a esperança a toda nossa população, ao doente, ao idoso, ao menos favorecido. Sempre gostei de fazer isso na minha vida, vim de uma cidade pobre, lá do interior do Paraná, eu sei o que é sofrer. Chega aqui, achei que poderia ajudar muito mais, revolucionar, ajudar a criar formas, medidas, condições para melhorar, nós estamos paralisados. Tudo que você faz aqui nesse parlamento, não vale nada, papel vai para lá e é engavetado e a população na ponta sofre.
Esses dias, eu denunciei aqui, não tinha massa, não tinha, não tinha cimento, para lacrar uma cova de uma pessoa que falecia na cidade. O cemitério estava cheio de mato, as praças públicas cheias de mato, as escolas cheias de mato, tivemos problemas aqui com a alimentação das crianças, queria cortar horário de aula de criança, para economizar dois pratos de arroz, isso não existe numa situação dessa. Hoje no século XXI, vivendo em uma cidade pujante, uma cidade da alta tecnologia, como é dita em todo mundo, e ver uma porcaria que está acontecendo nessa cidade, nós não merecemos isso. Quando eu falo nós, eu falo eu, a minha família, a sua família, seu filho, sabe, a criança, o jovem, o adolescente, precisa ser incentivado ao trabalho digno, honesto e precisa ser incentivado para a luta, para a vida, porque ninguém vive de conversa fiada. Agora os jornais publicam milagres, histórias mirabolantes, coisa astronômica. Só que o cidadão vai embora pra casa dele, chega lá, ele vê o buraco, a praça suja, a escola arrebentada, vê lá...O cidadão, que outro dia eu denunciei, na UPA da Cidade Aracy, não estava fazendo consulta, porque não pagaram a NET, a internet.
Aí, eu fui ver quando era que devia: R$ 144 reais. Um cidadão, um jovem, uma criança, um idoso chegava lá e voltava pra trás, porque não pagaram os R$ 144 reais. Quando vale uma vida, meus irmãos? Ela não tem preço. E quando vale a vergonha na cara do cidadão, que tem que ter vergonha na cara? E tem que ter, eu tenho vergonha na cara. Quando eu olho pra um amigo, pra um companheiro nessa cidade, eu sinto vergonha. Eu olho pro mato, falo: "Meu Pai, misericórdia, tenha dó de nós, Senhor!". Que é isso? Como é que pode? A gente já passou por muitas dificuldades nessa cidade, mas nunca passou uma dificuldade tão grande, tão vergonhosa como essa. É difícil, você vai começar a falar o quê? Vai começar a contar mentira aqui? O povo não é tonto. O cidadão está vendo. Então, fica difícil. Eu falo, continuo falando, até quando Deus me der a vida e a liberdade: o culpado nessa cidade chama-se prefeito, que deixa o secretário fazer o que quer, e não pode fazer o que quer, tem que fazer aquilo que a população, que é o patrão que paga tudo, precisa. Muito obrigado, Sr. Presidente.
PRESIDENTE LUCÃO FERNANDES: Comunicado à população que está nos acompanhando, e comunicar também os Srs. Vereadores que, após ter se ausentado para resolver alguns problemas particulares, retornou a essa Casa o nobre vereador Dé Alvim, e está inscrito na próxima sessão, no expediente falado. Então, que o senhor possa ser muito bem-vindo, nobre vereador, e que o senhor possa continuar contribuindo com o excelente trabalho que vem desenvolvendo ao longo dos anos que o senhor está nesta Casa. Agora, passamos para o acordo de pauta. Interrompemos por alguns instantes para o acordo de pauta.
[sessão suspensa]. PRESIDENTE LUCÃO FERNANDES: Solicito ao nobre vereador Rodson Magno do Carmo que faça a chamada dos Srs. Vereadores. VEREADOR RODSON MAGNO DO CARMO: Atenção, Srs. Vereadores, para a chamada. Lucão Fernandes?
PRESIDENTE LUCÃO FERNANDES: Presente. VEREADOR RODSON MAGNO DO CARMO: Presente. Marquinho Amaral? A chamada. Penha? Ronaldo Lopes? Dé? Antonio Carlos Catharino? Benedito Matheus Filho? Cidinha do Oncológico? Ausência justificada.
Edson Fermiano? Eduardo Brinquedos? Equimarcilias de Souza Freire? Paraná? José Luís Rabello? Júlio César? Laide das Graças Simões? Lineu Navarro? Mauricio Ortega? Presente.
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Rodson, presente. Roselei Françoso? Sérgio Rocha? VEREADOR SÉRGIO ALVES ROCHA: Presente. VEREADOR RODSON MAGNO DO CARMO: Presente. E Walcinyr Bragatto? Vinte vereadores presentes, Sr. Presidente. ORDEM DO DIA – PROCESSOS EM REGIME DE TRAMITAÇÃO COMUM – ÚNICA DISCUSSÃO - PRESIDENTE LUCÃO FERNANDES: Consulto os Srs. Vereadores, se eu posso fazer uma inversão aqui, como é de urgência, eu teria que entrar diretamente naquele lá, como alguns não tem discussão, eu poderia entrar diretamente nesses que não tem discussão, para depois entrar nesse aí que, pelo que eu estou sentindo, vai haver uma... É os que não tem discussão. E até uma solicitação do vereador Paraná, como a família está aqui também, para passar na frente, o nome de Rua, do vereador Paraná. VEREADOR WALCINYR BRAGATTO: Presidente, questão de ordem... Sr. Presidente, questão de ordem. PRESIDENTE LUCÃO FERNANDES: Questão de ordem, nobre vereador Walcinyr Bragatto. VEREADOR WALCINYR BRAGATTO: Eu acho razoável nós fazermos a aprovação dos processos que não terão discussão, inclusive, aqueles que as famílias estão presentes, inclusive os que as famílias estão presentes, porque será apenas a declaração de voto do propositor. E isso também é ágil, não há necessidade de que se protele os processos para mais tarde, e deixar todos os que têm discussão em seguida desse, como Vossa Excelência está propondo.
PRESIDENTE LUCÃO FERNANDES: Eu consulto se há acordo entre os Srs. Vereadores.
Os que são favoráveis, permaneçam como estão, e se manifestando, os contrários. Aprovado por todos os vereadores presentes. Então, está em votação o Processo 530, interessado o nobre vereador Paraná, assunto: denomina a Rua II do Residencial Eduardo Abdelnur como Rua José Gabriel Ribeiro. Com a palavra, o nobre vereador Paraná. VEREADOR IDELSO MARQUES DE SOUZA PARANÁ: Sr. Presidente, eu quero agradecer a essa Casa. E, Vossa Excelência, já disse, claro. O nome desse grande cidadão, grande pai de família, José Gabriel Ribeiro. "José Gabriel Ribeiro, ele nasceu em 19 de agosto de 1936 em Lavras, Minas Gerais. Foi um mineiro de fala mansa e aperto de mão firme, casou-se com Maria Margarida Ribeiro, em 29/09/1960, na Basílica de Nossa Senhora de Fátima, em uma cerimônia simples e cheia ao amor. Os filhos são: Maria Vita(F) Ribeiro, Cleuza(F) Aparecida Ribeiro, Sebastião Ribeiro, Cleunice Ribeiro, José Carlos Ribeiro, Marlene Ribeiro, Marclene Ribeiro, Irene Ribeiro, Abel Ribeiro, Valdirene Aparecida Ribeiro e Regina Ribeiro.Com a certeza que seria difícil, mas com muita fé, o Sr. José Gabriel veio aqui para São Carlos, buscando sempre o melhor, mudou-se em 1962, para o estado do Paraná, ele, José Ribeiro, mais precisamente, em uma fazenda chamada Cachoeirinha, município de Nova Fátima, uma cidadezinha que fica próximo a Cornélio Procópio no estado do Paraná. Trabalhou na lavoura durante muitos anos, nas plantações, principalmente de café, um trabalho árduo e digno, com que sustentava todos os seus filhos e sempre acolhia, em sua casa, carinhosamente, todos os sobrinhos que apareciam para lá passar uma temporada. Em 21 de novembro de 1987, veio aventurar-se no estado de São Paulo, veio para a cidade de São Carlos, trouxe consigo a esposa e 8 filhos solteiros, pois a filha mais velha, Maria Vita Ribeiro, já residia aqui em São Carlos. E sua outra filha, Creuza(F) Aparecida Ribeiro, já casada, morava em Curitiba, capital do Paraná, onde reside até hoje. Aqui chegando, onde reside até hoje, encontrou uma cidade receptiva e acolhedora, onde acreditou ter possibilidade de trabalho para toda a sua família. E os seus residiu, o Sr. José Gabriel residiu na rua Geraldo Bretas, até o fim dos seus dias. Trabalhou em vários segmentos, sendo um deles depósito de material para construção; trabalhou em várias construtoras e também prestou serviço para a prefeitura municipal de São Carlos, na
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época, com a empresa Vega Sopave, varrendo as ruas da nossa cidade. Faleceu em 7/11/2015, na Santa Casa de Misericórdia de São Carlos, deixando saudade; e deixou esposa, filhos, netos, bisnetos, amigos, vizinhos, e uma comunidade da Santa Madre Cabrini, que participava, assiduamente. E deixando naqueles que tinham o "Sr. Loló", como era chamado carinhosamente, e seus amigos, saudades e lembrança de um homem honesto, humilde, cristão e honrado. Era um ser humano muito atencioso, que sempre, estará em nossos corações. Deixou muitas saudades em seus familiares e em todos aqueles que o conhecem."
Nós esperamos que Deus possa zelar e continuar zelando dessa grandiosa família e honesta família de São Carlos, e que Deus proteja a nós todos. Muito obrigado a essa Casa de Lei e à família. PRESIDENTE LUCÃO FERNANDES: Votação nominal, solicitada pelo nobre vereador Dé Alvim. VEREADOR RODSON MAGNO DO CARMO: Pode já?
PRESIDENTE LUCÃO FERNANDES: Por gentileza. VEREADOR RODSON MAGNO DO CARMO: Quem for favorável, vote sim; quem for contrário, vote não. Antonio Carlos Catharino? Catharino? Aparecido Donizetti Penha? Benedito Matheus Filho? Benedito Matheus Filho, sim ou não? Sim. Cidinha do Oncológico? Ausência justificada. Edson Fermiano? Sim. Eduardo Brinquedos? Sim. Freire? Paraná? Sim. Dé? José Luís Rabello?
Sim. Júlio? Laide das Graças Simões? Sim. Lineu Navarro? Sim. Lucão Fernandes, no exercício da presidência, não vota. Marquinho Amaral? Mauricio Ortega? Rodson, sim.
Ronaldo Lopes? Roselei Françoso? Sérgio Rocha? E Walcinyr Bragatto? Catarino votou sim.
Vinte vereadores votaram favoráveis, Sr. Presidente. Nenhum contrário. PRESIDENTE LUCÃO FERNANDES: Aprovado pela totalidade dos vereadores presentes, 20, e nenhum contrário. Declaração de voto, nobre vereador Dé Alvim? VEREADOR JOSÉ ALVIM FILHO: Sr. Presidente, vereador Lucão, vereadora Laide e população que nos acompanha, e imprensa presente e a família presente do Sr. Gabriel. Eu quero cumprimentar o vereador Paraná, por essa justa homenagem honrada de um homem que eu conheci, da sua luta, determinação. Em nome da Irene, do Maguila e do Abel, cumprimentar toda a família, uma família de muito trabalho, de muita luta, ajudando no crescimento e no desenvolvimento do grande Cidade Aracy e de toda a cidade de São Carlos. Eu quero aqui cumprimentar, porque eu conheci o Sr. Gabriel, estive no seu funeral e, lá, passaram, aproximadamente, mais ou menos umas 800 a mil pessoas. Um homem querido e estimado ali da grande região do Jardim Cruzeiro do Sul, da grande região do Cidade Aracy. E o trabalho que ele prestou para a nossa cidade, o legado que ele deixou pela sua família, por isso, eu quero cumprimentar o vereador Paraná, da justa homenagem ao Sr. Gabriel. Se todos, todas as pessoas que nós pudéssemos dar o nome ter a história do Sr. Gabriel, teria certeza que esse homem deixou um legado de um homem simples, um homem guerreiro, mas deixou um legado, uma história, para a sua família. Então, Sr. Presidente, eu estou muito feliz de poder ter votado hoje, favoravelmente, a esse projeto, e tenho certeza que me sinto honrado em fazer parte dessa Casa e dessa história nesse momento. PRESIDENTE LUCÃO FERNANDES: Solicito ao meu vice-presidente Marquinho Amaral que assuma o trabalho da presidência. Vereador Marquinho Amaral?
[troca de presidência]. PRESIDENTE MARQUINHO AMARAL: Passamos agora à votação. Processo interessado vereador José Luís Rabello, Processo 483. Assunto: dá o nome de Salvador Orlandi à rua 14 do Loteamento Residencial Eduardo Abdelnur. Eu peço ao Sr.
Secretário, vereador Rodson, que faça a leitura do currículo do Sr. Salvador Orlandi.
VEREADOR RODSON MAGNO DO CARMO: Currículo do Sr. Salvador Orlandi.
"Nascido em 14/12/1917 e falecido em 25/6/2004. Salvador Orlandi, filho de imigrantes
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italianos, nasceu no bairro Botafogo na cidade de São Carlos, onde viveu toda a sua vida até o seu falecimento. Concluiu o primeiro grau no grupo escolar Eugênio Franco, no período de 1924 a 1928. Constituiu família com Angelina Baio(F) Orlandi, com quem teve 4 filhos:
Antônio Gilberto Orlandi, Vanda Helena Orlandi Butignon, Benedito Carlos Orlandi, e Sérgia(F) Renata Orlandi. Durante a sua vida produtiva, desempenhou as seguintes atividades:
desde criança até 1970, as atividades como pequeno agricultor e criador de gado. Na década de 50, sócio e proprietário da fábrica em que produzia o tradicional guaraná São Carlos; na década de 1970, instrutor do curso técnico de edificação no Senai São Carlos, e o conhecimento tal foi adquirido pelo seu autodidatismo, e do conhecimento empírico; durante 40 anos, teve uma atuação social, como membro da Comunidade Evangélica São-Carlense.
Cidadão São-Carlense, Salvador Orlandi foi sempre um exemplo de atuação, como respeito e valoroso, tais como a verdade, a ética e a responsabilidade e a integridade." Vereador José Luís Rabello, PSDB São Carlos. PRESIDENTE MARQUINHO AMARAL: Está em votação. Votação nominal, requerida pelo nobre vereador Walcinyr Bragatto. Peço ao Sr.
Secretário que faça a votação nominal ao Srs. Vereadores. VEREADOR RODSON MAGNO DO CARMO: Atenção, Srs. Vereadores, para a votação. Antonio Carlos Catharino? Antonio Carlos Catharino? Aparecido Donizetti Penha? Sim ou não? Sim.
Benedito Matheus Filho? Sim. Cidinha do Oncológico, ausência justificada. Edson Fermiano?
Eduardo Brinquedos? VEREADOR EDUARDO MARTINS BATISTA: Sim.
VEREADOR RODSON MAGNO DO CARMO: Freire? Freire? Paraná? Ausente do Plenário. Dé? Ausente do Plenário. José Luís Rabello? Sim. Júlio? Sim. Laide das Graças Simões? Sim. Lineu Navarro? Lineu Navarro, Sim. Lucão Fernandes? Não está no exercício.
Marco Antonio Amaral, no exercício da presidência, não vota. Mauricio Ortega? Mauricio Ortega? Sim. Rodson, sim. Ronaldo Lopes? Sim. Roselei Françoso? Sim. Sérgio Rocha? Sim.
Walcinyr Bragatto? Sim. Freire? Sim. Catharino? Sim. Freire, sim. Dezessete vereadores votaram favoráveis e nenhum contrário, Sr. Presidente. PRESIDENTE MARQUINHO AMARAL: Aprovado pela totalidade de votos dos vereadores presentes o projeto de autoria do vereador José Luís Rabello que dá o nome de Salvador Orlandi a rua 14 do loteamento residencial Eduardo Abdelnur. Passamos agora à votação do processo de autoria do vereador Dr. Edson Antonio Fermiano, denomina de Judith Souza de Santi (processo 532/16) a estrada municipal que se inicia no quilômetro 226, mais 786,60 metros, da rodovia Washington Luís, SP 310, no entroncamento da via cujo sentido é da capital ao interior. Está em votação processo de autoria do vereador Edson Fermiano. Nenhum dos Srs. Vereadores contrários?
Aprovado pela totalidade dos vereadores presentes. Passamos agora à votação do Processo de autoria do vereador Eduardo Brinquedos, (processo 564/16) processo que denomina de Rodrigo Manzini à Rua 5, localizada no Jardim do Bosque. Está em votação. Nenhum dos senhores contrários? Aprovado. Passamos agora ao último processo sem discussão. Processo 577, autoria Eduardo Brinquedos, denomina de Madre Celerina Ventura a rua 11, localizada no loteamento Eduardo Abdelnur. Está em votação. Nenhum dos Srs. Vereadores manifestando-se contrário, aprovado o projeto. Está com a palavra por declaração de voto, dos dois projetos aprovados, o nobre vereador autor Eduardo Martins Brinquedos, por até 2 minutos, com uma "prorrogaçãozinha" porque são dois projetos. VEREADOR EDUARDO MARTINS BATISTA: São dois projetos, né? Sr. Presidente, colegas vereadores, população de São Carlos, eu quero agradecer imensamente aos colegas vereadores por aprovar por unanimidade, né, esse projeto de nome de rua, é de um amigo nosso, né? Um jovem que
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faleceu muito cedo, com 21 anos de idade. "Rodrigo Manzini, filho de Ayrton e Ângela Manzini, e tinha como irmão o Rafael, o Renato e a Mariana Manzini. Sempre uma criança feliz, quem conviveu com ele sempre era contagiado com a sua alegria. Entrou na Paróquia de São Nicolau de Flue para fazer a catequese e nunca mais deixou de participar das obras daquela igreja; depois da catequese se tornou acólito e também participava como Vicentino na Conferência Madre Paulina. Sempre um bom filho, um bom irmão e bom amigo, hoje ainda faz muita falta para as pessoas que o conheceram. Mesmo com a sua simpatia e alegria de viver, veio falecer em um acidente automobilístico, em 14 de abril de 2007, tendo então 21 anos completos. O acidente aconteceu na rua Trabalhador São-Carlense, no sentido rodoviária USP. Rodrigo perdeu o controle da sua Parati, que dirigia, caindo no córrego do Tijuco, e, quando as primeiras equipes de resgate, de bombeiros e Samu chegaram, já encontraram, o jovem estava em óbito. Essa homenagem se deve ao fato de Rodrigo ser pessoa de grande importância, tendo um círculo de amizade extenso, principalmente na paróquia de São Nicolau, onde participava do grupo de jovens e os seus pais, tanto o Ayrton quanto a Ângela, há mais de 20 anos, são ministros daquela igreja e membros da Cárita de São Nicolau, trabalhando em projetos sociais, como o Anjo da Guarda." Então, é por isso que a gente fez essa homenagem, né, para aquela família que tanto luta pelas crianças e jovens daquela região. E é com muita alegria, Sr. Presidente, que recebemos aqui as duas irmãs, ali da igreja, igreja de Santa Isabel, a irmã Letícia, já com 80 anos, e a irmã Zenaide, e elas cuidam da creche lá da Divina Providência, que tem criancinhas pequenininhas, né, parceiro, que vai hoje até os 4 anos de idade, e elas cuidam com carinho. Mas, assim, uma coisa que só por Deus mesmo, né? E, então, aproveitando a presença das duas, a gente quis homenagear também uma outra irmã, que tanto trabalhou naquela comunidade, que né? Que é a Madre Celerina Ventura, que veio a falecer, e que nós, né, estamos com a votação unânimes de todos os vereadores, colocamos o nome dela em uma rua no bairro de nossa cidade. Então, "Madre Celerina Ventura nasceu na Itália, em 27 de fevereiro de 1911, e foi batizada com o nome de Luiza Ventura. A menina Luiza viveu a sua infância sem a companhia dos pais, sendo criada pelos avós maternos, e Luiza frequentou o ensino fundamental, e rapidamente aprendeu como servir a Jesus Cristo. E, aos 12 anos, fez a sua primeira comunhão. Em Muro Lucano, sua cidade Natal, bate à porta do convento das Estigmatinas e, ao ingressar, entendeu que era da vontade de Deus que ela estivesse ali e, a partir daí, iniciou o seu trabalho com carisma impresso na sua alma e tornou-se freira em 10 de maio de 1930, com 20 anos. No primeiro ano de formação, Luiza, vestindo o hábito marrom, recebeu o novo nome: irmã Celerina Ventura dos Estigmas de São Francisco de Assis, assumindo, assim, a grande missão de servir a Deus, dedicando a sua vida aos outros. Exerceu a função de irmã até 1951, quando foi eleita madre superiora, e, em 1958, tornou-se administradora de uma casa de recuperação de meninas órfãs da guerra e, depois, foi para a casa de madre superioras em Roma. Em 1965, teve a tarefa de abrir uma casa missionária nos Estados Unidos; em 1967, foi chamada de volta à Roma para se aposentar, simplesmente recusou a aposentadoria e disse que o trabalho não faz mal a ninguém. Continuou o seu trabalho missionário no Brasil, 1967 a 2014, com muita dedicação na Vila Isabel. Recebeu essa dádiva de Deus e veio cuidar dos pobres, principalmente das nossas crianças, permanecendo, assim, até os últimos dias de sua vida.
Madre Celerina foi uma bem-aventurada, porque conseguiu captar os caminhos de Deus e as suas promessas do evangelho, e tentou cumprir, em sua pessoa, com a ajuda de Deus, de Santa Isabel, até os 103 anos de idade, quando o Senhor a chamou no dia 1 de fevereiro de
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2014." Que Deus seja louvado pela sua missão entre nós e que continue rezando por todos nós que aqui ficamos, amém! [aplausos]. PRESIDENTE MARQUINHO AMARAL: Essa presidência quer agradecer, em nome de todos os vereadores, a presença das irmãs, muito nos honram. Recebê-las na tarde de hoje, aqui na Câmara Municipal, cujos vereadores, todos são testemunhos do trabalho realizado por vocês. Parabéns, um abraço a vocês, vão com Deus, muito obrigado. Passamos agora... Vamos encerrar, suspender a sessão por alguns minutos para um acordo em relação à votação... Suspender a sessão por alguns minutos, para acordo com os Srs. Vereadores em relação ao Decreto Legislativo que prorroga a Comissão Parlamentar de Inquérito. Está suspensa a sessão. [sessão suspensa]. [troca de presidência].
PRESIDENTE LUCÃO FERNANDES: Solicito ao nobre vereador Rodson Magno do Carmo que faça a chamada dos Srs. Vereadores. VEREADOR RODSON MAGNO DO CARMO: Atenção, Srs. Vereadores, para a chamada. Lucão Fernandes? PRESIDENTE LUCÃO FERNANDES: Presente. VEREADOR RODSON MAGNO DO CARMO:
PRESIDENTE LUCÃO FERNANDES: Solicito ao nobre vereador Rodson Magno do Carmo que faça a chamada dos Srs. Vereadores. VEREADOR RODSON MAGNO DO CARMO: Atenção, Srs. Vereadores, para a chamada. Lucão Fernandes? PRESIDENTE LUCÃO FERNANDES: Presente. VEREADOR RODSON MAGNO DO CARMO: