de pós-
venda (produtos com problemas de qualidade
e/ou defeitos de
fabricação).
Pontos de coleta e/ou serviços de coleta (pós- consumo). Armazenagem (pós- consumo). Estação de reciclagem (pós-consumo).
Separação dos resíduos (pós-consumo).
7. Em relação à "Mobilização Social", como você percebe o gerenciamento de resíduos eletrônicos quanto aos seguintes itens:
Insatisfatório Indiferente Pouco
satisfatório Satisfatório Muito satisfatório Participação dos consumidores. Cultura ambiental.
Ação conjunta entre órgãos governamentais.
Conscientização na mídia. Transparência e acesso à informação sobre o correto descarte de resíduos eletrônicos.
8. Em relação às "Políticas e Legislações", como você percebe o gerenciamento de resíduos eletrônicos quanto aos seguintes itens:
Insatisfatório Indiferente Pouco
satisfatório Satisfatório
Muito satisfatório Necessidade de uma
política com diretriz específica.
Implementação/acompanh amento de Acordos Setoriais.
Monitoramento dos
processos das unidades federativas em relação ao tratamento desses resíduos. Incentivos fiscais.
Compartilhamento de responsabilidade entre os atores envolvidos no ciclo de vida do produto (fabricantes, comerciantes,
54 consumidores, entre
outros).
9. Em relação ao "Fator Econômico", como você percebe o gerenciamento de resíduos eletrônicos quanto aos seguintes itens:
Insatisfatório Indiferente Pouco
satisfatório Satisfatório
Muito satisfatório Valor potencial das
matérias-primas no lixo eletrônico.
Instrumentos econômicos para o correto descarte. Criação de empregos. Obsolescência programada. Inviabilidade de consertos dos aparelhos. Incorporação de tecnologia para reciclagem.
10. Em relação à "Vulnerabilidade e Ameaça", como você percebe o gerenciamento de resíduos eletrônicos quanto aos seguintes itens:
Insatisfatório Indiferente Pouco
satisfatório Satisfatório
Muito satisfatório Segurança quanto aos
produtos químicos.
Segurança quanto às substâncias perigosas. Proteção à exposição dos trabalhadores (EPIs). Existência de consciência quanto aos riscos.
Disponibilidade de armazenagem de itens frágeis.