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Bits Alterados na PCM

No documento UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS (páginas 66-73)

na PCM.

1 2 4 8 16 32 64

18.9 19 19.1 19.2

N ´umero deThreads

N´umerodeEscritas(emMilh˜oes)

WBE WBC WT

Figura 41: N ´umero de Escritas na PCM dos Experientos com oBenchmark Vacation A Figura 41 apresenta os resultados dos experimentos com obenchmark Vacation.

Os versionamentos apresentaram uma m ´edia de escritas na PCM muito parecida em todos os cen ´arios de execuc¸ ˜ao. O comportamento dos versionamentos em relac¸ ˜ao ao n ´umerothreads foi o seguinte, primeiramente, conforme o aumento do n ´umero de threads tamb ´em ocorreu um aumento na m ´edia das escritas na PCM, isso ocorreu at ´e o cen ´ario com 4threads. A partir do cen ´ario de execuc¸ ˜ao com 8threads, os ver-sionamentos apresentaram uma diminuic¸ ˜ao da m ´edia de escritas na PCM conforme o aumento do n ´umero dethreads. Esse comportamento seguiu o mesmo comporta-mento da taxa demissesda hierarquia de cache.

1 2 4 8 16 32 64 11.6

11.8 12 12.2

N ´umero deThreads

N´umerodeBitsAlterados(emMilh˜oes)

WBE WBC WT

Figura 42: Bits Alterados na PCM do Experimento com oBenchmark Bayes

1 2 4 8 16 32 64

15 20 25 30 35

N ´umero deThreads

N´umerodeBitsAlterados(emMilh˜oes)

WBE WBC WT

Figura 43: Bits Alterados na PCM do Experimento com oBenchmark Genome Genome. Os resultados mostraram que nos cen ´arios com 1, 2, 4 e 8threads, os versi-onamentos obtiveram uma m ´edia de bits alterados muito parecida, sendo estatistica-mente semelhantes. Mas, a partir do cen ´ario com 16threads, o versionamento WBC apresentou uma m ´edia menor de bits alterados do que os demais versionamentos enquanto que o versionamento WT apresentou as maiores m ´edias de bits alterados.

Esse comportamento tem relac¸ ˜ao com o n ´umero de aborts de cada versionamento, onde o versionamento WBC apresenta um n ´umero de aborts menor que os outros versionamentos. J ´a nos cen ´arios de execuc¸ ˜ao at ´e 8 threads, o n ´umero de abortsfoi pequeno, em relac¸ ˜ao ao n ´umero de transac¸ ˜oes, fazendo com que os versionamentos apresentem resultados muito pr ´oximos. Em relac¸ ˜ao ao n ´umero de threads, os

versi-onamentos apresentaram o comportamento de aumento da m ´edia de bits alterados at ´e o cen ´ario com 16 threads, mas nos cen ´arios com 32 e 64 threads ocorreu uma diminuic¸ ˜ao da m ´edia de bits alterados.

1 2 4 8 16 32 64

25 30 35 40

N ´umero deThreads

N´umerodeBitsAlterados(emMilh˜oes)

WBE WBC WT

Figura 44: Bits Alterados na PCM do Experimento com oBenchmark Intruder Nota-se, a partir da Figura 44, que a m ´edia de bits alterados dos experimentos com obenchmark Intruder. Os resultados mostraram que o versionamento WBC apresen-tou a menor m ´edia de bits alterados na maioria dos cen ´arios de execuc¸ ˜ao. Assim como obenchmark Genome, o motivo pelo qual ocorreu esse comportamento ´e o n ´umero de aborts dos versionamentos, onde o versionamento WBC apresentou um n ´umero menor de aborts que os outros versionamentos. J ´a os versionamentos WBE e WT apresentaram resultados muito similares em todos os cen ´arios. Isso se d ´a devido aos versionamentos terem resultados muito parecidos como apresentado no Cap´ıtulo 4.

O comportamento dos versionamentos em relac¸ ˜ao ao n ´umero de threads foi o se-guinte, primeiramente, no aumento de 1-2threads ocorreu um aumento na m ´edia de bits alterados, mas depois conforme o aumento do n ´umero dethreadsa m ´edia de bits alterados diminu´ıa.

Os resultados dos experimentos com o benchmark Kmeans podem ser vistos na Figura 45. Os resultados mostraram que o versionamento WBC obteve a menor m ´edia de bits alterados na maioria dos cen ´arios de execuc¸ ˜ao. Assim como osbenchmarks Genome e Intruder, isso est ´a relacionado ao n ´umero deabortsdo versionamento WBC que foi muito menor que o dos outros versionamentos. Os versionamentos WBE e WT apresentaram m ´edias parecidas na maioria dos cen ´arios, com o versionamento WT tendo uma m ´edia de bits alterados um pouco maior. Esse comportamento tamb ´em est ´a relacionado ao n ´umero deaborts dos versionamentos, onde os versionamentos apresentam n ´umeros parecidos e como umabort no versionamento WT ´e mais

cus-1 2 4 8 16 32 64 15

20 25 30 35

N ´umero deThreads

N´umerodeBitsAlterados(emMilh˜oes)

WBE WBC WT

Figura 45: Bits Alterados na PCM do Experimento com oBenchmark Kmeans toso, visto que ele tem que restaurar a mem ´oria, ele acaba tendo uma m ´edia um pouco maior que o versionamento WBE. Em relac¸ ˜ao aos diferentes cen ´arios dethreads, os versionamentos WBE e WBC apresentaram um aumento da m ´edia de bits alterados at ´e o cen ´ario de execuc¸ ˜ao com 4threads, enquanto o versionamento WT apresentou um aumento at ´e o cen ´ario com oito threads. No cen ´ario com 16 threads os versi-onamentos apresentaram uma diminuic¸ ˜ao na m ´edia de bits alterados, mas tamb ´em apresentou um alto desvio padr ˜ao. J ´a no cen ´ario com 32threadsa m ´edia voltou a ter um aumento. E no cen ´ario com 64 threads a m ´edia de bits alterados teve uma nova diminuic¸ ˜ao.

1 2 4 8 16 32 64

0 50 100 150

N ´umero deThreads

N´umerodeBitsAlterados(emMilh˜oes)

WBE WBC WT

Figura 46: Bits Alterados na PCM do Experimento com oBenchmark Labyrinth J ´a a Figura 46 apresenta as m ´edias de bits alterados dos experimentos com o

benchmark Labyrinth. Em relac¸ ˜ao aos versionamentos, eles apresentaram m ´edias de bits alterados muito parecidas em todos os cen ´arios de execuc¸ ˜ao. J ´a em relac¸ ˜ao ao n ´umero dethreads, conforme o aumento do n ´umero dethreads a m ´edia de bits alte-rados tamb ´em aumentava. Esses resultados mostram o que j ´a foi visto nas an ´alises anteriores, obenchmark Labyrinth n ˜ao apresentou grande diferenc¸a entre os versiona-mentos. Isso se deve ao fato dobenchmark ter um n ´umero pequeno de transac¸ ˜oes (o experimento com maior n ´umero de transac¸ ˜oes, ocorreu com 64threadsque teve 384).

Ent ˜ao como ele executa poucas transac¸ ˜oes, pouca tamb ´em ser ´a a diferenc¸a dos ver-sionamentos.

A Figura 47 apresenta os resultados dos experimentos com obenchmark SSCA2.

Como pode ser visto, os versionamentos n ˜ao apresentaram diferenc¸as significativas em todos os cen ´arios de execuc¸ ˜ao. Isso ocorreu devido aos versionamentos apresen-tarem um n ´umero muito baixo deaborts, fazendo com que os resultados dos versiona-mentos sejam muito pr ´oximos. J ´a em relac¸ ˜ao ao n ´umero dethreads, em seu aumento de 1-2 ocorreu um aumento na m ´edia de bits alterados, mas depois a cada novo au-mento do n ´umero dethreads, a m ´edia de bits alterados diminu´ıa ou se mantinha com uma m ´edia estatisticamente equivalente.

1 2 4 8 16 32 64

80 85 90 95

N ´umero deThreads

N´umerodeBitsAlterados(emMilh˜oes)

WBE WBC WT

Figura 47: Bits Alterados na PCM do Experimento com oBenchmark SSCA2 Os resultados dos experimentos com obenchmark Vacation podem ser vistos na Figura 48. Em relac¸ ˜ao aos versionamentos, eles apresentaram resultados muito pa-recidos em todos os cen ´arios de execuc¸ ˜ao. Isso ocorreu devido ao n ´umero deaborts dos experimentos com estebenchmark serem muito baixos em todos os cen ´arios de execuc¸ ˜ao, assim como obenchmark SSCA2, fazendo com que os resultados dos ver-sionamentos sejam muito parecidos. J ´a em relac¸ ˜ao ao n ´umero dethreads, primeira-mente, ocorreu um pequeno aumento da m ´edia de bits alterados, conforme o aumento

1 2 4 8 16 32 64 46.5

47 47.5 48 48.5

N ´umero deThreads

N´umerodeBitsAlterados(emMilh˜oes)

WBE WBC WT

Figura 48: Bits Alterados na PCM do Experimento com oBenchmark Vacation de threads. Ap ´os o cen ´ario com 4 threads, houve uma diminuic¸ ˜ao na m ´edia de bits alterados a cada novo aumento do n ´umero de threads. Esse comportamento est ´a relacionado com a m ´edia de escritas na PCM, pois obteve o mesmo comportamento conforme o aumento do n ´umero dethreads.

Ap ´os analisar quantos bits foram alterados na PCM, foi feita uma an ´alise da m ´edia de bits alterados por escrita na PCM. A Figura 49 apresenta os resultados deste expe-rimento para cadabenchmark do conjunto STAMP. Os resultados tamb ´em apresentam o desvio padr ˜ao dos experimentos.

Analisando o experimento, podem ser vistos que os gr ´aficos ficaram muito pare-cidos com os gr ´aficos dos bits alterados respectivos de cada benchmark. Isto acon-tece devido a m ´edia de escritas na PCM dos diferentes versionamentos serem muito pr ´oximas, com excec¸ ˜ao de alguns casos (como por exemplo a m ´edia de escritas do benchmark Genome com 32 e 64threads). Obenchmark Labyrinth foi quem apresen-tou a diferenc¸a mais significativa em relac¸ ˜ao ao gr ´afico que apresenta a m ´edia de bits alterados, como pode ser visto na Figura 49e. No cen ´ario de execuc¸ ˜ao com 64 thre-ads, a m ´edia de bits aumentou, em relac¸ ˜ao a m ´edia com 32threads, mas a m ´edia de bits alterados por escrita diminuiu. Isso aconteceu devido a porcentagem de aumento do n ´umero de escrita na PCM ter sido maior que a porcentagem de aumento da m ´edia de bits alterados, fazendo com que a m ´edia de bits alterados por escrita seja menor no cen ´ario de execuc¸ ˜ao com 64threadsem relac¸ ˜ao ao cen ´ario com 32 threads.

Outra diferenc¸a que podemos ver da m ´edia de bits alterados e da m ´edia de bits alterados por escrita ´e no benchmark SSCA2. A m ´edia de bits alterados apresentou um comportamento que conforme o aumento do n ´umero de threads, a partir de 2 threads, ocorria uma diminuic¸ ˜ao da m ´edia de bits alterados, mas j ´a a m ´edia de bits

1 2 4 8 16 32 64 0.75

0.76 0.77 0.78 0.79 0.8 0.81

N ´umero deThreads

N´umerodeBitsAlteradosporEscrita

(a) Bayes

1 2 4 8 16 32 64

1 1.5 2 2.5

N ´umero deThreads

N´umerodeBitsAlteradosporEscrita

WBE WBC WT

(b) Genome

1 2 4 8 16 32 64

2 2.5 3 3.5 4

N ´umero deThreads

N´umerodeBitsAlteradosporEscrita

(c) Intruder

1 2 4 8 16 32 64

3 4 5 6 7

N ´umero deThreads

N´umerodeBitsAlteradosporEscrita

(d) Kmeans

1 2 4 8 16 32 64

5 10 15 20

N ´umero deThreads

N´umerodeBitsAlteradosporEscrita

(e) Labyrinth

1 2 4 8 16 32 64

3.4 3.6 3.8 4 4.2

N ´umero deThreads

N´umerodeBitsAlteradosporEscrita

(f) SSCA2

1 2 4 8 16 32 64

2.44 2.46 2.48 2.5 2.52

N ´umero deThreads

N´umerodeBitsAlteradosporEscrita

(g) Vacation

Figura 49: Bits Alterados por Escrita

alterados por escrita, para os mesmos cen ´arios, apresentou um aumento, como pode ser visto na Figura 49f. Isso ocorreu devido a porcentagem de diminuic¸ ˜ao da m ´edia de escritas na PCM ter sido menor que a porcentagem de diminuic¸ ˜ao de bits alterados.

Nobenchmark Intruder no cen ´ario de execuc¸ ˜ao com 32threads, os versionamen-tos mostraram ter muito pouca diferenc¸a entre eles em relac¸ ˜ao a m ´edia de bits alte-rados por escrita, ao contr ´ario do que ocorreu com a m ´edia de bits altealte-rados onde, o versionamento WT apresentou uma m ´edia maior de bits alterados. Isso ocorreu de-vido `a m ´edia de escritas na PCM ter tido um comportamento muito similar ao de bits alterados, fazendo com que os resultados deste experimento sejam muito pr ´oximos.

Os experimentos com o benchmark Bayes, em todos os cen ´arios de execuc¸ ˜ao, e com obenchmark Genome, no cen ´ario de execuc¸ ˜ao com uma thread, apresentaram uma m ´edia de bits alterados por escrita menor que um, ou seja, nem toda a escrita modificou os bits. Isso ocorreu devido `a ferramenta PinTools, utilizada para gerar os arquivos de trac¸o, pegar o valor na mem ´oria antes que ocorra a escrita, ou seja, na primeira escrita de um enderec¸o o valor pego foi zero e como o simulador inicia com

valor zero nos enderec¸os da PCM, isso faz com que algumas escritas n ˜ao alterem os bits, e nos casos citados o n ´umero de escritas que n ˜ao modificaram bits foi maior que as que modificaram, fazendo com que a m ´edia de bits alterados por escrita ficasse abaixo de 1.

No documento UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS (páginas 66-73)

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