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PRO SANEAMENTO

BOLETIM IMFOHMATIVO 21-07-

COMISSÃO DE SAÚDE E TRABALHO DO STIEEF - EXPOSIÇÃO COMflMÜADA Ã jmÔNIA - FAZ MAL A SAÓDE - A exposição continuada a vapores de Amonia(Hidroxido de Amônla ),, utilizada em serviços de heliografia, pode levar a vários sintomas, desde os mais leves como dor de garganta ou de cabeça, passando por náuseas e vômitos e chegando aos mais graves como palidez, frio nas extremidades, fraqueza muscular, alterações respirátorias e oculares.

Existe um limite de exposição do produto definido por lei, que é de 14mg/m3 ou 20ppm(20 partes por milhão).

Como será que estão os níveis no seu local de trabalho?

0 contato com a pele e com as mucosas pode causar queimaduras graves e até problemas mais sérios com os olhos e com pessoas alérgicas ao produto.

Exijam ventilação local exaustora nos pontos de emissão de vapores de

preferência juntamente com ventilação natural. É a única forma de reduzir a toxicidade do produto!

Em caso de dúvida ou de alguma sintomatologia com suspeita de estar relacionada à exposição a Amonia e outros produtos, procure a CIPA e a Comissão de Saúde do Sindicato, 4* feira,das 16:00 às 18:00 horas, ou deixe recado no Sindicato, entraremos em contato.

OUTROS INFORMES - 1.-Temos reuniões nas últimas 6*s.feiras de cada més com a

CIPA da Eletrosul, às 9 horas no Sindicato. 2.-Temos como proposta um trabalho conjunto na área de saúde do Trabalhador entre CIPA e Comissão de Saúde e

Trabalho. 3.-Temos discutido assuntos como: a-Formulação de um Questionário ^sobre questões de saúde a ser aplicado a toda base do Sindicato em breve, b-

Debate com o tema Saúde e Trabalho a ser realizado no Auditório da Eletrosul. Data a confirmar. c-Exposição a riscos no trabalho: Ex.AmSnia, Benzina,

Revelador 6A OCE, Radiações(Lâmpadas Germicidas), Cola e Selador. d-Realização da Semana de Saude do Trabalhador, provavelmente no mis de novembro: Tenmas: SAÚDE EM PROCESSAMENTO DE DADOS - RISCO EM PERICULOSIDADE MO TRABALHO CCM ALTA TENSÃO — TRABALHO EM TURNOS E NOTURMO, aceiltaimios outras propostas.

PL - 1- DISSÍDIO 1983, qua inolula. a PL, do Sintrinete, já concluído, sendo

julgado negativamente. 2- Ações Individuais dos Ennpregados da Eletrosul-

receberam decisões negativas na Junta de Conciliação e Julgamento e no Tribunal Regional do Trabalho. Os Sindicatos recorreramenaguardamos julgamento no

Tribunal Superior do Trabalho(Brasília). 3-Dissídio 1984- falta julgar a

produtividade ( 2% de índice). Deu entrada na Procuradoria do TST dia 29/06/87, devendo entrar em pauta para julgamento nos próximos meses, devido ao recesso daquele Tribunal.

PARA ENTENDER O DIA 12 DE AGOSTO— Reduziram os rendimentos da poupança,

prejudicando todos aqueles que acreditaram nas promessas de garantias absolutas; alteraram as regras do jogo do sistema financeiro da habitação, prejudicando, sensivelmente, todos os mutuários do BNH; provocaram, deliberadamente, o maior arrocho salarial da história; tudo isto, decretado, sem a mínima negociação,sem ouvir os atingidos, sem prestar atenção nos direitos e nas necessidades da classe trabalhadora; e o pior, ofendem nossa inteligência, tentando iludir a população com números e informações falsas.

Dentro deste quadro, aos trabalhadores só restou a alternativa de tomarem uma atitude firme para forçar o governo a abrir negociações.

Assim, a classe trabalhadora vai mostrar sua disposição em não aceitar esta política lesiva aos seus interesses.

12 DE AGOSTO DE 1987 - GREVE GERAL JUNTOS S(»IOS FORTES

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IMSpipESC

^ JWIHO/88

il . ... — HISTORICO DA PRODUTIVIDADE

:m fevereiro, quando o T.S.T. julgou a )rodutividade-84, a Intersindical pro- surou a Diretoria da CELESC para tratar iesta questão.

\ Direção da Empresa, sempre negou-se a receber os dirigentes sindicais. Mesmo qüando as reuniões eram solicitadas por èècrito a resposta da Diretoria da CE- Lèsc^ Vinha por ofícix).

Níim desses ofícios a Diretoria da CE- ÍÊSC afirmou não ser possível uma res- Seâta definitiva sobre a produtividade [Hi®fenquanto não fosse publicado o acór 'í^è''do't .S.T. , contendo a sentença. *k|^óütro ofício, responde dizendo què

a Diretoria reiterava a posição regis­ trada em abril de que a "CELESC ava­ liará os procedimentos adequados somen te após a publicação do acórdão" e in­ formava a vigência da Deliberação 480/84 "estabelecendo recorrer da dec^ são, exaurindo todas as instâncias e re cursos judiciais possíveis, tendo ^ em vista a grande relevância da matéria para a CELESC".

Disso tudo, é importauite destacar: a) A produtividade 84 constitui maté­

ria de grande relevância para a CE­ LESC, mas, segundo a Diretoria da ' Empresa não tem nenhuma importância .V-,,'^para os empregados, mesmo sendo ma­

téria de direito líquido e certo.

b )

transitado em julgado, na ultima instância trabalhista do País.

Valem-se de uma Deliberaçao da Dire toria do Governo Amin, tão combati­ da por Pedro Ivo, Nogert Wiest, e consortes. Ou seja, quando prejudi­ ca os empregados, quando preenche os ‘requisitos da política de arrocho , ' favorecimentos, panamas e coisas que

tais ,' às''decisões passadas,per mais absurdas*^que sejam.'^Bio'seinp^, b e n vindasJ^e®adotadas pela atual Direto, ria’^da Eriípresa, ^com requintes de r^ __ gor a crueldade e prepotência.

Daí se deduz que a Diretoria da <35aJESC comporta-se com os seus empregadó'6 co­ mo uma entidade acima do bem e do mal. Fez da moral uma planta vil, que nasce e cresce no terreno adubado pela prepotência, pelo autoritarismo, pelo desrespeito aos empregados.

Enquanto nega o pagamento *da produtiv^ dade 84, quando o T.S.T. já sentenciou a DÍvida, publicada em acórdão eirt^ 27/ 05/88, a Diretoria da CELESC, apTttSO- ando aos quatro cantos do Estado e do Brasil, o canto da sereia da boa adflii- nistração, da honestidade, da probab^ dade e da trsmsparência e gestão par ticipativa, pratica atos duvidosos e nocivos ao patrimônio da Empresa, dos seus empregados e do povo catarinense.

T O D O S ÂS ASSEWBLEIAS

já está claro que aCELESC pretende pro telar o pagamento da produtividade.Mas os 4% já são um direito incontestável dos empregados, que ninguém pode tirar. Por isso, agora é a mobilização que vai definir as coisas. Sem agir ninguém vai receber o seu direito. Os Sindicatos estão convocando assembléias para def^ nir os próximos passos a serem dados para conquistar o pagamento.

Todas as possibilidades dever ser cui­ dadosamente estudadas, inclusive a de entrar na justiça com uma ação de cum-

o e - B N R oí-A ç-Á o