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BLOCO DE FINANCIAMENTO CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL

No documento 1 de /06/ :42 (páginas 127-200)

CAPÍTULO V DO TERMO DE AJUSTE SANITÁRIO (TAS)

BLOCO DE FINANCIAMENTO CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL

PROGRAMÁTICA DESCRITOR

ATENÇÃO BÁSICA

10.301.1214.8577 Atendimento Assistencial básico nos Municípios Brasileiros

10.301.1214.0589 Incentivo Financeiro a Municípios Habilitados à Parte Variável do Piso da Atenção Básica 10.301.1214.6838 Atenção à Saúde Bucal

10.301.1214.8573 Expansão e Consolidação da Saúde da Família 10.301.1312.6177 Atenção à Saúde do Adolescente e Jovem

10.302.1312.8527 Serviço de atenção à saúde da população do Sistema Penitenciário Nacional 10.128.1311.6199 Formação de Profissionais Técnicos de Saúde

MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE

10.302.1220.8585 Atenção à saúde da população nos municípios habilitados em Gestão Plena do Sistema e nos estados habilitados em Gestão Plena/avançada

10.301.1214.6838 Atenção à Saúde Bucal 10.301.1312.6188 Atenção à Saúde do Trabalhador VIGILÂNCIA EM SAÚDE

Componente: Vigilância Epidemiológica e Ambiental em Saúde

10.305.1203.0829 Incentivo Financeiro aos estados, municípios e Distrito Federal certificados para Vigilância em Saúde 10.305.1203.3994 Modernização do Sistema de Vigilância em saúde

10.302.1306.0214 Incentivo Financeiro aos estados, municípios e Distrito Federal para Ações de Prevenção e Qualificação - HIV/Aids

Componente: Vigilância Sanitária

10.304.1289.0990 Incentivo Financeiro aos municípios e ao Distrito Federal habilitados à parte variável do Piso de Atenção Básica para ações de Vigilância Sanitária

10.304.1289.0852 Incentivo Financeiro aos estados, Distrito Federal e municípios para execução de ações de médio e alto risco sanitário

10.304.1289.6134 Vigilância Sanitária em Serviços de Saúde 10.304.1289.6133 Vigilância Sanitária de Produtos

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

10.303.1293.0593 Incentivo Financeiro a municípios habilitados à parte variável do Piso de Atenção Básica - PAB para Assistência Farmacêutica Básica

10.303.1293.4368 Promoção da oferta e da cobertura dos serviços de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos no Sistema Único de Saúde

10.303.1293.4705 Assistência financeira para aquisição e distribuição de medicamentos excepcionais

GESTÃO DO SUS

10.303.1293.0804 Apoio à estruturação dos serviços de assistência farmacêutica na rede pública 10.302.1220.6839 Fomento ao Desenvolvimento da Gestão, Regulação, Controle e Avaliação da Atenção à Saúde 10.183.1300.6152 Cartão Nacional de Saúde

10.302.1312.8529 Serviços extra-hospitalares de atenção aos portadores de transtornos mentais e decorrentes do uso de AD

10.122.1311.6488 Apoio às escolas técnicas de saúde, escolas de saúde pública, centros formadores e centros colaboradores

10.122.1300.7666 Investimento para humanização e ampliação do acesso a atenção à saúde

10.571.1312.8525 Fomento a estudos e pesquisa sobre a saúde de grupos populacionais estratégicos e em situações especiais de agravo

10.302.1303.2821 Cooperação Técnica para qualificação da atenção à saúde das pessoas em situações de violência e outras causas externas

10.846.1311.0847 Apoio à capacitação de formuladores de políticas em áreas específicas dos estados e municípios 10.128.1311.6199 Formação de profissionais técnicos de saúde

10.122.1311.6196 Serviço civil profissional em saúde

10.364.1311.8541 Formação de recursos humanos em educação profissional e de pós-graduação stricto e lato sensu. 10.122.0016.8287 Qualificação da gestão descentralizada do Sistema Único de Saúde

10.573.1311.6200 Promoção dos princípios da Educação Popular em Saúde 10.122.1314.2272 Gestão e Administração do Programa

10.131.1314.6804 Mobilização da sociedade para a Gestão Participativa no Sistema Único de Saúde 10.131.1314.6806 Controle Social no Sistema Único de Saúde

10.422.1314.6182 Ouvidoria Nacional de Saúde

10.845.1311.0851 Apoio à formação permanente de agentes para o Controle Social 10.125.1220.8537 Sistemas estaduais, municipais e do Distrito Federal de Auditoria

ANEXO IV

VALOR DO INCENTIVO FINANCEIRO MENSAL DE CUSTEIO REFERENTE A CADA PROFISSIONAL (Origem: PRT MS/GM 1229/2014, Anexo 1)

Categoria profissional Número máximo deprofissionais Valor do incentivo para cada profissionalagregado à ESFR/ESFF

Agentes Comunitários de Saúde 24 R$ 1.014,00

Microscopistas 12 R$ 1.014,00

Auxiliar ou Técnicos de Enfermagem 11 R$ 1.500,00

Auxiliar ou Técnico em Saúde Bucal 01 R$ 1.500,00

Profissional de Nível Superior (Enfermeiro e/ou pro- fissionais dentre os previstos na

relação de profissões para os Núcleos de Apoio à Saúde da 02 R$ 2.500,00

Família (NASF) relacionada na Portaria nº 2.488/GM/MS de 21 de outubro de 2011. ANEXO V

INCENTIVO FINANCEIRO DE CUSTEIO PARA LOGÍSTICA BASEADO NO NÚMERO DE ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE (Origem: PRT MS/GM 1229/2014, Anexo 2)

Para embarcações de pequeno porte:

Nº embarcações Valor do incentivo financeiro

01 R$ 2.673,75

02 R$ 5.347,50

03 R$ 8.021,25

04 R$ 10.695,00

Para unidades de apoio ou satélites:

Nº unidades Valor do incentivo financeiro

01 R$ 2.673,75

02 R$ 5.347,50

03 R$ 8.021,25

04 R$ 10.695,00

ANEXO VI

TABELA DE INCENTIVOS FINANCEIROS DE CUSTEIO MENSAIS PARA AÇÕES E SERVIÇOS DE SAÚDE, POR MODALIDADES DAS EQUIPES (Origem: PRT MS/GM 482/2014, Anexo 1)

Tabela de incentivos financeiros de custeio mensais para ações e serviços de saúde, por modalidades das equipes Descrição da Equipe Unidades prisionais com até 100 custodiados

Carga horária semanal mínima Valor do incentivo mensal Equipe de Atenção Básica

Prisional tipo I 6 3.957,50

Equipe de Atenção Básica Prisional tipo I com Saúde Mental

6 6.790,00

Descrição da Equipe Unidades prisionais com até 100-500 custodiados Carga horária semanal mínima Valor do incentivo mensal Equipe de Atenção Básica

Prisional tipo I 20 19.191,65

Equipe de Atenção Básica Prisional tipo II com Saúde Mental

20 28.633,31

Descrição da Equipe Unidades prisionais com até 500-1200 custodiados Carga horária semanal mínima Valor do incentivo mensal Equipe de Atenção Básica

Prisional tipo III 30 42.949,96

ANEXO VII

TABELA DE APLICAÇÃO DE ACRÉSCIMOS AOS VALORES DO INCENTIVO, AOS ESTADOS, PARA CUSTEIO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE, NO ÂMBITO DA PNAISP, CONSTANTE NO ANEXO I, BASEADO NA TAXA DA POPULAÇÃO PRISIONAL E NO ÍNDICE DE

DESEMPENHO DO SUS DO EXERCÍCIO ANTERIOR (Origem: PRT MS/GM 482/2014, Anexo 2)

Tabela de aplicação de acréscimos aos valores do incentivo, aos estados, para custeio dos serviços de saúde, no âmbito da PNAISP, constante no anexo I, baseado na taxa da população prisional e no índice de desempenho do SUS do exercício anterior

Índice de Desempenho do SUS municipal - Grupo

Homogêneo

Taxa de custodiados no município até 1% Entre 1,01% e 5% Entre 5,01% e 10% Acima de 10% GH1 6% 7% 8% 10% GH2 11 % 12% 13% 15% GH3 16% 17% 18% 20% GH4 21% 22% 23% 25% GH5 26% 27% 28% 30% GH6 31% 32% 33% 35% ANEXO VIII

TABELA DE APLICAÇÃO DE ACRÉSCIMOS AOS VALORES DO INCENTIVO, AOS MUNICÍPIOS, PARA CUSTEIO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE NO ÂMBITO DA PNAISP, CONSTANTE NO ANEXO I, BASEADO NA TAXA DA POPULAÇÃO PRISIONAL E NO ÍNDICE

DE DESEMPENHO DO SUS DO EXERCÍCIO ANTERIOR (Origem: PRT MS/GM 482/2014, Anexo 3)

Tabela de aplicação de acréscimos aos valores do incentivo, aos municípios, para custeio dos serviços de saúde no âmbito da PNAISP, constante no anexo I, baseado na taxa da população prisional e no índice de desempenho do SUS do exercício anterior

Índice de Desempenho do SUS municipal - Grupo

Homogêneo

Taxa de custodiados no município

até 1% Entre 1,01% e 5% Entre 5,01% e 10% Acima de 10% GH1 11% 14% 16% 20% GH2 21% 24% 26% 30% GH3 31% 34% 36% 40% GH4 41% 44% 46% 50% GH5 51% 54% 56% 60% GH6 61% 64% 66% 70% ANEXO IX

PROCEDIMENTOS SOBRE OS QUAIS INCIDIRÁ O INCREMENTO FINANCEIRO PARA A REALIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS DE TRANSPLANTES E PROCESSO DE DOAÇÃO DE ÓRGÃOS (IFTDO). (Origem: PRT MS/GM 845/2012, Anexo1) Procedimentos sobre os quais incidirá o Incremento Financeiro para a realização de procedimentos de Transplantes e processo de Doação de Órgãos (IFTDO).

05.03.03.001-5 Manutenção hemodinâmica de possível doador e taxa de sala p/ retirada de órgãos 05.03.03.002-3 Retirada de coração (para transplante)

05.03.03.003-1 Retirada de coração p/ processamento de válvula / tubo valvado p/ transplante 05.03.03.004-0 Retirada de fígado (para transplante)

05.03.03.007-4 Retirada de pulmões (para transplante)

05.03.03.008-2 Retirada uni / bilateral de rim (para transplante) - doador falecido 05.03.04.001-0 Coordenação de sala cirúrgica p/ retirada de órgãos e tecidos p/ transplante 05.03.04.002-9 Deslocamento interestadual de equipe profissional p/ retirada de órgãos 05.03.04.003-7 Deslocamento de equipe profissional p/ retirada de órgãos - intermunicipal 05.03.04.005-3 Entrevista familiar p/ doação de órgãos de doadores em morte encefálica 05.03.04.006-1 Entrevista familiar para doação de tecidos de doadores com coração parado

05.03.04.008-8 Captação de órgão efetivamente transplantado

05.05.01.001-1 Transplante alogênico de células-tronco hematopoéticas de medula óssea - aparentado 05.05.01.002-0 Transplante alogênico de células-tronco hematopoéticas de medula óssea - não aparentado 05.05.01.003-8 Transplante alogênico de células-tronco hematopoéticas de sangue de cordão umbilical de aparentado 05.05.01.004-6 Transplante alogênico de células-tronco hematopoéticas de sangue de cordão umbilical de nãoaparentado 05.05.01.005-4 Transplante alogênico de células-tronco hematopoéticas de sangue periférico - aparentado 05.05.01.006-2 Transplante alogênico de células-tronco hematopoéticas de sangue periférico - não aparentado 05.05.02.009-2 Transplante de rim (órgão de doador falecido)

05.05.02.010-6 Transplante de rim (órgão de doador vivo) 05.05.02.004-1 Transplante de coração

05.05.02.005-0 Transplante de fígado (órgão de doador falecido) 05.05.02.006-8 Transplante de fígado (órgão de doador vivo) 05.05.02.008-4 Transplante de pulmão unilateral 05.05.02.012-2 Transplante de pulmão bilateral

ANEXO X

ALTERAÇÃO NO VALOR DE PROCEDIMENTOS NA TABELA DE PROCEDIMENTOS, MEDICAMENTOS, ÓRTESES/PRÓTESES E MATERIAIS ESPECIAIS (OPM) DO SUS. (Origem: PRT MS/GM 845/2012, Anexo 4)

CÓDIGO DO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO Serviço Profissional SP Serviço Hospitalar SH Total Hospitalar

05.05.02.010-6 Transplante de rim doador vivo R$ 6.373,77 R$ 14.865,05 R$ 21.238,82 05.05.02.009-2 Transplante de rim doador falecido R$ 8.289,56 R$ 19.333,11 R$ 27.622,67

ANEXO XI

BANCO DE MULTITECIDOS (Origem: PRT MS/GM 2932/2010, Anexo 1) BANCO DE MULTITECIDOS

1. Instalações físicas

1.1 As instalações do BMT devem ser de uso próprio e exclusivo para a finalidade de processamento, armazenamento e distribuição de tecidos humanos para transplante e pesquisa, com salas contíguas e construídas de forma a permitir a limpeza e manutenção adequadas, bem como garantir o fluxo necessário para assegurar a qualidade dos tecidos em todas as fases do processo. 1.2 A área física para realização das atividades administrativa e operacional pode ser compartilhada para o processamento, armazenamento e distribuição de todos os tecidos, desde que salvaguardadas as demandas específicas de cada tecido e a qualidade dos produtos finais.

1.3 O Banco pode utilizar-se da infraestrutura próxima ao local de sua instalação, tal como banheiros, vestiários e expurgo. 1.4 O Banco deve estar instalado, ou subordinado administrativamente, a Hospital ou Hemocentro, podendo utilizar-se de sua infraestrutura geral, como serviço de copa, lavanderia, rouparia, higienização e esterilização de materiais, almoxarifado, laboratórios para testes de triagem do doador e exames microbiológicos, exames radiológicos, farmácia, coleta de resíduos, gerador de energia e outros serviços de apoio.

1.5 As áreas devem possuir controle de temperatura ambiental que assegurem níveis de conforto humano e adequado ao funcionamento dos equipamentos.

1.6 A área física do BMT deverá contar, no mínimo, com: 1.6.1 Sala Administrativa:

Sala destinada aos trabalhos de secretaria e ao arquivamento de documentos. Deve ter, além do mobiliário, aparelho de fax, computador, impressora e impressora de código de barras.

1.6.2 Sala de Reuniões

Sala destinada a reuniões e estudo e deve ter, além do mobiliário, computador, impressora, projetor multimídia (data show). 1.6.3 Sala para recepção de Tecidos:

A recepção de tecidos pode ser realizada em sala específica para este fim ou na sala administrativa. Destina-se à recepção, registro e armazenamento temporário dos tecidos imediatamente após sua captação. Deve ser provida, além do mobiliário, de congelador que atinja temperaturas iguais ou menores que 20ºC negativos para recepção dos materiais a serem congelados e de refrigerador de 4 +/-2°C para a recepção de tecidos refrigerados.

1.6.4 Sala de guarda de materiais

Destina-se ao armazenamento de materiais e insumos. Deve conter: 1.6.4.1 Seladora para as atividades externas.

1.6.4.2 Materiais específicos como embalagens homologadas capazes de suportar os processos a eles submetidos (ultracongelamento, esterilização, etc.).

1.6.4.3 Instrumental cirúrgico específico para toracotomia e para ablação e processamento dos tecidos musculoesquelético, pele e córnea.

1.6.4.4 Material para reconstrução física do doador após a captação.

1.6.4.5 Refrigerador que atinja temperaturas de 4 +/- 2° C positivos com registro gráfico contínuo de temperatura ou conferência manual ou eletrônica de temperatura em intervalo máximo de 8 horas, com alarme sonoro e visual para limite de temperatura mínima de 1° C positivo e máxima de 6° C positivos, destinado à preservação de insumos utilizados no processamento dos tecidos e que requerem acondicionamento em faixas específicas de temperatura.

1.6.4.6 Recipientes térmicos para transporte. 1.6.5 Vestiário de Barreira:

Deve possuir lavatório e servir de barreira às salas de processamento do Banco, assegurando o acesso dos profissionais portando roupas de uso exclusivo nestas áreas.

1.6.6 Sala de Processamento de Tecidos:

Sala destinada ao processamento dos tecidos, construída de acordo com os padrões de acabamento exigidos para áreas críticas, com sistema de condicionamento de ar de classificação mínima ISO 7 (classe 10.000). Deve conter em seu interior, área para o manuseio propriamente dito dos tecidos, que garanta a qualidade de ar em classificação ISO 5 (classe 100), originada por cabine (capela) de segurança biológica classe II tipo A. Deve possuir também caixa de passagem para a circulação de tecidos, materiais e insumos. Deve ainda contar com agitador e homogeneizador, e balança para laboratório.

1.6.7 Antecâmara:

Área contígua à sala de processamento com classificação mínima de ar ISO 7, contendo lavabo cirúrgico. 1.6.8 Área para avaliação dos tecidos:

Ambiente destinado à avaliação da córnea em lâmpada de fenda. Além do mobiliário, deve ser provida de lâmpada de fenda, com magnificação de, no mínimo, 40x, e microscópio especular. Recomenda-se que os equipamentos sejam providos de sistema de registro fotográfico para documentação do processo.

1.6.9 Sala de Armazenamento dos Tecidos:

quarentena) e tecidos utilizáveis (já liberados para uso). Deve ser provida seguindo os itens abaixo, de acordo com a modalidade escolhida:

1.6.9.1 Ultracongelador para armazenamento, exclusivo de tecidos em quarentena ou não liberados para uso, provida de alarme de temperatura para variações acima de 10 graus e com suporte para falha elétrica que mantenha os tecidos em temperaturas monitoradas inferiores ou iguais a 80° C negativos.

1.6.9.2 Refrigerador 4 +/-2° C para armazenamento exclusivo de tecidos refrigerados em quarentena ou não liberados para uso, com alarme ou conferência de temperatura a cada 12 horas para variações acima de 5°C e com suporte para falha elétrica, destinado para os bancos que armazenam tecidos refrigerados.

1.6.9.3 Ultracongelador para armazenamento exclusivo de tecidos liberados para uso, provida de alarme de temperatura para variações acima de 10 ° e com suporte para falha elétrica que mantenha os tecidos em temperaturas monitoradas inferiores ou iguais a 80º C negativos.

1.6.9.4 Refrigerador 4 +/-2° C, para armazenamento exclusivo de tecidos refrigerados e liberados para uso com alarme ou conferência de temperatura a cada 12 horas de temperatura para variações acima de 5°C e com suporte para falha elétrica destinado para os bancos que armazenam tecidos refrigerados.

1.6.9.5 Caso o armazenamento dos tecidos congelados seja efetuado em tanques de nitrogênio líquido, ou haja um sistema de segurança com nitrogênio líquido, a sala de armazenamento deve permitir visualização externa do seu interior e possuir sistema de climatização que mantenha a pressão negativa em relação aos ambientes adjacentes e sistema exclusivo de exaustão mecânica externa para diluição dos traços residuais de nitrogênio que mantenha uma vazão mínima de ar total de 75(m3/h)/m2. Este sistema deve prover a exaustão forçada de todo o ar da sala, com descarga para o exterior. As grelhas de exaustão devem ser instaladas próximas ao piso. O ar de reposição deve ser proveniente dos ambientes vizinhos ou suprido por insuflação de ar exterior, com filtragem mínima com filtro classe G1. Deve haver sensor para monitoramento da concentração de oxigênio (O2) no ambiente.

1.6.10 Sala de Liofilização/ Criopreservação:

Caso o Banco realize a técnica de liofilização, esta deve ser a sala para o alojamento do liofilizador. Existindo, na sala de armazenamento de tecidos, espaço físico e condições ambientais, e sistema fechado de drenagem do vapor, o aparelho de liofilização poderá ser ali colocados, desde que o fluxo operacional do Banco, o funcionamento ou o acesso aos demais equipamentos localizados nesta sala não sejam comprometidos. O mesmo se aplica à criopreservação.

1.6.11 Equipamentos e Materiais:

Todos os equipamentos e aparelhos abaixo relacionados devem ser de uso exclusivo do BMT, localizados dentro de sua área física.

O Banco deverá possuir sistema de suporte para falhas elétricas que garantam o funcionamento dos equipamentos elétricos essenciais para a manutenção da qualidade dos tecidos em processamento ou armazenados, conforme Normas para Projetos Físicos de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde/ ANVISA.

1.6.12 São considerados equipamentos essenciais:

1.6.12.1 1 (um) refrigerador para recepção de tecidos refrigerados para os bancos que armazenam tecidos refrigerados; 1.6.12.2 1 (um) congelador que atinja temperaturas iguais ou menores que 20°C negativos para recepção dos materiais a serem congelados;

1.6.12.3 Câmara de fluxo laminar vertical que assegure classificação homologada e registrada de ar classe 100 (ISO 5); 1.6.12.4 1 (um) ultracongelador que atinja temperaturas inferiores ou iguais a 80ºC negativos com sistema de alarme para variações de temperatura acima de 10° e suporte para falhas elétricas exclusivo para estocagem de tecidos em quarentena ou não liberados para uso;

1.6.12.5 1 (um) ultracongelador que atinja temperaturas inferiores ou iguais a 80ºC negativos com sistema de alarme para variações de temperatura acima de 10° e suporte para falhas elétricas exclusivo para estocagem de tecidos liberados;

1.6.12.6 1 (um) refrigerador que atinja temperaturas de 4 +/-2°C positivos com alarme ou conferência de temperatura a cada 12 horas de temperatura para variações acima de 5°C para armazenamento de tecidos refrigerados em quarentena ou não liberados para uso, para os bancos que armazenam tecidos refrigerados;

1.6.12.7 1 (um) refrigerador que atinja temperaturas de 4 +/-2°C positivos, com alarme ou conferência de temperatura a cada 12 horas de temperatura para variações acima de 5°C para armazenamento de tecidos refrigerados liberados para uso, para os bancos que armazenam tecidos refrigerados;

1.6.12.8 1 (um) refrigerador que atinja temperaturas de 4 +/-2°C com registro gráfico contínuo de temperatura ou conferência manual ou eletrônica de temperatura em intervalo máximo de 8 horas, com alarme sonoro e visual para limite de temperatura mínima de 1°C positivo e máxima de 6°C positivos, com suporte para falhas elétricas, destinado à preservação de insumos utilizados no processamento dos tecidos e que requerem acondicionamento em faixas específicas de temperatura;

1.6.12.9 Botijões especiais para armazenamento de nitrogênio líquido - necessários para a alimentação permanente dos ultracongelador de estocagem, para os cryoshippers e para o sistema de backup do freezer mecânico de estocagem (nos casos em que se aplique);

1.6.12.10 (02) duas seladoras para as atividades internas e externas; 1.6.12.11 (03) três dermátomos elétricos;

1.6.12.12 Gerador de energia (próprio ou compartilhado); 1.6.12.13 Lâmpada de Fenda (nos casos em que se aplique); 1.6.12.14 Microscópio especular (nos casos em que se aplique); e 1.6.12.15 Liofilizador (nos casos em que se aplique).

ANEXO XII

SERVIÇOS DE ATENÇÃO À SAÚDE AUDITIVA E OS LIMITES FÍSICOS E FINANCEIROS DOS ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS. (Origem: PRT MS/GM 389/2008, Anexo 1)

Serviços de Atenção à Saúde Auditiva e os limites físicos e financeiros dos Estados, Distrito Federal e Municípios. UF Estado/Município Gestão Média Comp. (MC)

Alta Comp.(AC) Nº de pacientes para protetização/mês Recurso financeiro (mensal) AL ARAPIRACA M AC 82 124.555,40 AL MACEIÓ M AC 82 124.555,40 AL Gestão Estadual E AC 20 30.565,75 TOTAL AL 184 279.676,55 BA FEIRA DE SANTANA M MC 69 102.118,47 BA LAURO DE FREITAS M MC 69 102.118,47 BA SALVADOR M AC 230 355.116,17 BA Gestão Estadual E 0 0,00 TOTAL BA 368 559.353,11 CE CASCAVEL M MC 43 65.765,53 CE JUAZEIRO DO NORTE M MC 96 145.376,43 CE SOBRAL M MC 48 72.688,21 CE FORTALEZA M AC 134 204.219,27 CE FORTALEZA M MC 139 211.141,96 CE Gestão Estadual E 0 0,00 TOTAL CE 460 699.191,40 DF Gestão Estadual E 115 177.558,09 TOTAL DF 115 177.558,09 ES Gestão Estadual E AC 115 177.558,09 TOTAL ES 115 177.558,09 GO GOIANIA M AC 115 177.558,09 GO GOIANIA M MC 46 68.078,98 GO Gestão Estadual AC 115 177.558,09

TOTAL GO 276 423.195,16 MA SÃO LUIS M AC 115 177.558,09 MA IMPERATRIZ M AC 115 177.558,09 MA Gestão Estadual E 0 0,00 TOTAL MA 230 355.116,18 MG ALFENAS M AC 115 177.558,09 MG BELO HORIZONTE M AC 230 355.116,18 MG GOVERNADOR VALADARES M AC 115 177.558,09 MG JUIZ DE FORA M AC 115 177.558,09 MG MONTES CLAROS M AC 115 177558,09 MG PATOS DE MINAS M MC 69 102.118,47 MG PONTE NOVA M MC 69 102.118,47 MG TEÓFILO OTONI M MC 69 102.118,47 MG UBERLÂNDIA M AC 115 177.558,09 MG Gestão Estadual E AC 115 177.558,09 MG Gestão Estadual E MC 138 204.236,94

MG Total Gestão Estadual E AC 253 381.795,03

TOTAL MG 1265 1.931.057,07 MS CAMPO GRANDE M AC 184 279.676,56 MS Gestão Estadual E 0 0,00 TOTAL MS 184 279.676,56 MT Gestão Estadual E AC 115 177.558,09 TOTAL MT 115 177.558,09 PB JOÃO PESSOA M AC 115 177.558,09 PB SOUZA M AC 23 34.039,49 PB CAJAZEIRAS M AC 46 68.078,98 PB Gestão Estadual 0 0,00 TOTAL PB 184 279.676,56 PA BELÉM M AC 115 177.558,09 TOTAL PA 115 177.558,09 PR APUCARANA M MC 11 15.785,00 PR CURITIBA M AC 134 206.343,44 PR CURITIBA M MC 48 72.253,76 PR FOZ DO IGUAÇU M MC 14 20.090,71 PR FRANCISCO BELTRÃO M MC 17 24.765,80 PR LONDRINA M AC 46 71.646,88 PR LONDRINA M MC 25 36.823,83 PR MARINGÁ M AC 53 82.356,84 PR MARINGÁ M MC 39 58.035,34 PR Gestão Estadual E AC 182 280.708,96 PR Gestão Estadual E MC 74 110.228,60

PR Total Gestão Estadual E 256 390.937,56

TOTAL PR 643 979.039,16 PE CARUARU M MC 69 102.118,47 PE PETROLINA M MC 69 102.118,47 PE Gestão Estadual E AC 230 355.116,17 TOTAL PE 368 559.353,11 PI TERESINA M MC 69 102.118,47 PI TERESINA M AC 46 71.023,23 PI Gestão Estadual E 0 0,00 TOTAL PI 115 173.141,70 RJ BARRA MANSA M AC 115 177.558,09 RJ DUQUE DE CAXIAS M MC 345 532.674,26 RJ RIO DE JANEIRO M MC 69 102.118,47 RJ RIO DE JANEIRO M AC 115 177.558,09 RJ Gestão Estadual E MC 207 306.355,41 TOTAL RJ 851 1.296.264,32 RN CAICO M MC 35 51.059,23 RN NATAL M AC 38 59.186,03 RN Gestão Estadual E MC 35 51.059,23 RN Gestão Estadual E AC 76 118.372,06

RN Total Gestão Estadual E 111 169.431,29

TOTAL RN 184 279.676,55 RS CANOAS M AC 115 177.558,09 RS PORTO ALEGRE M AC 230 355.116,18 RS Gestão Estadual E MC 276 408.473,88 TOTAL RS 621 941.148,15 RO Gestão Estadual E AC 115 177.558,08 TOTAL RO 115 177.558,08 SC CHAPECÓ M MC 33 50.564,68 SC ITAJAÍ M MC 59 89.235,65 SC JARAGUÁ DO SUL M MC 26 39.988,71 SC JOINVILLE M AC 66 100.808,58 SC Gestão Estadual E MC 80 121.036,56 SC Gestão Estadual E AC 104 157.718,94 ANEXO XIII

LEITOS DE TERAPIA INTENSIVA CORONARIANA - UCO (Origem: PRT MS/GM 2994/2011, Anexo 1) I - Valor do incentivo anual para o gestor = Número de leitos de UCO X 365 dias X R$800,00 X 0,90 (90%de taxa de ocupação). II - Valor do incentivo anual para o prestador = Número de leitos de UCO X 365 dias X (R$800,00 - valor da diária de UTI tipo II ou tipo III da tabela SUS) X 0,90 (90 % de taxa de ocupação).

Para isto, os leitos de UCO deverão preencher as condições previstas em portarias específicas para habilitação como UTI tipo II ou III, e faturar as diárias no SIH-SUS.

No documento 1 de /06/ :42 (páginas 127-200)