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A) Descrição das atividades gerais desenvolvidas no Programa Centros Colaboradores, apontadas nas respostas dos técnicos participantes da oficina de avaliação.

Nesta fase, foram considerados os itens descritos nos questionários de avaliação do Programa, numa espécie de “brain storm”, a partir das respostas dos técnicos participantes da oficina de avaliação do Programa Centros Colaboradores.

Transferência de tecnologias assistenciais e gerenciais em saúde;

Revisão de conceitos gerenciais e assistenciais;

Aplicação de ferramentas estratégicas de gestão;

Atualização da visão gerencial, contribuindo para a reorganização da gestão hospitalar;

Desenvolvimento de relações interpessoais e interinstitucionais;

Reavaliação do perfil institucional;

Desenvolvimento de valores de solidariedade e de humanização;

Estímulo à capacitação profissional;

Atualização de conhecimentos;

Troca de experiências, com discussão de problemas comuns e de soluções adotadas;

Aproximação e comunicação direta entre os hospitais e o Ministério da Saúde;

Transferência de experiências bem sucedidas;

Unificação de condutas, normas e procedimentos;

Formação de novos multiplicadores;

Pagamento de diárias;

Visitas do Cliente ao Colaborador;

Identificação de necessidades dos Hospitais Clientes;

Parâmetros de avaliação não claramente definidos;

Apoio logístico do Ministério da Saúde, com passagens e diárias;

Supervisão por parte do Ministério da Saúde;

Participação de Hospitais com características heterogêneas;

Existência de mecanismos formais de reconhecimento apenas para as instituições, e não para os técnicos;

Implementação de ações estruturais;

Elaboração de relatórios de identificação, diagnóstico, acompanhamento, supervisão e avaliação;

Construção de um banco de dados que possibilite a divulgação das ações e trabalhos;

Disponibilidade de recursos financeiros para financiamento de ações específicas nos hospitais participantes do Programa;

Divulgação de informações junto aos gestores municipais e estaduais;

Link com o Programa da Humanização;

Realização de eventos (seminários) para troca de experiências e avaliação do conjunto das atividades;

Aperfeiçoamento de rotinas internas;

Consultoria de técnicos qualificados, sem ônus para os hospitais clientes;

Reorganização da estrutura organizacional, com revitalização institucional – física, tecnológica e de informação;

Aprimoramento da gestão das pessoas;

Desenvolvimento de gestão participativa;

Disseminação de normas e protocolos;

Formação de redes virtual, com redução da distância entre política e ação.

Tecnologia própria de implantação, com construção coletiva;

Promover a seleção e estabelecimento de parcerias entre hospitais do SUS.

B) Descrição das atribuições/responsabilidades dos atores Ministério da Saúde, Centros Colaboradores e Hospitais Clientes, apontadas formalmente, no Termo de Cooperação Técnica do Programa.

Ministério da Saúde/ Secretaria de Assistência à Saúde

Acolher e selecionar os Estabelecimentos Assistenciais de Saúde que necessitem e demonstrem interesse no trabalho dos Centros Colaboradores, conforme critérios estabelecidos;

Apoiar o desenvolvimento dos trabalhos dos Centros Colaboradores nos Estabelecimentos Assistenciais de Saúde selecionados, assegurando o deslocamento dos técnicos que prestarão Consultoria, como também, para os profissionais das unidades hospitalares que necessitem deslocamento até os Centros Colaboradores, disponibilizando os recursos necessários;

Estabelecer indicadores para medir as melhorias implantadas e analisar os relatórios apresentados;

Elaborar agenda de trabalho em conjunto com os Centros Colaboradores e os Estabelecimentos Assistenciais de Saúde, definindo datas e locais das Consultorias;

Acompanhar o trabalho tanto dos Centros Colaboradores, como dos hospitais beneficiados, no sentido de perceber melhorias implantadas e analisar os resultados apresentados.

Centros Colaboradores

Atuar nos hospitais oferecendo suporte técnico, através de assessoria/consultoria, realizando diagnóstico da situação e analisando a forma de organização dos serviços

assistenciais, contribuindo para a reorganização da gestão e implantando projetos estruturadores e inovadores da assistência;

Garantir a reprodução, observadas as peculiaridades do hospital beneficiado, de seus modelos, processos e sistemas desenvolvidos e implantados, considerando a experiência satisfatória destes para o bom desempenho da unidade;

Permitir o intercâmbio de técnicos do seu quadro, para atuarem como assessores/consultores nos hospitais beneficiados, assim como a permanência de técnicos destes últimos, nas suas dependências com a finalidade de conhecer a realidade do Centro Colaborador, possibilitando a reprodução de modelos, processos e sistemas;

Desenvolver metodologias, instrumentos e tecnologias de avaliação da qualidade e dos impactos assistenciais;

Assessorar na elaboração e no desenvolvimento de normas, rotinas e protocolos assistenciais;

Produzir relatórios acerca do diagnóstico da situação e proposta de intervenção no hospital beneficiado com suporte técnico, assim como, produzir relatórios finais que permitam a avaliação pela SAS, da repercussão da assessoria/consultoria nas rotinas destes hospitais;

Hospitais Clientes

Solicitar à Secretaria de Assistência à Saúde o apoio técnico dos Centros Colaboradores, indicando a área que necessita de suporte, preenchendo o formulário de Solicitação de Assessoria/Consultoria.

Articular-se com o Centro Colaborador selecionado pelo Ministério da Saúde organizando e planejando as ações a serem desenvolvidas, enviando relatórios contendo a descrição dos produtos obtidos como resultado do trabalho realizado;

Disponibilizar as condições necessárias para o desenvolvimento do trabalho dos técnicos dos Centros Colaboradores em conjunto com os seus profissionais no sentido da implantação dos modelos, processos ou sistemas objetos da assessoria/consultoria.

C) Mapeamento das atividades descritas pelos participantes da oficina, correlacionando-as com as responsabilidades/atribuições dos diferentes atores: Ministério da Saúde, Centros Colaboradores e Hospitais Clientes.

Tabela 2 - MATRIZ ATIVIDADES/ATORES Atores

Atividades

Minist.

da Saúde

Centros Colabor.

Hospitais Clientes

Transferência de experiências, tecnologias assistenciais e gerenciais Revisão de conceitos gerenciais e assistenciais

Aplicação de ferramentas estratégicas de gestão

Desenvolvimento de relações interpessoais e interinstitucionais Reavaliação do perfil institucional

Desenvolvimento de valores de solidariedade e de humanização Estímulo à capacitação profissional

Atualização de conhecimentos

Unificação de condutas, normas e procedimentos Formação de novos multiplicadores

Visitas técnicas de consultoria

Identificação de necessidades dos Hospitais Clientes Desenvolvimento de parâmetros de avaliação Apoio logístico, com passagens e diárias Supervisão das ações de consultoria

Seleção de Hospitais com características heterogêneas Estabelecimento de mecanismos formais de consultoria Implementação de ações estruturais;

Elaboração de relatórios Construção de banco de dados Financiamento de ações específicas

Divulgação de informações junto aos gestores Estabelecimento de Links com outros Programas Realização de eventos (seminários)

Aperfeiçoamento de rotinas internas Consultoria de técnicos qualificados

Revitalização institucional – física, tecnológica e de informação Aprimoramento da gestão das pessoas

Disseminação de normas e protocolos

Tabela 3 - Programabilidade das Atividades X Termo de Cooperação Técnica.

Termo de Cooperação Técnica Programabilidade

Atividades Não

Prevista Prevista Transferência de experiências, tecnologias assistenciais e gerenciais

Revisão de conceitos gerenciais e assistenciais Aplicação de ferramentas estratégicas de gestão

Desenvolvimento de relações interpessoais e interinstitucionais Reavaliação do perfil institucional

Desenvolvimento de valores de solidariedade e de humanização Estímulo à capacitação profissional

Atualização de conhecimentos

Unificação de condutas, normas e procedimentos Formação de novos multiplicadores

Visitas técnicas de consultoria

Identificação de necessidades dos Hospitais Clientes Desenvolvimento de parâmetros de avaliação Apoio logístico, com passagens e diárias Supervisão das ações de consultoria

Seleção de Hospitais com características heterogêneas Estabelecimento de mecanismos formais de consultoria Implementação de ações estruturais;

Elaboração de relatórios Construção de banco de dados Financiamento de ações específicas

Divulgação de informações junto aos gestores Estabelecimento de Links com outros Programas Realização de eventos (seminários)

Aperfeiçoamento de rotinas internas Consultoria de técnicos qualificados

Revitalização institucional – física, tecnológica e de informação Aprimoramento da gestão de pessoas

Disseminação de normas e protocolos

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