CAPÍTULO 2 OS CONTEÚDOS DE SELEÇÃO NATURAL,
2.2 Resultados e Discussão
2.2.5 Atividades de aprofundamento (texto complementar, atividade prática e
didáticos
Buscou-se identificar nos livros didáticos analisados quais as atividades de aprofundamento em forma de exercícios que apresentavam para trabalhar os conteúdos após apresentá-los teoricamente. Os pontos para essa análise foram focados em saber se mostravam textos complementares sobre seleção natural, adaptação e deriva genética, se constavam de atividades práticas para o aluno realizá-las e os tipos de exercícios propostos.
Abaixo, são apresentados os resultados da análise dos textos complementares, das atividades práticas e os tipos de exercícios trazidos nos livros como forma de exercitar e aprofundar os conteúdos de seleção natural, adaptação e deriva genética.
Quadro 8 – Resultado da análise das atividades de aprofundamento nos livros analisados do PNLD 2012 Livro Autor Apresenta textos complementares sobre o assunto Atividades práticas propostas Tipos de exercícios propostos L1
Antonio Pezzi, Demétrio Ossowki Gowdak & Neide
Simões de Mattos SSN SA ND NC QPR QAG QME QD QV L2
César da Silva Júnior, Sezar Sasson & Nelson
Caldini Júnior SSN SA ND NC QPR QME QD QE QV L3
Fernando Santiago dos Santos, João Batista
Vicentin
Aguilar & Maria Martha Argel de Oliveira
SSN SA SD
C QPR
L4 José Mariano Amabis & Gilberto Rodrigues Martho
NSN
NA NC
QPR QME
ND QD QV L5 Nélio Bizzo NSN NA ND NC QPR QME QE QV
L6 Sérgio Linhares & Fernando Gewandsznajder SSN SA ND C QPR QME QD QE QV
L7 Sônia Lopes & Sérgio Rosso SSN SA ND NC QPR QME QD QV L8 V. Mendonça & J. Laurence SSN SA ND NC QME QD QV QE
Legenda: SSN - sim para seleção natural; NSN - não para seleção natural; SA - sim para adaptação; NA - não para adaptação; SD - sim para deriva genética; ND - não para deriva genética; NC - não consta; C - consta; QPR - questões de perguntas e respostas; QME - questões de múltipla escolha; QD - Questões discursivas; QV - questões de vestibular; QE - questões de ENEM; QAG - questão para atividade em grupo.
Fonte: Adaptado de Vasconcelos e Souto (2003).
Para Pozo (2002), as aprendizagens se dão em processos contínuos de ação e reflexão, não bastando ler e saber sobre algo. É necessário que o aprendiz exercite, na prática, sua capacidade para a análise daquilo que estudou, tente resolver um problema, ache uma resposta, uma solução, dando significado para o que se está a aprender. Nesse aspecto, o autor chama a atenção para as atividades enquanto prática, colocando o aluno em situações que dele exijam mobilidade de recursos cognitivos que extrapolem a simples memorização de fatos e conceitos, fazendo-o se sentir desafiado a resolver uma questão e dar resposta alicerçada por um conhecimento previamente aprendido. Segundo o autor:
Compreender requer propor as tarefas de aprendizagem como problemas para as quais é preciso encontrar resposta ou solução e não como exercícios nos quais se trata apenas de repetir respostas que tiveram êxito anteriormente ou que são recebidas já preparadas para o consumo cognitivo. [...] um problema se diferenciaria de um exercício em que, neste último caso, dispomos e utilizamos mecanismos que nos levam de forma imediata à solução. Virar a chave de ignição e dar partida no carro é um exercício; virar a chave e o carro não pegar é, em princípio, um bom problema (POZO, 2002, p. 253).
Entende-se que os exercícios quando bem colocados, na perspectiva adotada por Pozo (2002), faz toda a diferença no ensino e na aprendizagem de conteúdos científicos
escolares. Considerando essa visão de levar o aprendiz a resolver questões que extrapolem a memorização e mecanização para responder aspectos referentes aos assuntos trabalhados, faz- se necessário conhecer quais os tipos de atividades (exercícios) que os livros analisados propõem para o aluno resolver que apresentam questões referentes aos conteúdos de seleção natural, adaptação e deriva genética. Ou seja, os livros têm considerado uma diversidade de tipos de exercícios como forma de aprofundar os conteúdos, não se restringindo apenas à memorização? Essas atividades propostas seguem apenas um modelo de questão baseada nos exames para ingresso ao ensino superior? Há textos complementares que ampliam o conhecimento do aluno sobre o assunto? Há questões que levam o aluno a pensar em resolver um problema?
O resultado dessa análise evidenciou que não há diferença proeminente quanto às atividades de aprofundamento propostas nos diferentes livros, principalmente para os tipos de exercícios. Além disso, os livros L4 e L5 não apresentam texto complementar para nenhum dos conteúdos citados anteriormente. Já para a deriva genética, apenas o livro L3 traz texto complementar.
Constatou-se ser comum nesses textos uma abordagem mais elucidativa sobre os exemplos do pescoço da girava e a resistência das bactérias a antibióticos para explicar a seleção natural e adaptação. Acredita-se que o fato de os livros priorizarem esses textos como leitura complementar pode estar relacionado ao combate no entendimento que pode persistir em alguns alunos para a ideia de evolução na perspectiva do pensamento lamarckista (YABER; BARROS, 2017).
A quase totalidade dos livros didáticos não apresentou texto complementar sobre o tema deriva genética, evidenciando que os livros do ensino médio dão pouca atenção, dentro do conteúdo de evolução, para a abordagem desse assunto como mecanismo evolutivo importante que explica processos evolutivos tanto quanto a seleção natural.
Para o estudo de evolução biológica no ensino médio, é importante que o aluno conheça os diferentes mecanismos que explicam os processos que levam os organismos a evoluírem. No caso da deriva genética, trata-se de um mecanismo diferente da seleção natural, pois esta não produz adaptações, embora seu efeito contribua para a evolução (COYNE, 2012).
Os textos complementares são importantes recursos inseridos nos livros didáticos, porque disponibilizam para o aluno leitura mais ampla dos conteúdos teóricos estudados. Além disso, possibilitam inserir o assunto contextualmente, ou seja, atribuir o conhecimento aprendido a uma situação que esteja próxima da realidade em que o aprendiz se insere e a
escola enquanto espaço educativo socializável –, devendo essa instituição educativa assegurar o ensino de saberes da ciência, fazendo uma interface com o meio social onde se inserem os indivíduos (CACHAPUZ et al., 2005).
No que se refere às atividades práticas, incluindo nesse aspecto a sugestão de experimentos, elaboração de modelos didáticos e simulação, foram identificadas apenas nos L3 e L6. No L3, Figura 9, por exemplo, é proposto ao aluno simular o efeito da seleção natural em aves com relação ao formato do bico para apanhar o alimento, conforme ilustração abaixo:
Figura 9 - Atividade prática para simular a seleção natural do livro L3 do PNLD 2012
Na figura 10, é exemplificada uma atividade prática apresentada no L6 para simular a adaptação:
Figura 10 - Atividade prática para simular a seleção natural do livro L6 do PNLD 2012.
As atividades práticas propostas podem ser boas estratégias didáticas para o aluno tentar resolver um problema e exercitar sua capacidade de análise a uma situação, do mesmo modo como ocorre na natureza, ainda que hipoteticamente, como nesse caso para exemplificar a seleção natural e a adaptação. Com esses dois exemplos, percebe-se que também é possível destinar um espaço nos livros didáticos para a proposição de atividades práticas, não se justificando que nos demais analisados não se encontre esse tipo de atividade para o aluno realizar.
Para Andrade e Massabni (2011), as atividades práticas, quando pautadas pela pesrpectiva investigativa e que possibilitem a geração de hipóteses e resolução de problemas, contribuem para desenvolver no aluno a capacidade para a compreensão e reflexão. Desse modo, essas atividades contribuem para o seu senso crítico sobre as questões postas pela ciência, principalmente as experimentais, com as quais se pode simular uma situação hipótetica de dado fenômeno (ANDRADE; MASSABNI, 2011; LABURÚ et al., 2011).
Discute-se aqui as atividades práticas no âmbito do livro didático, reforçando a ideia de que esse recurso deve disponibilizá-las para que o aluno possa realizar um experimento, uma simulação, ou, ainda, confeccionar um modelo didático. É evidente que o professor, enquanto mediador do processo de ensino e aprendizagem dentro da sala de aula, pode realizar através de um planejamento, práticas sem que estas estejam no livro que o educando utiliza. Mas, considerando ser esse recurso de acesso cotidiano na escola e para alguns estudantes o único guia utilizado para o estudo de conteúdos escolares, faz-se necessário que sejam disponbilizadas as mais diversas formas possíveis de se trabalhar esses conteúdos e as atividades práticas. Essas são estratégias que permitem um exercício para despertar a curiosidade, para se opinar sobre o que está a estudar e formular ideias, fomentando no aluno a participação ativa para o que está conhecendo (POZO, 2002; LABURÚ et al., 2011).
Entende-se que as atividades práticas oportunizam a valorização do pensar crítico do aprendiz, ao colocá-lo em reflexão e minimizando o efeito passivo da absorção do conteúdo sem nele estar dando signficado. Nesse sentido, não se pode pensar a ação educativa sem estratégias que problematizem os conteúdos, de modo a desestabilizar o senso comum desse sujeito, para um ensino que o motive a aprender:
[...] deve-se provocar a motivação do aluno, ou seja, criar situações de desequilíbrio para despertar o interesse. Para que isso ocorra, invariavelmente o professor deve propor situações-problema, desafios e questões instigantes. Situações-problema mobilizam o aluno, colocam-no em uma interação ativa consigo mesmo e com o professor; criam necessidades, provocam um saudável conflito; desestabilizam a situação e paulatina e
sucessivamente o vão auxiliando a organizar seu pensamento (BRASIL, 2002, p. 55).
O livro didático pode ser parceiro do professor para o desenvolvimento de atividades práticas enriquecedoras que problematizam os conteúdos que serão ministrados, e assim aluno e mediador do saber poderão utilizá-las como meio que os auxiliem para o estudo e a prática de exercícios de aprofundamento que contribuem para melhorar o ensino e a aprendizagem dos assuntos trabalhados em sala de aula (MOREIRA et al., 2015).
O outro ponto analisado nas atividades de aprofundamento, dizem respeito aos tipos de exercícios que os livros trazem sobre os conteúdos abordados. Identificou-se uma variedade de questões propostas em forma de exercício para o aluno resolver – questões de perguntas e respostas e questões objetivas de múltipla escolha –, não tendo-se percebido distinção nos diferentes livros.
Apesar da quantidade de diversos tipos de questões propostas, foi identificado o predomínio das questões do tipo objetivas, em que geralmente é apresentado um texto com uma afirmação ou uma interrogação seguidas de alternativas com as possíveis respostas para o aluno escolher e marcar. Enquadram-se nessas questões: questões de múltipla escolha (QME); questões de vestibular (QV); questões de ENEM (QE).
Entende-se que esse tipo de exercício é importante, contudo há uma preocupação do ponto de vista pedagógico, para o excesso desse tipo de atividade, que ocupa boa parte das páginas do livro destinadas para atividades de aprofundamento. Em decorrência desse recurso ter que apresentar os diversos conteúdos que terão de ser trabalhados ao longo do ano letivo, há uma limitação de outros tipos de questões que requeiram do aluno análise mais aprofundada e reflexiva dos conteúdos estudados como, por exemplo, as atividades práticas do tipo experimental ou de simulação (MARCUSCHI, 1996; LABURÚ et al., 2011).
Outras questões que surgem nos livros são as de perguntas e respostas, de cunho discursivas e para estudo em grupo. Em geral, as questões de perguntas e respostas são mais para o aluno recordar à compreender um problema para ser resolvido. Temos um exemplo do L7: “Explique as diferenças entre os efeitos da seleção natural e da deriva genética nas populações. Dê exemplos da deriva e de seleção natural” (LOPES; ROSSO, 2010, p. 455). Em outro exemplo é feito um paralelo entre Lamarck e Darwin:
Em certas ilhas predominam pássaros com bico grande e forte, adaptados à manipulação de sementes duras que existem no local. Em ilhas vizinhas se encontram pássaros semelhantes, porém com bico delicado e longo, adequado à retirada de insetos e vermes de buracos existentes em troncos. Os
dois tipos de pássaros evidenciam alto grau de parentesco evolutivo a) De que maneira Lamarck explicaria a correspondência entre o tipo de bico e o tipo de alimento? b) De que modo se explica atualmente o surgimento de características novas em uma população? (SANTOS et al., 2010, p. 155).
Observa-se que mesmo nas questões discursivas não há uma questão-problema para o aluno refletir e responder, mas correlacionar, conforme o exemplo do L4, abaixo:
A diversidade de fenótipos existentes em uma população, sobre os quais atua a seleção natural, é mantida por mutação gênica e por recombinação gênica”. Essa frase resume os aspectos fundamentais
a) do criacionismo b) do lamarckismo c) do darwinismo clássico d) da teoria sintética da evolução
(AMABIS; MARTHO, 2010, p. 180)
Encontra-se no livro L1 uma questão para o estudo em grupo, que busca contextualizar o conteúdo. Nesse exemplo, vê-se que o aluno terá de analisar de forma mais criteriosa sobre o assunto para responder a questão (Figura 11):
Figura 11 - Questão para estudo em grupo retirado do livro do PNLD 2012
Fonte: L1, p. 84.
Entende-se que o livro pode explorar como forma de exercício questões que são retiradas de provas de vestibulares ou do ENEM. Todavia, apenas esse tipo de questão não dá conta de identificar se o aluno desenvolveu outras habilidades cognitivas importantes, tais como as apresentadas no domínio cognitivo da taxonomia de Bloom apresentadas por Ferraz e Belhot (2010) (ANEXO A) – que trata dos objetivos educacionais dimensionados pela
estruturação da taxonomia de Bloom no domínio cognitivo no que concerne ao conhecimento, compreensão, aplicação, análise, síntese e avaliação.
Entende-se que o aluno não apenas deve conhecer os conteúdos estudados, mas também ser capaz de compreender, aplicar, analisar, sintetizar e avaliar. Para alcançar os diferentes domínios cognitivos é preciso que ele experiencie formas diferenciadas de atividades práticas/pedagógicas que possibilitem o desenvolvimento das diversas habilidades.
Todo o processo de ensino-aprendizagem é encadeado por ações pedagógicas que preveem como resultado final a competência do aluno para o domínio de conhecimentos que estará adquirindo. Nesse sentido, os exercícios propostos são elementos importantes porque contribuem para que o aprendiz possa aprimorar sua capacidade quanto ao desenvolvimento de habilidades, como compreender, analisar e refletir (ANTUNES, 2002; RADAELLI, 2016).
O livro L2 traz questões em que os autores chamam a atenção para algumas habilidades que são previstas pelo ENEM. Abaixo, seguem duas questões que tratam de seleção natural e adaptação:
Questão 1
1 (Ufscar-SP) Evolução em ritmo acelerado – Pesquisadores do mundo animal têm chamado a atenção para um fenômeno curioso: há cada vez mais elefantes, principalmente na Ásia, que nascem sem as presas de marfim características dos machos da espécie. (...) O processo é desencadeado pela ação predadora dos caçadores, em busca do valioso marfim (...)
a) Que nome se dá ao mecanismo evolutivo proposto por Charles Darwin para explicar a evolução das espécies ao longo do tempo? Não fosse a ação dos caçadores, qual o fenótipo dos animais mais bem adaptados: presença ou ausência de presa?
b) Do ponto de vista genético e evolutivo, explique por que está havendo aumento na proporção de elefantes que nascem sem presas.
Fonte: Silva Júnior et al. (2010, p. 221)
Para essa questão, os autores abordam que estão sendo trabalhadas as seguintes habilidades: 1. Habilidades do Enem (Ciências da Natureza e suas Tecnologias) - Questão que envolve a habilidade 12, em que atividades humanas resultam em impactos ambientais; habilidade 16, que implica a compreensão do papel dos mecanismos evolutivos.
Questão 2
1 (UFRJ) Leia com atenção as seguintes informações:
Informação I: O número de espécie de insetos que comem plantas na região tropical é, aproximadamente, três vezes maior que o de espécies que comem plantas na região temperada.
Informação II: As plantas produzem substâncias, como os alcaloides, que são tóxicas para muitas espécies de insetos que se alimentam de plantas.
Um estudo mostrou que 35% das espécies de plantas da região tropical produzem alcaloides, enquanto apenas 15% das espécies de plantas da zona temperada produzem essas substâncias. Explique o mecanismo evolutivo que possivelmente gerou essa diferença percentual entre as plantas das duas regiões.
Fonte: Silva Júnior et al. (2010, p. 221).
Para essa questão, os autores destacam que estão sendo trabalhadas as seguintes habilidades: 2. Habilidades do Enem (Ciências da Natureza e suas Tecnologias) – A questão exige a habilidade 16, ou seja, a capacidade de compreender o papel dos mecanismos evolutivos, além da habilidade 28, que solicita a capacidade de associar características adaptativas dos organismos com seu modo de vida e limites de distribuição em diferentes ambientes.
Percebe-se que os livros didáticos têm dado atenção para apresentar exercícios que preveem as habilidades que deverão ser requeridas para os alunos responderem as questões. Esse aspecto é considerado positivo, do ponto de vista didático, o que deve acontecer pela obrigação prevista em editais para que os livros apresentem esse tipo de atividade. Isso pode acontece em decorrência da exigência do ENEM para tornar um livro apropriado para aprovação pelo PNLD e, consequentemente, ser adotado pelas escolas de ensino médio (MARTINI; BARETTA, 2020).
Com relação às questões apresentadas no livro L2, as habilidades requeridas contemplam alguns domínios cognitivos da taxonomia de Bloom, como as categorias de conhecimento, compreensão e análise. Percebe-se, com isso, que esse tipo de questão dimensiona outras aprendizagens, não restringindo-se apenas à categoria do conhecimento, como é comum nas questões objetivas do tipo para correlacionar (FERRAZ; BELHOT, 2010).
Não há dúvida quanto ao potencial das atividades de aprofundamento que o livro didático poderá disponibilizar para exercitar no aluno não somente a capacidade de memorizar conteúdos, mas, principalmente, para compreender e analisar. Desse modo, é importante que os livros priorizem a diversidade quanto às propostas de atividades de aprofundamento, como forma de oportunizar o exercício do educando nos diferentes campos de habilidades cognitivas (ANTUNES, 2002; POZO, 2002).
Para essas atividades, como os textos complementares, as práticas propostas e os exercícios, identificou-se pequena mudança em um dos livros aprovados pelo PNLD 2018. A
mudança diz respeito ao tipo de atividade prática, e não ao conteúdo, destacada na análise do livro L3, que não consta mais no respectivo livro, mas há uma outra para trabalhar a seleção natural, todavia com a proposta de jogo didático.
Pode-se dizer que a análise refletida com base na organização desse estudo contribuiu para se conhecer a realidade de como os assuntos de seleção natural, adaptação e deriva genética estão abordados nos livros didáticos de Biologia que são aprovados pelo PNLD.
À vista disso, entende-se que os assuntos precisam ser melhor abordados pelo livro quanto à maneira como estão explicados nos textos, evitando comprometer o entendimento do aluno, como também para as atividades de aprofundamento, com exercícios que o exijam leitura criteriosa, não se restringindo apenas a questões de múltipla escolha.
CAPÍTULO 3 - CONHECIMENTO SOBRE SELEÇÃO NATURAL, ADAPTAÇÃO E