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CAPES

No documento RIO DE JANEIRO 2018 (páginas 151-160)

Seu idealizador e presidente por 12 anos, Anísio Teixeira a criou como uma campanha que

intencionava promover o aperfeiçoamento de pessoal de nível superior. Os investimentos, à

época, eram aplicados na contratação de professores estrangeiros, em atividades de

cooperação e intercâmbio internacional, na distribuição de bolsa e no apoio aos eventos de

natureza científica. Enfim, Teixeira buscava constituir a espinha dorsal do corpo docente

brasileiro com profissionais de alto nível. Considerando que o período estava impregnado pela

ideologia do desenvolvimento, a Capes tinha papel importante em superar as dificuldades da

comunidade científica para cumprir tal tarefa. Vale indicar que esta constatação não

significava que não existissem cientistas de excelência no país, a questão é que as ideias de

desenvolvimento exigiam um quantitativo superior, que ainda não havia sido atingido.

O crescimento em números de universidades públicas, por si só, não atendia a esta demanda,

até porque o crescimento numérico das universidades estava sustentado na junção de

faculdades isoladas e heterogêneas e não na criação de universidades no sentido humboltiano.

Criavam-se na realidade ilhas ou centros de excelência.

Com o golpe militar em 1964, a Capes é atingida em cheio. Teixeira é afastado da presidência

e há a intenção de extinguir a entidade. No entanto, os movimentos feitos pela comunidade

científica conseguem mantê-la e cobrar do Conselho Federal de Educação – CFE que fixasse

dotação orçamentária permitindo assim a possibilidade de elaboração de propostas de

trabalho. Além disso, a Capes buscou empréstimo junto ao Banco Interamericano de

Desenvolvimento e passou a integrar o comitê de julgamento dos pedidos de bolsa à

Fundação Ford.

Vale ressaltar que os primeiros anos autocráticos foram de desestabilização da Capes.

Pode-se perceber no número de presidentes que a entidade teve até 1970. Sua estabilização inicia-Pode-se

com o decreto do governo civil-militar, que lhe dá autonomia administrativa e financeira, e

sua transferência para o Distrito Federal. Neste contexto, são criados os comitês assessores,

uma adaptação dos peer committies americanos, com o objetivo de identificar a qualidade

acadêmica e a produtividade dos cursos existentes para definir a distribuição de bolsas.

Consolidando o processo de sustentação das políticas de avaliação, as universidades são

instadas a criar pró-reitorias de pós-graduação para estabelecer a interlocução com a Capes.

A partir de 1976, a Capes assume definitivamente a tarefa de avaliação dos cursos e

programas de pós-graduação, extrapolando a tarefa de impulsionar a formação de um corpo

docente e de pesquisadores de alto nível, embora os defensores daquelas políticas de

avaliação consideravassem que se bem avaliados, os programas de pós-graduação poderiam

oferecer melhor formação a este corpo docente. Cabe lembrar que além dos critérios

meritocráticos que definiam a distribuição de bolsas, havia também o veto ideológico

recomendado pelo Serviço Nacional de Inteligência, que correspondia a cerca de 5% do total

das bolsas. Segundo Castro, presidente da Capes (1979-1982), o que perdurou até os anos

1980, momento de muitas dificuldades financeiras e disputas tanto na criação do Ministério

de Ciência e Tecnologia, quanto pela concepção e, posteriormente, pela sobrevivência das

agências brasileiras diante do PADCT. A proximidade da Capes com as universidades

públicas, também a fez sentir a crise pela qual o ensino superior passou nesta década.

A nova tentativa de extinção da Capes, por medida provisória, do presidente Collor de Mello,

em 1990, foi mais uma vez enfrentada pela comunidade científica, basicamente pelo corpo

docente das universidades, representado por suas pró-reitorias de pós-graduação e pesquisa,

que conseguiram reverter a medida junto ao Ministério da Educação. Apesar do quadro

conturbado, as políticas seguem, e além das iniciativas para a correção das distorções entre as

regiões do país, as bolsas de cooperação internacional para programas de doutorado bem

avaliados passaram a ser entregues ao programa para que esse decidisse sobre a distribuição,

medida que, além de agilizar o processo deu mais autonomia ao programa. Em 1991, a Capes

se transforma, através de lei

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, em fundação pública. Mas, é a partir da segunda metade da

década, que a Capes opta por mudanças mais contundentes.

Assim como o CNPq, a situação da Capes, no tocante a bolsas e fomento, foi muito difícil na

década de 1990. A primeira metade do século foi marcada por uma forte desestabilização no

órgão, com frequente mudança de presidentes até a gestão de Abílio Baeta Neves

(1995-2003), que ficou no cargo todo o governo de Fernando Henrique Cardoso. Neves buscou

reformular o sistema de avaliação referenciando-o em padrões internacionais. Além disso,

propunha a inserção, no âmbito da pós-graduação, do mestrado profissional e do ensino à

distância, tendo êxito apenas com o mestrado profissional, que passou a existir a partir de

1999.

O novo século trouxe mudanças importantes. A existência de um Plano Plurianual e de uma

objetiva evolução orçamentária foram a base para a ampliação do número de bolsas no país e

no exterior, assim como o aumento de seu valor. A cooperação com países de língua

portuguesa foi ampliada e foi criada a bolsa de qualificação de pessoal de alto nível para o

atendimento das diretrizes da política industrial, tecnológica e de comércio exterior, assim

como as bolsas de qualificação de pessoal de alto nível para pesquisa em temas estratégicos,

buscando a redução da assimetria regional.

Tabela 10. Bolsas de pesquisa (país e exterior) e fomento. Capes (2003-2010)

BOLSAS PAÍS BOLSAS EXTERIOR FOMENTO

2003 440.750.253,33 0 22.791.254,00

2004 384.726.818,20 89.988.734,00 15.722.705,00

2005 401.640.791,00 109.932.181,00 30.973.300,98

2006 453.860.640,00 111.911.072,00 29.866.430,99

2007 477.478.949,00 126.911.072,00 40.501.253,00

2008 569.316.507,00 71.911.000,00 102.776.203,00

2009 789.667.384,00 82.697.650,00 116.714.542,00

2010 868.801.241,00 118.822.823,00 178.591.145,00

Fonte: Relatório de Gestão Capes (2004-2010)

A partir de 2008, a agência dá ênfase às ações relativas à formação docente. Cria a concessão

de bolsas de incentivo à formação de professores para a Educação Básica, de iniciação à

docência – Pibid, a concessão de bolsas de cooperação internacional para aprimoramento dos

profissionais de educação básica e a capacitação e formação inicial e continuada de

professores e profissionais da Educação Básica, além da bolsa recém-doutor, esta com o

intuito de incorporar o pesquisador nas atividades acadêmicas. Constata-se que surge um novo

período para as agências de fomento.

A Capes demonstra a sua consolidação no sistema, depois de ter vivido, por cerca de uma

década, situação de desestabilização, tanto pelas investidas em sua estrutura, inclusive

tentando a sua extinção por parte dos governos neoliberais, quanto pela falta de recursos

financeiros. O número de programas de pós-graduação segue crescendo (vide gráfico 2).

Importante demarcar que a criação de uma nova modalidade de curso: o mestrado

profissional, teve um crescimento considerável no período demonstrando sua estabilização

como novo modelo de formação. As características da formação definida para o mestrado

profissional vão ao encontro da conformação de um novo perfil da pós-graduação com

atributos voltados para o novo padrão de pesquisa pensado de forma mais tecnicista que

acadêmica.

Gráfico 2. Evolução da pós-graduação (1996-2014)

Fonte: Coleta Capes 1996-2012 e Plataforma Sucupira 2013-2014 (Capes, MEC). CGEE. Elaboração da autora.

O gráfico 3 indica a natureza jurídica nos cursos de mestrado. Infelizmente não foi possível

distinguir os programas de mestrado profissional, assim os percentuais referem-se ao

mestrado em suas duas modalidades: acadêmico e profissional. Nota-se uma linha de queda

da participação de programas de pós-graduação nas universidades estaduais entre os anos

1996 e 2014, e a redução dos programas nas universidades federais entre 1996 e 2005,

momento de crescimento nas universidades privadas que, posteriormente, apresentam leve

queda. Não necessariamente os percentuais de queda e crescimento se relaciona diretamente.

Os dados não nos permitiram verificar se há relação do crescimento do mestrado profissional

com o crescimento, ainda pequeno, da pós-graduação no setor privado.

Gráfico 3. Natureza Jurídica - Mestrado (%)

Fonte: Coleta Capes 1996-2012 e Plataforma Sucupira 2013-2014 (Capes, MEC). CGEE. Elaboração da autora.

No caso do Doutorado (Gráfico 4), as universidades privadas aumentam sua participação

entre 2005 e 2014 e as universidades estaduais seguem a mesma dinâmica de queda verificada

na participação nos programas de mestrado. As universidades federais seguem tendo a maior

participação na pós-graduação. Sobre o setor privado é necessário indicar que, com a extenção

do FIES

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para a pós-graduação, a tendência é de crescimento em todas as modalidades.

Gráfico 4. Natureza Jurídica - Doutorado (%)

Fonte: Coleta Capes 1996-2012 e Plataforma Sucupira 2013-2014 (Capes, MEC). CGEE. Elaboração da autora.

O número de titulados segue a linha de crescimento do número de programas em todas as

modalidades (Gráfico 5), indicando que, apesar da crise pela qual os programas de

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A possibilidade de financiamento para os cursos não gratuitos de mestrado acadêmico e profissional e de doutorado foi introduzida pela Lei nº 11.552/2007, que alterou a Lei do Fies (Lei nº 10.260/2001), condicionado, entretanto, à disponibilidade financeira do fundo. A partir de agora, as instituições mantenedoras com cursos recomendados pela Capes poderão aderir ao Fies da Pós-graduação.

graduação e o SNTC passaram desde o fim do milagre econômico, a resistência dos vetores

envolvidos sustentaram sua existência e a possibilidade de crescimento. No entanto, os

índices de crescimento aqui apontados acontecem no período de repadronização das políticas

de financiamento que intuem gerar um novo padrão de pesquisa, baseada na inovação.

As iniciativas da Capes apontam em dois caminhos. Assim como autoriza a modalidade

profissional para o mestrado e, atualmente, também para o doutorado, investe nas políticas de

avaliação baseadas em publicações, o que conserva a importância dos cursos que não se

adaptaram às necessidades ditadas pela pesquisa, desenvolvimento e inovação,

fundamentalmente os cursos da ciência básica.

Gráfico 5. Evolução da titulação na pós-graduação (1996-2014)

Fonte: Coleta Capes 1996-2012 e Plataforma Sucupira 2013-2014 (Capes, MEC). CGEE. Elaboração da autora.

Avaliando a taxa de crescimento por grande área (Quadro 10), é possível avaliar as taxas de

crescimento do número de títulos de mestrado nas áreas ciências agrárias, biológicas, saúde e

exatas e da terra, enquanto nas áreas das ciências humanas, sociais e aplicadas, engenharias,

linguística, letras e artes a redução é perceptível. Nos cursos de doutorado, caem as

engenharias, as ciências exatas e da terra, biológicas e saúde. As ciências humanas e as sociais

e aplicadas permanecem no mesmo patamar, e as agrárias, as linguísticas, letras e artes

crescem. Os cursos multidisciplinares merecem uma explicação a parte: seu crescimento se

deve ao fato de estarem praticamente sendo criados naquele período.

Quadro 10. Evolução de titulados por grande área do conhecimento

Titulados Mestrado 1996 2005 2014 Titulados

Doutorado

1996 2005 2014

Ciências agrárias 8,9 13,4 13,9 Ciências agrárias 10,6 12,5 13,1

Ciências Biológicas 7,6 11,2 11,8 Ciências Biológicas 13,8 12,7 10,6

Ciências da saúde 5,1 12,2 13,7 Ciências da saúde 19,3 18,7 18,3

Ciências exatas e

da terra

8 11,8 13,2 Ciências exatas e da

terra

16,2 10,7 9,7

Ciências humanas 12,4 17,8 15,5 Ciências humanas 15 16,6 16,7

Ciências sociais e

aplicadas

11,2 19,6 15,9 Ciências sociais e

aplicadas

6,4 9 8,9

Engenharias 12,8 19,1 14,8 Engenharias 13,8 12,4 9,6

Lingüística, letras e

artes

10,4 17,2 16,7 Lingüística, letras e

artes

6,4 5,5 6,6

Multidisciplinar 4,2 13,8 10,5 Multidisciplinar 0,1 1,8 6,6

Fonte: Coleta Capes 1996-2013 e Plataforma Sucupira 2013-2014. CompilaçãoCGEE. Elaboração da autora.

Após o período de bastante instabilidade, marcadamente nos primeiros anos da década de

1990, a Capes retoma seu crescimento. O número de doutores e mestres cresce e as

iniciativas vão fixando a Capes como órgão essencial para a organização da pesquisa no país.

A parceria com o CNPq é fundamental neste sentido e materializada na relação entre o

currículo Lattes e os diretórios de pesquisa tornam-se a base da produção científica no país. O

número de currículos cadastrados no sistema Lattes saiu de menos de 100 mil em 2002 para

2.798.420 em 2012.

Gráfico 6. Evolução do cadastramento de Currículo Lattes

Outro elemento importante para esta consolidação foi a criação do Portal de Periódicos com o

intuito de proporcionar à comunidade o acesso rápido à produção, impulsionar seu

crescimento no âmbito nacional e promover a inserção científica brasileira no exterior.

Segundo Emídio Cantídio (UFRPE), diretor de Programas de Bolsas no país da Capes (2007-

que é produzido em ciência. Ele nivela o conhecimento disponível para pesquisadores do

interior do Brasil com o do resto do mundo”.

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O Portal foi lançado no ano 2000, com um acervo de 1.419 periódicos e nove bases

referencias em todas as áreas de conhecimento e no ano seguinte, a Capes instituiu políticas

de capacitação para bibliotecários e profissionais de informação, objetivando disseminá-lo

entre alunos e professores, tornando-o uma ferramenta usual para a comunidade. O Banco de

Teses e Dissertações foi criado em 2002 proporcionando o acesso aos resumos de teses e

dissertações defendidas desde 1998. Em uma década o Portal apresentou excelentes

resultados. Passou de 1.882 para quase 30 mil periódicos (ver gráficos), fortalecendo a visão

de que a produção científica e suas publicações são o ponto forte da avaliação da

pós-graduação no Brasil. Ao mesmo tempo em que serve como apoio importante à realização de

pesquisa, propiciando uma revisão de literatura e o conhecimento de novas descobertas de

forma rápida e segura, também alimenta os índices de avaliação, verificando a quantidade e a

qualidade de publicações. Importante ressaltar que os veículos são também permanentemente

avaliados e classificados no Qualis Capes

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, indicando hierarquia também entre os periódicos,

buscando aperfeiçoar a avaliação da produção e dos programas de pós-graduação, ponderando

a qualidade da produção intelectual de docentes e pesquisadores.O investimento na criação e

consolidação do Portal denota a preocupação da comunidade científica em consolidar, como

elemento central na avaliação da relevância das pesquisas, as publicações. Segundo a revista

60 anos da Capes, o número de periódicos disponíveis em 2001 era de 1.882, em 2006 atingiu

a marca de 10.919, em 2011 já eram 29 mil. Levantamento de 2010 aponta destaque para a

produção das grandes áreas das ciências da saúde (4.246), seguidas pelas ciências humanas

(3.642) e sociais e aplicadas (3.211) e pelas ciências exatas e da terra (2.939). O gráfico

abaixo indica a participação percentual de cada grande área.

73 Capes 60 anos.

74 A estratificação da qualidade dessa produção é realizada de forma indireta. Dessa forma, o Qualis afere a qualidade dos artigos e de outros tipos de produção, a partir da análise da qualidade dos veículos de divulgação, ou seja, periódicos científicos e anais de eventos. A classificação de periódicos e eventos é realizada pelas áreas de avaliação e passa por processo anual de atualização. Esses veículos são enquadrados em estratos indicativos da qualidade - A1, o mais elevado; A2; B1; B2; B3; B4; B5; C - com peso zero.

Gráfico 7. Periódicos por grande área do conhecimento em 2010

Fonte: Revista 60 anos da Capes

O aumento do número de cadastramento de currículos, para além do crescimento da

pós-graduação no período, significa a construção de uma base de dados de pesquisa e

pesquisadores e seus vínculos mais definida, oferecendo à sociedade as informações sobre as

atividades relativas à ciência e à tecnologia desenvolvidas no país. Servindo também como

identificação para solicitação de bolsas e auxílios, para seu melhor controle, o cadastro no

Lattes encontra-se vinculado à Receita Federal.

A Capes não expressa na sua estrutura central a presença de membros das entidades

representativas. No entanto isto, não significa que a linha tênue entre eles não exista. Os

comitês avaliativos, aqueles responsáveis pela hierarquização dos programas e cursos por

meio de avaliação, contam com muitos membros da comunidade que avaliam seus pares, seus

programas e cursos, constituindo aqui o fortalecimento de hierarquias na disputa entre

pesquisadores. Em 2016, Abílio Baeta, que esteve á frente da entidade durante os dois

mandatos do governo Fernando Henrique Cardoso, volta à presidência da Capes. No ano

anterior, Jorge Almeida Guimarães, que presidia a entidade por 11 anos, assume a Empresa

Brasileira de Pesquisa Industrial e Inovação – Embrapii.

Quadro 11. Presidentes da Capes

PERÍODO PRESIDENTE ÁREA INSTITUIÇÃO

1952-1964 Anísio Teixeira Direito Univ. do Brasil

1964-1966 Susana Gonçalves Educação PUC-RJ

1966 Gastão Dias Velloso Medicina UFRJ

1967-1968 Mario Werneck de Almeida Lima Engenheiro UFMG

1969 Nelson Afonso do Valle Silva Economia PUC

1969 Jéferson Andrade Machado de Góis

Soares Não Identificado

1974-1979 Darcy Closs Geociência UFRGS 1979-1982 Claudio de Moura Castro Economista UFMG 1982-1989 Edson Machado de Souza Matemática UEPR 1989-1990 Ubyrajara Alves

Eunice Ribeiro Durham Matemática Antropologia UFCE USP 1991 Eunice Ribeiro Durham

Sandoval Carneiro Junior Antropologia Engenharia USP PUC SP 1992 Sandoval Carneiro Junior

Eunice Ribeiro Durham Rodolfo Joaquim Pinto da Luz Maria Andrea Loyola

Engenharia Antropologia Direito Ciências Sociais PUC SP USP UFSC UERJ 1993-1994 Maria Andrea Loyola Ciências Sociais UERJ

1995 Eunice Ribeiro Durham Antropologia USP

1995-2003 Abílio Afonso Baeta Neves Ciências Sociais UFRGS 2003-2004 Marcel Bursztyn

Jorge Almeida Guimarães Economia Veterinária UFRJ UFRRJ 2004-2015 Jorge Almeida Guimarães Veterinária UFRRJ

2015-2016 Carlos Nobre Engenharia

Eletrônica ITA 2016 Abílio Afonso Baeta Neves Ciências Sociais UFRGS

Fonte: Documentos da entidade. Elaboração da autora.

No documento RIO DE JANEIRO 2018 (páginas 151-160)