— Você está ótima — Jake disse com um sorriso quando Lacy abriu a porta.
— Obrigada. Você está ótimo também.
Jake tirou a mão de trás das costas.
— Para você — ele disse, entregando-lhe um buquê de flores que ele pegou da borda do pátio ao lado do buraco 18.
— Sonho de Belinda, a minha favorita — ela suspirou. Lacy levou as flores ao nariz e sentiu o perfume. — Muito obrigada, Jake.
— Desculpe — Jake disse. — Elas murcharam um pouco.
— Elas são lindas — Lacy respondeu. — Se puder esperar aqui, eu preciso entrar por um momento. Quero colocá-las na água, assim ficarão mais bonitas quando eu voltar.
— Bonita casa — Jake disse dando um passo para entrar em seu apartamento antes que ela pudesse detê-lo.
Ah, não! Lacy e Kay foram surpreendidas pela batida na porta momentos antes, Jake estava adiantado e Kay estava escondida no banheiro.
— Mas que diabos ele já está fazendo aqui? — Kay perguntou quando elas ouviram a batida.
Lacy entrou em pânico, e por algum motivo a conduziu para o banheiro para se esconder.
— Fique lá e não saia até eu ir.
Parecia a coisa certa a se fazer no momento. Mas olhando para trás agora, Lacy percebeu que era um pouco estranho e ela rezou para Jake não pedir para usar o banheiro, ou ele poderia pensar que ambas eram malucas.
Jake caminhou ao redor da sala.
— Eu acho que é uma coisa legal o que Willow Cove faz, deixar esses lugares à disposição dos seus empregados. Honestamente, o gesto me surpreendeu muito.
O tom e o comentário soaram um pouco estranhos para Lacy, mas ela não podia pensar o porquê, estava preocupada com Jake encontrar Kay. Lacy olhava nervosamente para a porta do banheiro. Em sua cabeça, ela podia ouvir a respiração de Kay, em seguida, um grande espirro vinha de trás da porta e ele ia inspecioná-la.
Deus, como ele estava bonito.
Ele estava com uma calça jeans desbotada de cor clara e uma camisa polo que se agarrava muito bem contra seus bíceps musculosos. Lacy achava que ele era o
homem mais bonito que ela já conheceu.
Ela observou Jake andar pela sala. Sua calça jeans deixou sua bunda firme e Lacy encontrou seus olhos observando Jake olhando para a cama no meio da sala. Havia ainda algumas peças de roupas sobre a cama que ela não tinha guardado, e tudo que Lacy conseguia pensar era em com aquelas roupas ficariam amarrotadas depois que ela e Jake rolassem sobre elas.
Jake ficou perto da janela, segurando as cortinas abertas.
— Você ainda tem uma ótima vista do campo e do lago a partir daqui.
Olhava diretamente para o local que ele estava trabalhando nos últimos dias, remodelando os novos bunkers e cavando as valas de irrigação. Merda. Jake pensou consigo mesmo. Lacy poderia ter visto ele a qualquer momento. Era uma sensação estranha, mas Jake ficou satisfeito com o pensamento daquela coisa pequena e bonita, sentada em seu quarto, observando-o trabalhar. Seu pau começou a endurecer em suas calças com o pensamento. E se ela sentou, observando ele... e tocou a si mesma?
Não havia nenhuma dúvida sobre isso, com apenas o pensamento Jake ficou duro em suas calças. Seupau esticou a costura da calça jeans. Ele virou todo o seu corpo para a janela.
Lacy pegou sua bolsa em cima da mesa ao lado dela.
— Vamos?
Jake ficou inquieto como um hóspede indesejado. Não podia virar e deixá-la vê-lo daquele jeito. Ela provavelmente o mandaria para a cadeia.
— Você pode ver tudo daqui — ele disse, tentando ganhar um tempo. Ele desejou não estar usando uma camisa tão apetada naquela noite, porque ela não era suficiente para mascarar o seu desejo.
Lacy veio até a janela e ficou ao lado dele.
— Sim, eu posso manter um olho em você o dia inteiro.
Embora Jake gostasse da ideia, ele não conseguia fazer nada para acabar com a sua ereção pulsante e, com Lacy tão perto dele, ele sentia o aroma de seu perfume.
— Nós vamos passar uma tubulação que saíra naquele lado — ele explicou, tentando não pensar em como ela ficaria suave e doce em seus braços.
Lacy não tinha ideia do que ele estava falando. Mas sorriu educadamente e fez perguntas enquanto Jake apontava e explicava.
Ele esperava que contando a ela sobre o projeto de design o faria se livrar dos pensamentos impertinentes sobre ela. Se pudesse distrair sua libido por alguns minutos, seria capaz de voltar a si mesmo e eles poderiam sair. Ele tinha um casaco no carro e iria colocá-lo para evitar outra situação como aquela.
Tudo teria sido muito mais fácil se ela tivesse saído da sala por alguns
segundos, Jake poderia apenas fazer o trabalho de ajeitamento, uma habilidade de sobrevivência que todo homem aprendia e aperfeiçoava através dos tempos de colegial, mas isso significava colocar as mãos dentro das calças e manipular seu pacote, e isso não era algo que ele poderia fazer com ela na sala.
— Lá — Jake disse apontando. — É lá que vamos começar a instalação do tubo.
Por que ele está fazendo isso? Lacy pensou. É como se ele estivesse me torturando de propósito.
Ele entrava em sua sala com seu sorriso fácil, com o cavanhaque já aparecendo depois de se barbear pela manhã, o corpo perfeitamente esculpido, cheirando como se tivesse estado na mata durante todo o dia cortando madeira.
O homem era a personificação de masculinidade e agora estava a torturando com a conversa do assentamento de tubos. Ela bem ao lado dele, ambos olhando através das pequenas frestas das cortinas que Jake fez com os dedos.
— Como você disse. Pode simplesmente se sentar aqui e me ver trabalhar o dia todo — Jake disse com uma risada.
Meu Deus!
Será que ele poderia saber disso?
O coração de Lacy começou a trovejar em seus ouvidos. A maneira como ele olhava para ela agora, com o lábio superior puxado para trás sobre os dentes, não havia dúvida do que estava pensando. Estava imaginando ela o observar pela janela. Senhor, se ele soubesse que ela tocou a si mesma depois de observá-lo.
Lacy morreria, ela morreria!
O pensamento de dizer que estava doente e que teria que acabar com o encontro correu pelo cérebro de Lacy. Como ela poderia se sentar durante o jantar, com ele sorrindo e conversando com ela, mas por dentro estar secretamente rindo dela?
Ela fechou os olhos com força e tentou se acalmar. Ela estava nervosa e tremendo! Não pense demais Lacy, disse a si mesma. A menos que ele tenha visão de raio-X, não há nenhuma possibilidade de ele ter visto sua tentativa fracassada de ter um orgasmo.
Jake só olhava para a cena à sua frente, o sol estava se pondo e o solo lamacento brilhava na luz da tarde. Tudo o que podia pensar era rolar na cama com Lacy por algumas horas. — Ah, foda-se isso! — Jake deixou escapar.
— Foda-se isso? — Lacy questionou.
O que estava acontecendo? Lágrimas brotaram nos olhos dela.
Antes que ela soubesse, Jake se virou e colocou a palma da mão em seu rosto e a beijou nos lábios.
As pernas de Lacy viraram geleia. Ele a pegou completamente de surpresa.
Mas foi uma surpresa maravilhosa.
Jake aprofundou o beijo. Era incrível. Ele beijava como nenhum homem com quem Lacy já tinha estado.Derretendo cada célula de seu corpo com nada além de seus lábios.
A vontade de puxar Lacy era esmagadora, mas ele já tinha tomado um risco ao beijá-la. Seus corpos se tocaram e ela sentiu o latejar de excitação em suas calças, ela podia pensar que ele estava indo muito rápido e teria medo e se afastaria. Então Jake manteve sua excitação para si mesmo.
— Eu tinha que fazer isso — Jake finalmente disse, puxando seus lábios dos de Lacy e olhando profundamente em seus olhos. — Peço desculpas se fui muito precipitado. Sei que não nos conhecemos muito bem, mas isso estava me matando. E eu me arrependeria se não beijasse você pelo menos uma vez, se as coisas fossem ruins nesta noite e nunca saíssemos de novo. Eu vou entender se você não quiser continuar com o nosso encontro, mas agora eu sei o gosto destes lábios suculentos.
Uau. As palavras surpreenderam Lacy, seu cérebro estava completamente embaralhado. Ela não conseguia pensar em nada, além da sensação de seus lábios e da eletricidade que fluía através de seu clitóris. Se ele a beijasse daquelejeito mais uma vez, ele a teria para o resto da eternidade.
— Estou uh... Uh... Eu... —As palavras não saiam de sua boca de forma compreensível. Jake tinha acabado de roubar seu fôlego.
Ele olhou para sua boca e depois para seus olhos. Havia um desejo nos olhos de Jake, era inconfundível. Ele queria mais e Lacy queria dar o que ele queria.
Parecia câmera lenta, a boca de Jake entrou lentamente na dela. Seu rosto passou por cima do nariz, em seguida, sobre o seu próprio rosto, o raspar do pescoço de Jake arrepiava sua pele delicada quando os lábios se aproximaram.
— Qual é o gosto deles? — Lacy perguntou sem fôlego quando os lábios de Jake chegaram perto dos dela sem tocar.
— Como o céu — Jake sussurrou antes de esfregar seus lábios nos dela, dando pequenas mordidas.
O mordiscar foi de curta duração. Seus lábios se uniram novamente em uma dança frenética de línguas emaranhadas e corpos unidos. Jake passou um braço em volta da sua cintura e a puxou para si. Ele ainda mantinha seu corpo um pouco virado para evitar que ela ficasse ciente da sua ereção.
Jake soltou um suspiro.
— Oh, porra! — ele gemeu de novo. Com um rosnado baixo, ele se virou para Lacy, não sendo tímido mais.
Ele puxou Lacy e os braços dela se aproximaram e deslizaram ao redor de seu pescoço. Ela queria cruzar os tornozelos e pressionar suas coxas porque sua
boceta pulsava muito. Seus mamilos doíam com o contato com o peito firme dele.
Deus, ela era doce. Se Lacy estava ciente da ereção bombástica que esfregava contra seu estômago, porém não se afastou. Jake achava que ela estava muito excitada para perceber. Ele caminhou com ela para trás, para a cama. Seus joelhos fizeram contato com a borda do colchão e Jake a deitou suavemente em cima das roupas empilhadas.
Parecia que elas ficariam amassadasafinal de contas.
Jake olhou para ela. Por trás de sua cabeça a luz brilhava, bloqueando suas feições. Foi só quando o seu rosto chegou perto o suficiente para beijá-la, que Lacy viu seus olhos. Ele segurou seu olhar enquanto se beijaram.O calor em seu olhar era imensurável.
Lacy estava tão excitada que estava tremendo. Jake pressionou seus quadris com suavidade e então Lacy sentiu a dureza de seu pau.
— É para mim? — ela perguntou, antes de perceber o que estava falando.
Jake riu.
— Não é sobre o pensamento de colocar o tubo, eu posso afirmar isso.
— Bom — ela estava tão animada, que não aguentava mais. Lacy mordeu o lábio de Jake quando sentiu o quanto ele a queria.
Jake se afastou de seu beijo e colocou um dedo em seu lábio.
— Um pouco forte, você não acha Lacy?
Havia uma provocação inconfundível em sua voz, mas Lacy sentiu corar-se de vergonha.
— Ai meu Deus — ela sussurrou. — Eu não acredito que fiz isso. Eu sinto muito.
Jake estendeu a mão por entre as pernas dela e as abriu, provocando-a através da fenda da calcinha. — Não sinta. Eu gosto, assim.
Ele se acomodou entre suas pernas separadas, rangendo os quadris, empurrando seu paucontra seu corpo quente. O vestido de Lacy subia em suas coxas e ela timidamente enrolou as pernas em volta da cintura de Jake, esfregando a pele nua dela contra a aspereza de sua calça jeans.
— Eu quero... — ela sussurrou, perdendo as palavras, mas Jake estava tocando-a e ela queria tocá-lo, mais do que qualquer coisa. Descendo as mãos para libertar seu pau, ela se atrapalhou com seu cinto enquanto ele chupava seu pescoço.
Jake estava cheio de luxúria, beijando o pescoço de Lacy, sua clavícula e seu decote. Sentiu-a chegar ao seu pau e ele se levantou para dar-lhe espaço.
A pequena mão de Lacy encontrou com grande esforço o pau de Jake contra o zíper de sua calça jeans. Prendendo a respiração, ela passou a mão, colocando a
palma da mão em torno dele, amando como ele estava quente e duro. Ela estava se rendendo muito rápido?
A resposta, sem dúvida, era que sim, é claro que ela estava se rendendo muito rápido. Ela não conhecia Jake muito bem, mas ele a fazia se sentir de uma maneira que nunca tinha se sentido antes e ela gostava. Havia algo nele, era bom para ela. Talvez... Talvez. Maldição, mesmo que eles não tivessem um futuro, ela teria um orgasmo, e seria com aquele homem.
Jake escondeu o rosto em seu pescoço, inalando o cheiro dela, só afastando sua boca de Lacy tempo suficiente para aprovar a forma como sua pequena mão estava trabalhando acima e abaixo da protuberância em suas calças. Seu pauestava tão duro que ele pensou que ia estourar os botões de seus jeans. Ele teve sua cota de mulheres nos dias de hoje, mas havia algo diferente em Lacy, algo que o fazia se sentir tanto voraz quanto afetuoso. Ela parecia ingênua, mas não havia nada de inocente na forma que estava o acariciando e empurrando seusseios para o seu rosto.
Meninas inocentes não tremiam e ficavam ofegantes quanto Jake e ela estavam naquele momento.
Lacy não sabia quanto mais poderia aguentar. A deliciosa dor era quase insuportável. Seus mamilos estavam tão duros como pequenos diamantes e ela continuava a arquear suas costas e empurrar seus seios no rosto de Jake, esperando que ele fizesse alguma coisa, qualquer coisa para aliviar a sua dor.
Mas Lacy não era a única que estava no limite, Jake estava tão desesperado e perdido quanto ela. Sua cueca estava manchada de pré-sêmem e o toque de Lacy era o que ele desejava. Ele empurrou seu pau duro como pedra na mão dela, transando com a sua mão. Se ela não o soltasse em breve, ele ia gozar em sua calça.
Ambos foram apanhados na bruma erótica do momento, nem percebendo que estavam em uma encruzilhada, tanto era a necessidade um do outro, mas ambos também estavam hipnotizados para pensar direito.
— Tire para fora Lacy — Jake falou no ouvido de Lacy entre suspiros por ar.
Ele acabou de dizer — tire? — Lacy disse para si mesma.
Ela parou de acariciar a ereção de Jake, paralisada de medo pelo o que ele tinha acabado de dizer. Puxando a mão da frente da calça jeans de Jake, Lacy recuou de seus beijos.
Jake a olhou com olhos famintos.
— O que você está fazendo?
— Você disse para parar.
O rosto de Jake torceu por causa do mal-entendido.
— Claro que não. Eu disse tire. Você está me matando, Lacy.
Ela não teve que escutar duas vezes. Isso era algo que ela sonhou há muito tempo. Lacy se atrapalhou com a calça Jake, puxando o zíper para baixo. Ela desceu a calça de seu corpo com uma mão e abaixou a cueca com a outra.
Meu Deus, ele era enorme. A pequena mão de Lacy se esforçou para envolver em torno do pau de Jake, as pontas dos dedos não alcançavam seu polegar.
Faminta, ela o agarrou, e começou a fazer movimentos com a mão para cima e para baixo, cada centímetro de seu pau pulsava enquanto ele beijava seu pescoço e ombros.
— Ai meu Deus — Jake gemeu, desabando sobre ela em sinal de rendição.
Naquele momento, ele estava totalmente à sua mercê.
Sua barba raspava a delicada pele de seu peito enquanto suas mãos trabalhavam tirando as alças do vestido de Lacy e, em seguida, o sutiã de seus ombros, colocando seus mamilos em suas mãos e boca.
Quando ele finalmente pôs as mãos sobre eles, Lacy quase levitou de sua cama. Deus, ele era bom nisso. Não havia hesitação naquele homem. Ele sabia o que queria. Com as duas mãos ele segurava seus seios, seu polegar dedilhando um, enquanto ele agarrava o outro. Sua barba áspera contra sua pele fez Lacy se agitar, buscando algo que ela nunca teve antes.
— Seus mamilos têm um gosto tão bom, baby. Eles estão tão duros e inchados — ele sussurrou para ela quando parou para tomar um suspiro de ar.
— Mais Jake, por favor, não pare — ela implorou.
Com um sorriso malicioso, ele retornou ao seu seio, chupando-o, puxando para trás com a cabeça, estendendo-se o pouco mamilo inchado de Lacy, tanto quanto pudesse. Lacy sentiu dor misturada com o prazer e ela agarrou novamente aquelepauenorme em sua mão.
Jake reagiu ao aperto em seu pau, rolando o mamilo sensível de Lacy para frente e para trás entre seus lábios.
— Deus, Jake... — o pulso de Lacy estava vermelho, seu coração estava batendo em seu peito e tudo ao seu redor se dissipou. Havia apenas Jake e ela em todo o mundo.
Febrilmente, ela acariciava Jake cada vez mais rapidamente, seu pau sob o vestido de Lacy. Sem hesitar, Lacy puxou seu vestido para cima, para fora do caminho e Jake mergulhou, trazendo a ponta do seu pau grosso para frente de sua calcinha. Seu clitóris estava em chamas enquanto sentia Jake esfregar seu pau contra ela, através do tecido fino. Contorcendo-se em desespero, ela moveu-se para trás.
Uma explosão estava se formando em seu corpo, um sentimento que Lacy nunca havia sentido antes.
— Eu preciso de você. Eu preciso de você. Eu preciso de você — ela
sussurrou baixinho.
Era aquilo, finalmente, estava acontecendo?
A única maneira de descrever o que aconteceu a seguir é com uma palavra...
uma que ela conhecia muito bem.
Desastre!
O mundo lá fora que estava tão bloqueado pela crescente excitação que sentia pelo pau de Jake perto de seu clitóris, invadiu seu paraíso particular.
O celular de Kay estava tocando do banheiro.
Tão rápido quanto o orgasmo que começou a borbulhar dentro de Lacy, foi repelido pelo ritmo melódico de telefone de Kay.
Lacy congelou, enquanto Jake continuou a descansar em seus seios. Ela ainda segurava o pau de Jake em sua mão, mas ela parou de estimular. O único pensamento em sua mente era se Jake tinha ouvido ou não o telefone de Kay.
— Não pare — Jake sussurrou. — Por favor. Eu quero ouvir você gozar para mim.
Aparentemente, ele não ouviu o toque deKay, mas o estrago já estava feito.
Lacy estava no modo de pânico. O sentimento diminuiu. Ela tirou seu controle sobre o pau de Jake.
Jake levantou a cabeça de seu seio. O olhar de decepção em seu rosto era quase demais para Lacy aguentar.
— O que há de errado, Lacy?
— Nós devemos ir — ela disse através de um sorriso nervoso.
— Ir?
— Sim.
— Agora?
Frases monossílabas eram tudo que Lacy conseguiu dizer e Jake lentamente saiu dela, ajeitando-se e colocando sua calça enquanto ele se afastava da cama.
Lacy rapidamente colocou as alças do sutiã e do vestido em seus ombros, de repente tímida perto dele por vê-la tão exposta.
Droga! Droga! Droga! Parecia que o universo inteiro estava contra ela! Tudo estava indo tão bem. Jake estava quente e a fazia se sentir tão bem que esqueceu completamente que Kay estava no banheiro.
Jake parou à porta, não tendo certeza do que exatamente aconteceu.
Você foi rápido demais, seu idiota, ele repreendeu a si mesmo em sua cabeça.
Lacy era definitivamente gostosa, e não era culpa dele que ela o virou de dentro para fora. Qualquer homem ficaria atraído por ela e eles pareceram ter uma química instantânea quando deram o primeiro beijo. Por que outro motivo ela ficaria em sua cama com seu pauem sua mão?
Mas alguma coisa aconteceu e ela disse para parar.
— Você ainda quer ir? — Jake perguntou enquanto seu pau ficava inquieto em seus jeans.
— Você ainda quer ir? — ele perguntou.
O medo tomou conta de Lacy. Será que ele não queria jantar depois do que aconteceu?
O medo tomou conta de Lacy. Será que ele não queria jantar depois do que aconteceu?